Continuando a história anterior, terminamos de comer, não foi grande coisa. Ela estava de roupão, conversando como se nada tivesse acontecido. Ela sentada, ia várias vezes ao banheiro, parecia que eu tinha deixado ela bem cheia da minha porra. Enquanto ainda comia a fruta, começou a me beijar por cima da bancada, muito apaixonadamente, mesmo com a filha dela brincando na frente da TV. Eu levantei a louça suja, e ela levou a menina pro quarto, colocou o canal favorito dela. Me pegou pela mão e fomos pro banheiro dela. Era grande, com um chuveiro de mão e tudo de vidro. Ela arrumou umas toalhas e sabonetes, começou a lavar o cabelo, e eu via por trás como a água escorria suavemente pelo rosto dela, pelas costas. Ela era um pouco mais baixa que eu. O banheiro tinha uma iluminação muito boa, luz branca, então eu parei pra admirar as costas dela e o formato da bunda dela. Era redonda e grossa, a sombra que se formava entre a beirada das pernas dela parecia uma pintura de tão perfeita. Era lisa, poros invisíveis, uma pele macia e sedosa, igual a nenhuma outra. Eu, vendo aquilo, obviamente comecei a ficar com tesão. E quando ela se virou, já estava toda ensaboada, a espuma escorrendo pelo pescoço e pelos peitos dela, que eram bem empinados. Ela era 100% natural, tinha uma pinta vermelha bem debaixo do peito direito. As gotas de água escorriam pelo mamilo dela que, ao me ver com o pau começando a endurecer, também endureceu. Parecia que funcionava junto, porque quando os mamilos dela ficavam duros, as bochechas dela ficavam vermelhas. Então ela se virou de novo. Eu me aproximei dela, com o pau duro e firme, apontando pra cima. Peguei ela pela cintura, e ela virou o rosto pro lado, só pra eu poder ver o sorriso de aprovação dela. Coloquei minha mão espalmada nas duas nádegas dela, quatro dedos de cada lado, e com os polegares abri aquele par de bundas que pareciam esculpidas em porcelana. Ela soltou um gemidinho e pegou minhas mãos com as dela, então eu encostei meu pau entre as nádegas dela. "Você tá fervendo", ela disse, quase suspirando. Comecei a beijar os ombros e o pescoço dela, como se quisesse beijar cada centímetro dela, como se fosse um doce delicioso. Ela apertava minhas mãos de novo enquanto jogava o cabelo pra trás, e a água quente com sabão escorria pelas costas dela e molhava meu pau, que tava abraçado entre as nádegas gostosas dela. Eu sentia aquele buraquinho que, num futuro próximo, seria meu. Abracei ela e acariciei a barriga dela, sentindo como eu tava duro e as curvas que ela tinha marcadas do lado do umbigo. Acariciei pra cima pra sentir a borda suave e firme dos peitos dela, e quando acariciei mais, meus dedos passavam um por um nos mamilos duros dela. Ela acariciou meu cabelo, me procurando por trás, e eu beijava a nuca dela, como se tivesse planejado. Coloquei uma das minhas mãos no cabelo dela e comecei a inclinar ela pra frente. Perdi de vista o cabelo dela e vi as costas dela se curvando pra frente, até que ela abriu as pernas e eu vi a bunda dela bem aberta. Então repeti a manobra: comecei a abrir os lábios da buceta dela, acariciando com a ponta dos meus dedos a circunferência dos lábios, e me ajoelhei um pouco. Comecei a lamber bem no ossinho de baixo e naquela parte — se alguma mulher tá lendo isso, aquela carninha que separa a buceta do cu — comecei a lamber. Ela gemia e gemia, eu lambia de dentro pra fora e beijava como se fosse a boca da princesa mais linda do mundo. De novo, tomei meu tempo pra fazer isso, e quando ela vibrava, eu parei e, com o pau mais duro, enfiei de uma vez, segurando ela firme com as mãos. Ela confiou em mim e se deixou cair nas minhas mãos. A buceta dela ainda tava aberta da trepada na cama. Eu entrava e saía, sentindo bater nas partes mais profundas do corpo dela. Peguei o cabelo dela como pude e puxei pra trás. atrás com muita força, e foi aí que comecei a meter com tudo, tirava ele por completo uma vez e outra, ela gemia, tremia, só soltava o cabelo dela pra dar uns tapas com a mão aberta na bunda direita, se apoiou na parede com as mãos e continuei enfiando, até que a água quente acabou, fechamos o chuveiro, e eu curvei ela de novo o máximo que pude, e ela aguentou, e eu meti e tirei de novo, senti minhas pernas bambas quando enfiei o mais fundo possível e comecei a gozar dentro dela, ela gritou mas tapou a própria boca, senti meu pau terminando lá dentro como se fosse uma mangueira, devagar ela se endireitou, e eu consegui sair de dentro dela, ela parecia meio sonolenta, mas riu, e feliz começou a se secar e se trocar, eu me troquei e saí do banheiro, e esperei ela na cama, ela fechou a porta e ouvi o secador de cabelo dela, quando saiu, tava com um roupão de seda vermelho, que mal cobria a buceta dela, e a alça que segurava tava na beirinha do mamilo, ela e eu sabíamos que naquela noite a gente ia dormir muito pouco, ou bem, essa era a minha ideia. Essa é a quarta parte, lembra que suas sugestões são bem-vindas, não sou expert mas gosto de escrever e lembrar dessa história, abraços.
2 comentários - Quando peguei uma coroa gostosa