Fudida até o talo no banheiro

Como todos os relatos dos meus posts são baseados em fantasias

Tô numa balada lotada, vou no banheiro e, do nada, me pegam e eu acabo dentro do banheiro masculino, cercada por um monte de caras que amarraram minhas mãos e vendaram meus olhos. Todos os caras começaram a tirar as picas pra fora; me levantei e tentei fugir, mas tava cercada e fecharam todos os caminhos possíveis. O cara principal, que parecia o líder, disse que eu era uma puta e pra calar a boca senão ia ser pior, que era melhor eu "dar" na boa, porque de qualquer jeito iam pegar, querendo ou não. De medo, eu não falava nada.

Eles se jogaram em cima de mim; me tocavam por todo lado, eu me defendia como dava e gritava pedindo socorro.

Não foi difícil me despir, levantaram minha blusa e meus peitos ficaram de fora já que eu tava sem sutiã, levantaram minha saia também, deixando minha bunda à mostra, fiquei só com minha calcinha fio dental e os tênis. Eu tentava me defender ou me cobrir, mas a superioridade numérica foi maior que eu, eram muitos caras já excitados contra uma mulher só, ainda mais que eu não podia ver nem mexer as mãos. O desespero começou a tomar conta de mim, porque eu sabia o que tava prestes a acontecer.

Me colocaram de um jeito, baixando um pouco o peito, deixando minha boca na altura de uma das picas. Me fizeram abrir as pernas, rapidinho um cara se posicionou atrás de mim e puxou minha calcinha de lado, apontou o pau dele pra minha buceta; me segurando pelos quadris, começou a empurrar, enquanto eu gritava: "Não, não, para, espera, não, não faz isso, não, é um erro, nãooooooo!", mas ele meteu de uma vez, assim como outro cara enfiou na minha boca ao mesmo tempo, impedindo que eu gritasse por causa da dor de ser penetrada sem nenhuma preparação.

A música tava alta até dentro do banheiro, então, por mais que eu gritasse, ninguém ia me ouvir.

Quando o cara começou a entrar e sair selvagemente da minha buceta, os amigos dele comemoraram com gritos e assobios; enquanto o outro fazia o mesmo pela boca. Longe de parar, o garoto metia cada vez com mais força o pau dele na minha buceta, entrando e saindo por vários minutos até que, com um espasmo, soltou grandes jatos de gozo ao mesmo tempo que o que tinha o pau na minha boca, que não tirou, fazendo eu engolir a porra dele.
Assim que o garoto terminou, outro se colocou na mesma posição e, sem nenhum aviso prévio, me penetrou do mesmo jeito que o companheiro; eu continuava chorando, mas já era impossível pará-los.
Todos os garotos passaram a me foder selvagemente; todos gozando dentro de mim, use a palavra: buceta e boca, todos passaram pelos dois buracos.
Os garotos riam e me chamavam de coisas como que putinha gostosa que eu era. Logo me agarraram de dois em dois, um na frente e outro atrás, e ambos enfiaram os paus deles na minha use a palavra: buceta, eu ficando no meio com minhas pernas atrás das costas do que estava na frente para não cair, fazendo uma dupla vaginal que era ainda mais dolorosa. Assim, todos passaram a fazer o mesmo comigo, não era só uma dupla fodida, mas também uma dupla gozada, já era um calvário o que eu estava passando.
Os garotos já não tinham nenhuma precaução; a todo homem que entrava no banheiro, eles convidavam para me foder, eu ainda sem poder ver nem mexer meus braços, além do cansaço que tinha. Os homens que estavam bebendo não analisavam a situação, só ficavam excitados com o espetáculo de ver dois caras me comendo pela buceta e esperavam a vez deles.
Um após o outro, os homens me comiam pela use a palavra: buceta e pela boca até gozar. Eu resistia o máximo que podia, mas já era um grupo numeroso de homens, homens maduros bem dotados e até negros os que esperavam a vez; de fato, a maioria dos garotos que tinham começado a festa já tinha ido embora do banheiro, já que tinham me estuprado mais de uma vez. Os homens que ficavam no banheiro eram os que tinham chegado depois e que já tinham me estuprado, que convidavam os que iam chegando a que Me comiam, e também sobravam os que já tinham me comido e queriam repetir.
Eu já não resistia mais; tava exausta, a garganta e a buceta ardiam de tantas fodidas e gozadas engolidas, assim como os olhos de tanto chorar e implorar; naquele momento eu me entreguei e esperei eles terminarem; até perdi a esperança de ser resgatada daquele inferno.
Durante todo o tempo que me comeram pelos dois lados, foi de um jeito selvagemente forte, sem tirar as picas até a última gota e, no caso da boca, até eu terminar de engolir as porradas deles.
Todos que entravam no banheiro viam o espetáculo que tinha ali, ficavam excitados e eram convidados a participar e me comer.
Todos os caras que me comeram me sodomizavam, a maioria achava que eu era uma puta que tava fazendo aquilo por prazer. Várias vezes eu tive duas picas na buceta e também na boca, o que deixava a situação ainda pior.
Os caras entravam e saíam de mim sem parar por um bom tempo, gozando enquanto eu sofria, continuaram me estuprando com força por horas, os caras sempre gozavam ao mesmo tempo e soltavam jatos de porra na minha boca e na buceta.
Durante a noite toda, eu ouvi frases como “Que bem você fode, puta, parece que você gosta, engole toda a minha pica, puta” ou “Que puta gostosa que eu tô comendo”. Uma infinidade de homens me estupraram, sem eu saber quem eram, já que tava de olhos vendados e sem poder me defender, porque tava com as mãos amarradas e, ultimamente, sem forças. Às vezes eu desmaiava e mesmo assim continuavam me estuprando com força. Eu tinha o cabelo no rosto e só se via minha boca, que sempre tinha uma ou duas picas me comendo. Diziam que eu era uma grande puta e que adoravam como eu chupava e que adoravam me comer pela buceta.
Depois de ser estuprada por várias horas pela buceta e pela boca, fui obrigada a sentar no pau de um homem e enquanto Esse me comia pela buceta, outro aproveitou pra meter também por ali, já exposto e aberto, fazendo uma dupla vaginal. Quando esses terminaram, vieram outros que fizeram a mesma coisa; meu corpo virou um depósito de porra e prazer pra eles, de dor e sofrimento pra mim. Minha buceta encheu de porra de tanta gozada, assim como meu estômago de tanta engolida, meus peitos e minha bunda foram apalpados sem dó.
Durante a putaria forçada, me obrigaram a continuar bebendo, então eu de repente perdia a noção do que tava rolando.
Vários caras passaram por mim, me comendo pela buceta e pela boca, até o dono do bar, os seguranças, os garçons e os barmen aproveitaram a festa forçada. Provei todo tipo de pau: grande, grosso, comprido. Quando terminaram, já quase amanhecendo, me disseram: “Todo mundo curtiu, você não pode negar que fez por vontade própria e que gostou, se reclamar a gente te pega.”

2 comentários - Fudida até o talo no banheiro

Cómo SOS de físico gordita ??? Buen relato si lo publicaste es porque te gustó
Son basados en fantasías
Flrrdia +1
Unas ganas dd algo asi 😍
Se puede organizar reyna ...muchos contra vos solita