Saudações a todos, é mais uma das minhas experiências, mas agora é em outra empresa. Como falei antes, mudo detalhes e nomes pra não me queimar nem ferrar ninguém, espero que gostem! Essa história começa quando troquei de empresa, sendo novo, me jogam pra lá e pra cá. Surgiu uma vaga numa obra de rua/estrada, e eu fiquei no posto de escritório e cobranças, como tinha experiência, me colocaram lá. Foi aí que conheci a moça da limpeza, Andrea, uma senhora de uns trinta e poucos anos, bunda grande e peitos redondos, mas tinha aquela barriguinha de dona de casa, a típica tanquinho de guerra. Ela entrava uma hora antes do pessoal do escritório pra deixar tudo arrumado e os escritórios limpos, era a primeira a chegar. Como o pessoal da obra ficava em outro lugar, de manhã éramos só nós até as 8:30, quando o pessoal do escritório chegava. Fomos criando intimidade, ela chegava e a gente tomava chimarrão até acabar a garrafa térmica, ela gostava de tomar chimarrão igual a mim. Conversávamos sobre tudo, assim por uns meses formamos uma amizade. Mas um dia ela chegou pra baixo, triste, tomou uns mates e começou a trabalhar, isso já tava muito estranho. Tentei fazer ela rir o dia todo, até que não desisti e não queria pisar na bola, meu jeito enxerido. Ela percebeu que eu também tava sério e me disse pra não ficar mal, era só um problema com o marido. O dia terminou, um dia pra baixo. No outro dia, ela chegou triste de novo, não dava pra disfarçar aqueles olhos brilhando, e eu perguntei, não queria parecer intrometido, mas tava me fazendo mal também, ela tinha um sorriso bonito, tava sempre alegre, dava pra ver como ela tava mal. Até que ela contou... o marido não tocava nela já fazia dois meses! A primeira coisa que veio na cabeça dela era que ele já tinha uma amante, o pior pra ela era pensar que com certeza era mais magra. Expliquei que com certeza é por outra coisa, que é temporário, ela me olhou e perguntou se já aconteceu comigo. Contei que teve uma semana que não transei com minha mulher por causa do cansaço, mas ela rebateu que Foram 2 meses e eu não sabia o que dizer pra ela. A única coisa que eu sabia do marido é que ele trabalhava com carros, tinha muitas clientes e era dedicado ao trampo. Passaram semanas e um dia ela chega felizona, comprou o primeiro celular touch, antes nem tinha porque não ligava, tinha um simples, mas era a primeira época do WhatsApp, então me pediu pra ajudar a criar um email e baixar o WhatsApp. Quando terminei, na hora ela pediu meu número, pra ter por via das dúvidas se no caminho acontecesse algo com ela ou com o celular, eu dei. Os dias foram passando e ela, na hora do almoço, me mandava um ou outro fofoca do trabalho. Imagens engraçadas, a gente conversava pra caralho. Até que uma noite, umas 23h, me chega uma mensagem... — Tenha uma boa noite! Era estranho ela me mandar algo naquela hora, por precaução não respondi, não fosse o marido estar testando pra saber se tinha algo entre a gente. No outro dia, ela chega rapidinho pedindo desculpas, porque pensou que, por eu não ter respondido, já tinha me metido em encrenca com a minha esposa. Expliquei que não tinha problema, minha esposa não mexe no meu celular, é que tenho amigos, colegas, ex-colegas de outra empresa, minha família que mandam mensagem pra avisar que têm WhatsApp ou mudaram de número, que já nem presto atenção, e eu também não mexo no dela. Além disso, ela sabe desbloquear o meu e eu o dela, sem contar que a mensagem dela era só um cumprimento, nada demais, e como tinha a foto do marido com os filhos, podia tranquilamente ser um colega. Ela se acalmou e a gente riu. Passou uma semana, ela já me mandava mensagem de casa, mas uma noite me escreve... — Mais uma noite sem nada, o cara já dormiu... E eu respondi que era uma merda, mas aí me chega uma foto... Era dela, cabelo solto com uma camiseta decote em V, comprida até um pouco abaixo da cintura, era justa, dava pra ver os bicos dos peitos durinhos, as pernas que eram dois pernões de primeira e aquela barriguinha que fazia a camiseta encurtar um pouco, embaixo escrito "me arrumei à toa, vestida e alvoroçada
Algo como essa foto, salvando as diferenças que era tudo regata e não tinha shorts, e que ela era branquinha com cabelo tingido de vermelho. Eu tava doido, então fui no banheiro, como tava de cueca tive que amassar o boneco pra ele tomar forma e tamanho, coloquei uma regata mais curta pra destacar mais a parte de baixo e mandei pra ela, me joguei de cabeça na piscina, no pior dos casos fingia de bobo e que não percebi, só coloquei: "eu também, indo dormir agora"... Ela não respondia, passou 15 minutos e eu falei, já era, ferrei tudo de novo, vejo se mando amanhã, fui dormir, até que chega outra mensagem... - bom, pelo menos alguém gostou de como eu tava preparada, valeu "cabeçudo" pela ajuda. Boa noite. E fiquei pensando, travado, escrevi perguntando o que ela queria dizer com "valeu pela ajuda", até que chega outra foto...
Entendeu na hora, tava doido, aí ela manda "boa noite, aproveita tua mulher"... Foi pra merda, tive que obedecer, fui pra cama, a negra tava dormindo e levantei a camiseta dela e comecei a chupar os peitos dela, enquanto com a outra mão puxava o shortinho pra baixo, ela já tava ficando com tesão também porque terminou de tirar ela mesma, enquanto eu continuava chupando aqueles peitos com os bicos durinhos, ela se ajoelhou pra tirar minha camiseta e agarrou minha rola e começou a chupar, foi molhando bem enquanto eu ia lubrificando a buceta dela com meus dedos. Vejo como ela engole a rola, deixa bem molhada de saliva, quero dar uma boa chupada na buceta dela, mas ela não quer, quer enfiar logo, então ela vira e levanta a bunda, não deixa pelo cu mas sabe que eu gosto dessa posição, enfio e começo a meter com vontade, imagino a bunda gorda da Andrea, então meto com gosto, já tava com a cabeça da rola bem inchada, a negra pedindo pra eu gozar, eu não tava de camisinha, mas ela mandou avisar quando tivesse perto, já sabia que tava chegando, então meti com mais força, aquela bunda já tava batendo palma, não aguentava mais, tiro e a negra vira rápido e começa a chupar, balança a cabeça rápido, eu já tava quase gozando, ela fazendo vácuo com a boca na cabeça da rola, não aguento mais, joguei tudo, uuuff! Foda, e a negra engolindo, como eu amo isso, a gente se limpou, passei o copo de suco pra ela tirar o gosto amargo e fomos dormir. No outro dia, já no trampo, a Andrea chega, meio sem graça, eu não consegui segurar a risada, ela pede desculpa de novo, disse que tava mal e precisando e como me viu do jeito que fiquei, aproveitou, tudo bem falei, pena que não tava com ela na hora pra ajudar, ela ri nervosa e pergunta se eu achava ela bonita mesmo sendo gorda, respondi que minha esposa é igual ou um pouco mais que ela, é assim que gosto das mulheres, além disso, ver ela daquele jeito era impossível não ficar doido, aí ela responda... - Deixar você louco, tipo mostrando o cabeçudo? (Uuupaaa!) Falei que sim, era uma mulher muito gostosa, se não fosse pelo respeito que tinha por ela já teria comido a boca dela... - Ia ser bom você me faltar com respeito, né? Levei elas até a guarita, chupei ela toda, não dava pra fazer muito, tava no trabalho, só ficamos nos apalpando e nos beijando, mas dava pra ver a vontade dela, foi quando ela me disse que eu gostava dela, não ouvi em nenhum momento que eu desse a entender que ela era gorda, fizesse piada ou falasse com outra, pelo visto ela ouvia as conversas que eu tinha com algum arquiteto ou administrador, eles chamam ela de "a gordinha da limpeza", coisa que eu não falava e sempre reforçava que o nome dela era Andrea. Nisso sinto ela pegar na minha pica e falar que tava com vontade de conhecer "o cabeçudo", não perdi tempo e tirei os peitos dela pra fora, os bicos estavam durinhos, as auréolas grandes, quase cobrindo a ponta toda dos peitos, coloquei na boca, enquanto sinto ela abrir o cinto e abaixar o zíper, tirando a pica e começando a bater uma pra mim, a gente tava louco, até que ela se tocou e disse pra pararmos um pouco porque tinha que trabalhar. Me deixou assim, todo duro, mas foi bom. Passamos o resto do dia trocando mensagens sobre o que faríamos na cama, eu queria ver aquela bunda grande, fui burro de não ter puxado a calça dela pra baixo, com a tesão que tava ela teria deixado, mesmo que fosse só pra eu ver, mas a hora ia chegar. A coisa mudou na manhã seguinte, ela chegou mais cedo que o normal, fomos pro vestiário dela, nos beijamos com gosto, tiramos a roupa só pela metade, por precaução, ver a bunda grande que ela tinha acordava qualquer defunto, era grande, redonda, um tesão! E ainda toda inchada.
Como eu meti a mão naquele rabo, ela se ajoelhou e enfiou na boca. O que eu gostava nela era que, quando chupava, fazia barulho igual quem toma sopa quente, aquele som de sorvendo, eu adorava. Ela lambia, enfiava as bolas todas na boca, brincava com a língua. Só de pensar naquele momento já fico duro! Com a cara toda molhada, ela me beijava. Eu virei ela, abri bem a bunda dela até dar pra ver direitinho a buceta e comecei a lamber. Tava toda inchada e molhada, enfiava a cabeça bem fundo e ela apertava as nádegas na minha cara. Não dava pra perder tempo, coloquei a camisinha e fui pra dentro. Como ela fazia aquele rabo e aqueles peitos estralarem! Tinha que ser rápido, tava no trampo, então deixei ela de quatro em cima do banco. Via ela apertando os peitos e beliscando o mamilo. Peguei ela pelo cabelo, enrolei na mão e puxei pra trás. Ela me olhou com cara de "tá gostando, seu filho da puta, né?" Facilitou o serviço. Duas enfiadas fortes e gozei dentro. Sentia ela apertando a buceta, como se tivesse espremendo pra sair cada gota. Ela se levantou e a gente se beijou de boca aberta enquanto ela pegava lenços umedecidos e limpava minha pica. Que mulher linda e detalhista. A gente não comia todo dia, óbvio que não, só quando ela queria. Também não era como devia ser, era na correria. Até que um dia a gente combinou de ir pra um hotel e fazer direito. Nesse dia, pedi pro meu colega me liberar mais cedo, liguei pra casa falando que ele tinha tido um problema e que outro viria, mas eu precisava esperar e ia sair tarde. Já tinha feito isso antes, então não dava nada. A ideia era sair e ir pro ponto de ônibus que ela passava. Aí aparece um carro do meu lado e vejo uma gostosa que pergunta: "Você é o segurança 39?" (Meu nome, na real). Fiquei olhando, recalculando. Nisso, a Andrea aparece atrás e diz que era uma amiga, que tava tudo bem. Bom, as duas tão de sacanagem. Ela disse que a amiga ia buscá-la pra ir pra Tomar mate e ajudar ela com umas coisas da casa e do carro. Ela disse pro marido que iam ver um filme no cinema, aí procuramos o cara da outra. Nós descemos a uma quadra do hotel e a amiga seguiu até a casa do cara, e não, não queriam festa. Já no hotel era outra coisa, nos beijamos de língua, tiramos tudo, já era sentir nossa pele, carícias, beijos. Ela me deitou na cama, abriu minhas pernas e foi direto pros ovos, lambeu devagar, brincando com a língua, lambia de baixo pra cima, enfiou todos os ovos na boca e puxava pra trás, depois lambia o tronco da pica até a ponta da pica, já tava pulsando naquela hora...
Então ela começa a engolir fazendo aquele barulhinho que eu já adorava, tudo sem tirar os olhos de mim, eu via os fios de baba saindo da boca dela grudados na minha pica, e ela ria de tão perversa que era, do jeito que chupava aquela pica...
Tiro ela da boca e coloco de quatro, abri bem aquela bunda gorda e lambi aquele cu como se fosse o último sorvete da tarde, ela parecia que nunca tinham lambido ela porque fazia cócegas, mas ela abria bem as pernas e se abria toda, o cu dela tava bem fechado, não deixava passar pelo cu, tchau chance, mas lambi bem a buceta dela, comia ela com a língua, chupava tudo, que momento gostoso e glorioso, ainda mais quando é outra gatinha, tava bem quente e ela também. Aí ela me deita e senta na pica, falei que não coloquei a camisinha... — Já sei, mas deixa eu sentir primeiro... Depois de ver a carinha de prazer dela quando a pica vai entrando, primeiro devagar até que começou a pegar velocidade, cada vez mais, e mais, já tava no talo. Dava uns sentões da porra, dava pra ouvir no quarto inteiro e os gemidos dela, eu só conseguia chupar aqueles peitões, me concentrando pra não gozar, sentia como ela molhava minha cintura, tava quase lá, agarro ela e viro, deito ela de barriga pra cima e continuo comendo mais, só que agora eu que meto e faz barulho pra caralho... — Vaiii! Me come toda! Mete bem essa pica cabeçuda!!! Tava quente, muito quente...
Enfiava o peito inteiro na minha boca e molhava tudo, balançava pra todo lado, sentia aquela buceta bem molhada, já escorregava gostoso, ela apertava a cada empurrão, tive que trocar de posição, queria ver aquele rabo de quatro na minha frente.
E aí, ela tava ali, na minha frente, não pensei duas vezes e enfiei bem fundo. Agarrei ela pela cintura que nem carrapato e comecei a comer ela de novo. Que bunda linda, como ela se mexia, e ela gemia que nem gata no cio. Ela rebolia aqueles glúteos pra todo lado, eu tirava e passava no cuzinho dela pra ver se tinha sorte... - Você gostaria, né? Mas vai doer, já tentei e machucou. Não fica bravo, papai, mas não. Já era, tentei, tive que continuar naquela buceta molhada e encantadora.
Não aguentava mais, queria gozar, falei que ia colocar camisinha, ia tirar e ela disse que não, que continuasse... - Deixa seu gozo dentro de mim, tô me cuidando, vai, não para! Pra que ela me disse isso!?!?!?!? Você não sabe como eu entrei naquela buceta, já coloquei no turbo e esquece, meti uma fodida nela, e ela gozava que nem uma puta gostosa!!!
Fiz de tudo, coração, pra aproveitar mais, mas aquele rabo e aqueles peitões me venciam, dei tudo que pude e aguentei. Não aguento mais... — Vou soltar a porra! Falo pra ela — Enche minha buceta de porra, papai, enche ela, é tua. Ela disse: "Faz tempo que minhas pernas não amoleciam assim", e foi isso, toda a porra dentro e ela desaba na cama comigo por cima. Ficamos assim uns 10 minutos, até que a pica saiu porque eu tinha broxado, ela me agarra e come minha boca, sem parar de acariciar minha pica, como se estivesse agradecendo. Tomamos banho juntos, nos vestimos. Comemos algo e cada um foi pra sua casa. Ficamos assim uns meses, ela foi transferida do trabalho, um cara do escritório tentou comer ela e não deu certo, mandaram ela pra outro lugar e trouxeram um velho. A gente trocava mensagens por um tempo, nos vimos mais duas vezes até ela se reconciliar com o marido, virou uma vida saudável. Não nos vimos mais. Nem mensagem, nem Facebook, nem nada, "não queria me tentar", foi a última coisa que ela me disse. Espero que tenham gostado, comentem, critiquem, deixem pontos, um abraço pra todos e se cuidem.
Algo como essa foto, salvando as diferenças que era tudo regata e não tinha shorts, e que ela era branquinha com cabelo tingido de vermelho. Eu tava doido, então fui no banheiro, como tava de cueca tive que amassar o boneco pra ele tomar forma e tamanho, coloquei uma regata mais curta pra destacar mais a parte de baixo e mandei pra ela, me joguei de cabeça na piscina, no pior dos casos fingia de bobo e que não percebi, só coloquei: "eu também, indo dormir agora"... Ela não respondia, passou 15 minutos e eu falei, já era, ferrei tudo de novo, vejo se mando amanhã, fui dormir, até que chega outra mensagem... - bom, pelo menos alguém gostou de como eu tava preparada, valeu "cabeçudo" pela ajuda. Boa noite. E fiquei pensando, travado, escrevi perguntando o que ela queria dizer com "valeu pela ajuda", até que chega outra foto...
Entendeu na hora, tava doido, aí ela manda "boa noite, aproveita tua mulher"... Foi pra merda, tive que obedecer, fui pra cama, a negra tava dormindo e levantei a camiseta dela e comecei a chupar os peitos dela, enquanto com a outra mão puxava o shortinho pra baixo, ela já tava ficando com tesão também porque terminou de tirar ela mesma, enquanto eu continuava chupando aqueles peitos com os bicos durinhos, ela se ajoelhou pra tirar minha camiseta e agarrou minha rola e começou a chupar, foi molhando bem enquanto eu ia lubrificando a buceta dela com meus dedos. Vejo como ela engole a rola, deixa bem molhada de saliva, quero dar uma boa chupada na buceta dela, mas ela não quer, quer enfiar logo, então ela vira e levanta a bunda, não deixa pelo cu mas sabe que eu gosto dessa posição, enfio e começo a meter com vontade, imagino a bunda gorda da Andrea, então meto com gosto, já tava com a cabeça da rola bem inchada, a negra pedindo pra eu gozar, eu não tava de camisinha, mas ela mandou avisar quando tivesse perto, já sabia que tava chegando, então meti com mais força, aquela bunda já tava batendo palma, não aguentava mais, tiro e a negra vira rápido e começa a chupar, balança a cabeça rápido, eu já tava quase gozando, ela fazendo vácuo com a boca na cabeça da rola, não aguento mais, joguei tudo, uuuff! Foda, e a negra engolindo, como eu amo isso, a gente se limpou, passei o copo de suco pra ela tirar o gosto amargo e fomos dormir. No outro dia, já no trampo, a Andrea chega, meio sem graça, eu não consegui segurar a risada, ela pede desculpa de novo, disse que tava mal e precisando e como me viu do jeito que fiquei, aproveitou, tudo bem falei, pena que não tava com ela na hora pra ajudar, ela ri nervosa e pergunta se eu achava ela bonita mesmo sendo gorda, respondi que minha esposa é igual ou um pouco mais que ela, é assim que gosto das mulheres, além disso, ver ela daquele jeito era impossível não ficar doido, aí ela responda... - Deixar você louco, tipo mostrando o cabeçudo? (Uuupaaa!) Falei que sim, era uma mulher muito gostosa, se não fosse pelo respeito que tinha por ela já teria comido a boca dela... - Ia ser bom você me faltar com respeito, né? Levei elas até a guarita, chupei ela toda, não dava pra fazer muito, tava no trabalho, só ficamos nos apalpando e nos beijando, mas dava pra ver a vontade dela, foi quando ela me disse que eu gostava dela, não ouvi em nenhum momento que eu desse a entender que ela era gorda, fizesse piada ou falasse com outra, pelo visto ela ouvia as conversas que eu tinha com algum arquiteto ou administrador, eles chamam ela de "a gordinha da limpeza", coisa que eu não falava e sempre reforçava que o nome dela era Andrea. Nisso sinto ela pegar na minha pica e falar que tava com vontade de conhecer "o cabeçudo", não perdi tempo e tirei os peitos dela pra fora, os bicos estavam durinhos, as auréolas grandes, quase cobrindo a ponta toda dos peitos, coloquei na boca, enquanto sinto ela abrir o cinto e abaixar o zíper, tirando a pica e começando a bater uma pra mim, a gente tava louco, até que ela se tocou e disse pra pararmos um pouco porque tinha que trabalhar. Me deixou assim, todo duro, mas foi bom. Passamos o resto do dia trocando mensagens sobre o que faríamos na cama, eu queria ver aquela bunda grande, fui burro de não ter puxado a calça dela pra baixo, com a tesão que tava ela teria deixado, mesmo que fosse só pra eu ver, mas a hora ia chegar. A coisa mudou na manhã seguinte, ela chegou mais cedo que o normal, fomos pro vestiário dela, nos beijamos com gosto, tiramos a roupa só pela metade, por precaução, ver a bunda grande que ela tinha acordava qualquer defunto, era grande, redonda, um tesão! E ainda toda inchada.
Como eu meti a mão naquele rabo, ela se ajoelhou e enfiou na boca. O que eu gostava nela era que, quando chupava, fazia barulho igual quem toma sopa quente, aquele som de sorvendo, eu adorava. Ela lambia, enfiava as bolas todas na boca, brincava com a língua. Só de pensar naquele momento já fico duro! Com a cara toda molhada, ela me beijava. Eu virei ela, abri bem a bunda dela até dar pra ver direitinho a buceta e comecei a lamber. Tava toda inchada e molhada, enfiava a cabeça bem fundo e ela apertava as nádegas na minha cara. Não dava pra perder tempo, coloquei a camisinha e fui pra dentro. Como ela fazia aquele rabo e aqueles peitos estralarem! Tinha que ser rápido, tava no trampo, então deixei ela de quatro em cima do banco. Via ela apertando os peitos e beliscando o mamilo. Peguei ela pelo cabelo, enrolei na mão e puxei pra trás. Ela me olhou com cara de "tá gostando, seu filho da puta, né?" Facilitou o serviço. Duas enfiadas fortes e gozei dentro. Sentia ela apertando a buceta, como se tivesse espremendo pra sair cada gota. Ela se levantou e a gente se beijou de boca aberta enquanto ela pegava lenços umedecidos e limpava minha pica. Que mulher linda e detalhista. A gente não comia todo dia, óbvio que não, só quando ela queria. Também não era como devia ser, era na correria. Até que um dia a gente combinou de ir pra um hotel e fazer direito. Nesse dia, pedi pro meu colega me liberar mais cedo, liguei pra casa falando que ele tinha tido um problema e que outro viria, mas eu precisava esperar e ia sair tarde. Já tinha feito isso antes, então não dava nada. A ideia era sair e ir pro ponto de ônibus que ela passava. Aí aparece um carro do meu lado e vejo uma gostosa que pergunta: "Você é o segurança 39?" (Meu nome, na real). Fiquei olhando, recalculando. Nisso, a Andrea aparece atrás e diz que era uma amiga, que tava tudo bem. Bom, as duas tão de sacanagem. Ela disse que a amiga ia buscá-la pra ir pra Tomar mate e ajudar ela com umas coisas da casa e do carro. Ela disse pro marido que iam ver um filme no cinema, aí procuramos o cara da outra. Nós descemos a uma quadra do hotel e a amiga seguiu até a casa do cara, e não, não queriam festa. Já no hotel era outra coisa, nos beijamos de língua, tiramos tudo, já era sentir nossa pele, carícias, beijos. Ela me deitou na cama, abriu minhas pernas e foi direto pros ovos, lambeu devagar, brincando com a língua, lambia de baixo pra cima, enfiou todos os ovos na boca e puxava pra trás, depois lambia o tronco da pica até a ponta da pica, já tava pulsando naquela hora...
Então ela começa a engolir fazendo aquele barulhinho que eu já adorava, tudo sem tirar os olhos de mim, eu via os fios de baba saindo da boca dela grudados na minha pica, e ela ria de tão perversa que era, do jeito que chupava aquela pica...
Tiro ela da boca e coloco de quatro, abri bem aquela bunda gorda e lambi aquele cu como se fosse o último sorvete da tarde, ela parecia que nunca tinham lambido ela porque fazia cócegas, mas ela abria bem as pernas e se abria toda, o cu dela tava bem fechado, não deixava passar pelo cu, tchau chance, mas lambi bem a buceta dela, comia ela com a língua, chupava tudo, que momento gostoso e glorioso, ainda mais quando é outra gatinha, tava bem quente e ela também. Aí ela me deita e senta na pica, falei que não coloquei a camisinha... — Já sei, mas deixa eu sentir primeiro... Depois de ver a carinha de prazer dela quando a pica vai entrando, primeiro devagar até que começou a pegar velocidade, cada vez mais, e mais, já tava no talo. Dava uns sentões da porra, dava pra ouvir no quarto inteiro e os gemidos dela, eu só conseguia chupar aqueles peitões, me concentrando pra não gozar, sentia como ela molhava minha cintura, tava quase lá, agarro ela e viro, deito ela de barriga pra cima e continuo comendo mais, só que agora eu que meto e faz barulho pra caralho... — Vaiii! Me come toda! Mete bem essa pica cabeçuda!!! Tava quente, muito quente...
Enfiava o peito inteiro na minha boca e molhava tudo, balançava pra todo lado, sentia aquela buceta bem molhada, já escorregava gostoso, ela apertava a cada empurrão, tive que trocar de posição, queria ver aquele rabo de quatro na minha frente.
E aí, ela tava ali, na minha frente, não pensei duas vezes e enfiei bem fundo. Agarrei ela pela cintura que nem carrapato e comecei a comer ela de novo. Que bunda linda, como ela se mexia, e ela gemia que nem gata no cio. Ela rebolia aqueles glúteos pra todo lado, eu tirava e passava no cuzinho dela pra ver se tinha sorte... - Você gostaria, né? Mas vai doer, já tentei e machucou. Não fica bravo, papai, mas não. Já era, tentei, tive que continuar naquela buceta molhada e encantadora.
Não aguentava mais, queria gozar, falei que ia colocar camisinha, ia tirar e ela disse que não, que continuasse... - Deixa seu gozo dentro de mim, tô me cuidando, vai, não para! Pra que ela me disse isso!?!?!?!? Você não sabe como eu entrei naquela buceta, já coloquei no turbo e esquece, meti uma fodida nela, e ela gozava que nem uma puta gostosa!!!
Fiz de tudo, coração, pra aproveitar mais, mas aquele rabo e aqueles peitões me venciam, dei tudo que pude e aguentei. Não aguento mais... — Vou soltar a porra! Falo pra ela — Enche minha buceta de porra, papai, enche ela, é tua. Ela disse: "Faz tempo que minhas pernas não amoleciam assim", e foi isso, toda a porra dentro e ela desaba na cama comigo por cima. Ficamos assim uns 10 minutos, até que a pica saiu porque eu tinha broxado, ela me agarra e come minha boca, sem parar de acariciar minha pica, como se estivesse agradecendo. Tomamos banho juntos, nos vestimos. Comemos algo e cada um foi pra sua casa. Ficamos assim uns meses, ela foi transferida do trabalho, um cara do escritório tentou comer ela e não deu certo, mandaram ela pra outro lugar e trouxeram um velho. A gente trocava mensagens por um tempo, nos vimos mais duas vezes até ela se reconciliar com o marido, virou uma vida saudável. Não nos vimos mais. Nem mensagem, nem Facebook, nem nada, "não queria me tentar", foi a última coisa que ela me disse. Espero que tenham gostado, comentem, critiquem, deixem pontos, um abraço pra todos e se cuidem.
2 comentários - Onde se come não se caga, mas assim se fode! Novo começo