Onde se come não se caga, mas assim se fode! Novo começo

Saudações a todos, é mais uma das minhas experiências, mas agora é em outra empresa. Como falei antes, mudo detalhes e nomes pra não me queimar nem ferrar ninguém. Espero que gostem! Essa história começa quando troquei de empresa. Por ser novo, me jogavam pra todo lado. Surgiu uma vaga numa obra de rua/estrada, e eu fiquei no setor de escritório e cobranças. Como tinha experiência, me colocaram lá. Foi lá que conheci a moça da limpeza, Andrea, uma mulher na casa dos 30 e poucos anos, bunda grande e peitos redondos, mas tinha aquela barriguinha de dona de casa, a típica tanquinho de guerra. Ela chegava uma hora antes do pessoal do escritório pra deixar tudo arrumado e os escritórios limpos, era a primeira a entrar. Como o pessoal da obra ficava em outro lugar, de manhã éramos só nós até as 8:30, quando o pessoal do escritório chegava. Fomos criando intimidade, ela chegava e a gente tomava chimarrão até acabar a garrafa térmica. Ela adorava tomar chimarrão igual a mim. A gente falava de tudo, e assim passamos uns meses construindo uma amizade. Mas um dia ela chegou pra baixo, triste, tomou uns chimarrões e começou a trabalhar. Isso já tava muito estranho. Tentei fazer ela rir o dia todo, até que desisti e não quis meter os pés pelas mãos. Meu jeito chato fez ela perceber que eu também tava sério, e ela me disse pra não ficar mal, que era só um problema com o marido. O dia terminou, um dia meio pra baixo. No outro dia, ela chegou triste de novo, não dava pra disfarçar aqueles olhos brilhando, e eu perguntei. Não queria parecer intrometido, mas tava me fazendo mal também. Ela tinha um sorriso lindo, tava sempre alegre, dava pra ver como ela tava mal. Até que ela contou... o marido não tocava nela há dois meses! A primeira coisa que veio na cabeça dela era que ele já tinha uma amante, e o pior pra ela era pensar que com certeza era mais magra. Expliquei que provavelmente era por outra coisa, que era temporário. Ela me olhou e perguntou se já tinha acontecido comigo. Contei que teve uma semana que não transei com minha mulher por causa do cansaço, mas ela rebateu dizendo que Foram 2 meses e eu não sabia o que dizer pra ela. A única coisa que eu sabia do marido é que ele trabalhava com carros, tinha muitas clientes e era dedicado ao trabalho. Passaram-se semanas e um dia ela chega contente, comprou o primeiro celular touch dela, antes nem tinha porque não ligava, tinha um simples, mas era a primeira época do WhatsApp, então me pediu pra ajudar a criar um e-mail e baixar o WhatsApp. Quando terminou, logo me pediu meu número, pra ter por via das dúvidas, caso acontecesse algo no caminho ou com o celular. Eu dei. Os dias passavam e ela, na hora do almoço, me escrevia contando uma fofoca ou outra do trabalho. Imagens engraçadas, a gente conversava muito. Até que uma noite, umas 23h, me chega uma mensagem... — Tenha uma boa noite! Era estranho ela me mandar algo naquele horário, por via das dúvidas não respondi, não fosse o marido estar testando pra saber se tinha algo entre a gente. No dia seguinte, ela chega rápido pedindo desculpas, porque pensou que, ao não responder, já tinha me metido em problema com a minha esposa. Expliquei que não tinha drama, minha esposa não mexe no meu celular, é que tenho amigos, colegas, ex-colegas de outra empresa, minha família que mandam mensagem pra avisar que têm WhatsApp ou mudaram de número, e ela já nem presta atenção, eu também não olho o dela, além disso ela sabe desbloquear o meu e eu o dela, sem contar que a mensagem dela era só um cumprimento, nada demais, e como tinha a foto do marido com os filhos, podia tranquilamente ser um colega. Ela se acalmou e a gente riu. Passou uma semana, ela já me escrevia de casa, mas uma noite me manda... — Mais uma noite sem nada, o cara já dormiu... E eu respondo que é uma merda, mas me chega uma foto... Era dela, cabelo solto com uma camiseta decote em V, comprida até um pouco abaixo da cintura, era justa, dava pra ver os bicos dos peitos durinhos, as pernas que eram dois pernões de primeira e aquela barriguinha que fazia a camiseta encurtar um pouco, embaixo escrito "me arrumei à toa, vestida e toda arrepiadaOnde se come não se caga, mas assim se fode! Novo começoAlgo tipo essa foto, salvando a distância que era tudo regata e não tinha short, e que ela era branquinha com cabelo tingido de vermelho. Eu tava doido, então fui no banheiro, como tava de cueca tive que amassar o boneco pra ele tomar forma e tamanho, coloquei uma regata mais curta pra aparecer mais a parte de baixo e mandei pra ela, me joguei de cabeça na piscina, no pior dos casos eu me fazia de besta e dizia que nem percebi, só mandei: "eu também, indo dormir"... Ela não respondia, passou 15 minutos e eu falei, já era, ferrei tudo de novo, vejo que falo amanhã, fui dormir, até que chega outra mensagem... - bom, pelo menos alguém gostou de como eu tava preparada, valeu "cabeção" pela ajuda. Boa noite. E fiquei pensando, travado, escrevi perguntando o que ela queria dizer com "valeu pela ajuda", até que chega outra foto...Here are the translations

**OpEntendeu na hora, tava doido, aí me manda "boa noite, aproveita a tua mulher"... Foi pra puta que pariu, tive que obedecer, fui pra cama, a negra tava dormindo e levantei a camiseta dela e comecei a chupar os peitos, enquanto com a outra mão puxava o shortinho pra baixo, ela já tava ficando com tesão também porque terminou de tirar sozinha, enquanto eu continuava chupando aqueles peitos com os bicos duros, ela se ajoelhou pra tirar minha camiseta e agarrou minha pica e começou a chupar, foi molhando bem enquanto eu ia umedecendo a buceta dela com meus dedos. Vejo ela engolindo a pica, deixando bem molhada de saliva, quero dar uma boa chupada na buceta dela, mas ela não quer, quer enfiar rápido, então ela vira e levanta a bunda, não deixa pelo cu mas sabe que eu gosto nessa posição, enfio e começo a meter com vontade, imagino a bunda gorda da Andrea, então meto com gosto, já tava com a cabeça da pica bem inchada, a negra pedindo pra eu gozar, eu não tava de camisinha, mas ela mandou avisar quando tivesse perto, já sabia que tava chegando, então meti com mais força, aquela bunda já tava batendo palma, não aguentava mais, tiro e a negra vira rápido e começa a chupar, balança a cabeça rápido, eu já tava quase gozando, ela fazendo vácuo com a boca na cabeça da pica, não aguento mais, joguei tudo, uuuff! Monstro, e a negra engolindo, como eu amo isso, nos limpamos, peguei o copo de suco dela pra tirar o gosto amargo e fomos dormir. No outro dia, já no trampo, a Andrea chega, meio envergonhada, eu não consegui segurar uma risada, ela pede desculpa de novo, disse que tava mal e carente e que me viu ficar doido e aproveitou, tudo bem falei, pena que não tava com ela na hora pra ajudar, ela ri nervosa e pergunta se eu achava ela bonita mesmo sendo gorda, respondi que minha mulher é igual ou um pouco mais que ela, assim que gosto das mulheres, além disso ver ela daquele jeito era impossível não ficar louco, aí ela responde... - Te deixar louco, tipo, mostrando o cabeçudo? (Uuupaaa!) Falei que sim, era uma mulher muito gostosa, se não fosse pelo respeito que eu tinha por ela, já teria comido a boca dela... - Ia ser bom você me faltar com respeito, né? Levei elas até a guarita, dei uma chupada, não dava pra fazer muito, tava no trampo, só trocamos uns amassos e nos beijamos, mas dava pra ver a vontade dela, foi quando ela falou que eu gostava dela, não ouvi em nenhum momento que eu desse a entender que ela era gorda, fizesse piada ou falasse com outro, pelo visto ela ouvia as conversas que eu tinha com algum arquiteto ou administrador, eles chamam ela de "a gordinha da limpeza", coisa que eu não falava e sempre lembrava que o nome dela era Andrea. Nisso, sinto ela pegar na minha piroca e falar que tava com vontade de conhecer "o cabeçudo", sem perder tempo, tirei os peitos dela pra fora, os bicos estavam durinhos, as auréolas grandes, quase cobrindo a ponta toda dos peitos, coloquei na boca, enquanto sinto ela abrir o cinto e abaixar o zíper, tirando a piroca e começando a bater uma pra mim, a gente tava louco, até que ela se toca e fala pra parar um pouco porque tinha que trabalhar. Me deixou assim, todo duro, mas foi bom. Passamos o resto do dia trocando ideia sobre o que faríamos na cama, eu queria ver aquele rabão grande, fui burro de não baixar a calça dela, com a tesão que tava, ela teria deixado, nem que fosse só pra ver, mas a hora ia chegar. A parada mudou na manhã seguinte, ela chegou mais cedo do que o normal, fomos pro vestiário dela, nos beijamos com gosto, tiramos a roupa pela metade, só por precaução, ver aquele rabão grande que ela tinha acordava qualquer morto, era grande, redondo, um tesão! E ainda por cima, todo inchado.trabalhoComo eu meti a mão naquele rabo, ela se ajoelhou e enfiou na boca. O que eu gostava nela era que, quando chupava, fazia barulho igual quem toma sopa quente, aquele som de sorvendo, eu adorava. Ela lambia, enfiava as bolas todas na boca, brincava com a língua. Só de pensar naquele momento já fico de pau duro! Com a cara toda molhada, ela me beijava. Eu virei ela, abri bem a bunda até dar pra ver bem a buceta e comecei a lamber. Tava toda inchada e molhada, enfiava a cabeça bem fundo e ela apertava as nádegas na minha cara. Não dava pra perder tempo, coloquei a camisinha e fui pra dentro. Como ela fazia aquele rabo e aqueles peitos estralarem! Tinha que ser rápido, tava no trampo, então deixei ela de quatro em cima do banco. Via ela apertando os peitos e beliscando o mamilo. Peguei ela pelo cabelo, enrolei na mão e puxei pra trás. Ela me olhou com cara de "tá gostando, seu filho da puta, né?" Facilitou o serviço. Duas enfiadas fortes e gozei dentro. Sentia ela apertando a buceta, como se tivesse espremendo pra sair cada gota. Ela se levantou e a gente se beijou de boca aberta enquanto ela tirava lenços umedecidos e limpava meu pau. Que mulher linda e detalhista. A gente não comia todo dia, óbvio que não, só quando ela queria. Também não era do jeito certo, era na correria. Até que um dia a gente combinou de ir pra um hotel e fazer direito. Nesse dia, pedi pro meu colega me liberar mais cedo, avisei em casa por telefone que ele tinha tido um problema e que outro viria, mas eu tinha que esperar e ia sair tarde. Já tinha feito isso antes, então não dava nada. A ideia era sair e ir pro ponto de ônibus que ela pegava, já que ela passava por ali. Aí aparece um carro do meu lado e vejo uma gatinha que me pergunta: "Você é o segurança 39?" (Meu nome, na real). Fiquei olhando e recalculando. Nisso, a Andrea aparece no banco de trás e diz que é uma amiga e que tava tudo bem. Bom, as duas tão de safadeza. Ela disse que a amiga ia buscá-la pra ir pra Tomar chimarrão e ajudar ela com umas coisas da casa e do carro. Ela disse pro marido que iam ver um filme no cinema, aí a gente foi atrás do chonga da outra. Nós descemos a uma quadra do hotel e a amiga seguiu até a casa do chonga, e não, elas não queriam festa. Já no hotel era outra história, a gente se comeu de boca, tirou tudo, já era sentir nossa pele, carícias, beijos. Ela me deitou na cama, abriu minhas pernas e foi direto pros ovos, lambeu devagar, brincando com a língua, lambia de baixo pra cima, enfiou tudo na boca e puxava pra trás, depois lambia o tronco da pica até a ponta, já tava pulsando naquela hora...transarEntão ela começa a engolir, fazendo aquele barulhinho que eu já adorava, tudo sem tirar os olhos de mim, eu via os fios de baba saindo da boca dela grudados na minha pica, e ela ria de tão perversa que era, do jeito que chupava aquela pica...historiasTiro ela da boca e coloco de quatro, abri bem aquela bunda gorda e lambi aquele cu como se fosse o último sorvete da tarde, ela parecia que nunca tinham lambido ela porque fazia cócegas, mas ela abria bem as pernas e abria a buceta, ela tinha bem fechado, não deixava pelo cu, tchau chance, mas lambi bem a buceta dela, comia com a língua, chupava tudo, que momento gostoso e glorioso, ainda mais quando é outra gostosa, tava bem quente e ela também. Então ela me deita e senta na pica, falei que não coloquei a camisinha... — Já sei, mas deixa eu sentir primeiro... Depois de ver a carinha de prazer dela quando a pica vai entrando, primeiro devagar até começar a pegar velocidade, cada vez mais, e mais, já tava no talo. Dava umas sentadas do caralho, dava pra ouvir no quarto inteiro e os gemidos dela, eu só conseguia chupar aqueles peitões, me concentrando pra não gozar, sentia como ela molhava minha cintura, tava quase lá, agarro ela e viro, deito ela de barriga pra cima e continuo comendo mais, só que agora eu meto e faz barulho pra caralho... — Vaiii! Me come toda! Mete essa pica cabeçuda!!! Tava quente, muito quente...empregadaEu enfiava a teta toda na boca e molhava tudo, elas balançavam pra todo lado, sentia aquela buceta bem molhada, já escorregava gostoso, ela apertava a cada metida, tive que trocar de posição, queria ver aquele rabo de quatro na minha frente.anedotaE eu tinha ela ali, na minha frente, não pensei duas vezes e enfiei bem fundo, agarrei ela pela cintura que nem carrapato e comecei a comer ela de novo, que bunda linda, como ela se mexia e ela gemia que nem gata no cio, balançava aqueles glúteos pra todo lado, eu tirava e passava no cuzinho dela pra ver se tinha sorte... - Você gostaria, né? Mas vai doer, já tentei e machuca, não fica bravo, papai, mas não. Já era, tentei, tive que continuar naquela buceta molhada e encantadora.muito gostosaNão aguentava mais, queria gozar, falei que ia colocar camisinha, tirei e ela disse que não, que continuasse... - Deixa seu gozo dentro, tô me cuidando, vai, não para! Por que ela me disse isso?!?!?!? Você não sabe como eu meti nessa pussy, já coloquei no turbo e esquece, comi ela gostoso, e ela gozava que nem uma puta!!!masturbacao seguraFiz tripa, coração, pra aproveitar mais, mas aquele rabo e aqueles peitões me venciam, dei tudo que pude e aguentei. Não aguento mais... —Vou soltar a porra! Falo pra ela —Enche minha buceta de porra, papai, enche ela, é tua. Ela disse: Faz tempo que minhas pernas não amoleciam assim, e foi isso, toda a porra dentro e ela desaba na cama comigo por cima. Ficamos assim uns 10 minutos, até que a pica saiu porque eu tinha broxado, ela me agarra e me beija na boca, sem parar de acariciar minha pica, como se agradecendo. Tomamos banho juntos, nos vestimos. Comemos algo e cada um foi pra sua casa. Ficamos assim uns meses, mudaram ela de lugar no trabalho, um cara do escritório quis comer ela e não deu certo, mandaram ela pra outro setor e trouxeram um velho. A gente trocava mensagens por um tempo, nos vimos mais duas vezes até ela se reconciliar com o marido, virou vida saudável. Não nos vimos mais. Nem mensagem, nem Facebook, nem nada, "não queria me tentar", foi a última coisa que ela me disse. Espero que tenham gostado, comentem, critiquem, deixem pontos, um abraço pra todos e se cuidem.

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