Este é o terceiro conto. Espero que gostem.
Eu tenho uma pizzaria no centro da capital e, de vez em quando, levo os pedidos até a casa dos clientes. Além disso, vou à academia quase todo dia pra manter o corpo em forma. Tenho 1,92m e dá pra dizer que sou definido, mas não tanto, e também tenho uma rola um pouco maior que o normal (25x7). Costumo usar essas vantagens com algumas clientes pra deixar elas satisfeitas.
Um dia, como tantos outros à noite, levei um pedido pra um apartamento um pouco mais chique que o normal e, pelo interfone, me mandaram entrar. Fui até o apartamento, bati na porta e fui atendido por uma mulher linda de bata branca. Na hora, percebi que era a Cinthia Fernandez (minha maior fantasia), que do meu lado era bem baixinha. Digamos que ela batia quase no meu peito, um pouco abaixo. Obviamente, fiquei nervoso e, ao mesmo tempo, queria pular em cima dela, já que estava sozinha. Nos últimos dias, ela tinha virado notícia por declarações meio polêmicas, então deduzi que faltava algum parafuso na cabeça dela, mas não tava nem aí, porque minha rola começou a crescer dentro da calça e já era impossível disfarçar. Enquanto ela foi buscar o dinheiro pra pagar o pedido, virei de costas pra ela não ver minha ereção, mas quando me deu a grana e entreguei o pedido, ela percebeu a excitação entre minhas pernas e ficou muito puta. Eu já não aguentava mais e não tive outra opção a não ser fechar a porta da casa dela, agarrar ela pelo pescoço e arrancar a bata, deixando ela pelada.
Cinthia: O que você tá fazendo, doente?
Eu: O que sempre quis, te arrebentar toda.
Cinthia: Me arrebentar toda? Com o quê?
Eu: Com isso.
Na hora, puxei minha rola completamente dura e comecei a bater uma com toda força, e ela ficou chocada com o tamanho da minha pica, mas não podia fazer nada, porque forcei ela a se ajoelhar e chupar minha rola. Cinthia: me solta, filha da puta
Eu: não, sua puta. Chupa minha pica com essa boca de boqueteira que você tem.
Cinthia: me solta, idiota
Como ela não cooperava com o que eu pedia, tampei o nariz dela pra ela não conseguir respirar e abrir a boca, o que ela teve que fazer, e aproveitei pra enfiar minha super pica na boca dela e obrigar ela a engolir toda a minha pica.
Eu: vai, chupa, filha da puta. Você não sabe como me excita, puta.
Eu pegava ela pelos cabelos e puxava pra mim pra ela conseguir engolir minha pica.
Fiquei assim uns minutos até que vi ela começar a usar as mãos pra me punhetar, aí soltei os cabelos dela e ela começou a chupar como a puta profissional que é.
Eu: como chupa bem, puta de merda
Cinthia: você gosta, filho da puta? Gosta de como eu chupo?
Eu: sim, gata. Engole toda a minha pica.
Cinthia: verdade, você tem uma pica enorme, papai.
Depois de um tempo, ela começou a usar os peitos pra fazer um boobs fuck monumental e colocava a língua pra tocar a ponta da minha pica, que tava prestes a explodir, mas ainda não era a hora.
Sentei num sofá grande da sala de jantar dela, e ela sentou em cima de mim, de frente, e colocou minha pica na buceta dela e começou a pular com muita força, deixando os peitos na minha cara, que eu lambi, chupei e mordi, fazendo ela gritar que nem uma louca.
Cinthia: ahhh ahhhhh sim, papai, sim, sim ahhhhhh ahhhhh
Eu: vai, puta, grita, grita
Cinthia: essa pica é muito grande ahhhhhhh ahhhhhhhhhh
Eu: e isso é só o começo, puta.
Ela parou de pular e fui eu que comecei a me mexer pra começar a destruir a buceta dela e fazer ela gritar como nunca na vida.
Cinthia: ahhhh ahhhhh ahhhhhhhh duro, duro, duro ahhhhhhh ahhhhhhhhhhhh
Eu: isso, grita, puta, grita
Cinthia: vou gozar ahhh ahhhhhhhh ahhhhhhhhhhhh
Eu: isso, gata, goza
Ela gozou umas duas vezes, e aí virei ela e comecei a meter forte de novo, e enquanto metia com tudo, eu tocava o clitóris dela e ela não parava de gritar.
Cinthia: ahhh ahhhhhh sim, gata ahhhh ahhhhh você é um filho da puta ahhhh ahhhhhh
Eu: aqui a puta é você. E vou te comer até eu querer
Cinthia: ahh ahhhh sim papai me dá tudo
Passaram-se os minutos e ela começou a tremer as pernas, então eu parei de meter. Ela se levantou e começou a se tocar na buceta e começou a soltar um squirt tremendo. Com os tremores nas pernas, não conseguia se levantar e começou a engatinhar. Eu, que estava atrás dela, não hesitei depois de ver aquela bunda enorme e meti nela, e ela implorou que não queria.
Cinthia: não não pelo cu não
Eu: pelo cu sim, puta.
Cinthia: não não NÃOOOOOOOO!!!!!!!!
Comecei a meter naquele cu lindo devagar por uns momentos e ela começou a se acalmar
Cinthia: não, bebê, não quero pelo cu.
Eu: sim, bebê. Você gosta.
Cinthia: mas nunca enfiaram uma rola como a sua mmmmmmm
Eu: Sempre tem uma primeira vez pra tudo, puta.
Com o passar dos segundos, comecei a intensificar meus movimentos e comecei a foder ela mais forte e dava tapas nas nádegas até deixá-las vermelhas.
Ela já não aguentava mais e começou a enfiar os dedos na buceta e soltava mais squirt. Eu já metia de forma bem violenta e puxava ela pelo cabelo.
Cinthia: ahhh ahhhhhhhhh filho da puta!!!!!! ahhhhhh ahhhhhhh
Eu: você é uma puta de merda. Merece ser comida desse jeito
Cinthia: você gosta que eu seja sua puta, né? pedaço de filho da puta
Eu: E você vai ser sempre. Dessa foda você não vai se recuperar
Cinthia: continua, filho da puta. continua ahhhhhhh ahhh ahhhhhhhhhhhhhh você vai gozar em mim, papai, sim, sim, goza em mim
Eu já sentia que vinha a porra toda pra puta da Cinthia, então peguei ela pelo cabelo, ajoelhei ela e comecei a descarregar vários jatos de porra na cara dela e na boca. Ela recebia como a puta que é e deixei ela toda branca.
Mas não queria ir embora sem fazer mais uma coisa. Sentei ela no sofá, abri as pernas dela e comecei a enfiar os dedos na buceta dela com muita violência pra ela soltar um Esguichada espetacular e foi assim... Continuei enfiando os dedos até ver os olhos dela praticamente revirados. Ela ficou quase desmaiada, então peguei minhas coisas e fui embora.
Com certeza ela vai ligar de novo pra eu entregar outro pedido.








Eu tenho uma pizzaria no centro da capital e, de vez em quando, levo os pedidos até a casa dos clientes. Além disso, vou à academia quase todo dia pra manter o corpo em forma. Tenho 1,92m e dá pra dizer que sou definido, mas não tanto, e também tenho uma rola um pouco maior que o normal (25x7). Costumo usar essas vantagens com algumas clientes pra deixar elas satisfeitas.
Um dia, como tantos outros à noite, levei um pedido pra um apartamento um pouco mais chique que o normal e, pelo interfone, me mandaram entrar. Fui até o apartamento, bati na porta e fui atendido por uma mulher linda de bata branca. Na hora, percebi que era a Cinthia Fernandez (minha maior fantasia), que do meu lado era bem baixinha. Digamos que ela batia quase no meu peito, um pouco abaixo. Obviamente, fiquei nervoso e, ao mesmo tempo, queria pular em cima dela, já que estava sozinha. Nos últimos dias, ela tinha virado notícia por declarações meio polêmicas, então deduzi que faltava algum parafuso na cabeça dela, mas não tava nem aí, porque minha rola começou a crescer dentro da calça e já era impossível disfarçar. Enquanto ela foi buscar o dinheiro pra pagar o pedido, virei de costas pra ela não ver minha ereção, mas quando me deu a grana e entreguei o pedido, ela percebeu a excitação entre minhas pernas e ficou muito puta. Eu já não aguentava mais e não tive outra opção a não ser fechar a porta da casa dela, agarrar ela pelo pescoço e arrancar a bata, deixando ela pelada.
Cinthia: O que você tá fazendo, doente?
Eu: O que sempre quis, te arrebentar toda.
Cinthia: Me arrebentar toda? Com o quê?
Eu: Com isso.
Na hora, puxei minha rola completamente dura e comecei a bater uma com toda força, e ela ficou chocada com o tamanho da minha pica, mas não podia fazer nada, porque forcei ela a se ajoelhar e chupar minha rola. Cinthia: me solta, filha da puta
Eu: não, sua puta. Chupa minha pica com essa boca de boqueteira que você tem.
Cinthia: me solta, idiota
Como ela não cooperava com o que eu pedia, tampei o nariz dela pra ela não conseguir respirar e abrir a boca, o que ela teve que fazer, e aproveitei pra enfiar minha super pica na boca dela e obrigar ela a engolir toda a minha pica.
Eu: vai, chupa, filha da puta. Você não sabe como me excita, puta.
Eu pegava ela pelos cabelos e puxava pra mim pra ela conseguir engolir minha pica.
Fiquei assim uns minutos até que vi ela começar a usar as mãos pra me punhetar, aí soltei os cabelos dela e ela começou a chupar como a puta profissional que é.
Eu: como chupa bem, puta de merda
Cinthia: você gosta, filho da puta? Gosta de como eu chupo?
Eu: sim, gata. Engole toda a minha pica.
Cinthia: verdade, você tem uma pica enorme, papai.
Depois de um tempo, ela começou a usar os peitos pra fazer um boobs fuck monumental e colocava a língua pra tocar a ponta da minha pica, que tava prestes a explodir, mas ainda não era a hora.
Sentei num sofá grande da sala de jantar dela, e ela sentou em cima de mim, de frente, e colocou minha pica na buceta dela e começou a pular com muita força, deixando os peitos na minha cara, que eu lambi, chupei e mordi, fazendo ela gritar que nem uma louca.
Cinthia: ahhh ahhhhh sim, papai, sim, sim ahhhhhh ahhhhh
Eu: vai, puta, grita, grita
Cinthia: essa pica é muito grande ahhhhhhh ahhhhhhhhhh
Eu: e isso é só o começo, puta.
Ela parou de pular e fui eu que comecei a me mexer pra começar a destruir a buceta dela e fazer ela gritar como nunca na vida.
Cinthia: ahhhh ahhhhh ahhhhhhhh duro, duro, duro ahhhhhhh ahhhhhhhhhhhh
Eu: isso, grita, puta, grita
Cinthia: vou gozar ahhh ahhhhhhhh ahhhhhhhhhhhh
Eu: isso, gata, goza
Ela gozou umas duas vezes, e aí virei ela e comecei a meter forte de novo, e enquanto metia com tudo, eu tocava o clitóris dela e ela não parava de gritar.
Cinthia: ahhh ahhhhhh sim, gata ahhhh ahhhhh você é um filho da puta ahhhh ahhhhhh
Eu: aqui a puta é você. E vou te comer até eu querer
Cinthia: ahh ahhhh sim papai me dá tudo
Passaram-se os minutos e ela começou a tremer as pernas, então eu parei de meter. Ela se levantou e começou a se tocar na buceta e começou a soltar um squirt tremendo. Com os tremores nas pernas, não conseguia se levantar e começou a engatinhar. Eu, que estava atrás dela, não hesitei depois de ver aquela bunda enorme e meti nela, e ela implorou que não queria.
Cinthia: não não pelo cu não
Eu: pelo cu sim, puta.
Cinthia: não não NÃOOOOOOOO!!!!!!!!
Comecei a meter naquele cu lindo devagar por uns momentos e ela começou a se acalmar
Cinthia: não, bebê, não quero pelo cu.
Eu: sim, bebê. Você gosta.
Cinthia: mas nunca enfiaram uma rola como a sua mmmmmmm
Eu: Sempre tem uma primeira vez pra tudo, puta.
Com o passar dos segundos, comecei a intensificar meus movimentos e comecei a foder ela mais forte e dava tapas nas nádegas até deixá-las vermelhas.
Ela já não aguentava mais e começou a enfiar os dedos na buceta e soltava mais squirt. Eu já metia de forma bem violenta e puxava ela pelo cabelo.
Cinthia: ahhh ahhhhhhhhh filho da puta!!!!!! ahhhhhh ahhhhhhh
Eu: você é uma puta de merda. Merece ser comida desse jeito
Cinthia: você gosta que eu seja sua puta, né? pedaço de filho da puta
Eu: E você vai ser sempre. Dessa foda você não vai se recuperar
Cinthia: continua, filho da puta. continua ahhhhhhh ahhh ahhhhhhhhhhhhhh você vai gozar em mim, papai, sim, sim, goza em mim
Eu já sentia que vinha a porra toda pra puta da Cinthia, então peguei ela pelo cabelo, ajoelhei ela e comecei a descarregar vários jatos de porra na cara dela e na boca. Ela recebia como a puta que é e deixei ela toda branca.
Mas não queria ir embora sem fazer mais uma coisa. Sentei ela no sofá, abri as pernas dela e comecei a enfiar os dedos na buceta dela com muita violência pra ela soltar um Esguichada espetacular e foi assim... Continuei enfiando os dedos até ver os olhos dela praticamente revirados. Ela ficou quase desmaiada, então peguei minhas coisas e fui embora.
Com certeza ela vai ligar de novo pra eu entregar outro pedido.









5 comentários - 3º conto: Cinthia Fernandez