Conheci o Richard na academia que a gente frequentava. Um cara gente boa, daquele tipo de personalidade que quer ser útil acima de tudo. Às vezes a gente treinava junto. E, pra ser sincero, ele me parecia meio gay, embora não fosse, já que um belo dia a esposa dele, uma loira de 45 anos que era um monumento à sensualidade, apareceu pra buscá-lo.
Ah, ia esquecendo de me apresentar. Me chamo José. Tenho 33 anos. Sou latino, de descendência europeia. Corpo mediano, talvez com uns quilinhos a mais. Mas me consideram do tipo forte, encorpado. Já tive várias experiências com casais, alguns simples ménages. Outras poucas foram casais cuckold ou corneados, como a gente chama em espanhol, e devo dizer que essas são minhas favoritas. Aquele tesão de toda essa situação não tem comparação.
Enfim, como eu tava contando, apareceu a Sheila, loira, 45 anos, peitos operados, enormes, grandes e durões, pele bronzeada cheia de sardas, olhos verde-esmeralda... A real é que era mulher demais pra aquele cara. Ele, do tipo comum, magro, na casa dos 40 e tantos. Nem feio, nem bonito. Passaria despercebido em qualquer situação, porque não era imponente em nada. E ele sabia disso. Fazia um esforço fora do normal pra "se exibir" com a mulher dele. Me apresentou ela. Ela, toda sorridente e simpática, estendeu a mão, mas eu me aproximei e ela me deu um beijo na bochecha. Enquanto ele dizia:
R — Esse é meu amigo José, de quem te falei.
Isso me deixou pensativo. A experiência me ensinou a detectar esse tipo de casal.
Resumindo, os dias passaram e a gente se viu de novo na academia. Perguntei ao Richard sobre a esposa dele e deixei claro o quanto eu a achava gostosa. Ele, todo sorridente, me agradeceu.
Depois do treino, ele disse que a gente devia sair um dia, nós três, pra tomar umas e se divertir. Aceitei na hora, porque já imaginava onde aquilo ia dar. Pra encurtar a história, já que não quero encher o relato com detalhes bestas, chegou o dia. Acordado, a gente se encontrou num bar no centro bem animado e cheio.
Quando entramos, começamos a conversar e a beber, e depois de alguns minutos já estávamos bem colados eu e ela, com a desculpa do barulho que não deixava a gente se ouvir direito. Ela, no meio de nós dois, se mexia no ritmo da música. Tava usando uma calça jeans bem apertada, na cintura, e uma camiseta branca que deixava ver o formato dos peitos dela pelos lados. Parecia uma diva. Era difícil acreditar que aquela mulher tinha 45 anos e dois filhos de 25 e 19, respectivamente.
Conforme a noite passava e a conversa ficava mais quente e brincalhona, surgiu o assunto das mulheres ousadas. Isso por causa do ambiente, a gente via várias minas muito avançadas nos caras do bar. Aí eu aproveitei a chance pra falar pra Sheila que tinha certeza que ela podia ofuscar todas aquelas putinhas se quisesse, que ela era muito mais gostosa que todas aquelas menininhas. Ela sorriu e disse:
Sh – Pô, valeu! Mas cê tá falando isso só da boca pra fora, porque não tem coragem de me atacar...
Eu – Como assim? O problema é que seu marido aqui presente não vai deixar, (falei na cautela).
Ela caiu na risada e falou:
Sh – Acho que você já sacou que tipo de casal a gente é. Então não precisa fingir, nenhum de nós. Ou tô errada?
Eu, tentando ser precavido e olhando pro Richard, falei que queria ouvir isso dele.
R – Então, a gente é um casal liberal. Mas a verdade é que não tamos na vibe de trocar casais. O nosso negócio é fazer ménage com homens. Só que tá difícil achar o que a gente quer exatamente...
Enquanto ele falava isso, a Sheila já tava bem colada em mim, apoiada no meu ombro esquerdo, me olhando de um jeito bem sedutor. Aí eu perguntei o que eles procuravam exatamente. Foi quando ela respondeu, falando no meu ouvido:
Sh – A gente é um casal cuckold. Sabe o que isso significa?
Eu – Então... Sim, por coincidência, eu tenho experiência no assunto (falei enquanto sorria com um certo ar de superioridade).
R - Sabia! Viu, amor, que eu não me enganei? Falei que ele era um alfa com certeza! (disse ele, animado).
A esposa dele, que sorria e continuava sensualmente apoiada no meu ombro, me disse de forma brincalhona:
Sh - Mas não é só isso. Sabe, embora sejamos um casal na vibe do cuckold, somos muito exigentes. O que procuramos não é simplesmente um macho que me coma na frente do meu marido. Esses têm aos montes. O que queremos é bem mais complexo e difícil. Precisamos de algo como um namorado. Que seja permanente. Extremamente tarado, que não tenha medo de testar nossos limites. Que seja muito dominante.
Enquanto isso, eu continuava ouvindo e não acreditava. Uma mulher daquele nível (bem no estilo da Vicky Vette, a atriz pornô) e a proposta que estavam me fazendo já tinham me deixado com uma ereção daquelas, que certamente não passou despercebida pelo Richard...
R - Acho que nosso amigo tá gostando do que ouve. (disse para a esposa, apontando pro meu pau).
Ela, sorrindo, colocou uma das mãos no meu pacote, acariciando de forma discreta e sedutora.
R - O mais importante é que você seja discreto. Os limites praticamente não existem. Já testamos bastante e sempre terminamos com uma sensação de vazio, de que faltou algo, que não foi suficiente. Por isso queremos alguém que nos leve além do que já imaginamos. O que me diz?
Sh - O rato comeu sua língua? Ou você tá com medo? (disse ela, com um tom preocupado).
Eu, tomando a decisão necessária e já seguro de que não havia motivo pra ser cauteloso, comecei a tocar descaradamente a Sheila, colocando minha mão esquerda na cintura dela, quase no rabo, e apertando o corpo dela contra o meu. Minha mão direita coloquei no ombro do marido cuck e, apertando um pouco, puxei ele pra perto da gente pra poder falar mais putaria sem preocupação. Além disso.
Eles, sorrindo com a minha jogada, aceitaram meus acordos sem hesitar, enquanto eu dizia:
Eu – Pois fico muito feliz que tenham me escolhido. Richard, sua mulher é uma gostosa de infarto. Te garanto que, mesmo que você não tivesse proposto, eu teria tentado seduzi-la pelas suas costas de qualquer jeito. Tenho certeza de que vamos nos divertir pra caralho. E preciso avisar que minhas ideias podem ser bem extremas, então preciso que vocês me expliquem o que já fizeram até agora pra eu saber qual é esse vazio que vocês dizem sentir.
Eles, visivelmente excitados com minhas ações, se aproximaram mais de mim.
R – Eu tô morrendo de vontade de te contar tudo, mas acho que aqui não é o lugar certo.
Sh – Concordo. Dá pra gente ir conversar em algum lugar mais 'confortável'?
Eu – Bom, a gente podia ir pra sua casa, assim vocês ficam à vontade. Se não se importarem, meu apartamento também tá à disposição.
R – Nossos filhos ainda moram em casa. Não seria confortável pra ir agora. Mas se minha esposa não se importar, seu apartamento parece uma boa opção.
Sh – E a que a gente tá esperando?
Saímos do bar, mas dessa vez diferente de como entramos. Eu segurando a cintura dela. E meu futuro corno andando atrás, vendo em primeira mão como eu pegava na bunda da mulher dele. Enfatizei bastante ao me despedir do segurança na entrada, que, olhando curioso, com certeza notou como ela chegou de mãos dadas com um homem e saiu abraçada com outro.
Não queria forçar a situação e, na verdade, queria dar tempo pra eles conversarem sozinhos, então insisti em cada um ir no seu carro, eles me seguindo até meu apartamento.
A verdade é que eu tava com uma ereção que doía, e tava ansioso e desesperado pra ver como tudo ia se desenrolar.
Chegamos na minha casa, fomos pra sala, servi bebidas pra todo mundo, uma garrafa boa de rum que esquenta o peito e desinibe qualquer um.
Um pouco de conversa pra quebrar mais o gelo, sobre a área da cidade, que se o apartamento e a decoração, um pouco das nossas profissões... e entramos no assunto que nos ocupava.
Eu - Bom, retomando nossa conversa do bar... tô curioso pra saber a história de vocês. Como começaram, o que já fizeram, e o que ainda falta realizar.
R - Bom, começamos há alguns anos. Eu sempre insisti em fazer um menage com outra mulher, mas minha docinha esposa não aceitava. Até que ela me perguntou como eu me sentiria se ela pedisse a mesma coisa, mas com outro homem. E eu, longe de me ofender, fiquei enormemente excitado e disse que sim, claro.
Sh - Na real, eu não esperava essa resposta dele, e sendo sincera, acho que não existe mulher no mundo que não queira ter dois ou mais caras só pra ela. Fazer menage com outra mulher tanto fazia pra mim, na faculdade eu já tinha tido experiências lésbicas, então isso não me impedia. Era mais o ciúme mesmo. Mas como vi ele tão decidido, aceitei com a condição de fazermos o menage com outro homem também, já que não podia perder a oportunidade. Sempre tivemos uma vida sexual bem ativa e fomos muito brincalhões, então era hora de experimentar.
R - Procuramos uma prostituta especialista em casais. Na hora do encontro, estar com duas mulheres foi demais pra mim, então gozei muito rápido, enchendo a boca delas com meu leite quase na primeira mamada. A acompanhante meio que tirou sarro de mim, perguntando pra Sheila se era sempre assim, que ela devia estar precisando de prazer. O que mais me surpreendeu foi a resposta da minha esposa, que disse que sim, que eu sempre deixava ela na mão. E então, a puta decidiu dar uns bons orgasmos na minha mulher enquanto eu olhava e batia uma como um louco. No final, minha esposa contou sobre o acordo do menage com outro homem e a prostituta disse que tinha um amigo adequado pra isso, que com prazer colocaria a gente em contato, assim ela saberia o que é um "macho de verdade"... Ao dizer isso, a mulher dele, que estava sentada ao meu lado passando a mão nas minhas pernas, soltou uma gargalhada e disse:
Sh - E olha que ela tinha razão! Você é um ótimo marido e pai, mas como macho não serve pra muita coisa. Qualquer moleque de 16 anos tem uma piroca maior e mais resistente que a sua.
Esse comentário tão direto me surpreendeu bastante. Eu pensando que Richard fosse se ofender, mas aconteceu exatamente o contrário e, sorrindo, ele concordou com a cabeça.
Eu - Sério? Quem diria. Nunca imaginei que você fosse um pinto pequeno.
Sh - Kkkk, você não faz ideia. O problema não é tanto o tamanho da piroca dele. É que, mal roça a piroca, ele já derrama o leite. Por isso eu tenho que manter ele na rédea curta. Por que não mostra pra ele, querido?
Naquele momento, sem reclamar, o corno se levantou, tirou a calça e baixou a cueca. O que vi me deixou agradavelmente surpreso. Uma piroca de tamanho normal, mas não muito grossa, estava presa numa gaiola de castidade de metal. Dava pra ver que Richard estava todo excitado com a situação, porque a gaiola, que era bem pequena, apertava bastante ele. Os ovos dele, não muito grandes, estavam presos na base do dispositivo por um anel de metal que fazia bastante pressão, e estavam com um tom avermelhado e azulado.
Ali parado, nos olhando e sorrindo, ele parecia esperando ordens. Resolvi tomar a iniciativa e mandei ele tirar toda a roupa e continuar a história. Ele obedeceu na hora. Sentou-se, deixando a piroca engaiolada balançando na borda da cadeira. Ao mesmo tempo, a mulher dele continuava abraçada em mim, passando a mão no meu volume por cima da calça e sorrindo, apontando com os lábios pra eu olhar a pirocinha engaiolada do marido.
R - No dia seguinte ao ménage, a prostituta me mandou os dados do homem que ela tinha prometido. Liguei pra ele e marcamos pra aquela mesma semana.
Sh - Richard parecia desesperado pra fazer o ménage com o outro cara. Até mais do que eu. Isso me chamou a atenção porque ele sempre foi meio submisso. no sexo. Quando a gente transava, ele pedia pra eu, durante os boquetes, enfiar os dedos no cu dele, que fazia ele gozar na hora. Não se importava de me beijar depois de gozar na minha boca (o que acontecia quase sempre e por acidente, porque ele não aguentava). E no fim, virou um expert em chupar minha buceta. Era minha principal fonte de orgasmos. Nunca com o pau dele. Sempre com a língua.
Naquele momento, percebi o cuck se tocando, mesmo com a pinto preso na gaiola. Ele tava excitado pra caralho. Mandei ele parar, que ninguém tinha autorizado ele a se tocar. Ele obedeceu na hora. Continuou contando sobre o encontro com o cara, enfatizando como o pau do sujeito era muito maior que o dele e como ele viu a mulher dele gritar e gozar.
R - Praticamente o encontro inteiro eu só fiquei olhando e batendo punheta. Queria que ela aproveitasse tudo e não queria atrapalhar. Além disso, descobri naquele dia que adorava ver ela. Era minha própria atriz pornô. E o melhor é que era minha esposa.
Sh - E olha que eu aproveitei, filho da puta. Naquele dia você virou meu cuck pra sempre.
Naquela hora, resolvi agir e, sem esperar mais, comecei a beijar a gostosa que tava nos meus braços. Ela se jogou em cima de mim, enfiando a língua bem fundo na minha boca e gemendo alto. Enfiei minhas mãos nas laterais da camiseta dela pra pegar nos peitos (ela não tava de sutiã) e pude sentir os bicos duros e enormes que aquela mulher tinha. Afastei ela devagar porque queria ver o cuck enquanto ela se esfregava em mim, e encontrei ele sentado, inclinado pra frente, olhando tudo com uma cara de prazer indescritível e com uma das mãos segurando os ovos dele, apertando com força. Percebi que o filho da puta tinha alma de submisso e curtia humilhação.
- Continua, cuck, (falei, enquanto continuava beijando e passando a mão na mulher dele).
Ele seguiu contando como começou a procurar caras entre colegas e amigos, sem muita sorte. E depois passou a procurar online. online, onde ele descobriu esse mundo dos cornos consentidos.
Sh - A gente começou a ver pornô junto sobre o tema dos corno. Cada vez mais extremo, e notei que quanto mais perversa era a cena, mais tesão ele tinha. Ele ficava doido toda vez que via uma cena onde a mulher forçava o cuck a chupar a pica do macho.
Ele sorria, quase orgulhoso das palavras da sua puta esposa. Continuou comentando como começou a postar fotos da mulher e a ler os comentários nos fóruns.
R - Conseguimos fazer vários contatos. Eu mostrava as fotos dos candidatos e ela decidia quem era o sortudo. Fizemos vários menage. No começo, a gente não sabia bem o que tava fazendo, então quase sempre era decepcionante.
Sh - Eu terminava exausta e com muitos orgasmos. Mas o Richard sempre me dava a impressão de que ficava a desejar. Eu via que ele ficava feliz por mim, mas não completamente satisfeito. Então decidi tomar a iniciativa e procurei, entre os que se ofereciam, o que fosse bi. Quando chegou a hora, a gente tava com esse cara e eu mandei o filho da puta do meu cuck se aproximar. Eu, sem saber como ele reagiria, resolvi testar minha sorte e ordenei que ele me acompanhasse pra chupar aquela pica. Ele, longe de hesitar, se jogou como um cachorro num biscoito.
Eu - Então você é um cuck, na castidade, que goza rápido e ainda chupa pica? Puxa, você me surpreende...
Richard acenava sorrindo, visivelmente excitado com minha intenção de humilhá-lo. A pica dele tava brilhando, tentando escapar da gaiola, e ele começou a se tocar de novo. Quase na hora, lembrou que eu tinha proibido ele de se tocar e parou. Eu, pelo contrário, ordenei que ele se tocasse, que tentasse se masturbar e usasse o dedo indicador pra brincar com o líquido pré-gozo que aparecia na ponta da pica dele, mas que por nada nesse mundo ele ousasse gozar. Quando sentisse vontade, ele devia parar e dar um tapa bem forte nos próprios ovos.
Ele seguiu minhas ordens à risca, pegando o líquido. preseminal com os dedos e levando-os à boca. Sheila continuou contando como foram tendo encontros com homens bissexuais, e que cada vez mais se sentia à vontade para humilhar seu marido cuck, dando ordens cada vez mais ousadas. Me contaram como se tornou habitual para ele engolir a porra dos machos dela, primeiro limpando ela e depois direto da rola.
Eu - E a gaiola de castidade? Como chegaram na castidade?
Sh - Bom, como você vai ver, o cuck excita com muita facilidade e goza em um minuto. Na maioria dos encontros que tivemos enquanto meu macho da vez mal começava comigo, o filho da puta do Richard já tinha acabado, então ficava feito um idiota olhando, esperando ter outra ereção.
R - O que posso te dizer... sou um homem fraco, (disse o cuck sorrindo enquanto dava uma porrada nos próprios ovos, lembrando que tinha que fazer isso toda vez que estivesse perto de gozar).
Um pequeno gesto de prazer e dor aparecia no rosto dele, vermelho por toda a situação. A rola dele enjaulada apertava a gaiola ao máximo e a pré-gozada aparecia na ponta. A safada da mulher dele ria excitada enquanto continuava me segurando por cima da calça, acariciando minha rola e como que medindo ela.
Não vou mentir dizendo que tenho uma rola de 40cm. Ela tem 21 cm, mas meu maior atributo é a grossura. Geralmente, as mulheres não conseguem colocar ela inteira na boca por causa da largura. Ela percebeu isso e me olhou com cara de surpresa enquanto dizia:
Sh - Tá vendo isso, amor? Se assim ele já tem por baixo da roupa, imagina como deve ser quando for liberada.
O cuck concordou quase se lambendo e continuou:
R - Num encontro com um bull, eu gozei tão rápido que ele sugeriu que deviam amarrar minhas mãos ou a rola pra me controlar. E minha esposa, que não tem dificuldade nenhuma pra planejar maldades, em menos de uma semana já tinha a gaiola de castidade em casa.
Sh - Decidimos usar ela pra cada Assim que a gente teve um encontro, e no começo foi assim mesmo, até que eu descobri que o filho da puta se masturbava igual um louco no dia antes de encontrar um macho. Aí eu tomei uma atitude. E uma noite, enquanto a gente transava, coloquei a gaiola nele, mandei ele deitar de barriga pra cima, sentei na cara dele até gozar duas vezes, levantei e fui dormir. Ele ficou esperando e até me perguntou se ia deixar ele gozar. Falei que não tava a fim de ter o semen inútil dele em mim, então não, e que quando eu quisesse, avisava. Ele ficou chocado, mas aceitou. Passaram três dias até ele implorar pra gozar. Coloquei a condição: ele tinha que fazer tudo que eu mandasse, senão nunca mais ia tocar na piroca ridícula dele. E claro que ele aceitou. Se masturbando igual um louco, curvado sobre os próprios ombros, enquanto eu lambia as bolas dele e brincava com o cu dele. Tava fazendo um boquete nele e, bem na hora que ele ia gozar, tirei da minha boca e apontei pra cara dele mesmo, e mandei o porco abrir a boca. Ele engoliu uma tonelada de porra.
Naquele momento, duas palmadas fortes ecoaram no quarto, seguidas de um gemido de dor e prazer. O cuck parecia à beira da loucura, lembrando e ouvindo a gostosa da esposa contar tudo, e tinha acabado de bater com força nas próprias bolas, se curvando de dor com a piroca tremendo.
Sh - Desde aquele dia, ele começou a usar a gaiola de quinta a segunda. A piroca dele fica livre só terça e quarta, porque sei que são os dias mais ocupados dele. Saca só, ele é um cuck submisso, comedor de porra e viciado em sêmen, mas também é meu marido, o pai dos meus filhos e o homem que eu amo. E eu curto a pirocada dele de vez em quando e não quero estragar. Além disso, ele merece, porque é um cuck perfeito.
R - Valeu, amor. Mas se você pedisse, eu nunca mais tirava a gaiola. Te amo e sou seu, pode fazer o que quiser comigo, contanto que me deixe ficar do seu lado enquanto você curte o seu corpo! Nesse momento, devo dizer que eu estava entre impressionado e emocionado com essas palavras dos dois. Eles se amavam imensamente e curtiam seus papéis, ela de hotwife dominadora e ele de cuck total.
Lá estávamos: A esposa, uma mulher divina, loira de cabelo longo e liso, olhos verdes, lábios carnudos e um sorriso genuíno. Umas tetas operadas enormes, com uns bicos duros e tesos, perfeitos pra chupar. Baixinha, não mais que 50 quilos. Com uma bunda perfeita e pernas grossas. As tetas dela apareciam, uma com o bico totalmente pra fora e a outra ainda coberta, resultado da nossa sarração.
O cuck, um cara magro, tipo comum, sentado completamente pelado na nossa frente, com o pau enjaulado e as bolas na beirada do sofá, já mais roxas por causa da excitação e das palmadas que ele tinha dado em si mesmo seguindo minhas ordens.
E eu, ainda vestido, com uma ereção do caralho sentado do lado dessa mulher espetacular, que continuava pegando no meu pau e tentando arrancá-lo de mim.
Decidi que era hora de avançar. Então, levando em conta tudo que eles tinham me contado, comecei a tomar o controle do que ia rolar. Perguntei quais eram as fantasias e os limites deles, já que não queria ter surpresa de fazer algo muito ousado. Aí ela respondeu:
Sh - Essa é a questão. A gente não sabe. Só sabemos que queremos mais. E queremos ser surpreendidos. Por isso procuramos alguém dominante e sem medo. Limites, eu não consigo pensar em nenhum agora. E acho que o cuzão também não, né, amor?
R - De jeito nenhum. O que você mandar, eu obedeço! Só quero que minha esposa tenha uns orgasmos de loucura. Quero ver ela perdida por pica, viciada em sexo. E por mim, não precisa se preocupar. Mas concordo com ela. Te dizer exatamente o que queremos que você faça com a gente quebraria a novidade e a surpresa que a gente busca... (respondeu o cuck enquanto apertava as próprias bolas com a mão esquerda e dava umas palmadas nelas várias vezes enquanto falava). Naquele momento, entendi que precisava ser criativo sem ser louco, e que se queria que isso durasse, tinha que deixá-los na expectativa. Levantei e, olhando a putinha bem nos olhos, falei:
Eu - O que você está esperando? Não queria ver? Me mostra o quão talentosa você é.
Ela, sorrindo com cara de safada, se acomodou na cadeira e baixou minha calça e cueca só um pouco, o suficiente pra aparecer meu pau. Virei pra olhar pro cuck, e pedi pra ele sentar do lado da mulher dele. Ele obedeceu na hora. Sheila começou a me bater uma lentamente, olhando pro meu pau como se estivesse hipnotizada, com a boca entreaberta.
Eu - Cuck, ajuda tua mulher. Pega minhas bolas e massageia elas enquanto ela me faz um boquete.
Ele, com a mão, pegou minhas bolas e começou a apertar de leve, massageando.
A mulher dele se aproximou, abrindo a boca e, exalando sensual, enfiou a cabeça do meu pau, envolvendo com os lábios. Senti a língua dela brincando com o freio enquanto chupava com os lábios. Ela tinha as mãos nas minhas coxas. Do lado, o cuck continuava brincando com minhas bolas, olhando fixo pra ela, excitado e sorrindo.
Depois de uns minutos nessa putaria, ela tirou meu pau da boca e ofereceu pro cuck, olhando provocante:
Sh - Vem, love, prova o que é um pau de verdade. Quem sabe de tanto chupar, o teu começa a crescer um pouco...
R - Mmmmm, acho que não tem jeito do meu clitóris virar essa vara, mas com prazer chuparia por horas.
Ele levou meu pau à boca e começou um boquete num ritmo frenético, fazendo o máximo esforço pra enfiar o mais fundo possível. A mulher dele segurava a nuca dele, marcando o ritmo, empurrando e falando putarias.
Sh - Assim, filho da puta, chupa como merece! Você é um viado comedor de pau! Mostra o que sabe!
Ela se levantou e começamos a nos beijar enquanto o cuck continuava no boquete acelerado.
Aí tirei a camisa dela e deixei só de Com as tetas de fora, me preparei pra brincar com elas, agarrando e mordendo aqueles bicos que pareciam duas balas de tão durinhos que estavam. Ela gemia e se esfregava safada em mim, colando as tetonas na minha cara e gemendo toda excitada. Eu ouvi o corno gemer com meu pau na boca dele enquanto se agarrava no próprio, puxando com a gaiola, fazendo as bolas dele esticarem ainda mais. Pedi pra ele parar e ficar de pé. Era hora de ele me oferecer a puta da esposa dele e exibi-la como um bom corno que é...
Continua...
Ah, ia esquecendo de me apresentar. Me chamo José. Tenho 33 anos. Sou latino, de descendência europeia. Corpo mediano, talvez com uns quilinhos a mais. Mas me consideram do tipo forte, encorpado. Já tive várias experiências com casais, alguns simples ménages. Outras poucas foram casais cuckold ou corneados, como a gente chama em espanhol, e devo dizer que essas são minhas favoritas. Aquele tesão de toda essa situação não tem comparação.
Enfim, como eu tava contando, apareceu a Sheila, loira, 45 anos, peitos operados, enormes, grandes e durões, pele bronzeada cheia de sardas, olhos verde-esmeralda... A real é que era mulher demais pra aquele cara. Ele, do tipo comum, magro, na casa dos 40 e tantos. Nem feio, nem bonito. Passaria despercebido em qualquer situação, porque não era imponente em nada. E ele sabia disso. Fazia um esforço fora do normal pra "se exibir" com a mulher dele. Me apresentou ela. Ela, toda sorridente e simpática, estendeu a mão, mas eu me aproximei e ela me deu um beijo na bochecha. Enquanto ele dizia:
R — Esse é meu amigo José, de quem te falei.
Isso me deixou pensativo. A experiência me ensinou a detectar esse tipo de casal.
Resumindo, os dias passaram e a gente se viu de novo na academia. Perguntei ao Richard sobre a esposa dele e deixei claro o quanto eu a achava gostosa. Ele, todo sorridente, me agradeceu.
Depois do treino, ele disse que a gente devia sair um dia, nós três, pra tomar umas e se divertir. Aceitei na hora, porque já imaginava onde aquilo ia dar. Pra encurtar a história, já que não quero encher o relato com detalhes bestas, chegou o dia. Acordado, a gente se encontrou num bar no centro bem animado e cheio.
Quando entramos, começamos a conversar e a beber, e depois de alguns minutos já estávamos bem colados eu e ela, com a desculpa do barulho que não deixava a gente se ouvir direito. Ela, no meio de nós dois, se mexia no ritmo da música. Tava usando uma calça jeans bem apertada, na cintura, e uma camiseta branca que deixava ver o formato dos peitos dela pelos lados. Parecia uma diva. Era difícil acreditar que aquela mulher tinha 45 anos e dois filhos de 25 e 19, respectivamente.
Conforme a noite passava e a conversa ficava mais quente e brincalhona, surgiu o assunto das mulheres ousadas. Isso por causa do ambiente, a gente via várias minas muito avançadas nos caras do bar. Aí eu aproveitei a chance pra falar pra Sheila que tinha certeza que ela podia ofuscar todas aquelas putinhas se quisesse, que ela era muito mais gostosa que todas aquelas menininhas. Ela sorriu e disse:
Sh – Pô, valeu! Mas cê tá falando isso só da boca pra fora, porque não tem coragem de me atacar...
Eu – Como assim? O problema é que seu marido aqui presente não vai deixar, (falei na cautela).
Ela caiu na risada e falou:
Sh – Acho que você já sacou que tipo de casal a gente é. Então não precisa fingir, nenhum de nós. Ou tô errada?
Eu, tentando ser precavido e olhando pro Richard, falei que queria ouvir isso dele.
R – Então, a gente é um casal liberal. Mas a verdade é que não tamos na vibe de trocar casais. O nosso negócio é fazer ménage com homens. Só que tá difícil achar o que a gente quer exatamente...
Enquanto ele falava isso, a Sheila já tava bem colada em mim, apoiada no meu ombro esquerdo, me olhando de um jeito bem sedutor. Aí eu perguntei o que eles procuravam exatamente. Foi quando ela respondeu, falando no meu ouvido:
Sh – A gente é um casal cuckold. Sabe o que isso significa?
Eu – Então... Sim, por coincidência, eu tenho experiência no assunto (falei enquanto sorria com um certo ar de superioridade).
R - Sabia! Viu, amor, que eu não me enganei? Falei que ele era um alfa com certeza! (disse ele, animado).
A esposa dele, que sorria e continuava sensualmente apoiada no meu ombro, me disse de forma brincalhona:
Sh - Mas não é só isso. Sabe, embora sejamos um casal na vibe do cuckold, somos muito exigentes. O que procuramos não é simplesmente um macho que me coma na frente do meu marido. Esses têm aos montes. O que queremos é bem mais complexo e difícil. Precisamos de algo como um namorado. Que seja permanente. Extremamente tarado, que não tenha medo de testar nossos limites. Que seja muito dominante.
Enquanto isso, eu continuava ouvindo e não acreditava. Uma mulher daquele nível (bem no estilo da Vicky Vette, a atriz pornô) e a proposta que estavam me fazendo já tinham me deixado com uma ereção daquelas, que certamente não passou despercebida pelo Richard...
R - Acho que nosso amigo tá gostando do que ouve. (disse para a esposa, apontando pro meu pau).
Ela, sorrindo, colocou uma das mãos no meu pacote, acariciando de forma discreta e sedutora.
R - O mais importante é que você seja discreto. Os limites praticamente não existem. Já testamos bastante e sempre terminamos com uma sensação de vazio, de que faltou algo, que não foi suficiente. Por isso queremos alguém que nos leve além do que já imaginamos. O que me diz?
Sh - O rato comeu sua língua? Ou você tá com medo? (disse ela, com um tom preocupado).
Eu, tomando a decisão necessária e já seguro de que não havia motivo pra ser cauteloso, comecei a tocar descaradamente a Sheila, colocando minha mão esquerda na cintura dela, quase no rabo, e apertando o corpo dela contra o meu. Minha mão direita coloquei no ombro do marido cuck e, apertando um pouco, puxei ele pra perto da gente pra poder falar mais putaria sem preocupação. Além disso.
Eles, sorrindo com a minha jogada, aceitaram meus acordos sem hesitar, enquanto eu dizia:
Eu – Pois fico muito feliz que tenham me escolhido. Richard, sua mulher é uma gostosa de infarto. Te garanto que, mesmo que você não tivesse proposto, eu teria tentado seduzi-la pelas suas costas de qualquer jeito. Tenho certeza de que vamos nos divertir pra caralho. E preciso avisar que minhas ideias podem ser bem extremas, então preciso que vocês me expliquem o que já fizeram até agora pra eu saber qual é esse vazio que vocês dizem sentir.
Eles, visivelmente excitados com minhas ações, se aproximaram mais de mim.
R – Eu tô morrendo de vontade de te contar tudo, mas acho que aqui não é o lugar certo.
Sh – Concordo. Dá pra gente ir conversar em algum lugar mais 'confortável'?
Eu – Bom, a gente podia ir pra sua casa, assim vocês ficam à vontade. Se não se importarem, meu apartamento também tá à disposição.
R – Nossos filhos ainda moram em casa. Não seria confortável pra ir agora. Mas se minha esposa não se importar, seu apartamento parece uma boa opção.
Sh – E a que a gente tá esperando?
Saímos do bar, mas dessa vez diferente de como entramos. Eu segurando a cintura dela. E meu futuro corno andando atrás, vendo em primeira mão como eu pegava na bunda da mulher dele. Enfatizei bastante ao me despedir do segurança na entrada, que, olhando curioso, com certeza notou como ela chegou de mãos dadas com um homem e saiu abraçada com outro.
Não queria forçar a situação e, na verdade, queria dar tempo pra eles conversarem sozinhos, então insisti em cada um ir no seu carro, eles me seguindo até meu apartamento.
A verdade é que eu tava com uma ereção que doía, e tava ansioso e desesperado pra ver como tudo ia se desenrolar.
Chegamos na minha casa, fomos pra sala, servi bebidas pra todo mundo, uma garrafa boa de rum que esquenta o peito e desinibe qualquer um.
Um pouco de conversa pra quebrar mais o gelo, sobre a área da cidade, que se o apartamento e a decoração, um pouco das nossas profissões... e entramos no assunto que nos ocupava.
Eu - Bom, retomando nossa conversa do bar... tô curioso pra saber a história de vocês. Como começaram, o que já fizeram, e o que ainda falta realizar.
R - Bom, começamos há alguns anos. Eu sempre insisti em fazer um menage com outra mulher, mas minha docinha esposa não aceitava. Até que ela me perguntou como eu me sentiria se ela pedisse a mesma coisa, mas com outro homem. E eu, longe de me ofender, fiquei enormemente excitado e disse que sim, claro.
Sh - Na real, eu não esperava essa resposta dele, e sendo sincera, acho que não existe mulher no mundo que não queira ter dois ou mais caras só pra ela. Fazer menage com outra mulher tanto fazia pra mim, na faculdade eu já tinha tido experiências lésbicas, então isso não me impedia. Era mais o ciúme mesmo. Mas como vi ele tão decidido, aceitei com a condição de fazermos o menage com outro homem também, já que não podia perder a oportunidade. Sempre tivemos uma vida sexual bem ativa e fomos muito brincalhões, então era hora de experimentar.
R - Procuramos uma prostituta especialista em casais. Na hora do encontro, estar com duas mulheres foi demais pra mim, então gozei muito rápido, enchendo a boca delas com meu leite quase na primeira mamada. A acompanhante meio que tirou sarro de mim, perguntando pra Sheila se era sempre assim, que ela devia estar precisando de prazer. O que mais me surpreendeu foi a resposta da minha esposa, que disse que sim, que eu sempre deixava ela na mão. E então, a puta decidiu dar uns bons orgasmos na minha mulher enquanto eu olhava e batia uma como um louco. No final, minha esposa contou sobre o acordo do menage com outro homem e a prostituta disse que tinha um amigo adequado pra isso, que com prazer colocaria a gente em contato, assim ela saberia o que é um "macho de verdade"... Ao dizer isso, a mulher dele, que estava sentada ao meu lado passando a mão nas minhas pernas, soltou uma gargalhada e disse:
Sh - E olha que ela tinha razão! Você é um ótimo marido e pai, mas como macho não serve pra muita coisa. Qualquer moleque de 16 anos tem uma piroca maior e mais resistente que a sua.
Esse comentário tão direto me surpreendeu bastante. Eu pensando que Richard fosse se ofender, mas aconteceu exatamente o contrário e, sorrindo, ele concordou com a cabeça.
Eu - Sério? Quem diria. Nunca imaginei que você fosse um pinto pequeno.
Sh - Kkkk, você não faz ideia. O problema não é tanto o tamanho da piroca dele. É que, mal roça a piroca, ele já derrama o leite. Por isso eu tenho que manter ele na rédea curta. Por que não mostra pra ele, querido?
Naquele momento, sem reclamar, o corno se levantou, tirou a calça e baixou a cueca. O que vi me deixou agradavelmente surpreso. Uma piroca de tamanho normal, mas não muito grossa, estava presa numa gaiola de castidade de metal. Dava pra ver que Richard estava todo excitado com a situação, porque a gaiola, que era bem pequena, apertava bastante ele. Os ovos dele, não muito grandes, estavam presos na base do dispositivo por um anel de metal que fazia bastante pressão, e estavam com um tom avermelhado e azulado.
Ali parado, nos olhando e sorrindo, ele parecia esperando ordens. Resolvi tomar a iniciativa e mandei ele tirar toda a roupa e continuar a história. Ele obedeceu na hora. Sentou-se, deixando a piroca engaiolada balançando na borda da cadeira. Ao mesmo tempo, a mulher dele continuava abraçada em mim, passando a mão no meu volume por cima da calça e sorrindo, apontando com os lábios pra eu olhar a pirocinha engaiolada do marido.
R - No dia seguinte ao ménage, a prostituta me mandou os dados do homem que ela tinha prometido. Liguei pra ele e marcamos pra aquela mesma semana.
Sh - Richard parecia desesperado pra fazer o ménage com o outro cara. Até mais do que eu. Isso me chamou a atenção porque ele sempre foi meio submisso. no sexo. Quando a gente transava, ele pedia pra eu, durante os boquetes, enfiar os dedos no cu dele, que fazia ele gozar na hora. Não se importava de me beijar depois de gozar na minha boca (o que acontecia quase sempre e por acidente, porque ele não aguentava). E no fim, virou um expert em chupar minha buceta. Era minha principal fonte de orgasmos. Nunca com o pau dele. Sempre com a língua.
Naquele momento, percebi o cuck se tocando, mesmo com a pinto preso na gaiola. Ele tava excitado pra caralho. Mandei ele parar, que ninguém tinha autorizado ele a se tocar. Ele obedeceu na hora. Continuou contando sobre o encontro com o cara, enfatizando como o pau do sujeito era muito maior que o dele e como ele viu a mulher dele gritar e gozar.
R - Praticamente o encontro inteiro eu só fiquei olhando e batendo punheta. Queria que ela aproveitasse tudo e não queria atrapalhar. Além disso, descobri naquele dia que adorava ver ela. Era minha própria atriz pornô. E o melhor é que era minha esposa.
Sh - E olha que eu aproveitei, filho da puta. Naquele dia você virou meu cuck pra sempre.
Naquela hora, resolvi agir e, sem esperar mais, comecei a beijar a gostosa que tava nos meus braços. Ela se jogou em cima de mim, enfiando a língua bem fundo na minha boca e gemendo alto. Enfiei minhas mãos nas laterais da camiseta dela pra pegar nos peitos (ela não tava de sutiã) e pude sentir os bicos duros e enormes que aquela mulher tinha. Afastei ela devagar porque queria ver o cuck enquanto ela se esfregava em mim, e encontrei ele sentado, inclinado pra frente, olhando tudo com uma cara de prazer indescritível e com uma das mãos segurando os ovos dele, apertando com força. Percebi que o filho da puta tinha alma de submisso e curtia humilhação.
- Continua, cuck, (falei, enquanto continuava beijando e passando a mão na mulher dele).
Ele seguiu contando como começou a procurar caras entre colegas e amigos, sem muita sorte. E depois passou a procurar online. online, onde ele descobriu esse mundo dos cornos consentidos.
Sh - A gente começou a ver pornô junto sobre o tema dos corno. Cada vez mais extremo, e notei que quanto mais perversa era a cena, mais tesão ele tinha. Ele ficava doido toda vez que via uma cena onde a mulher forçava o cuck a chupar a pica do macho.
Ele sorria, quase orgulhoso das palavras da sua puta esposa. Continuou comentando como começou a postar fotos da mulher e a ler os comentários nos fóruns.
R - Conseguimos fazer vários contatos. Eu mostrava as fotos dos candidatos e ela decidia quem era o sortudo. Fizemos vários menage. No começo, a gente não sabia bem o que tava fazendo, então quase sempre era decepcionante.
Sh - Eu terminava exausta e com muitos orgasmos. Mas o Richard sempre me dava a impressão de que ficava a desejar. Eu via que ele ficava feliz por mim, mas não completamente satisfeito. Então decidi tomar a iniciativa e procurei, entre os que se ofereciam, o que fosse bi. Quando chegou a hora, a gente tava com esse cara e eu mandei o filho da puta do meu cuck se aproximar. Eu, sem saber como ele reagiria, resolvi testar minha sorte e ordenei que ele me acompanhasse pra chupar aquela pica. Ele, longe de hesitar, se jogou como um cachorro num biscoito.
Eu - Então você é um cuck, na castidade, que goza rápido e ainda chupa pica? Puxa, você me surpreende...
Richard acenava sorrindo, visivelmente excitado com minha intenção de humilhá-lo. A pica dele tava brilhando, tentando escapar da gaiola, e ele começou a se tocar de novo. Quase na hora, lembrou que eu tinha proibido ele de se tocar e parou. Eu, pelo contrário, ordenei que ele se tocasse, que tentasse se masturbar e usasse o dedo indicador pra brincar com o líquido pré-gozo que aparecia na ponta da pica dele, mas que por nada nesse mundo ele ousasse gozar. Quando sentisse vontade, ele devia parar e dar um tapa bem forte nos próprios ovos.
Ele seguiu minhas ordens à risca, pegando o líquido. preseminal com os dedos e levando-os à boca. Sheila continuou contando como foram tendo encontros com homens bissexuais, e que cada vez mais se sentia à vontade para humilhar seu marido cuck, dando ordens cada vez mais ousadas. Me contaram como se tornou habitual para ele engolir a porra dos machos dela, primeiro limpando ela e depois direto da rola.
Eu - E a gaiola de castidade? Como chegaram na castidade?
Sh - Bom, como você vai ver, o cuck excita com muita facilidade e goza em um minuto. Na maioria dos encontros que tivemos enquanto meu macho da vez mal começava comigo, o filho da puta do Richard já tinha acabado, então ficava feito um idiota olhando, esperando ter outra ereção.
R - O que posso te dizer... sou um homem fraco, (disse o cuck sorrindo enquanto dava uma porrada nos próprios ovos, lembrando que tinha que fazer isso toda vez que estivesse perto de gozar).
Um pequeno gesto de prazer e dor aparecia no rosto dele, vermelho por toda a situação. A rola dele enjaulada apertava a gaiola ao máximo e a pré-gozada aparecia na ponta. A safada da mulher dele ria excitada enquanto continuava me segurando por cima da calça, acariciando minha rola e como que medindo ela.
Não vou mentir dizendo que tenho uma rola de 40cm. Ela tem 21 cm, mas meu maior atributo é a grossura. Geralmente, as mulheres não conseguem colocar ela inteira na boca por causa da largura. Ela percebeu isso e me olhou com cara de surpresa enquanto dizia:
Sh - Tá vendo isso, amor? Se assim ele já tem por baixo da roupa, imagina como deve ser quando for liberada.
O cuck concordou quase se lambendo e continuou:
R - Num encontro com um bull, eu gozei tão rápido que ele sugeriu que deviam amarrar minhas mãos ou a rola pra me controlar. E minha esposa, que não tem dificuldade nenhuma pra planejar maldades, em menos de uma semana já tinha a gaiola de castidade em casa.
Sh - Decidimos usar ela pra cada Assim que a gente teve um encontro, e no começo foi assim mesmo, até que eu descobri que o filho da puta se masturbava igual um louco no dia antes de encontrar um macho. Aí eu tomei uma atitude. E uma noite, enquanto a gente transava, coloquei a gaiola nele, mandei ele deitar de barriga pra cima, sentei na cara dele até gozar duas vezes, levantei e fui dormir. Ele ficou esperando e até me perguntou se ia deixar ele gozar. Falei que não tava a fim de ter o semen inútil dele em mim, então não, e que quando eu quisesse, avisava. Ele ficou chocado, mas aceitou. Passaram três dias até ele implorar pra gozar. Coloquei a condição: ele tinha que fazer tudo que eu mandasse, senão nunca mais ia tocar na piroca ridícula dele. E claro que ele aceitou. Se masturbando igual um louco, curvado sobre os próprios ombros, enquanto eu lambia as bolas dele e brincava com o cu dele. Tava fazendo um boquete nele e, bem na hora que ele ia gozar, tirei da minha boca e apontei pra cara dele mesmo, e mandei o porco abrir a boca. Ele engoliu uma tonelada de porra.
Naquele momento, duas palmadas fortes ecoaram no quarto, seguidas de um gemido de dor e prazer. O cuck parecia à beira da loucura, lembrando e ouvindo a gostosa da esposa contar tudo, e tinha acabado de bater com força nas próprias bolas, se curvando de dor com a piroca tremendo.
Sh - Desde aquele dia, ele começou a usar a gaiola de quinta a segunda. A piroca dele fica livre só terça e quarta, porque sei que são os dias mais ocupados dele. Saca só, ele é um cuck submisso, comedor de porra e viciado em sêmen, mas também é meu marido, o pai dos meus filhos e o homem que eu amo. E eu curto a pirocada dele de vez em quando e não quero estragar. Além disso, ele merece, porque é um cuck perfeito.
R - Valeu, amor. Mas se você pedisse, eu nunca mais tirava a gaiola. Te amo e sou seu, pode fazer o que quiser comigo, contanto que me deixe ficar do seu lado enquanto você curte o seu corpo! Nesse momento, devo dizer que eu estava entre impressionado e emocionado com essas palavras dos dois. Eles se amavam imensamente e curtiam seus papéis, ela de hotwife dominadora e ele de cuck total.
Lá estávamos: A esposa, uma mulher divina, loira de cabelo longo e liso, olhos verdes, lábios carnudos e um sorriso genuíno. Umas tetas operadas enormes, com uns bicos duros e tesos, perfeitos pra chupar. Baixinha, não mais que 50 quilos. Com uma bunda perfeita e pernas grossas. As tetas dela apareciam, uma com o bico totalmente pra fora e a outra ainda coberta, resultado da nossa sarração.
O cuck, um cara magro, tipo comum, sentado completamente pelado na nossa frente, com o pau enjaulado e as bolas na beirada do sofá, já mais roxas por causa da excitação e das palmadas que ele tinha dado em si mesmo seguindo minhas ordens.
E eu, ainda vestido, com uma ereção do caralho sentado do lado dessa mulher espetacular, que continuava pegando no meu pau e tentando arrancá-lo de mim.
Decidi que era hora de avançar. Então, levando em conta tudo que eles tinham me contado, comecei a tomar o controle do que ia rolar. Perguntei quais eram as fantasias e os limites deles, já que não queria ter surpresa de fazer algo muito ousado. Aí ela respondeu:
Sh - Essa é a questão. A gente não sabe. Só sabemos que queremos mais. E queremos ser surpreendidos. Por isso procuramos alguém dominante e sem medo. Limites, eu não consigo pensar em nenhum agora. E acho que o cuzão também não, né, amor?
R - De jeito nenhum. O que você mandar, eu obedeço! Só quero que minha esposa tenha uns orgasmos de loucura. Quero ver ela perdida por pica, viciada em sexo. E por mim, não precisa se preocupar. Mas concordo com ela. Te dizer exatamente o que queremos que você faça com a gente quebraria a novidade e a surpresa que a gente busca... (respondeu o cuck enquanto apertava as próprias bolas com a mão esquerda e dava umas palmadas nelas várias vezes enquanto falava). Naquele momento, entendi que precisava ser criativo sem ser louco, e que se queria que isso durasse, tinha que deixá-los na expectativa. Levantei e, olhando a putinha bem nos olhos, falei:
Eu - O que você está esperando? Não queria ver? Me mostra o quão talentosa você é.
Ela, sorrindo com cara de safada, se acomodou na cadeira e baixou minha calça e cueca só um pouco, o suficiente pra aparecer meu pau. Virei pra olhar pro cuck, e pedi pra ele sentar do lado da mulher dele. Ele obedeceu na hora. Sheila começou a me bater uma lentamente, olhando pro meu pau como se estivesse hipnotizada, com a boca entreaberta.
Eu - Cuck, ajuda tua mulher. Pega minhas bolas e massageia elas enquanto ela me faz um boquete.
Ele, com a mão, pegou minhas bolas e começou a apertar de leve, massageando.
A mulher dele se aproximou, abrindo a boca e, exalando sensual, enfiou a cabeça do meu pau, envolvendo com os lábios. Senti a língua dela brincando com o freio enquanto chupava com os lábios. Ela tinha as mãos nas minhas coxas. Do lado, o cuck continuava brincando com minhas bolas, olhando fixo pra ela, excitado e sorrindo.
Depois de uns minutos nessa putaria, ela tirou meu pau da boca e ofereceu pro cuck, olhando provocante:
Sh - Vem, love, prova o que é um pau de verdade. Quem sabe de tanto chupar, o teu começa a crescer um pouco...
R - Mmmmm, acho que não tem jeito do meu clitóris virar essa vara, mas com prazer chuparia por horas.
Ele levou meu pau à boca e começou um boquete num ritmo frenético, fazendo o máximo esforço pra enfiar o mais fundo possível. A mulher dele segurava a nuca dele, marcando o ritmo, empurrando e falando putarias.
Sh - Assim, filho da puta, chupa como merece! Você é um viado comedor de pau! Mostra o que sabe!
Ela se levantou e começamos a nos beijar enquanto o cuck continuava no boquete acelerado.
Aí tirei a camisa dela e deixei só de Com as tetas de fora, me preparei pra brincar com elas, agarrando e mordendo aqueles bicos que pareciam duas balas de tão durinhos que estavam. Ela gemia e se esfregava safada em mim, colando as tetonas na minha cara e gemendo toda excitada. Eu ouvi o corno gemer com meu pau na boca dele enquanto se agarrava no próprio, puxando com a gaiola, fazendo as bolas dele esticarem ainda mais. Pedi pra ele parar e ficar de pé. Era hora de ele me oferecer a puta da esposa dele e exibi-la como um bom corno que é...
Continua...
3 comentários - Cuckold extremo (1)
Espero te cojas el cornudo en la proxima entrega.