VALERIA
Terminada minha carreira como Professor, em 1990, me dediquei a alcançar até quatro metas:
1. Cursar meu mestrado.
2. Formar uma empresa educacional, que me permitisse levar adiante os planos de pesquisa científica educacional que eu tinha em mente.
3. Fazer locução de rádio em um programa de música romântica.
4. Casar com a Patrícia.
Os três primeiros eu cumpri como planejado e o quarto não, pelos motivos descritos no meu relato anterior (ver A Irresistível Patrícia).
Meu trabalho no rádio serviu como ponto de partida para um novo episódio amoroso, o mesmo que relato nestas linhas.
Foi na segunda-feira, 07 de janeiro de 1991, que lancei ao ar meu primeiro programa de rádio, que chamei de ECUALIZANDO, e foi através da frequência 1550AM. Devo dizer que não foi fácil, pois eu estava como volante (cobria qualquer locutor titular que faltasse ao seu programa) desde o ano 88'; mas, finalmente consegui. Com o ECUALIZANDO fiquei quase um ano até que assinei contrato com outra Rádio Emissora e me mudei para a chamada Frequência Fina nos 94.1FM, onde lancei um espaço diário de duas horas com música romântica, que chamei de OF HEART TO HEART, que no nosso idioma seria DE CORAÇÃO A CORAÇÃO.
Com esse programa fiquei quase cinco anos e durante esse tempo colhi muitos sucessos, anedotas e amizades; mas, sem dúvida, daqueles anos a lembrança mais marcante e excitante é a experiência que vivi junto com a Valeria ou Valery, como costumava chamá-la.
Tudo começou na sexta-feira, 14 de fevereiro de 1992, quando durante a emissão de um Programa Especial pelo Dia de São Valentim ou Dia dos Namorados, recebi a ligação de uma ouvinte que, entre lágrimas, me confidenciou que havia sido tocada por "Os Cinco Passos para Ser Feliz" que eu acabara de ler minutos antes no programa, pois ela atravessava o pior momento da sua vida, já que estava afetada por uma estranha condição brônquica que a deixava de cama há várias semanas, razão pela qual havia perdido o emprego e para Pra piorar, naquela tarde ela tinha terminado com o namorado pra sempre, porque quem ela achava que era a melhor amiga estava esperando um filho dele.
Não lembro exatamente o que falei pra acalmá-la, mas o que eu lembro é que, depois do programa daquela noite, fui até a casa dela pra cumprimentá-la, conhecê-la e saber como ela estava. Ela ficou encantada em me conhecer, e eu achei ela muito simpática.
Naquela noite, soube que ela se chamava Valéria, que era secretária e que tinha quase 28 anos (quatro anos mais velha que eu), embora não aparentasse.
Ela me convidou pra jantar na casa dela no dia seguinte, e pra ocasião se esforçou pra preparar um delicioso bolo e pra sair da cama; aí entendi que o problema dela era emocional e que o que ela realmente precisava era se sentir amada e encontrar um motivo pra seguir em frente.
Viramos grandes amigos desde aquela noite e nos divertíamos contando o que tinha acontecido com a gente antes de nos conhecermos. Às vezes a gente se via na casa dela, ou ela me acompanhava até a rádio e brincava comigo, pedindo pra eu recitar os poemas que costumava declamar pros meus ouvintes; inclusive, às vezes passávamos horas e horas andando pela cidade, zoando e rindo, enquanto ela ficava pendurada no meu braço. Tudo isso fez com que muita gente pensasse que Valéria e eu íamos casar; no entanto, a gente nunca nem namorou. Mas ela adorava alimentar esses comentários, e eu, como um bom cavalheiro, nunca desmenti.
Certa vez, Valéria me confessou que foi apaixonada pelo Pedro – o cara que engravidou a amiga dela – por quase oito anos e que o amou muito porque foi com ele que ela perdeu a virgindade…
— E… viu fogos de artifício? Como dizem? — perguntei.
— Nada a ver, mas me fez ver estrelinhas de dor, porque era um bruto.
— Que desperdício, hein? Tem que saber fazer o love numa mina virgem, não é um sacrifício brutal… Também, você, apressada, devia ter esperado por mim.
— Também já pensei nisso, esse “presentinho” devia ter sido pra você. Mas tu não teria coragem…
- Por que você diz isso?
- Porque mesmo que me visse toda peladinha, não faria nada.
- Não tenha tanta certeza.
- Então, quando você se animar, lembra que tenho outro “presentinho” muito, mas muito especial… pra você.
Esse episódio ficou na minha memória como um claro convite ao proibido e, embora achasse que entendia a que ela se referia, vários meses se passaram até que minhas suspeitas pudessem se confirmar.
Em maio de 93, fui diagnosticado com Glaucoma Crônico, uma doença nos olhos que reduz irremediavelmente e irreversivelmente a capacidade visual de forma lenta, mas progressiva. Isso foi um duro golpe na minha vida; no entanto, acabei aceitando e superando, me cercando de pessoas que me ajudassem. Então, mesmo tendo caído no ostracismo, em poucos meses me reanimei e segui em frente com minha empresa educacional, que acabava de completar um ano de existência, e com todos os meus projetos e metas. Claro que, a partir dali, sabia que precisaria depender dos outros.
Foi assim que surgiu a oportunidade de apresentar um dos meus projetos científico-educacionais no III Encontro Internacional de Pesquisadores Educacionais da América do Sul, que seria realizado na Universidade Nacional de Trujillo, em La Libertad, um dos departamentos mais lindos do Peru, onde fica a famosa Cidadela de Chan-Chan, considerada a maior Cidadela de Barro da América Pré-Colombiana.
O principal obstáculo que precisei resolver era me locomover até lá, já que minha doença ocular me impedia de atravessar ruas, ler avisos, placas e qualquer documento com letras muito pequenas. Então, tive a ideia de propor à Valéria que fizéssemos a viagem juntos, afinal, ela era minha secretária pessoal há um mês.
Ela ficou satisfeita, mesmo eu tendo avisado que a viagem poderia ser entediante para ela; não só pelo caráter extremamente acadêmico do evento, mas também pelo clima frio do lugar e porque ela precisaria me ajudar a economizar, já que naqueles dias eu tinha feito uma aquisição. mobiliário pro Centro Educacional.
Finalmente no sábado, 31 de julho de 1993, chegamos no nosso destino e a Valéria insistiu pra gente alugar um quarto de casal pra economizar; então nos hospedamos no quarto 205 do Hotel de Turistas, um dos melhores do lugar.
Desde que planejamos a viagem, percebi na Valéria um certo tesão em relação à hospedagem e, quando cheguei lá, soube que não tava enganado. Queria ter apressado as coisas, mas minha paciência habitual e bem recompensada com as mulheres me fez desistir e esperar. Além disso, dessa vez eu tava envolvido com uma mulher mais velha que eu e era a primeira vez que não tava com uma novata, então era melhor não arriscar.
— Lembra que meses atrás te ofereci um "presentinho"? — ela perguntou com os braços em volta do meu pescoço e os lábios perto dos meus.
— Sim, lembro.
— Então… talvez… se você se comportar… quem sabe… hoje eu te dou.
Antes de continuar, preciso esclarecer que eu e a Valéria nunca fomos namorados, mesmo que as circunstâncias em algum momento sugerissem isso. Eu sabia, no entanto, que naquele dia algo ia rolar e meu tesão masculino me fazia supor que o tal "presentinho" representaria pra mim minha primeira experiência de sexo anal — um terreno onde eu era um neófito na prática, embora na teoria me virasse bem.
Valéria, pra você saber, era na época uma mulherzinha miudinha (baixinha e magérrima), moreninha, de cabelo curto e liso, com traços finos sem ser bonita. O peito dela era pequeno, mas empinado, que, devido à estrutura magra, ficava bem no corpinho frágil dela. Nem preciso dizer que a cintura era bem fina e que a bunda e as pernas eram uma verdadeira beleza. Ela tinha uma tiny ass do caralho, realmente apetitosa. Sim, uma tiny ass linda; durinha, carnudinha e bem empinada, como meus amigos diriam: "Uma raba de campeonato". As perninhas dela eram bem formadinhas, fininhas, mas harmoniosas. Aquela noite seria minha, então eu tinha que me comportar à altura das circunstâncias, meu orgulho não podia ser diminuído nem minha virilidade posta em dúvida diante de alguém pra quem sexo não era assunto desconhecido.
De manhã, visitamos a majestosa cidade de Chan-Chán e a misteriosa Huaca del Sol e de la Luna. Durante esse tempo, ela ficou enfiada numa saia longa azul, uma blusinha de seda celeste e um suéter que combinava bem com o visual; mas ao meio-dia, quando chegamos na praia solitária do Porto de Salaverry, ela me deixou sem palavras quando a vi; enquanto eu a cobria com uma toalha, ela foi se desprendendo de cada peça de roupa até ficar só com uma diminuta tanga vermelha que cobria mal um terço de cada peitinho dela e, embaixo, um pequeno triângulo tapava levemente a buceta; enquanto que, por trás, um cordãozinho sugestivo sumia entre as duas nádegas durinhas, levantando-as ainda mais do que o normal diante do meu olhar atônito:
– Gostou?
– Você tá… linda.
– Só isso?
– Não, meu anjo, acho que já sei qual vai ser meu… “presentinho”.
– E você gostou do “presentinho”? – disse ela, provocante, mostrando a raba.
– Tô ficando louco.
– Então, faça por merecer, querido.
– Me diz o quê, e eu faço sem reclamar.
– Adivinha.
No almoço, comemos um afrodisíaco ceviche de frutos do mar e, à tarde, percorremos as construções coloniais da cidade, como, por exemplo, a Casa Bracamonte, a Casa Orbegoso, as igrejas do século XVIII e o que o tempo nos permitiu.
Chegada a noite, fomos com a Valéria jantar e depois dançar numa discoteca privada, com ambientes quase privados que nos predispunham às manifestações de amor. Naquela noite, a Valéria tinha se esforçado pra estar mais gostosa do que nunca e usava uma minissaia vermelha com uma blusinha de seda branca que destacava a esbeltez do corpo dela.
Desde que chegamos no lugar, notei ela mais tarada que o normal e confirmei quando, sentados à mesa (numa espécie de sofá), ela começou a brincar com meu cabelo cacheado e depois passei um dos dedos pelo meu braço esquerdo enquanto deixava a cabeça dela descansar no meu peito. O convite era claro, então não perdi tempo e acariciei suas costas com minha mão, suavemente; então...
— Tô com coceira… nas costas. Por que você não coça por baixo da blusa?
— Claro — e ao fazer isso, descobri que por baixo da blusa ela não usava sutiã.
— Surpreso? — ela perguntou, enquanto um sorriso safado se formava nos lábios dela ao ver minha expressão. — Surpreenda-se mais… por baixo da saia só tem minha… pele e minha… hahaha — depois ela esclareceu que era só brincadeira; mas que adorava me ver enrascado.
Foi então que começou a tocar “Somos Dos” do Gianmarco (segundo a Valéria, nossa música), e saímos pra dançar. Ela me envolveu com os braços e eu segurei sua cintura, e enquanto o cantor peruano cantava “…Somos dois, eu o mar e você a Lua, compartilhando love na penumbra…”; comecei a dar beijos rápidos e intermitentes dos dois lados do pescoço dela, que tiveram um efeito inesperado, porque a excitação dela não deixou que ela reprimisse um gemido e um suspiro traidor. Percebi que minhas carícias estavam no caminho certo, então, de volta ao sofá da nossa mesa, me esforcei pra aumentar o prazer dela e continuei acariciando os lábios dela com os meus, e com as mãos percorri o corpo dela sem tocar a pele, parando nos peitos dela e depois nas coxas, até que recebi como resposta ela pegar com as mãozinhas o meu volume duro que já lutava pra sair do confinamento forçado da minha calça.
Os níveis da nossa excitação pareciam não conseguir parar de subir até que os primeiros acordes da música da Debbie Gibson, “Podríamos Estar Juntos”, nos arrancaram do sofá e nos levaram pra pista de dança numa tentativa inútil de escapar do desejo e da excitação, porque antes da música terminar já estávamos entrando no carro que nos levaria pro hotel.
Mal cruzamos a porta do quarto e começamos a nos despir a toda pressa, como se tivéssemos fome de pele, como se do contato dos nossos corpos dependesse nossa existência, nos abraçamos e acariciamos, e é que a excitação e a atração daquele momento eram mais fortes que nossa vontade. Pela primeira vez senti o desejo de copular com aquela mulher nua que a única coisa que podia me oferecer naquela noite era sexo, prazer e satisfação carnal.
Me aproximei dela e ao apertá-la senti o perfume do seu corpo e meu desejo aumentou junto com minha ereção e soube que ela estava tão faminta de sexo quanto eu; no entanto, não podia esquecer minha cavalheirice e me arrisquei a perguntar:
– Esse é meu presente?
– Ah, ah, não, esse não é.
– E então? Será que ainda não mereci?
– Claro que sim, bobinho… me segue.
No banheiro do quarto tínhamos uma banheira grande e sobre ela um chuveirinho que deixamos aberto sem colocar o tampão no ralo, de modo que a água morna escorria pelos nossos corpos nus enquanto nos beijávamos e acariciávamos, aumentando a cada instante nossa excitação. Devem ter se passado alguns minutos antes dela me perguntar assim:
– Quer saber qual é o "presentinho" que te ofereço?
– Tô morrendo de vontade de saber.
– Este – e levando minhas mãos presas pelas dela até aquele momento, as colocou sobre suas duas nádegas carnudas e empinadas.
– Essa bundinha linda é meu presente?
– Não é só minha bunda; é "a buceta da minha bunda".
– Quer dizer que nunca te fizeram por aqui? – falei isso enquanto com minhas mãos separava levemente suas nalgas e tentava cutucar com meu dedo entre elas.
– Ei… atrevido – disse fingindo raiva enquanto batia de leve na minha bochecha com a mão – Não seja ansioso, primeiro é o prato de entrada, depois o principal e no final você vai comer a sobremesa.
Terminado isso, ela desceu com as mãos pelas minhas costas até chegar na minha ferramenta; nessa hora, dura e quente como um ferro em brasa e sem se importar com suas dimensões, abriu seus lábios e eu vi desaparecer. Como por mágica, toda minha massa de carne foi parar na boca dela, começando uma sessão de sexo oral que eu nunca tinha vivido. Sentia a linguinha dela brincando no espaço entre o prepúcio e meu pau, me levando a um prazer supremo. Ela tirava todo meu aparelho e pressionava a cabecinha (glande) com os lábios, enquanto com a mãozinha acariciava cada um dos meus ovos. Esse prazer aumentou quando, alternadamente, ela foi colocando minhas bolas dentro da boca e massageando elas com a língua. Finalmente, chupou meu pau com os lábios a toda velocidade até me fazer gozar na boca dela todo o leite quente, fruto de tanta excitação, e, para meu espanto, engoliu cada jato e gota que saiu do meu corpo.
Agora era minha vez e, sem perder tempo, deitei ela embaixo do chuveiro e comecei a beijar desde os dedos dos pés dela enquanto massageava com suavidade e firmeza. Assim, iniciei uma subida lenta, mas progressiva, pelas pernas dela, dando massagens, carícias, beijos e pequenas mordidas que a faziam se contorcer de prazer enquanto a água escorria pelo corpo dela. Ao chegar na metade da coxa, ela me puxou pelos cabelos e me obrigou a subir mais rápido até que eu ficasse de frente para o coelhinho suculento e rosado dela, que, pulsando, pedia para minha língua e meus lábios darem prazer. Assim, comecei minha ousada invasão na cavidade vaginal dela, explorando cada milímetro daqueles lábios molhados que mais tarde abrigariam meu aparelho ardente, já ereto naquela hora. Terminada minha exploração, localizei o botãozinho do prazer dela e, entre meus lábios, chupei ele enquanto ouvia ela repetir incoerências que refletiam o delírio febril, fruto do prazer.
No meio dos "sim…, não…, chega…, continua…, agora…, já…, ai, Deus…", entendi que era hora de enterrar meu pau naquela cavidade feminina pulsante e, ao fazer isso violentamente, um "Aiiii…" seguido de um suspiro profundo e gemidos repetidos me deram a resposta de que minhas investidas estavam causando o efeito desejado.
O fato de eu ter gozado Minutos antes ela dava mais resistência, então consegui dar mais prazer sem risco de gozar. Por isso, fiquei dentro dela até levá-la ao orgasmo e só depois disso a induzi a penetrá-la de quatro, de lado, nós dois de frente um para o outro e com os pés dela sobre meus ombros; e, nesse curto percurso de posições, consegui provocar mais orgasmos nela. No entanto, ainda me esperava a sobremesa e era preciso guardar forças para tão prazerosa tarefa.
Nessa altura, ligamos o chuveiro de novo — que tínhamos desligado depois do primeiro orgasmo dela — para nos refrescar, e ela sugeriu começar a trabalhar a bunda dela. Parecia bem disposta; porém:
— Primeiro, passa bastante sabonete e depois deda minha bunda. Mas com cuidado, meu amor, pra não doer, tá?
— Não se preocupa, você nem vai sentir... quando eu tirar, vai estar toda dormente.
— Palhaço.
— hahaha, relaxa.
Exatamente como ela pediu, fui dedando ela com a ajuda de água com sabão e, embora no começo ela reclamasse da dorzinha e de um pouco de ardor, logo se acostumou com meu dedo indicador dentro da bunda dela e deixou eu avançar com o dedo médio, claro que com calma. Depois, fizemos com os dois dedos juntos e, finalmente, colocamos três dedos naquele rabo lindo, incluindo o anelar. O processo — considerando as pausas para acostumar ela e o cuzinho dela — deve ter levado mais de meia hora, e só então coloquei a cabeça do meu pau ereto na entrada do buraquinho traseiro dela, depois de lubrificar bem minha rola com um boquete gostoso.
No começo, ela reclamou, e fui paciente, enfiando de pouquinho em pouquinho até enterrar até o saco. A partir daí, comecei uma metida e tirada que primeiro foi bem lenta e terminou com umas estocadas brutais que nos fizeram gozar até explodir os dois num êxtase total, que se refletiu nos sucos vaginais abundantes dela e na minha porra quente e grossa, com a qual apliquei uma bela lavagem de leite masculino depois de na qual caímos rendidos por uns instantes. Terminamos de tomar banho e fomos tomados por um sono profundo que nos fez dormir até o meio-dia daquele inesquecível domingo, 1º de agosto de 1993, quando eu enrabiei uma mulher pela primeira vez.
Durante os cinco dias que o evento durou, a gente transou e experimentou todas as posições que conhecíamos, pelos três buracos dela, nos sentindo no paraíso.
Ficamos juntos como casal até terminarmos, depois de muitos problemas anteriores, no sábado, 29 de julho de 1995, por ciúmes justificados e por culpa minha — desde então, nunca mais a vi.MAIS RELATOS ERÓTICOS AQUI
Terminada minha carreira como Professor, em 1990, me dediquei a alcançar até quatro metas:
1. Cursar meu mestrado.
2. Formar uma empresa educacional, que me permitisse levar adiante os planos de pesquisa científica educacional que eu tinha em mente.
3. Fazer locução de rádio em um programa de música romântica.
4. Casar com a Patrícia.
Os três primeiros eu cumpri como planejado e o quarto não, pelos motivos descritos no meu relato anterior (ver A Irresistível Patrícia).
Meu trabalho no rádio serviu como ponto de partida para um novo episódio amoroso, o mesmo que relato nestas linhas.
Foi na segunda-feira, 07 de janeiro de 1991, que lancei ao ar meu primeiro programa de rádio, que chamei de ECUALIZANDO, e foi através da frequência 1550AM. Devo dizer que não foi fácil, pois eu estava como volante (cobria qualquer locutor titular que faltasse ao seu programa) desde o ano 88'; mas, finalmente consegui. Com o ECUALIZANDO fiquei quase um ano até que assinei contrato com outra Rádio Emissora e me mudei para a chamada Frequência Fina nos 94.1FM, onde lancei um espaço diário de duas horas com música romântica, que chamei de OF HEART TO HEART, que no nosso idioma seria DE CORAÇÃO A CORAÇÃO.
Com esse programa fiquei quase cinco anos e durante esse tempo colhi muitos sucessos, anedotas e amizades; mas, sem dúvida, daqueles anos a lembrança mais marcante e excitante é a experiência que vivi junto com a Valeria ou Valery, como costumava chamá-la.
Tudo começou na sexta-feira, 14 de fevereiro de 1992, quando durante a emissão de um Programa Especial pelo Dia de São Valentim ou Dia dos Namorados, recebi a ligação de uma ouvinte que, entre lágrimas, me confidenciou que havia sido tocada por "Os Cinco Passos para Ser Feliz" que eu acabara de ler minutos antes no programa, pois ela atravessava o pior momento da sua vida, já que estava afetada por uma estranha condição brônquica que a deixava de cama há várias semanas, razão pela qual havia perdido o emprego e para Pra piorar, naquela tarde ela tinha terminado com o namorado pra sempre, porque quem ela achava que era a melhor amiga estava esperando um filho dele.
Não lembro exatamente o que falei pra acalmá-la, mas o que eu lembro é que, depois do programa daquela noite, fui até a casa dela pra cumprimentá-la, conhecê-la e saber como ela estava. Ela ficou encantada em me conhecer, e eu achei ela muito simpática.
Naquela noite, soube que ela se chamava Valéria, que era secretária e que tinha quase 28 anos (quatro anos mais velha que eu), embora não aparentasse.
Ela me convidou pra jantar na casa dela no dia seguinte, e pra ocasião se esforçou pra preparar um delicioso bolo e pra sair da cama; aí entendi que o problema dela era emocional e que o que ela realmente precisava era se sentir amada e encontrar um motivo pra seguir em frente.
Viramos grandes amigos desde aquela noite e nos divertíamos contando o que tinha acontecido com a gente antes de nos conhecermos. Às vezes a gente se via na casa dela, ou ela me acompanhava até a rádio e brincava comigo, pedindo pra eu recitar os poemas que costumava declamar pros meus ouvintes; inclusive, às vezes passávamos horas e horas andando pela cidade, zoando e rindo, enquanto ela ficava pendurada no meu braço. Tudo isso fez com que muita gente pensasse que Valéria e eu íamos casar; no entanto, a gente nunca nem namorou. Mas ela adorava alimentar esses comentários, e eu, como um bom cavalheiro, nunca desmenti.
Certa vez, Valéria me confessou que foi apaixonada pelo Pedro – o cara que engravidou a amiga dela – por quase oito anos e que o amou muito porque foi com ele que ela perdeu a virgindade…
— E… viu fogos de artifício? Como dizem? — perguntei.
— Nada a ver, mas me fez ver estrelinhas de dor, porque era um bruto.
— Que desperdício, hein? Tem que saber fazer o love numa mina virgem, não é um sacrifício brutal… Também, você, apressada, devia ter esperado por mim.
— Também já pensei nisso, esse “presentinho” devia ter sido pra você. Mas tu não teria coragem…
- Por que você diz isso?
- Porque mesmo que me visse toda peladinha, não faria nada.
- Não tenha tanta certeza.
- Então, quando você se animar, lembra que tenho outro “presentinho” muito, mas muito especial… pra você.
Esse episódio ficou na minha memória como um claro convite ao proibido e, embora achasse que entendia a que ela se referia, vários meses se passaram até que minhas suspeitas pudessem se confirmar.
Em maio de 93, fui diagnosticado com Glaucoma Crônico, uma doença nos olhos que reduz irremediavelmente e irreversivelmente a capacidade visual de forma lenta, mas progressiva. Isso foi um duro golpe na minha vida; no entanto, acabei aceitando e superando, me cercando de pessoas que me ajudassem. Então, mesmo tendo caído no ostracismo, em poucos meses me reanimei e segui em frente com minha empresa educacional, que acabava de completar um ano de existência, e com todos os meus projetos e metas. Claro que, a partir dali, sabia que precisaria depender dos outros.
Foi assim que surgiu a oportunidade de apresentar um dos meus projetos científico-educacionais no III Encontro Internacional de Pesquisadores Educacionais da América do Sul, que seria realizado na Universidade Nacional de Trujillo, em La Libertad, um dos departamentos mais lindos do Peru, onde fica a famosa Cidadela de Chan-Chan, considerada a maior Cidadela de Barro da América Pré-Colombiana.
O principal obstáculo que precisei resolver era me locomover até lá, já que minha doença ocular me impedia de atravessar ruas, ler avisos, placas e qualquer documento com letras muito pequenas. Então, tive a ideia de propor à Valéria que fizéssemos a viagem juntos, afinal, ela era minha secretária pessoal há um mês.
Ela ficou satisfeita, mesmo eu tendo avisado que a viagem poderia ser entediante para ela; não só pelo caráter extremamente acadêmico do evento, mas também pelo clima frio do lugar e porque ela precisaria me ajudar a economizar, já que naqueles dias eu tinha feito uma aquisição. mobiliário pro Centro Educacional.
Finalmente no sábado, 31 de julho de 1993, chegamos no nosso destino e a Valéria insistiu pra gente alugar um quarto de casal pra economizar; então nos hospedamos no quarto 205 do Hotel de Turistas, um dos melhores do lugar.
Desde que planejamos a viagem, percebi na Valéria um certo tesão em relação à hospedagem e, quando cheguei lá, soube que não tava enganado. Queria ter apressado as coisas, mas minha paciência habitual e bem recompensada com as mulheres me fez desistir e esperar. Além disso, dessa vez eu tava envolvido com uma mulher mais velha que eu e era a primeira vez que não tava com uma novata, então era melhor não arriscar.
— Lembra que meses atrás te ofereci um "presentinho"? — ela perguntou com os braços em volta do meu pescoço e os lábios perto dos meus.
— Sim, lembro.
— Então… talvez… se você se comportar… quem sabe… hoje eu te dou.
Antes de continuar, preciso esclarecer que eu e a Valéria nunca fomos namorados, mesmo que as circunstâncias em algum momento sugerissem isso. Eu sabia, no entanto, que naquele dia algo ia rolar e meu tesão masculino me fazia supor que o tal "presentinho" representaria pra mim minha primeira experiência de sexo anal — um terreno onde eu era um neófito na prática, embora na teoria me virasse bem.
Valéria, pra você saber, era na época uma mulherzinha miudinha (baixinha e magérrima), moreninha, de cabelo curto e liso, com traços finos sem ser bonita. O peito dela era pequeno, mas empinado, que, devido à estrutura magra, ficava bem no corpinho frágil dela. Nem preciso dizer que a cintura era bem fina e que a bunda e as pernas eram uma verdadeira beleza. Ela tinha uma tiny ass do caralho, realmente apetitosa. Sim, uma tiny ass linda; durinha, carnudinha e bem empinada, como meus amigos diriam: "Uma raba de campeonato". As perninhas dela eram bem formadinhas, fininhas, mas harmoniosas. Aquela noite seria minha, então eu tinha que me comportar à altura das circunstâncias, meu orgulho não podia ser diminuído nem minha virilidade posta em dúvida diante de alguém pra quem sexo não era assunto desconhecido.
De manhã, visitamos a majestosa cidade de Chan-Chán e a misteriosa Huaca del Sol e de la Luna. Durante esse tempo, ela ficou enfiada numa saia longa azul, uma blusinha de seda celeste e um suéter que combinava bem com o visual; mas ao meio-dia, quando chegamos na praia solitária do Porto de Salaverry, ela me deixou sem palavras quando a vi; enquanto eu a cobria com uma toalha, ela foi se desprendendo de cada peça de roupa até ficar só com uma diminuta tanga vermelha que cobria mal um terço de cada peitinho dela e, embaixo, um pequeno triângulo tapava levemente a buceta; enquanto que, por trás, um cordãozinho sugestivo sumia entre as duas nádegas durinhas, levantando-as ainda mais do que o normal diante do meu olhar atônito:
– Gostou?
– Você tá… linda.
– Só isso?
– Não, meu anjo, acho que já sei qual vai ser meu… “presentinho”.
– E você gostou do “presentinho”? – disse ela, provocante, mostrando a raba.
– Tô ficando louco.
– Então, faça por merecer, querido.
– Me diz o quê, e eu faço sem reclamar.
– Adivinha.
No almoço, comemos um afrodisíaco ceviche de frutos do mar e, à tarde, percorremos as construções coloniais da cidade, como, por exemplo, a Casa Bracamonte, a Casa Orbegoso, as igrejas do século XVIII e o que o tempo nos permitiu.
Chegada a noite, fomos com a Valéria jantar e depois dançar numa discoteca privada, com ambientes quase privados que nos predispunham às manifestações de amor. Naquela noite, a Valéria tinha se esforçado pra estar mais gostosa do que nunca e usava uma minissaia vermelha com uma blusinha de seda branca que destacava a esbeltez do corpo dela.
Desde que chegamos no lugar, notei ela mais tarada que o normal e confirmei quando, sentados à mesa (numa espécie de sofá), ela começou a brincar com meu cabelo cacheado e depois passei um dos dedos pelo meu braço esquerdo enquanto deixava a cabeça dela descansar no meu peito. O convite era claro, então não perdi tempo e acariciei suas costas com minha mão, suavemente; então...
— Tô com coceira… nas costas. Por que você não coça por baixo da blusa?
— Claro — e ao fazer isso, descobri que por baixo da blusa ela não usava sutiã.
— Surpreso? — ela perguntou, enquanto um sorriso safado se formava nos lábios dela ao ver minha expressão. — Surpreenda-se mais… por baixo da saia só tem minha… pele e minha… hahaha — depois ela esclareceu que era só brincadeira; mas que adorava me ver enrascado.
Foi então que começou a tocar “Somos Dos” do Gianmarco (segundo a Valéria, nossa música), e saímos pra dançar. Ela me envolveu com os braços e eu segurei sua cintura, e enquanto o cantor peruano cantava “…Somos dois, eu o mar e você a Lua, compartilhando love na penumbra…”; comecei a dar beijos rápidos e intermitentes dos dois lados do pescoço dela, que tiveram um efeito inesperado, porque a excitação dela não deixou que ela reprimisse um gemido e um suspiro traidor. Percebi que minhas carícias estavam no caminho certo, então, de volta ao sofá da nossa mesa, me esforcei pra aumentar o prazer dela e continuei acariciando os lábios dela com os meus, e com as mãos percorri o corpo dela sem tocar a pele, parando nos peitos dela e depois nas coxas, até que recebi como resposta ela pegar com as mãozinhas o meu volume duro que já lutava pra sair do confinamento forçado da minha calça.
Os níveis da nossa excitação pareciam não conseguir parar de subir até que os primeiros acordes da música da Debbie Gibson, “Podríamos Estar Juntos”, nos arrancaram do sofá e nos levaram pra pista de dança numa tentativa inútil de escapar do desejo e da excitação, porque antes da música terminar já estávamos entrando no carro que nos levaria pro hotel.
Mal cruzamos a porta do quarto e começamos a nos despir a toda pressa, como se tivéssemos fome de pele, como se do contato dos nossos corpos dependesse nossa existência, nos abraçamos e acariciamos, e é que a excitação e a atração daquele momento eram mais fortes que nossa vontade. Pela primeira vez senti o desejo de copular com aquela mulher nua que a única coisa que podia me oferecer naquela noite era sexo, prazer e satisfação carnal.
Me aproximei dela e ao apertá-la senti o perfume do seu corpo e meu desejo aumentou junto com minha ereção e soube que ela estava tão faminta de sexo quanto eu; no entanto, não podia esquecer minha cavalheirice e me arrisquei a perguntar:
– Esse é meu presente?
– Ah, ah, não, esse não é.
– E então? Será que ainda não mereci?
– Claro que sim, bobinho… me segue.
No banheiro do quarto tínhamos uma banheira grande e sobre ela um chuveirinho que deixamos aberto sem colocar o tampão no ralo, de modo que a água morna escorria pelos nossos corpos nus enquanto nos beijávamos e acariciávamos, aumentando a cada instante nossa excitação. Devem ter se passado alguns minutos antes dela me perguntar assim:
– Quer saber qual é o "presentinho" que te ofereço?
– Tô morrendo de vontade de saber.
– Este – e levando minhas mãos presas pelas dela até aquele momento, as colocou sobre suas duas nádegas carnudas e empinadas.
– Essa bundinha linda é meu presente?
– Não é só minha bunda; é "a buceta da minha bunda".
– Quer dizer que nunca te fizeram por aqui? – falei isso enquanto com minhas mãos separava levemente suas nalgas e tentava cutucar com meu dedo entre elas.
– Ei… atrevido – disse fingindo raiva enquanto batia de leve na minha bochecha com a mão – Não seja ansioso, primeiro é o prato de entrada, depois o principal e no final você vai comer a sobremesa.
Terminado isso, ela desceu com as mãos pelas minhas costas até chegar na minha ferramenta; nessa hora, dura e quente como um ferro em brasa e sem se importar com suas dimensões, abriu seus lábios e eu vi desaparecer. Como por mágica, toda minha massa de carne foi parar na boca dela, começando uma sessão de sexo oral que eu nunca tinha vivido. Sentia a linguinha dela brincando no espaço entre o prepúcio e meu pau, me levando a um prazer supremo. Ela tirava todo meu aparelho e pressionava a cabecinha (glande) com os lábios, enquanto com a mãozinha acariciava cada um dos meus ovos. Esse prazer aumentou quando, alternadamente, ela foi colocando minhas bolas dentro da boca e massageando elas com a língua. Finalmente, chupou meu pau com os lábios a toda velocidade até me fazer gozar na boca dela todo o leite quente, fruto de tanta excitação, e, para meu espanto, engoliu cada jato e gota que saiu do meu corpo.
Agora era minha vez e, sem perder tempo, deitei ela embaixo do chuveiro e comecei a beijar desde os dedos dos pés dela enquanto massageava com suavidade e firmeza. Assim, iniciei uma subida lenta, mas progressiva, pelas pernas dela, dando massagens, carícias, beijos e pequenas mordidas que a faziam se contorcer de prazer enquanto a água escorria pelo corpo dela. Ao chegar na metade da coxa, ela me puxou pelos cabelos e me obrigou a subir mais rápido até que eu ficasse de frente para o coelhinho suculento e rosado dela, que, pulsando, pedia para minha língua e meus lábios darem prazer. Assim, comecei minha ousada invasão na cavidade vaginal dela, explorando cada milímetro daqueles lábios molhados que mais tarde abrigariam meu aparelho ardente, já ereto naquela hora. Terminada minha exploração, localizei o botãozinho do prazer dela e, entre meus lábios, chupei ele enquanto ouvia ela repetir incoerências que refletiam o delírio febril, fruto do prazer.
No meio dos "sim…, não…, chega…, continua…, agora…, já…, ai, Deus…", entendi que era hora de enterrar meu pau naquela cavidade feminina pulsante e, ao fazer isso violentamente, um "Aiiii…" seguido de um suspiro profundo e gemidos repetidos me deram a resposta de que minhas investidas estavam causando o efeito desejado.
O fato de eu ter gozado Minutos antes ela dava mais resistência, então consegui dar mais prazer sem risco de gozar. Por isso, fiquei dentro dela até levá-la ao orgasmo e só depois disso a induzi a penetrá-la de quatro, de lado, nós dois de frente um para o outro e com os pés dela sobre meus ombros; e, nesse curto percurso de posições, consegui provocar mais orgasmos nela. No entanto, ainda me esperava a sobremesa e era preciso guardar forças para tão prazerosa tarefa.
Nessa altura, ligamos o chuveiro de novo — que tínhamos desligado depois do primeiro orgasmo dela — para nos refrescar, e ela sugeriu começar a trabalhar a bunda dela. Parecia bem disposta; porém:
— Primeiro, passa bastante sabonete e depois deda minha bunda. Mas com cuidado, meu amor, pra não doer, tá?
— Não se preocupa, você nem vai sentir... quando eu tirar, vai estar toda dormente.
— Palhaço.
— hahaha, relaxa.
Exatamente como ela pediu, fui dedando ela com a ajuda de água com sabão e, embora no começo ela reclamasse da dorzinha e de um pouco de ardor, logo se acostumou com meu dedo indicador dentro da bunda dela e deixou eu avançar com o dedo médio, claro que com calma. Depois, fizemos com os dois dedos juntos e, finalmente, colocamos três dedos naquele rabo lindo, incluindo o anelar. O processo — considerando as pausas para acostumar ela e o cuzinho dela — deve ter levado mais de meia hora, e só então coloquei a cabeça do meu pau ereto na entrada do buraquinho traseiro dela, depois de lubrificar bem minha rola com um boquete gostoso.
No começo, ela reclamou, e fui paciente, enfiando de pouquinho em pouquinho até enterrar até o saco. A partir daí, comecei uma metida e tirada que primeiro foi bem lenta e terminou com umas estocadas brutais que nos fizeram gozar até explodir os dois num êxtase total, que se refletiu nos sucos vaginais abundantes dela e na minha porra quente e grossa, com a qual apliquei uma bela lavagem de leite masculino depois de na qual caímos rendidos por uns instantes. Terminamos de tomar banho e fomos tomados por um sono profundo que nos fez dormir até o meio-dia daquele inesquecível domingo, 1º de agosto de 1993, quando eu enrabiei uma mulher pela primeira vez.
Durante os cinco dias que o evento durou, a gente transou e experimentou todas as posições que conhecíamos, pelos três buracos dela, nos sentindo no paraíso.
Ficamos juntos como casal até terminarmos, depois de muitos problemas anteriores, no sábado, 29 de julho de 1995, por ciúmes justificados e por culpa minha — desde então, nunca mais a vi.MAIS RELATOS ERÓTICOS AQUI
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