Aqui vai a parte 2: https://m.poringa.net/posts/relatos/3677822/Los-amigos-de-mi-hijo-Enculada.html Tinha passado uma semana desde o último incidente com o Marcos e os 3 amigos dele. Nessa semana, a vida do meu filho tinha melhorado muito. Ele não só estava mais feliz e tinha novos amigos, como também nos contou que o amigo Marcos tinha arrumado um teste com o técnico do time de futebol, e ele conseguiu passar e entrar no time. O pai dele até começou a mudar de atitude e a mostrar orgulho do nosso filho.
Obviamente, nem meu filho nem meu marido imaginavam que a entrada do Jorge no time de futebol não tinha nada a ver com as habilidades dele como jogador, mas sim com a minha buceta e, mais especificamente, com as investidas do Marcos na minha bunda, que conseguiram a vaga do meu filho no time.
Minha buceta arrombada tinha valido a pena pra deixar meu filho muito mais feliz.
Por sorte minha, depois da sexta-feira anterior, quando o Marcos me comeu do jeito que quis e arrombou meu cu pra depois me obrigar a chupar as picas dos amigos dele, no fim de semana ele tinha me esquecido. Mesmo eu estando sozinha em casa com meu filho e meu marido trabalhando, ele não tinha me incomodado de novo. Era sexta-feira de novo, e meu descanso tinha chegado ao fim quando meu celular começou a tocar e eu reconheci o número do Marcos.
Meu filho e meu marido estavam na sala, então fui pro meu quarto atender.
"Fala"
"Vadia, vou te dar um endereço. Quero você lá em 30 minutos."
"Pe...pera...acabei de almoçar, meu marido e meu filho estão em casa... o que você quer que...?"
"Foda-se. Fala que vai tomar café com a minha mãe, anota e vem logo."
Marcos me deu o endereço pra onde queria que eu fosse e desligou. Como ele tinha mandado, falei pro meu marido e pro meu filho que ia tomar café com a mãe do Marcos, algo que eu fazia de vez em quando, mas não tinha feito desde o dia em que o Marcos me comeu pela primeira vez. Cheguei no endereço que o Marcos tinha me dado em menos de 30 minutos. minutos e quando saí do carro, o Marcos já estava me esperando na porta do que parecia ser um estúdio de tatuagem e piercing. Comecei a temer o pior. Assim que cheguei na porta, o Marcos me beijou na boca. Eu me assustei, com medo de alguém nos ver, mas pensei que estávamos longe do bairro e era difícil alguém que me conhecesse estar por ali.
“Entra, sua putinha, que eu tenho um presente pra você.”
Obedeci e entrei no estúdio de tatuagem. Era cedo e não tinha ninguém lá dentro, exceto um cara bem alto e magro, todo tatuado, que me parecia familiar, mas eu não tinha certeza de onde.
“Olha, Charlie, essa mina aqui é quem você vai tatuar.”
“Porra, mano, essa mina... essa mina é a vizinha da minha avó.”
Naquele momento, caiu a ficha e um arrepio percorreu meu corpo. De todos os estúdios de tatuagem da cidade, tínhamos que ir justamente no do neto da Rosa. Por isso aquele cara me era familiar. Eu só tinha visto ele umas duas vezes no portão do prédio quando ele ia visitar a avó, mas a Rosa me contava muita coisa sobre ele, inclusive que tinha 23 anos, era um cara muito legal e se virava bem com o estúdio de tatuagem dele.
“A vizinha da sua avó?”
“É, mano, minha avó Rosa, é vizinha dessa mulher?”
“Porra, mano, a Rosa. Outro dia eu conheci sua avó, hahaha, ela veio pedir arroz quando eu tava na casa da Maribel.”
“Caralho, mano, agora que eu pensei, outro dia quando saí da casa da minha avó, abri o portão do prédio pra três caras que eu acho que eram da sua gangue.”
“Hahaha, então era você que eles encontraram no portão? Pois é, foi por isso que eles estavam lá. E quer saber por que eles foram até lá?”
“Não, mano.”
“Porque eu tava arrombando o cu da vizinha da sua avó e queria que meus parceiros fossem lá pra essa putinha chupar as picas deles.”
“Que isso, mano? Não acredito em você.”
“Fala você, Maribel, é verdade ou não?”
As humilhações já estavam começando.
“É, é verdade.”
“Mas explica direito pro meu amigo, sua vadiazinha.”
“Sim,” Marcos tava me arrombando outro dia e os amigos dele vieram pra eu chupar eles" respondi. "Porra cara, não acredito, mas onde você arrumou essa gostosa? Minha avó me contou que ela é casada e uma dona de casa bem simples." "Sim cara, ela é casada e tem um filho que é um perdedor. Ela queria que o filho fosse popular e que o pessoal parasse de zuar ele, então os buracos dela são o preço que eu coloquei pra transformar o filho dela num fera." "Hahaha, puta merda cara, como você se vira. É, acho que sei quem é o filho dela, um cara magrelo pra caralho e baixinho que já cruzei no portão quando ia ver minha avó, hahaha. Se eu contasse isso pra minha avó, ela não ia acreditar, cara." "Você não pode contar nada, Charlie. Falei pra minha puta que nosso acordo é só nosso e que tudo vai ficar bem enquanto ela se comportar." "Hahaha, beleza cara, sem problema. De qualquer forma, como se eu fosse contar pra minha avó que a vizinha dela come pica de três em três, hahaha." "Sua avó ia pirar, Charlie, coitada." "Tô ligado, mano. Bom, e o que você vai querer?" "Quero que você tatu um M na buceta dela." "Hahaha, isso tá feito, cara." "Co... como? Eu não quero tatuagem nenhuma, não..." "Foda-se o que você quer. Ainda não sacou que você não tem escolha nisso? Ou faz tudo que eu mando ou seu filho se fode." "Mas como... como vou explicar pro meu marido..." "Fica tranquila com isso. Por sorte pra você, sua inicial e a minha são iguais, então se ele ver o M tatuado na sua buceta, você fala que tatuou sua inicial e pronto. Com certeza seu marido caminhoneiro vai ficar de pau duro." "Beleza, vamos entrar e começar." Entramos no estúdio depois de deixar pra trás a espécie de hall decorado com fotos de tatuagens. O estúdio tinha uma cama e vários utensílios que eu não conhecia. "Maribel, você tem que abaixar a calça e a calcinha um pouco e deitar na maca," disse Charlie. Nada de um pouquinho, Maribel, tira toda a roupa" – disse Marcos
"Pe... mas..."
"Sem 'mas' nem porra, tira toda a roupa, assim você fica mais à vontade"
Obedeci. Eu usava um vestido florido que tirei pelos ombros, um sutiãzinho roxo e uma calcinha da mesma cor. Me despi olhando pro chão e deixei minha roupa numa cadeira. Quando me virei, Marcos estava sentado na frente, e Charlie estava de frente pra maca, me olhando besta.
"Porra, mano, ela é bem gostosa pra idade que tem, que peitão do caralho"
"Tô te falando, viu como as tetas dela balançavam outro dia enquanto eu comia ela de quatro na frente do marido e do filho?"
"Que porra é essa, mano, você comeu ela na frente da família?"
"Kkkkk, não, cara, não sou tão filho da puta assim. Comi ela na cama de casamento dela, com as fotos da família na frente"
"Kkkkk, você é um porco mesmo, hein"
Charlie bateu com a mão na maca, e eu entendi o recado. Me deitei na maca completamente nua como estava, e Charlie começou a preparar as coisas.
Vi ele preparar espuma de barbear e uma lâmina. Diante do meu olhar, Charlie disse:
"É pra depilar sua bucetinha, não pode ter pelo, assim fica mais fácil"
Ele passou a lâmina e, em duas passadas, me deixou completamente depilada.
"Assim fica bem melhor, igual uma menininha"
Depois, pegou uma espécie de pistola com uma agulha hipodérmica, ligou o bicho e chegou perto de mim.
"A região pubiana é delicada, mas um M é fácil de tatuar e vai ser rápido"
Senti umas picadas. Não doía muito, mas era meio chato. Depois de 10 minutos, eu já tava perguntando quanto faltava pra acabar.
"Daqui a poucos minutos você tá pronta, putinha. Fica tranquila e deixa o Charlie trabalhar"
10 minutos depois, ouvi Marcos desligar a máquina.
"Pronto, buceta tatuada"
Levantei a cabeça e vi um M preto, uns 5 cm de largura por 5 de comprimento, no meio do meu púbis.
"Agora, um pouco de creme e pronto. Essa tatuagem é pequena, então não precisa de muitos cuidados Charlie espalhou um pouco de creme no meu púbis e eu me senti totalmente exposta e humilhada na frente do neto da minha vizinha. Fazia umas semanas que eu levava uma vida totalmente normal e agora estava ali, nua diante de um desconhecido, com o amigo do meu filho me olhando a poucos metros com um sorriso no rosto.
“Uppps, desculpa, não sabia que você estava com clientes”
A voz me tirou do meu pesadelo por um segundo. Olhei para a porta do estúdio e vi um moleque da mesma idade do Charlie parado na soleira.
“Fica tranquilo, mano, por enquanto não tem mais clientes hoje. Vai pra recepção e se rolar algo me avisa.” O garoto se virou e sumiu. Devia ser o recepcionista e não pareceu estranho ver uma mulher nua ali com a buceta recém-tatuada.
“Ei, cara, deixa eu usar teu estúdio um pouco?”
“Bom, não tenho mais clientes no momento. O que você quer fazer?”
“É que fiquei olhando a xoxota depilada da Maribel enquanto você tatuava e já fiquei todo duro.”
De fato, pude ver que o Marcos já tinha uma ereção que dava pra notar através do short dele.
“Hahaha, então quer estrear a buceta depilada da vizinha da minha avó? Beleza, mano, sem problema. Vou pra recepção e te deixo aproveitar.”
“Fica se quiser, Charlie. A Maribel e eu não somos envergonhados, não é mesmo, Maribel?”
Eu sabia que não importava o que eu respondesse.
“Não, não somos.”
O Marcos baixou a calça e a cueca. Dessa vez nem tirou a camiseta que estava usando. O pau dele não precisou de mais nada, já estava pronto pra me penetrar. Ele se aproximou mais de mim. Eu virei a cabeça para o outro lado, sabendo o que estava por vir.
“Quero que você olhe pro Charlie. Se ele disser pra você desviar o olhar, eu vou ficar puto.”
Tive que virar a cabeça pro outro lado, pro lugar onde o Charlie estava, e olhar na cara dele.
O Marcos levantou minhas pernas e as colocou paralelas sobre meus ombros, quase perto da cabeça dele. Apontou a vara dura dele pra minha gruta e, pela terceira vez... Em menos de um mês, uma pica que não era do meu marido se enfiou dentro de mim. Marcos metia com força enquanto meu corpo balançava com as estocadas e eu não parava de olhar pro Charlie. "Vai, Marcos, fode ela com tudo", o neto da minha vizinha incentivava o amigo. Marcos me bombava sem parar, animado pelo amigo, me dando com tudo, minhas tetas balançavam forte e minhas mãos se agarravam com força nas bordas da maca. Eu via como Charlie curtia a cena como se estivesse vendo um filme pornô em casa, até passava a mão no próprio pau por cima da calça de vez em quando enquanto a pica do Marcos não parava de se enterrar dentro de mim. A maca começou a ranger enquanto Marcos continuava me comendo com tudo e eu sentia perfeitamente como a pica daquele filho da puta chegava no fundo de mim, não conseguia evitar começar a gemer enquanto não tirava os olhos do Charlie pra não deixar o Marcos puto. Marcos agarrou minhas mãos que seguravam a maca e me puxou pra perto dele, fazendo as penetrações ficarem mais barulhentas e profundas, Marcos tava muito tarado e não parecia que ia aguentar mais, eu temia que dessa vez ele gozasse dentro de mim, comecei a tomar a pílula sabendo que um dia esse porco ou algum dos amigos dele podia acabar gozando nas minhas entranhas, não queria arriscar e fazia isso pelas costas do meu marido, que já que não me tocava há meses, desconfiaria se soubesse que eu tava tomando anticoncepcional. Logo senti o Marcos tirar a pica e colocar ela em cima da minha xota, ele começou a respirar pesado e senti vários jatos de porra cair no meu púbis, em cima da tatuagem que o Charlie tinha acabado de fazer em mim há alguns minutos. "Uff, mais creminho pra tatuagem, putinha", disse o Marcos. "Se limpa, vadiazinha", ele falou enquanto vestia a calça. Eu peguei um lenço que tava perto da maca e limpei meu púbis coberto de porra com ele. "Ele ficou te olhando o tempo todo?" "Sim, ele te obedeceu. Você não imagina a cara que ela fez."
"Bom, quanto te devo pela tatuagem?"
"Seria 60 euros, mano."
"Você não prefere outra coisa?"
"Como assim?"
"Tô vendo que você tá de pau duro, filho da puta. Não quer meter essa rola na minha puta?"
"Pô, cara, na real..."
"Tá resolvido. Os 60 euros em troca de você brincar com a Maribel."
"Fechou, mano."
Eu não acredito. O porco do Marcos tá negociando comigo como se eu fosse um pedaço de carne que pertence a ele. Antes de chegar na maca, o Charlie já tinha se pelado.
"Charlie, pelo amor de Deus, sou amiga da sua avó, sou uma mulher casada, por favor, não..."
"Você também era casada cinco minutos atrás, quando meu amigo Marcos te enchia de porrada de pau."
"É, Maribel, não vem com desculpa esfarrapada. Você também era casada quando eu te comi de cu outro dia na frente das fotos da sua família, quando engoliu meu pau no seu quarto de casada, quando gozei na sua cara, quando chupou meus amigos na sala da sua casa." – disse Marcos.
"Mas não faz isso, eu imploro, por favor, não..."
"Olha, Maribel, eu não vou obrigar o Charlie a te foder. Se ele não quiser seus buracos, a gente tira 60 euros da sua carteira e você vai pra casa."
"É, a gente paga. Foda-se, 100 euros se quiser. Tenho 150 na carteira, são seus, mas não..."
"Desculpa, senhora. O fato de ser a vizinha da minha avó me dá um tesão do caralho, e saber que é casada e que o filho da puta do Marcos come ela sendo amigo do filho dela me deixa louco. Guarda seus 150 euros, que eu fico com a sua buceta."
Charlie se aproximou da maca e começou a tocar meus peitos. Depois, se inclinou pra lamber meus mamilos e enfiou a cabeça entre meus seios, fazendo barulho enquanto brincava com eles.
Marcos me levantou da maca e me ergueu sobre ele. Pra não cair no chão, tive que enroscar minhas pernas na cintura dele e pude sentir a dureza do pau dele na minha barriga. Pelo menos me consolei pensando que era um pau bem normal e que eu não sofreria quando ele enfiasse em mim.
Ele começou a me beijar com gosto, e mesmo que no começo eu mantivesse a boca fechada, logo não consegui evitar que... A língua dele violou minha boca, enquanto ele passava a mão no meu rabo gostoso, era o quinto cara em poucas semanas que tava abusando de mim, o neto da minha vizinha e amiga Rosa me deixou pelada em cima dele com a língua dele entrelaçada na minha. Depois ele baixou a cabeça de novo pra enterrar ela nos meus peitos. "Porra Marcos, que peitão que ela tem, adoro" "Então beleza parceiro, come esses peitos que você tanto gosta" Quando ele cansou de chupar meus peitos, Charlie me largou no chão, me deixou bem na frente dele, tão colada que eu sentia o pau duro dele contra minha barriga. "Marcos, posso chupar ela?" "Pode fazer o que quiser com ela, mano, você é meu parceiro" Então Charlie sussurrou no meu ouvido "Fica de joelhos e chupa meu pau" Eu me ajoelhei e sem falar nada peguei o pau pela base e fui me aproximando até enfiar ele parcialmente na minha boca, fechei os olhos e comecei um movimento com a cabeça que fez Charlie suspirar de prazer. "Porra, a dona casada, como ela chupa bem" "Hahaha, ela aprendeu nas últimas semanas" disse Marcos "Então beleza cara, deixa ela chupar, deixa ela chupar" Charlie segurou minha cabeça e começou a mexer como se tivesse se masturbando com as duas mãos, literalmente tava fodendo minha boca e por sorte não era tão grande quanto a do Marcos, só me dava uns engasgos, mas era relativamente fácil pra minha garganta acomodar aquele pau. "Até o fundo gostosa, até o fundo" "Ela ainda não é especialista em garganta profunda, Charlie" disse Marcos Charlie tirou o pau da minha boca e começou a mover ele pra cima e pra baixo batendo na minha cara, enchendo ela de saliva e líquido pré-gozo, depois passou ele nos meus lábios como se tivesse pintando eles com o pau duro dele. "Vai, continua chupando pau" Eu enfiei a ponta do pau na boca de novo e dessa vez Charlie colocou a mão na minha cabeça mas sem fazer força, deixando que eu levasse o ritmo do boquete que tava fazendo nele. Minha língua percorria o tronco daquele pau chupando com gosto, Eu parecia uma puta vulgar, era nisso que eu estava me transformando. "Eu comeria essa bucetinha que você tem, puta, mas como meu amigo esteve dentro há pouco tempo, me dá um pouco de nojinho, então se incline na maca olhando para o outro lado." Eu tirei a minha rola e me coloquei sobre a maca, olhando para a parede e dando meu cu para o Charlie. "Mas que rabo que essa casada putinha tem." "Falo mesmo, Charlie." "Não sei se tenho camisinhas por aqui." "Que buceta de camisinha, fode ela no pelo, sente bem essa bucetinha apertada que a puta tem." "Bom, então vou dar uma roladinha na vizinha da minha avó." Senti o pau do Charlie encostar em mim e, enquanto ele se inclinava sobre mim até quase sentir o hálito dele na minha nuca, ele enfiou de uma vez. Ficou parado com a rola enterrada dentro de mim. "Porra, cara, é bem apertadinha." "É, parece que o marido não usou muito, mas vou dar um bom uso nessa buceta." Charlie não me segurou, só dava estocadas lentas de quadril, fazendo minha buceta engolir o pau dele devagar. Marcos virou a maca, eu pude ver que ele tinha tirado a calça de novo e já estava duro de novo. Como Charlie estava me fodendo na parte estreita da maca, Marcos conseguiu se posicionar na minha frente, a centímetros do meu rosto, com o pau na altura da minha cara. "Espero que você não se importe se eu entrar na festa." "Claro que não, é a sua puta, faz o que quiser." Marcos colocou a mão na minha cabeça e foi se aproximando até o pau dele tocar meus lábios. Começou a fazer força e logo tive que abrir a boca, deixando a rola daquele porco entrar. Era a primeira vez na minha vida que eu tinha dois paus dentro de mim ao mesmo tempo. As estocadas do Charlie faziam com que fosse impossível tirar o pau do Marcos da boca, ainda mais quando ele colocou as mãos dos dois lados do meu rosto, segurando minha cabeça para que eu não pudesse mexer para os lados. "Tudo pra dentro, até o fundo, estou metendo tudo nela. Promíscua até o talo" "Aproveita, parceiro, aproveita" Eu me sentia como uma boneca inflável que aqueles dois malditos bastardos usavam como bem queriam. "Tô quase gozando" disse Charlie, aumentando o ritmo das estocadas "Calma, mano, tira que ainda dá tempo de se divertir" Charlie saiu da minha buceta bufando, tinha quase gozado sem dúvida, vi ele sentar na maca do meu lado, Marcos tirou o pau da minha boca e ficou atrás de mim, não deu tempo de eu descansar, ele me virou e disse "Você tá se comportando como uma boa putinha, vou encher mais um pouco sua buceta" Marcos me pegou no colo como o amigo dele tinha feito minutos antes, mas dessa vez não deixou o pau bater na minha barriga, fez eu entrelaçar minhas pernas nele e segurar o pescoço dele com as mãos enquanto ele procurava com o pau nessa posição a entrada da minha gruta, quando encontrou, colocou as mãos nas minhas nádegas e começou a descer. Foi descendo bem devagar, saboreando o momento "Sempre tão apertadinha e quentinha, que buceta gostosa que você tem, Maribel" dava pra sentir que ele já tinha enfiado a cabeça e continuava descendo sem parar enquanto Charlie na maca batia uma devagar. "Você sente ele, Maribel? Gosta como ele vai entrando?" "Que buceta gulosa que ela tem" disse Charlie Ele continuou descendo até não poder mais e me olhou nos olhos naquela posição, completamente empalada pelo pau dele, como uma raposa gostosa com as pernas na cintura dele e as mãos no pescoço, me beijou de língua sem deixar o pau sair nem um centímetro de dentro de mim. Quando terminou de me beijar, começou a martelar com o pau na minha buceta, eu aguentava as estocadas fortes que, diferente de antes, agora eram rápidas e profundas. "Seu marido nunca te comeu assim na vida, isso é o que você gosta, um pau bom estourando sua buceta de coroa casada" ele parou de novo e começou a andar até a maca com o pau enterrado no meu “Você tá pronto pra mais, Charlie?” “Claro, cara, vamos meter mais rola nela” “Você vai me ajudar a fazer algo novo com ela” disse Marcos. Marcos continuou andando comigo em cima até chegar nas pernas da Charlie, que ainda tava sentada na maca. Marcos me levantou um pouco mais e se aproximou até me colocar em cima da Charlie. “Já sabe o que eu quero, né, Charlie?” “Sim, cara, hahaha, vai ser foda” Eu não sabia o que eles queriam dizer até sentir a rola da Charlie perto do meu cu. “Não, não, o que vocês vão fazer, vocês não tão pensando em...” “Cala a boca, puta, você vai ver como goza com duas rolas dentro de você. Além disso, seu cu já tá acostumado com a minha rola e vai ser mais fácil deixar a rola da Charlie entrar no seu rabo” “Não, isso não, por favor, isso sim que não” “Cala a boca, puta, ou eu peço pra Charlie ligar pro seu filho e pro seu marido pra eles virem aqui e verem como a mulher e a mãe deles tá completamente pelada empalada na rola de um moleque de 18 anos, amigo do filho deles. O que você prefere?” Não respondi e fechei os ojos diante do inevitável. Marcos já tava em cima da Charlie e ele tinha a rola na direção certa, então Marcos só teve que me deixar descer devagar. Logo senti a rola da Charlie pressionando meu cu. “Já tá entrando, já tá entrando, garoto” dizia Charlie. Marcos continua descendo, sinto meu cu se abrindo, começa a arder, a mesma sensação de uma semana atrás quando Marcos arrombou meu cu pela primeira vez na vida. A rola da Charlie vai abrindo caminho dentro de mim devagar até que eu o ouço dizer: “Já foi, até o fundo, cara, tem as duas cravadas até o talo” Ao ouvir isso, abro os olhos horrorizada. As duas rolas estão dentro de mim separadas só por uma membrana fina, posso sentir elas pulsando dentro de mim. Nunca em 20 anos de casamento tinha sido infiel e em menos de 3 semanas tinha chupado várias rolas adolescentes, deixado que estourassem minha buceta, arrombassem meu cu e agora eram duas rolas que se abriam caminho dentro de mim. Buceta e meu cu, dois paus jovens que iam me arrebentar por dentro. Dessa vez, o Marcos não me levanta, só mexe a cintura fazendo o pau dele sair de mim uns centímetros enquanto o pau do amigo dele continua dentro de mim, fazendo meu cu se acostumar com o tamanho daquele invasor de carne pulsante. "Vocês vão me matar", eu falo. "Fica tranquila, Maribel, ninguém morre por uma dupla penetração, hahaha." "Porra, esse cu é apertado pra caralho, mano." "Claro, até semana passada tava intacto." "Hahaha, você estreou o cu da mulher casada? Que filho da puta. Agora sou eu quem vai provar essa raba. No fim, esse cu vai conhecer mais paus do que o do marido dela." Não acredito, mas é verdade: tenho dois paus dentro de mim e, provavelmente, o do Charlie não vai ser o último a entrar no meu cu daqui pra frente. "Mexe a raba dessa puta como quiser, Charlie, enquanto eu me divirto com os peitos dela." O Marcos solta meu cu e me deixa sentada nas coxas do Charlie, e começa a beliscar meus mamilos, fazendo eles ficarem duros sem jeito. "Vamos nessa", diz o Charlie, que coloca as mãos debaixo da minha bunda e começa a me levantar devagar, sem deixar nenhum dos paus sair completamente de dentro de mim pra poder me abaixar de novo. Eu começo a ofegar e suspirar forte, já era inevitável, não consigo me controlar, tenho dois paus dentro de mim e o filho da puta do Marcos tá brincando com meus mamilos. Não quero, não pode acontecer, mas tá acontecendo: tô gostando, meu corpo tá curtindo a dupla fodida que esses dois moleques tão me dando. "Você gosta de ter dois paus dentro, Maribel. Já sabia que era uma puta, soube na hora que você veio me pedir ajuda pro seu filho. Naquele mesmo dia, soube que ia te transformar na minha puta particular. Soube que você era fraca e tarada e que faria qualquer coisa pelo otário do seu filho." Os paus dos dois entravam em mim sincronizados, fazendo eu sentir eles até o fundo. ser. “Eu arrancaria esses pezões gordos que você tem, Maribel” No estúdio tava quente e meu corpo tava todo suado e grudento por causa da foda que eu tava levando, minha bunda e minha buceta tavam alargando enquanto Charlie e Marcos me comiam ao mesmo tempo. “Não aguento mais, agora sim, não aguento mais, cara” “Goza no cu dela, cara, você é um bom parceiro e vou deixar você encher ele de porra pela primeira vez” Eu ia recusar, mas não deu tempo, antes que eu falasse qualquer coisa aconteceu, Charlie deu um grito e começou a encher meu cu de porra, minhas costas arquearam ao sentir aquele líquido quente entrando em mim e naquele momento, com Marcos mexendo a cintura de novo pra que o pau dele não saísse de dentro de mim, gozei igual uma puta. “AAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH” “Isso aí, Maribel, goza putinha, goza, hahahaha” disse Marcos “Toma porra quentinha pra você, até dentro do seu cu” disse Charlie Marcos aumentou o ritmo das porradas “VOCÊ TAMBÉM DENTRO NÃO, VOCÊ TAMBÉM NÃO” gritei ofegante “Calma, Maribel, hoje não é o dia, tenho outra coisa planejada pra hoje” Marcos saiu rapidinho de dentro de mim, quando se desgrudou eu escorreguei pra baixo sem forças, caindo de joelhos no chão, sentindo que ao cair e destampar meu cu do pau do Charlie, o sêmen dele começava a vazar pra fora, manchando minhas coxas. Eu ainda tava em choque quando vi que Marcos se aproximou de mim e enfiou o pau na minha boca sem que eu pudesse fazer nada pra evitar, me segurou com as duas mãos impedindo que eu tirasse a boca e começou a gozar dentro da minha boca. “ENGULA TUDO, PUTA; EU CUIDO DO SEU FILHO E VOCÊ CUIDA DE MIM, ENGULA TODA MINHA PORRA” Ele grita olhando nos meus olhos enquanto a cada pancada de quadril continua gozando dentro da minha boca, é impossível me soltar e começo a engolir sentindo a porra daquele cara descendo pela minha garganta até cair no meu estômago. Ele fica uns segundos na mesma posição até que sinto como Um último jato bate no meu paladar e desce direto pro meu estômago sem tocar na minha língua. Quando ele solta minha cabeça, eu começo a tossir e alguns restos de porra caem no chão.
"Ela engoliu tudo feito uma campeã" – ri o Charlie.
"Tô falando, como me ordenhou. É a primeira vez que gozam na sua boca, Maribel?"
"Sim" – eu digo.
"Então não vai ser a última" – fala o porco do Marcos.
Marcos e Charlie se vestem. Ainda sinto o gosto de porra na boca quando Marcos joga minha roupa pra mim e manda eu me vestir. Ele não me deixa limpar a porra que ainda escorre pelas minhas coxas, e eu tenho que colocar a calcinha enquanto meu cu ainda cospe sêmen. Ainda tem tempo pra me humilhar e pedir pra eu dar 20 euros de gorjeta pelo bem que ele me tratou, pro Charlie, e dar um beijo nele e agradecer:
"Valeu por tudo, não só pela tatuagem, mas por foder meu cu e encher ele de porra."
"Por nada, mulher. Volta quando quiser que eu encho sua buceta também" – responde o filho da puta.
"Beleza, Charlie, já vamos. Até mais, mano."
Quando saímos do estúdio, vejo que o moleque que tinha entrado enquanto o Charlie tatuava minha buceta está na recepção me encarando e sorrindo. Também tem um cliente sentado numa cadeira esperando a vez. Não falam nada, mas pela cara deles dá pra ver que ouviram tudo, inclusive quando o Marcos enchia minha boca de porra. Ainda antes de chegar em casa, tenho que deixar o Marcos com os amigos dele. Ele se despede de mim com um beijo, dizendo que como eu fui boazinha, ele vai tentar arranjar uma namorada pro filho idiota e que ia me deixar descansar umas duas semanas até precisar dos meus serviços de novo.
Obviamente, nem meu filho nem meu marido imaginavam que a entrada do Jorge no time de futebol não tinha nada a ver com as habilidades dele como jogador, mas sim com a minha buceta e, mais especificamente, com as investidas do Marcos na minha bunda, que conseguiram a vaga do meu filho no time.
Minha buceta arrombada tinha valido a pena pra deixar meu filho muito mais feliz.
Por sorte minha, depois da sexta-feira anterior, quando o Marcos me comeu do jeito que quis e arrombou meu cu pra depois me obrigar a chupar as picas dos amigos dele, no fim de semana ele tinha me esquecido. Mesmo eu estando sozinha em casa com meu filho e meu marido trabalhando, ele não tinha me incomodado de novo. Era sexta-feira de novo, e meu descanso tinha chegado ao fim quando meu celular começou a tocar e eu reconheci o número do Marcos.
Meu filho e meu marido estavam na sala, então fui pro meu quarto atender.
"Fala"
"Vadia, vou te dar um endereço. Quero você lá em 30 minutos."
"Pe...pera...acabei de almoçar, meu marido e meu filho estão em casa... o que você quer que...?"
"Foda-se. Fala que vai tomar café com a minha mãe, anota e vem logo."
Marcos me deu o endereço pra onde queria que eu fosse e desligou. Como ele tinha mandado, falei pro meu marido e pro meu filho que ia tomar café com a mãe do Marcos, algo que eu fazia de vez em quando, mas não tinha feito desde o dia em que o Marcos me comeu pela primeira vez. Cheguei no endereço que o Marcos tinha me dado em menos de 30 minutos. minutos e quando saí do carro, o Marcos já estava me esperando na porta do que parecia ser um estúdio de tatuagem e piercing. Comecei a temer o pior. Assim que cheguei na porta, o Marcos me beijou na boca. Eu me assustei, com medo de alguém nos ver, mas pensei que estávamos longe do bairro e era difícil alguém que me conhecesse estar por ali.
“Entra, sua putinha, que eu tenho um presente pra você.”
Obedeci e entrei no estúdio de tatuagem. Era cedo e não tinha ninguém lá dentro, exceto um cara bem alto e magro, todo tatuado, que me parecia familiar, mas eu não tinha certeza de onde.
“Olha, Charlie, essa mina aqui é quem você vai tatuar.”
“Porra, mano, essa mina... essa mina é a vizinha da minha avó.”
Naquele momento, caiu a ficha e um arrepio percorreu meu corpo. De todos os estúdios de tatuagem da cidade, tínhamos que ir justamente no do neto da Rosa. Por isso aquele cara me era familiar. Eu só tinha visto ele umas duas vezes no portão do prédio quando ele ia visitar a avó, mas a Rosa me contava muita coisa sobre ele, inclusive que tinha 23 anos, era um cara muito legal e se virava bem com o estúdio de tatuagem dele.
“A vizinha da sua avó?”
“É, mano, minha avó Rosa, é vizinha dessa mulher?”
“Porra, mano, a Rosa. Outro dia eu conheci sua avó, hahaha, ela veio pedir arroz quando eu tava na casa da Maribel.”
“Caralho, mano, agora que eu pensei, outro dia quando saí da casa da minha avó, abri o portão do prédio pra três caras que eu acho que eram da sua gangue.”
“Hahaha, então era você que eles encontraram no portão? Pois é, foi por isso que eles estavam lá. E quer saber por que eles foram até lá?”
“Não, mano.”
“Porque eu tava arrombando o cu da vizinha da sua avó e queria que meus parceiros fossem lá pra essa putinha chupar as picas deles.”
“Que isso, mano? Não acredito em você.”
“Fala você, Maribel, é verdade ou não?”
As humilhações já estavam começando.
“É, é verdade.”
“Mas explica direito pro meu amigo, sua vadiazinha.”
“Sim,” Marcos tava me arrombando outro dia e os amigos dele vieram pra eu chupar eles" respondi. "Porra cara, não acredito, mas onde você arrumou essa gostosa? Minha avó me contou que ela é casada e uma dona de casa bem simples." "Sim cara, ela é casada e tem um filho que é um perdedor. Ela queria que o filho fosse popular e que o pessoal parasse de zuar ele, então os buracos dela são o preço que eu coloquei pra transformar o filho dela num fera." "Hahaha, puta merda cara, como você se vira. É, acho que sei quem é o filho dela, um cara magrelo pra caralho e baixinho que já cruzei no portão quando ia ver minha avó, hahaha. Se eu contasse isso pra minha avó, ela não ia acreditar, cara." "Você não pode contar nada, Charlie. Falei pra minha puta que nosso acordo é só nosso e que tudo vai ficar bem enquanto ela se comportar." "Hahaha, beleza cara, sem problema. De qualquer forma, como se eu fosse contar pra minha avó que a vizinha dela come pica de três em três, hahaha." "Sua avó ia pirar, Charlie, coitada." "Tô ligado, mano. Bom, e o que você vai querer?" "Quero que você tatu um M na buceta dela." "Hahaha, isso tá feito, cara." "Co... como? Eu não quero tatuagem nenhuma, não..." "Foda-se o que você quer. Ainda não sacou que você não tem escolha nisso? Ou faz tudo que eu mando ou seu filho se fode." "Mas como... como vou explicar pro meu marido..." "Fica tranquila com isso. Por sorte pra você, sua inicial e a minha são iguais, então se ele ver o M tatuado na sua buceta, você fala que tatuou sua inicial e pronto. Com certeza seu marido caminhoneiro vai ficar de pau duro." "Beleza, vamos entrar e começar." Entramos no estúdio depois de deixar pra trás a espécie de hall decorado com fotos de tatuagens. O estúdio tinha uma cama e vários utensílios que eu não conhecia. "Maribel, você tem que abaixar a calça e a calcinha um pouco e deitar na maca," disse Charlie. Nada de um pouquinho, Maribel, tira toda a roupa" – disse Marcos
"Pe... mas..."
"Sem 'mas' nem porra, tira toda a roupa, assim você fica mais à vontade"
Obedeci. Eu usava um vestido florido que tirei pelos ombros, um sutiãzinho roxo e uma calcinha da mesma cor. Me despi olhando pro chão e deixei minha roupa numa cadeira. Quando me virei, Marcos estava sentado na frente, e Charlie estava de frente pra maca, me olhando besta.
"Porra, mano, ela é bem gostosa pra idade que tem, que peitão do caralho"
"Tô te falando, viu como as tetas dela balançavam outro dia enquanto eu comia ela de quatro na frente do marido e do filho?"
"Que porra é essa, mano, você comeu ela na frente da família?"
"Kkkkk, não, cara, não sou tão filho da puta assim. Comi ela na cama de casamento dela, com as fotos da família na frente"
"Kkkkk, você é um porco mesmo, hein"
Charlie bateu com a mão na maca, e eu entendi o recado. Me deitei na maca completamente nua como estava, e Charlie começou a preparar as coisas.
Vi ele preparar espuma de barbear e uma lâmina. Diante do meu olhar, Charlie disse:
"É pra depilar sua bucetinha, não pode ter pelo, assim fica mais fácil"
Ele passou a lâmina e, em duas passadas, me deixou completamente depilada.
"Assim fica bem melhor, igual uma menininha"
Depois, pegou uma espécie de pistola com uma agulha hipodérmica, ligou o bicho e chegou perto de mim.
"A região pubiana é delicada, mas um M é fácil de tatuar e vai ser rápido"
Senti umas picadas. Não doía muito, mas era meio chato. Depois de 10 minutos, eu já tava perguntando quanto faltava pra acabar.
"Daqui a poucos minutos você tá pronta, putinha. Fica tranquila e deixa o Charlie trabalhar"
10 minutos depois, ouvi Marcos desligar a máquina.
"Pronto, buceta tatuada"
Levantei a cabeça e vi um M preto, uns 5 cm de largura por 5 de comprimento, no meio do meu púbis.
"Agora, um pouco de creme e pronto. Essa tatuagem é pequena, então não precisa de muitos cuidados Charlie espalhou um pouco de creme no meu púbis e eu me senti totalmente exposta e humilhada na frente do neto da minha vizinha. Fazia umas semanas que eu levava uma vida totalmente normal e agora estava ali, nua diante de um desconhecido, com o amigo do meu filho me olhando a poucos metros com um sorriso no rosto.
“Uppps, desculpa, não sabia que você estava com clientes”
A voz me tirou do meu pesadelo por um segundo. Olhei para a porta do estúdio e vi um moleque da mesma idade do Charlie parado na soleira.
“Fica tranquilo, mano, por enquanto não tem mais clientes hoje. Vai pra recepção e se rolar algo me avisa.” O garoto se virou e sumiu. Devia ser o recepcionista e não pareceu estranho ver uma mulher nua ali com a buceta recém-tatuada.
“Ei, cara, deixa eu usar teu estúdio um pouco?”
“Bom, não tenho mais clientes no momento. O que você quer fazer?”
“É que fiquei olhando a xoxota depilada da Maribel enquanto você tatuava e já fiquei todo duro.”
De fato, pude ver que o Marcos já tinha uma ereção que dava pra notar através do short dele.
“Hahaha, então quer estrear a buceta depilada da vizinha da minha avó? Beleza, mano, sem problema. Vou pra recepção e te deixo aproveitar.”
“Fica se quiser, Charlie. A Maribel e eu não somos envergonhados, não é mesmo, Maribel?”
Eu sabia que não importava o que eu respondesse.
“Não, não somos.”
O Marcos baixou a calça e a cueca. Dessa vez nem tirou a camiseta que estava usando. O pau dele não precisou de mais nada, já estava pronto pra me penetrar. Ele se aproximou mais de mim. Eu virei a cabeça para o outro lado, sabendo o que estava por vir.
“Quero que você olhe pro Charlie. Se ele disser pra você desviar o olhar, eu vou ficar puto.”
Tive que virar a cabeça pro outro lado, pro lugar onde o Charlie estava, e olhar na cara dele.
O Marcos levantou minhas pernas e as colocou paralelas sobre meus ombros, quase perto da cabeça dele. Apontou a vara dura dele pra minha gruta e, pela terceira vez... Em menos de um mês, uma pica que não era do meu marido se enfiou dentro de mim. Marcos metia com força enquanto meu corpo balançava com as estocadas e eu não parava de olhar pro Charlie. "Vai, Marcos, fode ela com tudo", o neto da minha vizinha incentivava o amigo. Marcos me bombava sem parar, animado pelo amigo, me dando com tudo, minhas tetas balançavam forte e minhas mãos se agarravam com força nas bordas da maca. Eu via como Charlie curtia a cena como se estivesse vendo um filme pornô em casa, até passava a mão no próprio pau por cima da calça de vez em quando enquanto a pica do Marcos não parava de se enterrar dentro de mim. A maca começou a ranger enquanto Marcos continuava me comendo com tudo e eu sentia perfeitamente como a pica daquele filho da puta chegava no fundo de mim, não conseguia evitar começar a gemer enquanto não tirava os olhos do Charlie pra não deixar o Marcos puto. Marcos agarrou minhas mãos que seguravam a maca e me puxou pra perto dele, fazendo as penetrações ficarem mais barulhentas e profundas, Marcos tava muito tarado e não parecia que ia aguentar mais, eu temia que dessa vez ele gozasse dentro de mim, comecei a tomar a pílula sabendo que um dia esse porco ou algum dos amigos dele podia acabar gozando nas minhas entranhas, não queria arriscar e fazia isso pelas costas do meu marido, que já que não me tocava há meses, desconfiaria se soubesse que eu tava tomando anticoncepcional. Logo senti o Marcos tirar a pica e colocar ela em cima da minha xota, ele começou a respirar pesado e senti vários jatos de porra cair no meu púbis, em cima da tatuagem que o Charlie tinha acabado de fazer em mim há alguns minutos. "Uff, mais creminho pra tatuagem, putinha", disse o Marcos. "Se limpa, vadiazinha", ele falou enquanto vestia a calça. Eu peguei um lenço que tava perto da maca e limpei meu púbis coberto de porra com ele. "Ele ficou te olhando o tempo todo?" "Sim, ele te obedeceu. Você não imagina a cara que ela fez."
"Bom, quanto te devo pela tatuagem?"
"Seria 60 euros, mano."
"Você não prefere outra coisa?"
"Como assim?"
"Tô vendo que você tá de pau duro, filho da puta. Não quer meter essa rola na minha puta?"
"Pô, cara, na real..."
"Tá resolvido. Os 60 euros em troca de você brincar com a Maribel."
"Fechou, mano."
Eu não acredito. O porco do Marcos tá negociando comigo como se eu fosse um pedaço de carne que pertence a ele. Antes de chegar na maca, o Charlie já tinha se pelado.
"Charlie, pelo amor de Deus, sou amiga da sua avó, sou uma mulher casada, por favor, não..."
"Você também era casada cinco minutos atrás, quando meu amigo Marcos te enchia de porrada de pau."
"É, Maribel, não vem com desculpa esfarrapada. Você também era casada quando eu te comi de cu outro dia na frente das fotos da sua família, quando engoliu meu pau no seu quarto de casada, quando gozei na sua cara, quando chupou meus amigos na sala da sua casa." – disse Marcos.
"Mas não faz isso, eu imploro, por favor, não..."
"Olha, Maribel, eu não vou obrigar o Charlie a te foder. Se ele não quiser seus buracos, a gente tira 60 euros da sua carteira e você vai pra casa."
"É, a gente paga. Foda-se, 100 euros se quiser. Tenho 150 na carteira, são seus, mas não..."
"Desculpa, senhora. O fato de ser a vizinha da minha avó me dá um tesão do caralho, e saber que é casada e que o filho da puta do Marcos come ela sendo amigo do filho dela me deixa louco. Guarda seus 150 euros, que eu fico com a sua buceta."
Charlie se aproximou da maca e começou a tocar meus peitos. Depois, se inclinou pra lamber meus mamilos e enfiou a cabeça entre meus seios, fazendo barulho enquanto brincava com eles.
Marcos me levantou da maca e me ergueu sobre ele. Pra não cair no chão, tive que enroscar minhas pernas na cintura dele e pude sentir a dureza do pau dele na minha barriga. Pelo menos me consolei pensando que era um pau bem normal e que eu não sofreria quando ele enfiasse em mim.
Ele começou a me beijar com gosto, e mesmo que no começo eu mantivesse a boca fechada, logo não consegui evitar que... A língua dele violou minha boca, enquanto ele passava a mão no meu rabo gostoso, era o quinto cara em poucas semanas que tava abusando de mim, o neto da minha vizinha e amiga Rosa me deixou pelada em cima dele com a língua dele entrelaçada na minha. Depois ele baixou a cabeça de novo pra enterrar ela nos meus peitos. "Porra Marcos, que peitão que ela tem, adoro" "Então beleza parceiro, come esses peitos que você tanto gosta" Quando ele cansou de chupar meus peitos, Charlie me largou no chão, me deixou bem na frente dele, tão colada que eu sentia o pau duro dele contra minha barriga. "Marcos, posso chupar ela?" "Pode fazer o que quiser com ela, mano, você é meu parceiro" Então Charlie sussurrou no meu ouvido "Fica de joelhos e chupa meu pau" Eu me ajoelhei e sem falar nada peguei o pau pela base e fui me aproximando até enfiar ele parcialmente na minha boca, fechei os olhos e comecei um movimento com a cabeça que fez Charlie suspirar de prazer. "Porra, a dona casada, como ela chupa bem" "Hahaha, ela aprendeu nas últimas semanas" disse Marcos "Então beleza cara, deixa ela chupar, deixa ela chupar" Charlie segurou minha cabeça e começou a mexer como se tivesse se masturbando com as duas mãos, literalmente tava fodendo minha boca e por sorte não era tão grande quanto a do Marcos, só me dava uns engasgos, mas era relativamente fácil pra minha garganta acomodar aquele pau. "Até o fundo gostosa, até o fundo" "Ela ainda não é especialista em garganta profunda, Charlie" disse Marcos Charlie tirou o pau da minha boca e começou a mover ele pra cima e pra baixo batendo na minha cara, enchendo ela de saliva e líquido pré-gozo, depois passou ele nos meus lábios como se tivesse pintando eles com o pau duro dele. "Vai, continua chupando pau" Eu enfiei a ponta do pau na boca de novo e dessa vez Charlie colocou a mão na minha cabeça mas sem fazer força, deixando que eu levasse o ritmo do boquete que tava fazendo nele. Minha língua percorria o tronco daquele pau chupando com gosto, Eu parecia uma puta vulgar, era nisso que eu estava me transformando. "Eu comeria essa bucetinha que você tem, puta, mas como meu amigo esteve dentro há pouco tempo, me dá um pouco de nojinho, então se incline na maca olhando para o outro lado." Eu tirei a minha rola e me coloquei sobre a maca, olhando para a parede e dando meu cu para o Charlie. "Mas que rabo que essa casada putinha tem." "Falo mesmo, Charlie." "Não sei se tenho camisinhas por aqui." "Que buceta de camisinha, fode ela no pelo, sente bem essa bucetinha apertada que a puta tem." "Bom, então vou dar uma roladinha na vizinha da minha avó." Senti o pau do Charlie encostar em mim e, enquanto ele se inclinava sobre mim até quase sentir o hálito dele na minha nuca, ele enfiou de uma vez. Ficou parado com a rola enterrada dentro de mim. "Porra, cara, é bem apertadinha." "É, parece que o marido não usou muito, mas vou dar um bom uso nessa buceta." Charlie não me segurou, só dava estocadas lentas de quadril, fazendo minha buceta engolir o pau dele devagar. Marcos virou a maca, eu pude ver que ele tinha tirado a calça de novo e já estava duro de novo. Como Charlie estava me fodendo na parte estreita da maca, Marcos conseguiu se posicionar na minha frente, a centímetros do meu rosto, com o pau na altura da minha cara. "Espero que você não se importe se eu entrar na festa." "Claro que não, é a sua puta, faz o que quiser." Marcos colocou a mão na minha cabeça e foi se aproximando até o pau dele tocar meus lábios. Começou a fazer força e logo tive que abrir a boca, deixando a rola daquele porco entrar. Era a primeira vez na minha vida que eu tinha dois paus dentro de mim ao mesmo tempo. As estocadas do Charlie faziam com que fosse impossível tirar o pau do Marcos da boca, ainda mais quando ele colocou as mãos dos dois lados do meu rosto, segurando minha cabeça para que eu não pudesse mexer para os lados. "Tudo pra dentro, até o fundo, estou metendo tudo nela. Promíscua até o talo" "Aproveita, parceiro, aproveita" Eu me sentia como uma boneca inflável que aqueles dois malditos bastardos usavam como bem queriam. "Tô quase gozando" disse Charlie, aumentando o ritmo das estocadas "Calma, mano, tira que ainda dá tempo de se divertir" Charlie saiu da minha buceta bufando, tinha quase gozado sem dúvida, vi ele sentar na maca do meu lado, Marcos tirou o pau da minha boca e ficou atrás de mim, não deu tempo de eu descansar, ele me virou e disse "Você tá se comportando como uma boa putinha, vou encher mais um pouco sua buceta" Marcos me pegou no colo como o amigo dele tinha feito minutos antes, mas dessa vez não deixou o pau bater na minha barriga, fez eu entrelaçar minhas pernas nele e segurar o pescoço dele com as mãos enquanto ele procurava com o pau nessa posição a entrada da minha gruta, quando encontrou, colocou as mãos nas minhas nádegas e começou a descer. Foi descendo bem devagar, saboreando o momento "Sempre tão apertadinha e quentinha, que buceta gostosa que você tem, Maribel" dava pra sentir que ele já tinha enfiado a cabeça e continuava descendo sem parar enquanto Charlie na maca batia uma devagar. "Você sente ele, Maribel? Gosta como ele vai entrando?" "Que buceta gulosa que ela tem" disse Charlie Ele continuou descendo até não poder mais e me olhou nos olhos naquela posição, completamente empalada pelo pau dele, como uma raposa gostosa com as pernas na cintura dele e as mãos no pescoço, me beijou de língua sem deixar o pau sair nem um centímetro de dentro de mim. Quando terminou de me beijar, começou a martelar com o pau na minha buceta, eu aguentava as estocadas fortes que, diferente de antes, agora eram rápidas e profundas. "Seu marido nunca te comeu assim na vida, isso é o que você gosta, um pau bom estourando sua buceta de coroa casada" ele parou de novo e começou a andar até a maca com o pau enterrado no meu “Você tá pronto pra mais, Charlie?” “Claro, cara, vamos meter mais rola nela” “Você vai me ajudar a fazer algo novo com ela” disse Marcos. Marcos continuou andando comigo em cima até chegar nas pernas da Charlie, que ainda tava sentada na maca. Marcos me levantou um pouco mais e se aproximou até me colocar em cima da Charlie. “Já sabe o que eu quero, né, Charlie?” “Sim, cara, hahaha, vai ser foda” Eu não sabia o que eles queriam dizer até sentir a rola da Charlie perto do meu cu. “Não, não, o que vocês vão fazer, vocês não tão pensando em...” “Cala a boca, puta, você vai ver como goza com duas rolas dentro de você. Além disso, seu cu já tá acostumado com a minha rola e vai ser mais fácil deixar a rola da Charlie entrar no seu rabo” “Não, isso não, por favor, isso sim que não” “Cala a boca, puta, ou eu peço pra Charlie ligar pro seu filho e pro seu marido pra eles virem aqui e verem como a mulher e a mãe deles tá completamente pelada empalada na rola de um moleque de 18 anos, amigo do filho deles. O que você prefere?” Não respondi e fechei os ojos diante do inevitável. Marcos já tava em cima da Charlie e ele tinha a rola na direção certa, então Marcos só teve que me deixar descer devagar. Logo senti a rola da Charlie pressionando meu cu. “Já tá entrando, já tá entrando, garoto” dizia Charlie. Marcos continua descendo, sinto meu cu se abrindo, começa a arder, a mesma sensação de uma semana atrás quando Marcos arrombou meu cu pela primeira vez na vida. A rola da Charlie vai abrindo caminho dentro de mim devagar até que eu o ouço dizer: “Já foi, até o fundo, cara, tem as duas cravadas até o talo” Ao ouvir isso, abro os olhos horrorizada. As duas rolas estão dentro de mim separadas só por uma membrana fina, posso sentir elas pulsando dentro de mim. Nunca em 20 anos de casamento tinha sido infiel e em menos de 3 semanas tinha chupado várias rolas adolescentes, deixado que estourassem minha buceta, arrombassem meu cu e agora eram duas rolas que se abriam caminho dentro de mim. Buceta e meu cu, dois paus jovens que iam me arrebentar por dentro. Dessa vez, o Marcos não me levanta, só mexe a cintura fazendo o pau dele sair de mim uns centímetros enquanto o pau do amigo dele continua dentro de mim, fazendo meu cu se acostumar com o tamanho daquele invasor de carne pulsante. "Vocês vão me matar", eu falo. "Fica tranquila, Maribel, ninguém morre por uma dupla penetração, hahaha." "Porra, esse cu é apertado pra caralho, mano." "Claro, até semana passada tava intacto." "Hahaha, você estreou o cu da mulher casada? Que filho da puta. Agora sou eu quem vai provar essa raba. No fim, esse cu vai conhecer mais paus do que o do marido dela." Não acredito, mas é verdade: tenho dois paus dentro de mim e, provavelmente, o do Charlie não vai ser o último a entrar no meu cu daqui pra frente. "Mexe a raba dessa puta como quiser, Charlie, enquanto eu me divirto com os peitos dela." O Marcos solta meu cu e me deixa sentada nas coxas do Charlie, e começa a beliscar meus mamilos, fazendo eles ficarem duros sem jeito. "Vamos nessa", diz o Charlie, que coloca as mãos debaixo da minha bunda e começa a me levantar devagar, sem deixar nenhum dos paus sair completamente de dentro de mim pra poder me abaixar de novo. Eu começo a ofegar e suspirar forte, já era inevitável, não consigo me controlar, tenho dois paus dentro de mim e o filho da puta do Marcos tá brincando com meus mamilos. Não quero, não pode acontecer, mas tá acontecendo: tô gostando, meu corpo tá curtindo a dupla fodida que esses dois moleques tão me dando. "Você gosta de ter dois paus dentro, Maribel. Já sabia que era uma puta, soube na hora que você veio me pedir ajuda pro seu filho. Naquele mesmo dia, soube que ia te transformar na minha puta particular. Soube que você era fraca e tarada e que faria qualquer coisa pelo otário do seu filho." Os paus dos dois entravam em mim sincronizados, fazendo eu sentir eles até o fundo. ser. “Eu arrancaria esses pezões gordos que você tem, Maribel” No estúdio tava quente e meu corpo tava todo suado e grudento por causa da foda que eu tava levando, minha bunda e minha buceta tavam alargando enquanto Charlie e Marcos me comiam ao mesmo tempo. “Não aguento mais, agora sim, não aguento mais, cara” “Goza no cu dela, cara, você é um bom parceiro e vou deixar você encher ele de porra pela primeira vez” Eu ia recusar, mas não deu tempo, antes que eu falasse qualquer coisa aconteceu, Charlie deu um grito e começou a encher meu cu de porra, minhas costas arquearam ao sentir aquele líquido quente entrando em mim e naquele momento, com Marcos mexendo a cintura de novo pra que o pau dele não saísse de dentro de mim, gozei igual uma puta. “AAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH” “Isso aí, Maribel, goza putinha, goza, hahahaha” disse Marcos “Toma porra quentinha pra você, até dentro do seu cu” disse Charlie Marcos aumentou o ritmo das porradas “VOCÊ TAMBÉM DENTRO NÃO, VOCÊ TAMBÉM NÃO” gritei ofegante “Calma, Maribel, hoje não é o dia, tenho outra coisa planejada pra hoje” Marcos saiu rapidinho de dentro de mim, quando se desgrudou eu escorreguei pra baixo sem forças, caindo de joelhos no chão, sentindo que ao cair e destampar meu cu do pau do Charlie, o sêmen dele começava a vazar pra fora, manchando minhas coxas. Eu ainda tava em choque quando vi que Marcos se aproximou de mim e enfiou o pau na minha boca sem que eu pudesse fazer nada pra evitar, me segurou com as duas mãos impedindo que eu tirasse a boca e começou a gozar dentro da minha boca. “ENGULA TUDO, PUTA; EU CUIDO DO SEU FILHO E VOCÊ CUIDA DE MIM, ENGULA TODA MINHA PORRA” Ele grita olhando nos meus olhos enquanto a cada pancada de quadril continua gozando dentro da minha boca, é impossível me soltar e começo a engolir sentindo a porra daquele cara descendo pela minha garganta até cair no meu estômago. Ele fica uns segundos na mesma posição até que sinto como Um último jato bate no meu paladar e desce direto pro meu estômago sem tocar na minha língua. Quando ele solta minha cabeça, eu começo a tossir e alguns restos de porra caem no chão.
"Ela engoliu tudo feito uma campeã" – ri o Charlie.
"Tô falando, como me ordenhou. É a primeira vez que gozam na sua boca, Maribel?"
"Sim" – eu digo.
"Então não vai ser a última" – fala o porco do Marcos.
Marcos e Charlie se vestem. Ainda sinto o gosto de porra na boca quando Marcos joga minha roupa pra mim e manda eu me vestir. Ele não me deixa limpar a porra que ainda escorre pelas minhas coxas, e eu tenho que colocar a calcinha enquanto meu cu ainda cospe sêmen. Ainda tem tempo pra me humilhar e pedir pra eu dar 20 euros de gorjeta pelo bem que ele me tratou, pro Charlie, e dar um beijo nele e agradecer:
"Valeu por tudo, não só pela tatuagem, mas por foder meu cu e encher ele de porra."
"Por nada, mulher. Volta quando quiser que eu encho sua buceta também" – responde o filho da puta.
"Beleza, Charlie, já vamos. Até mais, mano."
Quando saímos do estúdio, vejo que o moleque que tinha entrado enquanto o Charlie tatuava minha buceta está na recepção me encarando e sorrindo. Também tem um cliente sentado numa cadeira esperando a vez. Não falam nada, mas pela cara deles dá pra ver que ouviram tudo, inclusive quando o Marcos enchia minha boca de porra. Ainda antes de chegar em casa, tenho que deixar o Marcos com os amigos dele. Ele se despede de mim com um beijo, dizendo que como eu fui boazinha, ele vai tentar arranjar uma namorada pro filho idiota e que ia me deixar descansar umas duas semanas até precisar dos meus serviços de novo.
1 comentários - Amigos do meu filho: Dupla penetração