Minha putinha por um dia 2

Ficava ali fazendo dela minha puta ou ia embora pra nunca mais voltar?Minha putinha por um dia 2E por que não um mix das duas opções? Meu coração dizia que aquela foxy tinha brincado com meus sentimentos e eu devia me afastar dela, porque quem mente uma vez, mente duas, três, quatro… Além disso, meu orgulho ferido me impedia de perdoá-la. Mas, por outro lado, a foxy reprimida que eu tinha descoberto nela no dia anterior borrava minha ideia original, que não era outra senão voltar pra minha cidade natal e cortar todo contato com ela, de modo que não pudesse me localizar. Como não sabia se pensar com o coração ou com o pau, optei por ouvir os dois e misturar os conselhos. "Matured, mas que seja sua puta." Soava bem. Meu plano era sumir por um tempo, alegando que minha cabeça estava uma bagunça, que precisava de um tempo pra refletir sozinho, mas sem cortar o contato. Se ela estivesse disposta a me esperar esse tempo que eu precisava, eu tentaria, de longe, fazê-la me desejar e deixá-la ainda mais puta. Sim, a jogada era arriscada e eu estava sendo otário, quando teria sido muito fácil ficar e ter uma foxy submissa pra brincar do que quisesse. Mas, como eu disse, meu coração e meu orgulho também puxavam por mim, e quando você compartilha sua vida três anos com a mesma pessoa, é difícil admitir, mas no fundo, bem no fundo… eu ainda tinha sentimentos por ela e não conseguia vê-la só como minha puta. E eu tinha medo de que, se ficasse, meus sentimentos acabassem me dominando e eu sofresse de novo. De manhã, sentei ela na cozinha pra contar como eu estava. Na verdade, disfarcei um pouco com palavras bonitas, porque se dissesse que precisava parar de amá-la, mas manter o direito de meter nela quando e como quisesse, ela me mandaria pra merda. Ficamos mais de uma hora conversando. Não quero focar na longa conversa porque, primeiro, quase não me lembro direito, e segundo, era repetir a mesma coisa várias vezes. Eu basicamente pedia tempo sozinho, compreensão e espera, e ela chorava que nem uma desgraçada, se contradizendo o tempo todo. Ela implorava que eu não fosse embora e, ao mesmo tempo, dizia que me esperaria a vida inteira se precisasse. Insistia que me amava de alma, que queria me fazer feliz e que me seguiria para qualquer lugar, e depois falava que, se para eu ser feliz ela tivesse que sumir, faria isso. A contradição personificada. Eu já tinha tomado a decisão, então à tarde, depois do almoço (porque dirigir com fome não rola), fui pra cidade. Nos despedimos com um abraço bem forte e quase pedi um boquete, tipo "chupadinha de despedida", mas naquele momento ela provavelmente teria xingado minha santa mãe, e eu não queria estragar o momento. Eu tinha me acostumado com a liberdade de viver pelas minhas próprias regras e não trocava aquilo por nada. Eles aceitaram de boa, quase diria que ficaram felizes com o término, porque significava que eu voltava pra casa, ou pelo menos pra mesma cidade. A primeira noite passei na casa dos meus pais, já que no outro apartamento não tinha nem um iogurte triste. Nem tirei as malas do carro. Só tirei no dia seguinte, depois de passar no Mercadona pra comprar umas coisas básicas. Estacionei o carro na frente do portão, na zona de carga e descarga, e subi primeiro as malas. Depois fui pegar as sacolas de compra. Minha tática é, suponho, a mesma que a maioria usa: coloco as sacolas do carro no hall, fecho o carro e subo todas de uma vez como dá. Não tem elevador e não confio em deixar sacolas no hall enquanto subo algumas, então carrego tudo de uma vez. Quando tava fazendo malabarismo pra pegar todas, a porta do hall se abriu atrás de mim e um "Pô, quanto tempo" me assustou. Era a Susana (nome fictício), a vizinha do 4º andar, bem em cima do meu. Amiga de longa data da família, tinha sido, durante meus anos de adolescente punheteiro, uma das minhas musas na hora de bater uma. Já fazia anos que não a via, mas ainda me dava o mesmo tesão de sempre. Como diriam Nossos amigos do *American Pie*: ela era uma MILF completa, ou, em bom português, uma MQMF — Mãe Que Metia Foda. Eu chutava uns 45 anos, cabelo castanho na altura dos ombros, olhos pretos e lábios carnudos sempre pintados de vermelho. Os peitos dela davam de mamar meio continente africano e a bunda... bom, ela tinha uma rabeta de agarrar e nunca mais soltar. Sempre ia maquiada e muito arrumada de um jeito bem feminino, geralmente de salto alto, andava ereta, o que valorizava os peitões e o rabão enorme. A putaria daquela coroa experiente que te pega e te deixa seco, ela não perdia.gostosa— Ajudo com as sacolas? — perguntei, pegando direto um par delas. Nem tinha dito "oi" e meus olhos já estavam no decote dela quando se abaixou pra pegar as sacolas. — Deixa, não precisa. — Mas eu já tinha pegado as sacolas. — Que raro te ver por aqui, fazia anos que não aparecia! — Pois é, mas tô voltando pra casa, já tava sentindo falta disso. — respondi enquanto começávamos a subir as escadas. — Mas cê vem sozinho ou o quê? — perguntou. — Sim, sim, sozinho é que se vive melhor. — falei sorrindo. — Que esperto você, hein. E quando voltou? — Cheguei ontem à noite, mas fui na casa dos meus pais e agora vim direto das compras, só larguei as malas e nem entrei em casa direito. Já tínhamos chegado no terceiro andar e eu me preparava pra abrir a porta. — Ah, que bom. Então se precisar de algo esses dias, já sabe, tô lá em cima. — Valeu, valeu! E obrigado pela ajuda. — Nada, cara, nada. E com uns "até mais" nos despedimos. E sim, disfarçadamente, sentia a obrigação de olhar pra bunda dela enquanto subia as escadas pro apartamento dela, e sim, continuava tão gostosa quanto eu lembrava. — Que gostosa você é, sua putinha — falei pra mim mesmo quando já tava dentro de casa. Tinha um problema: ela era casada. A vida inteira conheci ela com o marido (vou chamar de José). O casamento deles era daqueles que ninguém entende. É do tipo que você vê passeando na rua e se pergunta o que aquela pedaço de mulher tá fazendo com um zé-ninguém daquele. Mais baixo que ela e gordinho, sempre dava pra ver ele voltando pra casa com o macacão do trabalho, que eu deduzo que seja de pintor, eletricista ou algo assim. A favor dele, destaco a lábia enorme, era um cara que falava com todo mundo e, se você encontrava ele no portão, sempre tinha um comentário engraçadinho pra fazer. Suponho que foi nisso que ela reparou. Nisso, ou talvez ele fosse um monstro na cama, embora sinceramente não parecesse. Desse casamento estranho tinham saído duas filhas: a primeira, Natália, de 18 anos recém-feitos. elogios, não vou avançar mais com ela... por enquanto. Tinha visto ela pela última vez com uns 13 ou 14 anos, quando era uma pirralha, e não quero parecer um tarado, mas naquela época já dava pra ver que ia ser uma gostosa. E depois de ver como a mãe dela se mantinha, tava doido pra ver como aquela menina tinha crescido. Elas tinham outra filha, que eu calculava ter entre 7 e 9 anos — sou péssimo pra chutar idade e mal lembrava o nome dela. Enfim, tava em casa e comecei a desfazer as sacolas. Quando tô sozinho, sou bem preguiçoso, então depois de guardar tudo, fiquei vendo TV até dar umas duas e pouco da tarde e ainda não tinha feito nada pra comer. Fui pra cozinha resolver isso, mas aí percebi o quanto sou distraído e que tinha esquecido de comprar óleo. Por mais idiota que pareça, sim, tinha esquecido o óleo. O que fazer? Subir na vizinha Susana pra pedir um pouco, óbvio. Toquei a campainha e ela abriu. De pijama. Pijama curto. Chinelos, shorts deixando as pernas de fora e uma camiseta de manga curta. Azul com uns desenhos verdes. A vista que ela me deu quando virou pra pegar o óleo era maravilhosa. Nunca tinha visto ela assim e, se antes já me deixava excitado, agora muito mais.peitoesEla me deu uma garrafa pela metade, agradeci e desci pra minha casa. Comi e subi pra devolver a garrafa. Ela continuava tão fresca quanto antes. — Ei, por que você não me passa seu WhatsApp, caso outro dia precise de algo? — ela perguntou quando eu já tava indo. — Beleza, anota aí… — E depois de agradecer de novo, voltei pra minha casa. Quando desci, já tinha uma mensagem dela deixando o número. Agradeci de novo, correndo o risco de ser chato, e bati uma punheta em homenagem a ela. Ela merecia. A tarde foi normal até que, quase na hora do jantar, recebi outra mensagem dela perguntando, de sacanagem, se eu já tinha óleo ou precisava de mais, e eu respondi no mesmo tom de zoeira que ela. Enquanto isso, as mensagens da Claudia dizendo o quanto sentia minha falta e o quanto precisava de mim não paravam. Eu só dava corda na medida certa. Acordei no dia seguinte e ela me cumprimentou de novo. A conversa foi totalmente normal; eu ainda tava largado na cama e ela, pelo visto, já tinha feito todas as coisas de casa e tava entediada sozinha em casa. Então criei coragem e falei que ia tomar café agora mesmo, que se ela tava tão entediada, que descesse pra tomar um café de novo e assim eu retribuía o favor do dia anterior. Ela topou e em dez minutos já tava lá embaixo. Veio com o mesmo pijama que me deixava louco. Preparei um café pra ela e um pra mim, ofereci biscoitos e me sentei só pra poder olhar nos olhos dela e evitar que ela percebesse como eu tava varrendo ela de cima a baixo com o olhar e fodendo ela mentalmente. A gente conversou sobre tudo um pouco; eu contei um pouco da minha vida na faculdade, como tinha terminado com a Claudia e que por isso tinha vindo pra cá sozinho, e ela falou como tava entediada. Como as filhas dela já tinham terminado o ano letivo, mandaram elas pra cidade dos avós, o marido trabalhava praticamente o dia todo, então ela ficava sozinha todos os dias sem ter nada pra fazer além de limpar e arrumar a casa, e tava morrendo de tédio. Além disso, quando o marido chegava do Trabalhar? Ela se jogava no sofá a tarde inteira e noite adentro, dizendo que chegava cansada, então quase nunca saíam pra lugar nenhum. Ela não falava abertamente, mas meu detector de mulher cansada da rotina e morrendo de vontade de emoções novas estava prestes a explodir. Depois de um bom tempo, alegando que precisava fazer a comida, ela voltou pra casa dela. Esse café da manhã se repetiu no dia seguinte, porque ela me convidou pra subir no apartamento dela e retribuir o café do dia anterior. Eu subi todo feliz. Isso foi virando uma espécie de rotina: um dia ela descia, no outro eu subia. Se ela não tinha nada pra fazer, eu menos ainda. A gente contava a vida um pro outro e foi criando confiança mútua… até que chegou o ponto em que começamos a trocar mensagens de noite. Embora eu não visse nada de estranho nos cafés da manhã — só dois vizinhos dividindo as manhãs —, o fato de ela conversar comigo por duas ou três horas à noite com o marido ali em casa já era mais esquisito. Mas, pelo que ela tinha me contado, eu imaginava cada um num sofá, calados, sem trocar uma palavra.maduraIsso pra mim era um ponto forte, vocês sabem como as coisas funcionam na internet. Você pode falar qualquer merda que se vacilar, é só colocar um emoji com a língua pra fora e tá resolvido. E se ainda por cima a pessoa embarca na sua, você se sente mais à vontade pra falar umas coisas que cara a cara não tem coragem, tipo dar em cima da sua vizinha casada ou puxar assunto pra um lado mais quente. Vocês me entendem. Tudo começou com comentários inocentes, falando de como eu tava entediado, deixando no ar que precisava arrumar uma amiga porque só me entediava. Tudo, claro, com os emojis certos pra mostrar que não tava falando diretamente com ela, mas que sou homem e, como tal, preciso de uma foda. Nesses comentários, ela embarcava na minha e ria. E foi se soltando, contando intimidades. Lembro de trechos de conversas tipo:

- É que tô muito desesperado kkk
- Pois é, acha que você é o único? kkk
- Não me diga... que... isso
- Pouco, filho, pouco kkk
- Porra, Deus dá pão a quem não tem dentes
- Que mundo mal distribuído, hein kkk

E com conversas assim e perguntas "inocentes", ela foi me contando coisas tipo que com o marido não rola nada e que ela precisava transar e tal, o que batia de frente com as conversas de manhã, que eram bem mais educadas. Toda noite, indiretamente, eu puxava o assunto da putaria. Tentava esquentar a cabeça dela e ao mesmo tempo deixar claro que eu tava disponível pra qualquer coisa. E parecia que tava funcionando. Um dia, no chat, ela soltou que eu não exagerasse tanto, que com certeza eu tinha um monte de mulher atrás de mim, e quando eu neguei, ela disse literalmente:
- Devem ser umas otárias, olha, se eu tivesse a sua idade...
- Se tivesse a minha idade, o quê? 😉
E ela começou a rir e a se fazer de desentendida. Vendo isso, na noite seguinte eu ataquei com uma frase parecida: "Pô, se você não fosse casada..." e ela respondeu do mesmo jeito que eu tinha feito na noite anterior, só que eu não me Cortei e joguei na cara dela: "Com certeza não estávamos tão desesperados assim". A porteira tinha sido aberta, a zoação já era descarada dos dois lados, embora eu não soubesse até onde ela seria capaz de ir, se pra ela era só uma brincadeira com o vizinho ou se tava afim de mais. Se era só uma brincadeira, tava ferrado, porque pelo rumo que a coisa tava tomando, eu sabia onde ia dar. Susana precisava de rola. Aumentei minha ofensiva e nossas conversas noturnas passaram a ser diretamente sobre sexo. Eu, fazendo de conta que não queria nada, assumi o controle. Foi aí que vi que a gente concordava em várias coisas, tipo que uma transa por dia era necessária pra viver mais relaxado. Acabamos falando abertamente de como a gente gostava de fazer. Quando ela falava, eu interrompia com frases tipo "no final você vai me deixar de pau duro" ou "é que nessa hora eu começo a pensar e aff", e ela, toda safada, respondia que "se você tem que ir se aliviar, fica à vontade, me espera haha me avisa quando terminar". As conversas de manhã ficaram mais tensas do que nunca. A tensão sexual era nítida, os olhares eram reveladores, mas ninguém dava o primeiro passo... até que eu vi que ela tava pronta e sabia que não ia recusar, que ia se deixar levar pelos instintos mais básicos. Naquela manhã, subi disposto a tudo. Tava cansado de ficar de pau duro quando via ela de pijama curto mostrando aquelas pernas lindas, morria de vontade de foder ela. A conversa começou com assuntos banais, eu me fiz de besta até que, assim que pude, acendi o pavio: — Bah, é que eu tô meio distraído... Faz dois dias que não me alivio e vou acabar tendo um treco. — Haha, qual é... Que pouca resistência. — Respondeu rindo. Nessa hora, ela tava de pé na cozinha fazendo comida e eu atrás dela, apoiado na mesa, sem perder detalhe da bunda dela. — Pouca resistência... Tô que não me aguento. — Falei. — Então se precisa tanto... bate uma! — Disse ela dando risada, virando o pescoço pra me olhar. —Cala a boca, que eu esquento muito rápido e olha como eu fico. — E eu peguei no meu pacote, que já estava durinho, enquanto ela instintivamente virava a cabeça de novo pra olhar como eu tava. Os olhos dela foram direto pro meu pau. — Então já sabe onde é o banheiro! — Bah, mas tô fora de ir pro banheiro. — Não vou me assustar de ver essa buceta, hein? — Então perfeito. — E dito isso, eu baixei a calça até abaixo das bolas e meu pau saltou na direção da bunda dela. Minha cabecinha roçava a calça do pijama dela, peguei no meu pau e comecei um movimento suave enquanto suspirava. Susana já não olhava pra mim, mas sabia perfeitamente o que tinha acabado de acontecer bem atrás dela. — E no que você tá pensando? — Ela perguntou. Uma pergunta armadilha, ela já sabia no que eu tava pensando. — Em você. Em meter em você. Essa bunda e esse pijama me deixam...milfNaquele momento, vi o braço direito dela se esticar pra trás devagar, quase com medo. Ela tateou com a mão até encontrar minha pica dura apontando pra ela. Agarrou firme. — Porra, como você tá duro. — Suspirou. Eu agarrei os peitos dela por trás. Quase não cabiam nas minhas mãos. — Você tá muito gostosa, Susana. — Isso ativou ela, que começou a mexer a mão devagar. Eu apertei os bicos dos peitos dela, duros como pedra, por cima da camiseta.bem vadiaSem soltar meu pau e sem parar de mexer a mão, ela se virou e ficou de frente pra mim, com a cabeça baixa, sem desviar o olhar da bronha que tava me fazendo. — Porra, como você tá. — Ela repetiu, dessa vez com mais ênfase. A mão dela era poesia em movimento. Com certeza era uma expert em punheta, como será que era no resto? — Tô morrendo de vontade de te foder. — Falei firme, levando minhas mãos até a bunda dela e finalmente agarrando pela primeira vez. Sem dizer uma palavra, com a mão que tava livre, ela me pegou pelo colarinho da camisa e, meio que me empurrando, me fez sentar numa cadeira da cozinha. De pé na minha frente, ela puxou uma perna da calça pra cima até o talo, deixando à mostra a calcinha que escondia o tesouro dela. Com o dedo do meio, ela puxou a calcinha pro lado junto com a calça, deixando no ar a buceta cobiçada dela. Uma buceta elegante, moreninha, com uma moita de pelos aparados em cima e uns lábios vaginais perfeitos, nem grandes demais nem pequenos demais. Ela abriu as pernas e se deixou cair em cima de mim, enfiando todo o meu pau. Quase gozei na hora. Ela tava toda molhada e não teve trabalho nenhum pra enfiar inteiro de uma vez. Ela segurou minha cabeça e começou a quicar em cima de mim, gemendo igual uma louca de olhos fechados. Eu levantei a camiseta dela e finalmente pude contemplar de perto aqueles peitões enormes dela. Enorme é pouco.muito gostosaOs mamilos dela tinham o tamanho perfeito pros meus olhos. Fui direto devorar eles. Chupei, lambi, mordi… fiz de tudo e mais um pouco enquanto ela cavalgava em mim num ritmo que eu raramente tinha visto. Nossos orgasmos se sincronizaram. Com o tesão que a gente tava, não demorou pra gozarmos, a minha especialmente foi intensa. Ela descansou sentada no meu pau, que ia voltando aos poucos pro estado de relaxamento. Quando ela se levantou, um baita jato de porra escorreu da buceta dela em cima de mim. — É melhor você ir, meu marido tá chegando. — Ela disse. Não eram nem 11 horas e ele só chegava lá pra uma e pouco, mas naquele momento ela parecia envergonhada e eu não quis forçar nada. Naturalmente, me levantei e, tentando acalmá-la, me despedi com um selinho e um “foi incrível”. Desci pra minha casa e peguei uma cerveja pra comemorar. Peguei o celular e a primeira coisa que vi foi um “Preciso sentir você dentro de mim” da… Claudia. Aquela gostosa parecia ter farejado. Tão eufórico como eu tava, nem pensei duas vezes e mandei um “Daqui a umas semanas tenho que resolver umas burocracias, espero te ver no fim de semana”. Burocracia coisa nenhuma, queria comer ela de novo. Era curioso, eu tinha passado de corno pra comedor. E com certeza via semelhanças entre os dois casos, ou melhor, entre as duas mulheres. Olha, eu com Claudia transava e muito, não passavam dois dias sem a gente fazer, mas a gente tinha caído na rotina e as gozadas eram todas iguais, no mesmo horário, com a mesma duração, do mesmo jeito… e ela, com a puta que tinha dentro dela, acabou se cansando e foi buscar algo diferente. Mesmo me amando, a gostosa interior dela pedia mais aventuras do que eu tava dando naquele momento. Era mais ou menos o que rolava com a Susana, com a diferença de que com o marido dela mal transava uma vez por semana e ela precisava todo dia. Precisava de boas doses de sexo bom, de aventura, de pica… Precisava que alguém soltasse, como na Claudia, aquela puta interior que ela estava reprimida após quase duas décadas de casamento. E eu não ia desperdiçar aquela oportunidade. Tava pensando nisso quando a campainha de casa tocou. Susana. Entrou direto. —Precisamos conversar.— Começou. —Olha, isso que aconteceu… é tipo… não sei explicar, mas não tá certo, sabe? Não devia ter rolado.— —Por quê?— —Como assim por quê? Porque eu sou casada e você é meu vizinho!— —E daí?— —E daí que eu poderia ser sua mãe!!— Ela já tava ficando nervosa. —Mas não é. Qual é, foi foda pra caralho e nós dois tava morrendo de vontade.— —Não… você me enganou.— Ela soltou. —Não, você gozou igual uma louca, igual eu. Tava com tanta vontade quanto eu. Não pode negar que foi foda pra caralho…— Eu me aproximava dela enquanto ela recuava. —Que nada, olha, você tá se enganando…— Continuava recuando até chegar na porta de casa. —Por que você desceu?— Perguntei olhando nos olhos dela, já tinha encurralado ela contra a porta de casa. —Pra eu te foder de novo? Se veio com a mesma calça me provocar.— Peguei o elástico da calça e puxei pra fora. —Não trocou nem de calcinha.— E meti a mão por baixo dela até levar meus dedos na buceta dela. —Quem sabe ainda tem minha gozada dentro.— —Para, por favor…— Ela começava a se alterar. —Você precisa ser bem comida e eu posso fazer isso.— Meu dedo entrava e saía dela. —Você merece ser bem fodida.— —Fica quieto, por favor…— —Por que quer que eu fique quieto se você tá se molhando? Não gosta do que eu tô fazendo? Tá se molhando porque sabe que o que eu falei é verdade.— —Porra…— —Eu posso te foder bem, posso te dar pica todo dia… quer? Quer que eu te coma de verdade?— Meus dedos tavam fodendo ela bem rápido. —Escuta… ahhh… me escuta.— —Fala.— —Preciso que me foda bem, porra… porra, preciso de uma foda boa, sim, tô desesperada por uma trepada gostosa… ahhhhh porr— E eu me joguei pra beijar ela, minha língua quase enfiei até a garganta dela. E de repente… ela gozou na minha mão. Sinceramente, não esperava por essa. —A Que horas seu marido sai?" — perguntei. Podia ter fodido ela naquele exato momento, mas queria dar uma boa trepada daquelas que ninguém esquece e fazem a pessoa se entregar por completo. "Sete e meia." — "Então amanhã às oito você me espera lá em cima pra te dar o que você precisa." Ao que ela respondeu enfiando a língua até onde eu tinha enfiado a minha antes. Era um "sim, por favor".Minha putinha por um dia 2Tava na cara, essa ideia de vir pra baixo se fazendo de vítima e falando que não devia ter acontecido era só um jeito de lavar a consciência e fazer com que eu fosse o cara que incentivasse ela a fazer, pra não sentir culpa de dar gaia no marido. Nesse caso, ela ia jogar a culpa moral em mim, de que eu a levei a fazer algo que ela não queria, e sinceramente, eu tava nem aí, contanto que pudesse comer ela do jeito que eu quisesse. Ela foi embora e eu voltei pro meu canto, ou seja, planejar minha escapada pra Madrid pra resolver uma papelada que não existia e fazer uma visita pra minha putinha, como a Claudia tinha se definido da última vez que estive com ela. Só de falar que ia descer, ela já tava toda molhada, mas teria tempo pra ir esquentando ela direitinho. Eu tinha que focar na minha nova amiguinha. Deixei a tarde passar e de noite, no horário que a gente costumava conversar, mandei o seguinte: "Já sabe o que vem amanhã, né?" Ela não demorou pra responder. "Siiim" "Às 8" "Siiim, amanhã às 8 finalmente uma boa trepada" "Jeje é isso" "Vou te deixar toda arrebentada!!" "Vamos ver se é verdade, jeje, se me foder, me fode bem, hein" "Claro" "Então nada de punheta agora, hein, quero você bem carregado, todo o leite pra mim, hahaha" "Jeje, então não me esquenta!!" "Eu? Hahaha, uff, quem fica quente sou eu, haha, só de pensar..." "Amanhã às 8, amanhã às 8, já tô ficando... jeje" "Hahaha, eu também vou te comer bem, hein, não pensa que só você vai me comer, você vai ver o que é uma mulher de verdade!!!" "Uii, que medo, será que já não vi?" "Você não viu nada, pequenininho, essas menininhas da sua idade não sabem foder, haha" "Porra, sabe como eu tô agora?" "Já imagino, buff, que vontade de saborear, não se toca!!!!" A franqueza dela tava me deixando impressionado. Sem pensar duas vezes, abri a câmera do celular, tirei uma foto do meu pau em toda sua glória e mandei pra ela. "Olha o que você vai ter amanhã" "Porra, porra, porra, tenho que ir pro banheiro!!!" "Fazer o quê? Jeje" "Me acabar, buff, que vontade de te comer agora mesmo" Tive que Rezar para os doze apóstolos pra não bater uma naquela hora, mas o que me esperava no dia seguinte ia ser melhor.
— Que gostoso, meu Deus...
Ele tinha acabado de gozar. A conversa deu uma relaxada no quesito tesão e, com uma concentração enorme, consegui me segurar de me tocar. Depois de um tempo, ele se despediu.
— Até amanhã às 8, vou dormir pensando no que vem por aí.
— Não, vai se foder, um beijo. Isso eu te dou amanhã... em algum lugar.
Nunca tinha visto uma mulher tão louca por pica na vida.
— Bom dia!!! Tá pronta???
Escrevi assim que acordei, pouco antes das 8.
— Bom dia!!! Hehe, sobe que o café da manhã tá pronto.
Às suas ordens, pensei, e às 8 em ponto eu tava tocando a campainha dela. Ela abriu com um sorriso de orelha a orelha e me convidou pra entrar na cozinha. Agarrei na cintura dela e fui seguindo pela casa. Ela tinha preparado meu café com biscoitos de sempre.
— Aproveita o café, porque se hoje você não cumprir, não deixo você vir mais. — Falou num tom de brincadeira.
— Já já... Depois você vem me buscar na minha casa... — Respondi no mesmo tom.
— Uma coisa eu adianto, como regra... na minha casa você não pode ficar com tanta roupa!!! Quando vier, se é que vou deixar, mais levinho, haha.
Ela queria guerra desde o primeiro minuto.
— Então tira você. — Desafiei — Assim eu sei como tenho que vir.
Ela ficou na minha frente.
— Vamos começar tirando a camiseta. — E tirou, esfregando os peitos em mim. — Muito melhor. E a calça... acho que também tá sobrando, então tira. — Puxou minha calça pra baixo e eu tirei, deixando no chão.
Tão rápido quanto me semidespi, já tinha brotado uma vara dura apertada contra a cueca, virada pra esquerda. Ela se ajoelhou e passou a mão suavemente no meu volume.
— E com isso a gente faz o quê? — Perguntou.
— Acho melhor tirar também, não acha? — Respondi.
E com uma habilidade digna de uma profissional de verdade, me deixando de olho arregalado, ela pegou com os dentes a goma da minha cueca e puxou, fazendo meu pau pular pra fora. pau ereto ia disparar pra cima. Puxei com os dentes pra baixo e minha cabeça pousou na testa dela. Ela ainda conseguia sorrir pra mim sem soltar minha cueca. Soltou quando ficou por baixo das minhas bolas e agarrou meu pau pela base. — Não tinha te falado, mas você tem um pau gostoso. — Ela disse lá de baixo, fixando os olhos nos meus. — Tá gostando, hein? — Tô gostando, tô gostando. — Ela esticou a língua e com a ponta percorreu de baixo pra cima até chegar na cabeça, que enfiou na boca e puxou sugando. — E ainda por cima é uma delícia, uhmmmm — Agarrou com os lábios, como se fosse morder, e percorreu toda a extensão enquanto começava a subir e descer a mão, tudo num ritmo desesperadamente e excitantemente lento. Eu não queria que acabasse nunca e ao mesmo tempo queria que ela engolisse inteiro como uma possessa. Desceu pras bolas e enfiou tudo que conseguiu na boca. Por dentro, passava a língua nelas. Ver uma mina assim chupando minhas bolas com meu pau descansando na cara dela é um dos maiores prazeres que já senti na vida. Soltou elas pra voltar pro meu pau. Beijou minha cabeça e rodeou com a língua. A mão dela não parava de bater uma. Cuspiu na cabeça e espalhou com a língua. Abriu a boca e enfiou pra dentro, o mais fundo que conseguiu na primeira tentativa. Tirou sugando de um jeito que pensei que ia arrancar. — Amo seu pau. — E engoliu de novo. Fazia devagar e suave, curtindo cada centímetro do pau que eu oferecia. Fechava os olhos e aproveitava. Eu só podia pousar a mão no cabelo dela, tirando os fios do rosto, e curtir o boquete que essa Deusa tava me dando. Aumentava o ritmo aos poucos. Num dado momento, virou a cabeça e, olhando nos meus olhos, me deixou ver o volume que meu pau fazia dentro da boca dela, o volume da minha cabeça contra a bochecha, e isso me deixou a mil. Ainda nem tinha começado direito e já tava quase gozando, então eu tinha que Para com isso. —Porra, vamos pra sua cama, quero comer essa buceta já…— falei como dava. Tirei a cueca de vez e deixei em cima da mesa da cozinha, ela se levantou e me levou pela mão até o quarto dela. Assim que entrei, no criado-mudo, a foto do casamento. Ver aquilo e ver como agora ela se entregava pra mim pelas costas do marido me excitou pra caralho. Avancei nela, arranquei a camiseta e mordi os bicos dos peitos dela. Empurrei ela na cama, peguei a calça dela e puxei pra cima. Não me surpreendi ao descobrir que ela não tava usando nada por baixo. Ela caiu de costas com as pernas abertas e, sem pestanejar, mergulhei na buceta dela. Chupei como se tivesse morrido de fome por uma semana. Abri com as mãos e enfiei o focinho nela. Comia como um leão devorando a presa. Susana agarrou minha cabeça e me empurrava ainda mais pra dentro, e com a bacia tentava se impulsionar pra cima. Por pouco não enfiei a cabeça inteira. Tava uma delícia, do caralho, até com os pelinhos aparados e tudo.gostosa-Me levantei e puxei ela até colocar a bunda dela na beirada da cama, segurei as pernas dela e coloquei os tornozelos dela nos meus ombros… e enfiei de uma vez. Ela deu um grito que, se não acordou o prédio inteiro, faltou pouco. Nessa posição, comecei a foder ela. — Assim que você gosta, hein, seu pedaço de puta. — Meu Deus, sim… me fode… ahhh… como você me fode bem… porra, não para. — Era isso que você precisava, foxy, uma boa pica. — Me dá forte, me fode sem parar. Acho que ela nem me ouvia, tava gozando pra caralho. Não demorou pra chegar no primeiro orgasmo dela. Ela se contorceu, puxou o edredom, arrancou o próprio cabelo, enlouqueceu… Parecia que tava há anos sem gozar. Aproveitei o orgasmo dela pra diminuir o ritmo e não gozar também. — Deixa eu te foder. — Ela pediu. — Deita.peitoesO suor que a gente já tava era incrível. Me deitei de barriga pra cima e ela gozou em cima de mim. Colocou uma perna de cada lado, pegou na minha pica e guiou ela pra dentro dela. Nessa posição, vi ela entrar inteira. E sem mais delongas, começou a cavalgar. Era uma besta. Me fodia de um jeito brutal, uma verdadeira besta. Com certeza nunca tinha cruzado com outra mina que aguentasse aquele ritmo. Eu segurei na bunda dela e só curtia. De vez em quando dava uns tapas e, igual um cavalo de corrida, isso parecia acelerar ela, que cavalgava mais rápido e mais rápido. Senti que ia gozar e não queria gozar ainda, pedi pra ela descer, mas ela nem me ouviu, então tive que agarrar ela à força e tirar de cima de mim. Já tinha gozado de manhã com ela por cima e queria mudar. — Fica de quatro. — Ordenei. Agarrei ela por trás e coloquei ela de frente pro toucador e pro espelho enorme que tava pendurado na parede em cima dele. Peguei na juba dela enquanto metia e deixava dentro. — Abre os olhos!!! Olha quem tá te fodendo!!! — Comecei a me mexer. — Como você me fode bem… ahhh… como eu precisava disso… não para… — — Me olha enquanto te fodo de quatro, me olha… você é uma puta. — — Isso, porra, sim ahhhhh — — Me olha nos olhos enquanto gozo dentro de você — Não aguentei mais, e ela também não. Nossos orgasmos se juntaram e minha gozada encheu ela toda. Em nenhum momento ousou desviar o olhar. Era uma raposa autêntica e já tinha se entregado pra mim. Exausta, se deitou na cama e eu do lado, abraçado nela. — Então, o que achou? Tô aprovado? — Perguntei beijando o ombro dela. — Tá aprovado, tá aprovado. — Então pra repetir, né? — Uff, todo dia, hehe… Sério, eu precisava de uma foda assim, fazia anos que não transava desse jeito!!! — A cara dela era de felicidade total. — Porra, se eu soubesse antes!!! Com a quantidade de punheta que bati pensando em você!!! — Ah, é, né? — Disse fazendo cara de interessada e fingindo que não tava surpresa. — Ué, com essa rabuda que você tem!!! — E levei minha mão. até ele agarrando com paixão. - Desde os 13 anos, imagina quantas já caíram!! - Pois olha agora, além de puta, vou te foder na cama!! - Os dois rimos. Ficamos deitados um tempão, que eu aproveitei pra passar a mão nela o máximo que pude e mais. A gente se comia de boca enquanto minhas mãos apertavam aquele rabo que me deixava obcecado, pegava um peito, depois o outro... A gente tinha tempo de sobra, já que não era nem meio da manhã. - Vamos ter que tomar banho, né? O cheiro de sexo aqui tá fedendo... - Ela disse com sarcasmo. Levantou e abriu a janela pra arejar o quarto. Eu segui ela até o banheiro. Sempre seguia ela só pra ver aquele rabo em movimento. Pegou duas toalhas e entramos no chuveiro, que era bem moderno e espaçoso, com piso antiderrapante e controles pra regular a temperatura da água, nada a ver com a banheira velha que eu tinha lá embaixo. Ela colocou a água a 38 graus e abriu. Em poucos segundos já tava na temperatura, e eu me aproximei dela pra ficar debaixo do jato d'água. Com a água caindo nas nossas cabeças, a gente se beijou. Ela fechou a água pra pegar o sabonete, e o que ia acontecer era óbvio. Ela passou sabonete nas mãos, esfregou e começou a me ensaboar pelo peito. Desceu pelos braços, voltou pro peito e foi até minha pica. Ali ficou e se demorou ensaboando ela bem. Eu imitei ela, passei sabonete nas mãos, esfreguei e ensaboei ela, focando nas tetonas dela e nos bicos duros. Minha pica tava dura nas mãos dela. Ela não tava me ensaboando, tava me masturbando. - Essa pica ainda quer mais, hein, garoto... - Ela disse mordendo os lábios. Abriu a água, que na hora caiu de novo sobre a gente, virou, inclinou o corpo, segurou com uma mão num dos canos que levam a água pro chuveiro e apoiou a outra no box de vidro. Virou a cabeça e olhou pra mim. - Tá esperando o quê? - Nada, não tinha que esperar nada. Agarrei os quadris dela e apontei minha pica pro buraco ardente dela. Entrou como um faca na manteiga. Fiz ela abrir mais as pernas e empurrei suas costas pra deixar a bunda bem empinada. Agarrei nela e comecei a furar, com a água escorrendo pelos nossos corpos. Levei um dedo pro outro buraco dela, pro cu dela. Era lindo, pequenininho e bem fechadinho. Segundo ela, nunca tinha feito por ali, ou seja, o cu dela era virgem e o marido dela era viado, porque senão era inexplicável nunca ter arrombado. Eu adoraria estrear aquilo, mas não hoje, ainda era cedo e fazer sem aviso podia ser perigoso.madura—Quero gozar na sua cara. — falei enquanto entrava e saía dela em alta velocidade, e ela começava o orgasmo. Quase tinha perdido a conta de quantas vezes ela tinha gozado naquela manhã. — Na… aaaahhh… mi… aaa… boca… aaaahhhh — conseguiu dizer enquanto um orgasmo sacudia cada poro da pele e parte do corpo dela. — Porra, fica de joelhos e chupa meu pau!! — Em meio milissegundo, ela já estava de joelhos, engolindo num ritmo infernal meu pau que tinha acabado de sair de dentro dela e estava coberto da gozada dela. Me apoiei na parede e acompanhei o movimento da cabeça dela com minhas mãos. Com uma mão, ela segurava meu pau; com a outra, se acariciava a buceta. Peguei a mão que estava em mim, a mão com a aliança de casada dela, o maior símbolo físico de um casamento. O anel que o marido dela, agora corno, tinha colocado como símbolo de amor e fidelidade, eu tirei. — Que anel bonito. — O que você vai fazer? — Pela primeira vez, ela tirou o pau da boca desde que estava de joelhos. Com todo cuidado, coloquei o anel coroando a cabeça do meu pau. Meu buraco ficava bem no centro do anel. Agarrei ela pelo cabelo e, com um seco “chupa”, puxei ela pro meu membro coroado. Ela esticou a língua e, meio excitada, meio alucinada, deu uma lambida de baixo pra cima. Das minhas bolas até a aliança de casada dela. Conscientemente ou não, ela tinha acabado de assinar o contrato não escrito que a certificava como minha puta submissa total e absoluta. — O que seu marido pensaria se te visse assim? — Que… eu… sou uma puta? — Uma puta. Minha puta. — Segurando ela com as duas mãos pelo cabelo, fiz ela me dar mais umas lambidas, e não deve ter achado ruim, porque a mão dela não parava de se acariciar entre as pernas. Era tanto tesão que eu praticamente gozei sozinho. Segurei meu pau com uma mão pra não deixar o anel cair durante a gozada, e o pouco de porra que ainda tinha nas bolas saiu disparado na boca dela, que me esperava aberta com a língua pra fora. Fiquei completamente vazio. Nessa gozada, joguei até a alma e o espírito. Santo. Pegou o anel de volta, chupou pra limpar as gotas do meu sêmen que tinham ficado presas nele e colocou de novo. Ia meter de novo, mas meu pau já não subia nem com guindaste. Saí do banho com uma sensação de felicidade plena. Como é possível que em um mês eu tivesse passado de ser traído e querer morrer, a ser agora o bull e ter duas putas submissas prontas pra tudo? Não tava nem aí como, se era karma, um presente divino de Deus ou a sorte dos trouxas, mas eu as tinha.

— Você é um filho da puta. — Ela disse enquanto a gente se secava. Olhei pra ela surpreso porque naquele momento eu tava nas minhas nuvens e não esperava por aquilo.

— É, um filho da puta. Isso foi muito humilhante.

— Ah, para… — Foi a única coisa que consegui dizer.

— Eu amo meu marido, viu? Ele é meu marido, o nosso negócio é sexo, isso era demais.

— Bom, não foi pra tanto. — Abracei ela por trás. — Desculpa, tá? Não pensei que ia te incomodar.

Na real, ela só tava se fazendo de digna porque tava percebendo o que aquele momento significava: que agora ela era minha.

— Mas é que… — Continuei. — Você é tão gostosa e te deixarem tão necessitada… Porra, não entendo. Se eu fosse casado com você… Nossa, você não ia conseguir nem fechar as pernas!

Ela sorriu.

— E esse bum… Como assim, virgem?! Já vai ver como você vai gostar!

— Calma, calma! Fica tranquilo, garoto, não corre! — Respondeu rindo.

Ali estava a prova. Ela não ousava me dizer não. Aquela bunda… Eu ia inaugurá-la…milf
bem vadia
muito gostosa
Minha putinha por um dia 2
gostosa
peitoes
madura
milf
bem vadiaSe curtiu, deixa teus pontos. Agradeço os comentários pra melhorar. Dá uma olhada nos meus outros posts e na primeira parte. Abraços.

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