Uns anos atrás, eu tava namorando uma mina e foi um daqueles relacionamentos que, se tudo andar certo, pode seguir bem tranquilo e quase feliz, mas sem surpresas, sem paixão, sem nada além de um carinho e a ilusão de um bem-estar baseado na rotina. Ela era bonitinha e muito simpática, mas eu sempre me senti deslocado com minhas piadas, meus gritos idiotas e discussões bestas sobre assuntos que eu gosto de falar. Ela aturava isso, assim como eu tolerava alguns defeitos dela, como em todo relacionamento. Tinha duas coisas que eu sabia sobre ela, mas a gente nunca falava muito sobre isso nem me chamava atenção: que a família do Sul dela tinha muita grana e que ela tinha uma irmã gêmea. Ela não falava muito com eles, então eu sabia pouco ou nada, além de alguma foto que tinha visto. A gente tinha resolvido fazer uma viagenzinha nas férias, e aí a prima dela, com quem ela praticamente foi criada, ia casar e nos convidou pra ir até as terras patagônicas pra cerimônia. Tudo pago e tava de boa, aceitei na hora. Não sei se a situação do casamento, a viagem ou o frio deixaram minha namorada mais carinhosa, mas a gente começou a transar melhor nos dias antes do evento. Sempre na mesma posição e sem muita conversa, mas mais frequente e intenso. Gostei, mas ainda esperava aquele momento em que ela se soltasse de vez. Chegamos na estância da família dela e constatei duas coisas: eles tinham mais grana do que eu imaginava e a irmã dela era mais gostosa do que eu pensava. Porque ela era praticamente igual à minha namorada, mas com outro estilo, mais desenrolada, rebelde, divertida, muito melhor do que aquela jirafa sem graça... Bom, não tão assim, mas curti muito a atitude dela também, opinando sobre tudo, falando de rock e dando gargalhadas na mesa. Ela me aplaudiu quando defendi uma ideia que já não lembro na frente de todo mundo, e acho que eu também caí nas graças dela de cara. Era igual à minha namorada, mas me dava tesão saber, ou na verdade imaginar, que era uma versão mais ousada, mais sexy dela. A viagem foi de uma semana (o casamento foi no sábado), então pude conhecer toda a família. A grande maioria (primos e primas) era bem "metida", menos ela: a irmã gêmea. As duas eram baixinhas, pele branca, olhos castanhos, cabelo preto liso, com carne pra agarrar, principalmente com uns peitões bem bons. Minha namorada escondia bastante, sempre usando moletons e jaquetinhas. Já a irmã dela tinha o cabelo preso, um piercing no nariz e no umbigo, uma tatuagem na cintura e um decote nada escandaloso, mas sugestivo.
Dormimos em umas cabanas que eram tipo chalés, uma do lado da outra, e minha namorada continuava carinhosa. Eu, talvez inspirado por aquela dualidade que passava na minha cabeça, me soltei de vez. Quando meti duas boas gozadas nela, deixando ela toda molhada, ela virou de bruços, levantou a bundinha e falou: "hoje quero assim". Dei o que ela pediu e fiz ela gritar muito, muito, como nunca tinha ouvido ela gritar, e ela ficou toda molhada. Afetado pela situação, tirei e gozei na pele da bunda e nas costas dela. Saiu muita porra e eu adorei, mas ela ficou puta e começou a me xingar, muito, mas muito irritada. Me deixei levar e não consegui nem quis parar de gozar naquela bunda linda dela.
No almoço, ela não falou comigo, e eu fiquei lá no meio da família todo "sobrando". Passamos o dia de cara feia e à noite (teve um jantar de finger food e uma mini festa) tentei conversar com ela, mas discutimos e ela foi embora com a prima falar sobre o casamento. Me fiz de besta, peguei uma garrafa de tequila que tinha pra fazer drinks e fui pra trás de um dos carros sentar e beber, me desligando da festa e de toda aquela vida familiar e careta por um bom tempo.
Comecei a beber sozinho e, depois de uns goles na garrafa, vi a irmã gêmea passar indo pra trás de um bosque que ficava uns 300 metros dali (a propriedade era enorme). Passou um tempo e vi fumaça naquela direção, como se ela estivesse fumando, e não era tabaco. Sem pensar, fui e a encontrei. Ela fumando um baseado e dançando com um vestido de festa com um decote enorme. Não sabia que tinha outra cabana ali e fiquei surpreso com toda a situação, além de excitado. Ela começou a falar comigo como se estivesse brava e disse: "O quê? Vai me dedurar pra minha irmã perfeitinha? Vai contar pros meus pais que sou uma drogada? Vai cuidar da sua namorada pra ela não ser assim?", levantando a voz na defensiva. Respondi que nada a ver, que minha namorada não tava falando comigo por causa de uma briga e quando ela perguntou por quê, não soube o que dizer, mas acabei contando que tava cansado dessa história de fingir ser perfeito o tempo todo. Ela me convidou pra entrar na cabana onde se escondia da família e, de repente, rolou uma confiança inesperada. Começamos a fumar juntos e a falar sobre a hipocrisia e nossa estadia naquele mundinho até que já estávamos meio doidões pela fumaça e pelo tequila, e aí rolou a seguinte conversa:
— Fala, me diz por que vocês brigaram.
— Não, não posso, é algo delicado.
— Deve ter sido grave pra ela ficar brava depois do que aconteceu ontem à noite.
— O que aconteceu ontem à noite?
— Hahaha, fala sério, eu ouvi vocês.
— ...
— Nunca pensei que minha irmã fosse gemer assim transando, haha, pensei que ela fosse frígida.
— Não, frígida nada, mas também não foi tudo isso.
— É, claro, isso não é nada pra uma boa transa, mas nunca ouvi ela assim.
— Não, não.
— O que você fez com ela pra ela ficar brava depois disso?
— Não posso contar intimidades, não me pergunta.
— Fala, não seja chato, ouvir intimidades é o mais perto que chego de transar aqui no meio do mato, fala.
Claro que não consegui negar e contei, e ela morreu de rir. Ela ria e os peitos balançavam... eu olhei direto pro decote e, lógico, ela percebeu. Me perguntou se era estranho ver ela por ser idêntica à irmã e, de repente, tapou o decote e começou a rir. Pra minha surpresa, sem parar de rir, ela disse: "Tipo, você já viu meus peitos, ou seja, nem precisa imaginar eles pelados porque são iguais aos da sua namorada." Não soube o que dizer e fiquei em silêncio fumando. enquanto "a gêmea" tomou vários goles generosos de tequila. "Já sei! Se eu ficar de peitos de fora não dá nada, afinal você já viu eles, vê sempre, quer ver agora?
Dormimos em umas cabanas que eram tipo chalés, uma do lado da outra, e minha namorada continuava carinhosa. Eu, talvez inspirado por aquela dualidade que passava na minha cabeça, me soltei de vez. Quando meti duas boas gozadas nela, deixando ela toda molhada, ela virou de bruços, levantou a bundinha e falou: "hoje quero assim". Dei o que ela pediu e fiz ela gritar muito, muito, como nunca tinha ouvido ela gritar, e ela ficou toda molhada. Afetado pela situação, tirei e gozei na pele da bunda e nas costas dela. Saiu muita porra e eu adorei, mas ela ficou puta e começou a me xingar, muito, mas muito irritada. Me deixei levar e não consegui nem quis parar de gozar naquela bunda linda dela.
No almoço, ela não falou comigo, e eu fiquei lá no meio da família todo "sobrando". Passamos o dia de cara feia e à noite (teve um jantar de finger food e uma mini festa) tentei conversar com ela, mas discutimos e ela foi embora com a prima falar sobre o casamento. Me fiz de besta, peguei uma garrafa de tequila que tinha pra fazer drinks e fui pra trás de um dos carros sentar e beber, me desligando da festa e de toda aquela vida familiar e careta por um bom tempo.
Comecei a beber sozinho e, depois de uns goles na garrafa, vi a irmã gêmea passar indo pra trás de um bosque que ficava uns 300 metros dali (a propriedade era enorme). Passou um tempo e vi fumaça naquela direção, como se ela estivesse fumando, e não era tabaco. Sem pensar, fui e a encontrei. Ela fumando um baseado e dançando com um vestido de festa com um decote enorme. Não sabia que tinha outra cabana ali e fiquei surpreso com toda a situação, além de excitado. Ela começou a falar comigo como se estivesse brava e disse: "O quê? Vai me dedurar pra minha irmã perfeitinha? Vai contar pros meus pais que sou uma drogada? Vai cuidar da sua namorada pra ela não ser assim?", levantando a voz na defensiva. Respondi que nada a ver, que minha namorada não tava falando comigo por causa de uma briga e quando ela perguntou por quê, não soube o que dizer, mas acabei contando que tava cansado dessa história de fingir ser perfeito o tempo todo. Ela me convidou pra entrar na cabana onde se escondia da família e, de repente, rolou uma confiança inesperada. Começamos a fumar juntos e a falar sobre a hipocrisia e nossa estadia naquele mundinho até que já estávamos meio doidões pela fumaça e pelo tequila, e aí rolou a seguinte conversa:
— Fala, me diz por que vocês brigaram.
— Não, não posso, é algo delicado.
— Deve ter sido grave pra ela ficar brava depois do que aconteceu ontem à noite.
— O que aconteceu ontem à noite?
— Hahaha, fala sério, eu ouvi vocês.
— ...
— Nunca pensei que minha irmã fosse gemer assim transando, haha, pensei que ela fosse frígida.
— Não, frígida nada, mas também não foi tudo isso.
— É, claro, isso não é nada pra uma boa transa, mas nunca ouvi ela assim.
— Não, não.
— O que você fez com ela pra ela ficar brava depois disso?
— Não posso contar intimidades, não me pergunta.
— Fala, não seja chato, ouvir intimidades é o mais perto que chego de transar aqui no meio do mato, fala.
Claro que não consegui negar e contei, e ela morreu de rir. Ela ria e os peitos balançavam... eu olhei direto pro decote e, lógico, ela percebeu. Me perguntou se era estranho ver ela por ser idêntica à irmã e, de repente, tapou o decote e começou a rir. Pra minha surpresa, sem parar de rir, ela disse: "Tipo, você já viu meus peitos, ou seja, nem precisa imaginar eles pelados porque são iguais aos da sua namorada." Não soube o que dizer e fiquei em silêncio fumando. enquanto "a gêmea" tomou vários goles generosos de tequila. "Já sei! Se eu ficar de peitos de fora não dá nada, afinal você já viu eles, vê sempre, quer ver agora?
1 comentários - La gemela malvada (Parte 1: la reunión familiar)