Comi o cu da minha vizinha 2

Aqui vai a segunda parte pra vocês
dessa história fabulosa
com muito de real
embora vocês não acreditem
espero seus comentários
valeu por me ler












O sábado chegou e, de novo, a gordinha da minha vizinha tava passeando pelo corredor. Na hora percebi que ela tava me procurando, porque é raro ver ela por aqui no prédio.
 
Bom dia, como você tá? Tudo bem?
 
Andrea, oiiee, tudo bem? Mais ou menos, mas tô de boa. E você?
 
Muito bem agora, fico feliz que você tenha resolvido suas paradas.
 
Andrea... bom, não estão tão boas assim, mas fazer o que, é o que me coube.
 
O que foi? Não falou com ele?
 
Andrea, vem tomar um mate comigo, ele já vai embora, aí te conto sobre o Diego.
 
Me dá uma coisa
 
Andrea, daleee, não tem problema, vem, vamos, é rapidinho.
 
Bom, vamos lá, dá-lhe!
 
Assim que entrei no apê dela, ela me ofereceu um lugar pra sentar enquanto preparava o mate. O Carlos saiu e me cumprimentou de boa, aquela sensação do corno te cumprimentar daquele jeito era estranha. Batemos um papo por uns minutos e depois ele foi pro quarto terminar de arrumar as coisas pra ir pescar — inclusive me chamou pra ir junto, mas falei que dessa vez não dava. A Andrea apareceu com o mate e sentou do meu lado de novo, com aquele vestido curto, decotado e soltinho. Enquanto a gente conversava, as pernas dela roçavam direto nas minhas. Isso me deixou com muito tesão. Por dentro, eu já tava com a ideia de comer ela de novo e fazer o cu dela outra vez. Meu pau começou a crescer, mas eu tinha que me segurar — não por causa do corno do Carlos, mas sim porque as filhinhas dela estavam brincando na sala.
 
Andrea, vê só, ele só se importa em ir pescar com os amigos, e a gente que se foda.
 
Bom, tá certo, mas qual é o problema? Ele tem todo o direito de ir pescar, ou o quê?
 
Andrea, sim, mas não pra gastar tudo que a gente tem nisso. Com o que a gente vai viver um fim de semana inteiro? No fim, ele tem o que chupar e comer, e a gente? O que eu dou pras meninas? Não posso nem comprar um bombom pra elas. Cê acha certo isso?
 
Beleza, calma aí, não é pra tanto.
 
Nisso o Carlos apareceu, a Andrea calou a boca na hora e ofereceu mate pra ele. Ele sentou na cabeceira e dali começamos a bater papo sobre coisas bestas, me perguntou do meu trampo, de como eu me virava sozinho em casa.
 
Bom, nos fins de semana eu tento limpar tudo, por isso não posso te acompanhar.
 
Andrea, se você quiser, eu te ajudo à tarde.
 
Carlos, claro, sem problema nenhum, ela pode te ajudar, em vez de pagar uma estranha, e as meninas não incomodam nada.
 
Andrea, não cobro muito por isso e uns trocados cairiam muito bem pra mim.
 
Tá bom, que horas você poderia vir?
 
Carlos, quando você quiser, eu vou embora daqui a pouco.
 
Beleza, quando quiser sobe, Andrea. Cê tem razão, melhor alguém de confiança do que um estranho, mas vai ter que comprar as paradas. Eu só uso detergente mesmo.
 
Andrea, se não tiver problema, eu compro pra você.
 
Beleza então, te espero, tá bom?
 
Carlso, sim, claro!
 
Cumprimentei eles e fui embora com a ideia de que o corno do Carlos ia ficar feliz em me dar a gordinha peituda dele pra eu arrebentar a buceta dela de novo enquanto ele tava pescando. Claro que minha dúvida era o que a Andrea ia fazer com as meninas, esperava que nem passasse pela cabeça dela vir com elas. Daí a pouco tocou a campainha, era a Andrea.
 
Já foi embora, e as minas cadê?
 
Andrea, não, ele não foi embora. O primo Ivan ligou e eles vão demorar mais pra sair, vão buscar ele às cinco, então deixei ele cuidando das meninas e vim limpar. Mas é, quando eu voltar, tenho que levar alguma coisa pra ele.
 
Ok, sem problema, vem aqui, vamos começar por aqui.
 
Levei ela pro quarto e, já na entrada, tirei minha camiseta, peguei ela pela cintura e coloquei na minha frente. Andrea ainda tava com o vestidinho dela, tirei ele e comecei a chupar os peitos dela.
 
Andrea, de novo não, Diego. Outro dia você me acabou, quase não conseguia sentar e acho que o Carlos percebeu.
 
Se ele percebeu, tá de boa que você meta os chifres nele, senão não teria deixado você vir sozinha pra boca do lobo, ele sabe que isso pode rolar.
 
Peguei ela pelos ombros e fiz ela se abaixar, ela desabotoou minha calça e minha pica saltou na cara dela, já tava dura pra caralho, ela pegou rapidão como se fosse escapar e começou a lamber me olhando
 
Andrea, você é muito mau, olha o que você faz com o pobre Carlos, vai pegar a mulher dele de novo.
 
Claro, se ela gosta e também curte tanto quanto eu, com certeza agora ela tá batendo uma imaginando o que a gente faz
 
Enfiou na boca dela e começou a chupar com muita paixão, tava super excitada, essa história de dar chifre no marido deixava ela louca de tesão e ainda mais que ele nem hesitou, em minutos enchi a boca dela de leite, ela reclamou mas no fim engoliu tudo, levantei o vestido dela e tirei a calcinha fio dental de puta faminta que ela tava usando, deitei ela na cama e fiquei por cima.
 
Andréa, devagar, por favorrr, hoje quero gozar essa pica.
 
O que você quiser, puta.
 
Enfiei de uma vez e ela me pediu pra ir devagar, respondi que não era obediente e comecei a cavalgá-la. A buceta dela estava encharcadíssima e ela pediu de novo pra eu não gozar dentro, tava com pânico de engravidar, mas não queria usar camisinha, queria sentir meu pau quente entrando e saindo da buceta molhada dela. Quando eu tava perto de gozar, virei ela de quatro mais uma vez, acho que ela sabia o que vinha porque se agarrou no lençol e baixou a cabeça. Levantei a saia dela e meti no cu com uma porrada forte que fez ela gritar, enfiei até as bolas e comecei a cavalgá-la com muita força enquanto ela continuava pedindo pra ir devagar, mas por dentro sabia que ela tava adorando, a ponto de sentir ela gozar. No meu último metidaço, gritei e enchi o cu dela de porra, coisa que ela sentiu na hora, se contorcendo por dentro enquanto eu deixava meu pau descarregar completamente no cu dolorido que ela tanto amava. Quando tirei, vi ela tremer, as pernas abertas se mexendo querendo segurar meu leite quente dentro dela. Depois disso, ela conseguiu se levantar, eu vesti a calça e a camiseta, abracei ela e dei um beijo quando a campainha tocou. Com certeza era o Carlos, então nos apressamos pra ir atender ele.
 
Carlos, Andrea, já vou indo. Falta muito pra você aqui?
 
Andrea, ainda falta a sala de jantar e a cozinha.
 
Sem problema, fica tranquila, amanhã cê pega seu dinheiro e muito obrigado.
 
Ela pegou o dinheiro e foi embora com o Carlos, pensei que ia com a buceta escorrendo e mal conseguindo andar, a putaria tinha crescido demais, mas meu pau já não queria mais.

6 comentários - Comi o cu da minha vizinha 2

me encanta esta mina. ojala haya mas
A MI TAMBIEN PERO DESPUES SE PUSO MUY PESADA EN LOS OTROS RELATOS LO CONTARE
Muy buen relato esa adrenalina que te da cuando el cornudo puede llegar en cualquier momento lo hace mas exitante jeje
ni que lo digas, hoy se viene el tercer encuentro
gracias x comentar
Me encantó ojalá haya continuacion o una desde la perspectiva del cornudo
esta noche continua la historia que fueron 5 encuentros