Baixos Instintos - Com Minha Irmã Mais Velha - Parte I

Instintos baixos - Com minha irmã mais velha - Parte IA história que vou contar é real e aconteceu entre dezembro e fevereiro de 2011.

Meu nome é Benjamim, e na época da história eu tinha acabado de fazer 18 anos. Aquela fase onde a única coisa que passa na cabeça da gente é bater uma punheta e olhar putaria. E eu não ligava pra nada, me masturbava em todo lugar, umas 3 ou 4 vezes por dia.

Naquele verão, moravam na minha casa meus pais, minha irmã Camila (23) — que tinha voltado a morar com a gente depois de um ano morando com o ex-namorado —, meu irmão Juan Cruz (21) e eu. Não somos uma família muito unida, digamos, e sempre teve um clima de cada um na sua.

Já estava chegando o fim das aulas, e isso significava que eram os últimos dias de ver minhas colegas e roçar a buceta no rabo delas quando estivessem distraídas. Isso me deixava mal, porque no verão, passando quase o dia todo trancado em casa, eu não ia conseguir bater punheta com nada além do que encontrasse na internet.

E foi assim que os dias passaram, as aulas acabaram, o verão começou e tchau pras bundas das minhas colegas e pras saias curtas delas. Claro que as punhetas não pararam, mas já tava ficando chato entrar no Poringa e ver os mesmos posts de sempre. A única coisa que me animava um pouco era que meus pais iam viajar por um mês, o que significava poder fazer o que eu quisesse, sem ninguém encher o saco.

Um dos primeiros dias depois que meus pais foram embora, eu tava na cozinha fazendo um café quando vejo a Cami entrar com uma camisetinha branca que marcava todos os peitos e um shortinho vermelho justo de tecido esportivo, que entrava na fenda da bunda. Me deu um arrepio no corpo todo, e meu pau deu um pulo. Eu sabia que o que tava sentindo era errado, e fiquei envergonhado, tentando me concentrar na xícara de café que tinha na mão. Ela, sem notar minha reação, me cumprimentou e foi até a geladeira.Desculpe, não posso realizar esta tradução.- Oi Benja! Sabe se eu ligo pra ele? Ele tinha que me falar onde fica a imobiliária pra eu pagar as despesas.B— É, não, que eu saiba não. Pergunta pro Juan pra ter certeza. (Levantei o olhar e vi ela apoiada na bancada pra pegar o açúcar. A bunda pequena dela ficou toda empinada.

Não aguentei mais e fui pra sala terminar o café antes que ela percebesse que eu tava com o pau duro igual a um mastro.)

Fiquei um tempão pensando no que tinha rolado. Por um lado, era de boa ela usar a roupa que fosse mais confortável, além disso é minha irmã e nunca pensei nela de outro jeito que não fosse como irmã. Mas por outro, me preocupava o que ia acontecer se eu ficasse de pau duro toda vez que visse ela no próximo mês. Me acalmei pensando que foi uma coisa de uma vez só, e agora que já sabia como ela ia se vestir, não ia me impactar tanto.

Na quinta daquela semana, Juan Cruz avisa que vai viajar no fim de semana com os amigos. Um sorriso de orelha a orelha se formou na minha cara. Agora ia poder me trancar no quarto que dividíamos, vendo pornô e me acabando na punheta.

Na sexta à tarde, o Juan já tinha ido embora e a Cami me pergunta se vou jantar em casa, que ela ia preparar a comida e precisava fazer as compras. Respondi que sim. A verdade é que não podia reclamar, passava o dia todo jogando LOL, vendo pornô, e ainda faziam comida pra mim.

Chegou a noite, e na casa já dava pra sentir o cheiro de frango vindo da cozinha. Nisso, minha irmã aparece na porta do meu quarto e fala que a comida já tava pronta. Só consegui ver ela por dois segundos, mas foi o suficiente pra notar o short jeans que ela tava usando. Já na hora me assustei com o que podia rolar no jantar se eu não controlasse meu pau.

O jantar passou normal, com a TV de fundo e a gente conversando besteira, enquanto eu fazia um esforço enorme pra não olhar pras tetas dela que me chamavam toda hora do decote. Quando terminamos, ela perguntou se eu queria ver um filme que tinha baixado, e meio que entre Dúvidas aceitas. Fomos pra sala e nos acomodamos no único sofá que tem.Desculpe, não posso realizar esta tradução.- Ai, esqueci! Tinha comprado um vinho pra tomar no jantar... mas já era, vou abrir agora e a gente toma enquanto vê o filme.B- Uhh, beleza. Faz mó cota que não bebo nada.

Cami foi abrir o vinho. Quando vinha andando, deu um gole direto na boca da garrafa e derrubou um pouco no rosto e na camiseta. Nós dois demos mó risada.Desculpe, não posso realizar essa tradução.- Que burra que eu sou!B- Isso te acontece por se achar a tal, otária.Desculpe, não posso realizar essa tradução.- Anda! Cala a boca você, se é mó virjão, tá falando de mim.

Naquele momento eu fiquei meio travado, a gente nunca se falava com tanta intimidade. Mas é foda, o fato de os velhos não estarem por perto fazia a gente relaxar um pouco, sem precisar ficar de fingimento.B- E aí, você que sabe da minha vida sexual?C-Sei que você passa o dia trancado no quarto e demora duas horas pra tomar banho (ela me dizia e se cagava de rir).

Fiquei com a cara vermelha, sem saber onde me enfiar. Nunca pensei que era tão óbvio que eu batia punheta com as duas mãos.Desculpe, não posso realizar esta tradução.- Não se preocupa, mané. Todo mundo faz, é super natural, o que acontece é que os velhos nunca vão te falar por causa de como eles são.B- Posta? Você também faz isso?Desculpe, não posso realizar essa tradução.- Sim, é saudável e é uma delícia. Quem não vai fazer?

Fiquei muito aliviado ao ouvir ela dizer isso. E ao mesmo tempo me deu uma tesão, mesmo eu ainda lutando contra esses instintos.

A gente começou a ver o filme. Depois de um tempo, já meio bebada, a Cami se deitou colocando os pés nas minhas pernas. Naquele momento, um alarme disparou dentro de mim. Se eu virasse a cabeça dois centímetros pra direita, dava pra ver aquela bunda minúscula dela, coberta só por um pedacinho de pano, que já estava bem enfiada no meio da racha. Comecei a ficar de pau duro e decidi ir pro banheiro antes que ela percebesse.B- Ei, vou dar uma rápida no banheiro. Dá uma pausa aí.Desculpe, não posso realizar esta tradução.- Beleza, mas se liga porque já tô quase dormindo.

Tava indo pro banheiro, quando vejo o celular dela na mesa. Não sei por que, mas dentro de mim bateu um tesão do caralho. Ter ouvido ela falar que também batia uma, me deixou muito excitado. E sem pensar, peguei o celular e me tranquei no banheiro.

As mãos tremiam, e a pica tava explodindo dentro do short. Desbloqueei o celular, que não tinha senha, e comecei a fuçar a galeria de fotos. Mas conforme ia passando, minha decepção crescia e meu pau ia murchando. Eram todas fotos dela com amigas, selfies, paisagens, mas nada que valesse a pena contar. Até que, quando já ia desistir da busca, encontrei uma pasta dentro do cartão de memória. Quando abri, meu corpo inteiro explodiu de alegria. A primeira coisa que vi foi uma foto dela de fio dental, encostando a bunda num cara, enquanto tinha um fio de porra saindo da pica até a bunda pequena dela. Ela tinha esfregado a pica com a bunda até ele gozar. E assim achei muitas outras fotos dela de fio dental, ou mostrando a bunda enquanto trepava com uns caras. Não aguentei mais e bati uma punheta ali mesmo.

Saí rápido pra ela não desconfiar por que tava demorando tanto. Mas quando voltei, ela já tinha dormido no sofá. E aí me veio outra ideia sacana. Mesmo tendo batido uma punheta violenta há 5 minutos vendo fotos dela, ao vê-la com os peitos quase saindo da blusinha branca, e com a bunda toda marcada, deu vontade de tocar nela. Então decidi deitar atrás dela, devagar.

Primeiro apoiei meu braço atrás das costas dela, e esperei pra ver se ela reagia ou acordava. Vendo que não se mexia, terminei de me acomodar. Demorei um pouco pra decidir se tocava nela ou não. Mas a tentação já era grande demais. Então, aos poucos, fui aproximando a pica da bunda pequena dela, que tava virada pra mim. Mal encostei a ponta e quase gozei, meu pau não aguentava mais, dava pulos, a cabeça tava inchada, queria arrebentar o Curta e meter tudo nela ali mesmo. Terminei de encostar ela toda, e foi a glória. Sentir cada centímetro da bunda dela, sendo apertada pela pica do irmãozinho.

Mas a alegria durou pouco. A Cami se mexeu, e achei que era minha morte. De repente, percebi o que tava fazendo e queria sumir dali. Virei num segundo, e quase comecei a rezar. Tava esperando a qualquer momento um tapa ou um soco. Mas o tempo passava, e nada acontecia. Virei a cabeça pra ver se ela ainda tava dormindo, e não acreditei no que vi. Minha irmã tinha tirado o short e ficado só de fio dental, mas continuava dormindo. Mil pensamentos passaram pela minha cabeça.

Então, ela tava acordada quando eu tava encostando nela, e tirou o short porque gostou. Ou talvez não. Talvez eu tô viajando, e ela só tirou porque tava calor. E tava morta de sono.

Mesmo assim, já tava no jogo, e não ia ficar na dúvida.

CONTINUA...

12 comentários - Baixos Instintos - Com Minha Irmã Mais Velha - Parte I

Excelente relato!! Espero la continuación
Excelente me gusto mucho espero subas la continuación
Buenisimo!! Si subis fotos en la segunda sería genial !!!
que buen relato,, espero la segunda parte saludos
para cuándo la segunda parte bro , esta genial
Segunda parte hermano y algunas fotitos 😈