Mundo gay

Minhas experiências no mundo gay foram poucas, mas intensas.Mundo gay
boqueteFranquito tinha acabado de fazer 18 anos naqueles dias, era agradável na conversa e eu me divertia pra caramba conversando com ele, a inocência safada dele me deixava a mil. Tinha visto umas duas fotos dele e não era lá essas coisas, pelo menos na foto parecia um cara normal. É segunda de manhã, eu entro e dou uma olhada nos meus contatos, uns 200 e zero conectados, como eu suspeitava. Fico me distraindo na internet que enche minha cabeça com as merdas mais inacreditáveis enquanto checo meus contatos a cada 5 minutos. O dia vai passando e a lista de conectados vai enchendo, ninguém com quem eu tenha interesse em falar, mas mesmo assim vou seguindo a conversa de um ou outro amigo do Messenger. São quase 11 horas e a janela pisca.
- jijijijifififif se conectou, anuncia a janela – e não perco um segundo para cumprimentá-lo -
         Oi -
         Oi, tudo bem -
         Aqui, esperando uma pessoa que tá se fazendo de difícil -
         Ah, tá ok, então a gente fala -
         Hahaha bobinho, a pessoa difícil acabou de se conectar -
         Ah, então fala com ele ué -
         É o que eu tô fazendo, pequenininho – Ele é meio lento e não percebe que tô falando dele ou tá me acompanhando na brincadeira? Pode ser os dois, Franquito não é de sacar sutilezas ou indiretas, ou pelo menos não deixa claro que entende. Passamos algumas horas conversando besteiras, a maioria sem sentido, conto umas mentiras verdadeiras e outras verdades que faço passar por mentiras -
         Você me atrai, você é bonito, é tão fofo -
         Isso você fala pra todo mundo, certeza -
         Nada a ver, mano -
         Somos amigos -
         Sim, mano, mas ser amigo não quer dizer que a gente não possa ser algo mais -
         Vamos ao cinema, dar uma volta e conversar, assim você pode xingar seu ex e o meu ao mesmo tempo, o que acha? -
         Hahaha não sei, quando seria? – Se já estamos no “quando seria”, é só questão de mais um empurrãozinho, é quase como se já tivesse na mão. -
         Eu posso hoje à noite, a gente sai às 5 os escravos –
- Hahaha escravo tu haha pois é –
- Hahaha escravo sou, tô nesse escritório contra minha vontade – Tô no escritório quando deveria estar enfiado na sua cama fazendo você gemer de prazer ou pelo menos na praia vendo corpos desfilando, isso já serve se não der pra fazer você gemer.
- Já já ok, mas hoje não dá, amanhã às 7 então –
- Amanhã às 7 então, fechado – Ele fica calado por um tempão e eu temo perder a chance, mesmo assim não insisto, desespero leva ao fracasso, levanto da cadeira e sento de novo umas dez ou quinze vezes até que finalmente a janela do msn pisca.
- Aonde a gente vai? – Leio na janela de conversa, tudo certo, agora é questão de decidir qual vai ser o campo de batalha, pro primeiro encontro me basta roubar um beijo, segurar ele pela cintura e colar no meu corpo já seria mais do que posso realmente esperar.
- Vamos ao cinema ou conversar –
- No cinema não dá pra conversar, além disso não posso sair até tão tarde na terça, vamos passear – Claramente vai ser difícil até esse negócio de roubar um beijo, ir passear significa andar por alguma rua com pedestres de todas as idades, velhas que iam se assustar vendo dois adolescentes se beijando, jovens que iam se assustar mais e crianças cujos pais iam se assustar o dobro, sem contar que podia ver algum amigo ou amiga, e nesse caso o assustado seria eu.
- Ok, passear mas aonde, não curto muito público – Solto de leve minhas intenções, pra ver se ele morde, se ele vem com esse papo de amigos de novo vai ser mais difícil o beijo mesmo se a gente passar da barreira dos assustados.
- Conhece a pera do love – A pera do love, isso pode não ser tão ruim, se já tão falando de love só falta botar um "fazer" na frente e pronto, depois disso é roupa pra fora e a cock pra dentro.
- emmmm, não, eu não conheço muito –
- hahahaha, no cruzamento da Salaverry com a Av. do Exército. – -         a yaaaaaa ok – -         conhece? – -         não – Fazer de palhaço sempre é útil, relaxa o estresse das relações pessoais e nos aproxima um pouquinho mais. -         hahaha, e então? – -         não conheço, mas vou ver como chego – -         ok – -         então amanhã às 7 na pera do love, meu love – -         sim, amanhã às 7 e não sou seu love – Leu a parte do love e agora tenho certeza que também leu a do beijo. -         É um jeito de falar, ué – -         Não, ué, somos só amigos – -         Bom, então vamos parar de ser, você quer ficar comigo? – Eu mesmo me surpreendo com a ousadia que me permito ter, claramente me arrisco a um não e a foder literalmente a saída. -         Que isso, e a parte de sermos amigos? – -         Sei lá, você me atrai, é bonitinho, já te falei – -         Você também me atrai – Meu coração deu um pulo e meu boneco lá embaixo deu outro, se isso não é um sim, vai ser logo. -         Bom, e então, por que a gente não pode ser, ficar? – -         Sério que você quer ficar comigo? – -         Sério que sim – Silêncio, as pessoas costumam se conectar depois das 4 da tarde e todo mundo quer ou tem algo pra dizer, todo mundo menos Franco, que ficou calado. -         O que houve, caiu? – oi, tá aí? – love, tá aí? – -         Não sou seu love – De novo a frase odiosa, talvez fui rápido demais e é hora de recuar pra não estragar a saída. Tô prestes a escrever quando a mensagem do Franquito aparece na janela do chat. -         Sim, quero – Só duas palavras depois, o vazio. Mas são as únicas duas palavras que preciso, me sinto feliz -         Sério, quer ficar comigo? – -         Sim, claro, se você quiser – -         Se não quisesse, não teria falado, né? -         Sei lá – -         Sim – -         Então estamos juntos? – -         Sim – Como todo dia, voo pra casa às 5, em vez de ficar à toa perto da piscina, me Tranco no meu quarto, depois de tirar um cochilo merecido, tomo um banho, me arrumo, passo perfume e lá pelas 6:20 entro num táxi rumo à pista do love. Chego feito um cavalheiro inglês às 7 em ponto e, assim que desço do táxi, ligo pro Franquito.
- Alô, Franco, sou eu.
- Sim, já sei.
- Que moderno, haha, já cheguei, cadê você?
- Tô aqui no parque, e você?
- Tô no parque também, acabei de atravessar a Av. Del Ejército e tô tipo no meio, mas na avenida.
- Ah, tá, segue reto que eu te vejo.
Segue reto que eu te vejo? Isso soa a câmera escondida, vou acabar num programa de putaria na TV?
- Não, ué, como assim segue reto, onde cê tá?
- Segue reto, brother, tô no meio do parque, mais pra dentro, anda que a gente se encontra, ou então me espera aí que já vou.
- Ok, melhor te esperar.

Fico parado observando todos os caras que circulam nessa hora pelo parque. O dia vai escurecer em uns 15 minutos, mas por enquanto a luz do sol ainda ilumina. Tem uns moleques de skate, alguns tão no jeito pra pegar no sono, um par de velhinhas sentadas num banco e dois namorados de mãos dadas. Caminhando na minha direção, vejo um guri de calça largona cheia de bolsos cor creme, tênis North Star preto com sola branca e uma camisa de manga longa azul com mangas celestes. Ele tem uma carinha de inocente, orelhas de rato, sobrancelhas pretas bem desenhadas mas másculas, um narizinho pequeno em cima de uma boquinha comprida de lábios carnudos, olhos puxadinhos mas grandes e um sorrisinho safado que contrasta com a inocência. O cabelo é bem cortado, é um homenzinho pequeno e parece mesmo, de pele morena e miudinho, não deve pesar mais de 50 quilos e mede menos de 1,65 metro. Chego a duvidar que seja ele até ter ele na minha frente.
- Oi – ele me diz com uma voz meio afeminada, que dá pra perceber que ainda tá mudando, adoro isso.
— Oi, você me reconheceu, achei que não ia —
— Haha como não, com todas as fotos que você me mandou —
— Ah, tá, mas tem gente que nem com foto —
— É, já vi que você faz isso direto —
— Haha não, nada a ver, só encontrei três caras, incluindo você e o Mauri —
— Claro, confia —
— Sério, mano, por que você não acredita em mim? —
— Não importa, mano, o que você fez antes não é da minha conta, é sua vida ou foi —

Inclino a cabeça pra frente, coloco meu rosto na frente do dele, ele se aproxima e finalmente nossos lábios se encontram. Não tenho muita experiência, mas aprendi rápido, o Maurício foi um bom professor. Minha língua abre caminho e brinca dentro da boca dele, meus dentes mordiscam de leve os lábios dele, abro e fecho a boca pegando os lábios dele e soltando de novo, sem parar. Meus lábios ficam molhados com a saliva dele, e eu molho os dele com a minha. Meu corpo treme, esquenta, me inclino mais sobre ele e acabamos deitados na grama. Minha boca continua brincando com a dele, minha língua se enrosca dentro da boca dele. Agora posso usar minhas mãos pra percorrer o corpo magro dele. Ele tem uma cintura fininha, que parece deliciosa mesmo por cima da roupa. Não ouso colocar minhas mãos por dentro, ele ainda é um moleque virgem e inexperiente, até mais do que eu. O corpo dele fica imóvel, os braços esticados no chão não se mexem pra me abraçar. Não porque ele não queira, é só que ele não sabe como, ou pelo menos é o que eu acho. Nosso beijo se prolonga, quase eterno, até que um movimento perto da gente nos traz de volta à realidade. Sentamos depressa, como quem tenta disfarçar depois de ter sido pego no flagra.

Deixo ele perceber minha ereção, meus braços se grudam no corpo dele e sinto os dele rodearem meu pescoço. Nos beijamos de novo sem dizer nada. Nossas bocas, cada vez mais acostumadas a se compartilhar, se entrelaçam. Desta vez meu corpo reage sobre o dele, que responde sem timidez. Fuck you, sua cintura é tão fina que posso envolvê-la com minhas mãos. Empurro minha pelve colando na dele, e ele responde melhorando o beijo. Sou maior e mais grosso que ele, mas parece não se importar em aguentar meu peso sobre seu corpo pequeno. Ele me recebe e se esforça para se ajustar e me sentir melhor. O desejo arde dentro de mim, minhas mãos percorrem seu corpo com paixão desmedida. Quero mais que só um beijo, quero mais que só me esfregar nele, quero despí-lo e saboreá-lo, quero que ele me tenha dentro, sentir sua cavidade, ouvi-lo gemer… Sentamos e Franquito apoia a cabeça no meu ombro.

— Você beija muito bem — ele diz e procura minha mão, que entrego e aperto a dele. O diabinho no meu ombro fala comigo e o tesão toma conta de mim. Deslizo a mão dele sobre minha entreperna. Franquito não resiste, se deixa guiar e, quando tem meu volume ao alcance, acaricia com desejo.

— Você também beija muito bem, olha como me deixou.
— Já tinha percebido, sabia?
— Claro que sei, faz menos de um minuto que você esteve debaixo de mim, senti seu coração pulsar — Inclino a cabeça e dou outro beijo, bem mais curto, bem menos quente.

— Quer fazer algo mais? — pergunto no ouvido dele. Intuo a resposta, mas o diabinho no meu ombro me obriga a tentar.
— Algo tipo o quê?
— Sei lá, você me chuparia?
— Oh...
— Desculpa, desculpa, tinha que perguntar. Você me deixou a mil, como é que vou baixar isso? Vou bater uma quando chegar em casa, ué.

Ele passa a língua nos lábios enquanto acaricia meu pau por cima da calça. Vejo um brilho de luxúria nos olhos dele.

— Se quiser, eu te chupo — ele diz com a voz tímida e um certo rubor nas bochechas.
— Sério? Mas aqui nem fodendo, mano.
— Não, aqui não. Vamos lá, pro outro lado do calçadão.
— Sério, aqui na via pública?
— Tem Um lugar escondido mais adiante, vamos lá e te mostro – Eu me levanto e ele me segue sem hesitar, o rubor já passou e agora ele voltou a ser aquele garoto lindo, solto e conversador, enquanto caminhamos ele me conta que já foi naquele lugar antes com outro cara.
- Peraí, você já chupa?
- Sou virgem, ninguém ainda meteu em mim, mas já chupei – Os lábios dele desaparecem dentro da boca e voltam depois de alguns segundos, molhados e com a ponta da língua de fora.
- E eu achando que ia ser o primeiro –
- Hahaha, o primeiro acho que não –
- Bom, não vou ser o primeiro que você chupa, mas o primeiro que te come, né? – Ele me olha incrédulo por uns segundos e volta a olhar pra frente.

Caminhamos de volta pro parque na beira do calçadão, de um lado tem prédios residenciais baixos e do outro o mar se estende na imensidão, alguns metros adiante tem um muro cego e na frente dele uns arbustos atrás de um murinho de um metro de altura. Franco pula o murinho e me manda segui-lo, o que faço sem reclamar. Ele senta no chão e eu sento na frente dele, escondidos atrás das plantas que crescem por cima do murinho, a gente se aproxima pra se beijar.
- Você beija bem –
- É, você já falou isso, hmm, a que horas a gente começa a outra parte? –
- Hahaha, tira ele pra fora então – Abro o zíper da calça e libero meu pau duro por cima da cueca, igual quando vou mijar, Franco pega ele com a mão direita e puxa o prepúcio pra baixo, sem pensar leva à boca. Que sensação, a boca molhada dele passa um calor intenso, meu pau fica ainda mais duro e meu corpo se tensiona de prazer. Franco não é um expert, mas eu também não sou, ele enfia meu pau até onde consegue e tira de novo, repete a operação várias vezes, a língua dele, os dentes, a boca inteira me leva ao céu. Pego a cabeça dele e acompanho o ritmo dele com minhas mãos, ele tá no dele, os dois curtindo o momento em silêncio com medo de alguém ouvir e descobrir a gente. Desabotoo o cinto e depois a calça, libero meu pau por completo, agora minhas bolas estão por cima da cueca, assim que Franco vê, ele se joga nelas, colocando uma por uma na boca, volta pro meu pau ereto, lambe e enfia de novo na boquinha dele, minhas mãos seguram a cabeça dele e dessa vez sou eu quem dita o ritmo do boquete, acelero os movimentos e cada vez mais obrigo ele a engolir tudo, minha cabeça bate na garganta dele e ele tenta se soltar, libero ele e depois enfio tudo de novo ainda mais fundo, aos poucos ele acompanha o ritmo e engole meu pau por completo, os lábios dele roçam minhas bolas toda vez que ele desce com a boca até a base engolindo tudo, ele tira e vai pras minhas bolas, lambe uma por uma, levanta meu saco e lambe por trás, volta a engolir minhas bolas uma a uma e retorna pro meu pau cobrindo ele por completo com a boca. Continua assim por vários minutos até tirar, me olha e fala: - Quero que você goze na minha cara – Não acredito, até poucos minutos atrás Franquito pra mim era um menino super inocente e meigo, mas descobri que ele é mais que isso, é inocente e meigo, mas tão ou mais tarado que eu. Coloco minha mão na cabeça dele e empurro em direção ao meu pau, ele enfia de novo na boca chupando com habilidade, pego meu pau com a mão e deixo ele se divertir só com a cabeça, enquanto eu me mastigo o pau ele lambe a cabeça e de vez em quando cobre meu glande com os lábios, não aguento mais de tesão e acabo jorrando jatos de porra que se espalham na cara dele, o rosto dele fica cheio do meu leite, ele passa a mão direita e leva à boca, saboreia. Enquanto me olha na cara, no meio da escuridão vejo o rosto dele cheio de prazer, inundado pela minha porra. Franco enfia meu pau na boca pela última vez limpando os restos de porra que Ficam sobre o meu pau, minha glande mais sensível do que nunca afunda na boca dele, me dando um prazer extremo. Franco limpa a boca e eu arrumo o pau, colocando de volta dentro da cueca, ajusto minha calça e fecho o cinto. Levantamos sem dizer nada e saímos com cuidado do nosso esconderijo.
- Você tem uma piroca boa – Ele me fala com cara de safado.
- Haha, acho que já te falei isso, né? –
- Sim, mas você não aparenta –
- Hahaha – Rio só pra disfarçar o nervosismo. Voltamos à conversa relaxada, que eu tempero com comentários sobre como ele mama bem, pergunto onde aprendeu e com quem: Franco me conta que já chupou uns caras, um deles no mesmo lugar onde acabou de fazer comigo. Como eu já disse, um putinho danado que tinha aparecido pra mim. Depois disso, vou levá-lo pra cama, é o que passa pela minha cabeça enquanto ele fala de coisas que não lembro. Continua…oral
facial

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