Bom, essa história começa em Buenos Aires uns 4 anos atrás. Fazia anos que eu queria experimentar uma garota trans, mas tinha medo por causa da dor e da rola em si, que na época me deixava bem confuso... mas um dia eu vi um pornô amador que me deixou com muito tesão na ideia de ir conhecer. Depois de olhar nos classificados, encontrei uma garota chamada Zaira, e na conversa ela me pareceu bem agradável, então criei coragem, tomei um copo de uísque e fui vê-la. No caminho, minha rola subiu três vezes pensando em como eu ia comer ela, tentando me livrar do estigma de por que eu gostava tanto de uma garota com pau, minha boca seca pensando em tudo, coração acelerado e pernas bambas, mesmo assim fui e bati na porta dela. Quando Zaira abriu, ela tinha 1,80m e era enorme, tinha uns peitos lindos e era muito feminina, cabelo preto, salto alto preto, olhos verdes, uma bomba sexual e ainda por cima suave nos gestos e no jeito de falar. Eu já não aguentava mais de nervoso, tanto que ela percebeu e me disse: "Calma, bebê, aqui a gente vai no seu ritmo. Primeira vez?" Ela perguntou... eu balancei a cabeça e ela disse: "Antes de tudo, você vai deixar te comer?" E eu comentei que era meio a minha ideia, mas que nunca tinha feito nada por trás, nem um dedo... ela riu e me deu um beijo de língua que até hoje lembro. Foi meu primeiro beijo que não era totalmente hétero, me senti estranho mas confortável. Uma vez no quarto dela, ainda com a roupa, ela me perguntou se eu já tinha visto uma rola grande ao vivo... eu respondi que não. Aí ela tirou da calcinha minúscula uma rola que não só lembro como até hoje consigo imaginar só de fechar os olhos... ela me fez ajoelhar e cheirar quase à força, mas eu gostava, precisava de alguém que me desse um empurrão. Tinha um cheiro familiar, limpo mas genital. Ela me fez levantar, me despiu enquanto me beijava forte e apertava com força o pedaço dela contra o meu, que já tava mais duro que o dela. Não podia acreditar, minhas mãos eram pequenas no pau dele. Eu pensava que nunca na vida ia entrar dentro de mim. Por sorte eu me enganei, mas isso é mais pra frente. Ele me beijava e me beijava e eu não aguentava mais de tesão, nisso ele me coloca de quatro e eu falo devagar, por favor... aí ele responde pra não ser ansioso. Nunca tinham chupado meu cu, mas depois disso nada foi igual, a saliva dele caía nas minhas bolas me deixando muito, muito, muito puta. Juro que queria mil paus batendo na minha cara, me chamando de puta, todos os medos foram embora e minha bunda pedia aos gritos um dedinho, uma massagem, algo que estimulasse meu tesão novo. Ele enfiou a língua até onde eu não sabia que dava e me dava tapas dizendo que eu era uma puta safada, que cheguei toda fechada, brava. Ele se levanta e fala: as putas têm cabelo comprido... e coloca uma peruca em mim, me vira e encosta o pau na minha cara e pergunta: você quer???... eu aceno e me afogo com aquele pedaço na garganta, me afogava uma e outra vez e me batia forte, mordia meus peitos dizendo que puta de merda você é, vem dar pra uma travesti, puta de merda, e me sufocava com a pica. Ele me deitou na cama e eu sentia que era a mais puta de todas, me sentia humilhada, mas adorava... SE VOCÊS GOSTARAM, o final vem na parte 2.
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