El pibe friki (fantasía que quiero cumplir)

Buenasss!!! Fico feliz em saber que meu primeiro relato com Martín, o guri que vejo há anos (mesmo que seja BEM espaçado) mas que me deixa louca, teve boa repercussão. Ou será que o que me deixa louca é o jeito novo dele de transar, moldado aos meus gostos? Vocês me dizem depois no privado... O próximo relato é uma fantasia que quero realizar com um carinha que tá me dando mole há meses. Espero que gostem. Conheci o Guille pelo Instagram, na verdade conheço ele desde o ensino médio, onde passei uns anos. Nunca nem um oi, mas foi só há um ano que começamos a conversar pelas redes (até hoje). Tudo começou como uma brincadeira com aquelas stories "me faz uma pergunta" e não sei que merda. Respondi uma e assim começamos a nos falar. Ele é pai de um menino de 5, acho, se separou da mãe quando o filho tinha um ano e meio, e ficaram mal por muito tempo, mas agora as coisas estão calmas (inveja, eu não consigo ver o pai do meu bebê sem vontade de quebrar a cabeça dele na parede🤦🏻‍♀️). Conversar com ele é como falar com um amigo de anos. No meio de tanta conversa, era óbvio que em algum momento o assunto sexo ia rolar. Flerte vai, flerte vem, sempre falamos em nos ver e trepar gostoso. Já nos vimos uma vez, mas foi por acaso, passei perto do trabalho dele com meu bebê e nos cumprimentamos, papo de 2 minutos e tchau. Além disso, não dava pra falar de transar na frente do meu bebê porque iam faltar mãos e ajuda pra segurar ele enquanto a gente se comia furiosamente ali hahahaha. Toda vez que dá, fotos, vídeos, áudios bem quentes. Aqui vai minha fantasia: Guille é dono de uma lan house, nerd, curte rock como eu, é um bom pai (inveja de novo) e vai atrás do que quer, sem se importar com nada. O pai do meu bebê frequenta o local dele direto. Minha fantasia é ir vê-lo, mas quando ele ainda trabalhava em casa (agora mudou de lugar), e que justo ele esteja lá, com o amigo dele, jogando ou vendo merda em vez de estar com o filho sendo pai. Me ver chegar, toda produzida mas confortável, shortinho jeans, cinto, tênis Desço o tom, body preto que vou comprar sim ou sim e camisa branca aberta até o umbigo com um nó, cabelo bem liso e perfume novo, daqueles que você passa e o outro fica besta pensando como vai ser chupar seu pescoço e ficar com o aroma impregnado, maquiagem leve e lábios nude. Piranha, mas casual, disfarçando as intenções que tenho quando estou sozinha com alguém num quarto. Me ver chegar e comer a boca do Guille, ele se aproximar e me reclamar por que estou vestida assim e sozinha, sem a criança, perguntando onde e com quem ela está. Que ele sinta ciúme que não tem motivo pra me odiar. "Que porra te importa? Sou dona de sair sozinha, assim e fazer o que quiser, igual você, não sou menos mãe por isso. Mais ainda: sou mais mulher por me vestir assim de piranha pra alguém desde que não tô com você. Vaza. Vamos, Guille? Já tô entediada com seu cliente. Vamos nos divertir...". O pai fica puto, de raiva e de bater uma punheta pensando por que não é ele o sortudo de tirar toda essa roupa e me foder até doer o saco 😜 Guille e eu vamos embora, ele deixa alguém encarregado do trampo. Pega antes umas latas de cerveja e o isqueiro dele, me prometeu flores e não vou deixar passar. Bom, me prometeu me foder gostoso como eu disse que gosto, então são duas promessas pra cumprir kkkkk. Entramos na casa dele, admiro, acendo um cigarro que não fumo desde antes da gravidez e quero me dar esse luxo enquanto dura nossa trepada. O celular toca várias vezes, é meu ex. Gritando que quem eu penso que sou pra sair na frente dele com outro, que sou uma total irresponsável por deixar nosso bebê com alguém que não é ele, que ninguém vai me foder como a gente fez no nosso relacionamento (é verdade, o otário me comeu como ninguém nunca fez, às vezes me fazia gozar no ar kkkkk porque de tão bom que chupava minha buceta, eu ficava sem forças nem fluxo pra ele saborear, somado que o pau dele era delicioso demais, sempre tinha gozo pra mim, pra minha boca, usa a palavra: buceta) buceta ou cu, não importava, desde que fosse pra mim)" e que tinha percebido que me perdeu pra sempre. "Kkkkkkk meu anjo, me ver com outro te deixou nostálgico e com ciúmes? Agora imagina que do mesmo jeito que te comi, vou fazer com esse cara, vou me acabar de gostar essa tarde. Tchau, para de encher o saco". Desligo o celular... Até aí, o Guille ouviu tudo e começou a ficar excitado, a se esfregar na pica por cima da calça jeans, o troço marcava bem, aquele que eu já tinha visto várias vezes no wpp. Tão puta que eu tava com a ligação, nem percebi que ele também tinha começado a enfiar os dedos na minha buceta. Eu começava a ficar molhada, o body escorria pela parte de baixo e eu brincava com meus lábios, procurando meu clitóris. Começo a gemer, mas não deixo ele continuar, tiro uma lata e acendo o baseado que tava bolando antes da ligação e de me tocar. Dou umas tragadas, passo pra ele, bebo um gole de cerveja, de propósito faço escorrer pelo canto da boca até o peito, e o baseado já tá batendo. Ele se aproxima e seca a cerveja com a língua, e aí eu beijo a boca dele, aquela boca meio fina com aquele sorriso lindo. Enquanto isso, a gente se toca, se sente, ele me sobe na bancada da cozinha, desabotoa minha camisa, fica entre minhas pernas, eu enrolo elas nele pra ele não escapar, ele amassa meus peitos, eu aperto as costas dele e gemo baixinho, como aprovando o que a gente tá fazendo. Ele puxa meu cabelo pra um lado pra beijar meu pescoço, puxa e pergunta se eu gosto. "Sim, bebê, continua assim, você tá me deixando com tesão aos poucos." Ele tira minha camisa e para nos meus peitos, aperta, beija, morde, aperta de novo. Até aí, eu já tou louca pra ele me comer logo. Mas não, falta... Bebo um gole de cerveja, dou mais uma tragada, puxo ele pro meu rosto e ofereço os dois, quero ver aquela boca esticada e imaginar que com o mesmo gesto e prazer que ele bebe e fuma, ele vai chupar bem minha buceta. "Continua, gostoso, não te interrompo até você me pedir", falo... Ele desabotoa meu short, levanta e senta. Numa cadeira da cozinha comigo por cima, ele mete a mão e começa a brincar de novo com a minha buceta já super molhada. Eu rebolo as cadeiras me apoiando forte contra o pau dele pra (se der) sentir minha umidade. Gememos e fazemos os movimentos como se estivéssemos transando. Mas não, ali não. Ainda não. Vamos pro quarto dele, continuo com minha cerveja já quente e não tô nem aí, o baseado nos meus dedos que ofereço de vez em quando. "Adoro as cuties assim, bêbadas e fumantes que nem você, e mais ainda quando tão a ponto de trepar..." "Então você vai me amar mais ainda quando ver como o efeito bate na hora de transar" eu falo. E jogo ele na cama. Começo a me despir devagar, me mexo de um jeito sexy pra deixar ele com tesão, bem putinha do jeito que ele gosta. "Cê gosta do meu body, bombom?" "Adoro... Mas me incomoda de ver você vestindo ele. Não vai durar nada assim, então amadurece a ideia de tirar ele, por favor" "Não, não. Ainda não. Calma..." Até aí, o pau dele já não aguentava mais dentro da calça jeans, ia rasgar a qualquer momento. Então abro o botão, o zíper e o membro dele salta. Comprido e grosso, graças a Deus por ouvir meus gostos... Fico batendo uma pra ele um pouco, passo minha língua na cabeça, no tronco, nos ovos e assim, vai e vem, enfio na minha boca e chupo com tanta vontade que com certeza vou arrancar fora. Guille só olha pra cima e suspira de prazer. Mmmmmmm pelo amor de Deus, meu amor, você não pode chupar assim, que boca tão gostosa você tem, não para por favor, gostosa, come ele inteiro que é seu". Fico com tesão e enfio dois dedos na minha buceta, brinco um pouco até me molhar mais, chupo ele e bato uma, igual rápido, igual forte... Continua ➡️

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