A mãe da minha namorada 5
Antes de sair de casa, pedi pra minha sogra avisar a Lucía que a gente podia fazer isso. Ela me olhou sorrindo, toda vitoriosa, me senti um merda. Fui de moto rápido pra casa, quando cheguei, a Lucía não tava. Mandei uma mensagem perguntando onde ela tava.
- Chego tarde, encontro com os amigos...
—Te espero...
Dormi melhor... não sei a que horas cheguei...
-Acordar quando você vem...
- Você tem que trabalhar amanhã...
- Você também...
-Bom, tô vendo... agora não posso... beijos...
Não conseguia me responder, onde eu estava, minha cabeça voava pelo ar sem parar, ao mesmo tempo que ardia de tesão. Meu celular tocou, outra mensagem. Era da minha sogra.
-Parece que o Martín e o pai saíram com a Lucía...
Martín e o pai, quê? Tava me zoando, era verdade, e o rolê era tipo, festa, jantar, queria que o pai conhecesse ela, mas se já conhecia, tinha sido o colega da minha sogra. Meu coração batia que parecia que ia explodir o peito, queria perguntar pra minha sogra o que ela queria dizer, mas não tive coragem.
De novo o celular tocou, peguei tarde, fiquei um tempão andando pra lá e pra cá, fui na geladeira, peguei uma latinha de cerveja e fui pro sofá da sala. Peguei o celular, a mensagem era da minha sogra. Larguei o celular de novo, eFiquei um tempão sem pegar no celular, tomei mais uma latinha de cerveja, não queria olhar o celular mas ao mesmo tempo tava morrendo de curiosidade, a puta da minha sogra, maldita puta e eu que achei que ia controlar ela, quase como se fosse um brinquedo, que otário que eu fui. Minha cabeça não parava um segundo, enrolei um baseado, fumei e fui relaxando um pouco, mas o coração parecia que ia explodir de tesão. Finalmente me decidi e peguei o celular, abri a mensagem da minha sogra.
-Que pena que não posso gravar isso pra você hoje, cachorro... A Lucía não vai ser a mesma... bate uma, cachorro...
Filha da puta, sabia de algo, só queria me provocar. Liguei pro celular da Lúcia, mas caiu na caixa postal, mandei mensagem perguntando se ela tava bem e também não respondeu. Tava desesperado, liguei pra minha sogra.
-Onde é que tá a Lucía...?
-Boa noite, sogra... desculpa o horário... quero te fazer uma pergunta...
—Cadê a Lucía... —gritei de novo, minha sogra desligou a ligação. Quando liguei de novo, caiu na caixa postal.
Continuei fumando e bebendo até quase desmaiar. Quando acordei, a Lucía não estava, eram nove da manhã, não fui trabalhar. Decidi ligar pro trabalho dela, mas ela não tinha ido, tinha tirado o dia. Me sentia desesperado. Recebi uma mensagem da minha sogra.
—Lucía tá bem... tá passando muito bem... dois homens só pra ela... e dois homens que sabem como tratar uma gostosa como ela... você não foi trabalhar... vai me fazer passar vergonha com meus amigos... liga e avisa que vai chegar mais tarde... cachorro inútil... hoje à tarde vem pra casa... vamos deixar tudo claro...
Não sei por que, mas fiz o que minha sogra mandou, e exatamente, porque me senti tranquilo e esperando o momento de ir na casa dela. Quando entrei na casa dela, me despi e fiquei no meio da sala esperando ela chegar, ela entrou como sempre sem prestar atenção em mim, dessa vez serviu uma bebida e ficou completamente vestida, estava gostosa como sempre.
- Da última vez que você ousa me ligar e falar comigo do jeito que fez...
Eu não respondi, só baixei a cabeça num gesto que ela adorou.
-Começa a te masturbar... porque é isso que você é... um cachorro punheteiro... me olha...
Ela deixou os peitos dela livres e ficava acariciando eles.
—Você gosta dos meus peitos...
—Eu adoro elas...
—Quero que você goze em cima deles... — ela se aproximou e ficou de joelhos na minha frente.
—A Lucía tá no veleiro... o Martín e o pai tão enchendo ela de festa... acho que vai ter um dia cheio... e você, como o cachorro que é... só vai jogar essa porra de gozo nos meus peitos... hein, cachorro...? não te ouvi...!!!
—Sim, senhora...
-É bom que você aceite que já não tem mais aquela mina que esperava você voltar de meter chifre nela com qualquer puta... você vai ter que lutar por ela, sabe, cachorro...
—Sim, senhora...
—Você vai ter que se esforçar muito... e não sei se vai conseguir que eu escolha ficar com você...
—Eu queria comer ela, dona...
—Pode ser... mas amarrado na cama... de camisinha e me pedindo desculpa o tempo todo... quer isso, cachorro...!!!
—Sim, senhora...
-Então vai pro quarto...
Me amarrou bem forte nas grades da cama, chupou minha buceta por um tempo e colocou uma camisinha, depois montou em mim bem devagar, um gemido profundo escapou da boca dela quando montou.
Você achava que ia me fazer sua putinha, hein cachorro...
—Sim, senhora...
—E agora que você é... eh... é meu brinquedo... eh...
—Sim, senhora...
—Você não tem vergonha... um macho jovem... com uma mulher madura pedindo por favor... é, seu cachorro...
Ela ficava mais excitada a cada coisa que eu dizia, nós dois ficávamos loucos, quando senti que ia gozar avisei, ela saiu de cima de mim, tirou a camisinha e apertou minha pica contra minha barriga, foi pegar papel e me limpou. Meu pau continuava bem duro.
-Olha como você tá, cachorro... não te dá vergonha, hein...?
a qualquer momento eu te fodo com um cinto de strap... cachorro... e te faço minha puta... eh... -ela colocou outra camisinha e montou, teve um orgasmo intenso na hora, a situação também a dominava. Apoiou os peitos em mim descansando.
Ela se aproximou do meu ouvido de novo,
—Acho que chegou a hora de deixar a Luci procurar um homem de verdade...
Meu pau ficou mais duro dentro da sua buceta.
-Pode ser meu cachorro servil... esse é o seu melhor lugar, não acha... hein, cachorro...?
-Não, senhora...
—Que parte você não entendeu, cachorro... A Lucía já é livre... e você é meu cachorro serviçal...
—Sim, senhora...
— Você gostaria que eu continuasse te educando... é...
-O que a senhora quiser...
Minha complacência a excitava cada vez mais. Tirei meu pau da buceta dela e, do jeito que estávamos, fui enfiando no cu dela.
Me excita que um cachorro como você ocupe seu lugar... aproveita minha bunda... hoje eu tô muito tarada...
-Não aguento muito...
de novo escapou de mim, tirou a camisinha e me fez me sujar toda na minha barriga, depois juntou meu gozo com as mãos e foi me dando pra chupar
Toma teu porra, cachorro... senti o gosto de cachorro sujo que deve ter...
Meu pau ficou duríssimo de novo. Minha sogra foi cantarolando tomar banho, me deixou amarrado na cama. Quando saiu do banho, veio enrolada na toalha, se despiu e começou a fazer poses na frente do espelho como se eu não estivesse ali. Pegou o celular, ligou pra alguém e colocou no viva-voz.
—Oi Aldo, como cê tá...?
-Bárbaro...
—E minha filha...
—Estamos levando ela pra casa dela... quer falar com ela...
—Trataram bem ela...?
-Pergunta pra ela...
-Oi, mãe... ouviu a voz da Lúcia...
-Oi, gostosa... como você tá...?
— Bárbaro... nunca tinha vivido algo assim...
Tá na hora de largar esse otário e arrumar um homem de verdade, não é...?
-Não fala assim não, mano... ele é gente boa...
-É bom, mas tem que aprender a te servir... não pode ficar por aí se achando o machão...
—Tô cansada agora, véi... depois a gente fala...
-Vai, filha, beijos...
Eu tava em silêncio. Minha sogra ficava cantarolando.
—Minha filha aprendeu o que ela pode causar nos homens...
E aí, cê tá aprendendo a ocupar outro lugar... olha que dura que tá essa pica... posso te chamar de cachorro cuck... - e o tom era aquele de desprezo supremo. - Você já não é só um cachorro... é um cachorro cuck... vai aceitar esse lugar... hein, cachorro... - disse se aproximando da cama, totalmente pelada e começou a chupar meu pau. De vez em quando parava pra falar comigo.
-Você vai ser o corno da minha filha... hein, cachorro...?
Eu não respondia.
- Preferes perdê-la... ver ela indo embora... com um homem de verdade que vale a pena... hein, cachorro corno...
—Não quero perder ela...
- Aceita seu lugar então... sempre soube que é mulher demais pra você...
E aí eu gozei de novo enquanto ela apertava ela de novo na minha barriga, ela me fez chupar meus próprios sucos de novo, depois me soltou e mandou eu tomar banho, fui pra casa de moto, a Lucía tava dormindo na cama toda pelada.
Antes de sair de casa, pedi pra minha sogra avisar a Lucía que a gente podia fazer isso. Ela me olhou sorrindo, toda vitoriosa, me senti um merda. Fui de moto rápido pra casa, quando cheguei, a Lucía não tava. Mandei uma mensagem perguntando onde ela tava.
- Chego tarde, encontro com os amigos...
—Te espero...
Dormi melhor... não sei a que horas cheguei...
-Acordar quando você vem...
- Você tem que trabalhar amanhã...
- Você também...
-Bom, tô vendo... agora não posso... beijos...
Não conseguia me responder, onde eu estava, minha cabeça voava pelo ar sem parar, ao mesmo tempo que ardia de tesão. Meu celular tocou, outra mensagem. Era da minha sogra.
-Parece que o Martín e o pai saíram com a Lucía...
Martín e o pai, quê? Tava me zoando, era verdade, e o rolê era tipo, festa, jantar, queria que o pai conhecesse ela, mas se já conhecia, tinha sido o colega da minha sogra. Meu coração batia que parecia que ia explodir o peito, queria perguntar pra minha sogra o que ela queria dizer, mas não tive coragem.
De novo o celular tocou, peguei tarde, fiquei um tempão andando pra lá e pra cá, fui na geladeira, peguei uma latinha de cerveja e fui pro sofá da sala. Peguei o celular, a mensagem era da minha sogra. Larguei o celular de novo, eFiquei um tempão sem pegar no celular, tomei mais uma latinha de cerveja, não queria olhar o celular mas ao mesmo tempo tava morrendo de curiosidade, a puta da minha sogra, maldita puta e eu que achei que ia controlar ela, quase como se fosse um brinquedo, que otário que eu fui. Minha cabeça não parava um segundo, enrolei um baseado, fumei e fui relaxando um pouco, mas o coração parecia que ia explodir de tesão. Finalmente me decidi e peguei o celular, abri a mensagem da minha sogra.
-Que pena que não posso gravar isso pra você hoje, cachorro... A Lucía não vai ser a mesma... bate uma, cachorro...
Filha da puta, sabia de algo, só queria me provocar. Liguei pro celular da Lúcia, mas caiu na caixa postal, mandei mensagem perguntando se ela tava bem e também não respondeu. Tava desesperado, liguei pra minha sogra.
-Onde é que tá a Lucía...?
-Boa noite, sogra... desculpa o horário... quero te fazer uma pergunta...
—Cadê a Lucía... —gritei de novo, minha sogra desligou a ligação. Quando liguei de novo, caiu na caixa postal.
Continuei fumando e bebendo até quase desmaiar. Quando acordei, a Lucía não estava, eram nove da manhã, não fui trabalhar. Decidi ligar pro trabalho dela, mas ela não tinha ido, tinha tirado o dia. Me sentia desesperado. Recebi uma mensagem da minha sogra.
—Lucía tá bem... tá passando muito bem... dois homens só pra ela... e dois homens que sabem como tratar uma gostosa como ela... você não foi trabalhar... vai me fazer passar vergonha com meus amigos... liga e avisa que vai chegar mais tarde... cachorro inútil... hoje à tarde vem pra casa... vamos deixar tudo claro...
Não sei por que, mas fiz o que minha sogra mandou, e exatamente, porque me senti tranquilo e esperando o momento de ir na casa dela. Quando entrei na casa dela, me despi e fiquei no meio da sala esperando ela chegar, ela entrou como sempre sem prestar atenção em mim, dessa vez serviu uma bebida e ficou completamente vestida, estava gostosa como sempre.
- Da última vez que você ousa me ligar e falar comigo do jeito que fez...
Eu não respondi, só baixei a cabeça num gesto que ela adorou.
-Começa a te masturbar... porque é isso que você é... um cachorro punheteiro... me olha...
Ela deixou os peitos dela livres e ficava acariciando eles.
—Você gosta dos meus peitos...
—Eu adoro elas...
—Quero que você goze em cima deles... — ela se aproximou e ficou de joelhos na minha frente.
—A Lucía tá no veleiro... o Martín e o pai tão enchendo ela de festa... acho que vai ter um dia cheio... e você, como o cachorro que é... só vai jogar essa porra de gozo nos meus peitos... hein, cachorro...? não te ouvi...!!!
—Sim, senhora...
-É bom que você aceite que já não tem mais aquela mina que esperava você voltar de meter chifre nela com qualquer puta... você vai ter que lutar por ela, sabe, cachorro...
—Sim, senhora...
—Você vai ter que se esforçar muito... e não sei se vai conseguir que eu escolha ficar com você...
—Eu queria comer ela, dona...
—Pode ser... mas amarrado na cama... de camisinha e me pedindo desculpa o tempo todo... quer isso, cachorro...!!!
—Sim, senhora...
-Então vai pro quarto...
Me amarrou bem forte nas grades da cama, chupou minha buceta por um tempo e colocou uma camisinha, depois montou em mim bem devagar, um gemido profundo escapou da boca dela quando montou.
Você achava que ia me fazer sua putinha, hein cachorro...
—Sim, senhora...
—E agora que você é... eh... é meu brinquedo... eh...
—Sim, senhora...
—Você não tem vergonha... um macho jovem... com uma mulher madura pedindo por favor... é, seu cachorro...
Ela ficava mais excitada a cada coisa que eu dizia, nós dois ficávamos loucos, quando senti que ia gozar avisei, ela saiu de cima de mim, tirou a camisinha e apertou minha pica contra minha barriga, foi pegar papel e me limpou. Meu pau continuava bem duro.
-Olha como você tá, cachorro... não te dá vergonha, hein...?
a qualquer momento eu te fodo com um cinto de strap... cachorro... e te faço minha puta... eh... -ela colocou outra camisinha e montou, teve um orgasmo intenso na hora, a situação também a dominava. Apoiou os peitos em mim descansando.
Ela se aproximou do meu ouvido de novo,
—Acho que chegou a hora de deixar a Luci procurar um homem de verdade...
Meu pau ficou mais duro dentro da sua buceta.
-Pode ser meu cachorro servil... esse é o seu melhor lugar, não acha... hein, cachorro...?
-Não, senhora...
—Que parte você não entendeu, cachorro... A Lucía já é livre... e você é meu cachorro serviçal...
—Sim, senhora...
— Você gostaria que eu continuasse te educando... é...
-O que a senhora quiser...
Minha complacência a excitava cada vez mais. Tirei meu pau da buceta dela e, do jeito que estávamos, fui enfiando no cu dela.
Me excita que um cachorro como você ocupe seu lugar... aproveita minha bunda... hoje eu tô muito tarada...
-Não aguento muito...
de novo escapou de mim, tirou a camisinha e me fez me sujar toda na minha barriga, depois juntou meu gozo com as mãos e foi me dando pra chupar
Toma teu porra, cachorro... senti o gosto de cachorro sujo que deve ter...
Meu pau ficou duríssimo de novo. Minha sogra foi cantarolando tomar banho, me deixou amarrado na cama. Quando saiu do banho, veio enrolada na toalha, se despiu e começou a fazer poses na frente do espelho como se eu não estivesse ali. Pegou o celular, ligou pra alguém e colocou no viva-voz.
—Oi Aldo, como cê tá...?
-Bárbaro...
—E minha filha...
—Estamos levando ela pra casa dela... quer falar com ela...
—Trataram bem ela...?
-Pergunta pra ela...
-Oi, mãe... ouviu a voz da Lúcia...
-Oi, gostosa... como você tá...?
— Bárbaro... nunca tinha vivido algo assim...
Tá na hora de largar esse otário e arrumar um homem de verdade, não é...?
-Não fala assim não, mano... ele é gente boa...
-É bom, mas tem que aprender a te servir... não pode ficar por aí se achando o machão...
—Tô cansada agora, véi... depois a gente fala...
-Vai, filha, beijos...
Eu tava em silêncio. Minha sogra ficava cantarolando.
—Minha filha aprendeu o que ela pode causar nos homens...
E aí, cê tá aprendendo a ocupar outro lugar... olha que dura que tá essa pica... posso te chamar de cachorro cuck... - e o tom era aquele de desprezo supremo. - Você já não é só um cachorro... é um cachorro cuck... vai aceitar esse lugar... hein, cachorro... - disse se aproximando da cama, totalmente pelada e começou a chupar meu pau. De vez em quando parava pra falar comigo.
-Você vai ser o corno da minha filha... hein, cachorro...?
Eu não respondia.
- Preferes perdê-la... ver ela indo embora... com um homem de verdade que vale a pena... hein, cachorro corno...
—Não quero perder ela...
- Aceita seu lugar então... sempre soube que é mulher demais pra você...
E aí eu gozei de novo enquanto ela apertava ela de novo na minha barriga, ela me fez chupar meus próprios sucos de novo, depois me soltou e mandou eu tomar banho, fui pra casa de moto, a Lucía tava dormindo na cama toda pelada.
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