Minha Enfermeira Favorita

Minha Enfermeira Favorita
Fazia uma semana que eu tinha começado a trabalhar num Hospital Rural na selva de Chiapas, quando vi ela pela primeira vez com o uniforme de enfermeira de calça branca super justa, que deixava transparecer perfeitamente o contorno da tanga nas suas bundas redondinhas em formato de coração invertido, além de dar pra ver uma bucetinha gostosa que dava vontade na hora de lamber. De corpo magro, dava pra notar as coxas bem torneadas, peitos pequenos, pele branca e traços bonitos. Falei pro meu colega de plantão: “Essa enfermeira é uma gostosa”. Com desdém, ele respondeu: “Yolanda? Nem cria expectativas, ela não vai te dar bola. Tava com o diretor que acabaram de trocar.”
Os dias passaram e o contato com ela era só de trabalho, ela sorria pra mim com frequência, de um jeito provocante, sabia o que tinha e ficava passando perto do meu rosto quando escrevia à máquina no intervalo dos médicos. Um dia eu falei: “Genética ou academia?”, olhando fixo pra bunda dela. Sorrindo, ela respondeu: “Adivinha…”
Perto do hospital tinha uma quadra de basquete onde a gente se reunia de tarde pra jogar um racha com os colegas do hospital. Lá chegava a Yolanda pra jogar — já viu os shortinhos que ela usava, né? Às vezes sem deixar nada pra imaginação. Ela e as amigas, que também eram bem gostosas, iam antes pra pista de pouso de aviõezinhos no fim da cidade, onde trotavam dando voltas. Naquela época eu tava em boa forma física. Uma tarde cheguei nela e falei: "Pra mim isso é genética, não acho que exercício tenha deixado seus peitos tão bons assim. Quantos km você corre?" Ela, bem segura, respondeu: "5 km por dia." "Não acredito", falei. "Prova tá aí, me desafio a correr", ela se gabou. "E o que eu ganho?", comentei. "Hum, se me vencer, o que quiser. E se eu vencer, 5 mil reais", disse ela, confiante. "Fechado. Amanhã na pista." Selamos a aposta com um aperto de mão.
Eram 5 da tarde do dia seguinte e ela chegou com as amigas, vestindo uma legging preta. Aquela raba e aquela buceta marcada fizeram eu ter uma ereção só de olhar. Ela percebeu e disse: "Poxa, vejo que já tá pronto". As amigas dela me cumprimentaram e perguntaram se eu ia correr. Percebi que elas não sabiam da nossa aposta e falei: "Vou começar um treino pra ver se aguento". Elas começaram a trotar e a Yolanda ficou conversando comigo, combinando as regras: ida e volta, quem chegasse primeiro ganhava. A pista tinha uns 3km mais ou menos. Um alongamento rápido e começamos. Eu ia seguindo o passo dela, atrás, me deliciando com aquela raba gostosa, firme e dura a cada passada. Chegando nos 3km, alcancei e passei ela. Ela acelerou o ritmo, eu comecei a puxar até que cansei ela nos 4km — tava exausta. Finalmente cheguei na meta e esperei. "Perdi, fazer o quê? O que você quer?" "Você disse o que eu quisesse, eu sei. Sempre pago minhas apostas." "Ok, vamos pro meu quarto e te falo." Ela se despediu das amigas, que ainda vinham lá atrás na pista.

No caminho pro quarto, ela ia nervosa, perguntando: "O que você vai querer?" Sorrindo, eu respondia: "Você não imagina?" Ela sorriu de forma provocante e disse: "Você quer me comer?" Chegamos no quarto e eu falei: "Bom, você vai ter que pagar." Me aproximei e beijei ela, e ela correspondeu. Nossas línguas se entrelaçaram num beijo longo e quente. Sem parar de beijar, peguei uma das mãos dela e coloquei no meu pau, que já tava duro, pra ela acariciar por cima do short. A outra mão coloquei pra ela acariciar minhas bolas. Eu só beijava, não tocava nela — acho que isso surpreendeu ela. Sem parar de nos beijar, tirei o short e a cueca e mandei ela me masturbar. Não deixava ela olhar; segurei o rosto dela com minhas mãos e fui abaixando devagar até ela ficar de joelhos. Com meu pau completamente duro e a cabeça bem lubrificada com meu líquido, passei no rosto dela até que ela abriu a boca sozinha e começou a chupar. Pelo jeito que fazia, percebi que não tinha experiência — depois fiquei sabendo. Só tinha feito uma vez, deixei ela uns minutos chupando como podia. Ela tirava e chupava minhas bolas até que eu agarrei ela forte pelos cabelos e comecei a foder rápido. Ela começou a cavalgar, mas não saía, se agarrou forte nas minhas nádegas pedindo mais. Quando ia gozar, tirei da boca dela e me deitei na cama. Ela, de joelhos, me seguiu, levantou minhas pernas e eu falei: "Continua chupando, puta". Ela me olhou fixo nos olhos e, sem pensar, agarrou meu pau com força e chupou desesperadamente. Agarrei ela pelos cabelos e levei até meu cu. Ela começou a lubrificar e chupar meu dedo. Falei: "Mete a língua e me masturba". Fiquei um tempo até começar a anunciar minha gozada. "Você quer?" Ela balançou a cabeça. Coloquei ela na cama e montei na cara dela, explodindo. Tomei meu sêmen, banhando ela, e ela lambeu meu pau até deixar limpinho e rosado. Levantei e me vesti. Desconcertada, ela disse: "Não vai me comer? Vai me deixar com tesão? Tô ardendo." Olhei fixo pra ela e falei: "Você perdeu, não eu. Se quer que eu te coma, vem amanhã." Ela ficou puta e saiu batendo a porta.

No dia seguinte, ela não falou comigo no hospital, mas às 5 da tarde alguém bateu na minha porta. Era a Yolanda. O que aconteceu, vou contar em outra história.

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