Eu me remexi inquieto na cadeira, que estava a uns dois metros deles, no sofĂĄ.
â Posso tirar o suĂ©ter, por favor? â perguntei.
Eu tava usando uma gola alta e tava morrendo de calor.
â Sim â disse Eva.
â Tirei rĂĄpido e quando olhei pra frente, ela jĂĄ tinha enfiado a mĂŁo na cueca do meu amigo. Num movimento rĂĄpido, puxou a pica pra fora. Minha boca secou na hora de nervoso. Meu amigo gemeu um pouco enquanto a mulher dele deslizava a mĂŁo na pica, batendo uma punheta suave. NĂŁo tava mole nĂŁo, parecia que o ĂĄlcool nĂŁo atrapalhava ele... Quando a Eva ia se inclinar pra chupar a pica, meu amigo falou:
- Espera, espera, gostosa - tava meio chapado do vinho, dava pra perceber na fala - preciso ir no banheiro rapidinho.
- TĂĄ bom, nĂŁo demora - disse ela.
Ele se levantou e, ao passar do meu lado com o pau de fora, sussurrou:
- E vocĂȘ... nĂŁo se mexa.
E aĂ ela soltou uma risada que a Eva teve que cortar, pra nĂŁo acordar o pequeno. Ela sumiu pelo corredor. AĂ eu olhei pra mulher do meu amigo e falei:
- VocĂȘ vai me deixar tirar ela e bater uma punheta?
- jĂĄ vamos ver.
- Lembra que vocĂȘ me deve uma.
- Vamos ver.
- Adoraria que vocĂȘ fizesse isso na minha frente, bem na dele.
- ImpossĂvel, Rober... jĂĄ Ă© muito estarmos aqui... fazendo isso - e quando disse isso, puxou uma teta pra fora e começou a acariciar ela...
Eu levei a mão no volume da minha calça.
- Ă uma pena que nĂŁo seja eu o primeiro - falei. - Mas um dia vocĂȘ vai me pagar.
Ela sorriu.
- Sou eu quem tem a vara de comando agora...
Ouviu-se a descarga do vaso sanitĂĄrio.
- As coisas podem mudar... espero que meu amigo te encha a cara de porra...
Ela levou uma mĂŁo na virilha e se tocou na buceta. Ainda nĂŁo tinha me mostrado. Raul voltava do banheiro.
â JĂĄ tĂŽ â disse ela enquanto se sentava e tirava completamente a calça e a calcinha.
Sem dizer nada, Eva se deitou no sofĂĄ, com a cabeça a uns centĂmetros da pica do marido, os dois iluminados pelos reflexos das imagens da TV, que agora estava num volume baixo. Com uma mĂŁo, pegou a pica, se posicionou de um jeito que podia lamber e me olhar, a safada fez isso pra me dar a melhor vista, enquanto meu amigo, se olhasse pra baixo, sĂł veria ela de cima, a cabeça e os cabelos, mas ia sentir bem a lĂngua e a boca dela.
EntĂŁo ela começou a lamber. De baixo, devagar, atĂ© a ponta. Meu amigo gemeu um pouco e colocou uma mĂŁo na cabeça da Eva, sem pressionar. Ela sorriu e olhou pra mim, deu mais uma lambida na pica do RaĂșl. Depois disse:
- TĂĄ bem, meu maridinho?
- Sim, sim - disse ele fechando os olhos - meio bĂȘbado, mas de boa... continua, continua.
- Isso tĂĄ ficando muito pesado, essa histĂłria de ter um convidado tĂĄ funcionando melhor do que a gente esperava, hein?
Ela não respondeu e Eva começou a enfiar a cabeça da pica do meu amigo na boca e a dar uns chupÔes, meio barulhentos. Os peitos dela também iam se aproximando da pica do meu amigo, ela ia "abrindo espaço" pra eles. Eu tava com a pica estourando dentro da calça. Mas não me mexi, nem falei nada.
Depois de um minuto, acelerou o ritmo e jĂĄ enfiava metade da pica na boca, de vez em quando descia atĂ© a base do tronco. A pica do RaĂșl nĂŁo era tĂŁo grande quanto a minha, mas nĂŁo era ruim, a mĂ©dia espanhola, e bem dura, claro, como se nĂŁo pudesse estar.

RaĂșl, vocĂȘ nĂŁo ia gostar que sua mulher lambesse suas bolas? Acho que ela ainda nem tocou nelas... â falei, me masturbando como dava por cima da calça...
- Claro que siii, vamos gostosa... nĂŁo deixa nada sem cuidado com essa lĂngua que tu tem.
Eva olhou pra mim e disse:
- Agora vou fazer, primeiro vou fazer isso que vocĂȘ tanto gosta.
E aĂ ela se inclinou um pouco pra frente, tirou as duas tetas pra fora...

e encaixou a pica do meu amigo entre elas.
- Com certeza jĂĄ fizeram isso com o Rober vĂĄrias vezes, nĂ©? â disse a tal gostosa. â Principalmente aquela coroa que fala que transa pra caralho e que tem os peitos operados.
A pica do meu amigo sumia entre os peitos da Eva, e a ponta aparecia por cima enquanto ele batia uma punheta pra ela.

- Aaahhh, caralho, que delĂcia... Rober com certeza sabe o que Ă© isso - disse meu amigo.
- Sem dĂșvida, eu sei, eu sei, e tua mulher manda muito bem pelo que tĂŽ vendo - e fixei meu olhar nos olhos da Eva, ela percebeu o tesĂŁo em mim.
Tava jogando muito bem, me deixava puto e me dava tesĂŁo ao mesmo tempo, porque tudo aquilo, confesso, era demais pra mim, pelo menos nĂŁo esperava, e nunca teria imaginado isso da Eva e do Raul... por mais que a gente tivesse falado de sexo sem frescura.
â Ainda tĂŽ com calor â falei, mostrando um pouco de cansaço.
- O que a gente faz, Raul? Deixamos ele tirar a calça?
- Sei lĂĄ... kkkkk - disse meu amigo me olhando.
- NĂŁo vou sair daqui - falei com um tom de pena, hehe.
Eva, sem dizer nada, afastou os peitos da rola do meu amigo e baixou a cabeça atĂ© as bolas dele, começou a lamber com a ponta da lĂngua primeiro. Meu amigo nĂŁo depilava nada, hehe, mas ela fazia com habilidade, com certeza tava acostumada a fazer isso e nĂŁo ligava que os ovos do meu amigo estivessem daquele jeito.
Depois começou a enfiĂĄ-los na boca dela enquanto continuava batendo uma punheta com uma mĂŁo. Por um momento, pareceu que a pica do RaĂșl ficou mole.
- Espera, amor - ele disse -. Vou me levantar pra te ver melhor, o Rober vĂȘ tudo, mas eu nĂŁo, haha.
Ele se levantou, de perfil pra mim, e mandou a Eva se ajoelhar na frente dele. Ela colocou uma almofada no chão e se ajoelhou. Meu amigo pegou ela pelos cabelos de leve e apontou o pau pra boca dela. Ela abriu, e ele começou a meter e tirar, sem ser brusco...
Eu tava explodindo com aquela visão, a Eva chupando a pica do marido dela e as tetas dela balançando, a dois metros de mim... Desabotoei o botão da calça e o cinto.
- Tå bom - disse meu amigo percebendo o barulho que eu tava fazendo - tira isso, vai. Mas só a calça, fica de cueca.
- Beleza - falei. Qualquer coisa jĂĄ era alguma coisa...
- E bate uma punheta enfiando uma mĂŁo neles, sem tirar a pica - disse Eva.
Aquilo, dito assim numa pausa que ela deu no boquete que tava fazendo no meu amigo, me deixou mais puto ainda, se Ă© que isso Ă© possĂvel.
- Amor, se continuarmos assim, acho que nĂŁo vou aguentar muito - disse Raul.
- JĂĄ? Porra... mas se vocĂȘ tem que me foder...
- Pois Ă©... nĂŁo sei nĂŁo, hein?
- A mĂŁe que te pariu...
Enquanto isso, eu jĂĄ tinha enfiado a mĂŁo na cueca e comecei a bater uma, minha pica, apertada ali dentro, dobrava pro lado, mal cabia.
Tava morrendo de vontade de ver vocĂȘs fodendo, mas mesmo assim eu disse:
- Por que vocĂȘs nĂŁo se masturbam juntos e acabam assim? Um 69...
Os dois me olharam.
- Aqui quem manda somos nĂłs - disse Eva sorrindo. - Mas isso nĂŁo Ă© ruim... Ă meu aniversĂĄrio, e eu tenho que levar meu presente.
â Acho justo â disse meu amigo.
- Façam isso, vamos lå - falei enquanto me tocava a p*roca devagar...
Meu amigo tirou a roupa que ainda tinha: uma camisa, cueca, sapatos e meias. Eva baixou as alças até a barriga, deixando os peitos dela jå lindos e soltos no ar. Ela ficou só com as meias, não tirou mais nada. E é por isso... que eu ia conferir se ela não estava usando nada por baixo da camisola, nem uma calcinha fio dental, quando eu tinha certeza que sim!!! Que quando ela passava a mão, enfiava um ou dois dedos na buceta, mas que estaria usando alguma coisa...
Meu amigo se deitou no sofĂĄ, de corpo inteiro, e a Eva amarrou a camisola na cintura, pela parte de baixo. Isso fez com que eu jĂĄ pudesse ver a buceta dela... pela primeira vez eu via ela em todo o esplendor, com os reflexos das imagens da TV na frente. Dessa vez ela estava depilada, com uma moita de pelo cortado no monte de VĂȘnus, em formato quadrado. Os lĂĄbios da buceta estavam molhados e pulsando, maiores do que o normal...
Meu pau tava mais que duro, se continuasse assim... só de me tocar com força por uns segundos, ia rolar a mesma coisa que com meu amigo... eu podia gozar. Assim, quase sem me tocar...

Eva se deitou ao contrĂĄrio do meu amigo, e por cima dele. Assim começaram a fazer um 69. Na hora, Eva enfiou a piroca dele, que jĂĄ tinha murchado um pouco, na boca, e colocou a buceta dela na boca dele. RaĂșl empurrava a cabeça dela pra chegar na buceta de Eva. No começo, ele sĂł usava a lĂngua.
â Come ele, gostosa â disse Eva.
Ouvir ela dizer aquilo me deixava mais excitado. Minha ideia era tirar a pica pra fora e bater uma vendo tudo enquanto eles estavam distraĂdos com suas respectivas comidas, e gozar junto com eles. Eva continuou comendo com prazer a pica e as bolas do RaĂșl. Meu amigo tentava encontrar uma posição melhor. Os peitos da Eva descansavam na barriga do meu amigo, devia ser um contato incrĂvel aquele. Na posição em que estavam, era difĂcil pra eles me olharem.
- Espera, espera, RaĂșl - falei, me levantando.
- Onde vocĂȘ vai? - perguntou Eva, dando uma olhada no meu pacote...
Peguei um travesseiro do outro lado do sofĂĄ e fui atĂ© onde elas estavam deitadas. Passei meu pacote na frente do rosto da Eva, estĂĄvamos a centĂmetros de distĂąncia.
- Vou deixar meu amigo mais Ă vontade, assim vocĂȘ pode gozar gostoso.
Coloquei o travesseiro debaixo da cabeça do meu amigo. Ele sorriu.
Sorri e me inclinei para sussurrar no ouvido dela:
- Assim vocĂȘ pode comer essa buceta mais Ă vontade... e sem machucar o pescoço.
De onde eu tava, dava pra ver e sentir o cheiro da buceta da mulher dele. Fiquei com vontade de tirar a boca dele e colocar a minha, mesmo que jĂĄ tivesse cheia de saliva dele, mas eu tinha que provar aquela buceta de qualquer jeito. Ele dando uma lambida, eu dando outra... assim. A puta da Eva ia ficar louca de prazer. JĂĄ tava ficando, e ainda mais sabendo que minha boca tava perto. Dava pra ver que ela tava com tesĂŁo, toda molhada, e atĂ© escapava um gemido enquanto o RaĂșl tinha parado e eu colocava a almofada.
Aproveitando que ele nĂŁo estava olhando e eu estava colocando, esfreguei minha cueca num dos cotovelos e empurrei um pouco perna abaixo, entĂŁo metade da pica saiu pra fora por cima.
- haha, saiu sem querer. falei na brincadeira. Olha, Raul...
E aĂ eu virei a cabeça dele pra ele me olhar. Metade da pica jĂĄ tava pra fora, a uns 30 centĂmetros da cabeça do meu amigo e da bunda da mulher dele...
Meu grelo brilhava rosado, louco pra gozar. Ia ser uma delĂcia fazer ali mesmo, sujar a bunda e a buceta da Eva, e ainda cair na cara do meu amigo, kkkk. Mas se fizesse algo que eles nĂŁo quisessem... ia perder a confiança que depositaram em mim. Terminei de colocar a almofada pro meu amigo e dei um passinho pra trĂĄs.
- Kkkkk - riu RaĂșl, afetado e meio sonolento pelo vinho - entĂŁo nada, mano... nĂŁo tem problema se minha mulher ver sua rola, nĂ©?
- NĂŁo tem problema - disse Eva enquanto continuava lambendo ele.
Como se a gostosa jĂĄ nĂŁo tivesse visto ela na minha casa... hehehe.
- Continua comendo minha buceta, gostoso - disse meu amigo - com o tesĂŁo que isso me dĂĄ... nĂŁo vou demorar nada pra gozar.
- Avisa - ela disse.
Vamos ver se vocĂȘ goza tambĂ©m, mesmo que hoje eu nĂŁo esteja muito inspirado...
âMe dĂĄ a lĂngua, filho da puta â disse Eva.
Eu via a lĂngua do meu amigo passeando pela buceta molhada da Eva. Da distĂąncia que eu tava, de pĂ©, na frente deles, se eu batesse uma e gozasse mirando nela... com certeza ia sujar as costas dela toda. Tava com uma vontade do caralho. Fiquei de pĂ©, e como eles tavam na deles, gemendo baixinho enquanto lambiam e chupavam, acabei tirando a pica e as bolas por cima da cueca e bati uma gostoso vendo aquilo, me segurando pra nĂŁo gemer e chamar a atenção dos dois.
A gente tava muito excitado.
- Continua, amor, continua - dizia Eva-. Faz eu gozar na frente do teu amigo.
Aquilo me deixava a mil, meu coração batia forte e meu pau pulsava pra caralho.
- Eu tento, eu tento - dizia Raul meio sufocado enquanto Eva sentava a buceta na cara dele -. Continua vocĂȘ... vou gozar, nĂŁo aguento, nĂŁo aguento.
- Porra, ainda nĂŁo gozei, espera - disse ela logo depois de tirar a pica da boca.
- Olha como eu tÎ com a pica dura - falei todo excitado. Mas ninguém ligava pra mim.
Por um momento me senti deslocada, hehehe. NĂŁo queria perder as gozadas desses dois filhos da puta... entĂŁo me aproximei um pouco da pica do meu amigo pra ter um close da gozada dele, pelo visto era a que ia rolar primeiro...
â RaĂșl âfaleiâ, com sua permissĂŁo, vou me colocar do lado da sua mulher, assim vejo como vocĂȘ goza na cara dela.
- Porra, porra... eu nĂŁo vou conseguir ver isso - falou num tom de bĂȘbado total, com certeza jĂĄ nĂŁo tinha mais forças pra chupar a buceta da mulher dele... eu me via terminando o servicinho.
E aà eu coloquei um joelho, o esquerdo, apoiado no sofå, perto de um dos pés do meu amigo, assim fiquei de frente pra Eva, com a pica do meu amigo a uns 20-30 cm da minha... Eva me olhou, tinha parado de chupar por um momento.
â Continua me lambendo a buceta â ela disse pro marido enquanto me olhava.
Me agachei um pouco e falei baixinho:
Chupa ela.
me referindo Ă minha rola. Ela balançou a cabeça e enfiou a cabeça da rola do RaĂșl de volta na boca.
- Amor, vocĂȘ vai gozar na minha cara - ela disse.
RaĂșl parecia que mal ouvia, porque nĂŁo respondia.
- Vamos, RaĂșl, goza na cara da sua mulher. Finalmente ela te concede esse desejo, vocĂȘ nĂŁo vai ver, mas eu vou ver em primeiro plano, vou te contando enquanto isso.
Meu amigo disse algo incompreensĂvel e eu aproveitei pra me abaixar de novo e sussurrar no ouvido da Eva:
- VocĂȘ me deve uma punheta, rabuda, chupa ela. Ela nĂŁo vai perceber.
â NĂŁo â ele disse, tirando a pica da boca dela, e quase acertou a minha cara com ela, a puta gostosa.
- NĂŁo para agora, nĂŁo para, vou gozar.
- Lembra da pistolinha - sussurrei pra Eva, e me afastei um pouco pra nĂŁo ser respingado... enquanto isso, continuava batendo uma na frente dela.
Meu amigo começou a gemer mais forte. A Eva engasgou forte vårias vezes e passou a mão nos ovos com uma das mãos.
- .Eu gozo, eu gozooooo - disse Raul.
Eva deu um pequeno engasgo e tirou a piroca do marido da boca, pelo menos o primeiro jato tinha ido pra dentro, o primeiro jato direto de uma piroca. Rapidinho ela encostou a piroca na bochecha e da ponta começou a escorrer o leite do meu amigo, bem devagar, exatamente como ele tinha me falado que gozava. Eva fechava os olhos.
Meu amigo gemia, Eva calava, aproveitei pra chegar nela, que segurava a rola com uma mĂŁo enquanto esfregava nos dois lados da bunda.
Solta, solta..." â sussurrei pra ela.
Ela me olhou meio desconfiada.
- O quĂȘ? . disse
- Que gozada boa, Raul - falei alto pra ele me ouvir.
Então soltei meu pau e com a mão direita peguei a base do pau do meu amigo, onde a Eva tinha a mão dela. Ela continuava gozando. Ela quis se afastar um momento e eu disse que não, balançando a cabeça. Com a outra mão peguei os cabelos dela da testa e segurei, com a outra mão assim o pau do meu amigo e enfiei dentro da boca da Eva.
Acabei me inclinando e falei sussurrando:
- Limpa ela, PromĂscua, limpa ela.
Os olhos dela diziam tudo. Tava com tesĂŁo que nem uma puta. Engasgou toda na pica.
- Tua mulher tĂĄ te limpando, parceiro - falei alto, me referindo ao RaĂșl.
. Ooooohhhh, siiiim, finalmente... â ele disse, meio bĂȘbado perdido.
Depois de alguns segundos, soltei a pica e a Eva tirou ela da boca. Meu amigo tava acabado, ela se levantou o mais rĂĄpido que pĂŽde e foi pro banheiro. Eu fiquei de pau duro, quase gozando, tinha sido um espetĂĄculo brutal, inimaginĂĄvel que aquilo tivesse acontecido.
- Como vocĂȘ tĂĄ? - perguntei pro Raul.
Porra, mano... nĂŁo vi nada.
- A prĂłxima vai ser - falei.
Nem se deu conta do que tinha acontecido... Eva voltou do banheiro. Tinha ido se limpar.
Quero meu presente, Raul â disse dando umas tapinhas no rosto dele.
Nem se deu conta do que tinha acontecido... Eva voltou do banheiro. Tinha ido se limpar.
. Quero meu presente, Raul - disse dando uns tapinhas na cara dele.
â Sua mulher quer o presente de aniversĂĄrio dela â falei pro RaĂșl.
- Agora? - perguntou ele, ainda largado no sofĂĄ.
Eu me sentei do outro lado do sofĂĄ, com meu pau na mĂŁo. Passei a outra mĂŁo um pouco pela minha cueca, pra limpar um pouco da mistura de porra do meu amigo e baba da Eva, que tinha caĂdo em mim depois de enfiar o pau do marido dela na boca dela.
- Quero sim, vocĂȘ me deve um jantar, faz tempo que nĂŁo come isso - disse Eva ao marido.
Ela estava de pé, com os peitos agora dentro da camisola, e continuava com as meias calçadas, claro.
- Caramba, Raul... - falei sorrindo.
- Mas vocĂȘs... - disse ele num tom sĂ©rio, mas ainda com o ponto do vinho - tĂŁo ligados no que rolou? PĂŽ, os trĂȘs praticamente pelados... em casa, e desse jeito...
E ele se levantou no sofĂĄ, agora sentado ao meu lado. O pau dele jĂĄ tava mole.
- Agora não vem com filosofia - disse Eva. - Não foi assim quando eu tava te chupando... e fui até o fim. O Rober pode confirmar, ele viu tudo.
â Juro, cara â falei â. VocĂȘ deve ter curtido pra caralho.
â E vocĂȘ? â disse ele, me olhando. Sentado no meu sofĂĄ, peladĂŁo e vendo minha mulher no ato, e nua!
- Ah, RaĂșl, a gente jĂĄ falou disso nos dias passados, nĂ©?
- Certo - disse ele.
- Combinamos que era sĂł hoje, essa noite. Que ele sĂł ia olhar.
Eu preferi ficar calado, como se nĂŁo estivesse ali.
- JĂĄ, amor - ele disse...- mas nĂŁo sei...
â Raul â falei â da minha parte nĂŁo tem problema, vocĂȘ jĂĄ sabe, jĂĄ falei vĂĄrias vezes. NĂŁo toquei nem vou tocar na sua mulher, sou sĂł um espectador. E alĂ©m disso, isso Ă© muito excitante, vocĂȘ tem que admitir...
- A verdade é que sim - disse meu amigo enquanto olhava pra própria pica, ela parecia estar ficando meio durinha... ainda mais porque a Eva tinha acabado de sentar do lado dele e começou a beijar o pescoço dele.
Do meu lado, eu tinha uma vista imbatĂvel das tetas dela apertadas na camisola.
Vai, meu amorzinho â ela ronronou â, goza em mim...
- TĂĄ bom - disse meu amigo, se levantou tĂŁo rĂĄpido que cambaleou um pouco, efeito do vinho com certeza.
- Vem aqui, mano - falei segurando a mĂŁo dele - nĂŁo cai, porra, haha.
- Coitadinho, como vocĂȘ tĂĄ, hein? - me disse Raul olhando como eu tava de pau duro.
- TĂĄ vendo, mano. VocĂȘs mandaram tĂŁo bem que eu tĂŽ duraço.
- Vamos acabar com isso - disse Eva -. VocĂȘ sabe como eu gosto, maridĂŁo.
- TĂĄ bom - ele disse.
Eu me sentei de novo, dessa vez na cadeira. O Raul se deitou de novo no sofĂĄ. Dessa vez sem travesseiro por baixo. AĂ a Eva montou em cima dele, de pernas abertas, e enfiou a buceta na boca dele. Meu amigo colocou a lĂngua pra fora e começou a lamber. Ela começou a gemer.
- Ahhh, porra, sim, que boca vocĂȘ tem, safado... devia fazer isso comigo toda noite.
E começou a se mover devagar, mas de vez em quando dava umas pequenas enfiadas de buceta na boca enquanto segurava a cabeça dela. Nem preciso dizer a dança que os peitos dela estavam fazendo. Deixei passar um minuto, nem me toquei na pica... porque podia ser fatal, hehehe.
â RaĂșl, pra vocĂȘ ter uma visĂŁo melhor daĂ de baixo da sua mulher... vou ajudar ela a tirar a camisola.
E me levantei. O Raul nĂŁo conseguia responder, tava com a lĂngua ocupada. Peguei as bordas da camisola da Eva e puxei pra cima, ela levantou os braços e eu tirei por cima. A mina tava incrĂvel. Que peitĂ”es. Ela começou a apalpar eles.
â Assim vocĂȘ vai curtir mais â falei.
- Aaaaih, amor, tĂŽ adorando meu presente - ela disse.
Com a permissĂŁo de vocĂȘs, vou continuar minha punheta aqui, de pĂ©.
Meu amigo me olhou. LĂĄ de baixo ele devia ter uma vista incrĂvel. Saboreando a buceta da mulher dele, vendo aqueles peitĂ”es de baixo e bem do lado o amigo dele, eu, batendo uma punheta a poucos centĂmetros da mulher dele.
Ajoelhei e me abaixei um pouco, pra ficar na altura da cabeça do meu amigo, bem do lado. Tinha me dado uma ideia: ir falando putaria, daĂ, pros dois, pra ver se conseguia pegar alguma coisa...
â Come essa buceta, amigo. Olha pra ela, tĂĄ morrendo de vontade de encher sua boca de gozo. NĂŁo Ă© mesmo, Eva? VocĂȘ tĂĄ desejando isso, e ainda mais sabendo que eu tĂŽ aqui, com vocĂȘs.
- Aaahhh, sim, sim, filho da puta... adoro isso, que tesĂŁo, seus safados.
E ela movia a pelvis com mais Ămpeto, apertando a buceta contra a boca do RaĂșl.
Por um momento ele parou, devia estar sufocando ela. Ela também deu uma pausa.
- Continua falando coisas, Rober - disse Eva entre gemidos enquanto RaĂșl voltava ao ataque com a lĂngua.
- Que tal a gente gozar junto, Eva? Ao mesmo tempo... e eu gozar em cima de vocĂȘ, imagina sĂł... vocĂȘ gozando na boca do seu marido enquanto eu encho seus peitos de porra.
- Aaaaahhhh, porra... se continuarem assim, vou gozar.
- RaĂșl, continua chupando a buceta da sua mulher.
Eu me levantei, de repente ele parou, alarmado, e disse com aquele tom de bĂȘbado:
- O que vocĂȘ vai fazer, Roberto?
- NĂŁo se preocupa, vou sĂł ficar atrĂĄs dela e apertar um pouquinho a barriga dela pra dar um orgasmo ainda mais gostoso...
Lå de baixo, meu amigo conseguia ver minhas mãos nos ombros da Eva e meu rosto colado no dela, mas o que eu fiz... que ele não conseguia ver... foi começar a esfregar meu pau nas costas da mulher dele. Não då pra descrever essa sensação.
Ela percebeu e começou a gemer, eu encostei meu peito nas costas dela, minha pica batia cabeçada nela toda, também esfreguei as bolas, enquanto descia minhas mãos pelos lados dela, até a barriga. Raul acompanhava o trajeto das minhas mãos, vigiando com os olhos semiabertos.
â CĂȘ gosta, hein, putinha? â sussurrei no ouvido da Eva.
- Continuem, seus filhos da puta... aaahhh, porra, que gostosoooo...
Dizia enquanto se mexia como uma cobra, sem dĂșvida buscando o contato total da minha pica nas costas dela. Como o ritmo dela aumentou, devia estar apertando o RaĂșl pra caralho. Por isso ele começou a empurrar as coxas da Eva com as mĂŁos. Ao se afastar um pouco, disse:
- Espera, porra... tĂŽ me afogando.
Eu ri e me afastei um pouco pra trĂĄs. A Eva teve que parar, quase exausta, e Ă beira do orgasmo, que ela com certeza estava segurando.
- tenho que ir ao banheiro - disse Raul.
- Agoraaaaa? - disse Eva.
Ela se afastou e RaĂșl se levantou devagar, meio tonto.
Ia no banheiro... isso significava ficar pelo menos uns dois minutos, ou quase, a sĂłs com a Eva...
Bem na hora em que Raul ia sumir pelo corredor, ele se virou e disse:
- Amor, vem comigo, vou te perguntar uma coisa.
Eva olhou pra ele e, sem dizer nada, sumiu com ele pelo corredor. Sentei no sofĂĄ pra esperar e continuei acariciando minha rola e as bolas... tava que nĂŁo aguentava mais.
Levaram vĂĄrios minutos no banheiro, pelo menos uns trĂȘs ou quatro. Tanto tempo que coloquei a pica de volta dentro da cueca e cheguei a pensar que a noite tinha acabado. NĂŁo se ouvia nada. AĂ apareceu a Eva, de camisola, claro. Quase sem me olhar, disse:
- Rober, vai no banheiro que o RaĂșl quer te perguntar uma coisa.
Olhei pra ela enquanto passava por mim pra sentar no sofĂĄ.
â De que vocĂȘ quer falar agora? â perguntei.
Vem, anda logo" â disse ela, me olhando â. "E acabem rĂĄpido... ainda tĂŽ com tesĂŁo e sem meu presente.
Aquilo pelo menos jĂĄ me deu uma pista de que nem tudo estava perdido... eu tinha que jogar bem minhas cartas com o RaĂșl. Atravessei o corredor e entrei no banheiro.
â Qual Ă©, cara? â falei. â VocĂȘ bebeu pra caralho.
JĂĄ, jĂĄ... mas tĂŽ bem, quase vomitei antes.
- Bom, vocĂȘ jĂĄ foi ao banheiro, jĂĄ falou com sua mulher... o que vocĂȘ quer me perguntar?
Ele me olhou, com aqueles olhos cansados que parecia que ele tinha bebido sozinho mais uma garrafa. Ainda tava pelado, nĂŁo tinha vestido nem a cueca.
- Caramba, hein, tio? Ufa... olha, minha mulher pediu essa parada que a gente tĂĄ fazendo, sabe como Ă©...
- VocĂȘs fazerem isso na minha frente, nĂ©?
- Isso.
- E vocĂȘs estĂŁo fazendo, e muito bem. SĂł que... RaĂșl, o assunto te excitou tanto que vocĂȘ gozou antes mesmo de vocĂȘs poderem fazer na minha frente.
- Sim, jå viu, né.
- Caralho, tio - falei -, jĂĄ viu que a Eva escolheu que vocĂȘ gozasse na cara dela? VocĂȘ nĂŁo viu, mas ela limpou depois.
Tive que falar com ele assim, como se fosse um moleque, de tĂŁo chapado que tava pela bebida.
- JĂĄ, jĂĄ - disse ele -, de agora em diante...
- De agora em diante ela vai fazer mais vezes, vocĂȘ vai ver... e o Raul... tenho experiĂȘncia nisso, sabe, em deixar a galera com tesĂŁo. A Eva... ficou um tempo sem se soltar... vamos dizer assim, e agora olha sĂł... tĂĄ lendo aqueles livros do tal do Grey, e vocĂȘ... vocĂȘ - baixei um pouco mais a voz - tĂĄ experimentando com aquela mina, a Susana, a do escritĂłrio. Que te deixa a mil.
- JĂĄ, sim, Ă© verdade - disse ela, dando um sorrisinho.
- Pois Ă©, Raul... deixa comigo. Vou fazer sua mulher ter um orgasmo do caralho na sua boca, vai lĂĄ e chupa a buceta dela. E deixa que eu mando em tudo, vou chamar ela de puta pra cima e de rabuda sem vergonha. Entra no jogo comigo. E se na empolgação disso tudo eu roçar num peito dela, ou se ela puxar meu cabelo, ou enfiar dois dedos na minha boca... ou eu enfiar nela... nĂŁo esquenta. JĂĄ te falei vĂĄrias vezes, vou repetir: Sou amigo de vocĂȘs. E... porra, olha pra mim - falei enquanto levava a mĂŁo pra cueca -. SĂł de falar disso jĂĄ tĂŽ de pau duro.
- Sim, tiooo, jĂĄ vi isso antes, tu deve tĂĄ estourando.
â Preciso gozar... jĂĄ viu â falei.
Houve alguns segundos de silĂȘncio. Eu tinha andado na corda bamba, como um malabarista. Eu tinha mostrado minhas cartas. RaĂșl olhou para o chĂŁo, tava com o pau duro de novo, por tudo que eu tinha dito pra ele.
- TĂĄ bom, parceiro - ele me disse -. Vamos fazer minha mulher ter o melhor orgasmo dela no aniversĂĄrio dela. Mas... sĂł hoje, sĂł essa noite.
- SĂł hoje Ă noite, RaĂșl. Prometido - falei sĂ©rio. - A gente vai continuar sendo amigos como antes.
E aĂ saiu do banheiro.
SaĂ atrĂĄs dele.
Na sala, a Eva jĂĄ estava nos esperando. Tava morrendo de vontade de saber o que os dois tinham conversado no banheiro, mas jĂĄ teria chance de perguntar pra Eva outro dia.
- Gostoso - disse RaĂșl - Vamos fazer vocĂȘ gozar. Senta no sofĂĄ.
Eva fez isso. RaĂșl se abaixou e ajoelhou no chĂŁo, na frente dela. Pegou as pernas da esposa e puxou a pĂ©lvis dela para a borda do sofĂĄ. Eva abriu as pernas e a buceta dela ficou de novo Ă mostra.
- Mmm... sim, nessa posição também gosto - disse ela enquanto via a boca do marido rondar as imediaçÔes da sua buceta. Estava bem molhada de novo.
- Vou sentar do teu lado, Eva - falei.
Fiz isso, mas antes, sem pensar duas vezes, tirei completamente a cueca. Ela levantou a camisola e tirou por cima da cabeça. NĂŁo podia acreditar, eu tava peladĂŁo, sentado no sofĂĄ, junto com a Eva, nua em pĂȘlo, e o marido dela, ajoelhado, ia começar a chupar a buceta dela... Isso ia ser inesquecĂvel...
Eu tava sentado do lado direito da Eva, a buceta dela roçava no meu braço, o mamilo tava durinho. Ficou assim do nada.
Comecei a acariciar minha rola com suavidade, rapidinho ela ficou dura como hĂĄ alguns minutos atrĂĄs.
- Quero ver vocĂȘ gozar, raposinha - falei pra Eva. Raul tava ouvindo, me olhou e começou a lamber a buceta da mulher dele.
- Aaaahh, sim, sim, quero gozar.
- Faça tudo que seu marido e eu mandarmos.
â Sim, sim, vou obedecer â disse ela.
â RaĂșl, o que vocĂȘ quer que sua mulher faça?
NĂŁo respondeu.
- TĂĄ bom, eu mando... passa bem nos peitos, Promiscuous. Mostra eles pra mim...
Ela fez isso, levantou elas e beliscou os prĂłprios bicos.
- Agora vocĂȘ vai ver - falei. E me levantei por cima dela e soltei dois cuspes nos peitos dela.
Que ela cuidou de espalhar enquanto soltava gemidos curtos e profundos.
- Isso aĂ, molha elas bem. Olha como vocĂȘ deixa minha pica.
E sem encostar nela, eu aproximei, mas cheguei tĂŁo perto que a ponta da minha cabecinha roçou o lado direito dela, por baixo da teta. O RaĂșl deve ter visto, mas nĂŁo falou nada. Minha tĂĄtica tava funcionando. JĂĄ que eu tava quase colado nela... acabei fazendo, meu pau encostou no lado dela, inclinei o rosto e aproximei a boca do ouvido dela pra falar baixinho, sĂł pra ela ouvir:
- Como eu adoraria gozar nos seus peitos... na frente do seu marido, gostosa.
Ela soltou um gemido mais alto e desceu as mĂŁos pra apertar a cabeça do RaĂșl contra a buceta dela. Eu comecei a bater uma mais rĂĄpido. Minha cara tava enfiada no pescoço dela, fazendo um buraco. Me veio a ideia de que eu podia ir me enfiando devagar por trĂĄs dela, ela me dar um espaço... mas ela tava tĂŁo colada no encosto... que a gente teria que interromper a chupada de buceta que tavam dando nela. EntĂŁo fiquei assim, e apontei meu pau, enquanto batia uma, pros peitos da Eva.
- Olha ela, olha meu pau - falei bem baixinho - lembra como eu gozo, se eu apontar pra vocĂȘ, pode sujar sua cara toda... pede pro teu marido chupar ele... pede pra ele.
- Siiim, siiiim - disse ela, fora de si.
- RaĂșl, acho que sua mulher precisa chupar uma pica.
- O quĂȘ? - disse ele, parando um momento.
â NĂŁo para, nĂŁo para... â disse Eva.
- Sua foxy... precisa de outra pica pra mamar, uma assim - falei, mostrando minha pica pro meu amigo.
Se colasse... ia vencer.
- Demais, cara - ele disse, e se inclinou pra trĂĄs pra mostrar a rola dele, que tava dura.
- Continua, porra - gritou Eva.
- RaĂșl... minha pica - apertei eu.
E antes de afundar a boca de novo na buceta da mulher dele, ele disse:
- Uma punheta sim, boquete nĂŁo.
NĂŁo importa, pra mim aquela decisĂŁo foi uma delĂcia. Finalmente ia cobrar o que Eva, em segredo, me devia, e ainda na frente do meu amigo...
- Jå ouviu, puta... pega na minha pica e bate uma até ela explodir.
Me deitei no encosto do sofå e coloquei minha pélvis na mesma altura que a da Eva, sentado ao lado dela. Peguei a mão direita dela e levei até meu pau. E meu braço esquerdo... passei por cima dos ombros dela e atrås do pescoço, igual quando a gente ia ao cinema e colocava o braço por cima das nossas namoradas... Como posso descrever, amigos, a sensação da mão da Eva em volta do meu pau pela primeira vez? Guardo essa imagem na retina. Era demais. E os peitos dela balançando, um deles roçando no meu lado. E o marido dela, meu amigo, chupando a buceta dela... A gente não ia demorar pra gozar.

RaĂșl olhou pra nĂłs dois enquanto continuava chupando a buceta.
GemĂamos. Passou um minuto, Eva me masturbava que era uma delĂcia...
- NĂŁo vou aguentar mais - disse Eva.
- Me dĂĄ mais forte, Eva - eu disse. - Quero gozar com vocĂȘ, vamos gozar juntos.
- Aaahhh, enfia mais a lĂngua, Raul...
- Aaahhh, me dĂĄ, me dĂĄ - falei enquanto ela diminuĂa a velocidade, sem dĂșvida se concentrando mais nela mesma. No orgasmo dela.
- NĂŁo consigo, vou gozar, vou gozar toda, seus putos...
E me soltou a pica quando eu tava quase gozando pra colocar as duas mĂŁos na cabeça do RaĂșl e apertar ela contra a buceta dela. Aquilo fez com que os dois peitos dela, apertados ao mĂĄximo, subissem atĂ© quase chegar no queixo dela.

- Corre, corre - mandei pra ela -. TÎ gozando, tÎ gozando também - falei.
E aà eu abracei ela e puxei um pouco pra mim com o braço esquerdo, enquanto com o direito eu batia uma na maior velocidade e virava o corpo pra ela.
Ia me gozar apontando pra essas tetas dela.
- Aaaaaah, aaaaaahhh - ela gritava enquanto RaĂșl terminava o serviço - me enche, me enche de leiteee - disse Eva.
EntĂŁo dei duas porradas de pau no lado dela e em parte da barriga, e com essas duas sacudidas, comecei a esvaziar enquanto gritava. Foi extraordinĂĄrio. NĂŁo lembro quantos jorros soltei, mas pelo menos 8 bem cheios. Quase perdi a visĂŁo, haha.
SĂł sei que quando resolvi olhar, a barriga e os peitos da Eva estavam inundados com meus jatos de porra. RaĂșl continuava de joelhos, meio atordoado, ou cansado, admirando a mulher dele banhada na minha porra. Ela estava exausta. Respirava pesado e segurava os peitos com as mĂŁos, tambĂ©m sujas. A buceta dela estava aberta e toda molhada. Soltei meu pau e ele balançou pro lado. Respirei fundo.

Porra âdisse elaâ que orgasmo, porra, que orgasmo...
- Feliz aniversĂĄrio - eu disse.
- Que loucura -disse RaĂșl, olhando o que se estendia diante dele.
Eva foi se levantando devagarzinho, o leite escorria pela barriga dela, com as mãos ela foi segurando, mas como escorregava, começou a esfregar ele pelo corpo.
â Vou tomar um banho â disse ela.
O Raul passou do lado do sofå, passou um minuto ou mais, fui vestindo a cueca sem falar nada, depois a calça, meu moletom... Quando terminei, o Raul tava meio dormindo no sofå.
â A gente se liga, mano â falei.
- Claro, claro - disse ele, meio dormindo.
Depois saĂ de lĂĄ.
CONTINUA...
â Posso tirar o suĂ©ter, por favor? â perguntei.
Eu tava usando uma gola alta e tava morrendo de calor.
â Sim â disse Eva.
â Tirei rĂĄpido e quando olhei pra frente, ela jĂĄ tinha enfiado a mĂŁo na cueca do meu amigo. Num movimento rĂĄpido, puxou a pica pra fora. Minha boca secou na hora de nervoso. Meu amigo gemeu um pouco enquanto a mulher dele deslizava a mĂŁo na pica, batendo uma punheta suave. NĂŁo tava mole nĂŁo, parecia que o ĂĄlcool nĂŁo atrapalhava ele... Quando a Eva ia se inclinar pra chupar a pica, meu amigo falou:
- Espera, espera, gostosa - tava meio chapado do vinho, dava pra perceber na fala - preciso ir no banheiro rapidinho.
- TĂĄ bom, nĂŁo demora - disse ela.
Ele se levantou e, ao passar do meu lado com o pau de fora, sussurrou:
- E vocĂȘ... nĂŁo se mexa.
E aĂ ela soltou uma risada que a Eva teve que cortar, pra nĂŁo acordar o pequeno. Ela sumiu pelo corredor. AĂ eu olhei pra mulher do meu amigo e falei:
- VocĂȘ vai me deixar tirar ela e bater uma punheta?
- jĂĄ vamos ver.
- Lembra que vocĂȘ me deve uma.
- Vamos ver.
- Adoraria que vocĂȘ fizesse isso na minha frente, bem na dele.
- ImpossĂvel, Rober... jĂĄ Ă© muito estarmos aqui... fazendo isso - e quando disse isso, puxou uma teta pra fora e começou a acariciar ela...
Eu levei a mão no volume da minha calça.
- Ă uma pena que nĂŁo seja eu o primeiro - falei. - Mas um dia vocĂȘ vai me pagar.
Ela sorriu.
- Sou eu quem tem a vara de comando agora...
Ouviu-se a descarga do vaso sanitĂĄrio.
- As coisas podem mudar... espero que meu amigo te encha a cara de porra...
Ela levou uma mĂŁo na virilha e se tocou na buceta. Ainda nĂŁo tinha me mostrado. Raul voltava do banheiro.
â JĂĄ tĂŽ â disse ela enquanto se sentava e tirava completamente a calça e a calcinha.
Sem dizer nada, Eva se deitou no sofĂĄ, com a cabeça a uns centĂmetros da pica do marido, os dois iluminados pelos reflexos das imagens da TV, que agora estava num volume baixo. Com uma mĂŁo, pegou a pica, se posicionou de um jeito que podia lamber e me olhar, a safada fez isso pra me dar a melhor vista, enquanto meu amigo, se olhasse pra baixo, sĂł veria ela de cima, a cabeça e os cabelos, mas ia sentir bem a lĂngua e a boca dela.
EntĂŁo ela começou a lamber. De baixo, devagar, atĂ© a ponta. Meu amigo gemeu um pouco e colocou uma mĂŁo na cabeça da Eva, sem pressionar. Ela sorriu e olhou pra mim, deu mais uma lambida na pica do RaĂșl. Depois disse:
- TĂĄ bem, meu maridinho?
- Sim, sim - disse ele fechando os olhos - meio bĂȘbado, mas de boa... continua, continua.
- Isso tĂĄ ficando muito pesado, essa histĂłria de ter um convidado tĂĄ funcionando melhor do que a gente esperava, hein?
Ela não respondeu e Eva começou a enfiar a cabeça da pica do meu amigo na boca e a dar uns chupÔes, meio barulhentos. Os peitos dela também iam se aproximando da pica do meu amigo, ela ia "abrindo espaço" pra eles. Eu tava com a pica estourando dentro da calça. Mas não me mexi, nem falei nada.
Depois de um minuto, acelerou o ritmo e jĂĄ enfiava metade da pica na boca, de vez em quando descia atĂ© a base do tronco. A pica do RaĂșl nĂŁo era tĂŁo grande quanto a minha, mas nĂŁo era ruim, a mĂ©dia espanhola, e bem dura, claro, como se nĂŁo pudesse estar.

RaĂșl, vocĂȘ nĂŁo ia gostar que sua mulher lambesse suas bolas? Acho que ela ainda nem tocou nelas... â falei, me masturbando como dava por cima da calça...
- Claro que siii, vamos gostosa... nĂŁo deixa nada sem cuidado com essa lĂngua que tu tem.
Eva olhou pra mim e disse:
- Agora vou fazer, primeiro vou fazer isso que vocĂȘ tanto gosta.
E aĂ ela se inclinou um pouco pra frente, tirou as duas tetas pra fora...

e encaixou a pica do meu amigo entre elas.
- Com certeza jĂĄ fizeram isso com o Rober vĂĄrias vezes, nĂ©? â disse a tal gostosa. â Principalmente aquela coroa que fala que transa pra caralho e que tem os peitos operados.
A pica do meu amigo sumia entre os peitos da Eva, e a ponta aparecia por cima enquanto ele batia uma punheta pra ela.

- Aaahhh, caralho, que delĂcia... Rober com certeza sabe o que Ă© isso - disse meu amigo.
- Sem dĂșvida, eu sei, eu sei, e tua mulher manda muito bem pelo que tĂŽ vendo - e fixei meu olhar nos olhos da Eva, ela percebeu o tesĂŁo em mim.
Tava jogando muito bem, me deixava puto e me dava tesĂŁo ao mesmo tempo, porque tudo aquilo, confesso, era demais pra mim, pelo menos nĂŁo esperava, e nunca teria imaginado isso da Eva e do Raul... por mais que a gente tivesse falado de sexo sem frescura.
â Ainda tĂŽ com calor â falei, mostrando um pouco de cansaço.
- O que a gente faz, Raul? Deixamos ele tirar a calça?
- Sei lĂĄ... kkkkk - disse meu amigo me olhando.
- NĂŁo vou sair daqui - falei com um tom de pena, hehe.
Eva, sem dizer nada, afastou os peitos da rola do meu amigo e baixou a cabeça atĂ© as bolas dele, começou a lamber com a ponta da lĂngua primeiro. Meu amigo nĂŁo depilava nada, hehe, mas ela fazia com habilidade, com certeza tava acostumada a fazer isso e nĂŁo ligava que os ovos do meu amigo estivessem daquele jeito.
Depois começou a enfiĂĄ-los na boca dela enquanto continuava batendo uma punheta com uma mĂŁo. Por um momento, pareceu que a pica do RaĂșl ficou mole.- Espera, amor - ele disse -. Vou me levantar pra te ver melhor, o Rober vĂȘ tudo, mas eu nĂŁo, haha.
Ele se levantou, de perfil pra mim, e mandou a Eva se ajoelhar na frente dele. Ela colocou uma almofada no chão e se ajoelhou. Meu amigo pegou ela pelos cabelos de leve e apontou o pau pra boca dela. Ela abriu, e ele começou a meter e tirar, sem ser brusco...
Eu tava explodindo com aquela visão, a Eva chupando a pica do marido dela e as tetas dela balançando, a dois metros de mim... Desabotoei o botão da calça e o cinto.
- Tå bom - disse meu amigo percebendo o barulho que eu tava fazendo - tira isso, vai. Mas só a calça, fica de cueca.
- Beleza - falei. Qualquer coisa jĂĄ era alguma coisa...
- E bate uma punheta enfiando uma mĂŁo neles, sem tirar a pica - disse Eva.
Aquilo, dito assim numa pausa que ela deu no boquete que tava fazendo no meu amigo, me deixou mais puto ainda, se Ă© que isso Ă© possĂvel.
- Amor, se continuarmos assim, acho que nĂŁo vou aguentar muito - disse Raul.
- JĂĄ? Porra... mas se vocĂȘ tem que me foder...
- Pois Ă©... nĂŁo sei nĂŁo, hein?
- A mĂŁe que te pariu...
Enquanto isso, eu jĂĄ tinha enfiado a mĂŁo na cueca e comecei a bater uma, minha pica, apertada ali dentro, dobrava pro lado, mal cabia.
Tava morrendo de vontade de ver vocĂȘs fodendo, mas mesmo assim eu disse:
- Por que vocĂȘs nĂŁo se masturbam juntos e acabam assim? Um 69...
Os dois me olharam.
- Aqui quem manda somos nĂłs - disse Eva sorrindo. - Mas isso nĂŁo Ă© ruim... Ă meu aniversĂĄrio, e eu tenho que levar meu presente.
â Acho justo â disse meu amigo.
- Façam isso, vamos lå - falei enquanto me tocava a p*roca devagar...
Meu amigo tirou a roupa que ainda tinha: uma camisa, cueca, sapatos e meias. Eva baixou as alças até a barriga, deixando os peitos dela jå lindos e soltos no ar. Ela ficou só com as meias, não tirou mais nada. E é por isso... que eu ia conferir se ela não estava usando nada por baixo da camisola, nem uma calcinha fio dental, quando eu tinha certeza que sim!!! Que quando ela passava a mão, enfiava um ou dois dedos na buceta, mas que estaria usando alguma coisa...
Meu amigo se deitou no sofĂĄ, de corpo inteiro, e a Eva amarrou a camisola na cintura, pela parte de baixo. Isso fez com que eu jĂĄ pudesse ver a buceta dela... pela primeira vez eu via ela em todo o esplendor, com os reflexos das imagens da TV na frente. Dessa vez ela estava depilada, com uma moita de pelo cortado no monte de VĂȘnus, em formato quadrado. Os lĂĄbios da buceta estavam molhados e pulsando, maiores do que o normal...
Meu pau tava mais que duro, se continuasse assim... só de me tocar com força por uns segundos, ia rolar a mesma coisa que com meu amigo... eu podia gozar. Assim, quase sem me tocar...

Eva se deitou ao contrĂĄrio do meu amigo, e por cima dele. Assim começaram a fazer um 69. Na hora, Eva enfiou a piroca dele, que jĂĄ tinha murchado um pouco, na boca, e colocou a buceta dela na boca dele. RaĂșl empurrava a cabeça dela pra chegar na buceta de Eva. No começo, ele sĂł usava a lĂngua.
â Come ele, gostosa â disse Eva.
Ouvir ela dizer aquilo me deixava mais excitado. Minha ideia era tirar a pica pra fora e bater uma vendo tudo enquanto eles estavam distraĂdos com suas respectivas comidas, e gozar junto com eles. Eva continuou comendo com prazer a pica e as bolas do RaĂșl. Meu amigo tentava encontrar uma posição melhor. Os peitos da Eva descansavam na barriga do meu amigo, devia ser um contato incrĂvel aquele. Na posição em que estavam, era difĂcil pra eles me olharem.
- Espera, espera, RaĂșl - falei, me levantando.
- Onde vocĂȘ vai? - perguntou Eva, dando uma olhada no meu pacote...
Peguei um travesseiro do outro lado do sofĂĄ e fui atĂ© onde elas estavam deitadas. Passei meu pacote na frente do rosto da Eva, estĂĄvamos a centĂmetros de distĂąncia.
- Vou deixar meu amigo mais Ă vontade, assim vocĂȘ pode gozar gostoso.
Coloquei o travesseiro debaixo da cabeça do meu amigo. Ele sorriu.
Sorri e me inclinei para sussurrar no ouvido dela:
- Assim vocĂȘ pode comer essa buceta mais Ă vontade... e sem machucar o pescoço.
De onde eu tava, dava pra ver e sentir o cheiro da buceta da mulher dele. Fiquei com vontade de tirar a boca dele e colocar a minha, mesmo que jĂĄ tivesse cheia de saliva dele, mas eu tinha que provar aquela buceta de qualquer jeito. Ele dando uma lambida, eu dando outra... assim. A puta da Eva ia ficar louca de prazer. JĂĄ tava ficando, e ainda mais sabendo que minha boca tava perto. Dava pra ver que ela tava com tesĂŁo, toda molhada, e atĂ© escapava um gemido enquanto o RaĂșl tinha parado e eu colocava a almofada.
Aproveitando que ele nĂŁo estava olhando e eu estava colocando, esfreguei minha cueca num dos cotovelos e empurrei um pouco perna abaixo, entĂŁo metade da pica saiu pra fora por cima.
- haha, saiu sem querer. falei na brincadeira. Olha, Raul...
E aĂ eu virei a cabeça dele pra ele me olhar. Metade da pica jĂĄ tava pra fora, a uns 30 centĂmetros da cabeça do meu amigo e da bunda da mulher dele...
Meu grelo brilhava rosado, louco pra gozar. Ia ser uma delĂcia fazer ali mesmo, sujar a bunda e a buceta da Eva, e ainda cair na cara do meu amigo, kkkk. Mas se fizesse algo que eles nĂŁo quisessem... ia perder a confiança que depositaram em mim. Terminei de colocar a almofada pro meu amigo e dei um passinho pra trĂĄs.
- Kkkkk - riu RaĂșl, afetado e meio sonolento pelo vinho - entĂŁo nada, mano... nĂŁo tem problema se minha mulher ver sua rola, nĂ©?
- NĂŁo tem problema - disse Eva enquanto continuava lambendo ele.
Como se a gostosa jĂĄ nĂŁo tivesse visto ela na minha casa... hehehe.
- Continua comendo minha buceta, gostoso - disse meu amigo - com o tesĂŁo que isso me dĂĄ... nĂŁo vou demorar nada pra gozar.
- Avisa - ela disse.
Vamos ver se vocĂȘ goza tambĂ©m, mesmo que hoje eu nĂŁo esteja muito inspirado...
âMe dĂĄ a lĂngua, filho da puta â disse Eva.
Eu via a lĂngua do meu amigo passeando pela buceta molhada da Eva. Da distĂąncia que eu tava, de pĂ©, na frente deles, se eu batesse uma e gozasse mirando nela... com certeza ia sujar as costas dela toda. Tava com uma vontade do caralho. Fiquei de pĂ©, e como eles tavam na deles, gemendo baixinho enquanto lambiam e chupavam, acabei tirando a pica e as bolas por cima da cueca e bati uma gostoso vendo aquilo, me segurando pra nĂŁo gemer e chamar a atenção dos dois.
A gente tava muito excitado.
- Continua, amor, continua - dizia Eva-. Faz eu gozar na frente do teu amigo.
Aquilo me deixava a mil, meu coração batia forte e meu pau pulsava pra caralho.
- Eu tento, eu tento - dizia Raul meio sufocado enquanto Eva sentava a buceta na cara dele -. Continua vocĂȘ... vou gozar, nĂŁo aguento, nĂŁo aguento.
- Porra, ainda nĂŁo gozei, espera - disse ela logo depois de tirar a pica da boca.
- Olha como eu tÎ com a pica dura - falei todo excitado. Mas ninguém ligava pra mim.
Por um momento me senti deslocada, hehehe. NĂŁo queria perder as gozadas desses dois filhos da puta... entĂŁo me aproximei um pouco da pica do meu amigo pra ter um close da gozada dele, pelo visto era a que ia rolar primeiro...
â RaĂșl âfaleiâ, com sua permissĂŁo, vou me colocar do lado da sua mulher, assim vejo como vocĂȘ goza na cara dela.
- Porra, porra... eu nĂŁo vou conseguir ver isso - falou num tom de bĂȘbado total, com certeza jĂĄ nĂŁo tinha mais forças pra chupar a buceta da mulher dele... eu me via terminando o servicinho.
E aà eu coloquei um joelho, o esquerdo, apoiado no sofå, perto de um dos pés do meu amigo, assim fiquei de frente pra Eva, com a pica do meu amigo a uns 20-30 cm da minha... Eva me olhou, tinha parado de chupar por um momento.
â Continua me lambendo a buceta â ela disse pro marido enquanto me olhava.
Me agachei um pouco e falei baixinho:
Chupa ela.
me referindo Ă minha rola. Ela balançou a cabeça e enfiou a cabeça da rola do RaĂșl de volta na boca.
- Amor, vocĂȘ vai gozar na minha cara - ela disse.
RaĂșl parecia que mal ouvia, porque nĂŁo respondia.
- Vamos, RaĂșl, goza na cara da sua mulher. Finalmente ela te concede esse desejo, vocĂȘ nĂŁo vai ver, mas eu vou ver em primeiro plano, vou te contando enquanto isso.
Meu amigo disse algo incompreensĂvel e eu aproveitei pra me abaixar de novo e sussurrar no ouvido da Eva:
- VocĂȘ me deve uma punheta, rabuda, chupa ela. Ela nĂŁo vai perceber.
â NĂŁo â ele disse, tirando a pica da boca dela, e quase acertou a minha cara com ela, a puta gostosa.
- NĂŁo para agora, nĂŁo para, vou gozar.
- Lembra da pistolinha - sussurrei pra Eva, e me afastei um pouco pra nĂŁo ser respingado... enquanto isso, continuava batendo uma na frente dela.
Meu amigo começou a gemer mais forte. A Eva engasgou forte vårias vezes e passou a mão nos ovos com uma das mãos.
- .Eu gozo, eu gozooooo - disse Raul.
Eva deu um pequeno engasgo e tirou a piroca do marido da boca, pelo menos o primeiro jato tinha ido pra dentro, o primeiro jato direto de uma piroca. Rapidinho ela encostou a piroca na bochecha e da ponta começou a escorrer o leite do meu amigo, bem devagar, exatamente como ele tinha me falado que gozava. Eva fechava os olhos.
Meu amigo gemia, Eva calava, aproveitei pra chegar nela, que segurava a rola com uma mĂŁo enquanto esfregava nos dois lados da bunda.
Solta, solta..." â sussurrei pra ela.
Ela me olhou meio desconfiada.
- O quĂȘ? . disse
- Que gozada boa, Raul - falei alto pra ele me ouvir.
Então soltei meu pau e com a mão direita peguei a base do pau do meu amigo, onde a Eva tinha a mão dela. Ela continuava gozando. Ela quis se afastar um momento e eu disse que não, balançando a cabeça. Com a outra mão peguei os cabelos dela da testa e segurei, com a outra mão assim o pau do meu amigo e enfiei dentro da boca da Eva.
Acabei me inclinando e falei sussurrando:
- Limpa ela, PromĂscua, limpa ela.
Os olhos dela diziam tudo. Tava com tesĂŁo que nem uma puta. Engasgou toda na pica.
- Tua mulher tĂĄ te limpando, parceiro - falei alto, me referindo ao RaĂșl.
. Ooooohhhh, siiiim, finalmente... â ele disse, meio bĂȘbado perdido.
Depois de alguns segundos, soltei a pica e a Eva tirou ela da boca. Meu amigo tava acabado, ela se levantou o mais rĂĄpido que pĂŽde e foi pro banheiro. Eu fiquei de pau duro, quase gozando, tinha sido um espetĂĄculo brutal, inimaginĂĄvel que aquilo tivesse acontecido.
- Como vocĂȘ tĂĄ? - perguntei pro Raul.
Porra, mano... nĂŁo vi nada.
- A prĂłxima vai ser - falei.
Nem se deu conta do que tinha acontecido... Eva voltou do banheiro. Tinha ido se limpar.
Quero meu presente, Raul â disse dando umas tapinhas no rosto dele.
Nem se deu conta do que tinha acontecido... Eva voltou do banheiro. Tinha ido se limpar.
. Quero meu presente, Raul - disse dando uns tapinhas na cara dele.
â Sua mulher quer o presente de aniversĂĄrio dela â falei pro RaĂșl.
- Agora? - perguntou ele, ainda largado no sofĂĄ.
Eu me sentei do outro lado do sofĂĄ, com meu pau na mĂŁo. Passei a outra mĂŁo um pouco pela minha cueca, pra limpar um pouco da mistura de porra do meu amigo e baba da Eva, que tinha caĂdo em mim depois de enfiar o pau do marido dela na boca dela.
- Quero sim, vocĂȘ me deve um jantar, faz tempo que nĂŁo come isso - disse Eva ao marido.
Ela estava de pé, com os peitos agora dentro da camisola, e continuava com as meias calçadas, claro.
- Caramba, Raul... - falei sorrindo.
- Mas vocĂȘs... - disse ele num tom sĂ©rio, mas ainda com o ponto do vinho - tĂŁo ligados no que rolou? PĂŽ, os trĂȘs praticamente pelados... em casa, e desse jeito...
E ele se levantou no sofĂĄ, agora sentado ao meu lado. O pau dele jĂĄ tava mole.
- Agora não vem com filosofia - disse Eva. - Não foi assim quando eu tava te chupando... e fui até o fim. O Rober pode confirmar, ele viu tudo.
â Juro, cara â falei â. VocĂȘ deve ter curtido pra caralho.
â E vocĂȘ? â disse ele, me olhando. Sentado no meu sofĂĄ, peladĂŁo e vendo minha mulher no ato, e nua!
- Ah, RaĂșl, a gente jĂĄ falou disso nos dias passados, nĂ©?
- Certo - disse ele.
- Combinamos que era sĂł hoje, essa noite. Que ele sĂł ia olhar.
Eu preferi ficar calado, como se nĂŁo estivesse ali.
- JĂĄ, amor - ele disse...- mas nĂŁo sei...
â Raul â falei â da minha parte nĂŁo tem problema, vocĂȘ jĂĄ sabe, jĂĄ falei vĂĄrias vezes. NĂŁo toquei nem vou tocar na sua mulher, sou sĂł um espectador. E alĂ©m disso, isso Ă© muito excitante, vocĂȘ tem que admitir...
- A verdade é que sim - disse meu amigo enquanto olhava pra própria pica, ela parecia estar ficando meio durinha... ainda mais porque a Eva tinha acabado de sentar do lado dele e começou a beijar o pescoço dele.
Do meu lado, eu tinha uma vista imbatĂvel das tetas dela apertadas na camisola.
Vai, meu amorzinho â ela ronronou â, goza em mim...
- TĂĄ bom - disse meu amigo, se levantou tĂŁo rĂĄpido que cambaleou um pouco, efeito do vinho com certeza.
- Vem aqui, mano - falei segurando a mĂŁo dele - nĂŁo cai, porra, haha.
- Coitadinho, como vocĂȘ tĂĄ, hein? - me disse Raul olhando como eu tava de pau duro.
- TĂĄ vendo, mano. VocĂȘs mandaram tĂŁo bem que eu tĂŽ duraço.
- Vamos acabar com isso - disse Eva -. VocĂȘ sabe como eu gosto, maridĂŁo.
- TĂĄ bom - ele disse.
Eu me sentei de novo, dessa vez na cadeira. O Raul se deitou de novo no sofĂĄ. Dessa vez sem travesseiro por baixo. AĂ a Eva montou em cima dele, de pernas abertas, e enfiou a buceta na boca dele. Meu amigo colocou a lĂngua pra fora e começou a lamber. Ela começou a gemer.
- Ahhh, porra, sim, que boca vocĂȘ tem, safado... devia fazer isso comigo toda noite.
E começou a se mover devagar, mas de vez em quando dava umas pequenas enfiadas de buceta na boca enquanto segurava a cabeça dela. Nem preciso dizer a dança que os peitos dela estavam fazendo. Deixei passar um minuto, nem me toquei na pica... porque podia ser fatal, hehehe.
â RaĂșl, pra vocĂȘ ter uma visĂŁo melhor daĂ de baixo da sua mulher... vou ajudar ela a tirar a camisola.
E me levantei. O Raul nĂŁo conseguia responder, tava com a lĂngua ocupada. Peguei as bordas da camisola da Eva e puxei pra cima, ela levantou os braços e eu tirei por cima. A mina tava incrĂvel. Que peitĂ”es. Ela começou a apalpar eles.
â Assim vocĂȘ vai curtir mais â falei.
- Aaaaih, amor, tĂŽ adorando meu presente - ela disse.
Com a permissĂŁo de vocĂȘs, vou continuar minha punheta aqui, de pĂ©.
Meu amigo me olhou. LĂĄ de baixo ele devia ter uma vista incrĂvel. Saboreando a buceta da mulher dele, vendo aqueles peitĂ”es de baixo e bem do lado o amigo dele, eu, batendo uma punheta a poucos centĂmetros da mulher dele.
Ajoelhei e me abaixei um pouco, pra ficar na altura da cabeça do meu amigo, bem do lado. Tinha me dado uma ideia: ir falando putaria, daĂ, pros dois, pra ver se conseguia pegar alguma coisa...
â Come essa buceta, amigo. Olha pra ela, tĂĄ morrendo de vontade de encher sua boca de gozo. NĂŁo Ă© mesmo, Eva? VocĂȘ tĂĄ desejando isso, e ainda mais sabendo que eu tĂŽ aqui, com vocĂȘs.
- Aaahhh, sim, sim, filho da puta... adoro isso, que tesĂŁo, seus safados.
E ela movia a pelvis com mais Ămpeto, apertando a buceta contra a boca do RaĂșl.
Por um momento ele parou, devia estar sufocando ela. Ela também deu uma pausa.
- Continua falando coisas, Rober - disse Eva entre gemidos enquanto RaĂșl voltava ao ataque com a lĂngua.
- Que tal a gente gozar junto, Eva? Ao mesmo tempo... e eu gozar em cima de vocĂȘ, imagina sĂł... vocĂȘ gozando na boca do seu marido enquanto eu encho seus peitos de porra.
- Aaaaahhhh, porra... se continuarem assim, vou gozar.
- RaĂșl, continua chupando a buceta da sua mulher.
Eu me levantei, de repente ele parou, alarmado, e disse com aquele tom de bĂȘbado:
- O que vocĂȘ vai fazer, Roberto?
- NĂŁo se preocupa, vou sĂł ficar atrĂĄs dela e apertar um pouquinho a barriga dela pra dar um orgasmo ainda mais gostoso...
Lå de baixo, meu amigo conseguia ver minhas mãos nos ombros da Eva e meu rosto colado no dela, mas o que eu fiz... que ele não conseguia ver... foi começar a esfregar meu pau nas costas da mulher dele. Não då pra descrever essa sensação.
Ela percebeu e começou a gemer, eu encostei meu peito nas costas dela, minha pica batia cabeçada nela toda, também esfreguei as bolas, enquanto descia minhas mãos pelos lados dela, até a barriga. Raul acompanhava o trajeto das minhas mãos, vigiando com os olhos semiabertos.
â CĂȘ gosta, hein, putinha? â sussurrei no ouvido da Eva.
- Continuem, seus filhos da puta... aaahhh, porra, que gostosoooo...
Dizia enquanto se mexia como uma cobra, sem dĂșvida buscando o contato total da minha pica nas costas dela. Como o ritmo dela aumentou, devia estar apertando o RaĂșl pra caralho. Por isso ele começou a empurrar as coxas da Eva com as mĂŁos. Ao se afastar um pouco, disse:
- Espera, porra... tĂŽ me afogando.
Eu ri e me afastei um pouco pra trĂĄs. A Eva teve que parar, quase exausta, e Ă beira do orgasmo, que ela com certeza estava segurando.
- tenho que ir ao banheiro - disse Raul.
- Agoraaaaa? - disse Eva.
Ela se afastou e RaĂșl se levantou devagar, meio tonto.
Ia no banheiro... isso significava ficar pelo menos uns dois minutos, ou quase, a sĂłs com a Eva...
Bem na hora em que Raul ia sumir pelo corredor, ele se virou e disse:
- Amor, vem comigo, vou te perguntar uma coisa.
Eva olhou pra ele e, sem dizer nada, sumiu com ele pelo corredor. Sentei no sofĂĄ pra esperar e continuei acariciando minha rola e as bolas... tava que nĂŁo aguentava mais.
Levaram vĂĄrios minutos no banheiro, pelo menos uns trĂȘs ou quatro. Tanto tempo que coloquei a pica de volta dentro da cueca e cheguei a pensar que a noite tinha acabado. NĂŁo se ouvia nada. AĂ apareceu a Eva, de camisola, claro. Quase sem me olhar, disse:
- Rober, vai no banheiro que o RaĂșl quer te perguntar uma coisa.
Olhei pra ela enquanto passava por mim pra sentar no sofĂĄ.
â De que vocĂȘ quer falar agora? â perguntei.
Vem, anda logo" â disse ela, me olhando â. "E acabem rĂĄpido... ainda tĂŽ com tesĂŁo e sem meu presente.
Aquilo pelo menos jĂĄ me deu uma pista de que nem tudo estava perdido... eu tinha que jogar bem minhas cartas com o RaĂșl. Atravessei o corredor e entrei no banheiro.
â Qual Ă©, cara? â falei. â VocĂȘ bebeu pra caralho.
JĂĄ, jĂĄ... mas tĂŽ bem, quase vomitei antes.
- Bom, vocĂȘ jĂĄ foi ao banheiro, jĂĄ falou com sua mulher... o que vocĂȘ quer me perguntar?
Ele me olhou, com aqueles olhos cansados que parecia que ele tinha bebido sozinho mais uma garrafa. Ainda tava pelado, nĂŁo tinha vestido nem a cueca.
- Caramba, hein, tio? Ufa... olha, minha mulher pediu essa parada que a gente tĂĄ fazendo, sabe como Ă©...
- VocĂȘs fazerem isso na minha frente, nĂ©?
- Isso.
- E vocĂȘs estĂŁo fazendo, e muito bem. SĂł que... RaĂșl, o assunto te excitou tanto que vocĂȘ gozou antes mesmo de vocĂȘs poderem fazer na minha frente.
- Sim, jå viu, né.
- Caralho, tio - falei -, jĂĄ viu que a Eva escolheu que vocĂȘ gozasse na cara dela? VocĂȘ nĂŁo viu, mas ela limpou depois.
Tive que falar com ele assim, como se fosse um moleque, de tĂŁo chapado que tava pela bebida.
- JĂĄ, jĂĄ - disse ele -, de agora em diante...
- De agora em diante ela vai fazer mais vezes, vocĂȘ vai ver... e o Raul... tenho experiĂȘncia nisso, sabe, em deixar a galera com tesĂŁo. A Eva... ficou um tempo sem se soltar... vamos dizer assim, e agora olha sĂł... tĂĄ lendo aqueles livros do tal do Grey, e vocĂȘ... vocĂȘ - baixei um pouco mais a voz - tĂĄ experimentando com aquela mina, a Susana, a do escritĂłrio. Que te deixa a mil.
- JĂĄ, sim, Ă© verdade - disse ela, dando um sorrisinho.
- Pois Ă©, Raul... deixa comigo. Vou fazer sua mulher ter um orgasmo do caralho na sua boca, vai lĂĄ e chupa a buceta dela. E deixa que eu mando em tudo, vou chamar ela de puta pra cima e de rabuda sem vergonha. Entra no jogo comigo. E se na empolgação disso tudo eu roçar num peito dela, ou se ela puxar meu cabelo, ou enfiar dois dedos na minha boca... ou eu enfiar nela... nĂŁo esquenta. JĂĄ te falei vĂĄrias vezes, vou repetir: Sou amigo de vocĂȘs. E... porra, olha pra mim - falei enquanto levava a mĂŁo pra cueca -. SĂł de falar disso jĂĄ tĂŽ de pau duro.
- Sim, tiooo, jĂĄ vi isso antes, tu deve tĂĄ estourando.
â Preciso gozar... jĂĄ viu â falei.
Houve alguns segundos de silĂȘncio. Eu tinha andado na corda bamba, como um malabarista. Eu tinha mostrado minhas cartas. RaĂșl olhou para o chĂŁo, tava com o pau duro de novo, por tudo que eu tinha dito pra ele.
- TĂĄ bom, parceiro - ele me disse -. Vamos fazer minha mulher ter o melhor orgasmo dela no aniversĂĄrio dela. Mas... sĂł hoje, sĂł essa noite.
- SĂł hoje Ă noite, RaĂșl. Prometido - falei sĂ©rio. - A gente vai continuar sendo amigos como antes.
E aĂ saiu do banheiro.
SaĂ atrĂĄs dele.
Na sala, a Eva jĂĄ estava nos esperando. Tava morrendo de vontade de saber o que os dois tinham conversado no banheiro, mas jĂĄ teria chance de perguntar pra Eva outro dia.
- Gostoso - disse RaĂșl - Vamos fazer vocĂȘ gozar. Senta no sofĂĄ.
Eva fez isso. RaĂșl se abaixou e ajoelhou no chĂŁo, na frente dela. Pegou as pernas da esposa e puxou a pĂ©lvis dela para a borda do sofĂĄ. Eva abriu as pernas e a buceta dela ficou de novo Ă mostra.
- Mmm... sim, nessa posição também gosto - disse ela enquanto via a boca do marido rondar as imediaçÔes da sua buceta. Estava bem molhada de novo.
- Vou sentar do teu lado, Eva - falei.
Fiz isso, mas antes, sem pensar duas vezes, tirei completamente a cueca. Ela levantou a camisola e tirou por cima da cabeça. NĂŁo podia acreditar, eu tava peladĂŁo, sentado no sofĂĄ, junto com a Eva, nua em pĂȘlo, e o marido dela, ajoelhado, ia começar a chupar a buceta dela... Isso ia ser inesquecĂvel...
Eu tava sentado do lado direito da Eva, a buceta dela roçava no meu braço, o mamilo tava durinho. Ficou assim do nada.
Comecei a acariciar minha rola com suavidade, rapidinho ela ficou dura como hĂĄ alguns minutos atrĂĄs.
- Quero ver vocĂȘ gozar, raposinha - falei pra Eva. Raul tava ouvindo, me olhou e começou a lamber a buceta da mulher dele.
- Aaaahh, sim, sim, quero gozar.
- Faça tudo que seu marido e eu mandarmos.
â Sim, sim, vou obedecer â disse ela.
â RaĂșl, o que vocĂȘ quer que sua mulher faça?
NĂŁo respondeu.
- TĂĄ bom, eu mando... passa bem nos peitos, Promiscuous. Mostra eles pra mim...
Ela fez isso, levantou elas e beliscou os prĂłprios bicos.
- Agora vocĂȘ vai ver - falei. E me levantei por cima dela e soltei dois cuspes nos peitos dela.
Que ela cuidou de espalhar enquanto soltava gemidos curtos e profundos.
- Isso aĂ, molha elas bem. Olha como vocĂȘ deixa minha pica.
E sem encostar nela, eu aproximei, mas cheguei tĂŁo perto que a ponta da minha cabecinha roçou o lado direito dela, por baixo da teta. O RaĂșl deve ter visto, mas nĂŁo falou nada. Minha tĂĄtica tava funcionando. JĂĄ que eu tava quase colado nela... acabei fazendo, meu pau encostou no lado dela, inclinei o rosto e aproximei a boca do ouvido dela pra falar baixinho, sĂł pra ela ouvir:
- Como eu adoraria gozar nos seus peitos... na frente do seu marido, gostosa.
Ela soltou um gemido mais alto e desceu as mĂŁos pra apertar a cabeça do RaĂșl contra a buceta dela. Eu comecei a bater uma mais rĂĄpido. Minha cara tava enfiada no pescoço dela, fazendo um buraco. Me veio a ideia de que eu podia ir me enfiando devagar por trĂĄs dela, ela me dar um espaço... mas ela tava tĂŁo colada no encosto... que a gente teria que interromper a chupada de buceta que tavam dando nela. EntĂŁo fiquei assim, e apontei meu pau, enquanto batia uma, pros peitos da Eva.
- Olha ela, olha meu pau - falei bem baixinho - lembra como eu gozo, se eu apontar pra vocĂȘ, pode sujar sua cara toda... pede pro teu marido chupar ele... pede pra ele.
- Siiim, siiiim - disse ela, fora de si.
- RaĂșl, acho que sua mulher precisa chupar uma pica.
- O quĂȘ? - disse ele, parando um momento.
â NĂŁo para, nĂŁo para... â disse Eva.
- Sua foxy... precisa de outra pica pra mamar, uma assim - falei, mostrando minha pica pro meu amigo.
Se colasse... ia vencer.
- Demais, cara - ele disse, e se inclinou pra trĂĄs pra mostrar a rola dele, que tava dura.
- Continua, porra - gritou Eva.
- RaĂșl... minha pica - apertei eu.
E antes de afundar a boca de novo na buceta da mulher dele, ele disse:
- Uma punheta sim, boquete nĂŁo.
NĂŁo importa, pra mim aquela decisĂŁo foi uma delĂcia. Finalmente ia cobrar o que Eva, em segredo, me devia, e ainda na frente do meu amigo...
- Jå ouviu, puta... pega na minha pica e bate uma até ela explodir.
Me deitei no encosto do sofå e coloquei minha pélvis na mesma altura que a da Eva, sentado ao lado dela. Peguei a mão direita dela e levei até meu pau. E meu braço esquerdo... passei por cima dos ombros dela e atrås do pescoço, igual quando a gente ia ao cinema e colocava o braço por cima das nossas namoradas... Como posso descrever, amigos, a sensação da mão da Eva em volta do meu pau pela primeira vez? Guardo essa imagem na retina. Era demais. E os peitos dela balançando, um deles roçando no meu lado. E o marido dela, meu amigo, chupando a buceta dela... A gente não ia demorar pra gozar.

RaĂșl olhou pra nĂłs dois enquanto continuava chupando a buceta.
GemĂamos. Passou um minuto, Eva me masturbava que era uma delĂcia...
- NĂŁo vou aguentar mais - disse Eva.
- Me dĂĄ mais forte, Eva - eu disse. - Quero gozar com vocĂȘ, vamos gozar juntos.
- Aaahhh, enfia mais a lĂngua, Raul...
- Aaahhh, me dĂĄ, me dĂĄ - falei enquanto ela diminuĂa a velocidade, sem dĂșvida se concentrando mais nela mesma. No orgasmo dela.
- NĂŁo consigo, vou gozar, vou gozar toda, seus putos...
E me soltou a pica quando eu tava quase gozando pra colocar as duas mĂŁos na cabeça do RaĂșl e apertar ela contra a buceta dela. Aquilo fez com que os dois peitos dela, apertados ao mĂĄximo, subissem atĂ© quase chegar no queixo dela.

- Corre, corre - mandei pra ela -. TÎ gozando, tÎ gozando também - falei.
E aà eu abracei ela e puxei um pouco pra mim com o braço esquerdo, enquanto com o direito eu batia uma na maior velocidade e virava o corpo pra ela.
Ia me gozar apontando pra essas tetas dela.
- Aaaaaah, aaaaaahhh - ela gritava enquanto RaĂșl terminava o serviço - me enche, me enche de leiteee - disse Eva.
EntĂŁo dei duas porradas de pau no lado dela e em parte da barriga, e com essas duas sacudidas, comecei a esvaziar enquanto gritava. Foi extraordinĂĄrio. NĂŁo lembro quantos jorros soltei, mas pelo menos 8 bem cheios. Quase perdi a visĂŁo, haha.
SĂł sei que quando resolvi olhar, a barriga e os peitos da Eva estavam inundados com meus jatos de porra. RaĂșl continuava de joelhos, meio atordoado, ou cansado, admirando a mulher dele banhada na minha porra. Ela estava exausta. Respirava pesado e segurava os peitos com as mĂŁos, tambĂ©m sujas. A buceta dela estava aberta e toda molhada. Soltei meu pau e ele balançou pro lado. Respirei fundo.

Porra âdisse elaâ que orgasmo, porra, que orgasmo...
- Feliz aniversĂĄrio - eu disse.
- Que loucura -disse RaĂșl, olhando o que se estendia diante dele.
Eva foi se levantando devagarzinho, o leite escorria pela barriga dela, com as mãos ela foi segurando, mas como escorregava, começou a esfregar ele pelo corpo.
â Vou tomar um banho â disse ela.
O Raul passou do lado do sofå, passou um minuto ou mais, fui vestindo a cueca sem falar nada, depois a calça, meu moletom... Quando terminei, o Raul tava meio dormindo no sofå.
â A gente se liga, mano â falei.
- Claro, claro - disse ele, meio dormindo.
Depois saĂ de lĂĄ.
CONTINUA...
7 comentĂĄrios - A gostosa peituda do meu amigođ