GlĂłria deslizou devagar minha cueca enquanto brincava com o volume.
- Vamos, tira isso logo, que nĂŁo aguento mais.
NĂŁo disse nada e sorriu. Puxou pra baixo e meu pau saltou pra cima, igual uma mola. Duro, no talo.
- Come ela do teu jeito...
Mmmm...

E enfiou de uma vez sĂł na boca dela.
Eu olhei pela fresta da porta do quartinho. Imaginando que meu olhar cruzava com o de Eva. De repente, vi um clarĂŁo pelas fendas da porta. Era possĂvel que a Eva estivesse recebendo uma chamada no celular, por sorte tinham isolado o som e nĂŁo dava pra ouvir. A GlĂłria continuava tentando enfiar meu pau atĂ© o fundo da minha garganta e nĂŁo percebia nada.
- Assim, inteirinha... atĂ© o fundo. Como vocĂȘ faz bem, porra.
Continuou assim por um minuto. AĂ eu falei:
- Continua porque quero gozar na sua cara e na sua boca.
â Mas primeiro quero que vocĂȘ me foda â disse ela, tirando meu pau da boca.
- Depois te fodo. Vamos descansar meia hora e aĂ te como. Agora olha como eu tĂŽ - falei pegando na minha piroca e batendo na cara e na lĂngua dela com ela. Preciso gozar em cima de vocĂȘ. Te deixar toda melada.
E essas Ășltimas frases eu falei olhando pra porta atrĂĄs da qual a Eva se escondia.
- TĂĄ bom - disse Gloria, enfiando a pica de volta pra dentro.
â Me mostra os peitos â repeti, olhando pela fresta.
GlĂłria tirou a roupa.
- Quero que vocĂȘ tire elas e aperte elas. Toca a sua buceta tambĂ©m. Goza enquanto eu gozo na sua cara - falei olhando pra porta.
Desse jeito, a Glória ia pensar que eu tava falando com ela, mas na real eu tava dando instruçÔes pra Eva, hehe.
Glória começou a se masturbar, a esfregar a buceta com gosto, enfiava os dedos na boca, puxava meu pau, molhava eles e levava pra buceta. O orgasmo dela não ia demorar. Eu ia me movendo devagar em direção à porta do quarto pra Eva ter uma visão mais próxima da minha gozada, quando chegasse.
- Sabe de uma coisa, GlĂłria?
- O quĂȘ? - disse com minha pica na boca.
- VocĂȘ nĂŁo gostaria que, uma hora dessas, alguĂ©m nos visse fazendo isso?
Ela nĂŁo respondeu e continuou na dela.
- Um dia a gente traz alguém, tå? Um amigo... ou alguma amiga minha - falei de novo olhando pra porta.
â Sei lĂĄ, sei lĂĄ... â ela disse.
Peguei ela pelo cabelo e dei um puxĂŁozinho.
- VocĂȘ vai fazer o que eu mandei... nĂ©?
- Sim, sim... - disse ela com um toque de prazer no rosto.
- Assim que eu gosto. Assim vocĂȘ vai gozar mais rĂĄpido, vendo uma amiga minha na sua frente. Se masturbando...
- Mmm... - gemeu.
- Acho que jĂĄ vou gozar. Vamos gozar juntos - falei, olhando de novo pra porta.
De lĂĄ nĂŁo se ouvia nada. Com certeza, se a Eva estava se masturbando, fazia isso no mais completo silĂȘncio. Tomara que ao sair eu pudesse ver alguma coisa dela... pensava. Peguei a Gloria pelos cabelos e fiz ela se deslocar um metro em direção Ă porta.
- Onde cĂȘ vai?
- Aqui, aqui - falei balançando minha piroca na cara dela.
- TĂĄ bom.
- Se prepara, putinha... vou gozar - comecei a me masturbar mais rĂĄpido e ela ofereceu o rosto e a boca aberta.
Eu esfregava a pica por toda a cara dela e às vezes batia nos peitos dela, que ela também me oferecia com devoção.
- Assim, abre a boca, abre ela - falei olhando pra porta.
- Vai, goza, me dĂĄ tudo - disse a GlĂłria.
- Aaah... ahhh... tĂŽ gozando...
Comecei a gemer forte e o primeiro jato cruzou a cara dela, da mandĂbula atĂ© a testa, passando pelo nariz. No seguinte, mirei na boca, entrou inteiro e uma parte escorreu pelos peitos dela. Agarrei bem o cabelo dela e, enquanto continuava enfiando a cara dela na bagaça, ia batendo com a rola no rostinho dela.
- Assim, assim... adoro, porra, como vocĂȘ chupa bem, e como vocĂȘ engole direitinho.
Meu pau tinha acabado de ser esvaziado.

- Continua chupando - ordenei pra ela.
Ela fez isso, engasgou vĂĄrias vezes e depois fez o de sempre. Levantou e disse que ia ao banheiro um instante se limpar. Passou na frente da porta do quartinho com toda a porra na cara e nos peitos. Subiu as escadas.
Tinha chegado a hora de tirar a Eva do quartinho pra ela ir embora...
Ela fez isso, engasgou vĂĄrias vezes e depois fez o de sempre. Levantou e disse que ia no banheiro um instante se limpar. Passou na frente da porta do quartinho com toda a porra na cara e nos peitos. Subiu as escadas.
Tinha chegado a hora de tirar a Eva do quartinho pra ela ir embora...
Fui me aproximando, pelado e com a pica mole ainda, até a porta do quartinho da escada. Esperei até ouvir a porta do banheiro no andar de cima. A Glória tinha entrado.
Abri a porta do quartinho.
Ali estava a Eva. Sentada no chĂŁo e com uma cara de puta que nĂŁo ia passar tĂŁo cedo. Tava vestindo um vestido de alcinha e da minha posição dava pra ver bem o decote. Ela devia ter ficado se esfregando nos peitos porque o vestido tava caĂdo de um lado e um peito tava mais pra fora que o outro. Ela me olhou por um segundo e desviou o olhar rĂĄpido pra tentar nĂŁo me ver pelado.
- Vamos, em dois ou trĂȘs minutos ela desce - falei baixinho. - Agora nĂŁo fica com vergonha de me olhar, hehe. Se jĂĄ me viu comendo...
â Vou embora, vou embora â disse ela, nervosa, ajeitando o vestido.
- VocĂȘ gostou? Gozou?
Ela continuava procurando a bolsa dela.
- TĂĄ aqui - falei, me abaixando e pegando ele de um lado. E passei a mĂŁo na perna e no peito dela. No peito de propĂłsito.
Sai, sai, pelo amor de Deus" â ela disse.
Eu sorri. No quartinho cheirava a sexo. Ă buceta dela. Sem dĂșvida ela tinha enfiado bem os dedos, ou tinha se esfregado com vontade.
- mmm... que cheiro gostoso tem aqui - falei brincando.
â JĂĄ vou indo â ela se levantou e eu me afastei um pouco pra deixar ela sair.
EntĂŁo peguei ela no rostinho por um instante, com as duas mĂŁos. E falei:
- Adorei vocĂȘ estar aqui. VocĂȘ nĂŁo faz ideia do tesĂŁo que me deu. E ainda mais sabendo que vocĂȘ se masturbou me olhando...
Ela me olhou, meio envergonhada, meio totalmente tesuda, respirando pesado. Soltei o rosto dela e falei:
- madura. Ela vai descer jĂĄ.
â Deixei a chave pra vocĂȘ na gaveta do mĂłvel da entrada â ela disse. E foi embora, fechando a porta em silĂȘncio.
Depois de um minuto, a GlĂłria desceu. **gostosa pra caralho, como sempre. A tia, com seus quarenta e muitos bem vividos, nĂŁo tinha um grama de gordura, era sĂł carne boa, mĂșsculos principalmente, hehe. E os peitos, que eu lembro que eram operados, mas com a lei da gravidade trabalhando neles de um jeito foda. Eu tinha vestido a calça e sentei no sofĂĄ pra esperar ela.
Ela se colocou na minha frente e disse:
- Bom, entĂŁo em vinte minutos... quero o que Ă© meu, senhor.
Ligamos a TV e tomamos um drink. Em menos de meia hora, jĂĄ estĂĄvamos de novo enroscados no sofĂĄ, eu por cima da Gloria e ela gritando que nem uma possessa, falando coisas tipo: "enterra essa pica em mim", "nĂŁo para, goza dentro da minha buceta"... uma verdadeira deusa do sexo, a mina. Mas eu nĂŁo parava de pensar na Eva, em gozar dentro dela, em deixar a cara dela toda melada de porra e bater na boca dela com minha pica...
Depois de duas horas, a GlĂłria foi embora. Ela tinha me deixado mais que satisfeito com mais uma gozada gostosa na boca dela. E ela tinha levado a dela tambĂ©m, trĂȘs orgasmos, nada mais, nada menos.
Depois que jantei, dei uma olhada no quartinho de novo. Ainda cheirava a buceta. Uma delĂcia. Bem na hora que ia fechar a porta, olhei pro lado, encostado na parede tinha uma coisa. Peguei.
Sorri.
Eram as calcinhas da Eva.
Fui pegar meu telefone. Tinha um w ha t s a pp de duas horas atrĂĄs, nĂŁo tinha ouvido. Era da Eva:
Porra, acho que vocĂȘ tem uma coisa minha
Respondi enquanto levava a calcinha no rosto e cheirava...
Sim, acabei de ver. NĂŁo Ă© legal vocĂȘ ficar a noite toda por aĂ com a buceta escorrida no ar, haha. VocĂȘ vai vir pegar elas antes de voltar pra casa?

Fiquei esperando a resposta.
No topo estava escrito: Eva (online)
Eu tinha lido... em um minuto mudou pra "Eva estĂĄ escrevendo"...
Fiquei esperando a resposta.
No topo estava escrito: Eva (online)
Eu tinha lido... em um minuto mudou pra "Eva estĂĄ escrevendo..." no w ha ts app dela. A mensagem chegou:
Acho que nĂŁo vou conseguir. TĂŽ com as meninas.
Escapate" â escrevi.
ImpossĂvel, nĂŁo me deixam nem um minuto
Vou eu?
demorou dois minutos pra responder.
pra quĂȘ? vai me dar a calcinha aqui? haha
Sim" â respondi.
Como Ă© que Ă©?
que sim" eu disse... "vou, finjo que apareço do nada, cumprimento todas, te levo pra um canto, ou pro balcão, onde ninguém nos veja
... e" â escreveu ela.
E tiro a calcinha do bolso da minha jaqueta, me agacho, vocĂȘ levanta os pĂ©s e eu coloco em vocĂȘ.
porra
Bem no topo, o que vocĂȘ acha?
tĂŽ meio bĂȘbada
Onde vocĂȘs estĂŁo?
levou dois minutos pra responder
trio de copas
demoro 15 minutos
Acabei de me vestir e saà com a calcinha no bolso da jaqueta. Como o pub era meio afastado, peguei o carro, além disso... se rolasse algo entre eu e a Eva... que melhor do que levå-la pro carro? hehehe.
A verdade Ă© que eu queria ter falado pra ela vir na minha casa e tentar fazer alguma coisa lĂĄ, mas na hora... pensei rĂĄpido e falei aquela de ir colocar a calcinha... ia ser o mais safado. E ela mordeu a isca.
Estacionei perto do pub. Tava um monte de gente na ĂĄrea.
Desci e fui direto pra porta, tava de boa, nĂŁo tinha muita gente, entĂŁo entrei e mandei um w ha ts app pra ela.
TĂŽ na porta, tem gente esperando
Demorou uns 4 minutos pra responder:
Valeuuu, tamo dentro, num canto...
ok, vamos ver se isso aqui mexe
Depois de uns dez minutos, eu tava lå dentro. Comecei a dar umas voltas até que vi uma das amigas da Eva.
- OooolĂĄĂĄĂĄ - cumprimentei.
- Ah, oi, beleza?
â Tava com uns amigos e perdi eles, haha â menti.
â EntĂŁo fica com a gente â disse a Ana.
Não era nada bonita, cabelo curto e gordinha, até demais, pro meu gosto.
Eu segui ela e ela me levou pra um canto do pub onde tinha uma mesinha e vĂĄrios banquinhos altos. Num deles tava a Eva com mais 4 amigas. Cumprimentei todas, porque todas me conheciam de jĂĄ terem me visto e de eu ser amigo do RaĂșl. Comecei a conversar com elas e depois de uns minutos falei pra Eva:
- Ei, vou pegar uma bebida no balcĂŁo. Vem comigo! E a gente pede algo pra vocĂȘ tambĂ©m.
â Vou acompanhĂĄ-lo â gritou pras amigas. E desceu do banquinho.
Eu pensei como devia estar bem melado o banquinho e a parte de baixo do vestido da mulher do meu amigo... hehehe.
Eva vinha atrĂĄs de mim, sorrindo pra multidĂŁo. A mĂșsica tava alta, claro. Num minuto a gente tava no balcĂŁo rodeado de gente. Esperando nossa vez. Virei pra ela:
- Aqui estĂŁo elas - falei, apontando pro meu bolso.
- Me dĂĄ elas.
NĂŁo â vou colocar elas aqui mesmo â falei, olhando fixamente pra ela...
- Aquiiii? - ela disse surpresa, dando risada.
Tirei a calcinha e coloquei entre nós dois. Ela ficou meio séria. Me olhou. A gente tava rodeado de gente, que nem ligava pra nós, tudo amontoado no balcão.
â Agora vou me abaixar â falei no ouvido dela â, vocĂȘ sĂł olha pra baixo e coloca um salto no meio do buraco da calcinha, depois o outro salto no outro buraco. Abre um pouco as pernas... e eu vou puxar pra cima.
- Mas...
- Faça o que eu mando - falei, encostando meu rosto no dela e apertando meu peito contra o dela.
O vestido que ela usava era estampado, justo, e deixava os peitos dela incrĂveis. Bem apertadinhos.

Olhei pra ela uma Ășltima vez e falei:
- Abaixo.
Me agachei e quase coloquei a calcinha no chão. Ela levantou um pouco o pé direito. Coloquei a calcinha e ela enfiou o salto. Puxei um pouco pra cima e depois coloquei o lado esquerdo. Ela fez o mesmo com o outro salto. Jå tava a calcinha no lugar. Aproveitei pra ir subindo ela, tocando as panturrilhas dela, acariciando, quando cheguei nos joelhos me levantei e falei:
- JĂĄ tĂŁo quase prontas.
- O que vocĂȘ tĂĄ fazendo? Coloca elas em mim... - e fez menção de descer as mĂŁos pra colocar.
- Ah, ah, ah... sua safada, sua safada â falei balançando a cabeça...
- QuĂȘ? VĂŁo me ver! Quando minhas amigas chegarem, vĂŁo me ver...
- Olha Eva, aqui nĂŁo cabe nem um alfinete... eles nĂŁo vĂŁo vir.
E aĂ eu peguei ela pela cintura. Ela tremeu toda.
â NĂŁo consigo me mexer direito, se eu fechar muito as pernas, elas vĂŁo cair.
- NĂŁo fecha elas.
- NĂŁo brinca comigo. NĂŁo tĂŽ gostando disso.
- VocĂȘ gosta. TĂĄ com tesĂŁo, e meio bĂȘbada tambĂ©m. E adora ter gozado na minha casa. Adorou ver como a minha amiga Gloria chupou ele... nĂ©?
â Sim... mas isso jĂĄ passou.
Ela fez menção de novo de baixar as mãos e eu segurei elas com suavidade.
- Deixa eu continuar, gostosa - soltei pra ela-. Quero verificar uma coisa...
- O que vocĂȘ vai...?
Ela continuou falando alguma coisa, mas com a mĂșsica alta eu nĂŁo ouvi. Eu jĂĄ estava descendo pra pegar a calcinha dela. E fiz isso acariciando ela desde a cintura, quadris... coxas com o vestido no meio... atĂ© as pernas. Peguei a calcinha de novo e comecei a subir devagar, acariciando as pernas e os joelhos dela, deixei no meio da coxa, aproveitei pra tocar a parte interna das coxas, estavam quentes, ardendo, diria. Deixei a calcinha ali e ajustei um pouco o vestido dela... como se estivesse cobrindo, mas nĂŁo completamente. Subi pra ver o rosto dela. Ela estava com os olhos semi-cerrados.
â O que foi? TĂĄ bem? â perguntei.
- NĂŁo seja filho da puta... vou colocar elas.
- Ah ah ah... menina safada de novo. NĂŁo nĂŁo nĂŁo - falei segurando as mĂŁos dela e apertando ela contra mim.
Senti os peitos quentes dela contra o meu torso. AĂ eu falei pra ela:
- Acho que jĂĄ Ă© a nossa vez.
Fiquei atrås dela e empurrei ela um pouco contra o balcão, ela deu uns passinhos curtos e apoiou os peitos no balcão, hehe. Me posicionei atrås, colado, e encostei o pacote na altura da bunda dela, pra ela sentir através do vestido. Aproximei minha boca da nuca e do pescoço dela, afastei um pouco o cabelo com os låbios e falei:
- Me pede um brugal com Booty, vai. Pede alguma coisa aĂ, que eu pago pra vocĂȘ.
Ela se arrepiou e mexeu a bunda, apertei ela ainda mais contra o balcĂŁo e desci minhas mĂŁos pelos quadris dela, pelas coxas... levantei um pouco o vestido dela pra encontrar a borda da calcinha. Fiz rĂĄpido. Enquanto esperava a bebida, fiquei assim, segurando a calcinha dela e em contato com as coxas quentes. Sussurrei no ouvido dela.
Vou levantar elas pra vocĂȘ...
âEles vĂŁo perceber... porra, faz logo.
- VocĂȘ me deixou com tesĂŁo.
- Faz isso - disse ela em voz baixa e ofegante.
EntĂŁo comecei a puxar a calcinha pra cima, por trĂĄs, fui subindo ela e passando a mĂŁo na bunda dela, que nĂŁo Ă© especialmente grande nem empinada, mas bem gostosa. Eu tampava ela com minha cintura e meu volume. Encaixei a calcinha bem no meio da racha.
- Agora na frente - eu disse pra ela.
- RĂĄpido - ela disse.
O barman jå tava fechando as contas. Aà eu passei as duas mãos nas coxas dela por dentro, peguei na beirada da calcinha e comecei a puxar pra cima, aproveitei que o barman tava pedindo o dinheiro pra passar a mão na virilha dela, na parte de dentro, tava quente, e juro que tava encharcada... ou de suor ou de lubrificação... Tava com o pau durasso, então apertei meu volume contra a bunda da Eva e encostei minha cara no pescoço dela. Ela soltou um suspiro. O barman pediu o dinheiro de novo.
Aà fui subindo a calcinha e tocando mais pra cima até que...
.. passei a mĂŁo na buceta dela, literalmente. Eram os lĂĄbios da buceta, sem dĂșvida, molhados e com um pouco de pelo. Pegando fogo. Ela tava ardendo igual brasa.
Eva se mexeu, bufou e disse:
- A grana, Rober, a grana...
Acabei subindo a calcinha dela de uma vez e falei:
- Claro que sim, fode minha carteira, gostosa. TĂĄ no bolso da minha jaqueta.
Me afastei um pouco e ela enfiou a mĂŁo, tirou minha carteira. Pagou.
- Desculpa. falei pro garçom. à que a gente jå tå meio alterado pelo ålcool, hehe.
Eva me devolveu a carteira e ajeitou bem o vestido. Ela me olhou e disse:
- NĂŁo quero mais falar sobre isso. VocĂȘ passou dos limites.
Levei meus dedos ao rosto, sentia o cheiro da buceta melada da Eva... uma delĂcia.
â VocĂȘ adorou â falei no ouvido dela.
- Me deixa em paz. VocĂȘ passou a mĂŁo em mim.
Tava meio pistola.
Abracei ela.
- VocĂȘ me deixa muito tarado. Muito - e sorri pra ela.
Depois peguei as bebidas e falei pra ela:
- Vamos voltar pra onde suas amigas estĂŁo, gostosa.
Voltamos pra onde todas estavam e começamos a bater papo como se nada tivesse acontecido. Aà uma delas chegou perto de mim, agora não lembro o nome dela, kkk, mas começou a se insinuar rapidão. Pelo visto, ela jå foi logo soltando que tinha passado mal no relacionamento dela e agora tava se... libertando.
Eva e as outras nĂŁo paravam de me olhar. A mina que chegou perto de mim nĂŁo me agradava. Era uma transa fĂĄcil, claro, mas nĂŁo era o tipo de mulher que eu curto, nem fisicamente nem nada. De vez em quando eu atĂ© ria do que ela falava e passava a mĂŁo nela, sĂł pra ver a reação de Eva, que parecia nĂŁo se abalar... AĂ, aos poucos, eu ia me desculpando, falando que ia no banheiro ou no balcĂŁo, ou me enfiava na conversa do grupo.
Numa dessas que eu me ausentei, peguei o celular e mandei uma mensagem pra Eva. Sem certeza se ela ia ler... mas fazer o quĂȘ.
VocĂȘ gostou daquilo da barra? Foi incrĂvel.
Depois de uns 10 minutos, quando jĂĄ tava no grupo de novo, a Eva pegou o celular dela pra dar uma olhada e viu minha mensagem. Ela deu um sorrisinho e falou:
â Ă o RaĂșl, perguntando quando vou voltar.
Oooohhhhh, seu maridinho lembrou de vocĂȘ â disseram as amigas.
Começou a escrever no w h a ts ap p e a mensagem chegou pra mim, lĂłgico que o RaĂșl nĂŁo tinha escrito nada. JĂĄ era tarde e ele devia estar dormindo. Eu tava com o celular na mĂŁo, olhando outras coisas.
VocĂȘ passou dos limites, jĂĄ te falei. NĂŁo curto essas brincadeiras" â escreveu.
Mente, vocĂȘ adora. VocĂȘ estava molhada, estĂĄ molhada desde esta tarde quando me viu.
nĂŁo Ă© hora" â escreveu
Quis escrever pra ela vir comigo pro carro, mas ela ia dizer nĂŁo. Melhor era eu propor de conversar outro dia, ou ir na casa dela.
Agora eu tenho minhas chaves e vocĂȘ... sua calcinha no lugar,
Desculpa, mas vocĂȘ nĂŁo forneceu o texto em espanhol para eu traduzir. Pode me enviar o texto que vocĂȘ quer traduzido para o portuguĂȘs brasileiro?
Onde sempre deviam ter estado
Uma vez ela escreveu isso, me olhou e eu olhei pra ela e sorri.
Quero que vocĂȘ venha nos ver de novo, a Gloria e eu. Ela vai deixar.
Agora nĂŁo vou falar disso nĂŁo
Vale. Sabe que tĂŽ morrendo de vontade de ver seus peitos.
Olhei pra ela com uma cara sĂ©ria e larguei o celular. Ela ficou mexendo no telefone por mais uns dois ou trĂȘs minutos, acho que pra as amigas nĂŁo acharem que tava falando comigo...
O melhor Ă© que ela tinha dito: agora nĂŁo vou falar disso. NĂŁo disse que nĂŁo, nem que nĂŁo queria falar. EntĂŁo eu entendi que ainda dava pra tocar no assunto em outro momento, mesmo sabendo que ela ia usar de desculpa que nĂŁo queria que a Gloria visse, porque o casamento dela ia pro saco se uma tia qualquer ficasse sabendo o que ela fazia com o amigo do marido...
Tinha que ter muito tato. Enquanto eu bebia mais um drink, pensava em como abordar tudo. Olhava pra Eva e, enquanto ela ria com as amigas, lembrava de como a buceta dela tava quente, e do tesĂŁo que ia ser gozar na boca dela e nos peitos dela... na cara toda dela, igual a brincadeira da pistolinha de brinquedo, hehe.
Terminei meu drink e me aproximei dela. Como ela tava sentada num banquinho alto... a cintura dela ficava um pouco acima do meu quadril, eu de pé. Cheguei por trås e coloquei as duas mãos na cintura dela. Tava escuro e quase ninguém percebia. Falei sorrindo, pra todo mundo ver:
- Amiga! Vai pegar mais uma dose no balcĂŁo?
- NĂŁĂŁo amigo, nĂŁĂŁo, jĂĄ tĂŽ bem servida!
Me aproximei do ouvido dela e falei baixinho:
- JĂĄ, jĂĄ sei que vocĂȘ tĂĄ bem... mas tĂĄ com vontade de mais.
Ela me deu uma cotovelada tĂmida e eu continuei sorrindo, fui pro meu lugar. Depois de uns cinco minutos, começaram a falar que jĂĄ era hora de cair a noite. Como eu tinha trazido o carro, me ofereci pra levar todas, eram 5 no total... Duas delas disseram que nĂŁo precisava, porque moravam perto. EntĂŁo sobraram duas e a Eva.
Mesmo elas insistindo pra pegar um tåxi ou ir a pé, eu pedi pra levar elas, jå que não me custava absolutamente nada. Elas toparam. As duas amigas da Eva entraram atrås e ela foi na frente. Antes de entrar no carro, ela me mandou uma mensagem no celular...
VocĂȘ vai com duas amigas... nĂŁo exagera!!!
nĂŁo respondi pra ela.
Como jĂĄ estavam bem prejudicadas, quase nĂŁo falamos no caminho. Deixei uma e, depois de uns 7 a 10 minutos, a outra. Fiquei com a Eva no carro. A casa dela ficava a sĂł 2 minutos.
â Bom... podemos conversar agora? â perguntei.
â TĂŽ cansada, Rober. Me leva pra casa ou vou andando â disse ela.
Sorri. Tava meio bĂȘbada, mas sabia bem o que tava dizendo... nĂŁo era do tipo de mina que se solta com ĂĄlcool... Dirigi atĂ© a esquina da casa dela e desliguei o motor.
- Beleza, aqui estamos.
- Valeu. Olha, sobre hoje... - ela começou.
- Ninguém vai ficar sabendo - eu disse. Nem o da minha casa, nem o do bar.
- obrigado.
- E se rolar algo mais, seja lĂĄ o que for... vai ficar entre eu e vocĂȘ. NĂŁo faz ideia do tesĂŁo que eu tĂŽ... fiquei de pau duro o dia inteiro, sabendo que vocĂȘ ia vir.
Ela não disse nada e me olhou, esboçando um sorriso. Eu olhei pro decote dela.
â O que vocĂȘ tĂĄ ooolhaaando? â disse rindo.
- jĂĄ sabe - sorri de novo.
- VocĂȘ nĂŁo vai parar de me falar isso, hein?
â NĂŁo.
- Talvez um dia... eu te mostre elas, hahaha.
- E por que nĂŁo agora? SĂł uns segundos, Eva... e nada mais.
â NĂŁo â ela disse.
- Ah, vaamooos - falei fazendo cara de dĂł -. CĂȘ nĂŁo acha que eu mereço? Sair da minha casa pra te devolver a calcinha, de madrugada, te trazer pra casa...
- Que cara vocĂȘ tem!!! - exclamou ela, sorrindo.
- Vou colocar minhas mĂŁos pra trĂĄs - falei, fazendo isso e sem tirar o cinto. E nĂŁo vou me mexer. SĂł vou olhar pra elas.
Ela ficou em silĂȘncio. Eu tambĂ©m, olhando pra ela. Esperando ela aceitar.
SĂł... sĂł alguns segundos. E sĂł uma," ele disse.
Eu assenti. Na hora, um nervosismo tremendo me invadiu. Ela ia me mostrar um peito, um mamilo... sei lĂĄ, mas ia me mostrar alguma coisa por cima do decote do vestido.
â E nem se mexe â disse ela.
â NĂŁo vou me mexer, te prometo â falei o mais calmo que consegui fingir...
Eva se jogou um pouquinho pra direita, se afastou por um momento e enfiou a mĂŁo direita no decote, lĂĄ pra parte de baixo da teta esquerda. O volume que aparecia por cima era fora do comum. Deixou a mĂŁo debaixo da teta por um segundo e disse:Continua...
- Vamos, tira isso logo, que nĂŁo aguento mais.
NĂŁo disse nada e sorriu. Puxou pra baixo e meu pau saltou pra cima, igual uma mola. Duro, no talo.
- Come ela do teu jeito...
Mmmm...

E enfiou de uma vez sĂł na boca dela.
Eu olhei pela fresta da porta do quartinho. Imaginando que meu olhar cruzava com o de Eva. De repente, vi um clarĂŁo pelas fendas da porta. Era possĂvel que a Eva estivesse recebendo uma chamada no celular, por sorte tinham isolado o som e nĂŁo dava pra ouvir. A GlĂłria continuava tentando enfiar meu pau atĂ© o fundo da minha garganta e nĂŁo percebia nada.
- Assim, inteirinha... atĂ© o fundo. Como vocĂȘ faz bem, porra.
Continuou assim por um minuto. AĂ eu falei:
- Continua porque quero gozar na sua cara e na sua boca.
â Mas primeiro quero que vocĂȘ me foda â disse ela, tirando meu pau da boca.
- Depois te fodo. Vamos descansar meia hora e aĂ te como. Agora olha como eu tĂŽ - falei pegando na minha piroca e batendo na cara e na lĂngua dela com ela. Preciso gozar em cima de vocĂȘ. Te deixar toda melada.
E essas Ășltimas frases eu falei olhando pra porta atrĂĄs da qual a Eva se escondia.
- TĂĄ bom - disse Gloria, enfiando a pica de volta pra dentro.
â Me mostra os peitos â repeti, olhando pela fresta.
GlĂłria tirou a roupa.
- Quero que vocĂȘ tire elas e aperte elas. Toca a sua buceta tambĂ©m. Goza enquanto eu gozo na sua cara - falei olhando pra porta.
Desse jeito, a Glória ia pensar que eu tava falando com ela, mas na real eu tava dando instruçÔes pra Eva, hehe.
Glória começou a se masturbar, a esfregar a buceta com gosto, enfiava os dedos na boca, puxava meu pau, molhava eles e levava pra buceta. O orgasmo dela não ia demorar. Eu ia me movendo devagar em direção à porta do quarto pra Eva ter uma visão mais próxima da minha gozada, quando chegasse.
- Sabe de uma coisa, GlĂłria?
- O quĂȘ? - disse com minha pica na boca.
- VocĂȘ nĂŁo gostaria que, uma hora dessas, alguĂ©m nos visse fazendo isso?
Ela nĂŁo respondeu e continuou na dela.
- Um dia a gente traz alguém, tå? Um amigo... ou alguma amiga minha - falei de novo olhando pra porta.
â Sei lĂĄ, sei lĂĄ... â ela disse.
Peguei ela pelo cabelo e dei um puxĂŁozinho.
- VocĂȘ vai fazer o que eu mandei... nĂ©?
- Sim, sim... - disse ela com um toque de prazer no rosto.
- Assim que eu gosto. Assim vocĂȘ vai gozar mais rĂĄpido, vendo uma amiga minha na sua frente. Se masturbando...
- Mmm... - gemeu.
- Acho que jĂĄ vou gozar. Vamos gozar juntos - falei, olhando de novo pra porta.
De lĂĄ nĂŁo se ouvia nada. Com certeza, se a Eva estava se masturbando, fazia isso no mais completo silĂȘncio. Tomara que ao sair eu pudesse ver alguma coisa dela... pensava. Peguei a Gloria pelos cabelos e fiz ela se deslocar um metro em direção Ă porta.
- Onde cĂȘ vai?
- Aqui, aqui - falei balançando minha piroca na cara dela.
- TĂĄ bom.
- Se prepara, putinha... vou gozar - comecei a me masturbar mais rĂĄpido e ela ofereceu o rosto e a boca aberta.
Eu esfregava a pica por toda a cara dela e às vezes batia nos peitos dela, que ela também me oferecia com devoção.
- Assim, abre a boca, abre ela - falei olhando pra porta.
- Vai, goza, me dĂĄ tudo - disse a GlĂłria.
- Aaah... ahhh... tĂŽ gozando...
Comecei a gemer forte e o primeiro jato cruzou a cara dela, da mandĂbula atĂ© a testa, passando pelo nariz. No seguinte, mirei na boca, entrou inteiro e uma parte escorreu pelos peitos dela. Agarrei bem o cabelo dela e, enquanto continuava enfiando a cara dela na bagaça, ia batendo com a rola no rostinho dela.
- Assim, assim... adoro, porra, como vocĂȘ chupa bem, e como vocĂȘ engole direitinho.
Meu pau tinha acabado de ser esvaziado.

- Continua chupando - ordenei pra ela.
Ela fez isso, engasgou vĂĄrias vezes e depois fez o de sempre. Levantou e disse que ia ao banheiro um instante se limpar. Passou na frente da porta do quartinho com toda a porra na cara e nos peitos. Subiu as escadas.
Tinha chegado a hora de tirar a Eva do quartinho pra ela ir embora...
Ela fez isso, engasgou vĂĄrias vezes e depois fez o de sempre. Levantou e disse que ia no banheiro um instante se limpar. Passou na frente da porta do quartinho com toda a porra na cara e nos peitos. Subiu as escadas.
Tinha chegado a hora de tirar a Eva do quartinho pra ela ir embora...
Fui me aproximando, pelado e com a pica mole ainda, até a porta do quartinho da escada. Esperei até ouvir a porta do banheiro no andar de cima. A Glória tinha entrado.
Abri a porta do quartinho.
Ali estava a Eva. Sentada no chĂŁo e com uma cara de puta que nĂŁo ia passar tĂŁo cedo. Tava vestindo um vestido de alcinha e da minha posição dava pra ver bem o decote. Ela devia ter ficado se esfregando nos peitos porque o vestido tava caĂdo de um lado e um peito tava mais pra fora que o outro. Ela me olhou por um segundo e desviou o olhar rĂĄpido pra tentar nĂŁo me ver pelado.
- Vamos, em dois ou trĂȘs minutos ela desce - falei baixinho. - Agora nĂŁo fica com vergonha de me olhar, hehe. Se jĂĄ me viu comendo...
â Vou embora, vou embora â disse ela, nervosa, ajeitando o vestido.
- VocĂȘ gostou? Gozou?
Ela continuava procurando a bolsa dela.
- TĂĄ aqui - falei, me abaixando e pegando ele de um lado. E passei a mĂŁo na perna e no peito dela. No peito de propĂłsito.
Sai, sai, pelo amor de Deus" â ela disse.
Eu sorri. No quartinho cheirava a sexo. Ă buceta dela. Sem dĂșvida ela tinha enfiado bem os dedos, ou tinha se esfregado com vontade.
- mmm... que cheiro gostoso tem aqui - falei brincando.
â JĂĄ vou indo â ela se levantou e eu me afastei um pouco pra deixar ela sair.
EntĂŁo peguei ela no rostinho por um instante, com as duas mĂŁos. E falei:
- Adorei vocĂȘ estar aqui. VocĂȘ nĂŁo faz ideia do tesĂŁo que me deu. E ainda mais sabendo que vocĂȘ se masturbou me olhando...
Ela me olhou, meio envergonhada, meio totalmente tesuda, respirando pesado. Soltei o rosto dela e falei:
- madura. Ela vai descer jĂĄ.
â Deixei a chave pra vocĂȘ na gaveta do mĂłvel da entrada â ela disse. E foi embora, fechando a porta em silĂȘncio.
Depois de um minuto, a GlĂłria desceu. **gostosa pra caralho, como sempre. A tia, com seus quarenta e muitos bem vividos, nĂŁo tinha um grama de gordura, era sĂł carne boa, mĂșsculos principalmente, hehe. E os peitos, que eu lembro que eram operados, mas com a lei da gravidade trabalhando neles de um jeito foda. Eu tinha vestido a calça e sentei no sofĂĄ pra esperar ela.
Ela se colocou na minha frente e disse:
- Bom, entĂŁo em vinte minutos... quero o que Ă© meu, senhor.
Ligamos a TV e tomamos um drink. Em menos de meia hora, jĂĄ estĂĄvamos de novo enroscados no sofĂĄ, eu por cima da Gloria e ela gritando que nem uma possessa, falando coisas tipo: "enterra essa pica em mim", "nĂŁo para, goza dentro da minha buceta"... uma verdadeira deusa do sexo, a mina. Mas eu nĂŁo parava de pensar na Eva, em gozar dentro dela, em deixar a cara dela toda melada de porra e bater na boca dela com minha pica...
Depois de duas horas, a GlĂłria foi embora. Ela tinha me deixado mais que satisfeito com mais uma gozada gostosa na boca dela. E ela tinha levado a dela tambĂ©m, trĂȘs orgasmos, nada mais, nada menos.
Depois que jantei, dei uma olhada no quartinho de novo. Ainda cheirava a buceta. Uma delĂcia. Bem na hora que ia fechar a porta, olhei pro lado, encostado na parede tinha uma coisa. Peguei.
Sorri.
Eram as calcinhas da Eva.
Fui pegar meu telefone. Tinha um w ha t s a pp de duas horas atrĂĄs, nĂŁo tinha ouvido. Era da Eva:
Porra, acho que vocĂȘ tem uma coisa minha
Respondi enquanto levava a calcinha no rosto e cheirava...
Sim, acabei de ver. NĂŁo Ă© legal vocĂȘ ficar a noite toda por aĂ com a buceta escorrida no ar, haha. VocĂȘ vai vir pegar elas antes de voltar pra casa?

Fiquei esperando a resposta.
No topo estava escrito: Eva (online)
Eu tinha lido... em um minuto mudou pra "Eva estĂĄ escrevendo"...
Fiquei esperando a resposta.
No topo estava escrito: Eva (online)
Eu tinha lido... em um minuto mudou pra "Eva estĂĄ escrevendo..." no w ha ts app dela. A mensagem chegou:
Acho que nĂŁo vou conseguir. TĂŽ com as meninas.
Escapate" â escrevi.
ImpossĂvel, nĂŁo me deixam nem um minuto
Vou eu?
demorou dois minutos pra responder.
pra quĂȘ? vai me dar a calcinha aqui? haha
Sim" â respondi.
Como Ă© que Ă©?
que sim" eu disse... "vou, finjo que apareço do nada, cumprimento todas, te levo pra um canto, ou pro balcão, onde ninguém nos veja
... e" â escreveu ela.
E tiro a calcinha do bolso da minha jaqueta, me agacho, vocĂȘ levanta os pĂ©s e eu coloco em vocĂȘ.
porra
Bem no topo, o que vocĂȘ acha?
tĂŽ meio bĂȘbada
Onde vocĂȘs estĂŁo?
levou dois minutos pra responder
trio de copas
demoro 15 minutos
Acabei de me vestir e saà com a calcinha no bolso da jaqueta. Como o pub era meio afastado, peguei o carro, além disso... se rolasse algo entre eu e a Eva... que melhor do que levå-la pro carro? hehehe.
A verdade Ă© que eu queria ter falado pra ela vir na minha casa e tentar fazer alguma coisa lĂĄ, mas na hora... pensei rĂĄpido e falei aquela de ir colocar a calcinha... ia ser o mais safado. E ela mordeu a isca.

Estacionei perto do pub. Tava um monte de gente na ĂĄrea.
Desci e fui direto pra porta, tava de boa, nĂŁo tinha muita gente, entĂŁo entrei e mandei um w ha ts app pra ela.
TĂŽ na porta, tem gente esperando
Demorou uns 4 minutos pra responder:
Valeuuu, tamo dentro, num canto...
ok, vamos ver se isso aqui mexe
Depois de uns dez minutos, eu tava lå dentro. Comecei a dar umas voltas até que vi uma das amigas da Eva.
- OooolĂĄĂĄĂĄ - cumprimentei.
- Ah, oi, beleza?
â Tava com uns amigos e perdi eles, haha â menti.
â EntĂŁo fica com a gente â disse a Ana.
Não era nada bonita, cabelo curto e gordinha, até demais, pro meu gosto.
Eu segui ela e ela me levou pra um canto do pub onde tinha uma mesinha e vĂĄrios banquinhos altos. Num deles tava a Eva com mais 4 amigas. Cumprimentei todas, porque todas me conheciam de jĂĄ terem me visto e de eu ser amigo do RaĂșl. Comecei a conversar com elas e depois de uns minutos falei pra Eva:
- Ei, vou pegar uma bebida no balcĂŁo. Vem comigo! E a gente pede algo pra vocĂȘ tambĂ©m.
â Vou acompanhĂĄ-lo â gritou pras amigas. E desceu do banquinho.
Eu pensei como devia estar bem melado o banquinho e a parte de baixo do vestido da mulher do meu amigo... hehehe.
Eva vinha atrĂĄs de mim, sorrindo pra multidĂŁo. A mĂșsica tava alta, claro. Num minuto a gente tava no balcĂŁo rodeado de gente. Esperando nossa vez. Virei pra ela:
- Aqui estĂŁo elas - falei, apontando pro meu bolso.
- Me dĂĄ elas.
NĂŁo â vou colocar elas aqui mesmo â falei, olhando fixamente pra ela...
- Aquiiii? - ela disse surpresa, dando risada.
Tirei a calcinha e coloquei entre nós dois. Ela ficou meio séria. Me olhou. A gente tava rodeado de gente, que nem ligava pra nós, tudo amontoado no balcão.
â Agora vou me abaixar â falei no ouvido dela â, vocĂȘ sĂł olha pra baixo e coloca um salto no meio do buraco da calcinha, depois o outro salto no outro buraco. Abre um pouco as pernas... e eu vou puxar pra cima.
- Mas...
- Faça o que eu mando - falei, encostando meu rosto no dela e apertando meu peito contra o dela.
O vestido que ela usava era estampado, justo, e deixava os peitos dela incrĂveis. Bem apertadinhos.

Olhei pra ela uma Ășltima vez e falei:
- Abaixo.
Me agachei e quase coloquei a calcinha no chão. Ela levantou um pouco o pé direito. Coloquei a calcinha e ela enfiou o salto. Puxei um pouco pra cima e depois coloquei o lado esquerdo. Ela fez o mesmo com o outro salto. Jå tava a calcinha no lugar. Aproveitei pra ir subindo ela, tocando as panturrilhas dela, acariciando, quando cheguei nos joelhos me levantei e falei:
- JĂĄ tĂŁo quase prontas.
- O que vocĂȘ tĂĄ fazendo? Coloca elas em mim... - e fez menção de descer as mĂŁos pra colocar.
- Ah, ah, ah... sua safada, sua safada â falei balançando a cabeça...
- QuĂȘ? VĂŁo me ver! Quando minhas amigas chegarem, vĂŁo me ver...
- Olha Eva, aqui nĂŁo cabe nem um alfinete... eles nĂŁo vĂŁo vir.
E aĂ eu peguei ela pela cintura. Ela tremeu toda.
â NĂŁo consigo me mexer direito, se eu fechar muito as pernas, elas vĂŁo cair.
- NĂŁo fecha elas.
- NĂŁo brinca comigo. NĂŁo tĂŽ gostando disso.
- VocĂȘ gosta. TĂĄ com tesĂŁo, e meio bĂȘbada tambĂ©m. E adora ter gozado na minha casa. Adorou ver como a minha amiga Gloria chupou ele... nĂ©?
â Sim... mas isso jĂĄ passou.
Ela fez menção de novo de baixar as mãos e eu segurei elas com suavidade.
- Deixa eu continuar, gostosa - soltei pra ela-. Quero verificar uma coisa...
- O que vocĂȘ vai...?
Ela continuou falando alguma coisa, mas com a mĂșsica alta eu nĂŁo ouvi. Eu jĂĄ estava descendo pra pegar a calcinha dela. E fiz isso acariciando ela desde a cintura, quadris... coxas com o vestido no meio... atĂ© as pernas. Peguei a calcinha de novo e comecei a subir devagar, acariciando as pernas e os joelhos dela, deixei no meio da coxa, aproveitei pra tocar a parte interna das coxas, estavam quentes, ardendo, diria. Deixei a calcinha ali e ajustei um pouco o vestido dela... como se estivesse cobrindo, mas nĂŁo completamente. Subi pra ver o rosto dela. Ela estava com os olhos semi-cerrados.
â O que foi? TĂĄ bem? â perguntei.
- NĂŁo seja filho da puta... vou colocar elas.
- Ah ah ah... menina safada de novo. NĂŁo nĂŁo nĂŁo - falei segurando as mĂŁos dela e apertando ela contra mim.
Senti os peitos quentes dela contra o meu torso. AĂ eu falei pra ela:
- Acho que jĂĄ Ă© a nossa vez.
Fiquei atrås dela e empurrei ela um pouco contra o balcão, ela deu uns passinhos curtos e apoiou os peitos no balcão, hehe. Me posicionei atrås, colado, e encostei o pacote na altura da bunda dela, pra ela sentir através do vestido. Aproximei minha boca da nuca e do pescoço dela, afastei um pouco o cabelo com os låbios e falei:
- Me pede um brugal com Booty, vai. Pede alguma coisa aĂ, que eu pago pra vocĂȘ.
Ela se arrepiou e mexeu a bunda, apertei ela ainda mais contra o balcĂŁo e desci minhas mĂŁos pelos quadris dela, pelas coxas... levantei um pouco o vestido dela pra encontrar a borda da calcinha. Fiz rĂĄpido. Enquanto esperava a bebida, fiquei assim, segurando a calcinha dela e em contato com as coxas quentes. Sussurrei no ouvido dela.
Vou levantar elas pra vocĂȘ...
âEles vĂŁo perceber... porra, faz logo.
- VocĂȘ me deixou com tesĂŁo.
- Faz isso - disse ela em voz baixa e ofegante.
EntĂŁo comecei a puxar a calcinha pra cima, por trĂĄs, fui subindo ela e passando a mĂŁo na bunda dela, que nĂŁo Ă© especialmente grande nem empinada, mas bem gostosa. Eu tampava ela com minha cintura e meu volume. Encaixei a calcinha bem no meio da racha.
- Agora na frente - eu disse pra ela.
- RĂĄpido - ela disse.
O barman jå tava fechando as contas. Aà eu passei as duas mãos nas coxas dela por dentro, peguei na beirada da calcinha e comecei a puxar pra cima, aproveitei que o barman tava pedindo o dinheiro pra passar a mão na virilha dela, na parte de dentro, tava quente, e juro que tava encharcada... ou de suor ou de lubrificação... Tava com o pau durasso, então apertei meu volume contra a bunda da Eva e encostei minha cara no pescoço dela. Ela soltou um suspiro. O barman pediu o dinheiro de novo.
Aà fui subindo a calcinha e tocando mais pra cima até que...
.. passei a mĂŁo na buceta dela, literalmente. Eram os lĂĄbios da buceta, sem dĂșvida, molhados e com um pouco de pelo. Pegando fogo. Ela tava ardendo igual brasa.
Eva se mexeu, bufou e disse:
- A grana, Rober, a grana...
Acabei subindo a calcinha dela de uma vez e falei:
- Claro que sim, fode minha carteira, gostosa. TĂĄ no bolso da minha jaqueta.
Me afastei um pouco e ela enfiou a mĂŁo, tirou minha carteira. Pagou.
- Desculpa. falei pro garçom. à que a gente jå tå meio alterado pelo ålcool, hehe.
Eva me devolveu a carteira e ajeitou bem o vestido. Ela me olhou e disse:
- NĂŁo quero mais falar sobre isso. VocĂȘ passou dos limites.
Levei meus dedos ao rosto, sentia o cheiro da buceta melada da Eva... uma delĂcia.
â VocĂȘ adorou â falei no ouvido dela.
- Me deixa em paz. VocĂȘ passou a mĂŁo em mim.
Tava meio pistola.
Abracei ela.
- VocĂȘ me deixa muito tarado. Muito - e sorri pra ela.
Depois peguei as bebidas e falei pra ela:
- Vamos voltar pra onde suas amigas estĂŁo, gostosa.
Voltamos pra onde todas estavam e começamos a bater papo como se nada tivesse acontecido. Aà uma delas chegou perto de mim, agora não lembro o nome dela, kkk, mas começou a se insinuar rapidão. Pelo visto, ela jå foi logo soltando que tinha passado mal no relacionamento dela e agora tava se... libertando.
Eva e as outras nĂŁo paravam de me olhar. A mina que chegou perto de mim nĂŁo me agradava. Era uma transa fĂĄcil, claro, mas nĂŁo era o tipo de mulher que eu curto, nem fisicamente nem nada. De vez em quando eu atĂ© ria do que ela falava e passava a mĂŁo nela, sĂł pra ver a reação de Eva, que parecia nĂŁo se abalar... AĂ, aos poucos, eu ia me desculpando, falando que ia no banheiro ou no balcĂŁo, ou me enfiava na conversa do grupo.
Numa dessas que eu me ausentei, peguei o celular e mandei uma mensagem pra Eva. Sem certeza se ela ia ler... mas fazer o quĂȘ.
VocĂȘ gostou daquilo da barra? Foi incrĂvel.
Depois de uns 10 minutos, quando jĂĄ tava no grupo de novo, a Eva pegou o celular dela pra dar uma olhada e viu minha mensagem. Ela deu um sorrisinho e falou:
â Ă o RaĂșl, perguntando quando vou voltar.
Oooohhhhh, seu maridinho lembrou de vocĂȘ â disseram as amigas.
Começou a escrever no w h a ts ap p e a mensagem chegou pra mim, lĂłgico que o RaĂșl nĂŁo tinha escrito nada. JĂĄ era tarde e ele devia estar dormindo. Eu tava com o celular na mĂŁo, olhando outras coisas.
VocĂȘ passou dos limites, jĂĄ te falei. NĂŁo curto essas brincadeiras" â escreveu.
Mente, vocĂȘ adora. VocĂȘ estava molhada, estĂĄ molhada desde esta tarde quando me viu.
nĂŁo Ă© hora" â escreveu
Quis escrever pra ela vir comigo pro carro, mas ela ia dizer nĂŁo. Melhor era eu propor de conversar outro dia, ou ir na casa dela.
Agora eu tenho minhas chaves e vocĂȘ... sua calcinha no lugar,
Desculpa, mas vocĂȘ nĂŁo forneceu o texto em espanhol para eu traduzir. Pode me enviar o texto que vocĂȘ quer traduzido para o portuguĂȘs brasileiro?Onde sempre deviam ter estado
Uma vez ela escreveu isso, me olhou e eu olhei pra ela e sorri.
Quero que vocĂȘ venha nos ver de novo, a Gloria e eu. Ela vai deixar.
Agora nĂŁo vou falar disso nĂŁo
Vale. Sabe que tĂŽ morrendo de vontade de ver seus peitos.
Olhei pra ela com uma cara sĂ©ria e larguei o celular. Ela ficou mexendo no telefone por mais uns dois ou trĂȘs minutos, acho que pra as amigas nĂŁo acharem que tava falando comigo...
O melhor Ă© que ela tinha dito: agora nĂŁo vou falar disso. NĂŁo disse que nĂŁo, nem que nĂŁo queria falar. EntĂŁo eu entendi que ainda dava pra tocar no assunto em outro momento, mesmo sabendo que ela ia usar de desculpa que nĂŁo queria que a Gloria visse, porque o casamento dela ia pro saco se uma tia qualquer ficasse sabendo o que ela fazia com o amigo do marido...
Tinha que ter muito tato. Enquanto eu bebia mais um drink, pensava em como abordar tudo. Olhava pra Eva e, enquanto ela ria com as amigas, lembrava de como a buceta dela tava quente, e do tesĂŁo que ia ser gozar na boca dela e nos peitos dela... na cara toda dela, igual a brincadeira da pistolinha de brinquedo, hehe.
Terminei meu drink e me aproximei dela. Como ela tava sentada num banquinho alto... a cintura dela ficava um pouco acima do meu quadril, eu de pé. Cheguei por trås e coloquei as duas mãos na cintura dela. Tava escuro e quase ninguém percebia. Falei sorrindo, pra todo mundo ver:
- Amiga! Vai pegar mais uma dose no balcĂŁo?
- NĂŁĂŁo amigo, nĂŁĂŁo, jĂĄ tĂŽ bem servida!
Me aproximei do ouvido dela e falei baixinho:
- JĂĄ, jĂĄ sei que vocĂȘ tĂĄ bem... mas tĂĄ com vontade de mais.
Ela me deu uma cotovelada tĂmida e eu continuei sorrindo, fui pro meu lugar. Depois de uns cinco minutos, começaram a falar que jĂĄ era hora de cair a noite. Como eu tinha trazido o carro, me ofereci pra levar todas, eram 5 no total... Duas delas disseram que nĂŁo precisava, porque moravam perto. EntĂŁo sobraram duas e a Eva.
Mesmo elas insistindo pra pegar um tåxi ou ir a pé, eu pedi pra levar elas, jå que não me custava absolutamente nada. Elas toparam. As duas amigas da Eva entraram atrås e ela foi na frente. Antes de entrar no carro, ela me mandou uma mensagem no celular...
VocĂȘ vai com duas amigas... nĂŁo exagera!!!
nĂŁo respondi pra ela.
Como jĂĄ estavam bem prejudicadas, quase nĂŁo falamos no caminho. Deixei uma e, depois de uns 7 a 10 minutos, a outra. Fiquei com a Eva no carro. A casa dela ficava a sĂł 2 minutos.
â Bom... podemos conversar agora? â perguntei.
â TĂŽ cansada, Rober. Me leva pra casa ou vou andando â disse ela.
Sorri. Tava meio bĂȘbada, mas sabia bem o que tava dizendo... nĂŁo era do tipo de mina que se solta com ĂĄlcool... Dirigi atĂ© a esquina da casa dela e desliguei o motor.
- Beleza, aqui estamos.
- Valeu. Olha, sobre hoje... - ela começou.
- Ninguém vai ficar sabendo - eu disse. Nem o da minha casa, nem o do bar.
- obrigado.
- E se rolar algo mais, seja lĂĄ o que for... vai ficar entre eu e vocĂȘ. NĂŁo faz ideia do tesĂŁo que eu tĂŽ... fiquei de pau duro o dia inteiro, sabendo que vocĂȘ ia vir.
Ela não disse nada e me olhou, esboçando um sorriso. Eu olhei pro decote dela.
â O que vocĂȘ tĂĄ ooolhaaando? â disse rindo.
- jĂĄ sabe - sorri de novo.
- VocĂȘ nĂŁo vai parar de me falar isso, hein?
â NĂŁo.
- Talvez um dia... eu te mostre elas, hahaha.
- E por que nĂŁo agora? SĂł uns segundos, Eva... e nada mais.
â NĂŁo â ela disse.
- Ah, vaamooos - falei fazendo cara de dĂł -. CĂȘ nĂŁo acha que eu mereço? Sair da minha casa pra te devolver a calcinha, de madrugada, te trazer pra casa...
- Que cara vocĂȘ tem!!! - exclamou ela, sorrindo.
- Vou colocar minhas mĂŁos pra trĂĄs - falei, fazendo isso e sem tirar o cinto. E nĂŁo vou me mexer. SĂł vou olhar pra elas.
Ela ficou em silĂȘncio. Eu tambĂ©m, olhando pra ela. Esperando ela aceitar.
SĂł... sĂł alguns segundos. E sĂł uma," ele disse.
Eu assenti. Na hora, um nervosismo tremendo me invadiu. Ela ia me mostrar um peito, um mamilo... sei lĂĄ, mas ia me mostrar alguma coisa por cima do decote do vestido.
â E nem se mexe â disse ela.
â NĂŁo vou me mexer, te prometo â falei o mais calmo que consegui fingir...
Eva se jogou um pouquinho pra direita, se afastou por um momento e enfiou a mĂŁo direita no decote, lĂĄ pra parte de baixo da teta esquerda. O volume que aparecia por cima era fora do comum. Deixou a mĂŁo debaixo da teta por um segundo e disse:Continua...
1 comentĂĄrios - A gostosa peituda do meu amigođ