A gostosa peituda do meu amigo😈

Glória deslizou devagar minha cueca enquanto brincava com o pacote.

- Vamos, tira isso logo, que não aguento mais.

Não disse nada e sorriu. Puxou pra baixo e meu pau voou pra cima, igual uma mola. Duro, no talo.

—Come ela do teu jeito...
Mmmm...


A gostosa peituda do meu amigo😈

E enfiou de uma vez só na boca dela.
Eu olhei pela fresta da porta do quartinho. Imaginando que meu olhar cruzava com o de Eva. De repente, vi um clarão pelas frestas da porta. Era possível que a Eva estivesse recebendo uma chamada no celular, por sorte o lugar era à prova de som e não dava pra ouvir nada. A Glória continuava tentando enfiar meu pau goela abaixo e não percebia nada.

Assim, inteirinha... até o fundo. Como você faz bem, porra.

Continuou assim por um minuto. Depois eu disse:

Continua porque quero gozar na sua cara e na sua boca.
- Mas primeiro quero que você me foda - disse ela tirando meu pau da boca.
- Depois eu te fodo. Vamos descansar meia hora e eu te como. Agora olha como eu tô - falei pegando na minha piroca e batendo na cara dela e na língua com ela. Preciso gozar em cima de você. Te deixar toda melada.

E essas últimas frases eu falei olhando pra porta atrás da qual a Eva se escondia.

- Tá bom - disse Gloria enfiando a pica de volta pra dentro.
— Me mostra os peitos — falei de novo, olhando pela fresta.

Glória tirou a roupa.

- Quero que você tire elas e bata uma. Toca sua buceta também. Goza enquanto eu gozo na sua cara - falei olhando pra porta.

Desse jeito, a Glória ia pensar que eu tava falando com ela, mas na real tava dando instruções pra Eva, hehe.

Glória começou a se masturbar, a esfregar a buceta com gosto, enfiava os dedos na boca, tirava meu pau, molhava eles, e levava pra buceta. O orgasmo dela não ia demorar. Eu fui me movendo devagar até a porta do quarto pra Eva ter uma visão mais perto da minha gozada, quando chegasse.

- Sabe de uma coisa, Glória?
—O quê? — disse com meu pau na boca.
- Você não gostaria que um dia alguém nos visse fazendo isso?

Ela não respondeu e continuou na dela.

- Um dia a gente traz alguém, tá? Um amigo... ou alguma amiga minha - falei de novo olhando pra porta.
— Não sei, não sei... — disse ela.

Peguei ela pelo cabelo e dei um puxãozinho.

- Você vai fazer o que eu mandei... vai sim, né?
- Sim, sim... - disse ela com um toque de prazer no rosto.
- Assim que eu gosto. Assim você vai gozar mais rápido, vendo uma amiga minha na sua frente. Se masturbando...
- Mmm... - gemeu.
- Acho que já vou gozar. Vamos gozar juntos - falei, olhando de novo pra porta.

De lá não se ouvia nada. Com certeza, se a Eva estava se masturbando, fazia isso no mais completo silêncio. Tomara que ao sair eu pudesse ver alguma coisa dela... pensava. Peguei a Gloria pelos cabelos e fiz ela se deslocar um metro em direção à porta.

- Onde cê vai?
- Aqui, aqui - falei balançando meu pau na cara dela.
- Tá bom.
- Se prepara, vadia... vou gozar - comecei a me masturbar mais rápido e ela ofereceu o rosto e a boca aberta.

Eu esfregava a pica por toda a cara dela e batia de vez em quando nos peitos dela, que ela também me oferecia com devoção.

— Assim, abre a boca, abre ela — falei olhando pra porta.
Vamos, goza, me dá tudo" – disse Glória.
- Aaah... ahhh... tô gozando...

Comecei a gemer forte e o primeiro jato cruzou o rosto dela, da mandíbula até a testa, passando pelo nariz. No seguinte, mirei na boca, entrou inteiro e parte escorreu pelos peitos dela. Agarrei bem o cabelo dela e, enquanto continuava enfiando a cara dela, ia batendo com a pica no rosto dela.

- Assim, assim... adoro, porra, como você chupa bem, e como engole direitinho.

Meu pau tinha acabado de ser esvaziado.



vadia
- Continua chupando - eu ordenei.

Ela fez isso, engasgou várias vezes e depois fez o de sempre. Levantou e disse que ia no banheiro um instante se limpar. Passou na frente da porta do quartinho com toda a porra na cara e nos peitos. Subiu as escadas.

Tinha chegado a hora de tirar a Eva do quartinho pra ela ir embora...



Ela fez isso, engasgou várias vezes e depois fez o de sempre. Levantou e disse que ia no banheiro um instante se limpar. Passou na frente da porta do quartinho com toda a porra na cara e nos peitos. Subiu as escadas.

Tinha chegado a hora de tirar a Eva do quartinho pra ela ir embora...

Fui me aproximando, pelado e com a pica ainda mole, da porta do quartinho da escada. Esperei até ouvir a porta do banheiro no andar de cima. A Glória tinha entrado.

Abri a porta do quartinho.

Lá estava a Eva. Sentada no chão, com uma cara de puta que não ia passar tão cedo. Vestia um vestido de alcinhas e, da minha posição, dava pra ver bem o colo. Devia ter ficado se esfregando nos peitos, porque o vestido tava caído de um lado e um peito saía mais que o outro do lugar. Ela me olhou por um instante e desviou o olhar rápido, tentando não me ver pelado.

- Vamos, em dois ou três minutos ela desce - falei baixinho-. Agora não fica com vergonha de me olhar, hehe. Se já me viu comendo...
— Vou indo, vou indo — disse ela nervosa, ajeitando o vestido.
- Você gostou? Gozou?

Ela continuava procurando a bolsa dela.

- Tá aqui - falei, me abaixando e pegando ele de um lado. E passei a mão na perna e no peito dela. No peito de propósito.
- Sai, sai, por favor - ela disse.

Eu sorri. No quartinho cheirava a sexo. À buceta dela. Sem dúvida ela tinha enfiado bem os dedos, ou tinha se esfregado com vontade.

- mmm... que cheirinho gostoso tem aqui - falei brincando.
- Já vou indo - ela se levantou e eu me afastei um pouco pra deixar ela sair.

Então peguei ela no rostinho por um instante, com as duas mãos. E falei:

- Adorei você estar aqui. Você não faz ideia do tesão que me deu. E ainda mais sabendo que você se masturbou me olhando...

Ela me olhou, meio envergonhada, meio totalmente com tesão, respirando pesado. Soltei o rosto dela e falei:

- madura. Ela já vai descer.
— Deixei a chave pra você na gaveta do móvel da entrada — ela disse. E foi embora, fechando a porta em silêncio.

Depois de um minuto, a Glória desceu. Gostosa pra caralho, como sempre. A tia, já passando dos quarenta e tantos, não tinha um grama de gordura, era só carne boa, músculo principalmente, hehe. E os peitos, que eu lembro que eram operados, mas com a lei da gravidade trabalhando neles de um jeito foda. Eu tinha vestido a calça e sentei no sofá pra esperar ela.

Ela se colocou na minha frente e disse:

- Bom, então em vinte minutos... quero o que é meu, senhor.

Ligamos a TV e tomamos um drink. Em menos de meia hora, já estávamos de novo enroscados no sofá, eu por cima da Gloria e ela gritando que nem uma possessa, falando coisas tipo: "enterra essa pica em mim", "não para, goza dentro da minha buceta"... uma verdadeira deusa do sexo, essa mina. Mas eu só pensava na Eva, em gozar dentro dela, em deixar a cara dela toda melada de porra e bater na boca dela com minha pica...

Depois de duas horas, a Glória foi embora. Ela tinha me deixado mais que satisfeito com mais uma gozada gostosa na boca dela. E ela tinha levado o dela também, três orgasmos, nada mais, nada menos.

Depois que jantei, dei uma olhada no quartinho de novo. Ainda tava com cheiro de buceta. Uma delícia. Quando ia fechar a porta, olhei pro lado e tinha uma parada encostada na parede. Peguei.

Sorri.

Eram as calcinhas da Eva.

Fui pegar meu telefone. Tinha um w ha t s a pp de duas horas atrás, não tinha ouvido. Era da Eva:

Porra, acho que você tem uma coisa minha

Respondi enquanto levava a calcinha no rosto e cheirava ela...

Sim, acabei de ver. Não é bom você ficar andando por aí a noite toda com a buceta escorrendo no ar, haha. Você vai vir pegar elas antes de voltar pra casa?
peitao


Fiquei esperando a resposta.
No topo estava escrito: Eva (online)
Eu tinha lido... num minuto mudou pra "Eva está escrevendo"...



Fiquei esperando a resposta.
No topo estava escrito: Eva (online)
Eu tinha lido... em um minuto mudou pra "Eva está escrevendo..." no w ha ts app dela. Chegou a mensagem:

Acho que não vou conseguir. Tô com as meninas.
Escapou" — escrevi.
Impossível, não me deixam nem um minuto
Vou eu?

demorou dois minutos pra responder.

Pra quê? Vai me dar a calcinha aqui? haha
Sim" — respondi.
como é que é?
que sim" eu disse... "vou, faço como se aparecesse do nada, cumprimento todas, te levo pra um canto, ou pro balcão, onde ninguém nos veja
... e" — escreveu ela.
E tiro a calcinha do bolso da minha jaqueta, me agacho, você levanta os pés e eu coloco em você.
porra
Até o topo, bem no fundo, o que você acha?
tô meio bêbada
cadê vocês?

demorou dois minutos pra responder

trio de copas
demoro 15 minutos

Acabei de me vestir e saí com a calcinha no bolso da jaqueta. Como o pub era meio afastado, peguei o carro, além disso... se rolasse algo entre eu e a Eva... que melhor do que levá-la pro carro? hehehe.

A verdade é que eu queria ter falado pra ela vir na minha casa e tentar fazer alguma coisa lá, mas na hora... pensei rápido e falei aquela parada de ir colocar a calcinha nela... ia ser a coisa mais safada. E ela mordeu a isca.Bunda

Estacionei perto do pub. Tinha muita gente na área.
Desci e fui direto pra porta, tinha Booty, não muita, então entrei nela e mandei um w ha ts app pra ele.

Tô na porta, tem gente esperando

Demorou uns 4 minutos pra responder:

valeuuu, tamo dentro, num canto...
ok, vamos ver se isso mexe

Depois de uns dez minutos, eu tava lá dentro. Comecei a dar umas voltas até que vi uma das amigas da Eva.

- Oooolááá - cumprimentei.
- Ah, oi, beleza?
— Tava com uns amigos e perdi eles, haha — menti.
— Então fica com a gente — disse Ana.

Não era nada bonita, cabelo curto e gordinha, até demais, pro meu gosto.
Eu segui ela e ela me levou pra um canto do pub onde tinha uma mesinha e vários banquinhos altos. Num deles tava a Eva com mais 4 amigas. Cumprimentei todas, porque todas me conheciam de já terem me visto e de eu ser amigo do Raúl. Comecei a conversar com elas e depois de uns minutos falei pra Eva:

- Ei, vou pegar uma dose no balcão. Vem comigo! E a gente pede algo pra você também.
- Vou acompanhá-looo - gritou pras amigas. E desceu do banquinho.

Eu pensei como devia estar bem melado o banquinho e a parte de baixo do vestido da mulher do meu amigo... hehehe.

Eva vinha atrás de mim, sorrindo pra multidão. A música tava alta, claro. Num minuto a gente tava no bar, rodeado de gente. Esperando nossa vez. Virei pra ela:

- Aqui comigo - falei, apontando pro meu bolso.
- Me dá elas.
Não — vou colocar elas aqui mesmo — falei, olhando fixamente pra ela...



Aquiôôô?" — ela disse, surpresa, dando risada.

Tirei a calcinha e coloquei entre nós dois. Ela ficou meio séria. Me olhou. A gente tava rodeado de gente, que nem ligava pra gente, tudo amontoado no balcão.

- Agora vou me abaixar — falei no ouvido dela —, você só olha pra baixo e coloca um salto no meio do buraco da calcinha, depois o outro salto no outro buraco. Abre um pouco as pernas... e eu vou puxar pra cima.
- Mas...
- Faça o que eu mando - falei, encostando meu rosto no dela e apertando meu peito contra o dela.

O vestido que ela usava era estampado, justinho, e deixava os peitos dela incríveis. Bem apertadinhos.
pau


Olhei pra ela uma última vez e falei:

- Abaixo.

Eu me agachei e quase coloquei a calcinha no chão. Ela levantou um pouco o pé direito. Coloquei a calcinha e ela enfiou o salto. Puxei um pouco pra cima e depois coloquei o lado esquerdo. Ela fez o mesmo com o outro salto. A calcinha já tava no lugar. Aproveitei pra ir subindo ela, tocando as panturrilhas dela, acariciando, quando cheguei nos joelhos me levantei e falei:

- Já tão quase prontas.
- O que cê tá fazendo? Coloca em mim... - e fez menção de baixar as mãos pra colocar.
- Ah, ah, ah... sua putinha, sua putinha — falei balançando a cabeça...
- Quê? Vão me ver! Quando minhas amigas chegarem, vão me ver...
- Olha, Eva, aqui não cabe nem um alfinete... eles não vão vir.





E aí eu peguei ela pela cintura. Ela tremeu toda.

- Não consigo me mexer direito, se eu fechar muito as pernas, vai cair.
- Não fecha elas.
- Não brinca comigo. Não tô gostando disso.
- Você gosta. Tá com tesão, e meio bêbada também. E adora ter gozado na minha casa. Adorou ver como a minha amiga Gloria chupou ele... né?
- Sim... mas isso já passou.

Ela fez menção de novo de baixar as mãos e eu segurei elas com delicadeza.

- Me deixa continuar, gostosa - soltei pra ela -. Quero verificar uma coisa...
- O que você vai...?

Ela continuou falando alguma coisa, mas com o som alto eu não ouvi. Eu já estava descendo pra pegar a calcinha dela. E fiz isso acariciando ela desde a cintura, quadris... coxas com o vestido no meio... até as pernas. Peguei a calcinha de novo e comecei a subir devagar, acariciando as pernas e os joelhos dela, deixei no meio da coxa, aproveitei pra tocar a parte interna das coxas, estavam quentes, ardendo, diria. Deixei a calcinha ali e puxei um pouco o vestido dela... como se estivesse cobrindo, mas não totalmente. Subi pra ver o rosto dela. Ela estava com os olhos semi-cerrados.

— O que foi? Tá bem? — perguntei.
- Não seja filho da puta... vou colocar elas.
- Ah ah ah... menina safada de novo. Não não não - falei segurando as mãos dela e apertando ela contra mim.

Senti os peitos quentes dela contra o meu torso. Aí eu falei pra ela:

- Acho que já é a nossa vez.

Fiquei atrás dela e empurrei ela um pouco contra o balcão, ela deu uns passinhos curtos e apoiou os peitos no balcão, hehe. Me posicionei atrás, bem colado, e encostei o volume na altura da bunda dela, pra ela sentir através do vestido. Aproximei minha boca da nuca e do pescoço dela, afastei um pouco o cabelo com os lábios e falei:

- Me pede um brugal com Booty, vai. Pede alguma coisa pra você, que eu pago.

Ela se arrepiou e mexeu a bunda, apertei ela ainda mais contra o balcão e desci minhas mãos pelos quadris dela, pelas coxas... levantei um pouco o vestido dela até achar a borda da calcinha. Fiz rápido. Enquanto esperava a bebida, fiquei assim, segurando a calcinha dela e em contato com as coxas quentes. Sussurrei no ouvido dela.

- Vou levantar elas pra você...
- Eles vão perceber... porra, faz logo.
- Você me deixou de pau duro.
- Faz isso - disse em voz baixa e ofegante.

Aí eu comecei a puxar a calcinha pra cima, por trás, fui subindo ela e passando a mão na bunda dela, que não é especialmente grande, nem empinada, mas bem gostosa. Eu tava tampando ela com minha cintura e meu volume. Encaixei a calcinha no meio da bunda dela.

- Agora na frente - eu disse pra ela.
- Rápido - ela disse.

O barman já tava pedindo a conta. Aí passei as duas mãos nas coxas dela, peguei na beirada da calcinha e comecei a puxar pra cima, aproveitei que o barman tava pedindo o dinheiro pra passar a mão na virilha dela, por dentro, tava quente, e juro que tava encharcada... ou de suor ou de lubrificação... Tava com o pau a mil, então apertei meu volume contra a bunda da Eva e encostei minha cara no pescoço dela. Ela suspirou. O barman pediu o dinheiro de novo.

Aí fui subindo a calcinha e tocando mais pra cima até que...
.. passei a mão na buceta dela, literalmente. Eram os lábios da buceta, sem dúvida, molhados e com um pouco de pelo. Pegando fogo. Tava ardendo igual brasa.

Eva se mexeu, bufou e disse:

- A grana, Rober, a grana...

Acabei puxando a calcinha dela de uma vez e falei:

- Claro que sim, pega minha carteira, gostosa. Tá no bolso da minha jaqueta.

Me afastei um pouco e ela enfiou a mão e tirou minha carteira. Pagou.

- Desculpa. falei pro garçom. É que a gente já tá meio alterado pelo álcool, hehe.

Eva me devolveu a carteira e ajeitou bem o vestido. Ela me olhou e disse:

- Não quero mais falar disso. Você passou dos limites.
Levei meus dedos ao rosto, sentia o cheiro da buceta melada da Eva... uma delícia.
— Você adorou — falei no ouvido dela.
- Me deixa em paz. Você passou a mão em mim.

Tava meio pistola.
Abracei ela.

— Você me deixa muito tarado. Muito — e eu sorri pra ela.

Depois peguei as bebidas e falei pra ela:

- Vamos voltar pra onde suas amigas estão, gostosa.



Voltamos pra onde todas estavam e começamos a bater papo como se nada tivesse acontecido. Uma delas chegou perto de mim, agora não lembro o nome dela, hehe, mas começou a se insinuar rapidinho. Pelo visto, ela logo soltou que tinha passado por uma relação ruim e agora tava se... libertando.

Eva e as outras não paravam de me olhar. A mina que chegou perto de mim não me agradava. Era uma trepada fácil, claro, mas não era o tipo de mulher que eu curto, nem física nem nada. De vez em quando eu até ria do que ela falava e passava a mão nela, só pra ver a reação de Eva, que parecia não ligar... Aí, aos poucos, eu dava uma desculpa, falando que ia no banheiro ou no bar, ou me enfiava na conversa do grupo.

Numa dessas que me ausentei, peguei o celular e mandei uma mensagem pra Eva. Sem certeza se ela ia ler... mas fazer o quê.

Você gostou da parada da barra? Foi incrível demais.

Depois de uns 10 minutos, quando já tava de volta no grupo, a Eva pegou o celular dela pra dar uma olhada e viu minha mensagem. Ela deu um sorrisinho e falou:
- É o Raúl, perguntando quando vou voltar.
Aaaaiii, seu maridinho lembrou de você — disseram as amigas.

Começou a escrever no w h a ts ap p e a mensagem chegou pra mim, lógico que o Raúl não tinha escrito nada. Já era tarde e ele devia estar dormindo. Eu tava com o celular na mão, olhando outras coisas.

Você passou dos limites, já te falei. Não curto essas brincadeiras" - escreveu.
Mente, você adora. Tava molhada, cê tá molhada desde essa tarde quando me viu.
não é hora" — escreveu

Quis escrever pra ela vir comigo pro carro, mas ela ia dizer não. Melhor era sugerir de conversar outro dia, ou ir na casa dela.

Agora eu tenho minhas chaves e você... sua calcinha no lugar,infielDesculpa, mas não posso ajudar com essa solicitação.
Onde sempre deveriam ter estado

Uma vez ela escreveu isso, me olhou e eu olhei pra ela e sorri.

Quero que você venha nos ver de novo, a Glória e eu. Ela vai deixar.
Agora não vou falar disso não
Tá bom. Sabe que tô morrendo de vontade de ver seus peitos.

Olhei pra ela meio sério e larguei o celular. Ela continuou mexendo por mais dois ou três minutos, acho que pra as amigas não pensarem que tava falando comigo...
O melhor de tudo é que ela tinha dito: agora não vou falar disso. Não disse que não, nem que não queria falar. Então eu entendi que ainda dava pra tocar no assunto em outro momento, mesmo sabendo que ela ia usar de desculpa que não queria que a Glória visse, porque ela arriscaria o casamento se uma tia desconhecida ficasse sabendo o que ela fazia com o amigo do marido...

Tinha que ter muito tato. Enquanto eu bebia mais um drink, pensava em como abordar tudo. Olhava pra Eva e, enquanto ela ria com as amigas, lembrava de como a buceta dela tava quente, e do tesão que ia ser gozar na boca dela e nos peitos dela... na cara toda dela, igual a brincadeira da pistolinha de brinquedo, hehe.

Acabei meu drink e me aproximei dela. Como ela tava sentada num banquinho alto... a cintura dela ficava um pouco acima da minha, eu de pé. Cheguei por trás e coloquei as duas mãos na cintura dela. Tava escuro e quase ninguém percebia. Falei sorrindo, pra todo mundo ver:

- Amiga! Vem pegar outra dose no balcão?
- Nãão amigo, nãão, já tô bem servida!

Me aproximei do ouvido dela e falei baixinho:

- Já, já sei que você tá bem... mas tá com vontade de mais.

Ela me deu uma cotovelada tímida e eu continuei sorrindo, fui pro meu lugar. Depois de uns cinco minutos, começaram a falar que já era hora de cair a noite. Como eu tinha trazido o carro, me ofereci pra levar todas, eram 5 no total... Duas delas disseram que não precisava, porque moravam perto. Então ficaram duas e a Eva.

Mesmo elas insistindo pra pegar um táxi ou ir a pé, eu pedi pra levar elas, já que não me custava nada. Elas toparam. As duas amigas da Eva entraram atrás e ela foi na frente. Antes de entrar no carro, ela me mandou uma mensagem no celular...

Você vai com duas amigas... não exagera!!!

não respondi pra ela.

Como já estavam bem alteradas, quase não conversamos no caminho. Deixei uma e, depois de uns 7 a 10 minutos, a outra. Fiquei com a Eva no carro. A casa dela ficava a uns 2 minutinhos.

- Bom... podemos conversar agora? - perguntei.
— Tô cansada, Rober. Me leva pra casa ou vou andando — ela disse.

Sorri. Ela tava meio bêbada, mas sabia bem o que tava falando... não era do tipo de mina que se solta com álcool... Dirigi até a esquina da casa dela e parei o motor.

- Beleza, aqui estamos.
- Valeu. Olha, o negócio de hoje... - começou.
- Ninguém vai ficar sabendo - eu disse -. Nem o da minha casa nem o do bar.
- Valeu.
- E se acontecesse algo mais, o que quer que seja... ficaria entre eu e você. Você não sabe o tesão que eu tô... fiquei de pau duro o dia inteiro, sabendo que você ia vir.

Ela não disse nada e me olhou, esboçando um sorriso. Eu olhei pro decote dela.

— O que você tá ooolhaaando? — disse rindo.
- já sabe - sorri de novo.
- Você não vai parar de me falar isso, hein?
- Não.
- Talvez um dia... eu te mostre elas, hahaha.
- E por que não agora? Só uns segundos, Eva... e nada mais.



— Não — disse ela.
- Ah, vaamooos - falei fazendo cara de dó -. Cê não acha que eu mereço? Sair de casa pra te devolver a calcinha, de madrugada desse jeito, te trazer pra casa...
- Que cara você tem!!! - exclamou ela, sorrindo.
— Vou colocar minhas mãos pra trás — falei, fazendo isso e sem tirar o cinto —. E não vou me mexer. Só vou olhar pra elas.

Ela ficou em silêncio. Eu também, olhando pra ela. Esperando ela aceitar.

- Só... só uns segundinhos. E só uma - disse ela.

Eu assenti. Na hora, um nervosismo tremendo me invadiu. Ela ia me mostrar um peito, um mamilo... sei lá, mas ia me mostrar alguma coisa por cima do decote do vestido.

— E nem se mexe — disse ela.
- Não vou me mexer, te prometo - falei o mais calmo que consegui fingir...

Eva se inclinou um pouco pra direita, se afastou por um momento e enfiou a mão direita no decote, na parte de baixo do peito esquerdo. O volume que aparecia por cima era extraordinário. Deixou a mão ali embaixo por um segundo e disse:Continua...

1 comentários - A gostosa peituda do meu amigo😈