A gostosa do meu sobrinho (2ª parte)

Pra deixar vocês no clima dessa história, deixo aqui o link da primeira parte:http://www.poringa.net/posts/relatos/3520122/La-novia-de-mi-sobrino-1era-parte.htmlNaquela quinta-feira, Sofia chegou na hora marcada: cara lavada, leggins coloridos e camiseta combinando... ela estava linda, principalmente por causa das olheiras que se formaram nos olhos dela por ter acordado tão cedo. Carregamos os panfletos e partimos pra Esperanza, onde um par de vendedores da filial local ia nos esperar pra ajudar a montar o estande... tínhamos pela frente mais ou menos uma hora e meia de viagem.

"... quer que eu comece o mate?" ela perguntou.
"... bora... junto com a mochila tem medialunas que comprei no caminho pro escritório..."

Sofia sentou de pernas cruzadas, tipo "chinês", e começou a preparar o mate. O joelho dela ocupava mais espaço que o assento dela, quase encostando no meu: "... quer que eu afaste a perna ou não te incomoda?" ela disse enquanto se ajeitava.
"... não, tá de boa, deixa aí... sem problema..." respondi.

Depois de alguns minutos de viagem, já tendo parado de tomar mate, começamos uma conversa que foi esquentando o clima.
"... o que o Gabriel falou do seu trabalho de promotora? ele ficou bolado?" quis saber.
"... não... na real, o Gabriel não sabe nada que eu vou trabalhar esse fim de semana... bom, pra ser sincera, o Gaby não sabe nada de mim faz quase dois meses... a gente não tá mais junto..." ela confessou.

Olhei pra ela surpreso... ela riu.
"... que que tá olhando assim? sou uma mina solteira agora!... quase uma freira... imagina... dois meses sem foder!!..." e soltou uma gargalhada que mostrava os dentes perfeitos dela.
"... desculpa, não sabia..." consegui dizer e, instintivamente, coloquei minha mão no joelho dela num gesto de consolo.
"... também não é o fim do mundo... alguma coisa me diz que esse fim de semana vou ter uma alegria..." ela completou, deixando meu pau em alerta, que já tinha começado a esquentar aos poucos.

A imagem que o sol me dava, entrando pelo lado do vidro dela, era maravilhosa: os raios pareciam desenhar o contorno dos peitos dela e me deixavam ver como os bicos marcavam... minha ereção estava Perfeito.
Chegamos no prédio e o pessoal da nossa filial local já estava nos esperando. De manhã montamos o estande e perto das 13h fomos almoçar. Às 16h a mostra ia abrir.

Meia hora antes da abertura, a Sofia já estava trocada: cabelo liso, olhos pintados no estilo gata, lábios cor de amora... o catsuit ficava uma maravilha nela... os peitos altos e firmes, a raba um presente dos deuses, mas me chamou a atenção que não marcava calcinha nenhuma.

"... Sofi... tá espetacular! Como cê fez pra não marcar a calcinha?"
"... fácil, não tô de calcinha..." ela falou no meu ouvido rindo, e pegou uma das minhas mãos, guiando pelas costas dela até as coxas... "... viu que não tô usando nada?" e saiu andando na direção onde o movimento de gente começava, rebolando a bunda, com o catsuit enfiado entre as nádegas...

Às 21h em ponto fechou o prédio. A tarde foi chata porque quem tava circulando na expo eram empresários e autoridades locais, nessa primeira tarde era só entrada de protocolo. Amanhã seria nosso primeiro dia de trabalho de verdade.

Voltamos pra nossa cidade depois de deixar os outros dois vendedores perto das casas deles.
A Sofia ainda estava de catsuit. A escuridão da estrada não deixava eu ver muito, mas minha imaginação voava.

Quando chegou na casa dela, ela se despediu de mim com um beijo suave, mas demorado, na minha bochecha, enquanto com uma mão acariciava meu rosto.
"... obrigada por essa oportunidade de trabalho, 'tio'... um dia espero poder retribuir o que cê fez por mim..." ela falou quase sussurrando, o que só fez meu pau ficar duro na hora.
"... não, meu amor!!! Obrigado você por ter aceitado, senão eu teria que sair pra procurar alguém e não tinha tempo, além disso o uniforme caiu super bem em você... amanhã passo pra te buscar, não esquece..."

Ela riu e desceu do carro. Caminhou até a casa dela com passos largos... os quadris balançando... Maravilhosamente fazendo com que eu levasse uma mão ao meu pau e o acariciasse... naquela noite comi minha mulher com tudo, gozando entre os peitos dela pensando na garota...

Na manhã de sexta-feira já estava quente, mas minha surpresa foi vê-la sair de casa rumo ao carro: vestia uma minissaia jeans e uma camiseta básica branca que, com o frescor daquela hora, marcava violentamente os bicos dos peitos.
Sofia entrou, me beijou — dessa vez bem perto dos meus lábios — e com aquela carinha de quem acabou de acordar perguntou se eu ia começar o mate.

Ao responder que sim, ela se acomodou como no dia anterior, cruzando as pernas igualzinho uma japonesinha, só que dessa vez a minissaia ficou quase na altura da cintura, permitindo que eu visse sua calcinha branca.
"... bom... pelo menos dessa vez dá pra ver que você tá de calcinha!!..." falei arregalando os olhos.
Sofia riu e soltou: "... não te incomoda se aparecer um pouquinho, né?..."
"... de jeito nenhum, me deixa feliz..." falei e rimos os dois.
"... Ai, ai, ai... com tão pouco você fica feliz!!... vou pensar então em como fazer pra te dar um pouco mais de felicidade, afinal tenho que ser grata a quem me arrumou o emprego..." e piscou um olho.

Coloquei minha mão no joelho dela, acariciando, enquanto ela começava a levantar a camiseta, deixando a barriga livre.
"... vou aproveitar pra pegar um sol, não pense que tô me despindo... pelo menos por enquanto..." e soltou uma gargalhada enquanto começava a preparar o mate.
Ajeitei meu pau que obviamente tinha endurecido e percebi que ela olhou de canto, quase sem disfarçar... ainda tínhamos uma hora de viagem e as cartas já estavam na mesa.

Chegamos... Sofia se trocou e começou a fazer o trabalho dela. Ao meio-dia fomos no mesmo refeitório do dia anterior.
Depois do almoço subimos no carro e fomos procurar um hotel para as noites de sábado e domingo. Esperanza não é uma cidade muito grande, é principalmente uma cidade de universitários, então não tinha muitos hotéis. O único que conseguimos tinha um único quarto duplo, então teríamos que dividir ele... minha cabeça já tava a mil, mesmo faltando 24 horas pra esse momento chegar. Sofia não disse nada, só que ia tomar banho primeiro, isso era a única coisa que "não negociava", e eu topei sem pensar duas vezes, afinal, ia ter ela comigo por 48 horas.

O dia acabou e, assim que fecharam o local, a gente foi arrumar as coisas... eu sentei na mesa com as pernas abertas e a Sofia entrou com cara de cansada... chegou até onde eu tava e, se enfiando entre minhas pernas, me abraçou.
"... ufa! tô morta... esses saltos acabaram comigo..."
Eu passei o braço na cintura dela, acariciando o começo da bunda dela, e percebi que não tinha calcinha... meu pau pulou, duro, e ela continuava ali.
Me ajeitei melhor, fazendo ela sentir meu volume... Sofi não disse nada, só soltou meu pescoço e ficou de frente pra mim.
Abracei ela com os dois braços pela cintura, cara a cara.
"... muito cansada?" perguntei
E fazendo biquinho com a boca, ela balançou a cabeça que sim.
Ela me abraçou de novo, e dessa vez meu pau tava bem no meio da racha dela... desci da mesa e, dando um beijo na testa dela, falei pra gente ir pra casa, amanhã seria outro dia puxado, tão puxado quanto meu pau naquele momento.
A gente se despediu dos vendedores – que olhavam sem entender nada – e, abraçados, fomos pro carro.
Na volta, ela dormiu no meu ombro, e eu fiquei acariciando as pernas dela o caminho inteiro.
Deixei ela na porta de casa... ela se despediu com um selinho, limpando com os dedos o batom que tinha deixado nos meus lábios... os dois sabiam que amanhã não seria um dia qualquer.

10 comentários - A gostosa do meu sobrinho (2ª parte)

No podés ser tan culiado dejarnos con la pija dura hasta la próxima, muy pero muy bueno van 10 puntos y esperando