Olá, amigos do poringa.net:
Hoje vou contar uma história bem quente que uma amiga antiga me contou.
Pra ser sincero, fiquei com muito tesão quando ela me contou e me deu autorização pra publicar.
Espero que vocês gostem e curtam tanto quanto eu.
Não esqueçam de deixar comentário e pontos.
Sabrina é minha amiga há muitos anos. E, conversando sobre nossas aventuras sexuais passadas, depois de uns drinks,
surgiu essa ideia de publicar.
A história dela começou assim.
Tudo aconteceu quando nos mudamos do campo pra cidade.
Minha educação era bem básica e eu não conseguia ficar na escola como as outras garotas da minha idade.
Então, comecei quase o ensino médio de novo numa boa escola particular da cidade.
A vida na cidade não era fácil pra mim.
Tudo era um sacrifício danado. Quis largar a escola várias vezes e voltar pro campo.
Eu já tinha 18 anos e minhas colegas eram bem mais novas que eu, me dava muita vergonha.
Mas tudo mudou quando meus primos, mais velhos que eu,
de 24 e 26 anos, me deram uma mão e um apoio incondicional pra eu melhorar na escola.
Eles se ofereceram gentilmente pra me ajudar com as coisas que eu não entendia.
Vinham na minha casa e, enquanto tomavam chimarrão com minha mãe, me ajudavam com as tarefas.
Pra minha mãe e pra mim, eles eram uns caras muito bons e inteligentes.
Bons exemplos a seguir.
O pai deles, meu tio Luís, comprou uma casa pra eles na cidade,
a duas quadras da minha escola e a quatro da minha casa.
Ou seja, quando eu e minha mãe passávamos pra ir à escola, a gente passava na frente da casa deles.
Graças à ajuda deles, melhorei muito nos estudos
e em como me sair bem na escola.
Eu estava mais segura de mim mesma, minha mãe até me via mais responsável.
E foi assim que ela me deixou ir e voltar da escola sozinha.
Porque, obviamente, eu me sentia uma idiota com 18 anos cursando o ensino médio e ainda acompanhada pela minha mãe.
Foi aí que nasceu a famosa frase da minha mãe:
"Da casa pra escola, Sabrininha, e da escola pra casa. Meu primo Marcelo e o Roberto sempre atentos.
Perguntavam como eu tava e sempre arrumando material de estudo pra mim não faltar nada.
Meus pais não sabiam como pagar a boa vontade deles.
Mas eles sempre diziam a mesma coisa.
Tios, somos família. Não tem o que agradecer.
Meus pais não sabiam, mas eu tinha várias ideias de como agradecer meus primos.
Pelo tempo e pela generosidade deles.
Marcelo, com seus 24 anos, mais alto que eu, com as costas largas e os braços torneados.
Me fazia sonhar acordada.
E nem preciso falar do Roberto. Mais alto e grandão.
Mãos enormes e uma voz grossa que parecia cantor de tango.
Quando eles se aproximavam de mim, eu ficava doida.
Muitas noites dormi pensando neles e me tocando.
Mas percebi que não era só eu que me sentia assim.
Prestando mais atenção, notei que meus primos também ficavam excitados comigo.
Aí a gente brincava de se seduzir.
E terminava mais quente do que nunca.
E eu ficava louca pra ficar com eles a sós.
Mas a vigilância da minha mãe era implacável, nunca me deixava.
E sempre que eu ia pra escola e passava na casa dos meus primos, rezava pra encontrar eles.
Enquanto na minha cabeça ecoava a voz da minha mãe dizendo:
"Da casa pra escola e da escola pra casa, Sabrinita."
Um dia, uma professora ficou doente e, até arrumarem um substituto ou ela se recuperar, nos deixavam sair mais cedo. Era a chance de ficar umas horas sem a vigilância da minha mãe.
Aquele dia foi uma tortura. O relógio não andava e as horas eram eternas.
Ao mesmo tempo, pensava: como ir até meus primos?
Com que desculpa?
O que eles iam achar de eu ir na casa deles sem permissão?
O que eu ia fazer?
E se alguém me visse?
Todos os medos vieram à tona.
Não sabia o que fazer, mas ao mesmo tempo me excitava muito mais.
Finalmente, a hora chegou, a campainha tocou.
Corri pro banheiro e me arrumei um pouco.
O coração parecia que ia sair pela boca.
Andei aquelas duas quadras até a casa deles, com muito... Medo de que me vissem.
E ao mesmo tempo pensando no que dizer ao chegar.
Finalmente cheguei até a porta.
Toquei a campainha olhando pra todos os lados.
Meu primo mais novo abriu a porta, surpreso.
Marce: Oi prima, que surpresa, o que cê tá fazendo aqui??
Sabrina: Oi primo, desculpa incomodar.
Saí mais cedo da escola e pensei em visitar vocês, atrapalho??
Sempre passo por aqui e nunca entrei.
Se atrapalhar, vou embora, era só pra visitar mesmo.
Marce: Mas prima, como é que vai atrapalhar? Entra.
O Roberto tá tomando banho.
Entra e vamos tomar uns mates.
Ele me deu um beijo na bochecha e me fez entrar.
Pedir licença e entrei.
Minha excitação tava no talo.
Na minha cabeça, pensava: os dois tão aqui.
Quem vai me comer primeiro?
Será que vão ter coragem de me comer?
Ou vai ser só mais joguinhos de sedução e nada mais?
Meu primo pediu minha mochila e a jaqueta que eu tava no braço.
Me pegou pela cintura e me levou pra cozinha.
Minha tesão subiu ao máximo quando senti a mão dele nas minhas costas, quase tocando minha bunda.
Marce: Me conta o que rolou na escola pra você sair mais cedo?
Eu contei.
Marce: Legal, assim você tem mais tempo pras outras matérias.
E a gente pode te ajudar.
Sua mãe sabe que cê tá aqui??
Sabrina: Hããã, não.
Marce: Como assim não sabe???
Sabrina: Não, cê sabe como é minha mãe.
Ela não me deixa sair pra lugar nenhum,
e além disso, hoje eu descobri a parada do meu professor, e se eu for pra casa, não vão me deixar sair nunca mais.
Marce: Bom, mas não é certo sua mãe não saber onde cê tá, ok???
Sabrina: Eu sei, primo, me desculpa, vou embora se quiser.
Só queria estar em outro lugar que não fosse minha casa.
E como cê sabe, aqui não conheço ninguém além de vocês.
No interior eu tinha mais liberdade do que aqui.
Marce: Entendo, mas cê viu como é a tia?
Claro que não me incomoda, nem quero que você vá embora, prima.
Nesse exato momento, Roberto entra na cozinha.
Se secando, semi nu, e quando me viu, ficou paralisado.
Roberto: Oi, Sabri.
Idiota, por que não avisou? que tem gente...
te peço mil desculpas, prima.
vou me trocar. a tia ???
Marce: não pensei que você fosse sair assim, vai se trocar, a tia não tá, nabo.
Meu primo me olhou, mas eu tava concentrada no volume do boxer azul e cinza dele.
Que tava muito bonito.
Olhei ele o caminho todo até sair da minha vista.
Quando percebi, meu outro primo tava me encarando com o chimarrão na mão.
Não sabia como me fazer de sonsa. Ele viu eu olhando o volume do irmão dele feito uma puta.
Fiquei vermelha e não sabia o que fazer kkkk.
Tava super nervosa e não sabia o que fazer.
Tinha dois caras na casa e eu toda excitada.
Não sabia o que fazer nem como agir.
Marce foi pro banheiro e eu fiquei sozinha na cozinha por um bom tempo.
Pensei que era hora de ir embora. Mas o Roberto chegou bem na hora.
Roberto: agora sim, oi, prima.
Me dando um beijo na bochecha que fez minhas pernas tremerem.
Ele fez as mesmas perguntas que o irmão e eu contei tudo.
Roberto: que surpresa gostosa.
Fica à vontade, você tá na sua casa.
Sabrina: obrigada, primo, mas não quero que vocês tenham problemas por eu estar aqui.
Roberto: não se preocupa, prima, não dá nada.
Não vamos falar nada.
É bom você sair um pouco da rotina e a gente poder ajudar.
Só não relaxa nos estudos, que você tá indo muito bem.
Sabrina: sim, claro, obrigada, primo. Vocês me ajudaram muito.
Sem hesitar, abracei ele.
Ele respondeu com um abraço muito carinhoso.
Eu tava nas nuvens.
Bem na hora chegou o outro, que não entendia nada kkkk.
Sabrina: vem cá, Marce, abraço de agradecimento e de primos.
Marce: vocês são malucos, sabiam???
Mas ele veio até nós e ficamos os três abraçados.
Eu tava voando, tava no paraíso.
Eu no meio dos meus dois primos, sentindo os corpos deles, os músculos.
Não sei como, mas aconteceu de eu ficar no meio dos dois.
Os perfumes deles me envolviam.
Tava em êxtase e me deixei levar, beijando o peito do meu... primo mais velho e com uma mão tocando a pica do outro.
Eles se assustaram e ficaram se olhando.
Eu não conseguia sair daquela excitação que meus dois primos me causavam.
Mas as coisas, não sei como nem quem começou.
De repente, meu primo Roberto estava com o torso nu.
Eu beijava o peito dele.
Enquanto Marcelo acariciava minha bunda empinada e dura.
Roberto: Me segurou pelo queixo e, olhando nos meus olhos, disse:
"Prima, tem certeza disso?"
Sabrina: "Sim, primo, faz meses que não transo.
E não consigo pensar em mais ninguém pra fazer isso, a não ser vocês.
Foram tão bons comigo.
E além disso, eu gosto pra caralho dos dois."
Isso foi o suficiente pra eles.
Meus dois primos só pra mim.
Roberto foi quem tomou o controle desde o começo.
Tirando minha camisa, botão por botão.
Me beijando da boca até os peitos.
Marcelo ajudou com a parte de trás do sutiã, deixando meus peitos no ar.
Enquanto um me beijava, o outro ia me despindo.
Eu flutuava de prazer.
Tanto que sonhei em foder com meus primos, e chegou o momento.
Sempre pensei que um me comeria.
E depois o outro.
Mas vejo que a realidade superaria qualquer sonho que eu tivesse.
Era minha vez de fazer mais do que só deixar ser beijada.
E aproveitando que Roberto me beijava a boca,
puxei o cinto dele e depois abaixei a calça.
Me surpreendi, porque não tinha tocado no volume dele, como fiz com o irmão.
Levei um baita susto.
Até duvidei que aquilo fosse entrar em mim.
Já que meu ex-namorado não tinha nem metade daquilo.
Me virei sem parar de bater uma pra ele.
E ajudei Marcelo a se despir do mesmo jeito.
Enquanto ele me beijava a boca toda,
e o irmão dele beijava minhas costas e minha bunda.
Marcelo tinha uma pica mais normal, digamos, mas grossa.
Me levaram pra sala, fiquei sentada pelada no sofá.
Eles sentaram um de cada lado.
Fiquei no meio daqueles dois corpos fortes que me acariciavam e beijavam.
Enquanto Eu adorava acariciar e masturbar aqueles pauzões deles.
Eles se revezavam pra me beijar e chupar meus peitos.
Me deixavam louca.
Roberto sentou no sofá.
E, me pegando pela nuca, levou meu rosto até a pica dele, que já tava esperando ansiosa pela minha boca.
Eu aceitei de boa aquele convite gostoso.
Já o Marcelo me colocou de quatro.
E enquanto eu chupava o pau do Roberto,
eu lambia a pica do meu primo, pensando como ia fazer pra aquilo entrar na minha boca.
Tinha uma vista incrível daquela rola.
Segurei com as duas mãos e ainda sobravam uns centímetros.
Só em porno que eu via uma parada daquelas.
Marcelo chupava minha buceta e meu cu ao mesmo tempo.
E eu chupava aquela coisa enorme que me fazia engasgar e enchia minha boca.
Minhas mãos brincavam com as bolas deles.
Só se ouvia minhas chupadas, meus engasgos, o gemido do meu primo,
e o barulho da língua do outro primo na minha buceta.
Marcelo: — Que buceta boa que tu tem, priminha.
E esse cu, hummm...
Rober, tu tem que provar isso.
Roberto: — Tu não sabe como ela chupa bem.
Vem, vamos trocar, tu vai adorar.
E foi assim que fizeram. Eu me virei no sofá,
deixando minha raba bem empinada pro meu primo,
enquanto chupava o pau do outro.
Eu fazia o Marcelo gemer,
enquanto o Roberto aproveitava minha buceta molhada, me fazendo delirar de prazer.
Depois me sentaram com os paus perto do meu rosto.
Bati uma pra eles e dei umas boas mamadas.
Adorava aqueles dois paus, olhando pros meus primos como curtiam minhas mãos e boca.
Enquanto o Marcelo acariciava minha buceta melada.
Marcelo me ajeitou. de quatro.
e colocou o pau dele na minha boca enquanto Roberto ficou atrás de mim, chupando meu cu e minha buceta.
me fazendo delirar de prazer.
de repente, senti os dedos dele entrando dentro de mim, quase me fazendo engolir o pau do irmão dele.
mas o melhor ainda estava por vir.
enquanto eu não perdia o ritmo do boquete.
pude sentir meu primo lubrificando com saliva minha buceta.
na hora, senti a cabeça da pica enorme do meu primo.
e eu pensava: ai, meu deus, essa coisa vai entrar dentro de mim.
com o pau de um na minha boca.
soltei um grito ao sentir aquela pica descomunal entrando em mim.
sentia minha buceta se abrindo, com a passagem daquele tronco grosso e duro.
até que me acostumei com a dor e a ardência daquela pica, continuei chupando o pau do Marcelo.
que olhava minha cara de dor e prazer com lágrimas nos meus olhos.
pensei: nossa, já passou a dor, agora é só aproveitar.
Roberto: priminha, como sua buceta é boa.
como entra direitinho em você.
Sabrina: aiiiiii meu deus primo ha ha ha.
meu deus mmmm achei que sua pica ia me partir no meio.
mmmmm siiiim me come assim aiii mmmm sim.......
me fez ter um orgasmo como nunca tive antes.
Marcelo: rober, vamos trocar, quero aproveitar essa buceta também.
e assim fizeram, trocaram de lugar.
uma e outra vez mudavam de lugar.
ficando eu à mercê dos seus caprichos.
me provocando um orgasmo atrás do outro.
me deixando foder pela boca e usar a palavra: buceta.
Tanto um quanto o outro me deixavam do jeito que queriam.
Aproveitando os paus deles em todo tipo de posição.
Me sentia uma puta, mas adorava tanto prazer.
Não tinha problema nenhum com o que me pedissem.
Já que adorava chupar pau e ser comida por horas.
Aproveitando as mudanças e os gostos dessas duas picas.
E também aproveitando o gosto dos meus próprios sucos que meus primos tiravam com cada orgasmo que me provocavam.
Não tinha posição que eu não curtisse e eles felizes comigo.
Roberto: Uuuy, prima, me deixa louco.
Adoro como você chupa.
Espero que suas visitas sejam sempre assim.
Sabrina: Meu Deus, primo, essa foi a melhor ideia que tive e ainda melhor.
Aii, adoro ser a priminha querida de vocês.
Marcelo: Priminha, você é sempre bem-vinda.
Pra brincar com seus primos.
Sabrina: Ohhhh sim, primo, isso é um jogo muito gostoso e maravilhoso, mmm...
Roberto: É minha vez de meter essa buceta.
É um pouco cada um.
Marcelo: Tá bom, é sua vez.
Sabrina: Mmm, não tira, mais um pouquinho e eu gozo.
Ah ah ah, Deus, que delícia, mmmm simmm, assim, me dá forte, ha..............
Mais um orgasmo meu me deixou com as pernas tremendo.
Ofegante e quase sem forças, Roberto não teve piedade.
Ele sentou com o pau ereto e me colocou por cima.
Essa pica enorme estava enchendo minha buceta de novo.
Eu, exausta, fiquei largada no peito dele.
Ficando paradinha com a pica na mão dele.
Já não tinha força pra chupar.
Cansada, muito fodida, e até a mandíbula doía de tanto chupar.
Parecia uma boneca de pano pulando na vara do meu primo.
Marcelo: Prima, você tá bem?
Quer descansar?
Sabrina: Não, tô bem.
Um pouco cansada.
Mas bem.
Vão ter que me foder em turnos.
Roberto me fodia como um louco, me fazendo gemer igual doida.
Marcelo percebeu que o irmão ia demorar.
Então se colocou atrás de mim, me dando beijos no pescoço e nas costas.
Tava tão exausta que nem imaginei o que ele tinha em mente.
Minha buceta seca, sendo fodida pelo pauzão do meu primo, tava seca.
Senti o alívio da baba dele escorrendo do meu cu até minha buceta.
Agradeci em silêncio, sem saber o que me esperava.
Sentia a baba do meu primo descendo do meu ânus até minha buceta.
E o outro enfiava pra dentro da minha buceta, me dando um alívio.
Até que senti uma picada no meu ânus e uma dor aguda.
Sabrina: Aiiii, Deeeeeus, nãooo, para, para, nãooooo.
Deus, que dor, aiiiiiiiiii.
Marcelo: fica tranquila, prima, é só um pouquinho.
só relaxa.
Roberto: que porra você tá fazendo, animal???
tá louco.
não vê que tá doendo?
tá bem, Sabri?
Marcelo: eu sei o que tô fazendo, Rober.
é só um pouquinho.
prima, fica calma, já passa.
Não aguentei a dor, então tirei ele e chupei um pouco o Roberto.
Enquanto meu Marce chupava minha buceta.
Era uma sensação estranha.
Uma dor horrível, mas ao mesmo tempo uma sensação gostosa, inexplicável.
Fiquei excitada de novo com aquela sensação.
E a gente recomeçou.
O Marcelo tentou de novo.
Aquela dor virou uma sensação de prazer.
E eu já tava curtindo.
Eu gostei tanto de ser comida pelo cu que me animei pra mais.
Deixando o Roberto com a pica imensa dele meter também.
Foram horas de prazer entre nós três primos.
E quando fiquei seca de novo, exata.
Eles tiveram pena de mim.
Me deitaram no sofá.
Chupei as picas deles enquanto eles batiam punheta no meu rosto.
Até que encheram minha boca de porra.
Que eu engoli com gosto.
Ficamos os três abraçados. Reclinaram no sofá.
A gente ria e comentava como foi bom.
E pedindo mais dias de sexo.
Eles me ajudaram a me lavar e me deixaram bem arrumadinha pra voltar pra casa.
Foi assim que, por vários anos, meus primos e eu comíamos por horas seguidas.
Aproveitando e mantendo o segredo.
Eu comia eles separados ou juntos, do jeito que eu mais gostava.
Mamãe continuava repetindo a frase dela:
“De casa pra escola e da escola pra casa.”
Sem saber que o que eu mais gostava era ir pra escola pra poder passar lá e brincar com meus primos do que eu mais gostava.
-------------------------------------------------------------------talvez continue-----------------------------------------------
PS: Espero que vocês curtam esse relato compartilhado pela minha amiga Sabrina.
Não esqueçam de comentar e dar pontos pra ela se animar a contar mais e fazer mais relatos.
Até a próxima.
------------------------------------------------------------------------------------------maury-só-eu------------------
Hoje vou contar uma história bem quente que uma amiga antiga me contou.
Pra ser sincero, fiquei com muito tesão quando ela me contou e me deu autorização pra publicar.
Espero que vocês gostem e curtam tanto quanto eu.
Não esqueçam de deixar comentário e pontos.
Sabrina é minha amiga há muitos anos. E, conversando sobre nossas aventuras sexuais passadas, depois de uns drinks,
surgiu essa ideia de publicar.
A história dela começou assim.
Tudo aconteceu quando nos mudamos do campo pra cidade.
Minha educação era bem básica e eu não conseguia ficar na escola como as outras garotas da minha idade.
Então, comecei quase o ensino médio de novo numa boa escola particular da cidade.
A vida na cidade não era fácil pra mim.
Tudo era um sacrifício danado. Quis largar a escola várias vezes e voltar pro campo.
Eu já tinha 18 anos e minhas colegas eram bem mais novas que eu, me dava muita vergonha.
Mas tudo mudou quando meus primos, mais velhos que eu,
de 24 e 26 anos, me deram uma mão e um apoio incondicional pra eu melhorar na escola.
Eles se ofereceram gentilmente pra me ajudar com as coisas que eu não entendia.
Vinham na minha casa e, enquanto tomavam chimarrão com minha mãe, me ajudavam com as tarefas.
Pra minha mãe e pra mim, eles eram uns caras muito bons e inteligentes.
Bons exemplos a seguir.
O pai deles, meu tio Luís, comprou uma casa pra eles na cidade,
a duas quadras da minha escola e a quatro da minha casa.
Ou seja, quando eu e minha mãe passávamos pra ir à escola, a gente passava na frente da casa deles.
Graças à ajuda deles, melhorei muito nos estudos
e em como me sair bem na escola.
Eu estava mais segura de mim mesma, minha mãe até me via mais responsável.
E foi assim que ela me deixou ir e voltar da escola sozinha.
Porque, obviamente, eu me sentia uma idiota com 18 anos cursando o ensino médio e ainda acompanhada pela minha mãe.
Foi aí que nasceu a famosa frase da minha mãe:
"Da casa pra escola, Sabrininha, e da escola pra casa. Meu primo Marcelo e o Roberto sempre atentos.
Perguntavam como eu tava e sempre arrumando material de estudo pra mim não faltar nada.
Meus pais não sabiam como pagar a boa vontade deles.
Mas eles sempre diziam a mesma coisa.
Tios, somos família. Não tem o que agradecer.
Meus pais não sabiam, mas eu tinha várias ideias de como agradecer meus primos.
Pelo tempo e pela generosidade deles.
Marcelo, com seus 24 anos, mais alto que eu, com as costas largas e os braços torneados.
Me fazia sonhar acordada.
E nem preciso falar do Roberto. Mais alto e grandão.
Mãos enormes e uma voz grossa que parecia cantor de tango.
Quando eles se aproximavam de mim, eu ficava doida.
Muitas noites dormi pensando neles e me tocando.
Mas percebi que não era só eu que me sentia assim.
Prestando mais atenção, notei que meus primos também ficavam excitados comigo.
Aí a gente brincava de se seduzir.
E terminava mais quente do que nunca.
E eu ficava louca pra ficar com eles a sós.
Mas a vigilância da minha mãe era implacável, nunca me deixava.
E sempre que eu ia pra escola e passava na casa dos meus primos, rezava pra encontrar eles.
Enquanto na minha cabeça ecoava a voz da minha mãe dizendo:
"Da casa pra escola e da escola pra casa, Sabrinita."
Um dia, uma professora ficou doente e, até arrumarem um substituto ou ela se recuperar, nos deixavam sair mais cedo. Era a chance de ficar umas horas sem a vigilância da minha mãe.
Aquele dia foi uma tortura. O relógio não andava e as horas eram eternas.
Ao mesmo tempo, pensava: como ir até meus primos?
Com que desculpa?
O que eles iam achar de eu ir na casa deles sem permissão?
O que eu ia fazer?
E se alguém me visse?
Todos os medos vieram à tona.
Não sabia o que fazer, mas ao mesmo tempo me excitava muito mais.
Finalmente, a hora chegou, a campainha tocou.
Corri pro banheiro e me arrumei um pouco.
O coração parecia que ia sair pela boca.
Andei aquelas duas quadras até a casa deles, com muito... Medo de que me vissem.
E ao mesmo tempo pensando no que dizer ao chegar.
Finalmente cheguei até a porta.
Toquei a campainha olhando pra todos os lados.
Meu primo mais novo abriu a porta, surpreso.
Marce: Oi prima, que surpresa, o que cê tá fazendo aqui??
Sabrina: Oi primo, desculpa incomodar.
Saí mais cedo da escola e pensei em visitar vocês, atrapalho??
Sempre passo por aqui e nunca entrei.
Se atrapalhar, vou embora, era só pra visitar mesmo.
Marce: Mas prima, como é que vai atrapalhar? Entra.
O Roberto tá tomando banho.
Entra e vamos tomar uns mates.
Ele me deu um beijo na bochecha e me fez entrar.
Pedir licença e entrei.
Minha excitação tava no talo.
Na minha cabeça, pensava: os dois tão aqui.
Quem vai me comer primeiro?
Será que vão ter coragem de me comer?
Ou vai ser só mais joguinhos de sedução e nada mais?
Meu primo pediu minha mochila e a jaqueta que eu tava no braço.
Me pegou pela cintura e me levou pra cozinha.
Minha tesão subiu ao máximo quando senti a mão dele nas minhas costas, quase tocando minha bunda.
Marce: Me conta o que rolou na escola pra você sair mais cedo?
Eu contei.
Marce: Legal, assim você tem mais tempo pras outras matérias.
E a gente pode te ajudar.
Sua mãe sabe que cê tá aqui??
Sabrina: Hããã, não.
Marce: Como assim não sabe???
Sabrina: Não, cê sabe como é minha mãe.
Ela não me deixa sair pra lugar nenhum,
e além disso, hoje eu descobri a parada do meu professor, e se eu for pra casa, não vão me deixar sair nunca mais.
Marce: Bom, mas não é certo sua mãe não saber onde cê tá, ok???
Sabrina: Eu sei, primo, me desculpa, vou embora se quiser.
Só queria estar em outro lugar que não fosse minha casa.
E como cê sabe, aqui não conheço ninguém além de vocês.
No interior eu tinha mais liberdade do que aqui.
Marce: Entendo, mas cê viu como é a tia?
Claro que não me incomoda, nem quero que você vá embora, prima.
Nesse exato momento, Roberto entra na cozinha.
Se secando, semi nu, e quando me viu, ficou paralisado.
Roberto: Oi, Sabri.
Idiota, por que não avisou? que tem gente...
te peço mil desculpas, prima.
vou me trocar. a tia ???
Marce: não pensei que você fosse sair assim, vai se trocar, a tia não tá, nabo.
Meu primo me olhou, mas eu tava concentrada no volume do boxer azul e cinza dele.
Que tava muito bonito.
Olhei ele o caminho todo até sair da minha vista.
Quando percebi, meu outro primo tava me encarando com o chimarrão na mão.
Não sabia como me fazer de sonsa. Ele viu eu olhando o volume do irmão dele feito uma puta.
Fiquei vermelha e não sabia o que fazer kkkk.
Tava super nervosa e não sabia o que fazer.
Tinha dois caras na casa e eu toda excitada.
Não sabia o que fazer nem como agir.
Marce foi pro banheiro e eu fiquei sozinha na cozinha por um bom tempo.
Pensei que era hora de ir embora. Mas o Roberto chegou bem na hora.
Roberto: agora sim, oi, prima.
Me dando um beijo na bochecha que fez minhas pernas tremerem.
Ele fez as mesmas perguntas que o irmão e eu contei tudo.
Roberto: que surpresa gostosa.
Fica à vontade, você tá na sua casa.
Sabrina: obrigada, primo, mas não quero que vocês tenham problemas por eu estar aqui.
Roberto: não se preocupa, prima, não dá nada.
Não vamos falar nada.
É bom você sair um pouco da rotina e a gente poder ajudar.
Só não relaxa nos estudos, que você tá indo muito bem.
Sabrina: sim, claro, obrigada, primo. Vocês me ajudaram muito.
Sem hesitar, abracei ele.
Ele respondeu com um abraço muito carinhoso.
Eu tava nas nuvens.
Bem na hora chegou o outro, que não entendia nada kkkk.
Sabrina: vem cá, Marce, abraço de agradecimento e de primos.
Marce: vocês são malucos, sabiam???
Mas ele veio até nós e ficamos os três abraçados.
Eu tava voando, tava no paraíso.
Eu no meio dos meus dois primos, sentindo os corpos deles, os músculos.
Não sei como, mas aconteceu de eu ficar no meio dos dois.
Os perfumes deles me envolviam.
Tava em êxtase e me deixei levar, beijando o peito do meu... primo mais velho e com uma mão tocando a pica do outro.
Eles se assustaram e ficaram se olhando.
Eu não conseguia sair daquela excitação que meus dois primos me causavam.
Mas as coisas, não sei como nem quem começou.
De repente, meu primo Roberto estava com o torso nu.
Eu beijava o peito dele.
Enquanto Marcelo acariciava minha bunda empinada e dura.
Roberto: Me segurou pelo queixo e, olhando nos meus olhos, disse:
"Prima, tem certeza disso?"
Sabrina: "Sim, primo, faz meses que não transo.
E não consigo pensar em mais ninguém pra fazer isso, a não ser vocês.
Foram tão bons comigo.
E além disso, eu gosto pra caralho dos dois."
Isso foi o suficiente pra eles.
Meus dois primos só pra mim.
Roberto foi quem tomou o controle desde o começo.
Tirando minha camisa, botão por botão.
Me beijando da boca até os peitos.
Marcelo ajudou com a parte de trás do sutiã, deixando meus peitos no ar.
Enquanto um me beijava, o outro ia me despindo.
Eu flutuava de prazer.
Tanto que sonhei em foder com meus primos, e chegou o momento.
Sempre pensei que um me comeria.
E depois o outro.
Mas vejo que a realidade superaria qualquer sonho que eu tivesse.
Era minha vez de fazer mais do que só deixar ser beijada.
E aproveitando que Roberto me beijava a boca,
puxei o cinto dele e depois abaixei a calça.
Me surpreendi, porque não tinha tocado no volume dele, como fiz com o irmão.
Levei um baita susto.
Até duvidei que aquilo fosse entrar em mim.
Já que meu ex-namorado não tinha nem metade daquilo.
Me virei sem parar de bater uma pra ele.
E ajudei Marcelo a se despir do mesmo jeito.
Enquanto ele me beijava a boca toda,
e o irmão dele beijava minhas costas e minha bunda.
Marcelo tinha uma pica mais normal, digamos, mas grossa.
Me levaram pra sala, fiquei sentada pelada no sofá.
Eles sentaram um de cada lado.
Fiquei no meio daqueles dois corpos fortes que me acariciavam e beijavam.
Enquanto Eu adorava acariciar e masturbar aqueles pauzões deles.
Eles se revezavam pra me beijar e chupar meus peitos.
Me deixavam louca.
Roberto sentou no sofá.
E, me pegando pela nuca, levou meu rosto até a pica dele, que já tava esperando ansiosa pela minha boca.
Eu aceitei de boa aquele convite gostoso.
Já o Marcelo me colocou de quatro.
E enquanto eu chupava o pau do Roberto,
eu lambia a pica do meu primo, pensando como ia fazer pra aquilo entrar na minha boca.
Tinha uma vista incrível daquela rola.
Segurei com as duas mãos e ainda sobravam uns centímetros.
Só em porno que eu via uma parada daquelas.
Marcelo chupava minha buceta e meu cu ao mesmo tempo.
E eu chupava aquela coisa enorme que me fazia engasgar e enchia minha boca.
Minhas mãos brincavam com as bolas deles.
Só se ouvia minhas chupadas, meus engasgos, o gemido do meu primo,
e o barulho da língua do outro primo na minha buceta.
Marcelo: — Que buceta boa que tu tem, priminha.
E esse cu, hummm...
Rober, tu tem que provar isso.
Roberto: — Tu não sabe como ela chupa bem.
Vem, vamos trocar, tu vai adorar.
E foi assim que fizeram. Eu me virei no sofá,
deixando minha raba bem empinada pro meu primo,
enquanto chupava o pau do outro.
Eu fazia o Marcelo gemer,
enquanto o Roberto aproveitava minha buceta molhada, me fazendo delirar de prazer.
Depois me sentaram com os paus perto do meu rosto.
Bati uma pra eles e dei umas boas mamadas.
Adorava aqueles dois paus, olhando pros meus primos como curtiam minhas mãos e boca.
Enquanto o Marcelo acariciava minha buceta melada.
Marcelo me ajeitou. de quatro. e colocou o pau dele na minha boca enquanto Roberto ficou atrás de mim, chupando meu cu e minha buceta.
me fazendo delirar de prazer.
de repente, senti os dedos dele entrando dentro de mim, quase me fazendo engolir o pau do irmão dele.
mas o melhor ainda estava por vir.
enquanto eu não perdia o ritmo do boquete.
pude sentir meu primo lubrificando com saliva minha buceta.
na hora, senti a cabeça da pica enorme do meu primo.
e eu pensava: ai, meu deus, essa coisa vai entrar dentro de mim.
com o pau de um na minha boca.
soltei um grito ao sentir aquela pica descomunal entrando em mim.
sentia minha buceta se abrindo, com a passagem daquele tronco grosso e duro.
até que me acostumei com a dor e a ardência daquela pica, continuei chupando o pau do Marcelo.
que olhava minha cara de dor e prazer com lágrimas nos meus olhos.
pensei: nossa, já passou a dor, agora é só aproveitar.
Roberto: priminha, como sua buceta é boa.
como entra direitinho em você.
Sabrina: aiiiiii meu deus primo ha ha ha. meu deus mmmm achei que sua pica ia me partir no meio.
mmmmm siiiim me come assim aiii mmmm sim.......
me fez ter um orgasmo como nunca tive antes.
Marcelo: rober, vamos trocar, quero aproveitar essa buceta também.
e assim fizeram, trocaram de lugar.
uma e outra vez mudavam de lugar. ficando eu à mercê dos seus caprichos.
me provocando um orgasmo atrás do outro.
me deixando foder pela boca e usar a palavra: buceta.
Tanto um quanto o outro me deixavam do jeito que queriam. Aproveitando os paus deles em todo tipo de posição.
Me sentia uma puta, mas adorava tanto prazer.
Não tinha problema nenhum com o que me pedissem.
Já que adorava chupar pau e ser comida por horas.
Aproveitando as mudanças e os gostos dessas duas picas. E também aproveitando o gosto dos meus próprios sucos que meus primos tiravam com cada orgasmo que me provocavam.
Não tinha posição que eu não curtisse e eles felizes comigo. Roberto: Uuuy, prima, me deixa louco.
Adoro como você chupa.
Espero que suas visitas sejam sempre assim.
Sabrina: Meu Deus, primo, essa foi a melhor ideia que tive e ainda melhor.
Aii, adoro ser a priminha querida de vocês.
Marcelo: Priminha, você é sempre bem-vinda.
Pra brincar com seus primos.
Sabrina: Ohhhh sim, primo, isso é um jogo muito gostoso e maravilhoso, mmm...
Roberto: É minha vez de meter essa buceta. É um pouco cada um.
Marcelo: Tá bom, é sua vez.
Sabrina: Mmm, não tira, mais um pouquinho e eu gozo.
Ah ah ah, Deus, que delícia, mmmm simmm, assim, me dá forte, ha..............
Mais um orgasmo meu me deixou com as pernas tremendo.
Ofegante e quase sem forças, Roberto não teve piedade.
Ele sentou com o pau ereto e me colocou por cima.
Essa pica enorme estava enchendo minha buceta de novo.
Eu, exausta, fiquei largada no peito dele.
Ficando paradinha com a pica na mão dele.
Já não tinha força pra chupar.
Cansada, muito fodida, e até a mandíbula doía de tanto chupar.
Parecia uma boneca de pano pulando na vara do meu primo.
Marcelo: Prima, você tá bem?
Quer descansar?
Sabrina: Não, tô bem.
Um pouco cansada.
Mas bem.
Vão ter que me foder em turnos.
Roberto me fodia como um louco, me fazendo gemer igual doida.
Marcelo percebeu que o irmão ia demorar.
Então se colocou atrás de mim, me dando beijos no pescoço e nas costas.
Tava tão exausta que nem imaginei o que ele tinha em mente.
Minha buceta seca, sendo fodida pelo pauzão do meu primo, tava seca.
Senti o alívio da baba dele escorrendo do meu cu até minha buceta.
Agradeci em silêncio, sem saber o que me esperava.
Sentia a baba do meu primo descendo do meu ânus até minha buceta.
E o outro enfiava pra dentro da minha buceta, me dando um alívio.
Até que senti uma picada no meu ânus e uma dor aguda.
Sabrina: Aiiii, Deeeeeus, nãooo, para, para, nãooooo.
Deus, que dor, aiiiiiiiiii.
Marcelo: fica tranquila, prima, é só um pouquinho. só relaxa.
Roberto: que porra você tá fazendo, animal???
tá louco.
não vê que tá doendo?
tá bem, Sabri?
Marcelo: eu sei o que tô fazendo, Rober.
é só um pouquinho.
prima, fica calma, já passa.
Não aguentei a dor, então tirei ele e chupei um pouco o Roberto.
Enquanto meu Marce chupava minha buceta.
Era uma sensação estranha. Uma dor horrível, mas ao mesmo tempo uma sensação gostosa, inexplicável.
Fiquei excitada de novo com aquela sensação.
E a gente recomeçou.
O Marcelo tentou de novo.
Aquela dor virou uma sensação de prazer.
E eu já tava curtindo.
Eu gostei tanto de ser comida pelo cu que me animei pra mais. Deixando o Roberto com a pica imensa dele meter também.
Foram horas de prazer entre nós três primos.
E quando fiquei seca de novo, exata.
Eles tiveram pena de mim.
Me deitaram no sofá.
Chupei as picas deles enquanto eles batiam punheta no meu rosto.
Até que encheram minha boca de porra.
Que eu engoli com gosto.
Ficamos os três abraçados. Reclinaram no sofá. A gente ria e comentava como foi bom.
E pedindo mais dias de sexo.
Eles me ajudaram a me lavar e me deixaram bem arrumadinha pra voltar pra casa.
Foi assim que, por vários anos, meus primos e eu comíamos por horas seguidas.
Aproveitando e mantendo o segredo.
Eu comia eles separados ou juntos, do jeito que eu mais gostava.
Mamãe continuava repetindo a frase dela:
“De casa pra escola e da escola pra casa.”
Sem saber que o que eu mais gostava era ir pra escola pra poder passar lá e brincar com meus primos do que eu mais gostava.
-------------------------------------------------------------------talvez continue-----------------------------------------------
PS: Espero que vocês curtam esse relato compartilhado pela minha amiga Sabrina.
Não esqueçam de comentar e dar pontos pra ela se animar a contar mais e fazer mais relatos.
Até a próxima.
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10 comentários - De la casa a la escuela Sabrinita y de la escuela a casa .
cuando ella me lo conto y ayudo con el relato terminamos cojiendo porq nos calentmos como locos jaaja . gracias por comentar .