Noite de Copas (Conto Erótico)

Vocês já conhecem o Facundo, um amigo da família e atualmente meu namorado... Vou contar o que rolou esse fim de semana...

Sexta à noite, o Facundo me mandou mensagem perguntando se eu queria tomar umas cervejas. Aceitei, e ele disse que passaria lá em casa. Me falou que tava com um amigo e perguntou se podia vir pra cá. Falei que não tinha problema. Nove horas da noite eles chegaram com cervejas e cigarros. Entraram em casa, e ele me apresentou o Miguel, um amigo do trabalho. Enquanto as cervejas iam acabando uma por uma, a gente ria e conversava numa boa. O Facundo tinha me apresentado como amigo, então eu me comportei como tal a noite toda. Eram duas da manhã, e o Facundo levantou pra ir ao banheiro. Vendo como ele tava cambaleando, decidi levar ele pra deitar. Enquanto esperava ele sair do banheiro, fiquei conversando com o Miguel. Quando ele saiu, peguei ele pelo braço e, na hora que ia levar pro quarto, ele segurou minha cara e me deu um beijo. Eu virei pro Miguel, e ele desviou o olhar como se não tivesse visto nada. Entramos no quarto, e o Facu mal se aguentava em pé. Deitei ele, tirei os sapatos, arranquei a calça e a camisa. Fiquei sentado do lado dele, fazendo carinho, porque sei que ele gosta e isso relaxa ele. Minha mão passava pelo pescoço dele, descia pelo peito e entrava na cueca, acariciando de leve o pau dele. Não passou cinco minutos e ele já tinha dormido...

Quando voltei pra sala, o Miguel me ofereceu um cigarro, e aceitei. Dava pra ver que ele queria perguntar sobre o que tinha rolado, e eu também queria saber o que tava passando na cabeça dele. Perguntei se ele queria ficar mais à vontade e ofereci um shorts. Ele disse que sim. Fui no quarto, peguei um shorts e uma camisa que, na minha opinião, cairiam bem nele. Entreguei pra ele. Ele tirou a camisa ali na sala mesmo e vestiu a que eu dei. Depois tirou os sapatos e a calça. Demorou um pouco, dobrou a calça e a camisa, e ficou bem na minha frente se trocando, como se tivesse me provocando. Vestiu o shorts, e ficou perfeito. Continuamos tomando mais umas cervejas, e... Esse Facundo me faz sempre a mesma coisa: me convida pra beber e termina dormindo. Vocês se conhecem há muito tempo... Contei que o conheço desde que era criança, que praticamente me viu crescer. Na mesma hora, ele fez a jogada dele: "Esse Facundo é um tarado, te viu crescer desde pequeno e agora quer te comer. Sem ofensa, espero que não se incomode, mas você não é nada mal." Levantou a cerveja e brindou. Eu ri um pouco, acendi outro cigarro e dei um gole na cerveja. Ele continuou, buscando alguma reação minha: "Uma pergunta: debaixo desse legging, você tá de fio dental, né? Acho que não me enganei, acho que vi." Levantei e abaixei um pouco o legging pra ele ver. "Pois é, é um fio dental. Que observador você é." Fui ver como o Facundo estava. Cheguei perto do quarto, abri a porta e vi que ele tava dormindo profundamente. Fechei a porta com cuidado e ouvi o Miguel atrás de mim: "🤫 Parece que tá dormindo, não vamos acordá-lo." Quando ouvi a voz dele atrás de mim, meu corpo sentiu um arrepio — era medo de susto e uma excitação. Passei a mão na barriga dele e enfiei dentro do shorts. Ele tava duro, bem duro. Virei o olhar pro quarto, a porta meio fechada, só uma fresta por onde dava pra ver o Facu dormindo. "Fica tranquila, eu vigio", ele disse, piscando um olho. Me agachei na frente dele, puxei o pau dele, beijei e levei à boca. O pau dele me agrada, é bem grosso mesmo... Não conseguia enfiar tudo na boca por causa do tamanho. Ele tava excitado. O fato de poder ser descoberta, de fazer algo errado, me excitava ainda mais. Então comecei a chupar com mais vontade. Levantei o rosto e ele sussurrou baixinho: "Você engole tudo pra não fazer bagunça, né?" Eu só concordei com a cabeça e continuei chupando. Coloquei a mão em volta do pau dele e comecei a masturbar enquanto chupava a cabeça. Depois de alguns minutos, senti ele ficar tenso e despejar todo o gozo na minha boca e garganta. Me apressei pra beber tudo. a espremer o pau dele pra não sobrar nada... Fechei a porta e fomos pra sala, tomamos mais uma cerveja e ele se deitou no sofá, parecia cansado e relaxado depois que gozou, tava exausto... Até amanhã, falei quando tava indo embora, ele me chamou quando me aproximei: "E aí, não vai se despedir dele também?" enquanto passava a mão no próprio pau. Me aproximei, abaixei um pouco a calça dele e dei uns beijinhos e uma chupadinha, mas não consegui fazer ele endurecer. Fui pro quarto, eu ainda tava excitado, então quando entrei, me aproximei do Facu, tirei a cueca dele e comecei a passar o pau dele no meu rosto como se fosse uma gata no cio. O pau dele começou a subir, e nisso sinto a mão dele na minha cabeça... Ele perguntou pelo Miguel, falei que tava dormindo na sala. Ele continuou deitado, só movendo a mão pra empurrar o pau dele na minha garganta. Subi beijando a barriga e o pescoço dele, ele só curtia, tava meio dormindo, mas o que importava era o pau dele, e esse tava bem acordado. Lubrifiquei o pau dele com minha saliva e usei a mesma pro meu cu... Peguei o pau dele nas mãos e fui sentando devagar, sentindo ele entrando, fui descendo até ele entrar todo e eu me sentir completo... Senti a respiração acelerada e comecei a cavalgar nele. Facu se ativou e começou a mexer o quadril, eu pulava em cima dele sentindo o pau dele inteiro... Facu começou a subir o corpo com força, e eu aguentando as investidas deliciosas... Continuamos assim até ele me apertar e gozar dentro de mim. Deitei no peito dele, ainda com o pau dele no meu cu, senti ele perder a ereção e sair, senti o leite dele escorrendo de mim. Eu não queria me mexer, tava muito confortável e dormi naquela posição...

Sete da manhã, levantei e tomei um banho. Fui pra sala e o Miguel ainda tava dormindo. Comecei a fazer café da manhã, enquanto cozinhava, o Facu saiu do quarto, foi tomar um banho e depois veio me ajudar com a comida. Acordou o Miguel, que me tratou como se nada tivesse acontecido na noite anterior. Eu tava de shortinho curto. Passando de um lado pro outro... Tomamos café da manhã e começaram a se despedir. Facu tinha que ir pra casa e voltaria à noite, além disso Miguel tinha que ir com a esposa, que precisava sair. Miguel saiu primeiro e, quando Facundo não estava olhando, me deu um beijo: "Volto à noite pra gente se divertir". Fechei a porta e fui lavar a louça... Quando terminei, tocaram a campainha. Fui ver e era o Miguel. Perguntei pelo Facu e ele disse que já tinha ido, mas que ele tinha esquecido a carteira no móvel. Entrou em casa, procurou no móvel e tirou a carteira de entre os almofadas. Eu me aproximei e agarrei o pacote dele. Ele não pensou duas vezes: tirou a camisa, eu me despi na hora e ele fez o mesmo. Fomos pro quarto, me ajoelhei na frente dele e chupei o pau dele à vontade. "Quero meter em você". Levantei, peguei uma camisinha e coloquei nele. Me posicionei na cama de quatro, apoiei a cabeça no colchão e com as mãos abri minha buceta pra me entregar. Ele colocou o pau no meu cu e começou a luta. A cabeça entrou sem muito esforço, mas o tronco foi uma tortura — é grosso e abria meu cu todo. Pedia devagar, e ele entrava com cuidado. Meteu tudo e começou a tirar aos poucos, depois a entrar de novo. Enquanto fazia isso, meu cu passava da dor ao prazer e meu corpo pedia mais. "Mais forte, porra!" gritei, e ele aumentou as estocadas. Me comeu gostoso, muito gostoso. Eu não queria que acabasse. Saí do pau dele, me virei, levantei as pernas e ofereci o cu de novo. Ele entrou de uma vez e continuou metendo forte, sem piedade. Eu gemia que nem uma puta, e ele gozou. Peguei meu pau com as mãos e, ao apertar, gozei no meu peito... Tomamos um banho juntos, falando de tudo e de nada.

"Espero que tenha gostado. Por favor, não conta pro Facundo — ele trabalha comigo e, como você sabe, tenho família e não quero que descubram isso."

"Fica tranquilo, Miguel, te entendo. Também não conta nada pra ninguém e volta sempre que quiser. As portas da minha casa estão abertas. e minhas nádegas estão abertas pra você....
Foi assim que ela se despediu, e dessa vez sem deixar nada pendente.

Espero que vocês gostem... já vou contar a que o Facu me deu quando voltei à noite.

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