Outra história por aí
Olá, meu nome é Irene, tenho 32 anos. Sou uma mulher alta, 1,75m, cabelo comprido, olhos verdes, um pouco moreninha, com uns peitos grandes e empinados, uma bunda arrebitada bem no lugar e um corpo bem magrinho e curvilíneo. Sou felizmente casada com Daniel, um homem de físico atlético (passa 2 horas na academia), muito alto, também moreno, cabelo curto, mas com um pau um pouco na média (15cm).
Daniel trabalha numa empresa de marketing e vendas onde vive enrolado e faz hora extra. Ele compensa com o salário, que faz com que eu não precise trabalhar e possa de vez em quando curtir de manhã com minhas amigas, ir à academia, fazer compras, passear com meu cachorro Jacky... enfim, pura liberdade.
Numa quarta-feira, minha amiga Rocio me ligou pra marcar um café na hora do lanche e contar como foi a semana. Me preparei vestindo uma calça jeans justa que realçava mais minha bunda, um sutiã preto combinando com minha calcinha e uma blusa preta de seda bem fresquinha. Em seguida, me aprontei pra sair de casa quando meu marido me ligou.
– Oi, princesa, como você está?
– Muito bem, amor, e você?
– Estressado como sempre, mas bem. Liguei pra te avisar que hoje à noite não vou dormir em casa porque tenho uma reunião de última hora com um cliente e vou ficar na casa do Raul.
– Tá bem, amor, não se preocupa. Congelei a comida que sobrou e ainda tenho o Jacky pra me fazer companhia.
– Vou te compensar, princesa. Te amo muito.
– Mais te vale, amor. Te amooo.
Como sempre, meu marido vive ocupado e eu vejo ele muito pouco. Isso costuma ser motivo das nossas brigas, mas com o tempo fomos aceitando, e é uma das razões pelas quais não temos filhos. Ele gostaria de se dedicar mais a ser pai, mas não consegue. Sempre usamos camisinha, então não tem descuido pra eu engravidar.
Depois de desligar, pego minha bolsa preta, me despeço do Jacky e saio pela porta. Vejo que o sol está radiante e no celular aparece que estão fazendo 30 graus. (Hoje vai ser um dia quente)
Chego na cafeteria e na mesinha da varanda está a Rocio me acenando pra eu vê-la.
Rocio é uma mulher normal, meio gordinha e que não se cuida nada. É baixinha, loira, com pouco peito e uma bunda grande. Tá solteira e, segundo ela, nunca se pode confiar em homem.
— Oi, Irenita! Beleza?
— Tudo bem, Roci, e você?
— Eu tô ótima, como sempre. E aí, como é que tão as coisas com o Raúl?
— Ah, na mesma. Pra ser sincera, hoje também vou dormir sozinha por causa do trabalho dele e uma reunião.
— Pô, não é possível. Não entendo por que vocês não se divorciaram já que não têm um filho no meio.
— Porque eu amo ele de verdade, Roci. Mas, enfim, assim eu fodo ele com mais vontade.
— É, então você pega ele porque, pelo que você diz, já faz um tempinho. — Ela falou com um meio sorriso.
— Pois é, verdade. Nem mais nem menos que seis meses. Já não sei mais o que fazer.
— Tem muito homem por aí pra isso, Irenita, e aposto que ele já se adiantou com outra.
— Não fala assim, Rocio, meu marido nunca faria isso. (Confesso que na hora eu duvidei um pouco.)
O sol começou a pegar forte, eram 6h30 da tarde e eu tive que desabotoar os primeiros botões da minha blusa, deixando à mostra um decote bem provocante. Ao nosso redor, tinha um grupo de três homens mais velhos, uns 60 anos. Um deles foi o que mais me chamou a atenção. Nunca tinha visto um homem tão descuidado: era gordinho, com pouco cabelo branco, uma camisa xadrez meio aberta deixando ver os pelos do peito, uma calça jeans que parecia que ia estourar e uma barba mal feita. Era o típico homem que daria um certo nojo em muitas mulheres. Pra minha surpresa, ele começou a me encarar o decote, sem o menor pudor. A verdade é que sempre gostei de homens respeitosos como meu marido, e aquela olhada de tarado me deixava incomodada.
Continuei conversando sem prestar atenção no velho safado quando o garçom apareceu com nossos cafés. Primeiro serviu a Rocio e depois, ao tentar me servir, o café escorregou e me respingou. Calça, dei um pulo por causa do calor que tava e falei:
-Porra!!
E o garçom, com um tom de preocupação e exaltado:
-Foi mal demais! Deixa eu limpar e te ajudar
-Não, deixa, vou no banheiro jogar água fria
Levantei e fui no banheiro. Quando entrei, percebi que nessa cafeteria o banheiro era daqueles individuais que você fecha com o trinco antes da pia e fica com o banheiro todo só pra você. Meu descuido foi não ter fechado, e enquanto eu abaixava a calça pra lavar e refrescar a área afetada, o velho safado entrou sem mais nem menos no banheiro.
-Mas que porra você tá fazendo?- Falei com um tom de puta raiva
-Calma, vi que você se queimou e eu tava com uma pomada pra queimadura aqui, porque o sol não me faz bem- Ele disse tentando me acalmar
A verdade é que minha opinião sobre aquele homem mudou, mesmo que não fosse jeito. Levantei a calça, peguei o pote e falei educadamente pra ele vazar.
-Tô preocupado se seu ferimento tá grave, você se importa de eu dar uma olhada pra ir embora tranquilo?- Ele disse com um sorriso, como se o jeito dele agir fosse o mais normal do mundo
-Não se preocupa, não é nada, pelo amor de Deus, cai fora- Falei com um pouco de medo de ele tentar algo, mesmo que eu gritasse se fosse o caso.
-Tá bom, desculpa ter te incomodado- Ele disse e se virou
Quando virou, escorregou e rapidamente se agarrou na porta. Eu era muito respeitosa, me aproximei e perguntei se ele tava bem. Ele se levantou e se jogou pra me beijar. Eu não consegui desviar e tentei afastar ele, mas ele era muito pesado e continuava com a boca na minha, a língua tentando entrar na minha boca. Puxou meu cabelo pra trás, eu abri a boca um momento e ele enfiou a língua enquanto me apalpava os peitos com uma mão e a outra na minha buceta. A verdade é que nunca tinha imaginado, mas aquele homem começou a me excitar no momento em que me olhava com desejo na varanda. E agora só sabia me tocar e me beijar com aquela paixão. Finalmente comecei a ficar com tesão e correspondi aos beijos. Não sabia o que tava fazendo, mas Despertou em mim um instinto sexual muito forte.
No final, ele me agarrou pela bunda e se encostou em mim, tava dura como pedra e dava pra ver que era bem grande.
— Vamos, foxy, abaixa e chupa — o porco falou.
A verdade é que aquelas palavras ecoaram forte na minha cabeça, mas me excitaram ainda mais e, como uma garota submissa, obedeci e puxei a calça dele junto com a cueca. Descobri um pau muito grosso e comprido. Meu Deus, não sabia como ia caber tudo aquilo na minha boca. Ele me pegou pela cabeça e me aproximou daquela rola pulsante. Percebi que cheirava muito mal e fiquei parada. Cortou o clima na hora, mas já era tarde demais, eu tava de joelhos e não sabia como dizer não. Ele me segurou, colocou a ponta nos meus lábios, molhando minha boca com o líquido pré-gozo, e no fim, sem pensar, enfiou na minha boca. Comecei devagar, só a cabeça, que era bem grande, e cada vez mais rápido enquanto batia uma pra ele.
— Porra, como você chupa bem, puta, continua assim, caralho — ele disse entre gemidos, cada vez mais rápido, fodendo minha boca.
— Tá gostando, seu filho da puta? — perguntei, sei lá o que tava acontecendo comigo, tava fora de mim.
Tava encharcada, só de chupar aquela rola enorme já tava louca de tesão e só queria que ele me fodesse.
Ele me pegou pelos braços, me levantou e me encostou na pia de forma brusca e rápida.
— Fica de... ohhh! —
Tentei falar quando o filho da puta meteu de uma vez, super rápido. Eu não dava conta, aquela piroca entrou com uma força impressionante, me deixando sem palavras. Era um prazer indescritível. O simples fato de um desconhecido velho, gordo e tarado estar me fodendo como uma puta me deixava louca de tesão, e eu só pensava em ele me foder cada vez mais.
— Ohhh, sim, me fode mais forte, seu filho da puta —
— Como você gosta de ser fodida, hein, puta... que buceta gostosa, que molhadinha, ahhh! —
Comecei a me mexer também, cada vez mais, e ele cada vez mais forte. E no final, gozei como uma besta. Meu Deus, o melhor orgasmo da minha vida.
— Ohhh, filho da puta, me fode mais quero mais!!!
—Já tô chegando, foxy!! uf, adoro sua buceta— disse se arqueando mais e mais, cada vez mais forte e rápido
—Não goza dentro, por favor, não tomo nada!— tentei falar
não adiantou nada, o filho da puta me segurando pelos quadris não me soltava e cada vez metia mais e mais rápido, destruindo minha buceta com o pauzão dele. Tentei me soltar, mas não conseguia, o desgraçado me prendia bem.
—Sai, imbecil, te falei pra não gozar dentro— falei enquanto tentava me soltar, mas ele era forte e pesado demais
—não se mexe, porra, já tô chegando—
disse com um tom irritado, dando as últimas estocadas, enchendo minha buceta de porra. Era inacreditável, ele não parava de jorrar o pau enquanto gemia que nem um louco
— ohhhh foxy, caralho, que buceta—
disse se afastando e jogando umas notas de 50 na pia
—filho da puta, sai daqui, desgraçado— falei chorando e me sentindo suja.
Não tomei nada porque corro risco de trombose, e umas semanas depois veio a pior notícia... tava grávida daquele velho safado.
Garanti de furar uns preservativos do meu marido na noite que ele me compensou, pra ele não desconfiar de nada.
Essa experiência me marcou, mas me fez perceber que eu realmente amava sexo.
Olá, meu nome é Irene, tenho 32 anos. Sou uma mulher alta, 1,75m, cabelo comprido, olhos verdes, um pouco moreninha, com uns peitos grandes e empinados, uma bunda arrebitada bem no lugar e um corpo bem magrinho e curvilíneo. Sou felizmente casada com Daniel, um homem de físico atlético (passa 2 horas na academia), muito alto, também moreno, cabelo curto, mas com um pau um pouco na média (15cm).
Daniel trabalha numa empresa de marketing e vendas onde vive enrolado e faz hora extra. Ele compensa com o salário, que faz com que eu não precise trabalhar e possa de vez em quando curtir de manhã com minhas amigas, ir à academia, fazer compras, passear com meu cachorro Jacky... enfim, pura liberdade.
Numa quarta-feira, minha amiga Rocio me ligou pra marcar um café na hora do lanche e contar como foi a semana. Me preparei vestindo uma calça jeans justa que realçava mais minha bunda, um sutiã preto combinando com minha calcinha e uma blusa preta de seda bem fresquinha. Em seguida, me aprontei pra sair de casa quando meu marido me ligou.
– Oi, princesa, como você está?
– Muito bem, amor, e você?
– Estressado como sempre, mas bem. Liguei pra te avisar que hoje à noite não vou dormir em casa porque tenho uma reunião de última hora com um cliente e vou ficar na casa do Raul.
– Tá bem, amor, não se preocupa. Congelei a comida que sobrou e ainda tenho o Jacky pra me fazer companhia.
– Vou te compensar, princesa. Te amo muito.
– Mais te vale, amor. Te amooo.
Como sempre, meu marido vive ocupado e eu vejo ele muito pouco. Isso costuma ser motivo das nossas brigas, mas com o tempo fomos aceitando, e é uma das razões pelas quais não temos filhos. Ele gostaria de se dedicar mais a ser pai, mas não consegue. Sempre usamos camisinha, então não tem descuido pra eu engravidar.
Depois de desligar, pego minha bolsa preta, me despeço do Jacky e saio pela porta. Vejo que o sol está radiante e no celular aparece que estão fazendo 30 graus. (Hoje vai ser um dia quente)
Chego na cafeteria e na mesinha da varanda está a Rocio me acenando pra eu vê-la.
Rocio é uma mulher normal, meio gordinha e que não se cuida nada. É baixinha, loira, com pouco peito e uma bunda grande. Tá solteira e, segundo ela, nunca se pode confiar em homem.
— Oi, Irenita! Beleza?
— Tudo bem, Roci, e você?
— Eu tô ótima, como sempre. E aí, como é que tão as coisas com o Raúl?
— Ah, na mesma. Pra ser sincera, hoje também vou dormir sozinha por causa do trabalho dele e uma reunião.
— Pô, não é possível. Não entendo por que vocês não se divorciaram já que não têm um filho no meio.
— Porque eu amo ele de verdade, Roci. Mas, enfim, assim eu fodo ele com mais vontade.
— É, então você pega ele porque, pelo que você diz, já faz um tempinho. — Ela falou com um meio sorriso.
— Pois é, verdade. Nem mais nem menos que seis meses. Já não sei mais o que fazer.
— Tem muito homem por aí pra isso, Irenita, e aposto que ele já se adiantou com outra.
— Não fala assim, Rocio, meu marido nunca faria isso. (Confesso que na hora eu duvidei um pouco.)
O sol começou a pegar forte, eram 6h30 da tarde e eu tive que desabotoar os primeiros botões da minha blusa, deixando à mostra um decote bem provocante. Ao nosso redor, tinha um grupo de três homens mais velhos, uns 60 anos. Um deles foi o que mais me chamou a atenção. Nunca tinha visto um homem tão descuidado: era gordinho, com pouco cabelo branco, uma camisa xadrez meio aberta deixando ver os pelos do peito, uma calça jeans que parecia que ia estourar e uma barba mal feita. Era o típico homem que daria um certo nojo em muitas mulheres. Pra minha surpresa, ele começou a me encarar o decote, sem o menor pudor. A verdade é que sempre gostei de homens respeitosos como meu marido, e aquela olhada de tarado me deixava incomodada.
Continuei conversando sem prestar atenção no velho safado quando o garçom apareceu com nossos cafés. Primeiro serviu a Rocio e depois, ao tentar me servir, o café escorregou e me respingou. Calça, dei um pulo por causa do calor que tava e falei:
-Porra!!
E o garçom, com um tom de preocupação e exaltado:
-Foi mal demais! Deixa eu limpar e te ajudar
-Não, deixa, vou no banheiro jogar água fria
Levantei e fui no banheiro. Quando entrei, percebi que nessa cafeteria o banheiro era daqueles individuais que você fecha com o trinco antes da pia e fica com o banheiro todo só pra você. Meu descuido foi não ter fechado, e enquanto eu abaixava a calça pra lavar e refrescar a área afetada, o velho safado entrou sem mais nem menos no banheiro.
-Mas que porra você tá fazendo?- Falei com um tom de puta raiva
-Calma, vi que você se queimou e eu tava com uma pomada pra queimadura aqui, porque o sol não me faz bem- Ele disse tentando me acalmar
A verdade é que minha opinião sobre aquele homem mudou, mesmo que não fosse jeito. Levantei a calça, peguei o pote e falei educadamente pra ele vazar.
-Tô preocupado se seu ferimento tá grave, você se importa de eu dar uma olhada pra ir embora tranquilo?- Ele disse com um sorriso, como se o jeito dele agir fosse o mais normal do mundo
-Não se preocupa, não é nada, pelo amor de Deus, cai fora- Falei com um pouco de medo de ele tentar algo, mesmo que eu gritasse se fosse o caso.
-Tá bom, desculpa ter te incomodado- Ele disse e se virou
Quando virou, escorregou e rapidamente se agarrou na porta. Eu era muito respeitosa, me aproximei e perguntei se ele tava bem. Ele se levantou e se jogou pra me beijar. Eu não consegui desviar e tentei afastar ele, mas ele era muito pesado e continuava com a boca na minha, a língua tentando entrar na minha boca. Puxou meu cabelo pra trás, eu abri a boca um momento e ele enfiou a língua enquanto me apalpava os peitos com uma mão e a outra na minha buceta. A verdade é que nunca tinha imaginado, mas aquele homem começou a me excitar no momento em que me olhava com desejo na varanda. E agora só sabia me tocar e me beijar com aquela paixão. Finalmente comecei a ficar com tesão e correspondi aos beijos. Não sabia o que tava fazendo, mas Despertou em mim um instinto sexual muito forte.
No final, ele me agarrou pela bunda e se encostou em mim, tava dura como pedra e dava pra ver que era bem grande.
— Vamos, foxy, abaixa e chupa — o porco falou.
A verdade é que aquelas palavras ecoaram forte na minha cabeça, mas me excitaram ainda mais e, como uma garota submissa, obedeci e puxei a calça dele junto com a cueca. Descobri um pau muito grosso e comprido. Meu Deus, não sabia como ia caber tudo aquilo na minha boca. Ele me pegou pela cabeça e me aproximou daquela rola pulsante. Percebi que cheirava muito mal e fiquei parada. Cortou o clima na hora, mas já era tarde demais, eu tava de joelhos e não sabia como dizer não. Ele me segurou, colocou a ponta nos meus lábios, molhando minha boca com o líquido pré-gozo, e no fim, sem pensar, enfiou na minha boca. Comecei devagar, só a cabeça, que era bem grande, e cada vez mais rápido enquanto batia uma pra ele.
— Porra, como você chupa bem, puta, continua assim, caralho — ele disse entre gemidos, cada vez mais rápido, fodendo minha boca.
— Tá gostando, seu filho da puta? — perguntei, sei lá o que tava acontecendo comigo, tava fora de mim.
Tava encharcada, só de chupar aquela rola enorme já tava louca de tesão e só queria que ele me fodesse.
Ele me pegou pelos braços, me levantou e me encostou na pia de forma brusca e rápida.
— Fica de... ohhh! —
Tentei falar quando o filho da puta meteu de uma vez, super rápido. Eu não dava conta, aquela piroca entrou com uma força impressionante, me deixando sem palavras. Era um prazer indescritível. O simples fato de um desconhecido velho, gordo e tarado estar me fodendo como uma puta me deixava louca de tesão, e eu só pensava em ele me foder cada vez mais.
— Ohhh, sim, me fode mais forte, seu filho da puta —
— Como você gosta de ser fodida, hein, puta... que buceta gostosa, que molhadinha, ahhh! —
Comecei a me mexer também, cada vez mais, e ele cada vez mais forte. E no final, gozei como uma besta. Meu Deus, o melhor orgasmo da minha vida.
— Ohhh, filho da puta, me fode mais quero mais!!!
—Já tô chegando, foxy!! uf, adoro sua buceta— disse se arqueando mais e mais, cada vez mais forte e rápido
—Não goza dentro, por favor, não tomo nada!— tentei falar
não adiantou nada, o filho da puta me segurando pelos quadris não me soltava e cada vez metia mais e mais rápido, destruindo minha buceta com o pauzão dele. Tentei me soltar, mas não conseguia, o desgraçado me prendia bem.
—Sai, imbecil, te falei pra não gozar dentro— falei enquanto tentava me soltar, mas ele era forte e pesado demais
—não se mexe, porra, já tô chegando—
disse com um tom irritado, dando as últimas estocadas, enchendo minha buceta de porra. Era inacreditável, ele não parava de jorrar o pau enquanto gemia que nem um louco
— ohhhh foxy, caralho, que buceta—
disse se afastando e jogando umas notas de 50 na pia
—filho da puta, sai daqui, desgraçado— falei chorando e me sentindo suja.
Não tomei nada porque corro risco de trombose, e umas semanas depois veio a pior notícia... tava grávida daquele velho safado.
Garanti de furar uns preservativos do meu marido na noite que ele me compensou, pra ele não desconfiar de nada.
Essa experiência me marcou, mas me fez perceber que eu realmente amava sexo.
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