Buceta da Mili 08

Depois de alguns minutos de beijos e carícias, nos afastamos, ainda cansados mas sem sono. Deitados de lado, frente a frente, só nos olhávamos e sorríamos. Nos recusávamos a dar fim àquele momento mágico. Só ela teve coragem de perguntar:
Você acha que isso é normal?, sabe, fazer tantas vezes numa noite só…
Bom, acho que no começo é assim... a gente faz igual coelho... em todos os lugares que dá e em todas as posições que consegue... Já não aconteceu com você antes?
Isso de ficar assim... talvez 2 ou 3 vezes, quem sabe 4 seja meu recorde... mas não 6 vezes numa noite!... isso aí já é abuso – ela disse meio brincando, meio reclamando.
Mas lembra quem me provocou no chuveiro...
Tá bom, mas você já tá parecendo o coelhinho daquelas pilhas Duracell...
Talvez eu tenha exagerado com ela, mas mesmo que a analogia soe desajeitada, machista e sem noção: eu estava como uma criança com um brinquedo novo… não me cansava dela… não queria largar… estava hipnotizado, encantado, extasiado com a Mili, com sua deliciosa silhueta, sua entrega ardente, sua personalidade engraçada. Não soube como expressar na hora, só disse:
É que você me deixa assim... eu expliquei e beijei seu pescoço novamente, nesse ponto eu via que essa carícia não fazia tanto efeito quanto antes, ela só sorria carinhosamente para mim.
Não, isso não vai funcionar comigo... depois desta noite estou imune às suas artimanhas... ele disse com um sorriso malicioso.
Nessas circunstâncias, minha manobra não funcionaria. Acho que primeiro eu precisava estimular ela um pouco e, se mesmo assim ela ainda estivesse meio relutante, beijar seu pescoço poderia ser o golpe final... só em casos de emergência, em situações extremas eu usaria essa tática. Não queria que a Mili ficasse imune a essa carícia. Naquele momento eu estava cansado e com a virilha meio dolorida de tanto usar. Só queria brincar com a ideia:
Sabe de uma coisa? O número 6 não me agrada... vamos pelo 7... eu sugeri.
Não… você só vai chegar no 7… comigo não conte… respondeu com uma careta de surpresa e cansaço.
Depois dessa breve conversa, decidimos deixar a cama, testemunha da iniciação anal da Mili e do nosso último encontro. Ainda era cedo, mas o sol já espalhava sua luminosidade e calor com mais força.
A Mili pediu para tomar banho sozinha, não queria tentar a sorte, estava satisfeita com as 6 vezes que fizemos naquele fim de semana. Além disso, seu cu estava todo vermelho, meio irritado, era compreensível que ela quisesse me manter longe da tentação de chegar ao sétimo encontro sexual daquele fim de semana.
Tomei banho e, ao voltar para meu quarto, vi a Mili vestindo sua calça branca, mas com minha camisa. Ela tentava consertar a blusa dela... uma coisa era vir à minha casa mostrando um decote sugestivo, outra era voltar para a dela, na frente dos pais. Eles notariam o estrago na blusa.
Você tem agulha, linha e botões?... acho que meus pais... Ai... meus pais!... eu disse que ia fazer um trabalho, mas não avisei que ia ficar fora... eles vão ficar preocupados... disse com ar de culpa.
Se quiser, te empresto meu celular pra você ligar pra eles…
Não, é muito cedo, vou mandar uma mensagem no celular do meu pai… Se ele disser alguma coisa, vou dar a desculpa de que foi culpa da rede telefônica que demorou pra enviar a mensagem…
Ela tirou o celular da bolsa e, ao conferir, sua expressão mudou: primeiro foi de surpresa com a quantidade de chamadas perdidas e mensagens… depois veio a preocupação ao perceber que todas eram dos pais… por fim, uma certa decepção ao não encontrar nenhuma de Javier… pelo visto, a amiguinha carinhosa dele o tinha mantido tão ocupado quanto eu mantive a Mili.
No começo, notei seu gesto desconfortável com aquela desatenção do Javier, mas depois ela pareceu não dar importância, afinal, com o que aconteceu na minha casa, acho que ela já tinha se vingado o suficiente.
Buceta da Mili 08A gente se dedicou a costurar os botões da sua blusa, e até que ficou boa, mas era óbvio que não eram os originais. Além disso, tinha uns arranhões de quando eu abri a blusa dela de forma brusca no banheiro da faculdade.
Não podia voltar para casa daquele jeito. Mili lembrou do polo da minha prima que viu no meu armário e decidiu usar, era melhor que a blusa dela. Como imaginei, ficou um pouco pequeno e apertado, tipo um top. Como o sutiã quebrado dela ficou no banheiro da faculdade, ela estava protegida só pelo polo. Os mamilos dela mal estavam contidos. No final, ela ficou mais ou menos como na foto.
 
Depois fomos tomar café da manhã. Dessa vez ela não se ofereceu para limpar a mesa, estava com medo pela sua retaguarda. Enquanto eu limpava a mesa, ela lavava as xícaras.
De costas para mim, ela terminava seu trabalho, seus movimentos não eram tão sugestivos quanto quando limpa minha mesa, mas suas curvas, sua bunda… dava vontade de devorar… simplesmente me aproximei por trás e a abracei…
O que você tá fazendo?... eu reclamo brincando.
Nada... eu adoro te ver assim... tão prendada... eu disse carinhosamente, sentindo suas nádegas fartas tão perto da minha virilha.
Não vamos chegar na sétima... ela me avisou com um sorriso.
Parece que a Mili já tinha sentido o volume na minha virilha contra suas nádegas carnudas, mas mesmo assim ela não se afastou. Com certeza ela gostava que eu a abraçasse daquele jeito, gostava de me sentir. Quando ela termina o que estava fazendo:
Obrigada… eu disse.
Não, obrigada a você... por tudo... ela respondeu, depois virou o rosto, eu entendi que ela queria me dar um beijo e correspondi.
Ficamos alguns segundos assim, até que ela sentiu meu pau começando a endurecer, então se afastou…
Não… deixa quieto… vou me atrasar… meus pais devem estar preocupados… disse se justificando.
Tá bom… eu disse, com voz de criança magoada.
Da próxima vez... ele disse carinhosamente e me deu outro beijo.
Poxa, achei que nossa história sexual ia acabar naquele dia. Sabia que não devia criar muita expectativa, mas o comentário dele estava deixando uma porta entreaberta, que eu precisava tocar ou empurrar pra entrar... Ele não estava negando essa possibilidade...
Ela se afastou de mim, pegou a carteira e, como me viu um pouco desiludido por não termos chegado ao sétimo encontro sexual, me pediu para acompanhá-la. Coitada da Mili, não sabia que o número sete estava mais perto do que ela imaginava.
Caminamos pela minha sala, eu atrás dela observava maravilhado o balançar dos seus quadris, aquele andar provocante que ela exibia para mim, sabia que eu estava observando. Ela estava disposta a sair e assim terminar seu martírio na minha casa... só que sua vaidade pregou uma peça nela...
Perto da minha porta tem um espelho de bom tamanho, fica acima de um sofá. Minha mãe colocou ali porque queria dar uma última olhada na roupa ou no cabelo antes de sair, coisas de mulher… Mili não foi exceção nesse olhar final, fez uma última parada na frente daquele espelho... meu pau também tinha reservado uma última parada de despedida pra ela.
Enquanto ela se olhava no espelho, dando os últimos retoques na maquiagem, eu me posicionei atrás dela e a abracei. Só que dessa vez meu pau estava bem mais duro e evidente, encaixado entre suas nádegas redondas.
Eu te falei que a gente não vai chegar no sete... ela disse sem largar a bolsa, procurando os pincéis de maquiagem, mas eu senti que ela arrebitou um pouco a bunda, não sei se por alerta ou pela fascinação que minha rola dura causava, tentando abrir aquelas nádegas gostosas.
Eu só te abraço... me desculpo sem parar de pressionar meu volume na sua racha.
Agora minhas mãos puxavam sua cintura para mim, empurrando sua bunda contra minha virilha. Ela não reclamava, continuava mais preocupada com a aparência. Beijei seu pescoço, pelo espelho pude ver como agora sim surtia efeito, ela entrecerrou os olhos, por um momento esqueceu da maquiagem, depois voltou a si:
Não, Chris, agora não… olha só, tive que passar hidratante pra aliviar a ardência que estava sentindo… reclamo com carinho.
Desculpa… é que não consigo te largar… se quiser, te dou um pote inteiro de hidratante… eu mesmo passo em você… falei em tom de brincadeira suplicante.
Ai... você é terrível... disse ela, cedendo um pouco, mas logo voltou a bancar a difícil: já está tarde... seus pais vão chegar.
Em outros tempos isso teria feito minha ereção murchar, mas nessas circunstâncias, sentindo o corpo da Mili, essa desculpa não colava. Além do mais, eram quase oito horas, era muito cedo.
Meus pais provavelmente vão chegar mais tarde... eu disse, deslizando minhas mãos pelo abdômen dela em direção aos seios.
Tem certeza?... pergunta Mili, recuando na sua recusa, mas avançando na pressão que suas nádegas exerciam contra mim.
Minhas mãos já não seguravam, nem pressionavam sua cintura contra minha virilha, mas seu bumbum continuava esfregando na minha pica. A Mili estava fazendo por vontade própria, estava sentindo meu pau duro entre suas nádegas suculentas e estava adorando, queria senti-lo mais perto, abrindo ela mais e por isso não parava de exercer pressão. Meus dedos massageavam seus seios por cima do tecido, sentindo sua excitação crescente.
Tenho certeza que elas vão chegar em algumas horas…
Não… eles não podem nos pegar… ela respondeu, mas essa ideia só aumentou a adrenalina da situação, pelo tom da voz dela eu senti.
Não importa… eu sussurrei perto do ouvido dela, beijando atrás da orelha.
Ela estremeceu, a cabeça foi para trás, enquanto deixava minhas mãos e meu pau a acariciarem através da roupa. Talvez a ideia do sétimo encontro não a desagradasse tanto assim no final das contas... ou era sua última vingança por não ter recebido nenhuma ligação ou recado do corno do seu namorado.
Não devíamos fazer isso… podem nos ver… ela dizia visivelmente excitada, passava a mão pelas minhas costas, tocando minha cintura, segurando e empurrando contra seu corpo de vez em quando.
As cortinas estão fechadas, a rua está vazia… eu disse.
Ela não respondia nada, mas eu sentia o calor do corpo dela, o jeito como ela buscava roçar minha virilha com os quadris… ela não se afastava, me procurava… tomei isso como um sinal de aprovação.
Desci uma das minhas mãos até sua cintura e, como pude, comecei a puxar sua calça apertada de um lado... ela pegou minha mão para impedir... porém não oferecia muita resistência... beijei seu pescoço, ela moveu a cabeça nervosamente, com os olhos fechados... agora sua mão me ajudava a abaixar a calça...
Ayyy… Por que eu faço isso?... Mili se perguntava, surpresa com sua própria atitude, com essa ansiedade de ser penetrada de novo.
Sua calça justa e seu pequeno fio-dental haviam deixado escapar suas nádegas que pareciam mais volumosas. Sua mão por cima da minha calça massageava meu pau, ela sorria ao senti-lo duro... sabia que ela, seu corpo, seus gestos provocavam essas ereções contínuas... naquele momento eu não sabia quem era o escravo e quem era o dono... quem abusava de quem... talvez ambos fôssemos vítimas das circunstâncias...
Tira isso agora... ele pedia, se referindo à minha calça.
Não fiz rodeios, desci o mais rápido que pude, meu pau disparou e praticamente quicou na bunda dela. Ela se surpreendeu ao sentir sua rigidez, e eu me surpreendi ao sentir a firmeza de suas nádegas com meu pau dolorido.
Ao senti-la, Mili se inclinou um pouco, achei que ela queria que eu a penetrasse, mas notei que sua calça ainda estava sobre a sua buceta. No entanto, ao se inclinar, meu pau roçou seu cu… um leve gemido de dor escapou de seus lábios… sua mão me afastou, ela queria que eu a deixasse abaixar a calça…
Não seja desesperado... eu me recrimino.
Quando sua calça estava na altura dos joelhos, não aguentei com meu pau e fui pra cima. Mili tentou reagir, subir no sofá, mas já era tarde demais, com as pernas ainda presas na calça, sua tentativa de pular no móvel não deu certo, na verdade ela foi repelida ao bater os joelhos... foi pra trás... onde meu pau ansioso e estoicamente duro a aguardava...
Aiii... uhhmm... Eu exclamou, surpresa com a brusquidão da ação e a certeza do meu instinto em acertar o buraco dele.
Quis acreditar que meu pau entrou no cu dela, mas pela forma rápida que meu pau praticamente deslizou por dentro, a lubrificação que ela tinha era própria da buceta dela, além disso pelo jeito dela notei que a dor não era de uma penetração anal.
Mili tinha meio pau enfiado na sua buceta molhada, as costas dela se contraíram um pouco com o impacto, os dedos arranhavam o encosto do sofá.
Com você nunca dá pra… ahhh… ahhh…
Não deixei ela reclamar, só peguei sua cintura fina entre minhas mãos e comecei a puxar e afastar seus quadris enormes. Seus lábios da buceta, pouco usados naquela noite, apertavam gostoso no meu pau... agradecidos por finalmente eu ter lembrado deles...
Que bom que isso é… uhmmm… dizia Mili.
Agora meus quadris empurravam para frente e as nádegas dela batiam contra minha virilha. Com o torso inclinado para frente e as mãos apoiadas no móvel, ela resistia aos meus embates. Pelo espelho à minha frente eu via como a Mili, de olhos fechados e mordendo o lábio (talvez para não ser ouvida na rua), curtia meu trabalho, seu top apertado ia subindo com o vai e vem do corpo dela... suas nádegas generosas vibravam no meu ritmo...
Ahhh siim… assimmm… Ahhhh…. Masss….… pedia Mili.
Agora eu a atraía e afastava com mais força, o percurso era maior… meus olhos se fixaram na sua racha, no jeito que ela abria e fechava quando meu pau entrava e saía… vi seu cu… rosado igual ao creme que haviam passado nela… eu sabia que não devia… mas…
Abaixa bem a calça... eu disse, praticamente ordenei, tirando meu pau, me afastando um pouco para deixá-la trabalhar.
Com o rosto ardente, me olho no espelho, não hesito em me obedecer, baixo seu calção branco e seu thong o mais rápido que pude, não me importo que manche o chão. Estava tão excitada, achava que aquele pedido envolvia uma mudança de posição, que lhe permitiria se juntar àquela tarefa...
Eu me inclino para libertar uma de suas pernas da calça, aproveito esse descuido, essa inclinação que deixava seu cu na minha altura, para enfiar meu pau naquele buraquinho apertado.
Aiii... caralho... auuu... tô toda dolorida.
Num reflexo, ela tentou fugir, subiu no móvel, mas eu a alcancei, não teve mais para onde correr… ajoelhada sobre o sofá, com o corpo rígido de dor, os braços apoiados no encosto, as mãos cerradas em punhos, o rosto vermelho e sofrido… e claro, um quarto de pau na sua bunda já arrebentada…
Ai, ai, ai… você é um merd… auuuu… agora sim você acabou com meu cuuuu… aiii… disse soluçando, apoiando a testa no encosto do sofá, não deixaria que ele a visse sofrendo através do espelho.
Meu pau também sofreu as consequências, quase senti ele dobrar nesse movimento brusco… mas tive minha recompensa… Mili estava encurralada entre meu corpo, o sofá, o espelho, a parede… não tinha como fugir… estava presa… eu tinha seu buraco quente e sua bunda enorme à minha disposição…
Aiii... meu cuzinho... auuu... ele reclamava.
Eu sei que o meu caso já beirava a loucura, era uma obsessão por possuí-la daquela forma… estava brincando com fogo, talvez depois daquele brutal ato anal a Mili se afastasse definitivamente de mim, talvez fosse o melhor, afinal depois que ela saísse pela minha porta não era certo que a nossa relação continuasse… ou talvez fosse um reflexo do meu subconsciente, eu queria arrebentar o cu dela para que ninguém mais provocasse aquele prazer obscuro que eu a fiz descobrir… muito menos o idiota do Javier… só de pensar nisso me fez enfurecer…
Não… não… não faça isso… aiii…
A primeira e forçada penetração havia terminado, e a última tarefa anal na minha casa estava apenas começando… era quase um estupro… eu ouvia seus lamentos e súplicas, mas não parava, sem muita resistência da parte dela e segurando sua cintura, continuei enfiando meu pau com mais força… enquanto suas costas se contraíam a cada investida, ela ergueu o rosto, sofrimento, fúria, se viam em sua expressão…
Uiii... ai... Gostou, né?... Auuu... Tenho certeza que a frígida da sua namorada não te satisfaz tanto... Aiii... disse com a voz entrecortada, possuída pela raiva, talvez já não importasse se ouvissem lá fora.
Cala a boca!… ordenei e dei um tapa nas suas nádegas trêmulas.
Cega de raiva por aquela cavalgada anal forçada, ela queria se vingar com suas palavras, me machucar daquela forma. Ela não sabia que isso também me encheria de fúria e que seu cu pagaria as consequências... esqueci o quão áspero e doloroso eram as penetrações, apenas aumentei meu ritmo de forma impiedosa...
Aiii… ahhh… ahhh… ela reclamava, gemendo loucamente.
Pela fúria que tinha me despertado, não percebi que suas costas, que antes rígidas suportavam minhas investidas, agora se arqueavam. Ela tinha aberto mais as pernas e empinado a bunda, procurando receber meu pau até o fundo. Ela também começava a curtir esse ato anal insano...
Viu… Você gosta, né? Será que ele te faz gozar assim?... ele cravou, ardente.
Como namorados ciumentos, a gente se reclamava pelos nossos outros ficantes, talvez naquele encontro selvagem a gente estava extravasando toda a tensão daquela relação indefinida ainda.
Não… não… uhhmmmm… ahhhh… gemeu Mili quase sem fôlego.
Não é?... Você não gosta? O Javier não te faz gozar assim?... retruquei, enlouquecido.
Seu rosto, que antes se escondia, tentando não me ver pelo espelho, finalmente apareceu... seu rosto avermelhado pela intensidade do nosso encontro, sua expressão não era de dor, era de prazer, de um prazer turvo...
Ahhh… Eu gosto mesmo… uhmmm… disse com um tom de loucura.
E aí, cadê o resto?... exigi, dando mais uma palmada na sua bunda gostosa.
Agora ela cavalgava com mais força e, apesar de sentir que ela estava à beira do desmaio, Mili empurrava seu traseiro volumoso contra mim, quicando na minha virilha com fúria… o som produzido por essa batida, os tapas que dei nela, meus gemidos, os gemidos dela, nossos gritos exaltados… íamos ser sortudos se ninguém nos ouvisse, e pelo barulho selvagem qualquer freguês poderia até chamar a polícia denunciando uma suposta violação… mas não nos importávamos, Mili mal conseguia gemer, não conseguia articular palavras… ou não queria me dar razão nas minhas perguntas… até que finalmente…
Uhhhmmmm… Não… ninguém… ahhh… ninguém me faz como você… ahhh… ela disse virando o rosto enquanto seu corpo tremia com minhas investidas selvagens, queria me confessar olhando nos meus olhos.
Fico muito satisfeito em ouvir isso, mas não quis diminuir o suplício que estava causando a ela. Acariciei suas costas, ela se reconfortou... mas eu queria ver seus seios tremendo, sua blusa justa terminando arregaçada acima deles...
Ahhh… ohhh… uhhmmmm…
Olho surpresa no espelho, não conseguia acreditar que meu vigor fazia seus seios saltarem daquela forma, às vezes uma expressão de doce sofrimento, depois desfalecente, mas voltava a ser passional... excitação total, à beira do clímax...
Acaba... goza em mim... ohhh... ahhh...
Sentindo que estava prestes a chegar ao clímax naquele encontro brutal, minhas mãos largaram sua cintura, que ia e vinha se castigando sozinha, e as coloquei sobre seus ombros, para empurrar com mais força seu corpo contra o meu, enquanto meu pau entrava e saía do seu cu num ritmo enlouquecido...
Ahhhh… aiii… Uhmmmm… ufff… grito sendo invadida por um orgasmo brutal.
Sua coluna se contraía enquanto meu pau cuspia porra pela sétima vez em suas partes íntimas ardentes. A fenda do seu cu terminou aberta de par em par, suas nádegas carnudas arreganhadas contra minha virilha.
Exausto, me inclinei sobre ela, minhas mãos soltaram seus ombros e foram para seus seios que ainda tremiam de prazer, sentia sua respiração ofegante... Mili se apoiava com os cotovelos sobre o móvel... com expressão extasiada agradecia minhas carícias em seus melões, ainda respirava aceleradamente pela boca...
When her breathing returned to normal, she turned, still with my cock in her ass, her breasts bare and with a passionate expression, she grabbed me by the edge of my shirt, pulled me... and kissed me.
Eu não quero ser só a que você come toda vez que tá com vontade, entendeu?... ela me disse angustiada, me olhando com desejo e ternura.
Eu não queria que ela me visse como minha prostituta particular, aquela que eu só usava para saciar meus desejos carnais. Era óbvio que ela não queria ser tratada só como objeto, como um corpo que sabia que despertava paixões taradas nos homens, ela queria algo mais... talvez um relacionamento amoroso.
Vai terminar com ela?... me pergunto, quase me pediu.
Não soube o que responder… uma coisa era o carinho de um relacionamento como o que eu tinha com a Viviana… outra era o sexo louco, o prazer levado ao máximo que eu sentia com a Mili… talvez com a Mili eu também pudesse chegar naqueles momentos gostosos de um namoro, naquela convivência harmoniosa… na hora não soube o que dizer… e fui salvo por um triz…
O som do portão da minha garagem abrindo... alguém tinha acionado pelo controle remoto... O carro dos meus pais... Eles estavam perto...
Temos que nos arrumar... eu disse enquanto ouvia o motor de um carro se aproximando.
Me responde... ela exigiu, quase soluçando, puxando minha camisa.
Tá bom… eu faço… falei, encarando ela. Naquele momento, o carro entrava na minha garagem…
Ela sorriu com um certo alívio, alegria... me deu outro beijo... então a afastei rapidamente... ouvi o motor do carro desligando... eles estavam prestes a descer...


C O N T I N U A R A

3 comentários - Buceta da Mili 08

A estas alturas no me acuerdo si era real la historia o no
Pero esa Mili ya la deseo
Que suerte la de Juancho
Buena saga y ese culo de mili aguanta un monton!!!