Voltei Minha Sogra pra Vadia Pessoal

Voltei pra Minha Sogra Minha putinha Pessoal
Com o Selo de Prazer e Tesão
Modificada
Oi, sou Luigi, genro do Leo, ele é um homem muito rico de 70 anos. Conheci ele há uns anos num fórum de empresas, nossa amizade se formou a partir da minha dedicação em tocar um negócio com a pouca idade que tenho. Dos dois lados, a amizade foi genuína e rápida. Depois de um tempo nos vendo profissionalmente, conheci a filha dele, Liliana, uma mulher de um físico e um porte espetacular, da minha idade. Com o tempo frequentando a família, a gente se apaixonou. Contamos com o apoio dos pais dela e dos meus. De repente, a esposa dele morreu, e ele entrou num estado de apatia e grande isolamento. Nessa época, Liliana era muito apegada a ele, e eu, do jeito que dava, tentava ajudar na situação. Aos poucos, Leo foi se reintegrando à vida social e empresarial. Tanto que, pouco tempo depois, ele me confessou em segredo que tinha conhecido uma mulher bem mais nova que ele, mas uma graça e um grande apoio pra ele. Me disse que ela tava fazendo ele viver como na juventude. Pra mim, com a experiência de vida, pensei: ele deve estar comendo ela como nunca, e claro, deve estar louco. Graças à nossa amizade, ele me contou que Laura, nome da moça em questão, tinha sido um grande consolo na vida dele. Por meu conselho, ele topou apresentá-la numa reunião social que daria na casa de campo dele, convidando todos os nossos amigos. Isso deixou a Liliana puta da vida, e se não fosse por mim, ela nem ia na apresentação. Com o tempo, ela nem imaginava que o verdadeiro envolvido era eu mesmo.
-- Amor, lembra que seu pai tá sozinho, e ninguém quer ficar só na punheta. Você tem a mim e eu tenho você, mas ele, quem tem?
-- Ué, a mim! -- Respondeu minha mulher, irritada. -- E você também, claro! -- Eu peguei ela por trás, pela cintura, beijando a nuca dela pra acalmá-la.
-- Amor, você sabe do que tô falando. Dá uma chance só, pelo seu pai.
-- Tá bom... pelo meu pai. -- Convenci ela. final.
Ao ver Laura pela primeira vez, uma verdadeira besta de mulher. Tudo o que minha esposa fazia era criticá-la, criticava a figura dela, o jeito de se vestir, o corpo dela, tudo ao contrário da realidade, mas as mulheres são assim, ainda mais quando são inimigas. Mulher alta, uns 40 anos, culta, de boa conversa, muito educada, com um físico perfeito. Usava um vestido longo branco colado no corpo escultural, deixando transparecer uma cintura fina, uma bunda empinada e peitos de dar inveja. Parecia uma mulher de uns 30 ou 35 anos, uma besta de mulher. Meu faro dizia: é demais para o Leo dar conta desse monumento. Eu vi ela e ela me viu. Quando fiz o cumprimento formal, fiquei bêbado com a figura dela, com o perfume de mulher. Meu pau ficou duro — olha que a Liliana é uma besta de mulher, mas essa tinha algo a mais. Meus olhos se cruzaram. A partir daquele momento, soube que meus esforços seriam só para comer ela.
Claro que tudo seria no tempo certo. Ela me deixou tão tesudo que naquela noite dei um tratamento especial pra Liliana. Montei nela de um jeito que a fiz uivar de prazer.
— Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaay... Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaa…. haaaaaa ha, ha… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haa, ha, ha…. Plac, Plac, Plac… ha, ha, ha, ha, ha, Continuaaaa, ha, ha, ha, ha, haaaaaay, Mmmmnnnnn… Ahhhh ohhh que gostoso, Siiiiii… Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac… Meu Deus! Haaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa…
Enquanto eu metia nela de todos os lados, minha mente estava como se fosse a Laura que estivesse ali. Tanto me esforcei que a Liliana exclamou:
— Ai, o que deu em você? Me fez sentir um prazer... especial, o que foi?
—Eu só falei.
—Às vezes me inspiro, acho que foi por causa desse vestidinho seu.
—Ah, que lindo que você se inspira, sempre assim.
Não ia dizer que, assim como eu, categorizei a Laura como uma puta sedenta por sexo. Prazer que o Leo não poderia dar por causa da idade avançada e do vício secreto na bebida. Enquanto festejava minha esposa, o tempo todo pensava em como ia penetrar ela e fazê-la gozar.
—Haaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaaaaaaaa, ho, ho, ho, ho, ho, ho, Mmmmnnnnn, Mmmmnnn, Mmnmnnn, Mmmmnnnnn, Mmmmnnnnn… Ahhhh ohhh que gostoso, Siiiiim, eu gostoooo, Continuaaaa, que delíciaaaaa, haaaaa adoro, papai haaaaaaa… Adoro! —Com a nova posição, minhas penetrações ficavam ainda mais fundas. —Haaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaa, haaaaaaaaaa, Me fode, ai, ha, ai, ha, ai, haa, ha, ha, Haaaaaaaaai… Assim, Assiiim, Aaassssiii, vai fundo, vai fundo... já tô com ela dentro, haaaaaaaaaaaaaaaaah…
Dias depois, rola um encontro em família, e com a cara de cu da Liliana, que me cumprimentou e se mandou rapidinho, eu me aproximei pra dar as boas-vindas… Mal consegui me segurar quando dei o beijo na bochecha. Sem pensar, minha mão escapou do controle e pousou na parte baixa das costas dela, que o vestido deixava quase nua, bem no limite da bunda redonda. Foi óbvio que ela sentiu o movimento. Me devolveu o beijo de um jeito bem safado. Com a volta da Liliana, ela faz um comentário.
—Queria te dizer que você é mais gostosa do que seu pai me contou, além disso… Te admiro por esse galã que você tem como marido.
Música pros meus ouvidos, mensagem clara, ela tava acusando minha ousadia. Aquela noite foi longa pra caralho, meu olhar fixo naquele monumento, quase babando. A Laura tinha me dominado, a figura deslumbrante e aquela atitude provocante, que, desde já, só eu percebia, muito astuta, cada atitude ou movimento me dava a impressão de que ela queria me comer sentado num canto, meu pau endurecia, minha mente pensando com a Imagem de mim mesmo lambendo a buceta dela e metendo no cu dela, diante dos meus olhos tudo era luxúria, era tanta a máquina que eu fazia com ela que quase não conseguia me controlar. Leo estava feliz, me abraçava, ria, me dizia:
—Luigi, como eu te quero, genro, você é um grande apoio pra mim. —Enquanto tomava todo o licor que conseguia, com todo excesso.

Era óbvio que naquela noite a Laura não ia transar e isso estava me enlouquecendo. Saímos por último e quando cheguei em casa, minha mulher levou outra metida magistral, quase igual ou melhor que a da outra noite.

—Haaa, haaa, haaaa Mmmmnnn… haaaaaaaa… ohhhhhhhhh uhmm Ahhhhh haaaa, haaaaa, haaaaa Mmmnnn… haaaaaaaaaaaaa… Haaa, haaa, haaaa Mmmmnnn… haaaaaaaa… ohhhhhhhhh uhmmmm ahhhhhhhhhhhhh Haaa, haaaa, Mmmmnnnnn para já haaaaaay… Mmmmnn, ho, ho, ho, haaa Mmm ha… Haaaa, haaaaaaaaa, Haaaaaaaaay… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ahhhhhhhh hufffffffff Mmmmnn, Mmnnn, haaaaaaaaaaaaaaaay… ohhhhhhhhh, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaay… —Ela gritou quando gozou, de uma vez, senti ela de repente fria e depois quente, isso me assustou um pouco, mas continuei metendo, aquele cu já estava domado, já fazia anos que eu metia nele, a gente era namorado quando eu tirei a virgindade dela, se ela soubesse que também tirei a virgindade da irmã mais nova. —Haaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, Mnnnnnnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmmmnnnnn, ha, ha, ha, Mmnnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmmmm, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmmmm, ho, ho, ho, haaa Mmm haaaaaaa… —Foi quando ela, quase chorando, me disse:
—Nãooo, não para! Nãooo! Para, por favor! Não para! Haaaaaaaay que tasty love, Papai, não para de meter! Haaaaa, ha, ha, ha, haaaa, haaaaa não… ha, ha, ha, ha, ha, ha, hay, haaaaaa hay, hay duro…. Hayyyyyy. —Eu não parei de meter, na verdade comecei a me mover mais forte, comecei a bufá, mas os gemidos dela eram ainda mais fortes. —Haaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaa, ha, haaaaaaa, me fode, ai, ha, ai, ha, ai, haa, ha, ha, haaaa, que delícia! Mmnmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaa… ha, ha, haaaaaa, Mmnnn, Mmnnnnn… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, haaaaaaay… —ela gritou ao sentir meu pau bem dentro dela... —Me dá mais, sim me dá mais Siii assim haaa Siiii! ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Me dá mais! ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mais! Mais! Mais! ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mais haaa! ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, gostoso haa! ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Continua não para! ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaay… Papai haaaa Gostosoooo! ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa. —Foi quando ela gozou e eu também… —gostoso haa! ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Continua não para! ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaay…

Apesar de ter terminado gozando na boca dela depois de ter passado pela buceta dela e pelo cu dela, nada tirava da minha cabeça o momento de foder aquela máquina, nada conseguia me acalmar, gozei pra caralho e ainda assim tava excitado, não conseguia pregar o olho até que, com minha esposa já dormindo, peguei meu pau, acariciei ele e continuei com a fantasia de possuir a Laura. Tudo começou a acontecer lentamente, cada dia mais e mais. Todos os meus pensamentos eram dedicados à Laura. A gente se via com frequência, com a negativa da minha esposa, mas com minha insistência quase a ponto de forçar ela, íamos a muitos lugares juntos, os dois casais. Eventos da empresa, jantares de caridade, dias de campo ou simplesmente tardes na minha casa no condomínio ou na chácara do Leo. Em todas elas, Laura parecia uma modelo de televisão. Não importava que roupa ela usasse, sempre, sempre conseguia me deixar a mil. Mas com o azar de nunca ter oportunidade de ficar a sós. Mas como tudo chega, esse momento chegou quase sem querer, quando o Leo me liga no celular, pedindo pra eu levá-lo ao aeroporto, por uma viagem surpresa. Tão surpresa foi, que só saí correndo não não avisei nada pra Liliana que não tava, era tanta pressa, que não demorei nada pra chegar com meu carro pra buscar ele, tava dirigindo meu carro pro aeroporto pra ele embarcar no avião dele, com minha pica dura pensando em atender a Laura, larguei ele, minha volta, não foi pra casa; poucos minutos depois, estacionei meu carro dentro da mansão do meu sogro. A Laura ficou surpresa de me ver de volta tão rápido, falou
--Luigi de volta por aqui?
--Sim, pensei que você podia precisar de algo.
Ela sorriu sem dizer nada, me convidou pra entrar e me ofereceu um uísque, que foi pros dois que ela mesma preparou enquanto eu admirava aquele corpo maravilhoso, minha pica foi crescendo. Não consegui me segurar, num impulso me aproximei dela por trás e, pegando ela pela cintura, comecei a beijar o pescoço dela, ela se soltou e, virando assustada, disse.
--Peeeeee! Mas! O que cê tá fazendo!
Com muita emoção, confessei tudo o que ela causava em mim, e o que seria aprofundar uma relação entre nós dois, enquanto fazia essa proposta apressada, não recuei, e nunca soltei a cintura dela, mantive o corpo dela numa distância de impacto, o cheiro dela e meu corpo chegavam a temperaturas sem limite, e meu pedaço duro encostando na bunda dela numa atitude clara de tesão. Ela quebrou o silêncio, me olhando fixo nos olhos, disse com voz trêmula.
--A gente não pode, Luigi… Não... Isso é errado. – Do jeito que ela falou, percebi que ela também tava morrendo de vontade de mim.
Em vez de recuar, minha proposta ficou mais ousada e mais sem vergonha, a ponto de insistir puxando o corpo dela pro meu enquanto minhas mãos passavam pelos peitos dela e depois pela bunda, as palavras dela já foram mais firmes.
--Não, Luigi! – Ela repetiu. – Os empregados... vamos pro quarto.
Ela se separou, pegou a garrafa de uísque e, sem me olhar, andou até a escada, subindo pro quarto dela, corri atrás dela ansioso, impaciente. Quando a porta do quarto se fechou e eu peguei ela nos braços, ela se entregou de verdade, nos cruzamos num beijo profundo com muita paixão, nossas línguas se chocaram com força, durante vários minutos, só respirávamos, forte, e nossas mãos percorriam os dois corpos com força e paixão, já ardendo de tesão. Ela tomou a iniciativa, desabotoou a camisa, deixando os dois peitos livres, que eu lambi e mordi sem controle com minha boca, enquanto eu desabotoava e deixava cair tudo que eu vestia, e ela ficou só de fio dental. Não aguentava mais, meu pau parecia uma árvore de tão duro; então fiquei peladão. Depois de deitá-la na cama, comecei a lamber os pés e os dedos dela, subi com minha boca lambendo as pernas com a língua, ela enfiava os dedos na buceta e acariciava os próprios peitos. Abri um pouco as pernas dela e coloquei minha boca na buceta dela.
—Mmmmnnnnn, Mmmmnnn, Mmnmnnn, Mmmmnnnnn, Mmmmnnnnn… Ahhhh ohhh que gostoso, Siiiiii, eu gostoooo, Continuaaaa, que Delíciaaaaa, haaaaa eu adoro haaaaaaa…

Dei a lambida e chupada mais longa que lembro ter dado numa mulher, foi tanta que consegui fazer ela gozar fascinantemente. Meu pau já tava estourando, então montei nela e penetrei, sentindo como a buceta dela, bem molhada, ia cedendo à entrada do meu pau. Quando começamos a nos enroscar, indo e vindo, completando num êxtase gostoso dos dois, com gemidos… bem juntinhos, ela gozou de novo.
—Haaaaaaaaaaaa… ¡Ahhhhhkkk! ¡An Hen Euh Euhg! ¡OHhhhhhh Oooohhhh! —E enquanto fazia isso, sussurrava no meu ouvido. E me falava:
—Você não sabe como eu queria esse pau dentro de mim… Leo vive bêbado, o pinto dele nem me come, e você era o único que me olhava e me provocava, e eu pensava quando será a hora. —Não acreditava que estava penetrando ela. —Haaaaaaaaaaaaaaaaaa, que gostoso haaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaay Siiiiiii Delíciaaaaa…

Tinha tanta paixão reprimida que a foda pra mim era como uma obra de arte, me fazia colocar mais e mais paixão. Não sei quanto tempo ficamos naquele dia transando, me esgotei, tanto que quase desmaiei.
—Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaa, ha, ha, ha, ha, ha. haaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaaaaaa.
Finalmente ela virou minha amante, aos poucos nossas vidas iam se transformar num vício permanente: dividir minha esposa e minha sogra, aquele baita sufoco de cuidar das duas. A coisa foi pendendo pra Laura, que aos poucos foi se transformando numa puta danada, louca pra me ter sempre dentro dela, e pra isso fazia de tudo pra me deixar satisfeito. Por exemplo, era uma chupadora de rola espetacular, além de viciada em porra, engolia tudo com prazer, curtia cada gota de leite, passava a língua na cabeça da minha pica devagarzinho. Aos poucos, de uma dama recatada, virou uma puta feroz, pedia de tudo, era perversa, ligava no meu celular dizendo:
— Tô te esperando, tô sozinha e toda molhada!
Assim, cada vez mais, cheguei a meter nela nos lugares mais improváveis: em cima da mesa de sinuca, outra vez no capô de um carro, enfim. Era uma puta possuída pelo prazer, tinha chegado num ponto que me provocava, engatinhando na mesa pra me incitar a pegar ela igual a uma gata pelo cu, nunca dizia chega. Uma verdadeira puta. O que era obsessão acabou virando cansaço, mas depois de ter feito ela gozar fundo em todas as minhas loucuras sexuais, viciada total na minha rola, tive uma longa briga pra não me entregar por causa da loucura dela. Mas a paz chegou quando o Leo morreu. Só que durou pouco, porque depois de um tempo a viúva veio me procurar… e ainda me procura até hoje.
Fim.

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