Com um Garanhão de Verdade 3

Com um Varão de Verdade 3
Com o Selo de Prazer e Tesão…

Naquela noite, sai do banho enrolada numa toalha grande, com minhas roupas rasgadas escondidas num saco plástico. Meu marido já tinha dormido no nosso quarto, e nem preciso dizer que demorei horrores pra pegar no sono, pensando em tudo que tinha acontecido comigo, em tudo que aquele homem tinha me dito; e eu não queria, me recusava a imaginar o que poderia esperar minha família e eu. Ao acordar de manhã, meu corpo dóıa, e muitas partes ainda ardiam, meu anus especialmente, o que infelizmente descartava que tivesse sido um pesadelo. O sol pela janela já estava forte, sinal de que tinha dormido demais, com certeza já era tarde. Como pude, me vesti com uma blusa comprida tipo camisola, peguei uma xicara de chá que tinha ficado na mesinha ao lado da cama e sai do quarto. Ao entrar na sala de jantar, minha xicara de chá foi parar no chão feita em mil pedaços, o inferno continuava… Encostado na bancada da cozinha estava Seu Lucas me encarando nos olhos, com um sorriso maldito no rosto; à esquerda, sentados no sofão, estavam mais dois homens, também pareciam pedreiros e me olhavam de cima a baixo igual lobos famintos.

— Bom dia, Samanta! — Disse Seu Lucas com sua voz inconfundível de fumante e bebâo, enquanto me examinava de cima a baixo. — Como dormiu minha rainha? — Perguntou.

— Sua rainha? — Respondi, cobrindo os peitos com as mãos, que marcavam por baixo da minha blusa, meus bicos duros como toda manhã. Um dos homens sentados interrompeu, dizendo:

— Seu Lucas, quer que a gente comece a trabalhar com a rainha da casa? — E começou a se levantar, querendo vir na minha direção. Minha reação foi querer me cobrir mais, como se me abraçasse. Mas Seu Lucas o parou no seco.

— Vocês dois, seus filhos da puta! Tocam nela e eu corto e faço vocês engolirem pelo cu, tão ligados? Saem pra fora agora e esperam na escada do prédio até eu chamar, entenderam?" — pergunto rudemente, Dom Lucas.
— Sim, chefe! — responderam os dois ao mesmo tempo, com voz de criança repreendida.
Eles abriram a porta de saída e ouviram seus passos descendo a escada. Dom Lucas os seguiu com o olhar até a porta se fechar. Depois, caminhou até o sofá maior e sentou. Fez um sinal com a mão, batendo no sofá, para que eu me sentasse ao lado dele... Mas respondi:
— Tô bem aqui, Dom Lucas. — Mas, com voz de raiva, ele gritou:
— Não te perguntei, garota! Tô te ordenando! — E continuou mais suave: — Já te falei pra não me chamar de Dom Lucas quando estamos sozinhos.
— Vem, Samantha, senta. Precisamos conversar, e não quero gritar de novo; suas meninas ainda tão dormindo, e nem você nem eu queremos que acordem, né? — perguntou friamente.
Eu assenti em silêncio, olhando pro chão, e sentei ao lado dele. Ele se animou e disse:
— Hoje tomei banho, Samantha, não quero que você se incomode com meu cheiro de pedreiro. — Soltou uma gargalhada.
Enquanto colocava a mão esquerda na minha perna direita, pra isso teve que torcer o corpo todo na minha direção e cruzar o braço inteiro. Essa posição favorecia ele pra olhar meus peitos que marcavam na blusa, e disse:
— Espero que tenha descansado bem, vai precisar, já que vai ser minha propriedade. Tenho que explicar sua nova situação. — Eu interrompi:
— Melhor você explicar o que tá fazendo na minha casa a essa hora e... — respondi com um pouco de coragem.
Na mesma hora, antes de terminar minha última palavra, Dom Lucas me deu um tapa com a mão aberta no rosto, um tapa. Não foi muito forte, mas pra uma mulher que nunca tinha levado um tapa na vida, e de um homem com uma mão tão dura, me paralisou, e ele conseguiu. Depois, replicou:
— Samantha, neném, você vai falar quando eu mandar, só quando eu mandar, ou vai ter que pedir permissão pra fazer isso, ok? — perguntou. Serenamente.
Eu assenti com a cabeça devagar, enquanto levava a mão ao rosto. A última coisa que eu queria era outro tapa, podia me deixar uma marca e ia ser ainda mais difícil explicar pro meu marido. Dom Lucas continuou falando.
— Como eu tava te dizendo ontem à noite, tô aqui pra ajudar você e sua família. No começo, não me interessei, porque o custo era muito alto e eu não queria mais problemas do que já tenho, mas Dona Carmen insistiu, acho que ela gosta muito de você.
Eu ia fazer outra pergunta, mas a mão do Lucas já tava levantada pra me bater de novo, quando consegui me segurar e levantei a mão pedindo permissão pra falar. Dom Lucas baixou a mão esquerda e apoiou de novo na minha perna, enquanto falava com voz satisfeita.
— Quase errou de novo, Samanta. Quer falar? — perguntou. Eu assenti de novo com a cabeça. — Ok. — disse Dom Lucas. — Vou deixar você falar, mas não me interrompe muito enquanto eu tô explicando, não quero ter que bater em você de novo, combinado? — Eu assenti de novo com a cabeça. — Muito bem, fala! Porra! — ele levantou um pouco a voz.
— Meu Senhor, o que a Dona Carmen tem a ver com tudo isso? — perguntei com a voz bem baixinha, com medo de irritar ele.
— Muita coisa. — respondeu Dom Lucas. — Dona Carmen também é minha propriedade, embora nunca tenha marcado ela, porque o corpo dela não me agrada, mas ela me é muito útil pra conseguir carne fresca. Vê bem... — continuou ele. — Você e seu marido vieram morar numa área complicada, embora antes fosse bem pior, morria gente todo dia, e como você já sabe, a polícia não mete o bedelho por essas bandas, deixa o povo se virar sozinho; mas desde que eu e Dom Robert, o açougueiro, chegamos, conseguimos equilibrar os poderes por aqui. — explicou Dom Lucas enquanto olhava pra mão dele acariciando minha coxa, eu não tava entendendo nada, ele ergueu o olhar pros meus olhos e continuou. — Vê bem, antes só tinha um líder por aqui, um traficante que deixava todo mundo apavorado. na colônia, ele estuprava e forçava adolescentes a fazer coisas horríveis sem nenhum cuidado. Quando os maridos, filhos, irmãos e pais descobriam e iam cobrar ele, ele matava. Claro que a polícia sempre arquivava os casos como assaltos, suicídios ou acertos de contas. No fim, o poder dele cresceu tanto que ele já matava os maridos, namorados e até alguns filhos antes de qualquer discordância surgir. Assim o tempo passou, até que chegou um momento em que quase não sobravam homens trabalhando nas famílias. A colônia começou a ficar na miséria total, ele não conseguia mais dinheiro pra pagar o pessoal dele, e a própria gente dele o traiu. Mandaram nos chamar pra cuidar dele, e foi o que fizemos. Matamos aquele filho da puta e dividimos a colônia em 5 zonas, cada uma com um líder. Bom, na verdade são 4 zonas. Uma do Dom Robert, o açougueiro, outra do Estiben, a do lado oeste, toda aquela área. E a que ficava perto do posto policial, o Dom Gerardo, um ex-policial, tomou à força, pegando parte da minha zona e parte da do Estiben. Mas aquele filho da puta deixou de existir há 3 dias. Eu matei ele pra poder ter você, porque o desgraçado queria te marcar pra ele. — Dom Lucas fez uma pausa e se distraiu na minha perna, começando a forçar pra eu abrir. Isso era demais pra mim, era um mundo que eu nem tinha percebido que tinha me metido com toda a minha família. Tentei distrair ele tossindo e fazendo uma pergunta que ia gerar a pior das respostas.
— Miiii, Mi, Mi, Senhor... — falei com todo cuidado. — O que significa que aquele homem queria me marcar? — Aí Dom Lucas levantou o olhar de novo, sem parar de enterrar cada vez mais a mão na minha coxa, e disse:
— A parada é a seguinte, Samanta: cada líder de zona marca as fêmeas dele deixando elas prenhas. Se ela fica prenha, não pode mais ser tocada ou perturbada pelos outros líderes. É uma regra de ouro. Toda mulher desta colônia, sem exceção, tem um ou mais filhos com a gente. Os líderes, eu tenho muitas, aliás, sou o que mais tem, já tive várias que me encheram o saco, mas mesmo assim elas são intocáveis pros outros dois líderes. Claro, a gente faz de tudo pra que os maridos não descubram, embora isso não seja problema nosso, é trabalho da mulher cuidar pra que o marido não perceba. Desse jeito, elas criam nossos filhos até uma idade aceitável, e aí eles entram pra nossa gangue pra reforçar a proteção da área. As fêmeas pertencem cem por cento aos líderes, como já te expliquei, e precisam pedir permissão pra, de vez em quando, transar com os maridos. Dependendo de como a mulher nos serve, a gente dá ou não a permissão... A gente alimenta cada mulher com nosso líquido sagrado, com nosso esperma. Umas comem de manhã, outras à noite, e algumas outras de manhã e à noite também. Essas últimas geralmente são as mais novas, que precisam de uma alimentação melhor pra ficarem fortes. — Don Lucas terminou de falar com um sorriso no rosto enquanto via a mão dele chegar na minha calcinha. Naquele momento, soltei meu primeiro suspiro.
— Huuussffff...
Don Lucas já estava enfiando a mão por baixo da minha calcinha e começou a acariciar meu clitóris com a mesma maestria da noite anterior.
— Aaah, aaah, aaaah, Mmmmmmm.
Eu tensei o corpo ao sentir os dedos dele me penetrando. Don Lucas começou a se agitar, respirando mais fundo. Acho que, ao me sentir molhada, isso despertou a loucura dele, e pegando a frente da minha blusa com as duas mãos, num movimento bruto só, rasgou o tecido em dois, deixando meus peitos à mostra e minha blusa em pedaços. O movimento me assustou, e Don Lucas disse:
— Calma, putinha, calma. — E pegando minha cabeça, inclinou ela contra o peito dele.
Como se evitasse que eu visse o que ele tava fazendo, ou protegendo minha visão da intervenção dele na minha buceta, ele continuou me tocando cada vez com mais ritmo. Eu comecei a gemer mais alto. força.
--Haaa, haaa, haaaa Mmmmnnn… haaaaaaaa… ohhhhhhhhh uhmm Ahhhhh haaaa, haaaaa, haaaaa Mmmnnn… haaaaaaaaaaaaa… --Até que não consegui mais me segurar. --Ahhhh, ohhh…. Uffff, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaa, hussssffff, Uffff, haaaaaa, ha, haa, ha, Mmmmnnnnn, ha, haaaaaaa, ha, ha, Haaaaaaaaaaaa… Mmnmnnn, ha, haaaaaaa, ha, ha, ha, haaaaaaaaaa… --Separei minha cabeça do peito dele pra arquear minhas costas e jogar o peito pra cima e pra frente, tentando segurar aquela loucura de prazer.
Enquanto isso, Dom Lucas já tinha começado a chupar meus peitos e mamilos com a boca, e com a mão direita na minha testa, forçando minha cabeça a se apoiar no sofá, enquanto minhas costas continuavam se arqueando como se estivessem possuídas.
--Haaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaa, haaaaaaaaaa, ai, ha, ai, ha, ai, haa, ha, ha, haaaa… Uffff, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haa, ha, Mmmmnnnnn, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaa… Mmnmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaa…
As massagens dele no meu clitóris estavam chegando no limite do que eu aguentava, os movimentos dele ficavam cada vez mais rápidos e brutos, já sem conseguir me segurar, comecei a gritar como nunca tinha gritado antes, nem nos melhores tempos do meu marido.
--Uffff, ha, ha, ha, haa, ha, Mmmmnnnnn, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaa… Mmnmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaa… --Uma onda de calor começou a tomar conta do meu corpo, da cabeça e dos pés até a minha barriga. --Haaaaaa, ha, haaaaaa, Mmnnn, Mmnnnnn… --Sentindo uma vontade inacreditável de mijar. --Haaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, Haaaaaaaaay...… Haaaaaah haaaah haaaah…. Ah, ahhhh, ah, haaaaa, ha, ha, ha, ha, haaaaaa…. haaa, haaaa, haaa, ha, ha, ha ai, ai aiiiiii haa, ai, haaaaa… Mmnnn, Mmnnn…. --Naquele exato momento, Dom Lucas, já muito agitado de tesão, falou.
--Solta essa porra, vagabunda!!, vai, solta, puta!!, você não vai mijar, gostosa!!, solta, gostosa!! --Seguindo a ordem do Dom Lucas, eu tive o Primeiro squirt da minha vida.
--Haaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaaaaaaaa, ho, ho, ho, ho, ho, ho, Mmmmnnnnn, Mmmmnnn, Mmnmnnn, Mmmmnnnnn, Mmmmnnnnn… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Ahhhh, ohhh, haaaaaaaaaaaaaaaay… ohhhhhhhhh, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaay…

Que sensação desesperadora e deliciosa eu estava sentindo, naquele exato momento, cravei as unhas de uma das minhas mãos na mão do Don Lucas, enquanto sentia meu corpo continuar se agitando, se contorcendo, ao perder a sincronia e o controle dos meus movimentos, meu corpo começou a cair do sofá, e o Don Lucas teve que me segurar me abraçando e me puxando contra ele, enquanto continuava falando.

--Muito bem, muito bem, muito bem minha mulher, você está aprendendo, molhou o chão inteiro da sua sala… em mais alguns dias, você vai ser uma grande puta, como tem que ser, e vou te apresentar pras outras, pras suas irmãs, e vou poder te marcar, você vai ter merecido. Por enquanto, ontem foi um prazer te desvirgar e arrebentar seu cu e encher ele de porra. Sua buceta vai ser minha muito em breve e nesse mesmo dia vou te marcar, então te ordeno que não tome nenhum anticoncepcional, nem transe com o corno do seu marido. Porque no dia que eu estrear sua buceta como seu novo macho, nesse mesmo dia espero que você fique prenha. --Eu, do meu lado, mal conseguia coordenar e entender o que o Don Lucas estava me dizendo, e no que eu tinha me metido, porque minha mente estava como que desconectada do meu corpo e da realidade. De repente, quando meu corpo começou a parar de tremer, uma fome do caralho começou a me invadir, me senti desinibida e me atrevi a falar pro Don Lucas.

--Nãooo, nãooo, nãooo, Don Lucas me come agora! Não aguento mais, me faça sua, me pega por favor, quero ser sua, te imploro, quero te servir, faz o que quiser comigo. --Falei suplicando pro Don Lucas, meus ouvidos e cérebro não acreditavam no que minha boca e língua estavam dizendo pra um homem que eu conhecia há apenas 2 Dias. E o Dom Lucas interrompeu...
—Calma, putinha, sei que você tá com fome, né?
E eu balancei a cabeça várias vezes pra ele entender que sim. O Dom Lucas me puxou pelo braço até o chão, me fazendo ajoelhar na frente dele, e puxou a rola dele de uns vinte centímetros. Era a primeira vez que eu conseguia ver ela, já que na noite anterior só senti ela entrando no meu cu. Era enorme, fácil mais de 20 centímetros de comprimento e muito, muito grossa, com a cabeça vermelha brilhante, ainda maior e mais inchada. E ele continuou falando enquanto aproximava aquele pedaço de carne da minha boca.
—Agora vou te dar de comer, Samanta, e quero que, quando conseguir seu alimento, não jogue nada no chão. Quero que você aproveite tudo, porque vou te alimentar direto. Acho que você merece que eu te alimente de manhã, quando seu marido vai trabalhar, e de noite, quando ele dorme. Você é uma mulher forte e precisa se alimentar mais que as outras.
Em seguida, ele enfiou a rola na minha boca. Assim que senti a carne dele, me desesperei. Comecei a devorar ela sem jeito, e na mesma hora, o Dom Lucas segurou meu pescoço com as duas mãos, como se fosse me enforcar, e disse:
—Calma, putinha, ninguém vai tirar ela de você. Não quero que você se engasgue quando a porra chegar e acabe derramando ela. Se acalma, putinha, e come!
Naquele momento, eu massageava a rola do Dom Lucas com a mão esquerda, subindo e descendo, enquanto minha boca sugava pedindo meu prêmio merecido. E, sem perceber, minha mão direita desceu até meu clitóris e comecei a me masturbar, enquanto o Dom Lucas, sem soltar minha cabeça com as mãos grandes, gemia, e os gemidos dele começaram a subir de tom junto com os meus.
—Ah, ah, ah, ahhhh, hussssffff, Uffff.
Comecei a sentir meu pau ficar tenso e uma onda de porra começou a encher minha boca. Usei toda minha habilidade pra não deixar escapar nem uma gota. Estranhamente, isso me fez gozar, e, depois de engolir a última gota, consegui meu segundo orgasmo e squirt, e aí eu... Despenco no chão, me revirando no piso, convulsionando e na umidade do meu próprio orgasmo.
Dom Lucas apoiou a cabeça pra trás no sofá, tentando recuperar o ritmo da respiração, e mal conseguiu se recuperar antes de falar.
— Muito bem, sua puta, conseguiu o que queria, se alimentou bem. Então quero que hoje descanse e medite sobre sua nova situação, e pense em como vai me servir melhor. Lembre-se que sou seu senhor de agora em diante, e tem noites que não poderei vir como hoje, porque tenho que ir alimentar minhas irmãs, como por exemplo a Maria, a nora da Dona Carmen. É uma mulher jovem de 17 anos, precisa ser atendida, tá prenha com um dos meus filhos dentro da barriga dela. — Aquela garota tão nova era uma das suas fêmeas, eu queria perguntar quem mais, me peguei sentindo ciúmes. — Por sua culpa ontem à noite, ela não pôde comer de mim e mandei um dos meus filhos pra alimentá-la, de modo que vou ter que ir sim ou sim esta noite. Você vai comer amanhã, de manhã e à noite. — Me arrepiava tudo que ele dizia, me excitava. — Se um dia não puder te alimentar por alguma emergência, vou mandar um dos meus filhos. Não é algo que faça muito, mas em situações assim, tem que ser feito. Então fica tranquila. — Em seguida, ele se levantou do sofá, abriu a porta e desapareceu.

Quando parei de tremer e recuperei o controle do meu corpo, juntei os pedaços rasgados da minha blusa e entrei no banheiro pra tomar um banho. Curiosamente, diferente da noite anterior, me sentia de muito bom humor, e não tinha intenção de pensar sobre o que tava rolando. Me sentia tão bem que liguei pra uma das minhas melhores amigas, pra ela conhecer meu novo apartamento, e de quebra tomar um café e bater um papo. Minha amiga chegou depois do almoço, minhas meninas já tinham terminado de comer e minha mãe passou pra buscá-las pra comprar uns vestidinhos. Quando minha amiga chegou, sentamos, fiz um café, já tínhamos falado dos detalhes, e ela comentou:
— Nossa, você tá com uma cara ótima! Samanta! Dá pra ver que você tá mais animada, como se tivesse hipnotizada! – Disse minha amiga, toda empolgada.

Eu sorri, mas quando ouvi aquela frase, como se fosse uma palavra-chave de hipnotismo, meu bom humor sumiu como num passe de mágica e eu desabei a chorar na frente da minha amiga. Minha amiga se assustou e começou a falar nervosa.

– O que que houve? Samanta, você me assusta! Meu Deus, o que você tem, amiga? – Eu continuava chorando sem parar. Minha amiga ficou tão desorientada ao me ver tão mal que começou a chorar junto comigo, me abraçando. – Depois de vinte minutos seguidos de choro, consegui me acalmar e falei.

– Ah, minha amiga, te conheço desde a infância, a gente conta tudo uma pra outra… e eu preciso te contar isso: eu tô traindo meu marido.

– Mas por quê?! Samanta, você se apaixonou por outro? – Disse minha amiga, completamente chocada.

– Não!! Não!! – Respondi. – Não é amor o que eu sinto, é uma sensação animal, é como se eu me transformasse em alguém que não sou, sei lá, sinto que ele é tudo pra mim agora, juro! Nem minha família me importa quando ele tá perto, só quero que ele fique satisfeito comigo. – A cara da minha amiga ficou paralisada, como em choque, ela não reagia, até que me perguntou.

– Samanta, mas o que você tá me dizendo?! Você tá louca? O que houve? Tá tomando alguma droga ou remédio?

– Não!! Não!! – Respondi, olhando de novo com o olhar perdido e distraído.

E comecei a contar tudo pra ela exatamente como aconteceu. Enquanto eu contava, a cara dela mudava de cor e os gestos dela eram assustadores. Quando terminei de relatar o ocorrido, ela disse.

– Samanta, você tem que ir pra polícia e denunciar ele, vou arrumar um médico também, um psicólogo, você precisa de ajuda! – Ela falava enquanto as lágrimas escorriam pelo rosto dela. De repente, um ataque de raiva tomou conta de mim e eu gritei com minha amiga.

– Sai!! Sai da minha casa!! Sua puta, sua vaca, quer me tirar do Don Lucas maduro!! Maduro!! – E minha amiga, assustada, pegou a bolsa dela e saiu rapidamente, me dizendo.

– Samanta, você tá doente, Precisa de ajuda!! — E desço correndo as escadas quando bati a porta do meu apartamento de uma vez só.
Continua…

1 comentários - Com um Garanhão de Verdade 3

Espectacular histora, no se si estoy en una pagina porno o en una literaria