Continuando do anterior... Depois que deixamos a irmã em casa e o carro na empresa, voltamos caminhando pro meu apê, umas sete quadras. Num momento, eu me ajeito as bolas e ela pergunta:
Ela: O que cê tá fazendo?
Eu: Acho que uma bola ficou pra fora e a outra pra dentro, tá me incomodando...
Ela: Já tão bem carregadas?
Eu: Jejeje, claro
Ela: Jejeje, quero ver agora se é verdade, mas antes vamos passar na farmácia, quero comprar camisinha.
Eu: Huu, é mesmo, nem lembrei disso.
Na entrada da farmácia, encontramos uns conhecidos. Enquanto a gente conversava, ela entrou, demorou um pouco. Os caras nos convidaram pra comer algo e eu não sabia que desculpa dar pra não ir. Daí ela sai e fala:
Ela: Falei com o farmacêutico e ele disse pra você tomar essas de oito em oito horas – me mostrando uma caixinha.
Eu: Ok, respondi.
Falamos que eu não tava bem e fomos pro apê. Sacamos, jejeje.
Já no apê, começamos a tomar banho juntos. Partimos pra uma siririca violenta. Ela me ensaboava o corpo todo, mas com mais atenção no meu pau, que já tava durasso. Eu também ensaboava ela, mas foquei mais nos peitinhos dela. Não sei por que, mas me deixam louco. São pequenos, mas os bicos são carnudos. Eu enxaguava e dava uns bons chupões nos peitos, ela só jogava a cabeça pra trás e suspirava. Com uma mão, apertava minha cabeça contra o peito dela, e com a outra me batia uma punheta.
Desci a mão e comecei a masturbar ela também, mas a buceta atrapalhava um pouco. Mesmo assim, continuei no serviço. A respiração dela foi aumentando e ela parou de me bater punheta pra apoiar a mão na parede, por cima do meu ombro. Eu não tirava o peitinho dela da boca e a buceta já tava bem mais acessível e toda melada. Segui, segui. Num momento, já tinha três dedos enfiados e ela beliscava o outro bico.
Aí eu parei e fechei o chuveiro.
Ela: Que porra cê tá fazendo, otário? Tava quase gozando.
Eu: Já sei, por isso parei – e sorri.
Saímos do banho, nos secamos. Ela ainda não tinha entendido por que. Para; ela senta na beirada da cama, abre as pernas e começa a se tocar, eu fiquei parado a uns metros. Vai, bobão, vem aqui que eu fiquei com vontade, não vai me deixar assim, vai? Ela fala com carinha triste — continua sozinha... Eu tô olhando. Falei. Ela entendeu o jogo e continuou se tocando, uma mão na teta e a outra acariciando a buceta sem enfiar os dedos, ela se deitou na cama e seguiu se satisfazendo. Depois ela me contou que não se masturbava desde os 17 anos, quando a mãe pegou ela. Chego perto da boca dela, ela tava de olhos fechados, tava mesmo curtindo se tocar, dou um beijo, passo pelo pescoço, pelo peito, onde paro um tempão, beijo a barriga, e volto pra tetinha dela e fico ali até ela começar a arquear, sinal que tava perto do orgasmo, e ouvi bem baixinho ela dizer... Tô gozandooooo... Assim por uns segundos; ela abriu os olhos, me olhou e sorriu. Do jeito que ela tava, me coloquei por cima, já tava de camisinha, abri as pernas dela e começamos um missionário devagar, não dá pra descrever o quanto ela tava lubrificada, comecei a acelerar os movimentos e era pluf pluf pluf o barulho que fazia. Depois perninhas no ombro e seguimos. A gente se beijava, ela beliscava os próprios mamilos e os meus também, virei ela de lado e acelerei mais os movimentos, ela tava molhadíssima, era muito melado que eu aproveitava e passava no cuzinho dela e ela não falava nada. Quando ela percebe que eu tava perto de gozar, ela fala: não goza não que vou chupar você e deixar seco seco. Nessa hora quase gozei, fiz um esforço danado pra não fazer. Levanto, tiro a camisinha, e ela começa a me bater uma punheta e chupar. Ela me olha e fala me dá toda a porra, e fica me encarando de boca aberta e língua pra fora enquanto me masturba... e a descarga toda foi pro céu da boca dela, eu mesmo me surpreendi de ter gozado tanto depois da tarde. Quando ela viu que não saía mais, fechou a boca, deu um beijinho no meu pau, se afastou e saboreou um pouco minha gozada na boca dela e engoliu. Continuou brincando com a língua no canto dos lábios procurando mais, pegou meu pau e chupou de novo como se quisesse tirar mais, sei lá de onde, soltou, se jogou na cama meio com vergonha e disse: yummy, yummy a porra... E ficou deitada de bruços. Deitei sobre ela e comecei a acariciar as costas e a bunda dela por um tempo, a gente conversou sobre várias coisas e não lembro como surgiu o assunto da putaria, ela me perguntou: você postou minha foto? Respondi que sim e falei do relato. Ela: não, mano, sério? Quero ver agora, vai, liga o computador. Sério que você fez isso? Eu: sim, bobinha, falei que ia fazer. Ela: e aí, o que aconteceu? Alguém viu? Eu: espera e vê você mesma. E foi o que ela fez, primeiro leu o relato e enquanto isso se acariciava, depois viu a foto, os comentários e começou a olhar os perfis de quem comentou e de quem deu pontos. Olhou todos, também procurou as publicações deles, ficamos assim por um bom tempo... Como eu disse, foi um domingo longo, continua.
Ela: O que cê tá fazendo?
Eu: Acho que uma bola ficou pra fora e a outra pra dentro, tá me incomodando...
Ela: Já tão bem carregadas?
Eu: Jejeje, claro
Ela: Jejeje, quero ver agora se é verdade, mas antes vamos passar na farmácia, quero comprar camisinha.
Eu: Huu, é mesmo, nem lembrei disso.
Na entrada da farmácia, encontramos uns conhecidos. Enquanto a gente conversava, ela entrou, demorou um pouco. Os caras nos convidaram pra comer algo e eu não sabia que desculpa dar pra não ir. Daí ela sai e fala:
Ela: Falei com o farmacêutico e ele disse pra você tomar essas de oito em oito horas – me mostrando uma caixinha.
Eu: Ok, respondi.
Falamos que eu não tava bem e fomos pro apê. Sacamos, jejeje.
Já no apê, começamos a tomar banho juntos. Partimos pra uma siririca violenta. Ela me ensaboava o corpo todo, mas com mais atenção no meu pau, que já tava durasso. Eu também ensaboava ela, mas foquei mais nos peitinhos dela. Não sei por que, mas me deixam louco. São pequenos, mas os bicos são carnudos. Eu enxaguava e dava uns bons chupões nos peitos, ela só jogava a cabeça pra trás e suspirava. Com uma mão, apertava minha cabeça contra o peito dela, e com a outra me batia uma punheta.
Desci a mão e comecei a masturbar ela também, mas a buceta atrapalhava um pouco. Mesmo assim, continuei no serviço. A respiração dela foi aumentando e ela parou de me bater punheta pra apoiar a mão na parede, por cima do meu ombro. Eu não tirava o peitinho dela da boca e a buceta já tava bem mais acessível e toda melada. Segui, segui. Num momento, já tinha três dedos enfiados e ela beliscava o outro bico.
Aí eu parei e fechei o chuveiro.
Ela: Que porra cê tá fazendo, otário? Tava quase gozando.
Eu: Já sei, por isso parei – e sorri.
Saímos do banho, nos secamos. Ela ainda não tinha entendido por que. Para; ela senta na beirada da cama, abre as pernas e começa a se tocar, eu fiquei parado a uns metros. Vai, bobão, vem aqui que eu fiquei com vontade, não vai me deixar assim, vai? Ela fala com carinha triste — continua sozinha... Eu tô olhando. Falei. Ela entendeu o jogo e continuou se tocando, uma mão na teta e a outra acariciando a buceta sem enfiar os dedos, ela se deitou na cama e seguiu se satisfazendo. Depois ela me contou que não se masturbava desde os 17 anos, quando a mãe pegou ela. Chego perto da boca dela, ela tava de olhos fechados, tava mesmo curtindo se tocar, dou um beijo, passo pelo pescoço, pelo peito, onde paro um tempão, beijo a barriga, e volto pra tetinha dela e fico ali até ela começar a arquear, sinal que tava perto do orgasmo, e ouvi bem baixinho ela dizer... Tô gozandooooo... Assim por uns segundos; ela abriu os olhos, me olhou e sorriu. Do jeito que ela tava, me coloquei por cima, já tava de camisinha, abri as pernas dela e começamos um missionário devagar, não dá pra descrever o quanto ela tava lubrificada, comecei a acelerar os movimentos e era pluf pluf pluf o barulho que fazia. Depois perninhas no ombro e seguimos. A gente se beijava, ela beliscava os próprios mamilos e os meus também, virei ela de lado e acelerei mais os movimentos, ela tava molhadíssima, era muito melado que eu aproveitava e passava no cuzinho dela e ela não falava nada. Quando ela percebe que eu tava perto de gozar, ela fala: não goza não que vou chupar você e deixar seco seco. Nessa hora quase gozei, fiz um esforço danado pra não fazer. Levanto, tiro a camisinha, e ela começa a me bater uma punheta e chupar. Ela me olha e fala me dá toda a porra, e fica me encarando de boca aberta e língua pra fora enquanto me masturba... e a descarga toda foi pro céu da boca dela, eu mesmo me surpreendi de ter gozado tanto depois da tarde. Quando ela viu que não saía mais, fechou a boca, deu um beijinho no meu pau, se afastou e saboreou um pouco minha gozada na boca dela e engoliu. Continuou brincando com a língua no canto dos lábios procurando mais, pegou meu pau e chupou de novo como se quisesse tirar mais, sei lá de onde, soltou, se jogou na cama meio com vergonha e disse: yummy, yummy a porra... E ficou deitada de bruços. Deitei sobre ela e comecei a acariciar as costas e a bunda dela por um tempo, a gente conversou sobre várias coisas e não lembro como surgiu o assunto da putaria, ela me perguntou: você postou minha foto? Respondi que sim e falei do relato. Ela: não, mano, sério? Quero ver agora, vai, liga o computador. Sério que você fez isso? Eu: sim, bobinha, falei que ia fazer. Ela: e aí, o que aconteceu? Alguém viu? Eu: espera e vê você mesma. E foi o que ela fez, primeiro leu o relato e enquanto isso se acariciava, depois viu a foto, os comentários e começou a olhar os perfis de quem comentou e de quem deu pontos. Olhou todos, também procurou as publicações deles, ficamos assim por um bom tempo... Como eu disse, foi um domingo longo, continua.
4 comentários - Domingão gostoso