Jovencita Gostosa

A Gostosa Novinha
Com o Selo de Prazer e Tesão…

Olá, pessoal, vou contar uma experiência que mudou minha vida. Tudo começou quando eu cursava arquitetura, lembro que estava no sétimo semestre, tinha uns 20 anos. Naquela época, graças ao futebol, eu tava em ótima forma física, meu corpo era magro, meço 1,70 m. Vou me chamar de Antônio, e tudo mudou quando conheci a Lorena, é assim que vou chamar minha parceira de aventura. Bom, começou assim: um dia desses, minha mãe me pediu pra buscar umas coisas que ela precisava pro almoço, então fui até a venda. Quando entrei, a primeira visão que tive foi de duas mulheres que vi de costas: a primeira era uma senhora magra, de saia longa e blusa, cabelo comprido, mas quem chamou minha atenção foi a acompanhante dela, vestindo uma regata e um short bem curto que deixava à mostra uma bunda muito bem feita, que me excitou na hora. Entrei e cumprimentei com um "boa tarde", que fez as duas se virarem. Então pude ver que eram mãe e filha, as duas muito bonitas, mas a novinha tinha uma carinha de anjo que me fez pensar como um anjo da minha idade podia ter aquele corpo e como a mãe deixava ela se vestir daquele jeito. Depois eu descobriria que, como sempre, as aparências enganam. Comprei o que precisava e fui embora com a imagem daquela menina na cabeça, que não consegui tirar por vários dias, mesmo não tendo visto ela de novo depois da venda. Até que um dia minha mãe me falou que uma amiga de infância tinha voltado a morar na comunidade e que a filha dela tava com problemas em matemática, e que ela tinha me indicado pra ajudar a novinha. No começo, não gostei da ideia porque já tava cheio com os estudos da faculdade pra me preocupar com outras coisas, mas minha mãe comentou que a senhora tava disposta a me pagar pela ajuda, o que me fez ver que um dinheirinho extra nunca faz mal a ninguém, ainda mais pra mim. esse tempo. Então fomos pra casa da amiga da minha mãe, que eu não reconheci de cara. Ela deixou a gente entrar, ofereceu um copo de refrigerante e chamou a filha dela.
— Lore, vem aqui, seu professor de matemática acabou de chegar. — Quando a Lore apareceu, minha surpresa ao ver que era a menina da loja do outro dia. A senhora disse:
— Te apresento minha filha Lorena. Filha, ele é o Antônio, vai te ajudar com matemática, então obedece ele no que ele mandar. — Ela se aproximou, me cumprimentou com um beijo e falou:
— Vamos pro meu quarto de estudos, que fica no segundo andar.

Então deixamos as senhoras conversando na sala, combinando com minha mãe que a gente se via em casa. Quando ficamos sozinhos, a menina me disse:
— Foi você que foi comprar na loja aquele dia, né? — Isso me pegou de surpresa, porque eu achava que era o único que tinha ficado com aquela imagem na cabeça. E ela completou: — Sabe, você é muito gostoso.

Isso me deixou meio nervoso, porque a garota era bem aberta e provocante. Começamos a aula e, conforme o tempo passava, ela se aproximava mais de mim, mas não passou disso. Continuamos assim, e os joguinhos dela — ou pelo menos era o que eu achava — aumentavam a cada aula. Ela se vestia de um jeito muito provocante, me tocava e fazia de tudo pra me deixar louco. Por exemplo, se tava de saia, deixava cair um lápis e, com a desculpa de pegar, se abaixava me dando um show. Eu só pensava:
— “Ah, menina, para de brincar com fogo.”

Era uma loucura constante. Tanto que eu voltava pra casa com o pau duro pra caralho e tinha que bater umas punhetas pensando naquela garota. Mas nunca passou dos limites com ela, até que um dia, quando a aula tava acabando, ela perguntou:
— Antônio, você tem namorada?
— Não! Por que a pergunta?
— Ah, não acredito nisso! — Ela disse com um toque de raiva. — Alguém tão lindo como você não pode ficar sozinho.
— Acho que não tenho muita sorte com as minas, isso acontece às vezes. — De repente, ela me abraçou e disse:
— Não se preocupa, Antônio, uma hora aparece alguém. — Isso me Fico frio.
Terminamos e ela me acompanhou até a porta. Na despedida, como de costume, ela me deu um beijo na boca e se despediu. Fiquei excitado, mas com medo ao mesmo tempo, porque, como já disse, ela é praticamente uma menina pra mim. A diferença de idade não era grande, bom, eu já era um cara com experiência — não muita, não era um Don Juan, mas com certeza mais que ela. Então inventei uma desculpa para não ir dar aula nos dias seguintes, o que se estendeu por duas semanas sem vê-la, até que a mãe dela ligou e disse que realmente precisava da minha ajuda, porque as provas estavam chegando, e me implorou para ir ajudá-la. Não tive escolha: fui. E ela se comportou como se nada tivesse acontecido. Pelo contrário, teve a coragem de me perguntar se eu estava com medo dela. Não respondi, mas fiquei irritado. Estava quase indo embora quando a mãe dela disse que precisava ir à cidade resolver algo urgente e que nos deixava estudando. Ela me disse:

— Vem comigo me despedir da mamãe.

Descemos, ela pediu algo pra mãe, se despediu e fechou a porta. Esqueci de mencionar que ela estava vestindo um top que cobria um busto que já aparecia, mas ainda bem pequeno, e na parte de baixo, umas lycra pretas que deixavam admirar em todo o esplendor aquela bunda linda que ela tinha.

— Vamos continuar!

Ela foi na frente, subindo a escada, e eu fui atrás. Subindo, tive uma visão daquele rabo que nunca vou esquecer. Eu estava tão besta olhando pra bunda dela que nem percebi que ela se abaixou pra pegar alguma coisa, parou, e eu, sem notar, praticamente tropecei nela. Ela de bruços, e eu com a pica bem no meio da bunda dela. Não soube como reagir, então ficamos assim por um tempo, até que ela continuou subindo com um sorriso malicioso. Vou descrever ela com mais detalhes: não era muito alta, tinha 1,60m, cabelo castanho-avermelhado, pele branca com algumas pintinhas aqui e ali, coxas grossas que terminavam numa bunda redondinha, empinada, paradinha e, bem, no fim das contas, linda. Peitinhos, sim, eram grandes, do tipo que cabiam na minha mão, e eu tenho mão de homem adulto. Ela tinha um sorriso safado que me dava vontade de dar umas palmadas, mas com meu pau. Eu me toquei e pedi desculpas, falei que não tinha sido minha intenção, e ela riu e disse:
— Relaxa, sem problemas.

A aula terminou e ela me acompanhou até a porta de novo, e disse que se eu quisesse, ela podia ir na minha casa dar a aula. Eu falei que não, que eu continuaria indo na casa dela, e ela me beijou de novo. No dia seguinte, contei pros meus pais que ia ficar na casa da amiga da minha mãe, e eles pediram pra eu voltar logo porque tinham que sair e iam voltar tarde. Falei que sim e fui me despedir deles. Entrei no banho e quase terminei quando a campainha tocou. Me enxaguei como pude, vesti uma camiseta e um short e fui ver quem era. Qual não foi minha surpresa: era sim, a Lorena, que tinha ido do colégio pra minha casa. Falei pra ela:
— Mas o que você tá fazendo aqui? Você não pode ficar aqui. — Falei preocupado com o que podia acontecer da gente ficar sozinho. — Você pode me meter em problemas, sabia?
— É que não quero mais te incomodar indo todo dia até aí, então vim pra cá.
— Ah. — Falei, não acreditando, mas ela já tava lá.
— Aqui você vai me ter a tarde inteira.

Me toquei e falei pra ela entrar. Ela ofereceu a bochecha pra eu cumprimentar, e quando me aproximei, ela virou a cabeça e meus lábios praticamente beijaram a boca dela. Eu, muito nervoso, olhei pra todo lado; por sorte, ninguém viu. Levei ela pro meu quarto de estudo, que fica do lado do meu quarto. Lá tinha minha mesa de desenho e uma escrivaninha pra escrever. Pra quebrar o gelo, ofereci um refrigerante e falei pra ela sentar pra começar a aula. Esqueci de dizer que ela ainda tava de uniforme da escola: saia xadrez um pouco acima do joelho, blusa branca de botão. Começamos a estudar e, depois de um tempo, ela começou a reclamar que não tava entendendo porque não conseguia enxergar direito. Aí eu perguntei:
— O que você sugere? Então.
Ela disse que se sentasse no meu colo ia enxergar melhor, eu aceitei sem pensar e ajustei minha cadeira pra ela sentar na minha perna esquerda e disse:
— Tá vendo? Agora sim enxergo melhor.
Mas eu já começava a imaginar outras coisas, embora meu subconsciente dissesse que não podia, que não era certo. Ao sentir aquela bunda gostosa em cima de mim, despertou minha pica, que reagiu.
Mas ela tava presa pela minha cueca. Ela meio que fingiu que não tava notando e se balançava no ritmo de algo que cantarolava, fazendo minha ereção crescer. Eu, querendo sentir um pouco mais, fingi uma cãibra e falei pra ela levantar um instante. Como não tava vendo, puxei meu pau pra fora pelo lado do short e falei que era alarme falso, que ela podia sentar de novo. Quando ela sentou, aproveitei com a mão pra que a saia dela não ficasse entre minha perna e ela, e senti um prazer gostoso ao ter o contato da pele dela com minha perna. Meu pau imediatamente procurou um lugar pra se esconder, mas esbarrou na calcinha dela. Ela também notou e se aproximou mais, colada em mim.
— Mmmmnnnnn — Ela gemeu.
Esquecemos completamente o que estávamos estudando e só falamos besteiras, até que eu me atrevi a perguntar:
— Chega disso! Será que eu te gusto?
— Sim!
Ela apoiou a cabeça no meu ombro, eu aproveitei e busquei a boca dela, que beijei com vontade contida, e minhas mãos tocaram o corpo dela até que num momento ela se afastou de mim e disse:
— Vou no banheiro.
De repente me senti mal, achei que tinha abusado dela, então preparei minhas desculpas e esperei ela voltar. Pra minha surpresa, ela veio com alguns botões soltos e notei algo branco no bolso da saia dela. Quando voltou, sentou de novo na minha perna. Ela só levantou a saia e se deixou cair em cima de mim. Eu, com o medo anterior, só cobri meu pau com a camiseta, então ele continuava pra fora. Ao sentir o roçar de novo, ele despertou. Nesse momento percebi que ela não tava de calcinha e senti a buceta dela molhada. Mas que novinha, meu Deus! Ela me beijou de novo e eu enfiei uma mão por A blusa dela se abrindo, procurando os peitos dela, que eu acariciei, e ela só gemia.
—Haaaaaaa… Haaaaaaa… hooooo.
Enquanto meu pau procurava um jeito de entrar nela, aí eu perguntei:
—Tem certeza disso? Porque quando eu passar, não tem volta. Vou enterrar até o fundo por me deixar tão tesudo desse jeito. —Falei com um tom de tesão e raiva.
—Sim, é isso que eu quero há muito tempo. Faz logo. —Ela disse, toda excitada.
Uma coisa ficou clara com as palavras dela: ela tava decidida. Então a gente levantou e eu levei ela pro meu quarto, onde beijei ela de novo e comecei a apalpar por cima da roupa e por baixo da saia. Ela deixou eu fazer, e eu comecei a tirar a blusa dela, depois o sutiã. Apareceram uns peitinhos rosados com os bicos bem durinhos. Acariciei eles, depois beijei e chupei. Fui descendo, deslizei a saia dela, e na minha frente apareceu a bucetinha dela, com pouco pelo. Quando ela viu que eu tava aproximando minha boca dali:
—Haaaa, haaaa, haaaaa, haaa não, não… Você não tem nojo?
—Você gosta? O que você tá sentindo?
—Tô… haaaa… Tô sentindo uma delícia, haaaaa.
—Então, pra mim não tem problema fazer isso.
Só sorri e comecei a chupar ela com muito cuidado. Ela só gemia mais forte, se contorcia e falava que ia desmaiar. Eu continuei metendo minha língua naquele cantinho gostoso, tomando os sucos dela, brincando com o clitóris dela — aquele era o ponto G dela — até que senti ela gozar num orgasmo enorme, e eu comi tudo.
—Haaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaaaaaaaa. —Deixei ela se recuperar um pouco enquanto eu tirava a roupa e colocava uma camisinha. Quando ela viu minha rola, disse:
—Isso tudo você vai meter em mim?! —Eu falei:
—Bom, te avisei: se continuasse com isso, não tem volta, e vou meter tudo. —Ela arregalou os olhos. —Mas depois vou fazer devagar. A ideia é a gente aproveitar os dois. Vou fazer pra não doer.
Ela sorriu pra mim e concordou. Então eu abracei e beijei ela enquanto deitava ela na cama, eu por cima, sem parar de beijar. Abri as pernas dela e coloquei meu pau na entrada da buceta dela. a buceta dela e apertei um pouco, ela soltou um gemido e fechou os olhos.
—Haaaaaaaaa.
Aí vem o trauma, sempre é um trauma ficar com uma virgem, porque bom, vai doer no começo e é doloroso pra você também, os arranhões e as mordidas dela, enfim, voltando à foda. Aos poucos fui entrando naquela caverna virgem e ela só cravava as unhas nas minhas costas, clássico, até que finalmente teve toda a minha pica dentro, fiquei assim e falei pra ela.
—Viu como já entrou—.
—Tá doendo um pouco.
Até que ela entendeu que levantando um pouco as pernas a sensação era melhor; comecei a bombar devagar e ela a gemer mais, eu beijava e mordia todo o pescoço dela, os pezinhos, mas sem ser agressivo, até que ela me disse.
—Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha gostoso, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, aah sim assim ha, ha, ha, ha, ha me fode forte!
Então soltei a minha luxúria e comecei a bombar ela bem forte, metia e tirava a minha pica da buceta dela até que me deu na telha de colocá-la de quatro, sem tirar a pica de dentro, e enfiei meu pau sem piedade, ela se arqueou sentindo minha pica quente dentro dela e eu comecei um vai e vem delicioso até que ela gozou de novo num orgasmo que ela gritou bem alto.
—haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai sim gostoso Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.
Eu continuei montando ela até sentir meu orgasmo chegando, então virei ela, tirei a camisinha e, me masturbando, deixei todo o meu leite gozar no peito dela, ela fez cara de nojo mas não liguei, eu tava super excitado, acabei e me joguei exausto na cama, ela correu pro banheiro se limpar, quando voltou me disse.
—Foi… foi fantástico… gostei, melhor do que eu pensei… nunca pensei que transar fosse tão gostoso.
Ela tava muito eufórica, parecia que tinham dado um monte de doce pra uma criança. Puxei ela pra deitar do meu lado, perguntei por que eu e ela me disse
—Bom, desde a primeira vez que te vi, gostei muito de você, além disso é por ser mais velho, sabia que você tinha Muita experiência nisso, você sabe bem do… sexo. -Afinal, ela se comportava como uma garotinha ingênua.
Voltando à realidade, já era tarde, e ela precisava chegar em casa. A gente se deu um beijo bem apaixonado e eu acompanhei ela até a porta, e ela disse que tinha ficado com vontade de mais… Então, já viu. A gente repetiu nos dias seguintes, sempre que dava. No final, ela soltou a buceta pra mim, e, na real, nunca fomos namorados oficiais. Hoje em dia, eu tenho minha esposa e ela tem um namorado, mas sempre que eu quero, ligo pra ela e a gente marca uma dessas aventuras.
Fim.

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