Celebrávamos o aniversário da minha esposa, todo mundo já tava bem bêbado, quando a Marina começou a lembrar coisas da infância. Quase todos os convidados já tinham ido embora, só dois primos dela estavam lá, uma prima com o marido, e a filha deles, de uns 18 anos. Jorge, o mais velho dos dois primos, perguntou pra Marina se ela lembrava quando brincavam de marido e mulher. Marina deu uma risada alta, seguida de um olhar safado. Os outros primos ficaram quietos até que a prima, zoando, falou pro marido: "Fica tranquilo, Luís, eu nunca brinquei disso, sempre fui comportada."Fiquei sério por um momento, lembrando que eu também brincava dessas coisas com minhas primas, mas fingi que não sabia e perguntei como era esse jogo. Jorge ficou sério por um instante, e Marina respondeu: "Nada demais, só fazia comida pra ele e ele ia trabalhar, essas coisas." Era óbvio que ela tava mentindo, mas a ideia de ver a Marina com outro homem já tava na minha cabeça há um tempo. Com a coragem que a bebida dá, sugeri: "Vamos brincar de marido e mulher." Todo mundo me olhou, e Marina respondeu: "Tá bom, vamos brincar. Eu quero ser a esposa de alguém. Quem quer ser meu marido?" perguntou num tom desafiador. "Que seja o Jorge", respondi na hora. "Brinca como quando eram crianças." Jorge respondeu: "É que eu não lembro como brinca." "Não se preocupa, eu te ensino como é", falei, incentivando ele.
A gente tava na sala de casa. Jorge e Marco estavam sentados juntos num sofá só. Marina e eu estávamos em cadeiras separadas, na frente deles, e a prima Alondra com o marido em outro sofá. Minha sobrinha já tinha dormido e ido pra outro quarto. Marina levantou e falou: "Vem, Jorge, vamos brincar", puxando ele pelo braço. "Marco, levanta daí e senta aqui pra gente brincar." Marco levantou e deixou o lugar pra Marina. Marina sentou do lado do Jorge, olhando bem na cara dele. Jorge virou pra mim e perguntou: "Me diz agora, como é que faz? Tenho que fazer. Devagar e com voz de comando, mandei ela virar pra me olhar primeiro. Os dois continuavam rindo de tanta idiotice, mas depois de alguns segundos o olhar deles mudou — dava pra ver claramente que existia um passado sujo. Aí falei pro Jorge: "Agora quero que você acaricie o cabelo dela e desça as mãos até os peitos dela." A cara da Marina ficou completamente vermelha. Jorge ficou calado e imóvel, até que Marina pegou as mãos dele e colocou sobre os peitos dela. Jorge virou pra mim como se perguntando se podia apertar. "Vai, Jorge, aperta eles, não vai ficar com vontade. Marina, tira os peitos pra fora pro seu primo apalpar." Marina não virava pra me olhar, mas seguia minhas instruções sem hesitar. Tirou a blusa e o sutiã — aqueles peitões enormes de bico rosa apareceram no ar. Jorge não hesitou em apalpar, enquanto Marina fechava os olhos e mordia os lábios.
A prima da Marina gritou do lugar dela: "Jorge, chupa os peitos dela como fazia antes!" Jorge começou a mamar e morder aqueles peitões enormes como um desesperado, e os gemidos da minha esposa começaram a ecoar pela casa toda. Marco levantou da cadeira e sentou atrás da Marina. Minha esposa tava no meio dos primos — um chupando os peitos dela e o outro beijando o pescoço e acariciando. Marco falou pra Marina: "Agora quero que você me chupe a pica, Marina, igual quando a gente brincava que você era nossa putinha." Minha esposa era uma puta completa e eu não sabia. O marido da Alondra, Luis, já tava muito excitado e foi até onde a Marina tava. Se adiantando a todos, puxou a pica pra fora. Marina virou pra mim como pedindo permissão. "Se você vai chupar, vai engolir toda a porra." Sabia que ela não gostava — ou pelo menos comigo nunca tinha querido — mas a putinha pegou aquela pica com as duas mãos e começou a mamar como uma bezerra. Luis gemia, aproveitando aquela chupada que minha esposa dava, enquanto Luis e Jorge tiravam a roupa. Marco sentou primeiro e pegou Marina pela cintura, sentou ela na pica dele. Marina gemeu que nem uma puta: "Aí... Marco, adoro brincar de que sou a putinha,
Luís e Jorge viam ela pular que nem uma louca enquanto me dizia: "Olha, amor, olha como meus primos me comem". Luís foi buscar a esposa dele e começou a beijar ela enquanto ela tirava a roupa até ficar toda pelada. Jorge subiu no sofá e colocou a pica na altura da Marina pra ela chupar a pica dele enquanto Marina pulava e dava sentadas enormes no Marco.
Eu, com a pica bem dura, via a cara de depravação da minha esposa. Nisso, Luís tinha a Alondra de quatro no chão da minha sala, e ela gemia que nem uma desvairada: "Me come, Luís, me come como uma putinha! Eu também quero ser uma putinha igual minha prima!" Não aguentei mais e me ajoelhei na frente da Alondra, que já começou a chupar minha pica. Luís trocou de lugar com o Jorge, que não hesitou em penetrar a outra prima dele, e Luís foi atrás da minha esposa.
"Diego, você não se importa se eu arrebentar o cu da sua esposa, né? Porque vou partir no meio essa putinha." Marina continuava tendo orgasmos com aquela cara de depravação, enquanto o Marco já não aguentava mais. Ele saiu de dentro da Marina, e a putinha da minha esposa se ajoelhou. Marco esvaziou o leite na boca dela. Luís aproveitou que ela tava de joelhos e colocou ela de quatro. Minha esposa tava toda empinada quando o Luís, que é marido da prima dela, enfiou no cu dela. "Tão rasgando meu cu, meu amor!", ela gritava bem alto.
Enquanto isso, a Alondra chupava minha pica com tudo, até as bolas. Luís era um sem-vergonha: enquanto comia ela com força, falava: "Olha, Diego, sua esposa adora pica alheia." O filho da puta colocou ela de quatro na minha frente. "Olha a cara da putinha da sua mulher enquanto eu atravesso ela." Marina tava com a cara toda vermelha e lambendo os lábios. "Meu amor, tô comendo uma pica bem gostosa." E a Alondra respondia: "A pica do seu marido também é bem gostosa", e continuava chupando minha pica.
Jorge gozou dentro da bunda da Alondra, e o Luís dentro do cu da minha esposa. Mas as vadias continuavam querendo mais pica. O cachorro do Luís... Tiro a pica da bunda da minha esposa e obrigo ela a mamar os restos de porra que sobraram, a Marina mamava com os olhos virados e totalmente fora de si, eu era o único que não tinha gozado em ninguém, então meio puto com como trataram minha mulher, peguei a Alondra pelos cabelos, inclinei ela e com a cara dela no sofá montei, me dá no cu Diego, a puta dizia quando tava de quatro, eu gosto é pela bunda respondia, abri aquelas nádegas enormes e enfiei tudo, minha esposa caída no chão me via foder a prima gostosa, assim puta, assim engole tudo, Alondra cravava as unhas no sofá enquanto gritava, você tá rasgando meu cu Diego, olhei de canto pro lado e vi minha sobrinha, a filha da Alondra, Estela, uma novinha de 18 anos magrinha mas bem desenvolvida, tava espiando pelo corredor com a mão enfiada na calcinha, vem Estela, olha como eu arrebento o cu da sua mãe, Marco e Jorge já recuperados foram pegar ela, seguraram a mão dela e Estela caminhou até na frente do sofá enquanto Alondra gemia, fala que é uma puta, fala pra sua filha que é uma puta, fala, Alondra gritava cega de prazer, filhaaaaa, sou uma puta, sua mãe é uma puta, de canto via a Marina se esfregando a buceta enquanto Estela também se tocava, Marco e Jorge baixaram a calcinha da minha sobrinha e tiraram a blusa dela, os peitos da minha sobrinha ficaram de fora, e a mãe dela Alondra gozava jorrando como nunca, gozei na bunda dela e quando Alondra gritava igual uma porca,
o Luís pegou minha esposa de novo, já vi que você tá quente de novo prima, deixa eu meter mais a pica, Estela virou pro pai e meio decepcionada falou, você também, seu corno, você também tá participando, Estela vai pro quarto de novo senão vamos te comer também, Estela ficou parada e eu aproveitei pra segurar a mão dela, com calma falei, vem Estela, eu vou cuidar de você, sentei ela num sofá, depois minha esposa abriu as nádegas de bruços e disse, alguém me come de cock por favor, naquela altura Jorge e Marco já tinham a Alondra de quatro, aquele par de bundas tinha dado muita vontade neles, aquelas bundonas enormes quicavam e se mexiam a cada estocada, e eles não perderam a chance de aproveitar. Luis correu pra atender minha esposa primeiro, cuspiu no cu dela e depois enfiou devagar; Marina me olhava enquanto eu colocava a Estela de joelhos pra ela chupar meu cock, Estela chupava muito bem, engolia tudo, mas com os olhos lacrimejando mal via a mãe dela trepando com os tios e o pai fodendo com a tia. Luis se jogava em Marina sem piedade e com rancor, e minha esposa gemia e falava: "me atravessa, joga toda a porra na minha bunda, joga, sua puta". Luis e Marco não aguentaram mais e gozaram nos peitos da prima Alondra, enquanto Luis gozava entre as nádegas da minha esposa. Eu também não aguentei mais, peguei a Estela, sentei ela no meu cock e gritei: "pula, pula como uma coelha, puta". A putinha começou a dar umas sentadas que comiam meu cock inteiro. "Mamãe, mamãe, meu tio tá me comendo", dizia a putinha. O pai dela se aproximou da gente e empurrou os ombros dela, falando: "senta direito no cock do teu tio, seja uma puta boa igual tua mãe". Marina, minha esposa, engatinhou até o sofá e começou a chupar minhas bolas quando elas ficavam pra fora da buceta da Estela. Isso fez eu gozar depois da terceira sentada da minha sobrinha. Finalmente, entre minha esposa e minha sobrinha, mamaram meu cock cheio de porra até deixar ele completamente seco.ArrayLivre de vírus.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
5 comentários - Minha esposa dando pra prima