Histórias de Ana - cap 2 - A Vingança

Histórias de Ana
Capítulo 2
A vingança

Ana já estava namorando com Lucho há um ano e meio. Um jovem da mesma idade dela, muito gato, e todas as garotas morriam de amores por ele. Ana sempre gostou dele e não parou até conseguir conquistá-lo.
Eles saem bastante e têm um relacionamento lindo, embora ultimamente Lucho tenha começado a sair um pouco mais com os amigos, e Ana também aproveitou para se ver com as amigas.

Mas um dia chega uma mensagem no Instagram de Ana, de uma garota dizendo que Lucho estava traindo ela com a tal, e contou tudo nos detalhes. Essa garota queria que Ana terminasse com Lucho para ficar com o caminho livre e poder sair com ele. Mas a primeira coisa que veio na cabeça de Ana foi raiva, decepção e muita desconfiança. Ela decidiu não dar o gostinho e agir como se nunca tivesse recebido aquela notícia. Nem para as amigas ela contou.

E foi assim que, num dia em que completavam meses de namoro, como todo mês, eles saíram para jantar à noite. E naquela noite ela se vestiu de um jeito especial. Procurou a coisa mais sexy que tinha, embora não tenha sido fácil. Experimentou várias coisas, entre calças, saias e vestidos. Acabou escolhendo um vestido colado no corpo, bem curtinho, com um decote bem pronunciado, combinando com uma blusa de rede.

Assim que Lucho a viu, a primeira coisa que imaginou foi ter ela contra a parede enquanto a penetrava, mas Ana pensava em coisas bem diferentes para aquela noite.

Eles chegam a um restaurante que frequentam sempre, ali no bairro das Cañitas, e pedem uma tábua de frios para petiscar enquanto tomam uns mojitos de maracujá. Lucho nem imaginava o que Ana sabia, nem o fato de que Ana tinha planejado várias coisas para aquela noite.

Assim que terminaram, Lucho propôs irem para um motel passar a noite, mas Ana disse: “E SE A GENTE FOR NAQUELE BARZINHO ALI NA ESQUINA, AQUELE QUE FICA BEM LEGAL E DÁ PRA DANÇAR UM POUCO?”. Lucho só queria transar logo, mas não teve escolha a não ser aceitar a proposta. Então foram para o barzinho, que já naquela altura da noite estava lotado. Assim que entra, Ana começa a dançar no ritmo da música. Lucho, por outro lado, tentava não esbarrar em ninguém, já que não cabia mais uma pessoa, mas Ana não parava de dançar e de esbarrar em todo mundo por onde passava, coisa que fazia de propósito pra chamar atenção — e estava conseguindo. Já eram vários os homens que olhavam pra ela com tesão. O vestido dela ia subindo um pouco, e isso tava deixando mais de um maluco, inclusive o Lucho.

Ana se aproxima de Lucho e começa a dançar bem coladinha, e sussurra no ouvido dele: “TÁ GOSTANDO DE COMO EU TÔ HOJE?” Lucho confirma e começa a apalpar ela na frente de todo mundo, mais pra marcar território, mas isso não surtiu efeito nos homens que estavam de olho nela sem tirar os olhos de cima.

Dançaram bastante e Lucho tava pegando fogo. Nessa hora, Ana fala: “EU SEI QUE VOCÊ TÁ COMENDO UMA TAL DE JOANA.” Lucho ficou pálido, congelado, sem respirar. E é aí que Ana diz: “JÁ VOLTO, NÃO VAI NÃO.” E agarra o primeiro homem que tava olhando pra ela, que não hesitou em abraçá-la e dançar bem coladinho. Ana aproveita e vira de costas enquanto o desconhecido a segura e a apalpa. Ana olha pra Lucho e dá risada. Lucho não tira os olhos dela, não sabia o que fazer, só ficou em choque. Ana só tava usando ele pra dar uma lição em Lucho — aquele homem não era atraente nem interessante pra ela. Assim que a música termina, ela se despede dele e volta pro Lucho, que pega a mão dela e leva pro balcão pra poder conversar.

Já no balcão, Lucho tenta falar, mas Ana responde: “OLHA, VOCÊ ME TRAIU, ENTÃO HOJE QUEM VAI SE DIVERTIR SOU EU. SE QUISER, FICA; SE NÃO, VAI EMBORA.” Lucho não queria deixar ela sozinha ali, ainda mais depois de ver tudo que ela tinha feito por puro despeito.

Ana começa a andar no meio da galera, sem procurar ninguém, só caminhando pra ver o que Lucho fazia. Mas no meio do rolê pelo buteco, um homem bem mais velho que ela pega na mão dela e puxa pra dançar. Ana olha pra ele, analisa um pouco e vê um cara muito gato, muito estiloso até. Muito bem vestido pra aquele lugar. Lucho tenta levar ela embora, mas Ana empurra ele e começa a dançar com o cara. O cara dança super educadamente com Ana e não avança. Isso acalmou um pouco Lucho, mas ele não queria que ela continuasse com o jogo. Ana tava adorando como o cara dançava e também o físico dele, então começou a dançar mais sensual, já encostava a bunda e tentava levar as mãos do cara pros peitos dela. Mas o cara não caía na armadilha, mesmo morrendo de vontade. Nisso, Ana chega bem perto dele, fica na ponta dos pés e dá um beijão na boca dele. O cara beija ela e aí começa a acariciar ela com as mãos na cintura, apertando os quadris até chegar na bunda dela. Lucho tava percebendo que isso ia dar uma merda enorme. Tenta chamar ela, mas nada. Ana tava disposta a pagar na mesma moeda ou pior. O cara sussurra algo no ouvido de Ana, que olha pro Lucho, dá uma risada e os dois somem no meio da galera.

Lucho não teve escolha a não ser esperar e esperar até decidir ir embora. Ana, por outro lado, tinha ido pra um camarote, já que o cara era o gerente do barzinho. Então Ana tava no paraíso. Ficaram um tempão até que ele convida ela pra ir a um lugar mais íntimo. Ana tava disposta a tudo, então não recusou e saíram de carro pra um motel que fica a três quarteirões.

Assim que entraram, o cara começou a beijar ela e a tirar o vestido que ela tava usando, deixando ela só com a blusa de rede. Aí ele desceu pra chupar os peitos dela através da rede, os mamilos dela durinhos passavam pelos buracos da rede, deixando ele mordiscar enquanto chupava e brincava com a língua. Ao mesmo tempo, Ana tenta tirar a roupa dele como pode, mas tava meio atrapalhada, nervosa com a situação. O cara termina de tirar a roupa, deita Ana na cama, abre as pernas dela e, da ponta do pé, vai descendo com a boca, percorrendo cada centímetro até chegar na buceta dela. Chupa e brinca, se ajuda com a mão. Os dedos e a masturba, alternando língua e dedos, até que a Ana tá tão molhada e dilatada que pede pelo amor de Deus pra parar. E agora é ela quem deita ele na cama e vai direto pro pau ereto, primeiro dá umas lambidas enquanto olha nos olhos dele, mais pra ver como ele reage ao sentir o calor da boca dela. E aos poucos vai enfiando mais e mais o pau daquele desconhecido pra dentro da boca dela.

O cara já com o pau totalmente duro se levanta e faz a Ana levantar também, beija ela e vira ela de costas, beija o pescoço dela enquanto com as mãos acaricia os peitos perfeitos dela. A Ana rebola e sente o calor do pau na bunda dela, e com uma mão masturba ele com movimentos atrapalhados e imprecisos. Até que ele pega o pau dele e leva em direção à buceta da Ana, e foi penetrando ela devagar, enquanto continua beijando o pescoço dela.

A Ana começa a rebolando, fazendo as estocadas ficarem mais e mais fortes. O cara entende perfeitamente e começa a meter mais brutalmente, a Ana geme e geme, deixando claro que gosta e quer mais. De repente o cara para e coloca ela de quatro na cama, agarra a cinturinha dela e, apoiando o pau na buceta, entra bruscamente, tira tudo, espera um segundo e mete de novo com força. Assim várias vezes. A Ana adorava e doía ao mesmo tempo, dando uma experiência meio nova pra ela. O cara começa a acelerar e já não tira tudo, mas começa a bombar mais seguido, enquanto com o dedão brinca no cu dela. A Ana sente o dedo mas deixa, tava muito excitada pra cortar o momento. E de repente, bem devagar, ele foi enfiando o dedo dentro do cu da Ana, e no final ela gostou e os gemidos dela ficaram mais frequentes. Até que ele tira o pau e aponta direto pro cu já meio dilatado e começa a enfiar devagar, a Ana doía mas gostava e se deixava fazer qualquer coisa. O cara continua metendo até enfiar o pau todo. dentro do cu da Ana.
E aos poucos começa a bombear devagar, dilatando cada vez mais. Ana, enquanto isso, com a mão esfregava o clitóris, se dando prazer. Ana tava pegando fogo e o homem tava no céu, tendo uma mina tão gostosa quanto a Ana e realizando seus prazeres mais obscuros.
Ana já tinha o cu totalmente dilatado e o homem já bombava forte, agarrado na cintura dela e dando tapas. Ana continuava esfregando o clitóris até chegar num orgasmo que nunca tinha sentido antes, soltando um jatinho. O homem para de repente e faz a Ana se levantar, e pergunta se ela quer continuar, mas no chuveiro. Ana tava toda suada, então aceitou. Foram pro chuveiro, onde um ensaboou o outro, até que começam a se beijar de novo, e é aí que o homem faz a Ana se ajoelhar e chupar ele de novo. A água escorria pelo corpo do homem e fazia a Ana engasgar um pouco, então ela não conseguiu continuar por muito tempo. Levanta e, de novo, como repetindo, vira ela e leva o pau pra buceta, metendo de uma vez só. Ana ainda tava bem lubrificada, então era um puta prazer sentir aquele membro dentro dela.
Ele sussurra no ouvido dela: “VOCÊ GOSTA DE BRINQUEDOS? PORQUE EU ADORARIA COMPRAR UM PRA GENTE SE DIVERTIR UM POUCO”. Ana acena com a cabeça, e eles saem do chuveiro. Ele pega o telefone e pede, através de um código que tinha no cartão do hotel, um vibrador. De repente batem na porta e deixam o pedido no cubículo. Quando Ana vê, era um vibrador meio diferente do que ela imaginava, porque era preto e media uns 30 cm de comprimento por 6 de largura. Obviamente aquilo não ia entrar em nenhum buraco da Ana.
Mas o homem fala: “Não se assusta, não. Com o quanto você tá dilatada, mal vai sentir apertado”. Dito isso, Ana se deitou na cama, abrindo as pernas, se entregando à voz sedutora daquele homem. Ele, depois de limpar o vibrador com água e sabão, foi direto beijar a buceta dela, lubrificando com saliva, brincando com os dedos, até que Ana sente algo frio roçar a buceta dela. No começo, só ficava esfregando e aos poucos foi tentando enfiar a ponta, coisa que Ana tava achando meio difícil, e sentia os lábios dela esticando ao máximo. O cara, sem gel nem nada, só com saliva, continuava chupando e brincando até que, com um empurrão pequeno mas brusco, conseguiu enfiar a cabeça daquele consolo monstruoso. Dessa vez, Ana geme mais de dor do que de prazer, e sente a buceta dela esticando, quase a ponto de rasgar. Mas o cara sabe muito bem o que faz e, aos poucos, entre a saliva e uns movimentos, faz a buceta da Ana ir se acostumando com o tamanho, e cada vez entrava mais e mais aquele consolo. Ana já tava curtindo a sensação nova, até que sente no fundo da buceta dela aquele consolo chegar, preenchendo todo o interior. Aí ele começa a tirar e meter quase inteiro aquele consolo. Ana sentia cada centímetro entrando e saindo até que chega ao maior orgasmo da vida dela, jorrando litros de líquido, tremendo pra caralho. O cara tira o consolo e fica chupando a buceta dela, que tava toda dilatada como nunca na vida. Ana sentia aquelas lambidas como cócegas e adorava. O cara sobe em cima dela e mete, mas o pau dele já não encontrava resistência com tanta dilatação. Ana não conseguia abrir os olhos e só gemia, até que o cara começa a bombar freneticamente, tira o pau dele e joga vários jatos de porra no corpo da Ana. Depois de um tempo, tomaram banho juntos e o cara, muito educado, leva ela até a casa dela, onde mora com os pais. Lá, ela entra como consegue e se deita na cama dela.

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