Fim das provas e Eli estava no colégio. Alejandra tinha marcado de encontrá-la na entrada do ginásio, mas não tinha ninguém lá. Faltavam 15 minutos para a saída e ela tinha matado aula, afinal, nem aulas mais davam. Prestes a desistir da ideia de passar um tempo com a linda e popular Alejandra, que tinha desde beleza, peitos até o último smartphone do mercado, ela a surpreendeu por trás. Os lábios de Alejandra percorreram o pescoço de Eli, que, esquecendo o atraso, se derreteu. Eli daria tudo por um beijo, tentou naquele momento, mas Alejandra a segurou e, pegando-a pela mão, a levou por um corredor. Pararam no meio do caminho, em frente à porta do zelador, onde o senhor guardava seus utensílios. Alejandra, sem dizer uma palavra, abriu a porta e entrou, depois de olhar para os lados para ver se ninguém estava rondando por ali. Eli não teve escolha e a seguiu, embora também não tivesse outra opção. A festa durou pouco, não conversaram, se abraçaram, se beijaram, ficaram se mimando com paixão até Alejandra parar de novo. — Eli, preciso da sua ajuda. Sei o que sente por mim e pretendo corresponder, mas primeiro preciso que me ajude. Eli olhava aqueles lindos olhos verdes, o rosto fino e branco, o cabelo loiro. Elas tinham tirado as camisas e os peitões de Alejandra estavam apertados num sutiã preto. Os de Eli não eram tão pequenos, mas não tinha comparação. — Te amo, Ale, claro que pode contar comigo. O que é que... — parou de repente, nas sombras do quarto viu uma sombra. Tinham entrado tão rápido que não perceberam que não estavam sozinhas lá dentro, junto com todas as vassouras e baldes tinha outra pessoa. Ou pelo menos era o que Eli pensava, as palavras seguintes tiraram suas dúvidas. — Vamos fazer um boquete no Esteban. Esteban. O nome. Flutuou, até que a imagem dela apareceu na mente e na frente dela. O zelador atendeu ao chamado. Ele estava com o zíper do macacão cinza de trabalho aberto. Um pau feio espreitava por entre uma moita de cabelo preto que cobria a virilha, sob uma barriga incipiente também peluda. — Mas o que significa isso? — conseguiu articular, de surpresa não tinha gritado, compreendia vagamente o que Alejandra estava propondo, mas não entendia por quê. Não conseguiu dizer mais nada. Alejandra aproveitou a indecisão dela. Puxou-a para perto do zelador, ajoelhou-a e se ajoelhou ao lado dela, mantendo o abraço. Afastou um laço de cabelo dourado dos olhos e com a mesma mão agarrou o pau do velho. O prepúcio cobria a cabeça, o membro estava ereto, mas mesmo assim a glande não aparecia, aliás, o buraco que o prepúcio mostrava parecia menor que a cabeça que cobria. Alejandra abriu a boca e enfiou ele lá dentro, começando o serviço. pensou, tinha visto a condição em biologia, além do espetáculo deprimente da barriga peluda dele, o pau do zelador era indesejável. Curvado em forma de C, venoso, com três manchas de idade e com a glande grossa coberta de prepúcio. o pensamento ficou na mente dela enquanto Alejandra chupava o pau sortudo. Enfiava e tirava como uma profissional embora Eli já duvidasse de tudo olhou para os bolsos do macacão e viu o maço de notas Eli não podia culpá-lo, Alejandra era gostosa, se ela tivesse pau também teria pago por isso. . De repente entendeu tudo, o boato de que Alejandra era uma puta devia ter chegado até o zelador, que talvez economizou e comprou ela. <É uma puta, uma puta gostosa> Alejandra parou o movimento constante. cabeceio, aproximou a pica da Eli e ajustou o abraço nas costas dela. —Sou sua se fizer isso, já tá aqui, não se afasta, por favor— a cara que fez era de súplica. Eli não conseguia dizer não pra ela e não disse. Pegou a pica monstruosa e, ao abrir a boca, sentiu o fedor. Cheirava a produtos de limpeza, a suor, a roupa encharcada de trabalho, cheirava a corpo guardado, a saliva e a homem. Tudo junto. Fechou os olhos e enfiou a pica pra dentro, a língua percorrendo ela. Tinha dificuldade em manter a cabeça na boca, era grossa em comparação com o tronco. A pele era macia em alguns trechos, com rugas e protuberâncias onde aparecia uma verruga ou uma veia. Já na cabeça era toda lisa, o prepúcio tava esticado e parecia que ia estourar. O pau batia no interior da bochecha dela e deformava, retomava o caminho e ia até o fundo da boca, às vezes batia na parede e na campainha e dava ânsia, às vezes descia um pouco mais pela garganta. As duas começaram a se revezar, uma chupava com vontade e a outra seguia. Eli se deixava levar às vezes, enfiando tudo que conseguia, já Alejandra enfiava até a garganta. A parada começou a esquentar e o velho já tinha uma mão na cabeça de cada uma. Enquanto uma chupava, a outra lambia tudo que podia. Perto dos pelos o cheiro era muito pior e Eli tentava evitar, Alejandra parecia não se importar, até quando Eli tinha a pica na boca, ela descia até as bolas pra sair com um ou dois pelos na cara. Os pelos também iam pra Eli, que parava direto pra segurar uma ânsia e tirar o pelo da boca. Depois piorou. O zelador começou a se mexer, fodendo as duas pela boca. Até que pegou Eli e, na base da força, levou ela até as costas baterem na parede. Enfiava e tirava a pica da boca de Eli, enfiava até a garganta e ela tinha que aguentar, o velho segurava ela pelos cabelos e Alejandra se juntou pra imobilizar ela. De repente, o zelador segurou ela pelos Ela apertou as bochechas e apertou ainda mais cada vez que a cabeça passava por ali pra entrar na boca dela. Eli demorou só um segundo pra entender: imaginou o velho se masturbando e o esperma secando dentro daquele prepúcio sem retrair. Ela se mexeu um pouco, mas a fuga foi frustrada assim que começou; Alejandra segurou ela pelo pescoço e com uma mão agarrou a rola do zelador. . Os movimentos ficaram mais brutos e Eli resistiu, até gemeu quando a rola conseguia sair da boca dela. Um rastro de saliva já formava uma poça no chão debaixo dela. O momento chegou finalmente. Quando o velho enfiava a rola na boca dela, os dedos apertaram os lábios dela e forçaram ela a pelar com a boca. Alejandra ajudou puxando o prepúcio do tronco, segurando com uma mão. A glande nua entrou na boca dela, Eli empurrou com a língua, mas sentiu oleosa e não insistiu. A rola foi até a garganta. O gosto invadiu ela, o fedor entrou pela garganta, subiu pelo nariz e entrou na cabeça dela. Um gosto entre queijo passado, esperma e carne crua quase podre. Tudo misturado com suor e o perfume que a mão da Alejandra soltava. Deu ânsia e náusea nela, mas isso não importou. O zelador soltou um grito e começou a foder ela mais selvagem que antes. O cheiro deixou ela tonta, resistiu às investidas e cada vez que a rola entrava, a cabeça dela batia na parede. Quando tirou a rola, ela viu claramente: o prepúcio apertava bem onde começava a glande, formando um anel meio inflamado, a cabeça, mais roxa que vermelha, parecia prestes a estourar, mostrava pequenos restos de uma substância grossa e branca. ao pensar e sentir o gosto ainda na boca, veio uma ânsia sonora. . Tomada de raiva e vingança, sorriu, olhou pra Alejandra nos olhos, que pareceu entender os planos dele e tentou se afastar. Mas a vez de Eli tinha chegado. Agarrou ela pela nuca e torceu um braço dela nas costas. Se posicionou atrás dela num instante e colocou ela de frente pra rola do velho, que agora tava mais roxa do que antes. Sem piedade, fez ela engolir. Com as duas mãos puxando o cabelo lindo e dourado, segurou a cabeça de Alejandra. O zelador não perdeu tempo, meteu nela do mesmo jeito, enfiou a rola fedorenta e curtiu o espetáculo. Eli empurrava cada vez que o velho entrava. Empurrava com força, rápido, no ritmo das estocadas dele. Empurrava tão forte que sentia o rosto de Alejandra batendo na pélvis do zelador, a barriga dele tampando a testa e os olhos dela, e as bolas batendo no queixo dela. Tudo sumia no meio da mata de cabelo preto e suado. Continuou por um tempão, forçava ela a engolir tudo, tirava rápido e do mesmo jeito enfiava de novo na boquinha de Alejandra. Ficou meio decepcionado, a vingança não era completa, Alejandra não reclamou, nem deu um ânsia. <5 minutos seguidos de garganta funda e penetração oral e a putinha nem se abala>. Quando olhou pra ela, pensou um pouco diferente. O rostinho branco dela tava vermelho e lágrimas escorriam pelas bochechas . Eli continuou segurando ela e o velho parecia ter um ataque de prazer, o fim tava perto. Com cuidado, Eli segurou a rola com uma mão, e com a outra massageou os ovos suados no meio dos pelos. Continuou o boquete, mas já não tão fundo, então Alejandra conseguiu se recuperar, começou a mexer a cabeça e dava pra ver ela girando a língua em volta da cabeça do pau. Juntas, fizeram o zelador gozar entre gemidos. Quando ele gozou, Alejandra tirou o pau da boca, o primeiro jato foi direto nos peitos dela. Eli não deixou ela continuar. Com um sorriso, agarrou ela pelo cabelo e enfiou a rola de volta na boca dela, que continuava gozando. Sentiu os espasmos entre os dedos, dois, três, quatro, até cinco. Tudo dentro da boca de Alejandra, que só conseguiu franzir o rosto. — Engole, ou conto tudo isso pra todo mundo, Alejandra. Ela olhou pra ela, com o pau ainda na boca, com o esperma formando um bolinho nas bochechas, viu nos olhos de Eli a verdade das palavras dela. Fechou os olhos, fez uma careta e engoliu. Ainda com o pau dentro. — Tudo, limpa tudo — Eli não ia deixar escapar a oportunidade. Alejandra não teve escolha, balançou a cabeça afirmando e a língua deslizou em volta do pênis, limpou tudo que sobrou. Tirou finalmente da boca aquele pau feio, já murcho, e engoliu mais uma vez, depois abriu a boca, mostrou a língua e exibiu vazia. O velho jogou o dinheiro no chão, se arrumou, pegou umas vassouras e saiu, apressando elas por causa do horário, logo a campainha ia tocar. As duas ficaram lá. — Metade é minha, suponho que o velho queria um boquete a duas línguas, né? E eu tava disponível. Você tinha que limpar essa merda. — É, não contava com mais ninguém. — Tá bom — Eli abotoou a camisa, pegou o dinheiro e guardou a parte dela. — Isso é seu — disse jogando o dinheiro pra Alejandra, que se levantava na hora. — Você é mais safada do que eu pensava. Eli olhou pra ela de novo, linda, mesmo despenteada e com lágrimas secas nas bochechas, com a camisa desabotoada, os peitões enormes e um baita rastro de esperma escorrendo entre eles. Alejandra percebeu o olhar e se olhou nos peitos e no esperma. — Quer me ajudar? Eli não disse nada, se aproximou. Por que não faria? Alejandra era gostosa e agora era dela, tava ali, seminua, cheirando a puta e a esperma embriagado tudo misturado com o perfume delicioso dela. Eli enterrou a cabeça entre os peitos de Alejandra e com a língua limpou o esperma. — Você é minha. — Sou sim. Obrigada pelas mensagens e apoio. Se tiver alguma ideia, imagem ou se só quiser conversar, me escreve ou deixa comentários. Beijos!
1 comentários - #6 Limpeza seminal entre amigas (oral)