Bom, aqui vai a segunda parte da história do Rolo.
Espero que ler isso esquente vocês tanto quanto me esquentou escrever.
OBRIGADO PELOS SEUS PONTOS
OBRIGADO PELOS COMENTÁRIOS DE VOCÊS
Ao chegar em casa, fui direto pro quarto, tava muito dolorido e cansado. Me troquei e deitei de barriga pra baixo, na minha cabeça as cenas do que tinha acontecido ficavam rodando. Ficava excitado só de lembrar como tinham me comido a tarde inteira, queria continuar sendo comido, mas meu corpo não aguentava mais. Na real, era meu cuzinho que tava acabado. Assim, acabei dormindo. De noite, minha mãe me chamou pra jantar, meu pai já tinha chegado. Jantamos nós três e depois meu pai, cansado do trabalho, foi pra cama, deixando a gente sozinho na cozinha. Minha mãe lavou a louça, tava calor e, como sempre, ela de regata e saia curta. Comecei a pensar em como meus amigos comeriam ela. Mesmo sendo gordinha, os peitos dela eram enormes e pelo visto ela gostava de mostrá-los. Fantasiava com isso, com ver ela sendo enfiada pelo Carlitos e imaginava as coisas que fariam com ela. Meu pau já tinha reagido só de pensar. Ela terminou de lavar e trouxe o chimarrão. Tomamos uns mates juntos e aí ela me perguntou onde eu tinha ido à tarde. Falei que fui andar de bike, que o Carlos tinha me emprestado, que me diverti muito e que amanhã ficaria em casa porque eles iam andar de bike de novo, mas como eu não tinha, ia ficar. Ela disse que daria um jeito nisso e fomos dormir. No outro dia, ainda tava doendo um pouco meu cuzinho, mas mesmo assim saí pra ver meus amigos. Naquela manhã, eles estavam me esperando com vontade de repetir a tarde anterior, mas recusei firmemente. Falei que não tava bem, que deixássemos assim, que aquela tarde ia descansar em casa. Carlos disse que me acompanhava. Falei que não ia rolar nada, mas ele insistiu mesmo assim. Depois do almoço, minha mãe tava como sempre e eu não parava de pensar em como eles comeriam ela. Com certeza, dariam tão forte nela quanto em mim e assim eu poderia confessar que tinha virado uma mocinha igual a ela. Tava pensando nisso quando a campainha tocou. Eram eles que vinham me ver. Minha mãe atendeu e eu percebi que podia rolar algo. Imaginava, eles não paravam de olhar pras tetas e pra bunda dela e ela tinha percebido. Nós cinco fomos pro quarto ouvir música e depois de um tempo o Carlos saiu pra cozinha, enquanto o Miguel não parava de elogiar as tetas da minha velha, e o Luis e o Sergio entraram na onda também.
Luis, viu como ela adora mostrar essas tetas pra mim? Teu velho não dá conta.
Miguel — e ainda por cima essa saia que não esconde nada.
Sérgio—e toda vez que ele fala parece que só quer transar, eu daria o dia inteiro pra ele.
Luis, e o que o Carlos tá fazendo? Já faz um tempão que ele foi pra cozinha.
Eu tava era muito tarado, minha buceta tava pedindo pica só de imaginar como iam comer minha mãe. O Luis puxou a pica dele e encostou na minha cara pra eu chupar, a gente tava tudo fervendo de tesão. Em segundos, o Luís já tava me comendo na cama, eu de bruços apertando os lençóis de tanta dor que tava sentindo. Minha buceta tava toda dolorida, mas eu tava gozando e mordendo o travesseiro pra minha mãe não ouvir meus gemidos. Enquanto isso, o Carlos não tinha voltado, ainda tava na cozinha com a minha mãe.
Velha-Carlos, você tem duas bicicletas, não é verdade?
carlos-sim, por quê?
A minha coroa chegou perto dele e perguntou se não vendia aquela buceta com um tom de puta irresistível, os peitos dela estavam ali, quase pulando pra fora da regata, e o Carlos não tirava os olhos deles nem por um segundo.
Carlos — não sei, dona.
Velha—me diz quanto tu quer por ela?
Carlos, sem grana, não quero.
velha—e o que você quer então, Carlitooooos
Carlos continuava comendo os peitos dela com os olhos, mas não disse nada.
velha—quer uma? Posso te dar se você disser sim pra bicicleta.
Ela disse isso enquanto se tocava nos peitos, e o Carlos respondeu que era o melhor negócio. Sem mais enrolação, ele agarrou os peitos da minha mãe, puxou eles pra fora e começou a chupar. Minha mãe deixou ele fazer e começou a gemer baixinho.
carlos-ahh, parece que você também tá com tesão, hein? cê gosta do jeito que eu brinco com seus peitos?
Minha coroa já tava toda molhada, mandava ele continuar enquanto se contorcia de prazer com as chupadas que o Carlos dava nos peitos dela. Depois, ele começou a acariciar a bunda dela e enfiou um dedo na buceta. Minha coroa não resistiu, e o Carlos falou pra ela.
carlos-veni vamos pro quarto
A minha velha seguiu ele e, quando chegou, falou pra ele.
velha, que buceta linda que tu tem, Carlitos
carlos-é toda sua, piranha
velha-sim, mas não esquece da bicicleta
Carlos se jogou por cima dela e meteu com força, minha velha sentia aquela pica dura entrando e saindo, fazia tempo que não sentia aquela buceta sendo preenchida, ela abraçava ele e gemia baixinho. Enquanto isso, Sérgio tinha saído do meu quarto pra ver o que tava rolando com eles, e os barulhos guiaram ele até o quarto dos meus velhos. Enquanto isso, o Luis continuava me comendo. Sérgio entrou devagar e viu minha velha sendo empalada pelo Carlos. Ele tirou o short e se aproximou da minha velha, que nem tinha percebido que ele tava ali. Ela só se tocou quando sentiu a pica do Sérgio na cara dela, se assustou, mas já era tarde. Sérgio fez ela engolir. Por um segundo ela quis parar tudo, mas se entregou como a grande puta que era. A jogada tinha dado errado: ela tinha dado mole pros meus amigos pra conseguir uma bicicleta e tava sendo comida igual uma vagabunda na cama de casal. Carlos virou ela de bruços, e aí o Sérgio quis meter no cu dela, mas ela negou na força. Então Carlos saiu de lado e Sérgio começou a penetrar ela, porque era a vez dele. Miguel foi o outro que saiu do meu quarto e voltou pra avisar o Luis que o Carlos e o Sérgio estavam comendo minha velha. Luis pulou de cima de mim e em segundos nós três estávamos no quarto vendo minha velha aguentando a metida do Sérgio enquanto chupava o Carlos. Eu comecei a bater uma, meu sonho tava se realizando, mas faltava o melhor. Depois do Sérgio, foi o Miguel, e depois o Luis. Minha velha tava sendo comida por todos até que o Luis colocou ela por cima dele e mandou o Carlos meter no cu dela. Ela implorou pra não fazerem isso, a coitada já não tinha mais forças. Aí eu vi o Carlinhos desvirginando o cu da minha velha enquanto ela se contorcia de dor e depois de prazer, porque todos acabaram arrombando ela. Quando cansaram de comer ela, um por um foram se vestindo e deixaram ela sozinha na cama, toda suja. Eles me cumprimentaram, e o Carlos falou na hora de ir que amanhã voltaria com um presente pra mim. Entrei no meu quarto e arrumei um pouco. Quando saí, vi minha velha saindo do quarto. Ela com os lençóis nas mãos, levou pro tanque e foi pro banheiro. Quando saiu, falou que ia comprar umas coisas e voltava logo. Falei que ia esperar ela com o mate. Foi assim que aconteceu naquele dia de verão. No outro dia, não saí de manhã, fiquei batendo papo com a minha velha. Ela nunca soube que eu tinha visto tudo. Falei pra ela que tinha dormido até tarde. De tarde, o Carlos veio e trouxe a bicicleta velha dele. Fiquei feliz de ver ela, mas mais feliz ainda porque ele tinha realizado meu sonho de ver a minha velha gozando sendo a putinha deles. Eu fui com o Luis e o Sergio, o Carlos e o Miguel ficaram. A gente voltou pro terreno baldio onde me comeram até cansar, e eu ficava pensando em como eles deviam estar comendo a minha velha, que devia continuar pagando minha bicicleta.
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Espero que ler isso esquente vocês tanto quanto me esquentou escrever.
OBRIGADO PELOS SEUS PONTOS
OBRIGADO PELOS COMENTÁRIOS DE VOCÊS
Ao chegar em casa, fui direto pro quarto, tava muito dolorido e cansado. Me troquei e deitei de barriga pra baixo, na minha cabeça as cenas do que tinha acontecido ficavam rodando. Ficava excitado só de lembrar como tinham me comido a tarde inteira, queria continuar sendo comido, mas meu corpo não aguentava mais. Na real, era meu cuzinho que tava acabado. Assim, acabei dormindo. De noite, minha mãe me chamou pra jantar, meu pai já tinha chegado. Jantamos nós três e depois meu pai, cansado do trabalho, foi pra cama, deixando a gente sozinho na cozinha. Minha mãe lavou a louça, tava calor e, como sempre, ela de regata e saia curta. Comecei a pensar em como meus amigos comeriam ela. Mesmo sendo gordinha, os peitos dela eram enormes e pelo visto ela gostava de mostrá-los. Fantasiava com isso, com ver ela sendo enfiada pelo Carlitos e imaginava as coisas que fariam com ela. Meu pau já tinha reagido só de pensar. Ela terminou de lavar e trouxe o chimarrão. Tomamos uns mates juntos e aí ela me perguntou onde eu tinha ido à tarde. Falei que fui andar de bike, que o Carlos tinha me emprestado, que me diverti muito e que amanhã ficaria em casa porque eles iam andar de bike de novo, mas como eu não tinha, ia ficar. Ela disse que daria um jeito nisso e fomos dormir. No outro dia, ainda tava doendo um pouco meu cuzinho, mas mesmo assim saí pra ver meus amigos. Naquela manhã, eles estavam me esperando com vontade de repetir a tarde anterior, mas recusei firmemente. Falei que não tava bem, que deixássemos assim, que aquela tarde ia descansar em casa. Carlos disse que me acompanhava. Falei que não ia rolar nada, mas ele insistiu mesmo assim. Depois do almoço, minha mãe tava como sempre e eu não parava de pensar em como eles comeriam ela. Com certeza, dariam tão forte nela quanto em mim e assim eu poderia confessar que tinha virado uma mocinha igual a ela. Tava pensando nisso quando a campainha tocou. Eram eles que vinham me ver. Minha mãe atendeu e eu percebi que podia rolar algo. Imaginava, eles não paravam de olhar pras tetas e pra bunda dela e ela tinha percebido. Nós cinco fomos pro quarto ouvir música e depois de um tempo o Carlos saiu pra cozinha, enquanto o Miguel não parava de elogiar as tetas da minha velha, e o Luis e o Sergio entraram na onda também.
Luis, viu como ela adora mostrar essas tetas pra mim? Teu velho não dá conta.
Miguel — e ainda por cima essa saia que não esconde nada.
Sérgio—e toda vez que ele fala parece que só quer transar, eu daria o dia inteiro pra ele.
Luis, e o que o Carlos tá fazendo? Já faz um tempão que ele foi pra cozinha.
Eu tava era muito tarado, minha buceta tava pedindo pica só de imaginar como iam comer minha mãe. O Luis puxou a pica dele e encostou na minha cara pra eu chupar, a gente tava tudo fervendo de tesão. Em segundos, o Luís já tava me comendo na cama, eu de bruços apertando os lençóis de tanta dor que tava sentindo. Minha buceta tava toda dolorida, mas eu tava gozando e mordendo o travesseiro pra minha mãe não ouvir meus gemidos. Enquanto isso, o Carlos não tinha voltado, ainda tava na cozinha com a minha mãe.
Velha-Carlos, você tem duas bicicletas, não é verdade?
carlos-sim, por quê?
A minha coroa chegou perto dele e perguntou se não vendia aquela buceta com um tom de puta irresistível, os peitos dela estavam ali, quase pulando pra fora da regata, e o Carlos não tirava os olhos deles nem por um segundo.
Carlos — não sei, dona.
Velha—me diz quanto tu quer por ela?
Carlos, sem grana, não quero.
velha—e o que você quer então, Carlitooooos
Carlos continuava comendo os peitos dela com os olhos, mas não disse nada.
velha—quer uma? Posso te dar se você disser sim pra bicicleta.
Ela disse isso enquanto se tocava nos peitos, e o Carlos respondeu que era o melhor negócio. Sem mais enrolação, ele agarrou os peitos da minha mãe, puxou eles pra fora e começou a chupar. Minha mãe deixou ele fazer e começou a gemer baixinho.
carlos-ahh, parece que você também tá com tesão, hein? cê gosta do jeito que eu brinco com seus peitos?
Minha coroa já tava toda molhada, mandava ele continuar enquanto se contorcia de prazer com as chupadas que o Carlos dava nos peitos dela. Depois, ele começou a acariciar a bunda dela e enfiou um dedo na buceta. Minha coroa não resistiu, e o Carlos falou pra ela.
carlos-veni vamos pro quarto
A minha velha seguiu ele e, quando chegou, falou pra ele.
velha, que buceta linda que tu tem, Carlitos
carlos-é toda sua, piranha
velha-sim, mas não esquece da bicicleta
Carlos se jogou por cima dela e meteu com força, minha velha sentia aquela pica dura entrando e saindo, fazia tempo que não sentia aquela buceta sendo preenchida, ela abraçava ele e gemia baixinho. Enquanto isso, Sérgio tinha saído do meu quarto pra ver o que tava rolando com eles, e os barulhos guiaram ele até o quarto dos meus velhos. Enquanto isso, o Luis continuava me comendo. Sérgio entrou devagar e viu minha velha sendo empalada pelo Carlos. Ele tirou o short e se aproximou da minha velha, que nem tinha percebido que ele tava ali. Ela só se tocou quando sentiu a pica do Sérgio na cara dela, se assustou, mas já era tarde. Sérgio fez ela engolir. Por um segundo ela quis parar tudo, mas se entregou como a grande puta que era. A jogada tinha dado errado: ela tinha dado mole pros meus amigos pra conseguir uma bicicleta e tava sendo comida igual uma vagabunda na cama de casal. Carlos virou ela de bruços, e aí o Sérgio quis meter no cu dela, mas ela negou na força. Então Carlos saiu de lado e Sérgio começou a penetrar ela, porque era a vez dele. Miguel foi o outro que saiu do meu quarto e voltou pra avisar o Luis que o Carlos e o Sérgio estavam comendo minha velha. Luis pulou de cima de mim e em segundos nós três estávamos no quarto vendo minha velha aguentando a metida do Sérgio enquanto chupava o Carlos. Eu comecei a bater uma, meu sonho tava se realizando, mas faltava o melhor. Depois do Sérgio, foi o Miguel, e depois o Luis. Minha velha tava sendo comida por todos até que o Luis colocou ela por cima dele e mandou o Carlos meter no cu dela. Ela implorou pra não fazerem isso, a coitada já não tinha mais forças. Aí eu vi o Carlinhos desvirginando o cu da minha velha enquanto ela se contorcia de dor e depois de prazer, porque todos acabaram arrombando ela. Quando cansaram de comer ela, um por um foram se vestindo e deixaram ela sozinha na cama, toda suja. Eles me cumprimentaram, e o Carlos falou na hora de ir que amanhã voltaria com um presente pra mim. Entrei no meu quarto e arrumei um pouco. Quando saí, vi minha velha saindo do quarto. Ela com os lençóis nas mãos, levou pro tanque e foi pro banheiro. Quando saiu, falou que ia comprar umas coisas e voltava logo. Falei que ia esperar ela com o mate. Foi assim que aconteceu naquele dia de verão. No outro dia, não saí de manhã, fiquei batendo papo com a minha velha. Ela nunca soube que eu tinha visto tudo. Falei pra ela que tinha dormido até tarde. De tarde, o Carlos veio e trouxe a bicicleta velha dele. Fiquei feliz de ver ela, mas mais feliz ainda porque ele tinha realizado meu sonho de ver a minha velha gozando sendo a putinha deles. Eu fui com o Luis e o Sergio, o Carlos e o Miguel ficaram. A gente voltou pro terreno baldio onde me comeram até cansar, e eu ficava pensando em como eles deviam estar comendo a minha velha, que devia continuar pagando minha bicicleta.
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3 comentários - Rolo, a coroa e os amigos