Aventuras cuckold 4

Sedutora, segura de si mesma, mil vezes mais sensual, a Ceci estava realmente transformada em outra pessoa. De vez em quando, ela consentia em transar comigo à noite, embora estivesse claro que agora eu podia ser o marido, mas ela era a mulher do Juan. E eu aceitava de bom grado meu novo papel.

Grande parte da excitação era prepará-la para o macho dela. Sexta à noite, os meninos foram dormir na casa dos primos e começamos os preparativos: Ceci foi mais uma vez ao salão de beleza e eu preparei as meias pretas com liga, a fita de seda preta para o pescoço, uma calcinha fio-dental minúscula com um anel atrás que dizia "sexy", os stilettos pretos, uns brincos novos que eu tinha dado de aniversário pra ela e um vestido branco e prateado realmente inapropriado pro dia a dia, de tão curto e também porque era daqueles que amarram no pescoço, deixando os peitos dela quase completamente de fora. Eu adorava a ansiedade da expectativa: ver minha esposa se perfumando pra outro homem e não me deixar mais tocar nela, porque queria estar perfeita pro Juan. Ela estava realmente linda e, como eu tinha previsto, os peitões escapavam pra todo lado. Como de costume, ela estava inquieta, mas ao mesmo tempo na expectativa, e eu ficava hipnotizado por aquela mistura de timidez e determinação.

Na hora marcada, a campainha tocou. Ceci foi servir uns drinques enquanto eu abria a porta. Não sabia da surpresa que me esperava: Juan tinha vindo com outro homem. "É o Sergio", ele disse, e me deu um tapinha na bochecha ao entrar. Enquanto eu trancava a porta com a chave, eles foram direto pra sala. De meia-idade, cabelo preto e corpo bonito, era óbvio que o Sergio ia agradar minha esposa. Juan o apresentou rapidamente e deu um beijo na boca dela. Ela também parecia surpresa e, embora estivesse toda educada e simpática, me olhava de vez em quando de canto de olho, buscando reafirmação ou talvez segurança. De propósito, eu não fazia nenhum gesto, curtindo a ambiguidade do momento e como ela ia ficando nervosa. Ela tava linda. Mas não deu muito tempo pra pensar. Enquanto Juan puxava ela pra beijar, dessa vez mais fundo, o Sergio chegou por trás de mim, me ajoelhou e, antes que eu percebesse o que tava rolando, pegou minhas mãos e amarrou elas atrás das minhas costas. E sussurrou, sorrindo: "Assim você curte o show."

De um lado, a Ceci parecia uma cervinha assustada, do outro, uma putinha, com os peitos quase pulando pra fora. Eles encurralaram ela entre os dois. Ela sorriu e sussurrou: "Não sabia que você ia trazer..." e Juan cortou ela com um tapa. A gente ficou sem reação. "Vamos te enfiar uma festa, putinha: cala a boca." E virou ela pra beijar o amigo. Tenho certeza que a Ceci não esperava, mas claramente tava excitando ela, porque enquanto os dois apalpavam ela, começou a rebolar gemendo. Sergio beijava ela e enfiou a mão na virilha dela, enquanto Juan encostava o volume dele na raba dela e pegava os peitos dela por trás, acariciando e beliscando de vez em quando. Ceci ofegava e já não olhava mais pra mim. "Olha como você se molhou, putinha", disse Sergio, enquanto tirava o pau dele (não tão grosso quanto o do amigo) e Juan desamarrava o vestido, expondo os peitos da minha esposa com os bicos bem durinhos. Depois ajoelhou ela pra ela chupar o pau do Sergio. Ceci começou a mamar bem devagar, do jeito que ela sabe, primeiro lentamente, em volta do pênis, depois nas bolas e finalmente passando a ponta da língua pelo tronco pra voltar depois pra periferia, e só então foi subindo devagar até engolir a cabeça toda. Sergio bufava agitado enquanto ela mamava cada vez mais rápido e Juan abaixava a calcinha dela, tirava o pau dele e enfiava por trás de uma vez, sem lubrificar. Ela se arqueou de dor ao receber por trás sem aviso, gemendo baixinho, olhou um instante pro macho dela como se tivesse alucinada e depois voltou a mamar submissa o pau do Sergio.

Enquanto isso, ajoelhado, algemado, impotente, eu tava Virava a cabeça e doía o pau preso dentro da calça jeans por causa da ereção violenta que ver Juan e minha mulher se movendo ritmadamente, em sintonia perfeita, me causava, enquanto ela devorava também o outro cara. Fascinado, via como Sergio segurava ela pelo cabelo e enfiava a pica até a garganta enquanto Juan comia ela. Depois Juan sentou no sofá, com a pica enorme brilhando do suco da minha mulher, e disse: “agora você vai cavalgar”. Obediente, ela tirou o vestido e sentou em cima dele, jogando a cabeça pra trás e ofegando ao se empalar naquela tremenda vara de carne. Sergio foi pegar uma bebida enquanto Ceci começava a mexer o quadril fazendo “esses” pra sentir melhor a ereção do Juan: “Te sinto tão dentro, amor…”, murmurava, enquanto beijava ele, lambia a cara e as orelhas e olhava nos olhos dele e mexia a bunda cada vez mais rápido. Eu ficava louco.

Sergio voltou, passou um pouco de saliva no pau e de repente, sem aviso, começou a enfiar no cu da minha mulher. “Ai, dói…!”, ela disse, e me olhou por um instante, mas eu tava impotente enquanto Juan segurava ela pela cintura pra continuar se movendo e Sergio continuava forçando, puxando o cabelo dela pra trás enquanto ela gemia de dor e ao mesmo tempo de êxtase até que, em poucos segundos, os três se sincronizaram e se moviam bem juntos, ofegando, gemendo, suando, com Ceci uivando de prazer: “Não aguento mais, vou gozar, vou gozar!”, gritava e curtia a dureza daquelas duas picas que rasgavam ela por dentro. E logo depois, ao sentir que Juan acelerava e gozava dentro dela, uivou: “sim, buceta, sim, assim!” e mexeu mais rápido a bunda pra espremer até a última gota do leite dele enquanto Sergio continuava comendo ela sem piedade. Pra minha surpresa, eles não paravam: eu sabia bem que Juan era de ferro, mas pensei que Ceci devia estar sensível e não aguentaria uma empalada daquelas. Mas minha esposa não parava de se mexer, sem dúvida querendo sentir a descarga de Sergio dentro dela. cu.
Começaram a acelerar de novo: “Mexe essa bunda, puta, mexe essa buceta!”, gritava Juan, enquanto ela se esforçava e Sergio começava a bater na raba dela: “Isso, isso!”, ela uivava, descontrolada, gritando como uma puta enquanto Sergio bombava cada vez mais forte e batia mais, e Juan segurava ela pelo pescoço e agora também batia nos peitos dela. Eu ficava louco olhando minha mulher feita uma puta, gritando como puta, se arqueando e se contorcendo com duas picas dentro enquanto aqueles animais comiam ela e deixavam os peitos e a raba dela vermelhos de tanto tapa. Mas ela claramente gostava, porque começou a se sacudir e gemer cada vez mais alto, fechando os olhos, sem conseguir segurar uma nova explosão de orgasmo, desabando exausta no peito do Juan. Sergio tirou a pica, se aproximou e, sem dizer uma palavra, enfiou na minha boca: “Prova o cu da tua mulher, corno”. Ceci e Juan olhavam com luxúria como me humilhavam e como eu, longe de resistir, comecei a chupar a pica do Sergio, sem me importar com nada, enquanto me molhava todo dentro da calça e saboreava do melhor jeito possível aquele cacete duro, cheio de veias, pulsante, que entrava e saía da minha boca. Juan disse: “Olha como ele goza na boca dele” e Sergio grunhiu baixinho, despejando um jorro quente na minha garganta que parecia não ter fim, e eu lambia e chupava e engolia tudo.
Ainda de joelhos, zonzo, quase dormindo, sem forças para me levantar, senti vagamente alguém desamarrar minhas mãos. Quando consegui abrir os olhos, Ceci recolhia a roupa dela e eles tinham ido embora.

7 comentários - Aventuras cuckold 4

Shiwwo1 +1
Que buena historia!!! Segui por favor
Sos muy bueno relatando tan bueno como cornudo sos!!felicitaciones disfruta de tus cuernos ...una larga historia denplacer te espera..besos a la trola.de ceci +10
cornu99 +2
tremendo relato , que suerte tenes amigo , disfruta esos cuernos maravillosos que tenes ¡¡¡
Hola buen relato, debes de poner fotitos de tu mujer
Me gustaria que te hubieran desatado y te pdieran que los marturbaras a los dos y mamaras sus penes, después que te rompieran el culo como a tu esposa, mientras ella estuviera viendo tu cara de dolor y placer.