Pegos no flagra explorando prédio abandonado

Lá estávamos eu e meu amigo Rafael, explorando uma casa abandonada no meio do mato pra criar um canal no YouTube. A ideia foi dele, achou que dava pra tirar uma grana se o canal bombasse.
— Olha, Tamara, esse corredor vai até a cozinha, vamos — ele falou, andando na minha frente. A gente tava gravando, tentando não fazer barulho, quando ouvimos um som do outro lado do corredor. Lá tinha uma entrada, por onde a gente tinha entrado, porque a porta tava quebrada.
— Não faz barulho — ele sussurrou pra mim.
Apagamos a luz e procuramos um lugar pra nos esconder, com medo de que fossem os donos da casa, mesmo achando que tava abandonada, ou outros exploradores como a gente. Não deu tempo de nos esconder, a porta abriu e apareceu um cara de uns 40 anos. Era alto e parecia ser muito forte.
Ele acendeu a luz, olhou pra gente surpreso ao nos ver ali — Quem são vocês? O que tão fazendo na minha casa? — perguntou, claramente puto.

Quem falou primeiro foi meu amigo — Calma, senhor, desculpa ter entrado, mas a gente achava que tava abandonada.
— Tava, você disse — respondeu o cara no mesmo tom de raiva — era da minha mãe, que morreu, e deu treta com a herança, agora é minha.
— Beleza, então a gente vai embora e pede desculpa — falei, tentando acalmar a fúria dele. Rafa se aproximou dele pra sair, passando pelo lado dele em direção ao corredor, mas um soco jogou ele no chão. Eu gritei de susto e medo, e o cara gritou igual um louco: — Vocês acham que podem entrar na minha casa e sair assim, na boa?

O cara veio na minha direção, e então Rafael, que ainda tava no chão, agarrou a perna dele.
— Não encosta nela, filho da puta! — gritou.
O dono bateu nele de novo com o punho, e Rafa ficou meio desacordado. Aquele bruto me agarrou pelos pulsos, minha câmera caiu no chão, e ele me arrastou até uma sala de estar. Lá tinha um sofá e um móvel velho. Ele me jogou no sofá e esticou o braço pra abrir uma das gavetas do móvel.
Era muito forte, porque conseguiu me segurar com uma mão só. Ali eu pego um carretel grande de linha cheio de poeira.
—Isso vai servir.
Ele pegou minhas mãos e tentou amarrá-las, eu resisti.
—Que fera, mas não vai adiantar de nada — ele disse, me dando um tapa que fez minha cara arder. Quando terminou, fez o mesmo com meus pés.Pegos no flagra explorando prédio abandonadoNessa hora eu tava usando uma camiseta rosa e umas leggings que eram super confortáveis pra ir explorar. Ele me largou jogada no sofá e foi buscar o Rafael. Olhei em volta procurando um jeito de fugir, a gente tinha cometido o erro de deixar nossos celulares e todas as coisas numa mochila na entrada pra ficar mais à vontade, é inútil, pensei, aqui não tem janela nem nada parecido.Pegos no flagra explorando prédio abandonadoDepois de um tempo, ele chegou com o Rafa no ombro como se fosse um saco de batatas, mostrando mais uma vez a força dele, ainda atordoado pelo golpe. Na outra mão, ele trazia minha câmera. Deixou ele cair no chão e o amarrou igual fez comigo. Percebi que o fio que ele usou pra me amarrar não era muito grosso, mas quando eu fazia força, sentia como se cortasse minha pele. Pensei que aquele cara sabia o que tava fazendo ao me amarrar.

— Fique com a câmera se quiser, ela é muito valiosa, mas pelo amor de Deus, deixa a gente ir embora. — falei, tentando sair daquela enrascada.

— É, câmera bonita — ele disse, olhando pra ela com atenção — onde grava? É esse botão vermelho, né? — Sim, senhor, ela é sua, se quiser a gente vai embora e o senhor nunca mais vai nos ver — falei, vendo um fio de esperança.

O dono daquela casa apertou o botão e olhou pela tela, se aproximou de mim e começou a me gravar de cima a baixo. Me senti muito desconfortável quando ele parou nas minhas partes, tão marcadas pela legging.

— Mmmm, que gostosa você tá — ele sussurrou.

— Não faz nada comigo, por favor, sou menor de idade — menti, sabendo que aparentava claramente meus 20 anos.

Sem dizer nada, o dono colocou a câmera em cima do móvel, apontando pra mim. Depois, se aproximou e começou a me apalpar. Eu me mexia e gritava, tentando que alguém me ouvisse.

Um novo tapa, dessa vez mais forte, me fez calar a boca. Ele apalpou meus peitos por cima da camiseta, enquanto eu via o sadismo nos olhos dele. Desceu as mãos até minha cintura e, colocando as mãos atrás, agarrou minha bunda.

— Que bunda mais durinha, esse é seu namorado? — perguntou, se referindo ao Rafael.

Quando viu que eu não respondia, ele beliscou minha nádega.

— Ai!

— Responde, puta.

— Não, é só um amigo.

— Mmmm, certeza que ele bate uma pensando em você.

Ele me soltou e se levantou pra se despir, mas naquele momento o Rafa acordou.

— Larga ela, seu safado! — gritou do chão.

O cara se aproximou e sentou ele numa cadeira.

— Não perde os detalhes, moleque — disse, caindo na risada.

Dessa vez, sem interrupções, ele se despiu. Era musculoso, muito alto. A pele dele era curtida pelo sol, como se Tivesse trabalhado anos ao relento.
Ele se aproximou de mim e colocou o pau na minha cara. Era grosso, uns 13 cm, a ponta rosada brilhando sob a luz da lâmpada fraca do teto. Enfiou ele nos meus lábios pra eu chupar, mas eu fechei eles com força. Ele me deu um tapa, mas mesmo assim não abri.
— Você quem quis — disse ele, desistindo.
Ele agarrou minha camiseta e rasgou, me deixando de sutiã, depois fez o mesmo com a legging e o tênis, enquanto Rafa gritava inutilmente. Me deixou de calcinha deitada no sofá. O cara pegou a calça dele no chão e revirou os bolsos até achar um canivete. Com ele, cortou minha calcinha e o sutiã.
Agora eu tava pelada, à mercê daquele sádico. Ele passou as mãos pelo meu corpo de novo, senti elas ásperas, principalmente nos meus mamilos.
Foi deslizando elas pela minha barriga até chegar na minha buceta. O pânico me dominou e comecei a me debater que nem peixe fora d’água.
— Minha paciência tá acabando — disse meu abusador.
De repente, com o canivete, cortou as cordas que prendiam meus pés e me colocou de pé.
Me levou até o Rafa, que olhava a cena perplexo.
— De joelhos — ordenou.
Eu obedeci, fiquei ajoelhada na frente do meu amigo.
— Abre a calça dele.
Obedeci de novo, já imaginando o que ele queria. Um nó se formou na minha garganta.
— Tira o pau dele e chupa — ordenou, me soltando pra pegar a câmera que ainda tava em cima do móvel.
— Não faz isso, Tamara — pediu Rafa —, eu não quero.
— Se eu não fizer, ele é capaz de nos matar — respondi com lágrimas nos olhos.
O cara empurrou minha cabeça e insistiu.
— Vamos, não temos o dia inteiro.
Abaixei a cabeça e, com as mãos amarradas, agarrei o membro dele como pude e enfiei na boca. No começo, fiz tudo sem jeito, até sentir o pau dele reagir e começar a endurecer.
Rafael tentava abafar os gemidos, e a respiração dele ficou mais pesada. Ele tava excitado, e era normal. Enquanto isso, o cara nos filmava com a câmera, sem perder um detalhe, com um sorriso triunfante no rosto. rosto.
-Vamos, faz ela gozar -apressou.Pegos no flagra explorando prédio abandonadoAcelerei o boquete, focando em passar minha língua na glande dele. Pra falar a verdade, o Rafa tinha um belo pau. Era mais comprido do que grosso, o que me permitia enfiar ele até o fundo da minha boca, segurar lá por uns segundos e depois deslizar até a ponta. Depois de vários minutos, o Rafa começou a gemer sem se segurar.
-Haaa, Tamara, acho que vou gozar.
Quando ouvi isso, tentei tirar a boca do pau dele, mas a mão do dono da casa me segurou.
-Engole tudo, sua puta.
Rafael ofegou como um bicho e despejou o esperma na minha boca.
Foi uma quantidade enorme, então deduzi que ele tava há um tempão sem gozar. Engoli parte do sêmen dele e senti que tava me afogando, não consegui evitar tossir e, pelo meu nariz, saiu um pouco daquele líquido que tinha um gosto amargo. O cara riu e me puxou pelos cabelos. Olhou pra minha cara cheia do esperma grosso do Rafa e riu de novo. Pegou minha calcinha no chão e limpou meu rosto com ela. Ao fazer isso, pude sentir o cheiro e soube que era assim que minha buceta cheirava.Pegos no flagra explorando prédio abandonadoEm seguida, me joguei no sofá e ele se atirou em cima de mim.
— Agora você não escapa — ele disse.

Eu fechei os olhos, esperando que tudo aquilo passasse. Ele começou a chupar meus mamilos, o que fez meu corpo reagir com um arrepio. Agarrou meus peitos com as mãos e, com os lábios, chupava e mordia delicadamente cada mamilo. Comecei a me sentir vencida pelo meu corpo, que reagia com prazer àquele ataque. Ele me olhou por um instante e disse:

— Sei que você gosta, puta, todas vocês gostam.

Eu continuei sem abrir os olhos até sentir os lábios dele descendo pela minha barriga até minha buceta. Então olhei e pude vê-lo lambendo minha buceta com a língua. Soltei um gemido e, ao fundo, vi o Rafa na cadeira dele, sem perder um detalhe. O pau dele ainda estava para fora da calça, totalmente duro. Claramente, ele estava adorando o espetáculo. Fechei os olhos de novo, e o cara começou a lamber meu clitóris. Levei minhas mãos amarradas à boca e mordi meus dedos para abafar um grito de prazer.

— Não pode ser que eu esteja gostando disso — pensei.

— Abre os olhos — ordenou meu estuprador.

Quando abri, ele estava na altura do meu rosto e, sem dizer uma palavra, me penetrou.

Minha cara foi um poema: abri a boca e gritei de prazer, para imediatamente balançar a cabeça de um lado para o outro, como se quisesse negar meu orgasmo. As estocadas foram brutais. No silêncio, dava para ouvir nossas pelves se chocando e os gemidos do dono. Olhei para o lado e lá estava a câmera, sem perder nenhum detalhe de tudo aquilo. Pensei em quem iria ver depois, ou se aquele vídeo onde me usavam como uma vagabunda seria exibido. Isso me irritou, e tentei me soltar.Pegos no flagra explorando prédio abandonado—Agora com essas —disse o cara —achei que já tinha te dominado.

Sem sair de mim, me levantei no ar e ficamos de pé. Passei meus braços amarrados por trás do pescoço dele pra não cair. E assim, de pé, me deixei cair sobre o pau dele, chegando no fundo da minha buceta. Com as mãos fortes dele no meu cu, ele me levantava e me comia do jeito que queria, deixando o pau dele foder minhas entranhas que pareciam querer mais daquela vara.

— Aaaah, nãooo — eu gemia sem conseguir evitar.

— Olha, Rafa — disse ele, se virando pro meu amigo que não perdia um detalhe — com certeza você já sonhou em ter ela assim, hein, filho da puta.

Imaginei o Rafa me penetrando daquele jeito e naquele momento pensei que não teria sido ruim, talvez eu devesse ter dado uma chance pra ele. Olhei pra ele e vi o pau dele pulsando, louco pra me comer.

Olhei o rosto suado e ofegante dele.

— Rafa — gritei entre gemidos.

Então o cara gozou, soltando um grito enorme.

— Harrrg, toma meu leite, puta.

Senti o esperma dele me inundar. Foi uma porrada, talvez até mais que a do Rafa. Quando ele soltou a última gota, me deixou cair no chão, batendo a cabeça, e senti o semen escorrendo entre minhas pernas. O cara sentou e, depois de uns minutos, começou a se vestir.Pegos no flagra explorando prédio abandonadoPego a câmera e desligo o botão de gravar.
— Cadê as coisas de vocês? — perguntei. Foi o Rafa quem respondeu.
— Numa mochila na entrada.
O cara foi buscar ela e pegou nossos celulares e carteiras.
— Vou levar tudo isso — disse se referindo à câmera, aos celulares e às nossas carteiras — se vocês pensarem em denunciar, vou mandar o vídeo pro endereço do RG de vocês pros seus pais verem, e se isso não convencer, vou postar na internet pra todo mundo ver — e começou a rir.
Ele foi até o Rafa e o desamarrou.
— Vou embora, volto daqui a uma hora, não quero encontrar vocês aqui. Aí está sua puta — disse apontando pra mim e piscando um olho — faz o que quiser com ela. E não esquece o que eu falei, nem pensa em denunciar.
O cara saiu e o Rafa veio até mim.
— Tamara, você tá bem? — Eu não consegui responder, minha cabeça doía pra caralho por causa da pancada no chão e minha buceta ardia, além de eu me sentir suja e humilhada.
O Rafa me pegou pelada no colo, já que minha roupa estava rasgada, e me tirou da casa, me levando até o carro, que a gente tinha estacionado longe pra não levantar suspeitas. Deitada no banco de trás, a gente arrancou e eu não lembro de mais nada. Quando acordei, tava na casa do Rafa. Ele tinha me dado um banho e eu tava com roupa dele. Me deu um café e a gente nunca mais falou sobre o assunto.
Às vezes tenho flashes que vêm na minha memória. Eu tô num carro, deitada no banco de trás, e o Rafa tá em cima de mim, me fodendo. Às vezes acho que é minha imaginação, e outras vezes acho que quando desmaiei no carro, meu amigo aproveitou pra me comer. Já não ligo mais, só quero esquecer aquele dia horrível.Pegos no flagra explorando prédio abandonado

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