Te imaginas?

Só se liga: cê tá no trampo e chega uma carta na mão, daquelas antigas, com envelope e tudo. Cê começa a ler, mas mais que carta, é um passo a passo do que cê tem que fazer. Cê sai até o carro, onde tem um pacote com papel de presente e um endereço. Dentro da caixa, tem um batom e um perfume. O endereço é de um hotel (motel, hotel) e um número de quarto. Ao chegar lá, na recepção vão te entregar um pacote que cê só abre quando entrar no quarto. Ao entrar, cê abre o pacote e encontra uma micro tanguinha vermelha, dois baseados e uma descrição do que vai rolar. Na geladeira, tem garrafas de vinho; cê vai abrindo uma e entra na jacuzzi com um beck. Ao sair, cê passa o batom na boquinha e se veste só com a tanguinha e o perfume. Quando eu chegar, vou te pegar pelo cabelo do jeito mais bruto que existe, porque hoje não sou teu homem, hoje sou só uma besta que precisa saciar as necessidades dela. Depois de te segurar pelo cabelo, vou te ajoelhar pra cê começar a lamber meu pau. Aí vou te jogar na cama de bruços, vou abrir suas nádegas pra deixar sua buceta e seu cuzinho expostos, vou começar a lamber, provar seus sabores, dar pequenas mordidas, enterrar minha língua. Vou te virar, te pegar pelos tornozelos, levantar suas pernas o mais alto que puder e, de uma boa estocada, enterrar meu pau onde entrar. E depois começar com estocadas selvagens, apertando teu pescoço e mordendo teus peitos. Tudo isso sabendo que, desde o começo, cê foi só o objeto onde eu ia descarregar meu sexo. Porque cê gosta que eu te pegue, que eu te morda, que eu te aperte, que eu te use, que eu te penetre. Cê se imagina?

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