No dia seguinte, o dia amanheceu como todos os outros, sem uma nuvem, com muito sol, como toda manhã a Eva temia. Ela foi para o chuveiro. A Eva tomava banho de biquíni e sempre entrava e saía com uma toalha grande que servia pra cobrir o corpo inteiro dela.
Saindo do banho, no caminho para sua barraca, ela encontrou Fede, que ia tomar banho com a toalha na cintura.
- Bom dia, Fede… a água tá uma delícia.
- Bom dia, Eva.
- Aliás, Fede, por que vocês não se banham no rio aqui?
- Bom, porque temos essa cabine meio tosca, mas é o que tem.
- Mas seria melhor a gente se banhar no rio.
- Não, não, no rio a gente não pode se banhar.
- É perigoso se banhar no rio?
- Pra você, não, mas pros homens, sim.
- Perigoso pra vocês e não pra mim?... Não tô entendendo.
- É fácil… pras mulheres não tem perigo, mas pros homens tem um bem grave… bom, grave também não, mas enche o saco pra caralho.
- Ha, ha, ha – riu Eva – Não tô entendendo… o que pode ser chato pra um homem e não pra uma mulher?... E tô falando de um rio, claro.
- Tem uns bichinhos.
- Tem piranhas? – disse Eva, surpresa, que desde pequena tinha pavor desses peixes por causa de um filme que viu.
- Não, Eva, não, não são piranhas… isso atacaria um homem também, né?
- Claro, claro, com certeza atacaria uma mulher também.
Eva olhava interrogativamente pra Fede, então ele continuou falando.
- Tem um bichinho no rio que ataca os homens e não as mulheres… você pode se banhar de boa, mas a gente não… quem dera. A gente adoraria poder se banhar naquele rio foda… vai você, que pode, pelo menos aproveita o rio.
- Mas que bicho te ataca por você ser homem e não me ataca por eu ser mulher?
- O peringurino – afirmou Fede.
- O quê? Um pinguim?
- Não, Eva, não, o peringurino.
- Nunca ouvi falar desse bicho.
- Não me surpreende… é um bicho muito pequeno, acho que só tem nessa parte da África… e claro, como só afeta os homens, não é muito comum as pessoas conhecerem.
- Mas como ele é?
- Olha, é um vermezinho. muito pequeno... que costuma entrar pelo buraquinho do pênis
- Como assim? – Disse Eva surpresa e rindo.
- Pois é, entra pelo buraco da rola, pelo meato urinário, e se não tirar em 10 ou 15 minutos, dói pra caralho e sobe muito a febre.
- E nas mulheres não entra?
- Não, e como sei que você vai continuar perguntando, vou explicar. É por causa do meato urinário... o nosso é mais comprido e elas devem achar melhor...
- Melhor?
- Sim, mas não é só isso, além disso, o fluxo vaginal de vocês mata eles... na verdade, se entrar em vocês, não acontece nada.
- E você não pode tirar? Você não disse que se sair antes de 10 minutos não dá nada?
- Sim, mas pra tirar tem que gozar.
- Então bate uma punheta depois – respondeu Eva, rindo pra caramba.
- Não é tão fácil assim, se fosse por isso eu passaria o dia inteiro no rio… só sai se misturar com o fluxo de vocês… uma punheta não adianta.
- Caralho, que loucura – disse Eva, e levando a mão à boca completou – Ah, desculpa.
- Nada, nada, todo mundo já soltou um caralho uma vez ou outra. E se o interrogatório acabou… vou tomar um banho.
Os dias passavam tranquilos no acampamento, e Eva logo se adaptou ao ritmo do lugar. Ela gostava de tomar banho cedo, porque a água era fresca e isso permitia adiar o momento de ficar encharcada de suor por pelo menos meia hora. No começo, ela ia de biquíni e com a toalha enrolada no corpo, entrava no chuveiro depois de fechar as “cortinas” (lembro que eram sacos plásticos e que ela tomava banho de biquíni). A verdade é que as cortinas fechavam bem, apesar de serem tão vagabundas, e enquanto tomava banho ninguém a incomodava, todos respeitavam a privacidade dela. Então ela decidiu que era muito desconfortável e pouco higiênico tomar banho de biquíni, e naquele dia resolveu não colocá-lo, deixando-o no varal que tinha feito com uma corda entre a barraca dela e a do Fede. Ela atravessou o acampamento, caminhando em direção ao chuveiro de chinelos e com a toalha.
Esse detalhe não escapou dos olhos de Fede, que percebeu que o biquíni ainda estava no varal e logo alertou os outros. Ao seu sinal, os quatro negros e os dois brancos apareceram.
- É a hora, todos sabem o que temos que fazer, temos só dez minutos.
- Todos concordaram.
Eva estava tomando banho e cantarolando, como fazia toda manhã, quando de repente uns gritos a assustaram... parecia que todo mundo no acampamento estava gritando... de repente, ouviu uma forte explosão e, segundos depois, outra ainda mais forte. Ela não sabia o que estava rolando. Estavam atacando o acampamento?
Naquele momento, a "cortina" do chuveiro se abriu e ela viu Indi entrando com a palma da mão aberta.
- VAMOS, EVA, CORRE, SAI!
Eva ficou travada, não sabia o que fazer... estava tão apavorada que nem o corpo reagiu pra cobrir a nudez... pegou a mão que lhe estendiam e saiu correndo junto com Indi, sem se preocupar, claro, em pegar a toalha. Correram até a área das escavações.
Pra entrar na área de escavação, tinha que passar por um buraco estreito e descer por uma escada de mão.
- Eva, eu entro primeiro, me certifico de que tá tudo bem e depois você desce… quando eu mandar.
- Tá bom – disse Eva com uma vozinha fina, parecendo muito assustada, já que durante a corrida louca dela não paravam de ouvir gritos e tiros.
Indi desceu e, em poucos segundos, Eva ouviu a voz distorcida dele:
- Desce, CORRE
Eva começou a descer. Pela primeira vez, Indi pôde admirar a…
Antes de terminar a descida, quando faltavam só dois degraus, Eva sentiu a palma da mão de Indi pousar na bunda dela e recebeu um carinho intenso. Naquele momento, ela se deu conta da sua nudez e de que estava oferecendo uma visão incrível da sua bunda e, com toda certeza, da sua rachinha para o Indi. Mas o que esse filho da puta tava fazendo, apalpando a bunda dela? Ela virou a cabeça, pronta pra gritar com ele, mas naquele instante…
- Você tá cheia de sabão. Tirei pra não ressecar sua pele. — e passou a mão na bunda dela de novo.
Naquele momento, Eva ficou feliz por não ter gritado com ele… teria feito merda de novo, pensando que ele tava se aproveitando dela, quando na verdade tava fazendo um favor. Aí pensou: *Por que tô me preocupando com essa besteira enquanto tão atirando na gente?*
— Tanto faz — disse Eva assim que terminou de descer a escada e ficou pelada na frente do Fede. — Mas que porra é essa? Tão nos atacando? Tão atirando? Cadê o Fede?
— Calma, Eva, calma — ele disse, se aproximando e dando um abraço nela. — Aqui a gente tá seguro.
Os corpos se encostaram, e com certeza Indi sentiu como era gostoso sentir a pele da Eva no corpo dele, já que ele só tava de short de pijama. Eva percebeu que Indi tava com uma ereção daquelas… confirmou que ele tinha visto e bem visto a bunda dela, e o senhorzinho tinha ficado todo empolgado.
— Olha, uns leões entraram no acampamento e tão expulsando eles… nessa cripta a gente fica seguro, então fica tranquila.
— Uns leões? — disse Eva, se afastando de Indi. — E o Fede? Por que ele não tá aqui?... Bem, o Fede e todo mundo.
— Eva, precisam tirar eles do acampamento… uns leões podem destruir tudo e comer nossa comida.
— Mas é muito perigoso… eles podem morrer.
— Sim, mas fica tranquila, eles tão acostumados.
— Mas vocês me disseram que só o rio e as cobras eram perigosos…
— A verdade é que não é normal, mas às vezes acontece… mas fica tranquila que aqui não te acontece nada.
Indi foi abraçar ela de novo, mas Eva deu um passo pra trás e colocou um braço na frente dos peitos e a outra mão na bucetinha.
- Estou pelada – afirmou ela.
- Sim, você está pelada… eu percebi, mas aqui não temos nada pra te cobrir… eu posso te dar a calça do pijama, mas aí eu ficaria pelado. Além disso, você não disse pro Kike que era nudista?
- Sim, sim… só tava afirmando… é… eu… tudo bem.
- Então? Por que você tá se cobrindo?
- Hã?... por sua causa… pra não te incomodar ou ofender.
- Te garanto que não me ofende… mas se você é uma nudista envergonhada – disse com um sorriso – então faz bem em se cobrir.
Eva percebeu a contradição dela. Se achava moderna e uma garota liberal, claro, praticar nudismo na casa do pai era fácil, afinal lá só era vista pelos empregados do pai, que a conheciam desde criança. Mas agora que tinha uma prova real de se era mesmo uma nudista, se comportava como uma freira. É claro que tirou as mãos e reparou como os olhos de Fede passavam dos peitos dela pra bucetinha… parecia que ele não sabia bem onde fixar o olhar.
Durante cinco longos minutos, Indi mandou mensagens tranquilizadoras dizendo que o Fede ia ficar bem, mas a Eva estava inquieta. Ela tinha certeza, mas e o resto...?
Finalmente, ela viu as pernas do Fede descendo na escavação. Ele nem tinha terminado de descer quando a Eva se jogou nele, abraçou as pernas dele e encostou o rosto na bunda do Fede, enquanto chorava de felicidade e dizia:
— Você tá bem, Fede, você tá bem.
— Eva, pelo amor de Deus, para de me abraçar ou não vou conseguir descer.
O Fede desceu, e o Kike, ao ver a Eva pelada, soltou um:
— Porra, se você tá nua... é verdade que era nudista.
— Hã? Sim... é que eu tava no banho... antes, claro... não agora... mas não consegui...
— Bom — interrompeu a Indi — Aconteceu alguma coisa? Tá todo mundo bem?
— Sim, sim, calma... só tem um problema com o material, mas todo mundo tá bem. Vamos subir? — perguntou o Fede.
— Bom, eu espero aqui... pra não sair pelada. Dá pra trazer umas roupas pra mim?
— Olha, Eva... é que... é que... o problema de material é na sua barraca... não sei se sobrou muita roupa... parece que os leões detonaram sua barraca.
— Como assim? — perguntou a Eva. — Minha barraca?
— Sim — mas o Fede não teve tempo de responder porque a Eva já tava subindo a escada.
Se naquele momento a Eva tivesse virado, teria visto os três se posicionando debaixo da escada, sem perder nenhum detalhe daquela bunda gostosa e da bucetinha dela.
Eva correu nua pelo acampamento e chegou na barraca dela… bom, no que era a barraca dela, porque tava tudo rasgado, as roupas dela espalhadas e cada peça que pegava tava toda destruída… a coitada da Eva andava nua pelo acampamento inteiro catando roupa e vendo o tamanho do estrago. Ela chorava sem consolo.
Só sobraram duas camisetas brancas, mesmo com vários cortes, uma calcinha fio dental vermelha e um par de shorts tão fodidos que só dava pra usar como minissaia, porque parecia que os leões tinham destruído as partes das pernas e a braguilha. Um vestidinho preto de festa bem curto, que a vaidosa Eva tinha levado por precaução, também tinha se salvado. Era um desastre, quase não sobrou nada… segundo o que Fede contou, um dos leões que tinha fugido se enganchou no varal e levou a maior parte da roupa. No fim, todo mundo concluiu que os leões foram atraídos pelo cheiro dos cremes da Eva e atacaram a barraca dela sem mexer no resto do acampamento.
Eva, ainda pelada, chorava e chorava sem se segurar, e o Fede levou ela pra barraca dele pra descansar. Eva carregava as poucas coisas que tinha, segurando tudo com força.
Enquanto se afastava abraçada no Fede, todos os homens do acampamento não paravam de admirar o corpo gostoso pra caralho da Eva.
Eva descobriu, anos depois, que não tinha leão nenhum que tivesse destruído a roupa dela, mas que enquanto ela esperava com o Indi com algum tipo de ancinho, eles tinham se dedicado a rasgar a roupa e a barraca dela, e que ela tinha sido vítima de uma brincadeira de mau gosto, só pra deixar ela sem roupa. Mas, como eu disse, ela descobriu anos depois; na hora, ela sentia gratidão pela coragem do Fede e do resto dos caras que tinham enfrentado os leões pra salvar as coisas dela.
Até a hora do almoço, Eva ficou na barraca do Fede, vendo o que dava pra fazer com aqueles pedaços de roupa; no fim, saiu pra comer com uma Camisa branca, sem sutiã porque não tinha mais nenhum que servisse, e com um shortinho que virou minissaia. Ela ficou na dúvida se colocava o fio dental, só tinha um sobrando, mas o short era tão curto que pelo menos ia tampar a bucetinha dela.
Todo mundo olhava pra ela bestificado, ainda mais porque dava pra ver a tanga — se não tivesse colocado, daria pra ver claramente parte da rachinha dela — e a blusa tinha uma fenda na região do peito direito que deixava metade da teta de fora. Eva, tão inocente, achava que olhavam assim por pena dela ter perdido toda a roupa.
Foram muito legais com ela e Eva tava super grata, que sorte a dela ter caído num acampamento com gente tão boa. Nos primeiros dias, ela se cobria igual uma freira, e tinha passado mais de meia hora pelada pelo acampamento sem ninguém aproveitar dela. Na real, ela se sentia uma idiota pelo comportamento anterior.
Durante o almoço, falaram dos leões, mas o que mais preocupou Eva foi quando o doutor comentou:
— Analisei a água do rio e parece que os peringurinos aumentaram, tem muito mais.
— Não fode — disse um alarmado Fede — porra, tô com tanta vontade de nadar naquele rio, achava que nessa época eles emigravam.
— É, é uma merda — confirmou Indi — mas cê tem certeza?
— Claro, cê duvida das minhas análises?
— Não, não, mas é tão estranho... nessa época, deviam estar rio abaixo, pelo menos descendo, e não subindo... tô há anos na selva e cada vez entendo menos — disse Indi com voz cansada.
— Se quiser, repito os testes hoje à tarde.
— Melhor assim que terminarmos de comer — sentenciou Fede — tô super intrigado.
Depois de comer, Fede, Kike e Eva foram até a margem do rio. E Fede se ofereceu pra pegar as amostras de água, seguindo as instruções do Kike.
— Entra uns dois passos, não mais, senão a água vai te cobrir até o saco... e te garanto que você não vai querer que...
— Relaxa, Doutor, cê acha que sou idiota?
Foi falar isso e cair de boca no chão... lá estava Fede completamente afundado na água... e ainda parecia que uma correnteza o arrastava pra dentro. A real é que foram uns quatro minutos até ele finalmente conseguir. sair, mas foram caóticos, Fede parecia que não conseguia sair, Eva não parava de gritar totalmente histérica e Kike dava instruções gritando pra tentar compensar os berros da Eva. Kike no fim pulou na água pra buscar o amigo e tentar ajudar ele a sair daquela corrente subterrânea que devia estar arrastando ele, já que na superfície a água do rio parecia bem calma e com uma corrente suave. Quando Fede chegou perto da margem, a Eva ajudou ele a sair e depois ajudou o Kike. Os dois se deitaram de barriga pra cima na areia macia da beira do rio, principalmente o peito do Fede subindo e descendo rápido no ritmo da respiração, sem dúvida pelo esforço que fez.
- FEDE, CÊ TÁ BEM? CÊ TÁ BEM? – gritava a Eva
- Sim, calma, calma
- Fede, a gente tem que correr pro posto médico, o pererequinho deve ter entrado, quase certeza… se a gente não quiser passar um perrengue fudido, temos que ir correndo pro posto pra ver se dá pra amenizar um pouco a dor.
- Um minuto, doutora, um minuto…
- Não, Fede… levanta ou a dor não vai deixar você se mexer.
A Eva sabia o perigo que eram aqueles pericôndrios ou periloquefosse lá o que era e, claro, não pensou duas vezes: ajoelhou do lado do Fede e começou a desabotoar o cinto dele rapidão, tanto que quando o Fede percebeu, ela já tinha soltado o botão e aberto o zíper.
- O que cê tá fazendo, Eva? – disse o Fede, fingindo uma voz cansada… se o filho da puta disfarçava tão mal que mais parecia um moribundo do que um cara exausto.
- Vou tirar todos os peri… esses bichos aí.
Dito isso, arregaçou a calça/saia, tirou a calcinha fio dental e não a camisa, e se colocou em cima do Fede, descendo a bunda de costas pra ele até que a bucetinha dela fez contato com o pau dele.
- Vai, enfia em mim.
O Fede começou a enfiar devagar enquanto a Eva também descia. Quando ele tava todo dentro, a Eva começou a pular pra cima e pra baixo enquanto o Fede via a buceta dela A bunda gostosa seguia o ritmo.
- Fede, que sorte você tem, cara. Essa noite parece que vou ser eu quem vai sofrer todas as dores sozinho.
Naquele momento, Eva percebeu que era injusto ajudar só o Fede e não o coitado do Kike, então disse:
- Kike, fica de boa, abaixa as calças que daqui a pouco eu vou cuidar de você.
Fede controlava a cavalgada de Eva, movendo ela com força, segurando-a pela bunda.
Mudaram de posição e transaram de quatro sob o olhar atento do Kike, que ficou maravilhado com a visão daquela bunda e de parte da rachinha da Eva que ele conseguiu ver enquanto ela ficava de quatro... era linda, ele pensou. Kike ficou a mil, ou melhor, a cento e oitenta numa estrada vicinal ao ver como Fede estava fodendo selvagemente a Eva. Teve que mudar um pouco de posição porque no fim só via a bunda cheia de pelos do Fede, então se colocou de lado em relação aos dois transantes e ficou maravilhado vendo como as tetonas da Eva balançavam igual badalo de sino no ritmo das investidas brutais do Fede. Quase ficou puto com o Fede quando, sem parar de meter, ele agarrava e apalpava os peitos dela, momento em que Eva começou a gemer.
Eva, com a voz trêmula, disse: —Mais forte, enfia até o fundo, por favor.
Ele fez isso, claro, mesmo parecendo impossível ir mais rápido. Fede aumentou o ritmo e Eva gozou… ah, se gozou… tava esperando há tanto tempo ser comida pelo Fede.
Depois de dois minutos, Fede gozou. Na hora, Eva se separou dele. Deitou de barriga pra cima, abriu as pernas e fez um sinal pro Kike meter de missionário. Kike segurou as pernas dela e começou a foder ela igual uma fera. Aquilo foi demais pra Eva aguentar, e ela gozou de novo, soltando primeiro um gritinho e depois um gemido suave. Deve ter excitado muito o Kike, porque ele tirou a rola e, gritando "vou gozar", segurou o pau e começou a jorrar jatos enormes de porra na bucetinha da Eva.
Por pelo menos dez minutos, os três ficaram semi-nus perto do rio.
- Obrigada, Eva – disse Fede – você nos salvou de passar uma dor terrível.
- É, tia, muito obrigado.
- Por favor, não foi nada… somos amigos, né? Vocês arriscaram a vida pra me salvar dos leões (história anterior). A propósito, Kike – e apontou pro sêmen escorrendo pela bucetinha dela – isso é perigoso? Preciso limpar de um jeito especial?
- Não, pra mulher os peringurinos não são perigosos, vem cá – disse ele se levantando.
Kike foi até o rio com Eva pela mão, se inclinou na margem, pegou água com a mão e começou a limpar o sêmen dela suavemente, enquanto a mão dele percorria a buceta de Eva e enfiava os dedos molhados nos lábios vaginais dela.
Depois, cada um foi pra sua barraca, bom, Eva foi pra do Fede porque a dela já era. Infelizmente, Eva não achou a calcinha vermelha e ficou triste porque era a única que tinha; sem dúvida, ao tirar tão rápido, caiu no rio e a corrente levou. Mal podia imaginar que a calcinha tinha ido parar no bolso do Kike.
O dia seguiu normal nas escavações, mas todos os homens do acampamento que viram a cena de longe não tiravam os olhos de Eva. No começo, ela trabalhava meio desconfortável, porque precisava se mexer com cuidado pra não mostrar tudo com aqueles restos de calça. Depois de algumas horas, Eva já nem lembrava que estava sem calcinha e que, em quase qualquer movimento, via-se boa parte da bucetinha e o final das nádegas… pra alegria de todo mundo no acampamento.
No dia seguinte, quando Fede acordou, se surpreendeu por não encontrar Eva na cama ao lado dele. Saiu da barraca e se espantou ao ver os três negros pelados, com as calças arriadas e os paus enormes eretos, fazendo jus ao papo de que negro tem a piroca maior.
Ele não entendia nada, quando saiu pra perguntar o que tava rolando, o olhar dele fixou que, à direita dos três, Amed também pelado tava comendo Eva, que de quatro recebia as pirocadas do negro tradutor. Fede se aproximou com cara de incrédulo do casal Nympho, e na mesma hora viu que Indi, com a mesma cara de surpresa, também tava chegando.
- Bom dia – disse Fede, olhando para Eva com um olhar interrogativo
- Bom dia, chefe – disse Amed, sem parar de meter ritmicamente na bucetinha da Eva
- Bom dia, Fede, bom dia, Indi – disse Eva, sorrindo para eles enquanto continuava de quatro.
Como continuavam transando e ninguém falava nada, finalmente Fede perguntou:
- O que vocês estão fazendo?
- Porra – disse Indi – acho que tão fodendo. Fede lançou um olhar assassino para ele e disse:
- Bom, eu sei que tão fodendo, o que quero dizer... – Eva interrompeu ele antes que pudesse terminar.
- Olha, Fede, acordei mais cedo e o Amed me contou como é difícil pra eles não poderem se banhar no rio, ainda mais agora que começa o rudacan.
- O rudacan?
- Sim, você não sabe o que é?
Nesse momento, Eva estava com dificuldade pra falar, porque as metidas do Amed tinham ficado mais intensas e ele ia gozar sem dúvida.
- Não, não sei o que é.
- A semana de purificação da tribo do Amed e dos companheiros dele.
- Ahh – disse Fede, incrédulo, enquanto olhava pro Amed, que naquele momento estava gozando e não tava nem aí pra recriminações do chefe.
- Sim – continuou Eva – eles têm que se banhar no rio durante essa semana, ao amanhecer, pra se purificar. Você vai entender que eu não ia deixar de cumprir os preceitos da religião deles.
- Claro, claro... a religião manda.
Nesse momento, Amed se retirou da bucetinha da Eva, mas em menos de dois segundos um dos três negros ocupou o lugar dele, e a longa pica dele se enfiou rapidamente na bucetinha da Eva, que soltou uma leve exclamação de dor com uma metida tão brutal e rápida. Fede continuou falando.
- Pois é, vejo que você vai ficar ocupada por um tempinho, e a semana toda também, claro. Indi, você vem tomar café?
- Não, vou ficar um pouco — não ia perder o show de ver a Eva comendo metade do acampamento.
- Então eu vou tomar café... Amed, a gente conversa mais tarde quando você estiver de calças. Se é que o rudacan deixa você usar calças.
- Claro, chefe, claro.
Fede foi para a cozinha, na hora em que cruzou com o Kike, que tinha acabado de levantar. Pegando ele pelos ombros, disse:
- Acho que criamos um monstro comedor, amigo doutor...
E começou a contar pra ela a "nova" religião do filho da puta do Amed.
Continua...
Saindo do banho, no caminho para sua barraca, ela encontrou Fede, que ia tomar banho com a toalha na cintura.- Bom dia, Fede… a água tá uma delícia.
- Bom dia, Eva.
- Aliás, Fede, por que vocês não se banham no rio aqui?
- Bom, porque temos essa cabine meio tosca, mas é o que tem.
- Mas seria melhor a gente se banhar no rio.
- Não, não, no rio a gente não pode se banhar.
- É perigoso se banhar no rio?
- Pra você, não, mas pros homens, sim.
- Perigoso pra vocês e não pra mim?... Não tô entendendo.
- É fácil… pras mulheres não tem perigo, mas pros homens tem um bem grave… bom, grave também não, mas enche o saco pra caralho.
- Ha, ha, ha – riu Eva – Não tô entendendo… o que pode ser chato pra um homem e não pra uma mulher?... E tô falando de um rio, claro.
- Tem uns bichinhos.
- Tem piranhas? – disse Eva, surpresa, que desde pequena tinha pavor desses peixes por causa de um filme que viu.
- Não, Eva, não, não são piranhas… isso atacaria um homem também, né?
- Claro, claro, com certeza atacaria uma mulher também.
Eva olhava interrogativamente pra Fede, então ele continuou falando.
- Tem um bichinho no rio que ataca os homens e não as mulheres… você pode se banhar de boa, mas a gente não… quem dera. A gente adoraria poder se banhar naquele rio foda… vai você, que pode, pelo menos aproveita o rio.
- Mas que bicho te ataca por você ser homem e não me ataca por eu ser mulher?
- O peringurino – afirmou Fede.
- O quê? Um pinguim?
- Não, Eva, não, o peringurino.
- Nunca ouvi falar desse bicho.
- Não me surpreende… é um bicho muito pequeno, acho que só tem nessa parte da África… e claro, como só afeta os homens, não é muito comum as pessoas conhecerem.
- Mas como ele é?
- Olha, é um vermezinho. muito pequeno... que costuma entrar pelo buraquinho do pênis
- Como assim? – Disse Eva surpresa e rindo.
- Pois é, entra pelo buraco da rola, pelo meato urinário, e se não tirar em 10 ou 15 minutos, dói pra caralho e sobe muito a febre.
- E nas mulheres não entra?
- Não, e como sei que você vai continuar perguntando, vou explicar. É por causa do meato urinário... o nosso é mais comprido e elas devem achar melhor...
- Melhor?
- Sim, mas não é só isso, além disso, o fluxo vaginal de vocês mata eles... na verdade, se entrar em vocês, não acontece nada.
- E você não pode tirar? Você não disse que se sair antes de 10 minutos não dá nada?
- Sim, mas pra tirar tem que gozar.
- Então bate uma punheta depois – respondeu Eva, rindo pra caramba.
- Não é tão fácil assim, se fosse por isso eu passaria o dia inteiro no rio… só sai se misturar com o fluxo de vocês… uma punheta não adianta. - Caralho, que loucura – disse Eva, e levando a mão à boca completou – Ah, desculpa.
- Nada, nada, todo mundo já soltou um caralho uma vez ou outra. E se o interrogatório acabou… vou tomar um banho.
Os dias passavam tranquilos no acampamento, e Eva logo se adaptou ao ritmo do lugar. Ela gostava de tomar banho cedo, porque a água era fresca e isso permitia adiar o momento de ficar encharcada de suor por pelo menos meia hora. No começo, ela ia de biquíni e com a toalha enrolada no corpo, entrava no chuveiro depois de fechar as “cortinas” (lembro que eram sacos plásticos e que ela tomava banho de biquíni). A verdade é que as cortinas fechavam bem, apesar de serem tão vagabundas, e enquanto tomava banho ninguém a incomodava, todos respeitavam a privacidade dela. Então ela decidiu que era muito desconfortável e pouco higiênico tomar banho de biquíni, e naquele dia resolveu não colocá-lo, deixando-o no varal que tinha feito com uma corda entre a barraca dela e a do Fede. Ela atravessou o acampamento, caminhando em direção ao chuveiro de chinelos e com a toalha.
Esse detalhe não escapou dos olhos de Fede, que percebeu que o biquíni ainda estava no varal e logo alertou os outros. Ao seu sinal, os quatro negros e os dois brancos apareceram.- É a hora, todos sabem o que temos que fazer, temos só dez minutos.
- Todos concordaram.
Eva estava tomando banho e cantarolando, como fazia toda manhã, quando de repente uns gritos a assustaram... parecia que todo mundo no acampamento estava gritando... de repente, ouviu uma forte explosão e, segundos depois, outra ainda mais forte. Ela não sabia o que estava rolando. Estavam atacando o acampamento?
Naquele momento, a "cortina" do chuveiro se abriu e ela viu Indi entrando com a palma da mão aberta.
- VAMOS, EVA, CORRE, SAI!
Eva ficou travada, não sabia o que fazer... estava tão apavorada que nem o corpo reagiu pra cobrir a nudez... pegou a mão que lhe estendiam e saiu correndo junto com Indi, sem se preocupar, claro, em pegar a toalha. Correram até a área das escavações.
Pra entrar na área de escavação, tinha que passar por um buraco estreito e descer por uma escada de mão. - Eva, eu entro primeiro, me certifico de que tá tudo bem e depois você desce… quando eu mandar.
- Tá bom – disse Eva com uma vozinha fina, parecendo muito assustada, já que durante a corrida louca dela não paravam de ouvir gritos e tiros.
Indi desceu e, em poucos segundos, Eva ouviu a voz distorcida dele:
- Desce, CORRE
Eva começou a descer. Pela primeira vez, Indi pôde admirar a…
Antes de terminar a descida, quando faltavam só dois degraus, Eva sentiu a palma da mão de Indi pousar na bunda dela e recebeu um carinho intenso. Naquele momento, ela se deu conta da sua nudez e de que estava oferecendo uma visão incrível da sua bunda e, com toda certeza, da sua rachinha para o Indi. Mas o que esse filho da puta tava fazendo, apalpando a bunda dela? Ela virou a cabeça, pronta pra gritar com ele, mas naquele instante…
- Você tá cheia de sabão. Tirei pra não ressecar sua pele. — e passou a mão na bunda dela de novo. Naquele momento, Eva ficou feliz por não ter gritado com ele… teria feito merda de novo, pensando que ele tava se aproveitando dela, quando na verdade tava fazendo um favor. Aí pensou: *Por que tô me preocupando com essa besteira enquanto tão atirando na gente?*
— Tanto faz — disse Eva assim que terminou de descer a escada e ficou pelada na frente do Fede. — Mas que porra é essa? Tão nos atacando? Tão atirando? Cadê o Fede?
— Calma, Eva, calma — ele disse, se aproximando e dando um abraço nela. — Aqui a gente tá seguro.
Os corpos se encostaram, e com certeza Indi sentiu como era gostoso sentir a pele da Eva no corpo dele, já que ele só tava de short de pijama. Eva percebeu que Indi tava com uma ereção daquelas… confirmou que ele tinha visto e bem visto a bunda dela, e o senhorzinho tinha ficado todo empolgado.
— Olha, uns leões entraram no acampamento e tão expulsando eles… nessa cripta a gente fica seguro, então fica tranquila.
— Uns leões? — disse Eva, se afastando de Indi. — E o Fede? Por que ele não tá aqui?... Bem, o Fede e todo mundo.
— Eva, precisam tirar eles do acampamento… uns leões podem destruir tudo e comer nossa comida.
— Mas é muito perigoso… eles podem morrer.
— Sim, mas fica tranquila, eles tão acostumados.
— Mas vocês me disseram que só o rio e as cobras eram perigosos…
— A verdade é que não é normal, mas às vezes acontece… mas fica tranquila que aqui não te acontece nada.
Indi foi abraçar ela de novo, mas Eva deu um passo pra trás e colocou um braço na frente dos peitos e a outra mão na bucetinha.
- Estou pelada – afirmou ela. - Sim, você está pelada… eu percebi, mas aqui não temos nada pra te cobrir… eu posso te dar a calça do pijama, mas aí eu ficaria pelado. Além disso, você não disse pro Kike que era nudista?
- Sim, sim… só tava afirmando… é… eu… tudo bem.
- Então? Por que você tá se cobrindo?
- Hã?... por sua causa… pra não te incomodar ou ofender.
- Te garanto que não me ofende… mas se você é uma nudista envergonhada – disse com um sorriso – então faz bem em se cobrir.
Eva percebeu a contradição dela. Se achava moderna e uma garota liberal, claro, praticar nudismo na casa do pai era fácil, afinal lá só era vista pelos empregados do pai, que a conheciam desde criança. Mas agora que tinha uma prova real de se era mesmo uma nudista, se comportava como uma freira. É claro que tirou as mãos e reparou como os olhos de Fede passavam dos peitos dela pra bucetinha… parecia que ele não sabia bem onde fixar o olhar.
Durante cinco longos minutos, Indi mandou mensagens tranquilizadoras dizendo que o Fede ia ficar bem, mas a Eva estava inquieta. Ela tinha certeza, mas e o resto...?Finalmente, ela viu as pernas do Fede descendo na escavação. Ele nem tinha terminado de descer quando a Eva se jogou nele, abraçou as pernas dele e encostou o rosto na bunda do Fede, enquanto chorava de felicidade e dizia:
— Você tá bem, Fede, você tá bem.
— Eva, pelo amor de Deus, para de me abraçar ou não vou conseguir descer.
O Fede desceu, e o Kike, ao ver a Eva pelada, soltou um:
— Porra, se você tá nua... é verdade que era nudista.
— Hã? Sim... é que eu tava no banho... antes, claro... não agora... mas não consegui...
— Bom — interrompeu a Indi — Aconteceu alguma coisa? Tá todo mundo bem?
— Sim, sim, calma... só tem um problema com o material, mas todo mundo tá bem. Vamos subir? — perguntou o Fede.
— Bom, eu espero aqui... pra não sair pelada. Dá pra trazer umas roupas pra mim?
— Olha, Eva... é que... é que... o problema de material é na sua barraca... não sei se sobrou muita roupa... parece que os leões detonaram sua barraca.
— Como assim? — perguntou a Eva. — Minha barraca?
— Sim — mas o Fede não teve tempo de responder porque a Eva já tava subindo a escada.
Se naquele momento a Eva tivesse virado, teria visto os três se posicionando debaixo da escada, sem perder nenhum detalhe daquela bunda gostosa e da bucetinha dela.
Eva correu nua pelo acampamento e chegou na barraca dela… bom, no que era a barraca dela, porque tava tudo rasgado, as roupas dela espalhadas e cada peça que pegava tava toda destruída… a coitada da Eva andava nua pelo acampamento inteiro catando roupa e vendo o tamanho do estrago. Ela chorava sem consolo.Só sobraram duas camisetas brancas, mesmo com vários cortes, uma calcinha fio dental vermelha e um par de shorts tão fodidos que só dava pra usar como minissaia, porque parecia que os leões tinham destruído as partes das pernas e a braguilha. Um vestidinho preto de festa bem curto, que a vaidosa Eva tinha levado por precaução, também tinha se salvado. Era um desastre, quase não sobrou nada… segundo o que Fede contou, um dos leões que tinha fugido se enganchou no varal e levou a maior parte da roupa. No fim, todo mundo concluiu que os leões foram atraídos pelo cheiro dos cremes da Eva e atacaram a barraca dela sem mexer no resto do acampamento.
Eva, ainda pelada, chorava e chorava sem se segurar, e o Fede levou ela pra barraca dele pra descansar. Eva carregava as poucas coisas que tinha, segurando tudo com força.
Enquanto se afastava abraçada no Fede, todos os homens do acampamento não paravam de admirar o corpo gostoso pra caralho da Eva.
Eva descobriu, anos depois, que não tinha leão nenhum que tivesse destruído a roupa dela, mas que enquanto ela esperava com o Indi com algum tipo de ancinho, eles tinham se dedicado a rasgar a roupa e a barraca dela, e que ela tinha sido vítima de uma brincadeira de mau gosto, só pra deixar ela sem roupa. Mas, como eu disse, ela descobriu anos depois; na hora, ela sentia gratidão pela coragem do Fede e do resto dos caras que tinham enfrentado os leões pra salvar as coisas dela.
Até a hora do almoço, Eva ficou na barraca do Fede, vendo o que dava pra fazer com aqueles pedaços de roupa; no fim, saiu pra comer com uma Camisa branca, sem sutiã porque não tinha mais nenhum que servisse, e com um shortinho que virou minissaia. Ela ficou na dúvida se colocava o fio dental, só tinha um sobrando, mas o short era tão curto que pelo menos ia tampar a bucetinha dela.
Todo mundo olhava pra ela bestificado, ainda mais porque dava pra ver a tanga — se não tivesse colocado, daria pra ver claramente parte da rachinha dela — e a blusa tinha uma fenda na região do peito direito que deixava metade da teta de fora. Eva, tão inocente, achava que olhavam assim por pena dela ter perdido toda a roupa.Foram muito legais com ela e Eva tava super grata, que sorte a dela ter caído num acampamento com gente tão boa. Nos primeiros dias, ela se cobria igual uma freira, e tinha passado mais de meia hora pelada pelo acampamento sem ninguém aproveitar dela. Na real, ela se sentia uma idiota pelo comportamento anterior.
Durante o almoço, falaram dos leões, mas o que mais preocupou Eva foi quando o doutor comentou:
— Analisei a água do rio e parece que os peringurinos aumentaram, tem muito mais.
— Não fode — disse um alarmado Fede — porra, tô com tanta vontade de nadar naquele rio, achava que nessa época eles emigravam.
— É, é uma merda — confirmou Indi — mas cê tem certeza?
— Claro, cê duvida das minhas análises?
— Não, não, mas é tão estranho... nessa época, deviam estar rio abaixo, pelo menos descendo, e não subindo... tô há anos na selva e cada vez entendo menos — disse Indi com voz cansada.
— Se quiser, repito os testes hoje à tarde.
— Melhor assim que terminarmos de comer — sentenciou Fede — tô super intrigado.
Depois de comer, Fede, Kike e Eva foram até a margem do rio. E Fede se ofereceu pra pegar as amostras de água, seguindo as instruções do Kike.
— Entra uns dois passos, não mais, senão a água vai te cobrir até o saco... e te garanto que você não vai querer que...
— Relaxa, Doutor, cê acha que sou idiota?
Foi falar isso e cair de boca no chão... lá estava Fede completamente afundado na água... e ainda parecia que uma correnteza o arrastava pra dentro. A real é que foram uns quatro minutos até ele finalmente conseguir. sair, mas foram caóticos, Fede parecia que não conseguia sair, Eva não parava de gritar totalmente histérica e Kike dava instruções gritando pra tentar compensar os berros da Eva. Kike no fim pulou na água pra buscar o amigo e tentar ajudar ele a sair daquela corrente subterrânea que devia estar arrastando ele, já que na superfície a água do rio parecia bem calma e com uma corrente suave. Quando Fede chegou perto da margem, a Eva ajudou ele a sair e depois ajudou o Kike. Os dois se deitaram de barriga pra cima na areia macia da beira do rio, principalmente o peito do Fede subindo e descendo rápido no ritmo da respiração, sem dúvida pelo esforço que fez.
- FEDE, CÊ TÁ BEM? CÊ TÁ BEM? – gritava a Eva
- Sim, calma, calma
- Fede, a gente tem que correr pro posto médico, o pererequinho deve ter entrado, quase certeza… se a gente não quiser passar um perrengue fudido, temos que ir correndo pro posto pra ver se dá pra amenizar um pouco a dor.
- Um minuto, doutora, um minuto…
- Não, Fede… levanta ou a dor não vai deixar você se mexer.
A Eva sabia o perigo que eram aqueles pericôndrios ou periloquefosse lá o que era e, claro, não pensou duas vezes: ajoelhou do lado do Fede e começou a desabotoar o cinto dele rapidão, tanto que quando o Fede percebeu, ela já tinha soltado o botão e aberto o zíper.
- O que cê tá fazendo, Eva? – disse o Fede, fingindo uma voz cansada… se o filho da puta disfarçava tão mal que mais parecia um moribundo do que um cara exausto.
- Vou tirar todos os peri… esses bichos aí.
Dito isso, arregaçou a calça/saia, tirou a calcinha fio dental e não a camisa, e se colocou em cima do Fede, descendo a bunda de costas pra ele até que a bucetinha dela fez contato com o pau dele.
- Vai, enfia em mim.
O Fede começou a enfiar devagar enquanto a Eva também descia. Quando ele tava todo dentro, a Eva começou a pular pra cima e pra baixo enquanto o Fede via a buceta dela A bunda gostosa seguia o ritmo.
- Fede, que sorte você tem, cara. Essa noite parece que vou ser eu quem vai sofrer todas as dores sozinho. Naquele momento, Eva percebeu que era injusto ajudar só o Fede e não o coitado do Kike, então disse:
- Kike, fica de boa, abaixa as calças que daqui a pouco eu vou cuidar de você.
Fede controlava a cavalgada de Eva, movendo ela com força, segurando-a pela bunda.
Mudaram de posição e transaram de quatro sob o olhar atento do Kike, que ficou maravilhado com a visão daquela bunda e de parte da rachinha da Eva que ele conseguiu ver enquanto ela ficava de quatro... era linda, ele pensou. Kike ficou a mil, ou melhor, a cento e oitenta numa estrada vicinal ao ver como Fede estava fodendo selvagemente a Eva. Teve que mudar um pouco de posição porque no fim só via a bunda cheia de pelos do Fede, então se colocou de lado em relação aos dois transantes e ficou maravilhado vendo como as tetonas da Eva balançavam igual badalo de sino no ritmo das investidas brutais do Fede. Quase ficou puto com o Fede quando, sem parar de meter, ele agarrava e apalpava os peitos dela, momento em que Eva começou a gemer.
Eva, com a voz trêmula, disse: —Mais forte, enfia até o fundo, por favor. Ele fez isso, claro, mesmo parecendo impossível ir mais rápido. Fede aumentou o ritmo e Eva gozou… ah, se gozou… tava esperando há tanto tempo ser comida pelo Fede.
Depois de dois minutos, Fede gozou. Na hora, Eva se separou dele. Deitou de barriga pra cima, abriu as pernas e fez um sinal pro Kike meter de missionário. Kike segurou as pernas dela e começou a foder ela igual uma fera. Aquilo foi demais pra Eva aguentar, e ela gozou de novo, soltando primeiro um gritinho e depois um gemido suave. Deve ter excitado muito o Kike, porque ele tirou a rola e, gritando "vou gozar", segurou o pau e começou a jorrar jatos enormes de porra na bucetinha da Eva.
Por pelo menos dez minutos, os três ficaram semi-nus perto do rio. - Obrigada, Eva – disse Fede – você nos salvou de passar uma dor terrível.
- É, tia, muito obrigado.
- Por favor, não foi nada… somos amigos, né? Vocês arriscaram a vida pra me salvar dos leões (história anterior). A propósito, Kike – e apontou pro sêmen escorrendo pela bucetinha dela – isso é perigoso? Preciso limpar de um jeito especial?
- Não, pra mulher os peringurinos não são perigosos, vem cá – disse ele se levantando.
Kike foi até o rio com Eva pela mão, se inclinou na margem, pegou água com a mão e começou a limpar o sêmen dela suavemente, enquanto a mão dele percorria a buceta de Eva e enfiava os dedos molhados nos lábios vaginais dela.
Depois, cada um foi pra sua barraca, bom, Eva foi pra do Fede porque a dela já era. Infelizmente, Eva não achou a calcinha vermelha e ficou triste porque era a única que tinha; sem dúvida, ao tirar tão rápido, caiu no rio e a corrente levou. Mal podia imaginar que a calcinha tinha ido parar no bolso do Kike.
O dia seguiu normal nas escavações, mas todos os homens do acampamento que viram a cena de longe não tiravam os olhos de Eva. No começo, ela trabalhava meio desconfortável, porque precisava se mexer com cuidado pra não mostrar tudo com aqueles restos de calça. Depois de algumas horas, Eva já nem lembrava que estava sem calcinha e que, em quase qualquer movimento, via-se boa parte da bucetinha e o final das nádegas… pra alegria de todo mundo no acampamento.
No dia seguinte, quando Fede acordou, se surpreendeu por não encontrar Eva na cama ao lado dele. Saiu da barraca e se espantou ao ver os três negros pelados, com as calças arriadas e os paus enormes eretos, fazendo jus ao papo de que negro tem a piroca maior. Ele não entendia nada, quando saiu pra perguntar o que tava rolando, o olhar dele fixou que, à direita dos três, Amed também pelado tava comendo Eva, que de quatro recebia as pirocadas do negro tradutor. Fede se aproximou com cara de incrédulo do casal Nympho, e na mesma hora viu que Indi, com a mesma cara de surpresa, também tava chegando.
- Bom dia – disse Fede, olhando para Eva com um olhar interrogativo - Bom dia, chefe – disse Amed, sem parar de meter ritmicamente na bucetinha da Eva
- Bom dia, Fede, bom dia, Indi – disse Eva, sorrindo para eles enquanto continuava de quatro.
Como continuavam transando e ninguém falava nada, finalmente Fede perguntou:
- O que vocês estão fazendo?
- Porra – disse Indi – acho que tão fodendo. Fede lançou um olhar assassino para ele e disse:
- Bom, eu sei que tão fodendo, o que quero dizer... – Eva interrompeu ele antes que pudesse terminar.
- Olha, Fede, acordei mais cedo e o Amed me contou como é difícil pra eles não poderem se banhar no rio, ainda mais agora que começa o rudacan.
- O rudacan?
- Sim, você não sabe o que é?
Nesse momento, Eva estava com dificuldade pra falar, porque as metidas do Amed tinham ficado mais intensas e ele ia gozar sem dúvida.
- Não, não sei o que é.
- A semana de purificação da tribo do Amed e dos companheiros dele.
- Ahh – disse Fede, incrédulo, enquanto olhava pro Amed, que naquele momento estava gozando e não tava nem aí pra recriminações do chefe.
- Sim – continuou Eva – eles têm que se banhar no rio durante essa semana, ao amanhecer, pra se purificar. Você vai entender que eu não ia deixar de cumprir os preceitos da religião deles.
- Claro, claro... a religião manda.
Nesse momento, Amed se retirou da bucetinha da Eva, mas em menos de dois segundos um dos três negros ocupou o lugar dele, e a longa pica dele se enfiou rapidamente na bucetinha da Eva, que soltou uma leve exclamação de dor com uma metida tão brutal e rápida. Fede continuou falando.
- Pois é, vejo que você vai ficar ocupada por um tempinho, e a semana toda também, claro. Indi, você vem tomar café?- Não, vou ficar um pouco — não ia perder o show de ver a Eva comendo metade do acampamento.
- Então eu vou tomar café... Amed, a gente conversa mais tarde quando você estiver de calças. Se é que o rudacan deixa você usar calças.
- Claro, chefe, claro.
Fede foi para a cozinha, na hora em que cruzou com o Kike, que tinha acabado de levantar. Pegando ele pelos ombros, disse:
- Acho que criamos um monstro comedor, amigo doutor...
E começou a contar pra ela a "nova" religião do filho da puta do Amed. Continua...
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