Continuo contando as experiências da minha namorada, que dessa vez é subjugada pelos meus chefes e comida de novo por desconhecidos. E eu sem saber, naquela época, o que a minha pobre namorada sofria. À noite, Rafa e minha namorada foram ao hotel de San Sebastián onde meus chefes e o seboso do Carlos estavam hospedados. "Boa noite", disse Eva na recepção. "Estamos esperando o Sr. Don Joaquin XXXX." O recepcionista ligou para o quarto. "Podem subir, quarto 703. Obrigado." Assim que chegaram no quarto, David os recebeu, e atrás estavam Joaquin e Carlos. "Boa noite, no fim decidimos jantar aqui." "É, não dá pra sair pelado pelas ruas de San Sebastián", disse Carlos soltando uma gargalhada. "É melhor assim, você pode ficar mais à vontade", disse Don Joaquín, olhando com desaprovação para Carlos. "Poxa, mas eu posso ir jantar vestida, só pratico nudismo em lugares onde é permitido." "Não, por favor, prometemos ao seu namorado que faríamos a estadia dele agradável, e podemos jantar perfeitamente neste quarto... ou será que você quer que seu namorado nos recrimine por não termos te agradado?" "Sério, não precisa", disse Eva, desconfortável. "Podemos sair para jantar fora do quarto." "Que pena, todo o trabalho que tivemos para montar a mesa aqui e com a comida encomendada", disse Don David. "Enfim, que desperdício." "É verdade, é uma pena", completou Don Joaquín. "Mas se você não quiser jantar aqui, a gente fez isso com a melhor das intenções." "Não, não, por favor. Agradeço muito pelo trabalho, a gente janta aqui." "Tem certeza? Se não quiser, a gente vai embora." "Certeza mesmo", confirmou Eva. Houve um silêncio, e todos olhavam para Eva. "Então vamos, tira essa roupa, que foi pra isso que montamos tudo isso", disse Don David. "Claro", disse Eva forçando um sorriso. Aos poucos, foi soltando as alças do vestido, se sentindo muito desconfortável sob os olhares daqueles homens. De manhã, na praia, parecia algo natural, mas naquele quarto ela não se sentia à vontade. Finalmente, o vestido caiu aos pés dela, deixando-a nua. vestida só com uma fio dental azul.
Bom, vamos aproveitar o jantar – disse ele enquanto pegava o vestido dela e pendurava no cabide. Você tirou a tanga – falou Dom David num tom que não aceitava discussão, e mesmo que Eva não quisesse ficar completamente nua, pensou que quando relaxasse tudo ficaria normal e se convenceu de que de manhã já tinham visto ela pelada e não tinha acontecido nada. Não quis comentar nada na frente do Rubén, mas vejo que sua bunda já não está mais branca. Todos olharam para Carlos com cara de estranhamento. Explico: no acampamento com as crianças, ela tomava sol de peitos de fora, mas com a calcinha do biquíni, então dava pra ver a diferença de bronzeado. Vejo que nesses dias o moreno se uniformizou. Porra, como a gente repara – disse Dom David. Ora… é óbvio. Eva se sentiu ainda mais desconfortável depois do comentário do Carlos. Dom David ofereceu uma taça de espumante pra ela, e Eva agradeceu por ter algo nas mãos pra disfarçar o nervosismo. Nesse instante, bateram na porta do quarto. O jantar, pontual às nove e meia. Eva fez menção de ir pegar o vestido, mas Dom David segurou o pulso dela e a impediu, bem na hora que Dom Joaquin abria a porta do quarto. Entraram dois garçons com um carrinho de comida e, ao verem uma mulher pelada na frente de quatro caras vestidos, pararam parados olhando pra ela. Eva estava vermelha de vergonha. O jantar, senhores… e senhora. Obrigado, deixem na mesa. Desejam mais alguma coisa? – disse um dos garçons sem tirar os olhos de Eva, que com a mão que David tinha soltado e com o punho fechado tentava esconder a buceta. Que horas vocês terminam o turno? Às onze, senhor, mas temos serviço de quarto até meia-noite. Quando terminarem o turno, subam que vou dar uma boa gorjeta – disse Joaquin inclinando a cabeça na direção de Eva. Obrigado, senhor – e os garçons saíram do quarto com um sorrisão no rosto. David soltou Eva, que foi em direção ao vestido dizendo: Não sei que porra é essa. Mas eu vou vazar agora mesmo. Mas Eva, por quê? – perguntou Dom Joaquim, colocando um tom de surpresa. Não sou uma atração de circo pra me exibir na frente de todo mundo. Claro que não é uma atração, sua gostosa – disse o seboso Carlos, enquanto mexia no controle da TV. Eva se virou contra Carlos, mas naquele momento ouviram-se sons de gemidos vindo da TV. Eva não podia acreditar: na televisão estava o vídeo que gravaram no acampamento quando ela comeu todos os monitores, naquela hora as imagens mostravam ela fodendo com Carlos. Acho melhor você ficar, né? – disse Dom Joaquim – claro, senão a gente pode mandar esse vídeo pra todos os computadores do escritório… não sei o que o Rubén vai achar desse vídeo, mas com certeza o resto dos funcionários vai adorar. Mas… mas… a gente fez… a gente fez um pacto de silêncio, Carlos, nesse vídeo aparece muita gente e não prejudica só a mim. Sim, mas de todos, quem está aqui é você, bom, e o Carlos e o Rafa – disse Dom Joaquim. O vídeo é uma maravilha, você é uma puta de primeira, a quantidade de punheta que bati desde que tenho ele – disse Dom David entre gargalhadas – voltei à adolescência graças a você. O que vocês querem? – disse Eva com voz de cansaço. Te fazer feliz – explicou Dom Joaquim enquanto se aproximava e passava a mão na bunda de Eva – e que o Rubén não sofra, claro. Por que não vamos jantar? Todos se dirigiram para a mesa, Rafa se fazendo de digno disse: Carlos, você é um maldito bastardo, tô muito decepcionado, você quebrou nosso pacto. Eu não vou participar disso. Rafa, se você não quer que esse vídeo chegue na sua mãe, senta na mesa e faz o que a gente mandar – disse Carlos enquanto piscava o olho e sorria, já que Eva não podia ver. Carlos e os dois chefes do Rubén tiraram as calças e as cuecas, ficando só com as camisas, e fizeram um sinal pro Rafa fazer o mesmo. Sentaram-se na mesa e quando Eva ia fazer o mesmo, Dom Joaquim com um sorriso se dirigiu a ela: Não, querida, seu lugar é aqui. É debaixo da mesa. Preparamos um menu especial pra você, rolinhos de carne com creme, hahaha, pode comer quantas porções quiser que quase não engorda. Só engorda se enfiar na buceta… mas aí depois de nove meses você emagrece de novo – disse o gordo Carlos enquanto todos, menos Rafa, riam – pode começar pela minha que você já conhece. Eva, debaixo da mesa, enfiou a pica do seboso na boca. Carlos agarrou ela pelo rabo de cavalo e meteu a pica na boca dela até a garganta. Eva sentia as bolas dele coladas no queixo e a testa pressionando a barriga, sentindo todo o suor e catinga na testa. Tinha ânsia porque a pica entupia a garganta dela, e o ritmo era marcado por Carlos mexendo a cabeça dela presa pelo rabo de cavalo. Quando finalmente gozou na boquinha da Eva, soltou o rabo de cavalo e limpou as babas e os restos de sêmen da pica no cabelo dela. Durante o boquete, vários flashes apareceram debaixo da mesa, porque estavam tirando várias fotos. Eva sabia que não adiantava reclamar, então nem se deu ao trabalho. Porra, cara, a gente tem que comer todas, não me encosta com esse cabelo sujo, vagabunda. Joaquim, sua vez. Eva foi até a pica do Joaquim. Eu gosto com a pontinha da língua e muitos beijinhos, você vai aprender com o tempo. Ao ouvir isso, Eva estremeceu e percebeu que estava à mercê daqueles sem-vergonhas e que aquilo não ia acabar naquela noite. Eva percorria o pênis do Seu Joaquim com a ponta da língua e alternava com beijinhos na cabecinha. A língua dela deslizava pela glande enquanto a mão batia uma punheta, na esperança de que ele gozasse logo. Eva não parava de chorar e precisava limpar o ranho toda hora pra conseguir respirar. Vadia, não vai me encher de ranho? Essas piranhas não têm boa educação e não sabem chupar… Eva, usa o guardanapo, definitivamente tem que te educar – disse David enquanto passava um guardanapo pra ela. Quando finalmente engoliu a gozada, chegou a vez do Rafa. Eva se Enfiou o cipote na boca dela, mas o Rafa virou o rosto da Eva e tirou a piroca, mas continuou se mexendo como se ela tivesse chupando, pros outros convidados pensarem que tava fazendo um boquete. A Eva se sentiu grata e percebeu que o coitado do Rafa era tão prisioneiro quanto ela. Finalmente, o Rafa fingiu que gozava. Minha vez, bem forte e com os lábios bem fechadinhos pra roçar mais. Enquanto a Eva chupava o Don David, o parceiro dela na frente aproveitava que ela tava de quatro e passava o pé na bunda e na buceta dela, tentando enfiar o dedão em algum dos buracos. Quando o Don David gozou, perguntou: "Cenou bem, minha putinha? ... não te ouço, vagabunda." "Sim" — disse a Eva, entre soluços. "Então pode levantar da mesa e servir a sobremesa pra gente." Quando a Eva saiu debaixo da mesa, o aspecto dela era horrível, tinha porra no cabelo loiro lindo dela, todo bagunçado. Na cara e no pescoço também tinha vários grumos, alguns tão frescos que começavam a escorrer pelos peitos. "Tá horrível... essas putas cada vez aguentam menos. Vamos tirar umas fotos de lembrança dessa noite bonita, né? David, fica do lado da Promíscua. Levanta esses peitinhos com as mãos... Não, por baixo não, pega pelos mamilos e puxa pra cima. Agora morde um mamilo e segura o peito com a boca, e chupa esse jato de porra, Promíscua... que com o que custou te dar, não vamos jogar fora. É uma pena uns peitos tão pequenos. Bom, isso tem solução, acho que o presente que a empresa vai dar pro teu namorado no casamento é um bom par de peitos pra namorada dele. Sim, nosso funcionário vai nos amar muito. Um bom par de melões é um presente excelente. E que a gente pode deduzir como despesa médica da empresa. Quer uns peitões bons, vadiazinha? E assim poder fazer umas boas cubanas" — perguntou o Don David. "Não" — disse a Eva, horrorizada. "Vamos ver, vamos ver... é um presente pro corno do teu namorado, não. pra você. Enquanto Rafa tirava as fotos, fingindo uma indignação que estava longe de sentir, Joaquín e Carlos se dedicavam a meter os dedos na bucetinha e no cu dela. Eva percebeu que tinha uma câmera de vídeo com um tripé, então também estavam gravando. - Eva, posa de quatro com sua bunda virada pra câmera…, agora apoia o rosto no chão e abre bem as nádegas com as mãos. Olha pra câmera, deixa o rosto bem visível. E sorri, piranha! - Senta no chão, abre bem as pernas e abre essa buceta de puta, puxando os lábios. - É isso que você gosta, porca nojenta, se exibir pros homens, não é?. Enquanto ela posava, bateram na porta. Carlos olhou o relógio e disse - Porra, já são mais de onze. Como o tempo passa quando a gente se diverte com os amigos. Os dois garçons apareceram, já vestidos com roupas de rua. Eva já imaginava o que a esperava, então nem se preocupou em esconder a nudez. Boa noite, senhores… e senhora. Espero que o jantar tenha sido do agrado. Muito agradável, né Eva? – disse Carlos. Nos falaram sobre a possibilidade de uma gorjeta se viéssemos às onze – comentaram, olhando pro Dom Joaquín. Sim, pensamos que talvez vocês queiram uma gorjeta de 50,00 euros (70 dólares), pros dois, ou passar uns minutos com nossa solicita Eva, mas saibam que vamos gravar, pra consumo interno. - Vou deixar sua buceta igual boca de metrô – disse um dos garçons, olhando lascivamente pra Eva. Acho que isso responde minha pergunta, hahaha e o senhor, o que quer? Podemos fazer o que quisermos com ela? Mais ou menos sim. Arrebentar o cu dela? Claro, claro, mas pelo que sei já tá bem arrebentado, né Carlos? Sim, sim, bastante. Mas acho que com uma como essa não – disse o garçom mais velho enquanto tirava um pauzão bem grosso, que não devia ter menos de 22 centímetros de comprimento e seis de largura. Marta olhou pro pauzão com horror e desviou o olhar suplicante pra mim. chefes, que tavam com cara de satisfeitos. Por favor, não, eu chupo, eu dou a buceta, mas o cu não, não, por favor. O garçom olhou pro Dom Joaquin e fez um gesto com a cara, perguntando se podia enfiar no cu dela ou se atendia o pedido da Eva, e recebeu um sinal de aprovação. Enquanto Eva continuava implorando, o garçom se despia. Quando terminou, agarrou ela e forçou ela a apoiar os peitos e a cabeça na mesa, deixando a bunda empinada. O nojento do garçom abriu as nádegas com a mão, deixando o cu contraído à mostra, e cuspiu no buraco, enfiando dois dedos depois. Relaxa, senão isso vai doer pra caralho. Por favor, não, não faz isso comigo… pelo amor de Deus. Depois de tirar os dedos, o garçom enfiou o pauzão de uma vez só, mas o cu da minha pobre Eva não aguentou mais da metade de um troço tão enorme. Apesar dos gritos e pedidos pra parar, ela foi comida várias vezes no cu. Agora sim, tá entrando bem – disse o garçom. Sabia que era uma putinha boa e conseguia engolir ele sem problema. Quando o garçom gozou, tirou a camisinha e, sem dar nó, encostou ela nas costas da Eva, fazendo um pouco de porra escorrer pelo corpo gostoso dela. Todos, menos o Rafa, ficaram atrás da Eva pra olhar o cu dela. Porra, filho da puta, você destruiu ela – disse o próximo garçom, ansioso pra comer ela. É, você arrebentou ela, tá saindo sangue do cu – falou Dom Joaquim. Passa a linha azul do metrô por aqui? – disse o Carlos, rindo e enfiando um dedo no cu dilatado da Eva. Todo mundo caiu na gargalhada com a piada do seboso. Minha vez, mas eu não vou comer ela no cu… não vou sentir nada – disse, apontando pro próprio pau de uns 16 centímetros e não muito grosso. O segundo garçom pegou a Eva pelo cabelo, arrastou ela até o sofá como se fosse uma boneca, deitou ela de barriga pra cima, abriu as pernas dela e, sem dizer nada, meteu o pau na buceta dela. Ahh – ela gritou. Eva ao receber a porrada de pica do garçom, já que a buceta dela não tava nada molhada. Enquanto o garçom comia Eva, com todo mundo olhando pra ela, ela ouviu a voz do Dom David, que parecia estar falando no telefone. "Oi Rubén, beleza a viagem? … Que bom, que bom … Então, a gente tava encerrando a noite com a Eva e queria garantir que você chegou bem, a coitada não para de falar de você… ela tá super apaixonada. … Sim, vou passar pra ela." Dom David colocou o telefone na cara de Eva e fez um sinal pro garçom continuar comendo ela. "Eva, vou passar pro Rubén." Eva se sentiu muito humilhada, não só tava sendo comida repetidas vezes, mas tinha que falar comigo enquanto era penetrada. "Oi amor. … Sim, uma noite muito agradável. … Me cuidaram bem, amanhã te ligo e a gente conversa, tô cansada" – disse Eva segurando a dor na buceta, porque o filho da puta do garçom tinha aumentado a velocidade e a força das penetrações. … "Eu também, tchau." Todo mundo elogiou a sacada do Dom David, que chegou perto do ouvido de Eva e disse: "Viu que puta você é? Não se importa de falar com seu pobre namorado enquanto dá pra outro cara, você é uma vagabunda." Finalmente o segundo garçom gozou, e Dom Joaquim perguntou pro Rafa se ele ia comer ela, mas confiando que mais tarde chegaria a vez dele se continuasse no papel de amigo da Eva, ele recusou. "Então, se não quer foder ela, já vaza, porque a Eva vai ficar com a gente essa noite, não queremos que ela durma numa barraca." Rafa e os dois garçons saíram do quarto, eles disseram pros meus chefes que se precisassem de mais ajuda durante a estadia no hotel, eles estariam felizes em atender. Quando a porta fechou, a última imagem que Rafa teve da Eva foi a de um corpo inerte debaixo de uma massa amorfa de gordura que era o corpo do Carlos, que se mexia ritmicamente e as banhas balançavam nos movimentos. "Porra, como esse filho da puta rebola a bunda", pensou Rafa enquanto imaginava como ia tirar ela dali. aproveitando que é "tão bom amigo" da Eva. Amanhã te ligo, Eva. Aguenta. Pode passar pra buscar ela umas onze da manhã, nessa hora já teremos terminado com ela – Disse Seu David entre gargalhadas. E Eva ficou nas mãos dos três… mas isso já é outra história.
Bom, vamos aproveitar o jantar – disse ele enquanto pegava o vestido dela e pendurava no cabide. Você tirou a tanga – falou Dom David num tom que não aceitava discussão, e mesmo que Eva não quisesse ficar completamente nua, pensou que quando relaxasse tudo ficaria normal e se convenceu de que de manhã já tinham visto ela pelada e não tinha acontecido nada. Não quis comentar nada na frente do Rubén, mas vejo que sua bunda já não está mais branca. Todos olharam para Carlos com cara de estranhamento. Explico: no acampamento com as crianças, ela tomava sol de peitos de fora, mas com a calcinha do biquíni, então dava pra ver a diferença de bronzeado. Vejo que nesses dias o moreno se uniformizou. Porra, como a gente repara – disse Dom David. Ora… é óbvio. Eva se sentiu ainda mais desconfortável depois do comentário do Carlos. Dom David ofereceu uma taça de espumante pra ela, e Eva agradeceu por ter algo nas mãos pra disfarçar o nervosismo. Nesse instante, bateram na porta do quarto. O jantar, pontual às nove e meia. Eva fez menção de ir pegar o vestido, mas Dom David segurou o pulso dela e a impediu, bem na hora que Dom Joaquin abria a porta do quarto. Entraram dois garçons com um carrinho de comida e, ao verem uma mulher pelada na frente de quatro caras vestidos, pararam parados olhando pra ela. Eva estava vermelha de vergonha. O jantar, senhores… e senhora. Obrigado, deixem na mesa. Desejam mais alguma coisa? – disse um dos garçons sem tirar os olhos de Eva, que com a mão que David tinha soltado e com o punho fechado tentava esconder a buceta. Que horas vocês terminam o turno? Às onze, senhor, mas temos serviço de quarto até meia-noite. Quando terminarem o turno, subam que vou dar uma boa gorjeta – disse Joaquin inclinando a cabeça na direção de Eva. Obrigado, senhor – e os garçons saíram do quarto com um sorrisão no rosto. David soltou Eva, que foi em direção ao vestido dizendo: Não sei que porra é essa. Mas eu vou vazar agora mesmo. Mas Eva, por quê? – perguntou Dom Joaquim, colocando um tom de surpresa. Não sou uma atração de circo pra me exibir na frente de todo mundo. Claro que não é uma atração, sua gostosa – disse o seboso Carlos, enquanto mexia no controle da TV. Eva se virou contra Carlos, mas naquele momento ouviram-se sons de gemidos vindo da TV. Eva não podia acreditar: na televisão estava o vídeo que gravaram no acampamento quando ela comeu todos os monitores, naquela hora as imagens mostravam ela fodendo com Carlos. Acho melhor você ficar, né? – disse Dom Joaquim – claro, senão a gente pode mandar esse vídeo pra todos os computadores do escritório… não sei o que o Rubén vai achar desse vídeo, mas com certeza o resto dos funcionários vai adorar. Mas… mas… a gente fez… a gente fez um pacto de silêncio, Carlos, nesse vídeo aparece muita gente e não prejudica só a mim. Sim, mas de todos, quem está aqui é você, bom, e o Carlos e o Rafa – disse Dom Joaquim. O vídeo é uma maravilha, você é uma puta de primeira, a quantidade de punheta que bati desde que tenho ele – disse Dom David entre gargalhadas – voltei à adolescência graças a você. O que vocês querem? – disse Eva com voz de cansaço. Te fazer feliz – explicou Dom Joaquim enquanto se aproximava e passava a mão na bunda de Eva – e que o Rubén não sofra, claro. Por que não vamos jantar? Todos se dirigiram para a mesa, Rafa se fazendo de digno disse: Carlos, você é um maldito bastardo, tô muito decepcionado, você quebrou nosso pacto. Eu não vou participar disso. Rafa, se você não quer que esse vídeo chegue na sua mãe, senta na mesa e faz o que a gente mandar – disse Carlos enquanto piscava o olho e sorria, já que Eva não podia ver. Carlos e os dois chefes do Rubén tiraram as calças e as cuecas, ficando só com as camisas, e fizeram um sinal pro Rafa fazer o mesmo. Sentaram-se na mesa e quando Eva ia fazer o mesmo, Dom Joaquim com um sorriso se dirigiu a ela: Não, querida, seu lugar é aqui. É debaixo da mesa. Preparamos um menu especial pra você, rolinhos de carne com creme, hahaha, pode comer quantas porções quiser que quase não engorda. Só engorda se enfiar na buceta… mas aí depois de nove meses você emagrece de novo – disse o gordo Carlos enquanto todos, menos Rafa, riam – pode começar pela minha que você já conhece. Eva, debaixo da mesa, enfiou a pica do seboso na boca. Carlos agarrou ela pelo rabo de cavalo e meteu a pica na boca dela até a garganta. Eva sentia as bolas dele coladas no queixo e a testa pressionando a barriga, sentindo todo o suor e catinga na testa. Tinha ânsia porque a pica entupia a garganta dela, e o ritmo era marcado por Carlos mexendo a cabeça dela presa pelo rabo de cavalo. Quando finalmente gozou na boquinha da Eva, soltou o rabo de cavalo e limpou as babas e os restos de sêmen da pica no cabelo dela. Durante o boquete, vários flashes apareceram debaixo da mesa, porque estavam tirando várias fotos. Eva sabia que não adiantava reclamar, então nem se deu ao trabalho. Porra, cara, a gente tem que comer todas, não me encosta com esse cabelo sujo, vagabunda. Joaquim, sua vez. Eva foi até a pica do Joaquim. Eu gosto com a pontinha da língua e muitos beijinhos, você vai aprender com o tempo. Ao ouvir isso, Eva estremeceu e percebeu que estava à mercê daqueles sem-vergonhas e que aquilo não ia acabar naquela noite. Eva percorria o pênis do Seu Joaquim com a ponta da língua e alternava com beijinhos na cabecinha. A língua dela deslizava pela glande enquanto a mão batia uma punheta, na esperança de que ele gozasse logo. Eva não parava de chorar e precisava limpar o ranho toda hora pra conseguir respirar. Vadia, não vai me encher de ranho? Essas piranhas não têm boa educação e não sabem chupar… Eva, usa o guardanapo, definitivamente tem que te educar – disse David enquanto passava um guardanapo pra ela. Quando finalmente engoliu a gozada, chegou a vez do Rafa. Eva se Enfiou o cipote na boca dela, mas o Rafa virou o rosto da Eva e tirou a piroca, mas continuou se mexendo como se ela tivesse chupando, pros outros convidados pensarem que tava fazendo um boquete. A Eva se sentiu grata e percebeu que o coitado do Rafa era tão prisioneiro quanto ela. Finalmente, o Rafa fingiu que gozava. Minha vez, bem forte e com os lábios bem fechadinhos pra roçar mais. Enquanto a Eva chupava o Don David, o parceiro dela na frente aproveitava que ela tava de quatro e passava o pé na bunda e na buceta dela, tentando enfiar o dedão em algum dos buracos. Quando o Don David gozou, perguntou: "Cenou bem, minha putinha? ... não te ouço, vagabunda." "Sim" — disse a Eva, entre soluços. "Então pode levantar da mesa e servir a sobremesa pra gente." Quando a Eva saiu debaixo da mesa, o aspecto dela era horrível, tinha porra no cabelo loiro lindo dela, todo bagunçado. Na cara e no pescoço também tinha vários grumos, alguns tão frescos que começavam a escorrer pelos peitos. "Tá horrível... essas putas cada vez aguentam menos. Vamos tirar umas fotos de lembrança dessa noite bonita, né? David, fica do lado da Promíscua. Levanta esses peitinhos com as mãos... Não, por baixo não, pega pelos mamilos e puxa pra cima. Agora morde um mamilo e segura o peito com a boca, e chupa esse jato de porra, Promíscua... que com o que custou te dar, não vamos jogar fora. É uma pena uns peitos tão pequenos. Bom, isso tem solução, acho que o presente que a empresa vai dar pro teu namorado no casamento é um bom par de peitos pra namorada dele. Sim, nosso funcionário vai nos amar muito. Um bom par de melões é um presente excelente. E que a gente pode deduzir como despesa médica da empresa. Quer uns peitões bons, vadiazinha? E assim poder fazer umas boas cubanas" — perguntou o Don David. "Não" — disse a Eva, horrorizada. "Vamos ver, vamos ver... é um presente pro corno do teu namorado, não. pra você. Enquanto Rafa tirava as fotos, fingindo uma indignação que estava longe de sentir, Joaquín e Carlos se dedicavam a meter os dedos na bucetinha e no cu dela. Eva percebeu que tinha uma câmera de vídeo com um tripé, então também estavam gravando. - Eva, posa de quatro com sua bunda virada pra câmera…, agora apoia o rosto no chão e abre bem as nádegas com as mãos. Olha pra câmera, deixa o rosto bem visível. E sorri, piranha! - Senta no chão, abre bem as pernas e abre essa buceta de puta, puxando os lábios. - É isso que você gosta, porca nojenta, se exibir pros homens, não é?. Enquanto ela posava, bateram na porta. Carlos olhou o relógio e disse - Porra, já são mais de onze. Como o tempo passa quando a gente se diverte com os amigos. Os dois garçons apareceram, já vestidos com roupas de rua. Eva já imaginava o que a esperava, então nem se preocupou em esconder a nudez. Boa noite, senhores… e senhora. Espero que o jantar tenha sido do agrado. Muito agradável, né Eva? – disse Carlos. Nos falaram sobre a possibilidade de uma gorjeta se viéssemos às onze – comentaram, olhando pro Dom Joaquín. Sim, pensamos que talvez vocês queiram uma gorjeta de 50,00 euros (70 dólares), pros dois, ou passar uns minutos com nossa solicita Eva, mas saibam que vamos gravar, pra consumo interno. - Vou deixar sua buceta igual boca de metrô – disse um dos garçons, olhando lascivamente pra Eva. Acho que isso responde minha pergunta, hahaha e o senhor, o que quer? Podemos fazer o que quisermos com ela? Mais ou menos sim. Arrebentar o cu dela? Claro, claro, mas pelo que sei já tá bem arrebentado, né Carlos? Sim, sim, bastante. Mas acho que com uma como essa não – disse o garçom mais velho enquanto tirava um pauzão bem grosso, que não devia ter menos de 22 centímetros de comprimento e seis de largura. Marta olhou pro pauzão com horror e desviou o olhar suplicante pra mim. chefes, que tavam com cara de satisfeitos. Por favor, não, eu chupo, eu dou a buceta, mas o cu não, não, por favor. O garçom olhou pro Dom Joaquin e fez um gesto com a cara, perguntando se podia enfiar no cu dela ou se atendia o pedido da Eva, e recebeu um sinal de aprovação. Enquanto Eva continuava implorando, o garçom se despia. Quando terminou, agarrou ela e forçou ela a apoiar os peitos e a cabeça na mesa, deixando a bunda empinada. O nojento do garçom abriu as nádegas com a mão, deixando o cu contraído à mostra, e cuspiu no buraco, enfiando dois dedos depois. Relaxa, senão isso vai doer pra caralho. Por favor, não, não faz isso comigo… pelo amor de Deus. Depois de tirar os dedos, o garçom enfiou o pauzão de uma vez só, mas o cu da minha pobre Eva não aguentou mais da metade de um troço tão enorme. Apesar dos gritos e pedidos pra parar, ela foi comida várias vezes no cu. Agora sim, tá entrando bem – disse o garçom. Sabia que era uma putinha boa e conseguia engolir ele sem problema. Quando o garçom gozou, tirou a camisinha e, sem dar nó, encostou ela nas costas da Eva, fazendo um pouco de porra escorrer pelo corpo gostoso dela. Todos, menos o Rafa, ficaram atrás da Eva pra olhar o cu dela. Porra, filho da puta, você destruiu ela – disse o próximo garçom, ansioso pra comer ela. É, você arrebentou ela, tá saindo sangue do cu – falou Dom Joaquim. Passa a linha azul do metrô por aqui? – disse o Carlos, rindo e enfiando um dedo no cu dilatado da Eva. Todo mundo caiu na gargalhada com a piada do seboso. Minha vez, mas eu não vou comer ela no cu… não vou sentir nada – disse, apontando pro próprio pau de uns 16 centímetros e não muito grosso. O segundo garçom pegou a Eva pelo cabelo, arrastou ela até o sofá como se fosse uma boneca, deitou ela de barriga pra cima, abriu as pernas dela e, sem dizer nada, meteu o pau na buceta dela. Ahh – ela gritou. Eva ao receber a porrada de pica do garçom, já que a buceta dela não tava nada molhada. Enquanto o garçom comia Eva, com todo mundo olhando pra ela, ela ouviu a voz do Dom David, que parecia estar falando no telefone. "Oi Rubén, beleza a viagem? … Que bom, que bom … Então, a gente tava encerrando a noite com a Eva e queria garantir que você chegou bem, a coitada não para de falar de você… ela tá super apaixonada. … Sim, vou passar pra ela." Dom David colocou o telefone na cara de Eva e fez um sinal pro garçom continuar comendo ela. "Eva, vou passar pro Rubén." Eva se sentiu muito humilhada, não só tava sendo comida repetidas vezes, mas tinha que falar comigo enquanto era penetrada. "Oi amor. … Sim, uma noite muito agradável. … Me cuidaram bem, amanhã te ligo e a gente conversa, tô cansada" – disse Eva segurando a dor na buceta, porque o filho da puta do garçom tinha aumentado a velocidade e a força das penetrações. … "Eu também, tchau." Todo mundo elogiou a sacada do Dom David, que chegou perto do ouvido de Eva e disse: "Viu que puta você é? Não se importa de falar com seu pobre namorado enquanto dá pra outro cara, você é uma vagabunda." Finalmente o segundo garçom gozou, e Dom Joaquim perguntou pro Rafa se ele ia comer ela, mas confiando que mais tarde chegaria a vez dele se continuasse no papel de amigo da Eva, ele recusou. "Então, se não quer foder ela, já vaza, porque a Eva vai ficar com a gente essa noite, não queremos que ela durma numa barraca." Rafa e os dois garçons saíram do quarto, eles disseram pros meus chefes que se precisassem de mais ajuda durante a estadia no hotel, eles estariam felizes em atender. Quando a porta fechou, a última imagem que Rafa teve da Eva foi a de um corpo inerte debaixo de uma massa amorfa de gordura que era o corpo do Carlos, que se mexia ritmicamente e as banhas balançavam nos movimentos. "Porra, como esse filho da puta rebola a bunda", pensou Rafa enquanto imaginava como ia tirar ela dali. aproveitando que é "tão bom amigo" da Eva. Amanhã te ligo, Eva. Aguenta. Pode passar pra buscar ela umas onze da manhã, nessa hora já teremos terminado com ela – Disse Seu David entre gargalhadas. E Eva ficou nas mãos dos três… mas isso já é outra história.
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