No dia seguinte, acordei completamente confusa. Meu filho tinha abusado sexualmente de mim e eu sabia que teria que conversar com ele ou até voltar pro meu marido e esquecer tudo, mas por outro lado, a dominação que o Raúl exerceu sobre mim me excitava toda vez que eu lembrava. Fui pra sala de casa pensando nisso tudo quando vi em cima da mesa umas roupas e uma folha com instruções do meu novo "dono".Bom dia, putinha. Essa é a sua roupa pra hoje, só essa roupa e nada mais. E cuida pra tudo estar limpo e a comida pronta quando eu chegar.Na mesa só tinha uma calcinha fio dental preta, uma camiseta também preta que meu filho parecia ter cortado e um dos meus sapatos de salto preto. Me despi e vesti a roupa que Raúl tinha preparado pra mim, e fui me olhar no vidro da entrada. O efeito era incrível, a camiseta ficava justa, sem sutiã, e meu filho tinha cortado ela pra deixar a parte de baixo dos meus peitos exposta. Me virei e olhei minha bunda, totalmente valorizada pelo salto alto. Comecei a ficar excitada me vendo assim vestida, lembrando da pica do meu filho na minha boca e imaginando o que me esperava quando ele chegasse em casa. Mandei pra merda o tabu de ser meu filho e decidi viver essa experiência do jeito que ele quisesse.
Com meu novo "uniforme", comecei minhas tarefas de dona de casa. Mal tinha deixado a comida pronta e me sentado pra descansar um pouco, meu coração parou quando ouvi meu filho abrindo a porta de casa. Levantei e fui pro corredor, cruzei os braços atrás das costas e fiquei bem quieta esperando meu dono.
Raúl entrou em casa e, ao me ver, me olhou de cima a baixo, sorrindo com os olhos cheios de luxúria. Porra, o olhar que ele me deu fez eu começar a ficar com tesão.—Muito bem, Elena—Notei que ela evitava me chamar de mãe.Vejo que está tudo impecável.E avançando em minha direção, esticou as mãos e beliscou meus mamilos. Meu corpo inteiro tremeu, senti minha buceta vibrar e um leve gemido escapou dos meus lábios. Meu filho começou a me rodear enquanto eu mantinha minha postura. Já atrás de mim, começou a dar tapas na minha bunda enquanto eu tentava ficar impassível. Ele voltou a ficar na minha frente.Me tira a roupa, sua puta.Ordenou.
Comecei a despí-lo, acariciando seu corpo enquanto fazia isso. Quando tirei sua camiseta, olhei surpresa para seu torso, era muito definido, minha buceta já estava toda molhada enquanto eu descia minhas mãos passando pelos abdominais dele em direção à calça. Ajoelhei na frente dele, desabotoei sua calça e a abaixei junto com a cueca, e o pau enorme dele saltou como uma mola na minha cara. Quando terminei de despí-lo, ele tirou uma bolsa da mochila que levava para a aula e me ordenou que fosse para o quarto dele.
Ao entrar no quarto dele, ele me agarrou pela cintura, me virou para ele e começou a me beijar. A surpresa durou apenas um segundo, abri minha boca e deixei a língua dele entrar enquanto nos fundíamos num beijo apaixonado. Depois, ele tirou minha camiseta e me deu uns tapas em cada peito, batendo nos meus mamilos. Eu gemia como uma puta a cada um deles. Deus, com 36 anos eu começava a descobrir o quanto gostava que abusassem do meu corpo.-Deita na cama.Eu me deitei enquanto ele procurava na bolsa e tirou um consolo preto bem grande e jogou pra mim.—Vamos, putinha, começa a foder sua buceta com essa sua pica nova — ele disse enquanto se masturbava na minha frente.Eu já tava fora de controle, queria ser a putinha dele e não queria que a dominação dele sobre mim acabasse nunca. Afastei a calcinha fio dental pro lado enquanto lambia aquele brinquedo enorme e, suspirando, comecei a enfiar ele devagar na minha buceta, que naquele momento tava completamente escorrendo. Comecei a meter e tirar aquela rola, gemendo de prazer sem tirar o olho do meu filho, enquanto ele se masturbava vendo a própria mãe se fodendo com um consolo.—Que putinha você é, como você curte. Vamos, aumenta a fodida, quero ver você gozar—.E foi assim que fiz, comecei a meter mais rápido, ofegando cada vez mais forte enquanto sentia minha buceta ficar cada vez mais molhada, até que, tremendo violentamente, comecei a gritar enquanto gozava.—Muito bem, Elena, agora vira e fica de quatro.Obedeci ele e virei de costas, oferecendo minha bunda pro meu filho. Ele chegou perto, tirou o vibrador de mim e começou a meter o brinquedo na minha buceta por trás.-Ah, caralho! Isso é amor, fode a sua putinha -.Não consegui mais resistir a entrar no jogo dele com minhas palavras. Raúl continuava fodendo violentamente minha buceta com o consolo enquanto me dava dolorosos tapas na minha bunda. Elas já deviam estar vermelhas, mas cada tapa me fazia gemer mais e mais de prazer.
De repente, meu filho parou e eu já ia reclamar quando senti o pauzão dele atravessar minha buceta de uma só vez.- Aaaiii Meu Deus!Eu gritei de surpresa enquanto meu filho enfiava a pica enorme dele na mãe dele, enquanto continuava me açoitando com força. Não podia acreditar que a melhor foda da minha vida estava sendo dada pelo meu próprio filho, mas não dava tempo de pensar nisso, porque meu corpo começou a tremer sem controle enquanto o segundo orgasmo da tarde chegava, com meu filho me comendo selvagemente. Exausta, me deixei cair na cama, meu filho enfiou as mãos fortes debaixo dos meus quadris e levantou minha bunda pra continuar me fodendo. Quando cansou dessa posição, ele se deitou do meu lado.Me chupa a pica, rabuda.E imediatamente comecei a saborear minha gozada da pica do Raúl. Depois de alguns minutos, ele mandou eu montar em cima dele e cavalgar. Sentei de pernas abertas sobre ele, encaixei a pica dele na minha buceta e comecei a cavalgar meu filho enquanto via minhas tetas balançando.— Tá gostando do teu novo trampo, puta?— Ele me perguntou enquanto segurava meu rosto com a mão dele.—Sim, Raul, tô amando meu novo trampo.De repente, o Raúl me deu um tapa forte na cara e, segurando meu rosto de novo, falou.—Enquanto estiver trabalhando, me trate como amo ou senhor, seu pedaço de rabuda.
—Amo meu novo trabalho, senhor, adoro que você me foda, meu senhor, adoro gozar com esse seu pauzão.Respondi enquanto continuava saboreando o pau dele e a dor no meu rosto, enquanto meu filho beliscava meus mamilos e batia com força nos meus peitos.
Meu terceiro orgasmo não demorou a chegar. Mal estava sentindo os efeitos passarem quando meu filho me levantou e me colocou de joelhos na cama, enquanto ele ficava de pé e aproximava o pau da minha boca. Imediatamente engoli aquele pedaço de carne de quatro e comecei a me mexer pra que o pau dele chegasse até minha garganta, enquanto olhava pra cima procurando os olhos dele. Raúl me sorriu com maldade.—vadia, vi que você gostou de ter a boca fodida.E me pegou pela cabeça e começou a foder minha boca enquanto minha buceta ficava molhada de novo.
Ofegante, Raúl continuou fodendo minha boca até tirar, se afastou um pouco de mim e começou a se masturbar feito um louco.—Olha na minha cara, putinha, e abre a boca. Não desvia o olhar ou vai se arrepender.E soltando um grito, começou a descarregar o esperma quente na minha cara e na minha boca. Porra, como eu adorava sentir a porra quente e grossa escorrendo pelo meu rosto.—Não fecha a boca, rabuda.E com os dedos, ele começou a recolher o próprio sêmen do meu rosto e a colocar na minha boca. Quando aquela porra toda já estava dentro da minha boca, ele mandou eu engolir. Era algo que eu nunca tinha feito, mas também nunca tinham gozado na minha cara antes, e eu descobri que aquilo me deixava louca de tesão. Então engoli tudo e passei a língua nos lábios sem tirar os olhos dos dele. Satisfeito, meu filho começou a sair do quarto.-Vou comer, troca os lençóis pra mim que quero dormir um pouco antes de ir trabalhar.Mais feliz do que tinha estado há muito tempo, comecei a preparar a cama do meu dono.
Continua
Com meu novo "uniforme", comecei minhas tarefas de dona de casa. Mal tinha deixado a comida pronta e me sentado pra descansar um pouco, meu coração parou quando ouvi meu filho abrindo a porta de casa. Levantei e fui pro corredor, cruzei os braços atrás das costas e fiquei bem quieta esperando meu dono.
Raúl entrou em casa e, ao me ver, me olhou de cima a baixo, sorrindo com os olhos cheios de luxúria. Porra, o olhar que ele me deu fez eu começar a ficar com tesão.—Muito bem, Elena—Notei que ela evitava me chamar de mãe.Vejo que está tudo impecável.E avançando em minha direção, esticou as mãos e beliscou meus mamilos. Meu corpo inteiro tremeu, senti minha buceta vibrar e um leve gemido escapou dos meus lábios. Meu filho começou a me rodear enquanto eu mantinha minha postura. Já atrás de mim, começou a dar tapas na minha bunda enquanto eu tentava ficar impassível. Ele voltou a ficar na minha frente.Me tira a roupa, sua puta.Ordenou.
Comecei a despí-lo, acariciando seu corpo enquanto fazia isso. Quando tirei sua camiseta, olhei surpresa para seu torso, era muito definido, minha buceta já estava toda molhada enquanto eu descia minhas mãos passando pelos abdominais dele em direção à calça. Ajoelhei na frente dele, desabotoei sua calça e a abaixei junto com a cueca, e o pau enorme dele saltou como uma mola na minha cara. Quando terminei de despí-lo, ele tirou uma bolsa da mochila que levava para a aula e me ordenou que fosse para o quarto dele.
Ao entrar no quarto dele, ele me agarrou pela cintura, me virou para ele e começou a me beijar. A surpresa durou apenas um segundo, abri minha boca e deixei a língua dele entrar enquanto nos fundíamos num beijo apaixonado. Depois, ele tirou minha camiseta e me deu uns tapas em cada peito, batendo nos meus mamilos. Eu gemia como uma puta a cada um deles. Deus, com 36 anos eu começava a descobrir o quanto gostava que abusassem do meu corpo.-Deita na cama.Eu me deitei enquanto ele procurava na bolsa e tirou um consolo preto bem grande e jogou pra mim.—Vamos, putinha, começa a foder sua buceta com essa sua pica nova — ele disse enquanto se masturbava na minha frente.Eu já tava fora de controle, queria ser a putinha dele e não queria que a dominação dele sobre mim acabasse nunca. Afastei a calcinha fio dental pro lado enquanto lambia aquele brinquedo enorme e, suspirando, comecei a enfiar ele devagar na minha buceta, que naquele momento tava completamente escorrendo. Comecei a meter e tirar aquela rola, gemendo de prazer sem tirar o olho do meu filho, enquanto ele se masturbava vendo a própria mãe se fodendo com um consolo.—Que putinha você é, como você curte. Vamos, aumenta a fodida, quero ver você gozar—.E foi assim que fiz, comecei a meter mais rápido, ofegando cada vez mais forte enquanto sentia minha buceta ficar cada vez mais molhada, até que, tremendo violentamente, comecei a gritar enquanto gozava.—Muito bem, Elena, agora vira e fica de quatro.Obedeci ele e virei de costas, oferecendo minha bunda pro meu filho. Ele chegou perto, tirou o vibrador de mim e começou a meter o brinquedo na minha buceta por trás.-Ah, caralho! Isso é amor, fode a sua putinha -.Não consegui mais resistir a entrar no jogo dele com minhas palavras. Raúl continuava fodendo violentamente minha buceta com o consolo enquanto me dava dolorosos tapas na minha bunda. Elas já deviam estar vermelhas, mas cada tapa me fazia gemer mais e mais de prazer.
De repente, meu filho parou e eu já ia reclamar quando senti o pauzão dele atravessar minha buceta de uma só vez.- Aaaiii Meu Deus!Eu gritei de surpresa enquanto meu filho enfiava a pica enorme dele na mãe dele, enquanto continuava me açoitando com força. Não podia acreditar que a melhor foda da minha vida estava sendo dada pelo meu próprio filho, mas não dava tempo de pensar nisso, porque meu corpo começou a tremer sem controle enquanto o segundo orgasmo da tarde chegava, com meu filho me comendo selvagemente. Exausta, me deixei cair na cama, meu filho enfiou as mãos fortes debaixo dos meus quadris e levantou minha bunda pra continuar me fodendo. Quando cansou dessa posição, ele se deitou do meu lado.Me chupa a pica, rabuda.E imediatamente comecei a saborear minha gozada da pica do Raúl. Depois de alguns minutos, ele mandou eu montar em cima dele e cavalgar. Sentei de pernas abertas sobre ele, encaixei a pica dele na minha buceta e comecei a cavalgar meu filho enquanto via minhas tetas balançando.— Tá gostando do teu novo trampo, puta?— Ele me perguntou enquanto segurava meu rosto com a mão dele.—Sim, Raul, tô amando meu novo trampo.De repente, o Raúl me deu um tapa forte na cara e, segurando meu rosto de novo, falou.—Enquanto estiver trabalhando, me trate como amo ou senhor, seu pedaço de rabuda.
—Amo meu novo trabalho, senhor, adoro que você me foda, meu senhor, adoro gozar com esse seu pauzão.Respondi enquanto continuava saboreando o pau dele e a dor no meu rosto, enquanto meu filho beliscava meus mamilos e batia com força nos meus peitos.
Meu terceiro orgasmo não demorou a chegar. Mal estava sentindo os efeitos passarem quando meu filho me levantou e me colocou de joelhos na cama, enquanto ele ficava de pé e aproximava o pau da minha boca. Imediatamente engoli aquele pedaço de carne de quatro e comecei a me mexer pra que o pau dele chegasse até minha garganta, enquanto olhava pra cima procurando os olhos dele. Raúl me sorriu com maldade.—vadia, vi que você gostou de ter a boca fodida.E me pegou pela cabeça e começou a foder minha boca enquanto minha buceta ficava molhada de novo.
Ofegante, Raúl continuou fodendo minha boca até tirar, se afastou um pouco de mim e começou a se masturbar feito um louco.—Olha na minha cara, putinha, e abre a boca. Não desvia o olhar ou vai se arrepender.E soltando um grito, começou a descarregar o esperma quente na minha cara e na minha boca. Porra, como eu adorava sentir a porra quente e grossa escorrendo pelo meu rosto.—Não fecha a boca, rabuda.E com os dedos, ele começou a recolher o próprio sêmen do meu rosto e a colocar na minha boca. Quando aquela porra toda já estava dentro da minha boca, ele mandou eu engolir. Era algo que eu nunca tinha feito, mas também nunca tinham gozado na minha cara antes, e eu descobri que aquilo me deixava louca de tesão. Então engoli tudo e passei a língua nos lábios sem tirar os olhos dos dele. Satisfeito, meu filho começou a sair do quarto.-Vou comer, troca os lençóis pra mim que quero dormir um pouco antes de ir trabalhar.Mais feliz do que tinha estado há muito tempo, comecei a preparar a cama do meu dono.
Continua
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