-Laura: Espero que você goste, bebê, tô morrendo de vontade de engolir toda a porra
-Martin : Eu só balançava a cabeça, eu tava de olhos fechados.
Ela chupava e chupava, me massageava a piroca de um jeito, já estava tudo completamente molhado, a cabeça da minha piroca totalmente vermelha, com muita vontade de explodir, e ela continuava, me batia uma, me chupava, me cuspia, me dizia "Vai, papai, me dá, vai, se apressa que a gente tem que descer, me dá".
Passaram apenas alguns minutinhos.
-Martin : Ai, gostosa, ai... Vou gozar toda na sua boquinha, toda na sua boquinha inteirinha... mmmmm AAAAAHGHHH Toma tudo, toma tudo, gostosa!
-Laura: hmm, que delícia, tá toda quentinha pro meu bebê, adoro isso, que punheteira que você é, olha como eu tô, tô morrendo de vontade de você me comer aqui mesmo! Só não dá porque minha mãe tá aqui e a gente tem que descer... vai, vou no banheiro me limpar e aí a gente desce...
Segunda Parte-Martin: E aí, minha gata, falta muito pra você terminar no banheiro? Fala logo que sua mãe já tá chamando a gente.
-Laura: Já tô saindo, não enche o saco, você me sujou demais... falando nisso, você deixou as cervejas com a minha mãe quando entrou, né?
-Martin: UFFF, as cervejas eu esqueci no táxi quando cheguei, porra, que vacilo da mãe!!!
(Desci as escadas correndo meio exaltado, a primeira coisa que veio na minha cabeça foi que a única coisa que a minha sogra curtia era cerveja e eu, feito um otário, não trouxe. Pensei: fodeu.)
Sogra, te incomoda se eu usar o telefone? É que eu desci rápido do táxi e esqueci as cervejas lá...
-Juliana: Fala sério, Martin, sem problema, liga tranquilo. E também, não precisa ficar assim, você chegou no meio de um temporal e desceu correndo, não é o fim do mundo... Tem refrigerante aqui, a gente pode relevar.
-Martin: Sogra, a Laura me disse que a senhora gosta de cerveja, e eu vou conseguir de qualquer jeito, não quero passar por idiota como já passei.
-Juliana: Fica de boa, de verdade, não tem problema.
-Martin: Vou pegar o telefone e ligar pra agência de táxi pra ver o que falam. (Peguei o telefone, liguei apressado pra saber o que iam dizer. Atenderam e falaram: "O senhor é o cara que esqueceu as cervejas, né?" Eu confirmei. "Então vem buscar na agência que tão aqui.")
Sogra, vou lá buscar, já volto. A agência não fica longe daqui, é no meio do caminho entre a minha casa e a da senhora. Por favor, me espera, não põe a mesa ainda que eu já venho.
-Juliana: Você vai se molhar demais, Martin. Quer um casaco ou um guarda-chuva?
-Martin: Fica tranquila, já volto.
(Nisso, minha namorada Laura ainda tava no banheiro se limpando ou tomando banho. O ponto é que saí correndo na chuva pra não passar por otário. Depois de um tempo correndo na chuva pra me molhar o mínimo possível, mesmo já estando encharcado, literalmente molhado da cabeça aos pés, cheguei.) Na remissária, decidi pegar outro remix de novo e, dessa vez, antes de descer do carro, peguei as cervejas e só depois paguei.
- Laura: Finalmente chegou, meu amor, olha como você tá! Vai tomar um banho urgente que você vai ficar doente, muito, muito mal.
- Juliana: Vai, Martin, sobe que daqui a pouquinho eu levo as toalhas pra gente descer e comer tranquilo os três. Agradeço você ter se esforçado pra ir, não vou negar, muito obrigada.
- Martin: Obrigado à senhora, sogra, por me dar uma hospitalidade tão boa. Vou subir pro banheiro agora pra tomar banho. O problema é que não tenho nada pra vestir porque não trouxe roupa nenhuma.
- Juliana: Fica tranquilo que ainda tenho umas coisas do Raul que vão cair como uma luva em você.
(Minha namorada e minha sogra ficam lá embaixo. Eu entro no banheiro ensopado pra caralho, me olhando no espelho e pensando: "Que idiota você é, cara, agora vai ficar doente e vai perder uma semana ou mais por ser burro." Abro a água, me desnudo e entro no banho. Quando vou pegar o xampu, vejo uma calcinha branca pendurada. Na minha cabeça, pensei: "Essa não é da Laura, porque não conheço ela." Peguei a calcinha e cheirei. Tava meio úmida, parecia que minha sogra tinha sido a última a tomar banho. Meus ratos foram a mil, automaticamente o pau subiu de novo, e tive que começar a me tocar pra baixar aquela excitação que me matava por dentro.
Nisso, ouço a porta abrir. Eu, ao pegar a calcinha, tinha mexido um pouco na cortina do banheiro, e dava pra ver a calcinha na minha mão.)
- Juliana: O que você tá fazendo, menino, com minha calcinha na mão? Não vai me dizer que tá fazendo o que eu tô pensando, né?...
- Martin: Hum... (Não sabia onde me enfiar, era a primeira vez na vida que me pegavam numa situação tão embaraçosa.) Quando peguei o xampu, ele caiu no chão, e eu só tava arrumando ela, sogra. (Já tava todo vermelho, muito nervoso, e minha voz tremia.)
- Juliana: Fala sério, cara, não vem com esse papinho pra cima de mim, que eu deixo minhas calcinhas bem arrumadas. Você estava fazendo umas putarias de masturbação, sua merda. Te ofereci minha casa, te ofereci meu banheiro, mas você é sem noção pra caralho. (Minha sogra abre a cortina de repente) E sim... tô confirmando o que eu tava dizendo, você tava se masturbando com a minha calcinha!!!
- Martin: Não, sogra, pelo amor de Deus, não pense mal. Por favor, sogra, não grite nem fale nada. Por favor, que ninguém saiba que a senhora me pegou nessa situação. Saiba que tô morrendo de vergonha. Já vou me trocar e vazar. Por favor, não conte nada pra Laura nem pros meus pais, por favor...
- Juliana: Olha aqui, garoto, se eu quiser, já ligo pros seus pais agora pra eles saberem que filho pervertido de merda eles têm, e depois chamo a Laura pra explicar tudo isso.
- Martin: Por favor, sogra, não fale nada, eu juro. Faço o que a senhora quiser, dou o que a senhora quiser, mas por favor, não fale nada. Isso me coloca numa situação muito, muito complicada. Pode acabar comigo e com o nosso futuro com a Laura.
- Juliana: Ah, então você faria o que eu quero e me daria o que eu quero? (Isso ela falou com uma voz meio safada, como se estivesse se sentindo poderosa na minha frente.)
- Martin: Sim, sogra, o que a senhora mandar, mas por favor, que ninguém fique sabendo...
- Juliana: Então você gosta de coroas, hein, garoto safado... (Na mesma hora, ela pegou no meu pau com a mão direita, começou a massagear bem de leve e falou:) Que pau gostoso que você tem, moleque. Acho que já sei o que vou fazer com você, e você vai ter que aceitar todos os meus termos porque sabe que tô te encurralando. É minha palavra contra a sua. A partir de agora, se quiser que tudo continue normal, você vai ter que me obedecer, entendeu, moleque?
- Martin: Sim, sogra, o que a senhora mandar. Prometo ser o melhor no que a senhora pedir. (Enquanto isso, eu tava em choque, não entendia nada. Era como se não caísse a ficha de que eu tinha uma mulherão na minha frente segurando meu pau e dizendo que eu ia ser o "escravo" dela, por assim dizer. Não entendia que eu tinha o que tantos...) desejavam, naquele momento não caí, só tinha muito medo de que as coisas saíssem do controle)
- Juliana: Mmm, faz tantos anos que não pego um pau como esse, garoto, que jovem você é. Você acha que em todos esses anos que passaram eu não tive vontade de pegar um pau jovem e gostoso como o seu e comer ele? Foder ele? Engolir ele todinho? Encher toda a minha buceta e toda a minha raba de porra?
- Martin: (Já entrando na confiança e muito menos nervoso depois de ouvir a puta da minha sogra) Uff, sogra, olha as coisas que você me diz... Quando te vi, já te imaginei pelada na hora e queria estar dentro de você, queria te fazer minha, queria te encher de porra, queria que você sentisse o que eu senti, a vontade que senti ao te ver. Você é uma mulher muito gostosa e estou morrendo de vontade de te satisfazer em tudo que você mandar.
- Juliana: E vai ser assim mesmo, garoto, vai ser assim, porque senão você sabe o que te espera, entendeu? Agora cala a boca e deixa eu chupar esse pauzão que de tanto esperar por você, fiquei com muita fome. Vem, me dá, enche minha boca com esse seu pau.
- Martin: Aí, sogra... como você me deixa, por favor. Você me excita demais, me excita muito, me excita até mais que sua filha, e olha que antes de descer ela me fez um boquete daqueles.
- Juliana: Que sorte tem essa menina sem experiência... Agora você vai ver o que é um boquete de verdade, garoto. Agora você vai sentir um prazer que nunca ninguém te deu na vida, então aproveita e deixa eu aproveitar também, entendeu, pivete?
- Martin: Sim, sogra, por favor, tô morrendo de vontade de encher sua boquinha todinha de porra e ver você engolir tudo... Morro de vontade de passar a mão na sua raba toda, morro de vontade de pegar esses peitos que você tem, você tem uma barriga linda, uma raba que me deixa a mil, não acredito como você é gostosa.
- Juliana: (Pega no meu pau e começa a massagear com toda força, literalmente pensei que queria arrancar ele fora) Vai, garoto punheteiro, me dá toda essa porra que a gente tem pouco tempo antes da idiota da minha filha começar a... Pergunta pelos dois, vai, vai, se apressa, me dá esse gozo já na minha boca que eu quero engolir tudinho e não deixar nem uma gotinha, quero te deixar bem seco, entendeu, cara? Quero que seus ovos doam pra caralho porque vou te deixar seco, seco, cara masturbador.
- Martin: (Eu não sabia se era o melhor dia da minha vida, se tinha ganhado na loteria, não entendia nada e me deixava levar total e completamente pela situação) Sim, sogrinha, vou te dar tudo, você não sabe como me excita, o que me faz sentir, tenho tanta, mas tanta vontade de gozar toda na sua boquinha já! E você não sabe a vontade que tenho de te fazer minha... de encher toda a sua buceta de porra e comer essa bunda linda que você tem, que eu quero imaginar que depois de tanto tempo inativa deve estar bem fechadinha esperando meu pau...
- Juliana: Mmm, cara, você também me excita pra caralho, gosto do quanto você é masturbador e das coisas safadas que me diz... mmm, que pau gostoso que você tem, você é um bebezinho que agora a sogra vai deixar sequinho... Você gosta, pivete masturbador? Gosta do que eu te faço, pivete?
- Martin: Sim, adoro, sogra, por favor não para e continua que falta pouco pra eu encher ela todinha de porra, essa boquinha me dá uma vontade danada, por favor, continua, continua, continua... mmmm, assim, aghh, adoro, sinto que vou gozar tudo pra você, sogra, por favor... mmmm, Aghhh
- Juliana: Vai, cara de merda, vai, vai, vai, se apressa, vai!! Me dá esse gozo já!
- Martin: mmmMMM AFFHGGGGGGG
- Juliana: mmMm, que gostoso engolir toda essa porra, pivete, que gostoso, adorei, pivete masturbador, você me deixou louca e com a pussy toda molhadinha... tô morrendo de vontade de você me foder AGORA nesse instante, mas a outra menina vai nos chamar a qualquer momento.
- Laura: E aí, mãe? Já deu as coisas pro Martin? Desce que a pizza parece que tá queimando, eu tô terminando o flan.
Continua...
Se você gosta do que lê, por favor, apoie!! Isso é uma história totalmente Verdadeiro, só modifiquei os nomes pra não prejudicar ninguém!! Mando um abraço pra todo mundo e se preparem que nessa semaninha, se vocês gostarem, vou postar a terceira parte! Um beijo pra todos.
-Martin : Eu só balançava a cabeça, eu tava de olhos fechados.
Ela chupava e chupava, me massageava a piroca de um jeito, já estava tudo completamente molhado, a cabeça da minha piroca totalmente vermelha, com muita vontade de explodir, e ela continuava, me batia uma, me chupava, me cuspia, me dizia "Vai, papai, me dá, vai, se apressa que a gente tem que descer, me dá".
Passaram apenas alguns minutinhos.
-Martin : Ai, gostosa, ai... Vou gozar toda na sua boquinha, toda na sua boquinha inteirinha... mmmmm AAAAAHGHHH Toma tudo, toma tudo, gostosa!
-Laura: hmm, que delícia, tá toda quentinha pro meu bebê, adoro isso, que punheteira que você é, olha como eu tô, tô morrendo de vontade de você me comer aqui mesmo! Só não dá porque minha mãe tá aqui e a gente tem que descer... vai, vou no banheiro me limpar e aí a gente desce...
Segunda Parte-Martin: E aí, minha gata, falta muito pra você terminar no banheiro? Fala logo que sua mãe já tá chamando a gente.
-Laura: Já tô saindo, não enche o saco, você me sujou demais... falando nisso, você deixou as cervejas com a minha mãe quando entrou, né?
-Martin: UFFF, as cervejas eu esqueci no táxi quando cheguei, porra, que vacilo da mãe!!!
(Desci as escadas correndo meio exaltado, a primeira coisa que veio na minha cabeça foi que a única coisa que a minha sogra curtia era cerveja e eu, feito um otário, não trouxe. Pensei: fodeu.)
Sogra, te incomoda se eu usar o telefone? É que eu desci rápido do táxi e esqueci as cervejas lá...
-Juliana: Fala sério, Martin, sem problema, liga tranquilo. E também, não precisa ficar assim, você chegou no meio de um temporal e desceu correndo, não é o fim do mundo... Tem refrigerante aqui, a gente pode relevar.
-Martin: Sogra, a Laura me disse que a senhora gosta de cerveja, e eu vou conseguir de qualquer jeito, não quero passar por idiota como já passei.
-Juliana: Fica de boa, de verdade, não tem problema.
-Martin: Vou pegar o telefone e ligar pra agência de táxi pra ver o que falam. (Peguei o telefone, liguei apressado pra saber o que iam dizer. Atenderam e falaram: "O senhor é o cara que esqueceu as cervejas, né?" Eu confirmei. "Então vem buscar na agência que tão aqui.")
Sogra, vou lá buscar, já volto. A agência não fica longe daqui, é no meio do caminho entre a minha casa e a da senhora. Por favor, me espera, não põe a mesa ainda que eu já venho.
-Juliana: Você vai se molhar demais, Martin. Quer um casaco ou um guarda-chuva?
-Martin: Fica tranquila, já volto.
(Nisso, minha namorada Laura ainda tava no banheiro se limpando ou tomando banho. O ponto é que saí correndo na chuva pra não passar por otário. Depois de um tempo correndo na chuva pra me molhar o mínimo possível, mesmo já estando encharcado, literalmente molhado da cabeça aos pés, cheguei.) Na remissária, decidi pegar outro remix de novo e, dessa vez, antes de descer do carro, peguei as cervejas e só depois paguei.
- Laura: Finalmente chegou, meu amor, olha como você tá! Vai tomar um banho urgente que você vai ficar doente, muito, muito mal.
- Juliana: Vai, Martin, sobe que daqui a pouquinho eu levo as toalhas pra gente descer e comer tranquilo os três. Agradeço você ter se esforçado pra ir, não vou negar, muito obrigada.
- Martin: Obrigado à senhora, sogra, por me dar uma hospitalidade tão boa. Vou subir pro banheiro agora pra tomar banho. O problema é que não tenho nada pra vestir porque não trouxe roupa nenhuma.
- Juliana: Fica tranquilo que ainda tenho umas coisas do Raul que vão cair como uma luva em você.
(Minha namorada e minha sogra ficam lá embaixo. Eu entro no banheiro ensopado pra caralho, me olhando no espelho e pensando: "Que idiota você é, cara, agora vai ficar doente e vai perder uma semana ou mais por ser burro." Abro a água, me desnudo e entro no banho. Quando vou pegar o xampu, vejo uma calcinha branca pendurada. Na minha cabeça, pensei: "Essa não é da Laura, porque não conheço ela." Peguei a calcinha e cheirei. Tava meio úmida, parecia que minha sogra tinha sido a última a tomar banho. Meus ratos foram a mil, automaticamente o pau subiu de novo, e tive que começar a me tocar pra baixar aquela excitação que me matava por dentro.
Nisso, ouço a porta abrir. Eu, ao pegar a calcinha, tinha mexido um pouco na cortina do banheiro, e dava pra ver a calcinha na minha mão.)
- Juliana: O que você tá fazendo, menino, com minha calcinha na mão? Não vai me dizer que tá fazendo o que eu tô pensando, né?...
- Martin: Hum... (Não sabia onde me enfiar, era a primeira vez na vida que me pegavam numa situação tão embaraçosa.) Quando peguei o xampu, ele caiu no chão, e eu só tava arrumando ela, sogra. (Já tava todo vermelho, muito nervoso, e minha voz tremia.)
- Juliana: Fala sério, cara, não vem com esse papinho pra cima de mim, que eu deixo minhas calcinhas bem arrumadas. Você estava fazendo umas putarias de masturbação, sua merda. Te ofereci minha casa, te ofereci meu banheiro, mas você é sem noção pra caralho. (Minha sogra abre a cortina de repente) E sim... tô confirmando o que eu tava dizendo, você tava se masturbando com a minha calcinha!!!
- Martin: Não, sogra, pelo amor de Deus, não pense mal. Por favor, sogra, não grite nem fale nada. Por favor, que ninguém saiba que a senhora me pegou nessa situação. Saiba que tô morrendo de vergonha. Já vou me trocar e vazar. Por favor, não conte nada pra Laura nem pros meus pais, por favor...
- Juliana: Olha aqui, garoto, se eu quiser, já ligo pros seus pais agora pra eles saberem que filho pervertido de merda eles têm, e depois chamo a Laura pra explicar tudo isso.
- Martin: Por favor, sogra, não fale nada, eu juro. Faço o que a senhora quiser, dou o que a senhora quiser, mas por favor, não fale nada. Isso me coloca numa situação muito, muito complicada. Pode acabar comigo e com o nosso futuro com a Laura.
- Juliana: Ah, então você faria o que eu quero e me daria o que eu quero? (Isso ela falou com uma voz meio safada, como se estivesse se sentindo poderosa na minha frente.)
- Martin: Sim, sogra, o que a senhora mandar, mas por favor, que ninguém fique sabendo...
- Juliana: Então você gosta de coroas, hein, garoto safado... (Na mesma hora, ela pegou no meu pau com a mão direita, começou a massagear bem de leve e falou:) Que pau gostoso que você tem, moleque. Acho que já sei o que vou fazer com você, e você vai ter que aceitar todos os meus termos porque sabe que tô te encurralando. É minha palavra contra a sua. A partir de agora, se quiser que tudo continue normal, você vai ter que me obedecer, entendeu, moleque?
- Martin: Sim, sogra, o que a senhora mandar. Prometo ser o melhor no que a senhora pedir. (Enquanto isso, eu tava em choque, não entendia nada. Era como se não caísse a ficha de que eu tinha uma mulherão na minha frente segurando meu pau e dizendo que eu ia ser o "escravo" dela, por assim dizer. Não entendia que eu tinha o que tantos...) desejavam, naquele momento não caí, só tinha muito medo de que as coisas saíssem do controle)
- Juliana: Mmm, faz tantos anos que não pego um pau como esse, garoto, que jovem você é. Você acha que em todos esses anos que passaram eu não tive vontade de pegar um pau jovem e gostoso como o seu e comer ele? Foder ele? Engolir ele todinho? Encher toda a minha buceta e toda a minha raba de porra?
- Martin: (Já entrando na confiança e muito menos nervoso depois de ouvir a puta da minha sogra) Uff, sogra, olha as coisas que você me diz... Quando te vi, já te imaginei pelada na hora e queria estar dentro de você, queria te fazer minha, queria te encher de porra, queria que você sentisse o que eu senti, a vontade que senti ao te ver. Você é uma mulher muito gostosa e estou morrendo de vontade de te satisfazer em tudo que você mandar.
- Juliana: E vai ser assim mesmo, garoto, vai ser assim, porque senão você sabe o que te espera, entendeu? Agora cala a boca e deixa eu chupar esse pauzão que de tanto esperar por você, fiquei com muita fome. Vem, me dá, enche minha boca com esse seu pau.
- Martin: Aí, sogra... como você me deixa, por favor. Você me excita demais, me excita muito, me excita até mais que sua filha, e olha que antes de descer ela me fez um boquete daqueles.
- Juliana: Que sorte tem essa menina sem experiência... Agora você vai ver o que é um boquete de verdade, garoto. Agora você vai sentir um prazer que nunca ninguém te deu na vida, então aproveita e deixa eu aproveitar também, entendeu, pivete?
- Martin: Sim, sogra, por favor, tô morrendo de vontade de encher sua boquinha todinha de porra e ver você engolir tudo... Morro de vontade de passar a mão na sua raba toda, morro de vontade de pegar esses peitos que você tem, você tem uma barriga linda, uma raba que me deixa a mil, não acredito como você é gostosa.
- Juliana: (Pega no meu pau e começa a massagear com toda força, literalmente pensei que queria arrancar ele fora) Vai, garoto punheteiro, me dá toda essa porra que a gente tem pouco tempo antes da idiota da minha filha começar a... Pergunta pelos dois, vai, vai, se apressa, me dá esse gozo já na minha boca que eu quero engolir tudinho e não deixar nem uma gotinha, quero te deixar bem seco, entendeu, cara? Quero que seus ovos doam pra caralho porque vou te deixar seco, seco, cara masturbador.
- Martin: (Eu não sabia se era o melhor dia da minha vida, se tinha ganhado na loteria, não entendia nada e me deixava levar total e completamente pela situação) Sim, sogrinha, vou te dar tudo, você não sabe como me excita, o que me faz sentir, tenho tanta, mas tanta vontade de gozar toda na sua boquinha já! E você não sabe a vontade que tenho de te fazer minha... de encher toda a sua buceta de porra e comer essa bunda linda que você tem, que eu quero imaginar que depois de tanto tempo inativa deve estar bem fechadinha esperando meu pau...
- Juliana: Mmm, cara, você também me excita pra caralho, gosto do quanto você é masturbador e das coisas safadas que me diz... mmm, que pau gostoso que você tem, você é um bebezinho que agora a sogra vai deixar sequinho... Você gosta, pivete masturbador? Gosta do que eu te faço, pivete?
- Martin: Sim, adoro, sogra, por favor não para e continua que falta pouco pra eu encher ela todinha de porra, essa boquinha me dá uma vontade danada, por favor, continua, continua, continua... mmmm, assim, aghh, adoro, sinto que vou gozar tudo pra você, sogra, por favor... mmmm, Aghhh
- Juliana: Vai, cara de merda, vai, vai, vai, se apressa, vai!! Me dá esse gozo já!
- Martin: mmmMMM AFFHGGGGGGG
- Juliana: mmMm, que gostoso engolir toda essa porra, pivete, que gostoso, adorei, pivete masturbador, você me deixou louca e com a pussy toda molhadinha... tô morrendo de vontade de você me foder AGORA nesse instante, mas a outra menina vai nos chamar a qualquer momento.
- Laura: E aí, mãe? Já deu as coisas pro Martin? Desce que a pizza parece que tá queimando, eu tô terminando o flan.
Continua...
Se você gosta do que lê, por favor, apoie!! Isso é uma história totalmente Verdadeiro, só modifiquei os nomes pra não prejudicar ninguém!! Mando um abraço pra todo mundo e se preparem que nessa semaninha, se vocês gostarem, vou postar a terceira parte! Um beijo pra todos.
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