E aí, galera!!
Desculpa a demora, mas... a gente não vive só pra isso, né?! Vocês vão entender.
Aqui trago mais um capítulo dessa história real, que aconteceu comigo alguns anos atrás e só agora tive coragem de contar.
Espero que vocês continuem curtindo como nos relatos anteriores.
Cerca de uma semana depois do nosso "debut amoroso", a gente se encontrou de novo... parecíamos namorados, andávamos com tesão trocando mensagem a qualquer hora. Eu trabalhava muito fora de casa e ela ficava o tempo todo sozinha (geralmente com os filhos, mas sem o marido).
Então, numa tarde, daquelas tardes típicas de traição, nos encontramos de novo pra revalidar nosso "love".
Obviamente, eu fui com a ideia fixa de comer a bunda dela, que ela tinha negado na primeira noite.
A gente combinou e nos encontramos no centro, daí ela subiu no meu carro e fomos pro motel. Sem delongas. Beijos e carícias no caminho, em cada sinal, alguma carícia furtiva, mas sem muito esforço já que ela veio enfiada nos jeans justos que marcavam a bunda de um jeito único e já tinham feito minha cabeça e meu pau delirar só de ver como marcava.
Mal entramos no quarto, aí sim se soltou a fúria da tempestade. Nossas línguas lutavam nas nossas bocas enquanto com as mãos a gente ia arrancando a roupa peça por peça.
Enquanto com uma mão acariciava os peitos dela, com a outra esfregava o jeans na altura da virilha, raspando a costura no clitóris dela. Ana se retorcia (de prazer e um pouco de dor).
A: Tá me machucando com a costura.
Y: Quero que doa, assim você é obrigada a me dar a bunda (e o tapa ecoou no quarto).
A: Você vai me marcar... não seja idiota!!
Y: Daqui até você ir embora, a marca já vai ter sumido (outro tapa... pra ela saber quem manda!!! Hahaha).
Minhas mãos já acariciavam os peitos nus dela e minha boca foi tomando conta deles. Lambendo os mamilos que endureciam com o passar da minha língua e apertando a massa dos seios, como se quisesse... extrair algum tipo de fluido… Mordia os mamilos até ela reclamar, e seguia com meu trabalho na área vaginal.
Fui desabotoando o jeans e o jogo se transferiu por cima da sua calcinha. Seguia teimoso em apalpá-la toda, ela já tinha tirado a parte de cima da minha roupa e desabotoava minha calça para poder tirar meu pau e começou a me masturbar.
Minha boca ia dos seus seios ao seu pescoço e dali à sua boca numa corrida desenfreada. Minhas mãos acariciavam tudo o que tinham ao seu alcance. Num momento meti a mão dentro da sua calcinha e fui direto tocar sua buceta, que já estava molhada. Imediatamente enfiei o dedo do meio com força lá dentro, o que a fez ficar rígida de surpresa para depois relaxar e curtir, enquanto me dizia no ouvido “que filho da puta”, tomei como um elogio, e na hora mesmo mandei mais um dedo lá no fundo, com tanta força que a levantava do chão. O grito foi uma mistura de surpresa, gemido e dor, enquanto ela enterrava os lábios no meu ombro como querendo me morder… Mexi os dedos dentro da sua boceta, tirei e meti várias vezes, enquanto sentia como enchiam dos seus fluidos.
Tirei meus dedos, levei-os à boca, enquanto mostrava a ela como saboreava seus fluidos vaginais, e a empurrei para cair na cama com as calças na altura dos joelhos. Tirei suas botas, puxei suas meias e seu jeans, até que ficou diante de mim só de calcinha. Ela fez o mesmo comigo, tirou minhas calças (os tênis já tinham voado há tempos). Nesse estado deitamos um ao lado do outro, frente a frente, voltaram os beijos e as apalpadas, ela apertava meu pau por cima da cueca, e eu apertava aquele rabo duro e fibroso que tinha ido buscar, enquanto enfiava dedos pela frente. Não me cansava de masturbá-la, adorava ver as caras que ela fazia quando eu exagerava com os dedos dentro da sua boceta.
Tiramos tudo, e começamos com um esplêndido 69. Já contei antes que chupava ela como as melhores. Uma técnica oral única. Daquelas mulheres que adoram chupar um pau, que gostam de dar prazer com a boca e a língua. Era um concerto de sensações que eu sentia lá embaixo. Eu tentava retribuir o tratamento, focando bastante no clitóris e nos lábios da sua buceta. De vez em quando, minha língua se perdia no buraquinho do seu bumbum e eu me divertia lambendo aquele cuzinho. Indo e vindo por esse caminho — clitóris, lábios, língua dentro da xoxota, descendo, ânus, língua em volta do ânus, língua dentro do ânus, saliva e mais saliva no ânus, e voltava a descer… até que enfiei um dedo.
Ana tirou meu pau da boca e me diz:
A: Você tá com essa ideia fixa, né?
Y: Você me deixou com vontade no outro dia, hoje não tem escapatória.
A: Veremos… (fazendo carinha de dúvida)
Y: Hoje… você não escapa… (e enfiei o dedão dentro do seu cu)
A: Aaaaai, sua puta do caralho!!!
Y: O que foi??
A: Não seja tão selvagem.
Y: Não me provoca tanto assim…
Ela sorriu maliciosamente e disse: “Me fode”.
Então me joguei em cima dela e a penetrei na xoxota, na posição papai e mamãe. Com ela tão molhada e eu tão duro, entrou sem problemas, e o gemido de Ana ecoou nos meus ouvidos. Comecei com uma enfiada furiosa, enquanto segurava suas pernas por baixo dos joelhos e, aos poucos, fui colocando suas pernas nos meus ombros. Me inclinei um pouco para frente, para que sua buceta ficasse apontada para o teto, e como se fosse um pistão daqueles que quebram concreto na rua, comecei a subir e descer em alta velocidade. Nossos rostos estavam frente a frente, eu a beijava para roubar seu ar, seu rosto estava vermelho pela exigência da posição e pela fúria do tratamento que eu estava dando. Fiz ventosa com minha boca na boca dela, e ela, com as mãos, fazia força para empurrar meu rosto para longe do dela.
A: Me deixa respirar, filha da puta!!!!!
Y: Vou te arrebentar todinha…
A: Vai… vai… Vai que eu tô chegando…
Y: Toma… toma… Vai… goza no meu pau.
A: Aaaah, filho da puta… como você me deixa excitada!!
Mais do que subir e descer, eram pulos que eu dava para me enfiar dentro da use the word: buceta. Se pudesse, teria enfiado até o quadril dentro dela. Nossos rostos suados, a respiração ofegante, ela tensionou as pernas apertando meu pescoço e começou a tremer chegando ao orgasmo, para depois relaxar totalmente.
E: gostou???
A: muito
E: continuamos??
A: você não acabou??
E: não não… ainda não
A: deixa eu me recuperar, não sinto as pernas
E: Ok
Me coloquei ao lado da cabeça dela, deixando meu pau na altura da boca dela, e disse
E: enquanto você se recupera…
A: hehehehe você não tem paz
E: menos com você
Ela agarrou meu pau com puros beijos e linguadas, enfiava o pau até onde a boca dava, e eu empurrava para fazer ela engasgar. Ana tirava meu pau da boca e com um sorriso cúmplice me olhava e sorria. Meus dedos dominavam seu clitóris enquanto ela chupava meu pau. Ia e vinha pelo tronco, lambia e beijava, chupava e mordia, era uma delícia. Em um momento digo:
E: vou gozar
A: mmmmmgmgmfmgmfmdmfg
E: Ana… vou acabar…
A: slurp… (e todos aqueles barulhos que vocês imaginam)
E: Ok
Agarrei sua nuca e enfiei o pau com força enquanto sentia jatos saindo com uma potência que nunca tinha sentido antes. Essa mulher tirava o melhor (e o pior) de mim. Ana engoliu toda minha porra e como se não bastasse, ficou se divertindo dando lambidas na cabeça do meu pau hipersensível, me dando uns choques que chegavam ao cérebro.
A: agora sim… acabou… me deixa descansar
E: vai descansar na sua casa… por acaso veio dormir??
A: mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm… vamos… descansemos um pouquinho
Ela girou o corpo ficando de costas
Acariciei suas costas, enquanto ela ronronava como uma gatinha, continuei por seus glúteos, desci por suas pernas, voltei a subir, cheguei à sua nuca, e voltei a descer… As carícias viraram beijos, até que me coloquei entre suas pernas e me dediquei a lamber sua buceta com ela de bruços. Minha língua entrou em suas cavidades, enquanto meus dedos acariciavam aqueles glúteos que eram desejados por toda a escola (professores, alunos, Diretores, pais….) Eu chupava a buceta e o cu dela com desespero, meu pau já palpitava fazendo força contra o colchão. Me levantei e enfiei de uma só vez na buceta. Isso a tirou do transe em que estava.
A: nunca suave, né???
Y: que? Não gostou??
A: não disse que não gosto
Y: pede pro seu marido que te coma suave
A: aquele é um otário que anda comendo negras faveladas com os outros policiais amigos dele
Tirei meu pau da buceta, apoiei no buraquinho do cu
Y: vai me deixar?? (enquanto fazia pressão)
A: mmmmmmmmmmmmmmmm (outro ronronar que fazia meu pau explodir)
Y: então?????(empurrei um pouco mais e senti o esfíncter ceder)
A: devagar!!!!
Y: tô indo devagar, continuo?
A: sim… devagarinho
Y: assim??? (e dei outro empurrão lento, mas firme)
A: aaaaaahhhh sim… devagarinho
Y: já entrou a cabecinha… sentiu…
A: mmmmmmmmmmm…..sim mmmmmmmmmmmmmmmmmmm
Y: agora vem o melhor… (tenho o pau mais largo no centro que na cabeça, e grosso, bem grosso, talvez não machuque na buceta, mas na bunda dá pra sentir)
A: ah sim??? Mmmmmmmm devagar
Y: sim… sentiu como alarga (e enfiei mais um bom pedaço de pau)
A: uuuuuuhhhhh simiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii… filho da puta devagar eu disse!!!
Y: sim ainda não entrou tudo… falta um pedacinho
A: tudo bem… devagarinho que faz muito tempo que não faço por aí
Y: ok… deixa eu me mexer um pouco
Comecei a me mexer dentro do cu dela, enquanto ela enterrava as unhas nos lençóis e o rosto dela estava afundado no travesseiro. Devagarinho, tirando todo tipo de expressões guturais dela. Entrava e saía, devagarinho, devagarinho… Quando vi que não havia mais restrições, numa entrada lenta, enfiei devagarinho até o fundo
Y: tomaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhh
A: uuuuuuhhhhhhhh aaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhh ayyyyyyyyyyyyyyyyy como é bom!!!
Y: gostou????
A: simiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii…. (apertando as mãos no colchão)
Y: continuo?? (e enfiei tudo) sacava) A:Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii…… Y: a gente põe uma almohada debaixo da tua barriga pra ficar mais confortável? A: bom Sem tirar, peguei uma almohada e fui colocando na altura da sua barriga pra que a bunda se elevasse um pouco mais e eu pudesse ter mais mobilidade pra atacar. Quando ficamos na posição, comecei a enfiar cada vez mais forte e com mais velocidade. Uma das minhas mãos foi pro seu clitóris e fiquei acariciando, enquanto meu pau ia e vinha na sua bunda. Não consigo explicar todos os gemidos e coisas que aconteceram naqueles instantes. Enfiei um dedo na sua buceta e busquei a cabeça do meu pau dentro da sua bunda, me acariciava o pau através das paredes vaginais dela, e sentia ele ir e vir dentro do seu reto. Dei uma sacudida, daquelas que você quer descarregar todas as energias negativas, as vontades acumuladas, os socos que não pôde dar…. Tudo isso junto!!!!! Na verdade nem sei se ela gozou, porque eu estava descontrolado fazendo o cu dela e nada importava mais do que deixar bem aberto… então quando senti que minha porra empurrava como se quisesse romper uma barragem, não tive nenhuma intenção de tirar, nem de segurar a ejaculação Y: aaahhhhh gozei!!!!!!! (e remachava o pau na bunda) A:mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm Y: gozeiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii elcuero?? Y: kkkkkkkkkkkkkvamos experimentar??? A: vamos ver……. Continuei me movendo devagar, inclinei um pouco para ver como meu pau entrava e saía melado do buraco traseiro. Obviamente, isso fez o sangue disparar… Ver aquele cuzão monumental, engolindo meu pau, tê-la com as costas suadas, toda desgrenhada e bem fodida… era o sonho de qualquer cara!!!! Então não foi difícil voltar a ficar a mil…. A: caralho… era verdade… Y: viu?????? Agora acredita que eu queria isso?? A: sim… desde quando?? Y: desde que te vi na escola, aquele dia que inventei a reunião com você e o Paco A: aaaaaahhhhhh degeneradinho o professor Y: totalmente…. Meu pau já ia e vinha livremente pelo canal anal, ajudado pela porra que tinha ficado dentro e pela dilatação conseguida. Me virei, levando a Ana comigo, e ficamos de conchinha, e continuei me movendo. Me virei de novo e a coloquei por cima de mim, os dois olhando para o teto (não tinha espelho…) e continuei me movendo enquanto acariciava sua buceta. Y: que gostoso isso A: aham…mmmmmmmmmmmmmm…. Y: cavalga, vai E a ajudei a se levantar, enquanto ela ia sentando, meu pau se enfiava mais no seu cu. MMMMMMMMMMMMMMM….. ela gemeu… Quando ficou na posição, com as pernas ao lado das minhas, me presenteou com uma das imagens mais lindas da minha vida. Seu cu sublime engolindo meu pau, cavalgando invertida, se movendo com uma cadência lenta mas profunda. Com essa paisagem era óbvio que eu não ia demorar muito pra gozar de novo na bunda dela… Tentei aguentar o máximo possível… para durar um pouco mais, pedi para mudar de posição. Ela desmontou do meu pau lentamente, pude ver cada cm do meu pau saindo da sua bunda e como ela se esticava para deixar sair… de novo a cabeça me mandou sinais, mas consegui segurar e não explodir com aquela visão. Deitei ela de costas, coloquei as pernas dela nos meus ombros e a penetrei de novo pelo cu, mas dessa vez, minha entrada foi mais dura e avassaladora A: aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh você acaba comigo!!! Y: é isso que eu quero!!! Que você não consiga sentar por uns dias pra se lembrar de mim
A: não precisa… eu sempre me lembro de você
Y: quero que seu cu se lembre de mim (e eu bombava cada vez mais forte)
A: paraaaaaaaaaaaaaaaaaaaa….. paraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa…. Aaahhhhh ahhhhahhhhhhhhhhh
Y: me olha nos olhos
A: o que você quer??
Y: ver seus olhos enquanto arrebento seu cu (e entrei com as últimas forças que me restavam)
A: aaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhh pervertido filho da puta !!!! Você é o professor do meu filho!! É isso que você vai ensinar pra ele???
Y: você quer que eu ensine??? (e acariciei seu clitóris)
A: aaaaahhhaahhhhh ahhhhh não não não não…. Vai… vai…..
Y: toma puta …. Toma…que delícia arrebentar seu cu!!
A: sim sim sim sim… sou sua filho da puta !! Sou sua!!!!
Y: tá vindo???? Vai que chegamos juntos
A: tá vindo… sim…tá vindo… vai… vai… vai….
Quando ela começou a gozar, tirei meu pau do cu dela e balancei algumas vezes, e os jatos de porra caíram no peito dela, na barriga, se acumulando na região do umbigo. Os jatos marcavam o caminho por onde meu pau tinha apontado quando gozei. Era um leque de sêmen
A: uuuuuuuuufffffffff que delícia!!!! Como é bom…
Y: minhas pernas estão tremendo
A: e eu nem te conto…
Y: vamos tomar banho?????
A: sim, mas por hoje chega… você me deixou destruída
Y: Ok… vamos
CONTINUARÁ
Desculpa a demora, mas... a gente não vive só pra isso, né?! Vocês vão entender.
Aqui trago mais um capítulo dessa história real, que aconteceu comigo alguns anos atrás e só agora tive coragem de contar.
Espero que vocês continuem curtindo como nos relatos anteriores.
Cerca de uma semana depois do nosso "debut amoroso", a gente se encontrou de novo... parecíamos namorados, andávamos com tesão trocando mensagem a qualquer hora. Eu trabalhava muito fora de casa e ela ficava o tempo todo sozinha (geralmente com os filhos, mas sem o marido).
Então, numa tarde, daquelas tardes típicas de traição, nos encontramos de novo pra revalidar nosso "love".
Obviamente, eu fui com a ideia fixa de comer a bunda dela, que ela tinha negado na primeira noite.
A gente combinou e nos encontramos no centro, daí ela subiu no meu carro e fomos pro motel. Sem delongas. Beijos e carícias no caminho, em cada sinal, alguma carícia furtiva, mas sem muito esforço já que ela veio enfiada nos jeans justos que marcavam a bunda de um jeito único e já tinham feito minha cabeça e meu pau delirar só de ver como marcava.
Mal entramos no quarto, aí sim se soltou a fúria da tempestade. Nossas línguas lutavam nas nossas bocas enquanto com as mãos a gente ia arrancando a roupa peça por peça.
Enquanto com uma mão acariciava os peitos dela, com a outra esfregava o jeans na altura da virilha, raspando a costura no clitóris dela. Ana se retorcia (de prazer e um pouco de dor).
A: Tá me machucando com a costura.
Y: Quero que doa, assim você é obrigada a me dar a bunda (e o tapa ecoou no quarto).
A: Você vai me marcar... não seja idiota!!
Y: Daqui até você ir embora, a marca já vai ter sumido (outro tapa... pra ela saber quem manda!!! Hahaha).
Minhas mãos já acariciavam os peitos nus dela e minha boca foi tomando conta deles. Lambendo os mamilos que endureciam com o passar da minha língua e apertando a massa dos seios, como se quisesse... extrair algum tipo de fluido… Mordia os mamilos até ela reclamar, e seguia com meu trabalho na área vaginal.
Fui desabotoando o jeans e o jogo se transferiu por cima da sua calcinha. Seguia teimoso em apalpá-la toda, ela já tinha tirado a parte de cima da minha roupa e desabotoava minha calça para poder tirar meu pau e começou a me masturbar.
Minha boca ia dos seus seios ao seu pescoço e dali à sua boca numa corrida desenfreada. Minhas mãos acariciavam tudo o que tinham ao seu alcance. Num momento meti a mão dentro da sua calcinha e fui direto tocar sua buceta, que já estava molhada. Imediatamente enfiei o dedo do meio com força lá dentro, o que a fez ficar rígida de surpresa para depois relaxar e curtir, enquanto me dizia no ouvido “que filho da puta”, tomei como um elogio, e na hora mesmo mandei mais um dedo lá no fundo, com tanta força que a levantava do chão. O grito foi uma mistura de surpresa, gemido e dor, enquanto ela enterrava os lábios no meu ombro como querendo me morder… Mexi os dedos dentro da sua boceta, tirei e meti várias vezes, enquanto sentia como enchiam dos seus fluidos.
Tirei meus dedos, levei-os à boca, enquanto mostrava a ela como saboreava seus fluidos vaginais, e a empurrei para cair na cama com as calças na altura dos joelhos. Tirei suas botas, puxei suas meias e seu jeans, até que ficou diante de mim só de calcinha. Ela fez o mesmo comigo, tirou minhas calças (os tênis já tinham voado há tempos). Nesse estado deitamos um ao lado do outro, frente a frente, voltaram os beijos e as apalpadas, ela apertava meu pau por cima da cueca, e eu apertava aquele rabo duro e fibroso que tinha ido buscar, enquanto enfiava dedos pela frente. Não me cansava de masturbá-la, adorava ver as caras que ela fazia quando eu exagerava com os dedos dentro da sua boceta.
Tiramos tudo, e começamos com um esplêndido 69. Já contei antes que chupava ela como as melhores. Uma técnica oral única. Daquelas mulheres que adoram chupar um pau, que gostam de dar prazer com a boca e a língua. Era um concerto de sensações que eu sentia lá embaixo. Eu tentava retribuir o tratamento, focando bastante no clitóris e nos lábios da sua buceta. De vez em quando, minha língua se perdia no buraquinho do seu bumbum e eu me divertia lambendo aquele cuzinho. Indo e vindo por esse caminho — clitóris, lábios, língua dentro da xoxota, descendo, ânus, língua em volta do ânus, língua dentro do ânus, saliva e mais saliva no ânus, e voltava a descer… até que enfiei um dedo.
Ana tirou meu pau da boca e me diz:
A: Você tá com essa ideia fixa, né?
Y: Você me deixou com vontade no outro dia, hoje não tem escapatória.
A: Veremos… (fazendo carinha de dúvida)
Y: Hoje… você não escapa… (e enfiei o dedão dentro do seu cu)
A: Aaaaai, sua puta do caralho!!!
Y: O que foi??
A: Não seja tão selvagem.
Y: Não me provoca tanto assim…
Ela sorriu maliciosamente e disse: “Me fode”.
Então me joguei em cima dela e a penetrei na xoxota, na posição papai e mamãe. Com ela tão molhada e eu tão duro, entrou sem problemas, e o gemido de Ana ecoou nos meus ouvidos. Comecei com uma enfiada furiosa, enquanto segurava suas pernas por baixo dos joelhos e, aos poucos, fui colocando suas pernas nos meus ombros. Me inclinei um pouco para frente, para que sua buceta ficasse apontada para o teto, e como se fosse um pistão daqueles que quebram concreto na rua, comecei a subir e descer em alta velocidade. Nossos rostos estavam frente a frente, eu a beijava para roubar seu ar, seu rosto estava vermelho pela exigência da posição e pela fúria do tratamento que eu estava dando. Fiz ventosa com minha boca na boca dela, e ela, com as mãos, fazia força para empurrar meu rosto para longe do dela.
A: Me deixa respirar, filha da puta!!!!!
Y: Vou te arrebentar todinha…
A: Vai… vai… Vai que eu tô chegando…
Y: Toma… toma… Vai… goza no meu pau.
A: Aaaah, filho da puta… como você me deixa excitada!!
Mais do que subir e descer, eram pulos que eu dava para me enfiar dentro da use the word: buceta. Se pudesse, teria enfiado até o quadril dentro dela. Nossos rostos suados, a respiração ofegante, ela tensionou as pernas apertando meu pescoço e começou a tremer chegando ao orgasmo, para depois relaxar totalmente.
E: gostou???
A: muito
E: continuamos??
A: você não acabou??
E: não não… ainda não
A: deixa eu me recuperar, não sinto as pernas
E: Ok
Me coloquei ao lado da cabeça dela, deixando meu pau na altura da boca dela, e disse
E: enquanto você se recupera…
A: hehehehe você não tem paz
E: menos com você
Ela agarrou meu pau com puros beijos e linguadas, enfiava o pau até onde a boca dava, e eu empurrava para fazer ela engasgar. Ana tirava meu pau da boca e com um sorriso cúmplice me olhava e sorria. Meus dedos dominavam seu clitóris enquanto ela chupava meu pau. Ia e vinha pelo tronco, lambia e beijava, chupava e mordia, era uma delícia. Em um momento digo:
E: vou gozar
A: mmmmmgmgmfmgmfmdmfg
E: Ana… vou acabar…
A: slurp… (e todos aqueles barulhos que vocês imaginam)
E: Ok
Agarrei sua nuca e enfiei o pau com força enquanto sentia jatos saindo com uma potência que nunca tinha sentido antes. Essa mulher tirava o melhor (e o pior) de mim. Ana engoliu toda minha porra e como se não bastasse, ficou se divertindo dando lambidas na cabeça do meu pau hipersensível, me dando uns choques que chegavam ao cérebro.
A: agora sim… acabou… me deixa descansar
E: vai descansar na sua casa… por acaso veio dormir??
A: mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm… vamos… descansemos um pouquinho
Ela girou o corpo ficando de costas
Acariciei suas costas, enquanto ela ronronava como uma gatinha, continuei por seus glúteos, desci por suas pernas, voltei a subir, cheguei à sua nuca, e voltei a descer… As carícias viraram beijos, até que me coloquei entre suas pernas e me dediquei a lamber sua buceta com ela de bruços. Minha língua entrou em suas cavidades, enquanto meus dedos acariciavam aqueles glúteos que eram desejados por toda a escola (professores, alunos, Diretores, pais….) Eu chupava a buceta e o cu dela com desespero, meu pau já palpitava fazendo força contra o colchão. Me levantei e enfiei de uma só vez na buceta. Isso a tirou do transe em que estava.
A: nunca suave, né???
Y: que? Não gostou??
A: não disse que não gosto
Y: pede pro seu marido que te coma suave
A: aquele é um otário que anda comendo negras faveladas com os outros policiais amigos dele
Tirei meu pau da buceta, apoiei no buraquinho do cu
Y: vai me deixar?? (enquanto fazia pressão)
A: mmmmmmmmmmmmmmmm (outro ronronar que fazia meu pau explodir)
Y: então?????(empurrei um pouco mais e senti o esfíncter ceder)
A: devagar!!!!
Y: tô indo devagar, continuo?
A: sim… devagarinho
Y: assim??? (e dei outro empurrão lento, mas firme)
A: aaaaaahhhh sim… devagarinho
Y: já entrou a cabecinha… sentiu…
A: mmmmmmmmmmm…..sim mmmmmmmmmmmmmmmmmmm
Y: agora vem o melhor… (tenho o pau mais largo no centro que na cabeça, e grosso, bem grosso, talvez não machuque na buceta, mas na bunda dá pra sentir)
A: ah sim??? Mmmmmmmm devagar
Y: sim… sentiu como alarga (e enfiei mais um bom pedaço de pau)
A: uuuuuuhhhhh simiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii… filho da puta devagar eu disse!!!
Y: sim ainda não entrou tudo… falta um pedacinho
A: tudo bem… devagarinho que faz muito tempo que não faço por aí
Y: ok… deixa eu me mexer um pouco
Comecei a me mexer dentro do cu dela, enquanto ela enterrava as unhas nos lençóis e o rosto dela estava afundado no travesseiro. Devagarinho, tirando todo tipo de expressões guturais dela. Entrava e saía, devagarinho, devagarinho… Quando vi que não havia mais restrições, numa entrada lenta, enfiei devagarinho até o fundo
Y: tomaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhh
A: uuuuuuhhhhhhhh aaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhh ayyyyyyyyyyyyyyyyy como é bom!!!
Y: gostou????
A: simiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii…. (apertando as mãos no colchão)
Y: continuo?? (e enfiei tudo) sacava) A:Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii…… Y: a gente põe uma almohada debaixo da tua barriga pra ficar mais confortável? A: bom Sem tirar, peguei uma almohada e fui colocando na altura da sua barriga pra que a bunda se elevasse um pouco mais e eu pudesse ter mais mobilidade pra atacar. Quando ficamos na posição, comecei a enfiar cada vez mais forte e com mais velocidade. Uma das minhas mãos foi pro seu clitóris e fiquei acariciando, enquanto meu pau ia e vinha na sua bunda. Não consigo explicar todos os gemidos e coisas que aconteceram naqueles instantes. Enfiei um dedo na sua buceta e busquei a cabeça do meu pau dentro da sua bunda, me acariciava o pau através das paredes vaginais dela, e sentia ele ir e vir dentro do seu reto. Dei uma sacudida, daquelas que você quer descarregar todas as energias negativas, as vontades acumuladas, os socos que não pôde dar…. Tudo isso junto!!!!! Na verdade nem sei se ela gozou, porque eu estava descontrolado fazendo o cu dela e nada importava mais do que deixar bem aberto… então quando senti que minha porra empurrava como se quisesse romper uma barragem, não tive nenhuma intenção de tirar, nem de segurar a ejaculação Y: aaahhhhh gozei!!!!!!! (e remachava o pau na bunda) A:mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm Y: gozeiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii elcuero?? Y: kkkkkkkkkkkkkvamos experimentar??? A: vamos ver……. Continuei me movendo devagar, inclinei um pouco para ver como meu pau entrava e saía melado do buraco traseiro. Obviamente, isso fez o sangue disparar… Ver aquele cuzão monumental, engolindo meu pau, tê-la com as costas suadas, toda desgrenhada e bem fodida… era o sonho de qualquer cara!!!! Então não foi difícil voltar a ficar a mil…. A: caralho… era verdade… Y: viu?????? Agora acredita que eu queria isso?? A: sim… desde quando?? Y: desde que te vi na escola, aquele dia que inventei a reunião com você e o Paco A: aaaaaahhhhhh degeneradinho o professor Y: totalmente…. Meu pau já ia e vinha livremente pelo canal anal, ajudado pela porra que tinha ficado dentro e pela dilatação conseguida. Me virei, levando a Ana comigo, e ficamos de conchinha, e continuei me movendo. Me virei de novo e a coloquei por cima de mim, os dois olhando para o teto (não tinha espelho…) e continuei me movendo enquanto acariciava sua buceta. Y: que gostoso isso A: aham…mmmmmmmmmmmmmm…. Y: cavalga, vai E a ajudei a se levantar, enquanto ela ia sentando, meu pau se enfiava mais no seu cu. MMMMMMMMMMMMMMM….. ela gemeu… Quando ficou na posição, com as pernas ao lado das minhas, me presenteou com uma das imagens mais lindas da minha vida. Seu cu sublime engolindo meu pau, cavalgando invertida, se movendo com uma cadência lenta mas profunda. Com essa paisagem era óbvio que eu não ia demorar muito pra gozar de novo na bunda dela… Tentei aguentar o máximo possível… para durar um pouco mais, pedi para mudar de posição. Ela desmontou do meu pau lentamente, pude ver cada cm do meu pau saindo da sua bunda e como ela se esticava para deixar sair… de novo a cabeça me mandou sinais, mas consegui segurar e não explodir com aquela visão. Deitei ela de costas, coloquei as pernas dela nos meus ombros e a penetrei de novo pelo cu, mas dessa vez, minha entrada foi mais dura e avassaladora A: aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh você acaba comigo!!! Y: é isso que eu quero!!! Que você não consiga sentar por uns dias pra se lembrar de mim
A: não precisa… eu sempre me lembro de você
Y: quero que seu cu se lembre de mim (e eu bombava cada vez mais forte)
A: paraaaaaaaaaaaaaaaaaaaa….. paraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa…. Aaahhhhh ahhhhahhhhhhhhhhh
Y: me olha nos olhos
A: o que você quer??
Y: ver seus olhos enquanto arrebento seu cu (e entrei com as últimas forças que me restavam)
A: aaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhh pervertido filho da puta !!!! Você é o professor do meu filho!! É isso que você vai ensinar pra ele???
Y: você quer que eu ensine??? (e acariciei seu clitóris)
A: aaaaahhhaahhhhh ahhhhh não não não não…. Vai… vai…..
Y: toma puta …. Toma…que delícia arrebentar seu cu!!
A: sim sim sim sim… sou sua filho da puta !! Sou sua!!!!
Y: tá vindo???? Vai que chegamos juntos
A: tá vindo… sim…tá vindo… vai… vai… vai….
Quando ela começou a gozar, tirei meu pau do cu dela e balancei algumas vezes, e os jatos de porra caíram no peito dela, na barriga, se acumulando na região do umbigo. Os jatos marcavam o caminho por onde meu pau tinha apontado quando gozei. Era um leque de sêmen
A: uuuuuuuuufffffffff que delícia!!!! Como é bom…
Y: minhas pernas estão tremendo
A: e eu nem te conto…
Y: vamos tomar banho?????
A: sim, mas por hoje chega… você me deixou destruída
Y: Ok… vamos
CONTINUARÁ
2 comentários - La mamá de mi alumno (parte 3)