É isso aí, a Sabrina voltou. Ela veio na casa dos meus velhos pra passar as festas e, claro, essa não ia ser uma visita qualquer.
Agora, pra atualizar as coisas: a Sabrina continua feliz no casamento, meu sobrinho tem três anos e a outra novidade é que vou ser tio pela segunda vez. A gente tem um grupo no WhatsApp pra manter contato, e foi por lá que a Sabrina contou a boa nova. Essas foram as fotos que ela mandou no grupo pra dar a notícia:


E entre tanta notícia boa, ela também falou que ia vir com meu sobrinho passar Natal e Ano Novo com a gente. Meu cunhado, por causa do trampo (ele tem vários restaurantes em Mendoza e San Juan), nas festas e nos eventos que organizam é quando mais faturam, então decidiu ficar pra trabalhar, já que ano passado tinha ido muito bem. Mas ela, que tava grávida e sem saco pra ficar atendendo festa dos outros, se mandou pra cá.
Por mim, finalmente tô morando sozinho. Depois da minha história com a minha ex, a feminazi, não saí com mais ninguém. Mas também, faz pouco tempo (um mês e pouco), foquei no trampo, tô levando tudo mais na calma pra dar uma arejada depois daquela história-histeria. Mas a vontade de foder que eu tenho, não vou negar que tenho, mas por enquanto é na punheta mesmo. E essa notícia, vocês imaginam como me deixou cheio de ansiedade e tesão lá em cima.
Nos preparativos pra visita na casa dos meus pais, meu quarto ficou quase do jeito que eu deixei antes de ir embora, mas o da Sabrina virou meio que um depósito, então não tava em condições de ninguém dormir lá (é, meus pais enrolaram pra arrumar ele). Mas isso não foi problema, como vocês podem imaginar. Meus pais, felizes com a visita do primeiro neto, organizaram tudo do jeito deles (e nosso). Ele dorme com eles no quarto deles, e a Sabrina no meu quarto. E eu, nem lento nem preguiçoso, inventei uma desculpa pra ficar esses dias lá. A primeira coisa que falei foi que queria estar com eles, segundo que o trampo fica quase na mesma distância, e terceiro, e mais excitante, foi essa foto que a Sabrina me mandou dizendo "Se prepara":


A verdade é que eu não esperava nada disso (embora não vou mentir, eu desejava sim). Com ela, a gente trocava mensagem de vez em quando, mas nunca falava sobre o que a gente tinha feito. E, apesar de eu ter as melhores lembranças (e saudade, por que não, também), ainda tinha uma esperança de que rolasse de novo, pelo menos mais uma vez. E parece que essa era a oportunidade, então não ia deixar passar.
Quinta-feira, dia 20, elas chegaram. Saí do trampo e fui direto pra casa dos meus pais. Tudo muito lindo, boas-vindas, abraços, beijos, blá, blá, blá...
Meus pais estavam super felizes, nem preciso dizer. Depois do jantar e de um tempinho de conversa, meu sobrinho começou a dormir sentado, então meus pais levaram ele pra cama e foram ver TV. Eu e a Sabrina ficamos pra terminar de juntar a louça. Enquanto a gente falava de qualquer coisa, ela começou a lavar os pratos e eu, terminando de juntar tudo, fiquei com ela. Minha cabeça só pensava numa coisa: foder com ela. Sabia que tinha que esperar até a hora de dormir, mas não aguentava mais de tanta ansiedade. Aí, enquanto ela lavava os pratos, cheguei por trás dela, me encostei na bunda dela enquanto segurava a cintura dela, acariciando a barriga de cinco meses de gravidez (sim, tinha muito morbo nisso tudo e, por tabela, mais tesão ainda). Não liguei se meus pais e meu sobrinho estavam dormindo ou não, tava muito excitado e ansioso. E aí, cês acham que ela me afastou ou falou alguma coisa pra negar? Não, nem perto. A gostosa empinava a bunda e se esfregava na minha cintura. Ela tava usando um vestido meio solto e uma tanga por baixo. Do jeito que a gente tava, puxei a tanga dela pro lado e baixei minha bermuda. Molhei a cabeça da minha pica e comecei a entrar devagar. Quando tava bem dentro, fiquei acariciando ela um pouco até que, com uma mão, tampei a boca dela e, com a outra, segurei a cintura dela pra começar a me mexer. Sentia o hálito quente dela na palma da minha mão e a buceta dela esquentando minha pica também. Muita tesão e muito nervosismo da minha parte, tava eufórico pra caralho. Acho que não passaram nem 10 minutos quando soltei um jato de porra dentro dela que eu tava guardando há cinco dias. Fiquei um tempinho dentro dela tentando me acalmar, enquanto ela ria e me apertava. Quando saí devagar, ela passou a mão pra pegar a porra que deixei lá dentro — saiu bastante mesmo — e, me olhando, disse:
“Caralho, tava cheio, hein hahaha. Vou tomar um banho, me espera na cama que a gente continua mais um pouco.” E foi se lavar, eu fui pro quarto. Tava no osso.
Embora a parada na cozinha tenha sido bem impulsiva da minha parte, a Sabrina sabia muito bem o que queria. Eu não fazia ideia de como ia seguir o rolé, queria foder com ela, mas não só de conchinha (como nos velhos tempos), nada disso — queria fazer direito, curtir e aproveitar o momento. Ela voltou do banho enrolada na toalha e, quando entrou, tirou a toalha e, pelada como veio ao mundo, me disse: “O que a gente faz?” com aquele olhar e sorriso safado que eu acho que deixava vários caras loucos. Puxei ela pra perto e a gente se ajeitou pra um 69 — nunca tinha feito com ela e tava morrendo de vontade. Devemos ter ficado uns 45 minutos. Ela montou em mim por um bom tempo e depois, sem muita preocupação se alguém lá fora ia ouvir, a gente meteu de quatro, fazendo a bunda dela bater na minha cintura. Eu curtindo pra caralho e ela se esfregando no clitóris pra gozar comigo. Quando acabamos, a gente se ajeitou de conchinha e dormimos assim.
Quando acordei pra ir trampar, ela tava super confortável dormindo na minha cama (eu dormi no colchão no chão, óbvio). Olhei pra ela, acariciei um pouco, ela se mexeu e, quando puxei o lençol, vi que ela tava completamente pelada. Na hora, a pica ficou duríssima. Então me deitei do lado dela, levantei a perna dela e comecei a aproximar minha pica da buceta dela, devagarzinho fui entrando, com ela gemendo meio dormindo. Muito lentamente comecei a foder ela e, quando ia gozar... Enfio o máximo que consigo e quando vou soltar a porra, ela solta um gemido enquanto apertava minha mão. Saio devagar e vou pro trampo.
Naquela sexta a gente passou muito gostoso em família, montamos a piscininha mais pro meu sobrinho, mas no final todo mundo entrava. Com aquela barriguinha e de biquíni, a Sabrina tava lindíssima. À noite, na cama, antes de "dormir", pergunto se podia tirar umas fotos pra ter de lembrança, e ela respondeu: "Tira, mas depois quero ver". No fim, só deixou três, mas já é alguma coisa.
Claro que eu não ia deixar passar minha história com minha ex, mesmo tendo contado um pouco, ela não parava de me zoar, fazer piadinhas e essas coisas que irmãs costumam fazer. No meio do boquete que ela tava me fazendo, pergunta se minha ex sabia fazer aquilo e começa a engolir meu pau no melhor estilo deep-throat, como se fosse nada, eu tava louco. Ela faz de novo e, na terceira vez, antes de gozar, tremendo, tiro uma foto dela com a porra na boca e morrendo de rir.

No sábado, ela foi visitar uma amiga que também tem filhos, e eu fiquei com meus velhos arrumando umas paradas em casa. Sabrina se atrasou e acabou dormindo na casa da amiga, o que foi bom pra mim, porque deu pra recarregar as energias.
No domingo, fomos na casa da vó, que tava morrendo de vontade de ver o bisneto. Lá não deu pra fazer nada, se tão perguntando, e pra piorar, na volta meu sobrinho tava insuportável, e no fim fui dormir na sala.
Na segunda-feira, dia 24, começamos cedo colocando a casa em ordem. Eu tentava me distrair fazendo coisas, porque com a buceta que eu tava carregando e a Sabrina andando de biquíni, marcando a xereca sem vergonha, tava me deixando louco, e ela sabia disso.
Ao meio-dia, meus velhos foram tirar um cochilo, e por sorte meu sobrinho também tava cansado de tanta piscina e foi dormir um pouco com eles. Assim que foram dormir, Sabrina me olhou e foi pro meu quarto. Nem lento nem preguiçoso, fui atrás. Quando entrei, ela tava completamente pelada com aquele sorriso característico dela e disse: "Tá muito necessitado, irmãozinho", e abriu as pernas. Meu Deus, a buceta que ela tinha tava me deixando louco, e tinham passado só dois dias. Essa foi a primeira vez que a gente fez cara a cara, olhando nos olhos, mas sem beijo. Foi muito louco porque, apesar de fazer de tudo, não rolava de nos beijarmos... Aqui vai uma foto dela de quatro:

A noite de Natal passamos em casa como planejado, com a visita da vovó. Bebi pra caralho, misturando tudo. Ficamos na resenha até as 3 da manhã, meu sobrinho correndo pra todo lado, tudo muito lindo. Quando todo mundo foi dormir, ficamos conversando com a Sabrina um pouco enquanto arrumávamos tudo. Tava difícil fazer alguma coisa porque a vovó ficava com a gente, no meu quarto pra ser mais exato.
Estando em casa dando voltas, não me excedia nem nada, mas como todo mundo tava dormindo enquanto a gente ia e vinha (e com a bebedeira que eu tava carregando), eu olhava pra ela e acariciava enquanto ela ria ou se fazia de sonsa. Quando terminamos de arrumar tudo, ela me pega pela mão e me leva pra cozinha, se abaixa, me abaixa a bermuda, a cueca e começa a me chupar fazendo aquele barulho típico que te faz entender que ela tá saboreando, e o mais excitante é que não parava de olhar direto nos meus olhos. Eu acariciava ela enquanto ela chupava e chupava sem parar. Antes de gozar, ela pergunta: "Você tem gozo pra mim?" e mal terminou de falar isso, comecei a gozar na boca dela. Com a mão dela, apertou forte minha rola me fazendo tremer. Ela engoliu meu gozo e me chupou por um bom tempo mais. Assim que terminou, se levantou, me deu um carinho na bochecha e foi dormir, enquanto isso eu fiquei um tempão na cozinha tentando me ajeitar. A bebedeira passou como se nada, e fui dormir no sofá da sala como uma pedra.
Na terça, meu sobrinho me acordou jogando os brinquedos dele em cima de mim. Levantei melhor do que nunca e ficamos na piscina a manhã inteira até o almoço. À tarde, tinha planejado ir pro meu apê pra ver se tava tudo em ordem e me ocorreu que podia levar a Sabrina com a desculpa de mostrar o apê, mas nesse dia a Sabrina não tava se sentindo muito bem, nada pra se preocupar, mas ficou o dia todo deitada. Quando voltei à noite, ela já tava melhor, mas não deu pra fazer nada. A vovó continuava de visita.
Tanto na quarta quanto na... Na quinta-feira trabalhei igual um condenado e cheguei na casa dos meus pais morto de cansado. Depois do jantar, tomei um banho e fui direto pra cama. Na quarta não fizemos nada, mas na quinta sim. Sabrina foi primeiro pro quarto e quando entrei, ela tava me esperando completamente pelada. Ela perguntou o que eu queria fazer e se tinha algo que eu queria dela. Era a bunda dela, falei isso, e ela respondeu que naquela noite não, mas pra eu me preparar pro sábado. Não acreditei.
Depois de um tempão fazendo 69, quando estávamos de quatro, tirei essa foto dela:
Finalmente gozamos juntos, eu continuei dentro dela e ela veio na segunda. Dessa vez ela montou em mim por um tempo e depois começou a pular. O som da bunda dela batendo na minha cintura me deixava louco. Dessa vez, antes de gozar, eu tava de barriga pra cima e ela em cima de mim. Virei ela e coloquei ela por cima, mas de barriga pra cima, pra poder acariciar a pussy dela enquanto metia. Acariciei o clitóris dela pra ela gozar e, antes que isso acontecesse, com a outra mão fiz o mesmo da primeira noite: tampei a boca dela pra não fazer muito barulho. E assim ela gozou, apertando meu pau com a pussy dela, tremendo e gemendo. Assim que ela gozou, continuei me mexendo até gozar. Foi lindo. Nos acomodamos e dormimos na nossa posição favorita: de conchinha.
No dia seguinte, sexta, acordei cedo de novo e não aguentei ter ela ali. Fui pra conchinha. As transas matinais são uma das coisas mais gostosas que existem, e se der pra gozar dentro, melhor ainda, né? Pois é, foi assim.
Sexta à noite, tive que dormir no sofá da sala porque meu sobrinho queria dormir com a mãe dele, então beleza.
No sábado, não teve soneca dos velhos com o sobrinho, mas eles três saíram, então aproveitamos com a Sabri que a casa era nossa. Naquela tarde, Sabrina me entregou a bunda. Depois de tomar banho (e se preparar), já no quarto, ela perguntou se eu tinha lubrificante. Como não tinha, ela disse: “Não importa, a porra serve…” Meu Deus…
Como sempre, não me importei com nada, meti. Coloquei ela de quatro e comecei a beijar as nádegas dela até chegar no asterisco, primeiro um beijo pra testar e tava bem limpinha, outro beijo dessa vez um pouco mais longo e depois sim comecei a meter a língua enquanto com as mãos acariciava ela de cima pra baixo apertando e voltando a acariciar as nádegas dela. Ela se mexia me fazendo saber que tava gostando. Primeiro entrei na pussy dela, depois de um tempo ela me fala: “Joga a porra no meu Booty e aí entra.” Foi uma das coisas mais yummy e gostosas que já experimentei até agora. Gozei um pouco dentro da pussy dela e o resto da porra usei pra entrar no Booty dela, uma vez dentro comecei a me mexer de novo mas bem devagar porque sentia que a Sabrina tava sentindo um pouco de dor embora isso não impedisse ela de se acariciar o clitóris. Toda hora ela me falava pra não sair, pra ficar lá. Quando não aguentei mais me mexi um pouco mais forte, e como não tinha ninguém, ela gritava de prazer, gozei apertando as nádegas dela com força, me mexi mais um pouco até sair. Ela pegou e chupou ele um pouco. Eu tava no céu. Descansamos um tempo, tomamos um pouco de suco de laranja, eu tava deitado no colchão de barriga pra cima, ela se aproxima enquanto pega na minha cock e me pergunta se eu queria fazer de novo — Claro que sim! Tentamos com ela sentando em cima de mim mas era desconfortável pra ela então voltamos pro velho e confiável quatro patas, dessa vez usei saliva pra lubrificar o Booty dela.
Isso que fizemos ficou tudo ali, só aproveitávamos, em nenhum momento falamos sobre isso nem nada parecido durante aqueles dias, tava bem implícito e acho que foi melhor assim porque senão acabava tudo. A parada era dar vazão aos nossos impulsos, aproveitar o momento só.
Naquele sábado de novo fiquei no sofá mas não liguei, fiz tudo que queria… Com o Booty da Sabrina.
No domingo recebemos visita de uns tios e primos, ficaram até a noite e não deu pra fazer nada com a Sabrina porque terminamos Muito cansados… de aturar otários.
Na segunda-feira, 31, passamos a virada de ano novo entre os cinco, bem tranquilos e bebendo bastante da minha parte. Meu sobrinho dormiu nos braços da minha velha lá pelas 3 da manhã, mais ou menos, e foi o sinal pra todo mundo ir dormir. Com a Sabrina, terminamos de arrumar tudo e fomos dormir, esperamos um pouco pra ver se meu sobrinho queria a mãe dele, mas como ele não apareceu, fomos direto pra cama. Enquanto estávamos de quatro transando, ela me diz: "Goza na minha boca, por favor, quantas vezes você quiser…" Por que toda vez que ela me falava algo, eu ficava tão louco? "Sim, sim", eu respondia, e como ela já me conhecia, antes de eu gozar, ela fazia um movimento rápido e eu terminava de joelhos, como estava, e ela de boca aberta, me punhetando e engolindo meu gozo. Com dois dias acumulando gozo, eu tava excitadíssimo, você imagina. Descansamos um pouco e fizemos de novo, dessa vez eu tava por baixo e ela por cima, e quando eu ia gozar, ela fez a mesma coisa: saiu bem na hora e levou meu gozo pra boca dela. Me deixou acabado.
No outro dia, terça, era o último dia de visita dela, já que ela tinha que voltar pra casa com meu cunhado. Enquanto ela dormia, aproveitei pra fazer um oral matinal e gozar o que restava do meu gozo na buceta dela.
Quando gozei, fiquei um tempinho ali acariciando ela. Ela acorda e me diz: "A gente se divertiu, agora arruma uma namorada que não seja tão louca, hein!" Pega meu celular e começa a ver as fotos que tirei dela, apagou a maioria e me devolveu.
Durante aquele dia, preparamos tudo pra volta dela, acompanhamos eles até o aeroporto e nos despedimos com um abraço forte.
Ainda olho essas fotos e é difícil acreditar nisso, mas como eu disse antes, e se não disse, digo agora: a Sabrina tem as coisas muito claras, sabe o que quer e faz. Eu, por minha vez, não vou negar que tudo isso me excita e aproveitei a oportunidade. Agora, e se rolar de novo? Bom, vamos ver as condições, o contexto.
Muitas valeu por ler, por comentar e pelos pontos. Escrever aqui me ajuda a não guardar pra mim e deixar só rodando na minha cabeça. Saudações a todos e boas punhetas.
Agora, pra atualizar as coisas: a Sabrina continua feliz no casamento, meu sobrinho tem três anos e a outra novidade é que vou ser tio pela segunda vez. A gente tem um grupo no WhatsApp pra manter contato, e foi por lá que a Sabrina contou a boa nova. Essas foram as fotos que ela mandou no grupo pra dar a notícia:


E entre tanta notícia boa, ela também falou que ia vir com meu sobrinho passar Natal e Ano Novo com a gente. Meu cunhado, por causa do trampo (ele tem vários restaurantes em Mendoza e San Juan), nas festas e nos eventos que organizam é quando mais faturam, então decidiu ficar pra trabalhar, já que ano passado tinha ido muito bem. Mas ela, que tava grávida e sem saco pra ficar atendendo festa dos outros, se mandou pra cá.
Por mim, finalmente tô morando sozinho. Depois da minha história com a minha ex, a feminazi, não saí com mais ninguém. Mas também, faz pouco tempo (um mês e pouco), foquei no trampo, tô levando tudo mais na calma pra dar uma arejada depois daquela história-histeria. Mas a vontade de foder que eu tenho, não vou negar que tenho, mas por enquanto é na punheta mesmo. E essa notícia, vocês imaginam como me deixou cheio de ansiedade e tesão lá em cima.
Nos preparativos pra visita na casa dos meus pais, meu quarto ficou quase do jeito que eu deixei antes de ir embora, mas o da Sabrina virou meio que um depósito, então não tava em condições de ninguém dormir lá (é, meus pais enrolaram pra arrumar ele). Mas isso não foi problema, como vocês podem imaginar. Meus pais, felizes com a visita do primeiro neto, organizaram tudo do jeito deles (e nosso). Ele dorme com eles no quarto deles, e a Sabrina no meu quarto. E eu, nem lento nem preguiçoso, inventei uma desculpa pra ficar esses dias lá. A primeira coisa que falei foi que queria estar com eles, segundo que o trampo fica quase na mesma distância, e terceiro, e mais excitante, foi essa foto que a Sabrina me mandou dizendo "Se prepara":


A verdade é que eu não esperava nada disso (embora não vou mentir, eu desejava sim). Com ela, a gente trocava mensagem de vez em quando, mas nunca falava sobre o que a gente tinha feito. E, apesar de eu ter as melhores lembranças (e saudade, por que não, também), ainda tinha uma esperança de que rolasse de novo, pelo menos mais uma vez. E parece que essa era a oportunidade, então não ia deixar passar.
Quinta-feira, dia 20, elas chegaram. Saí do trampo e fui direto pra casa dos meus pais. Tudo muito lindo, boas-vindas, abraços, beijos, blá, blá, blá...
Meus pais estavam super felizes, nem preciso dizer. Depois do jantar e de um tempinho de conversa, meu sobrinho começou a dormir sentado, então meus pais levaram ele pra cama e foram ver TV. Eu e a Sabrina ficamos pra terminar de juntar a louça. Enquanto a gente falava de qualquer coisa, ela começou a lavar os pratos e eu, terminando de juntar tudo, fiquei com ela. Minha cabeça só pensava numa coisa: foder com ela. Sabia que tinha que esperar até a hora de dormir, mas não aguentava mais de tanta ansiedade. Aí, enquanto ela lavava os pratos, cheguei por trás dela, me encostei na bunda dela enquanto segurava a cintura dela, acariciando a barriga de cinco meses de gravidez (sim, tinha muito morbo nisso tudo e, por tabela, mais tesão ainda). Não liguei se meus pais e meu sobrinho estavam dormindo ou não, tava muito excitado e ansioso. E aí, cês acham que ela me afastou ou falou alguma coisa pra negar? Não, nem perto. A gostosa empinava a bunda e se esfregava na minha cintura. Ela tava usando um vestido meio solto e uma tanga por baixo. Do jeito que a gente tava, puxei a tanga dela pro lado e baixei minha bermuda. Molhei a cabeça da minha pica e comecei a entrar devagar. Quando tava bem dentro, fiquei acariciando ela um pouco até que, com uma mão, tampei a boca dela e, com a outra, segurei a cintura dela pra começar a me mexer. Sentia o hálito quente dela na palma da minha mão e a buceta dela esquentando minha pica também. Muita tesão e muito nervosismo da minha parte, tava eufórico pra caralho. Acho que não passaram nem 10 minutos quando soltei um jato de porra dentro dela que eu tava guardando há cinco dias. Fiquei um tempinho dentro dela tentando me acalmar, enquanto ela ria e me apertava. Quando saí devagar, ela passou a mão pra pegar a porra que deixei lá dentro — saiu bastante mesmo — e, me olhando, disse:
“Caralho, tava cheio, hein hahaha. Vou tomar um banho, me espera na cama que a gente continua mais um pouco.” E foi se lavar, eu fui pro quarto. Tava no osso.
Embora a parada na cozinha tenha sido bem impulsiva da minha parte, a Sabrina sabia muito bem o que queria. Eu não fazia ideia de como ia seguir o rolé, queria foder com ela, mas não só de conchinha (como nos velhos tempos), nada disso — queria fazer direito, curtir e aproveitar o momento. Ela voltou do banho enrolada na toalha e, quando entrou, tirou a toalha e, pelada como veio ao mundo, me disse: “O que a gente faz?” com aquele olhar e sorriso safado que eu acho que deixava vários caras loucos. Puxei ela pra perto e a gente se ajeitou pra um 69 — nunca tinha feito com ela e tava morrendo de vontade. Devemos ter ficado uns 45 minutos. Ela montou em mim por um bom tempo e depois, sem muita preocupação se alguém lá fora ia ouvir, a gente meteu de quatro, fazendo a bunda dela bater na minha cintura. Eu curtindo pra caralho e ela se esfregando no clitóris pra gozar comigo. Quando acabamos, a gente se ajeitou de conchinha e dormimos assim.
Quando acordei pra ir trampar, ela tava super confortável dormindo na minha cama (eu dormi no colchão no chão, óbvio). Olhei pra ela, acariciei um pouco, ela se mexeu e, quando puxei o lençol, vi que ela tava completamente pelada. Na hora, a pica ficou duríssima. Então me deitei do lado dela, levantei a perna dela e comecei a aproximar minha pica da buceta dela, devagarzinho fui entrando, com ela gemendo meio dormindo. Muito lentamente comecei a foder ela e, quando ia gozar... Enfio o máximo que consigo e quando vou soltar a porra, ela solta um gemido enquanto apertava minha mão. Saio devagar e vou pro trampo.
Naquela sexta a gente passou muito gostoso em família, montamos a piscininha mais pro meu sobrinho, mas no final todo mundo entrava. Com aquela barriguinha e de biquíni, a Sabrina tava lindíssima. À noite, na cama, antes de "dormir", pergunto se podia tirar umas fotos pra ter de lembrança, e ela respondeu: "Tira, mas depois quero ver". No fim, só deixou três, mas já é alguma coisa.
Claro que eu não ia deixar passar minha história com minha ex, mesmo tendo contado um pouco, ela não parava de me zoar, fazer piadinhas e essas coisas que irmãs costumam fazer. No meio do boquete que ela tava me fazendo, pergunta se minha ex sabia fazer aquilo e começa a engolir meu pau no melhor estilo deep-throat, como se fosse nada, eu tava louco. Ela faz de novo e, na terceira vez, antes de gozar, tremendo, tiro uma foto dela com a porra na boca e morrendo de rir.

No sábado, ela foi visitar uma amiga que também tem filhos, e eu fiquei com meus velhos arrumando umas paradas em casa. Sabrina se atrasou e acabou dormindo na casa da amiga, o que foi bom pra mim, porque deu pra recarregar as energias.
No domingo, fomos na casa da vó, que tava morrendo de vontade de ver o bisneto. Lá não deu pra fazer nada, se tão perguntando, e pra piorar, na volta meu sobrinho tava insuportável, e no fim fui dormir na sala.
Na segunda-feira, dia 24, começamos cedo colocando a casa em ordem. Eu tentava me distrair fazendo coisas, porque com a buceta que eu tava carregando e a Sabrina andando de biquíni, marcando a xereca sem vergonha, tava me deixando louco, e ela sabia disso.
Ao meio-dia, meus velhos foram tirar um cochilo, e por sorte meu sobrinho também tava cansado de tanta piscina e foi dormir um pouco com eles. Assim que foram dormir, Sabrina me olhou e foi pro meu quarto. Nem lento nem preguiçoso, fui atrás. Quando entrei, ela tava completamente pelada com aquele sorriso característico dela e disse: "Tá muito necessitado, irmãozinho", e abriu as pernas. Meu Deus, a buceta que ela tinha tava me deixando louco, e tinham passado só dois dias. Essa foi a primeira vez que a gente fez cara a cara, olhando nos olhos, mas sem beijo. Foi muito louco porque, apesar de fazer de tudo, não rolava de nos beijarmos... Aqui vai uma foto dela de quatro:

A noite de Natal passamos em casa como planejado, com a visita da vovó. Bebi pra caralho, misturando tudo. Ficamos na resenha até as 3 da manhã, meu sobrinho correndo pra todo lado, tudo muito lindo. Quando todo mundo foi dormir, ficamos conversando com a Sabrina um pouco enquanto arrumávamos tudo. Tava difícil fazer alguma coisa porque a vovó ficava com a gente, no meu quarto pra ser mais exato.
Estando em casa dando voltas, não me excedia nem nada, mas como todo mundo tava dormindo enquanto a gente ia e vinha (e com a bebedeira que eu tava carregando), eu olhava pra ela e acariciava enquanto ela ria ou se fazia de sonsa. Quando terminamos de arrumar tudo, ela me pega pela mão e me leva pra cozinha, se abaixa, me abaixa a bermuda, a cueca e começa a me chupar fazendo aquele barulho típico que te faz entender que ela tá saboreando, e o mais excitante é que não parava de olhar direto nos meus olhos. Eu acariciava ela enquanto ela chupava e chupava sem parar. Antes de gozar, ela pergunta: "Você tem gozo pra mim?" e mal terminou de falar isso, comecei a gozar na boca dela. Com a mão dela, apertou forte minha rola me fazendo tremer. Ela engoliu meu gozo e me chupou por um bom tempo mais. Assim que terminou, se levantou, me deu um carinho na bochecha e foi dormir, enquanto isso eu fiquei um tempão na cozinha tentando me ajeitar. A bebedeira passou como se nada, e fui dormir no sofá da sala como uma pedra.
Na terça, meu sobrinho me acordou jogando os brinquedos dele em cima de mim. Levantei melhor do que nunca e ficamos na piscina a manhã inteira até o almoço. À tarde, tinha planejado ir pro meu apê pra ver se tava tudo em ordem e me ocorreu que podia levar a Sabrina com a desculpa de mostrar o apê, mas nesse dia a Sabrina não tava se sentindo muito bem, nada pra se preocupar, mas ficou o dia todo deitada. Quando voltei à noite, ela já tava melhor, mas não deu pra fazer nada. A vovó continuava de visita.
Tanto na quarta quanto na... Na quinta-feira trabalhei igual um condenado e cheguei na casa dos meus pais morto de cansado. Depois do jantar, tomei um banho e fui direto pra cama. Na quarta não fizemos nada, mas na quinta sim. Sabrina foi primeiro pro quarto e quando entrei, ela tava me esperando completamente pelada. Ela perguntou o que eu queria fazer e se tinha algo que eu queria dela. Era a bunda dela, falei isso, e ela respondeu que naquela noite não, mas pra eu me preparar pro sábado. Não acreditei.
Depois de um tempão fazendo 69, quando estávamos de quatro, tirei essa foto dela:
Finalmente gozamos juntos, eu continuei dentro dela e ela veio na segunda. Dessa vez ela montou em mim por um tempo e depois começou a pular. O som da bunda dela batendo na minha cintura me deixava louco. Dessa vez, antes de gozar, eu tava de barriga pra cima e ela em cima de mim. Virei ela e coloquei ela por cima, mas de barriga pra cima, pra poder acariciar a pussy dela enquanto metia. Acariciei o clitóris dela pra ela gozar e, antes que isso acontecesse, com a outra mão fiz o mesmo da primeira noite: tampei a boca dela pra não fazer muito barulho. E assim ela gozou, apertando meu pau com a pussy dela, tremendo e gemendo. Assim que ela gozou, continuei me mexendo até gozar. Foi lindo. Nos acomodamos e dormimos na nossa posição favorita: de conchinha.
No dia seguinte, sexta, acordei cedo de novo e não aguentei ter ela ali. Fui pra conchinha. As transas matinais são uma das coisas mais gostosas que existem, e se der pra gozar dentro, melhor ainda, né? Pois é, foi assim.
Sexta à noite, tive que dormir no sofá da sala porque meu sobrinho queria dormir com a mãe dele, então beleza.
No sábado, não teve soneca dos velhos com o sobrinho, mas eles três saíram, então aproveitamos com a Sabri que a casa era nossa. Naquela tarde, Sabrina me entregou a bunda. Depois de tomar banho (e se preparar), já no quarto, ela perguntou se eu tinha lubrificante. Como não tinha, ela disse: “Não importa, a porra serve…” Meu Deus…
Como sempre, não me importei com nada, meti. Coloquei ela de quatro e comecei a beijar as nádegas dela até chegar no asterisco, primeiro um beijo pra testar e tava bem limpinha, outro beijo dessa vez um pouco mais longo e depois sim comecei a meter a língua enquanto com as mãos acariciava ela de cima pra baixo apertando e voltando a acariciar as nádegas dela. Ela se mexia me fazendo saber que tava gostando. Primeiro entrei na pussy dela, depois de um tempo ela me fala: “Joga a porra no meu Booty e aí entra.” Foi uma das coisas mais yummy e gostosas que já experimentei até agora. Gozei um pouco dentro da pussy dela e o resto da porra usei pra entrar no Booty dela, uma vez dentro comecei a me mexer de novo mas bem devagar porque sentia que a Sabrina tava sentindo um pouco de dor embora isso não impedisse ela de se acariciar o clitóris. Toda hora ela me falava pra não sair, pra ficar lá. Quando não aguentei mais me mexi um pouco mais forte, e como não tinha ninguém, ela gritava de prazer, gozei apertando as nádegas dela com força, me mexi mais um pouco até sair. Ela pegou e chupou ele um pouco. Eu tava no céu. Descansamos um tempo, tomamos um pouco de suco de laranja, eu tava deitado no colchão de barriga pra cima, ela se aproxima enquanto pega na minha cock e me pergunta se eu queria fazer de novo — Claro que sim! Tentamos com ela sentando em cima de mim mas era desconfortável pra ela então voltamos pro velho e confiável quatro patas, dessa vez usei saliva pra lubrificar o Booty dela.
Isso que fizemos ficou tudo ali, só aproveitávamos, em nenhum momento falamos sobre isso nem nada parecido durante aqueles dias, tava bem implícito e acho que foi melhor assim porque senão acabava tudo. A parada era dar vazão aos nossos impulsos, aproveitar o momento só.
Naquele sábado de novo fiquei no sofá mas não liguei, fiz tudo que queria… Com o Booty da Sabrina.
No domingo recebemos visita de uns tios e primos, ficaram até a noite e não deu pra fazer nada com a Sabrina porque terminamos Muito cansados… de aturar otários.
Na segunda-feira, 31, passamos a virada de ano novo entre os cinco, bem tranquilos e bebendo bastante da minha parte. Meu sobrinho dormiu nos braços da minha velha lá pelas 3 da manhã, mais ou menos, e foi o sinal pra todo mundo ir dormir. Com a Sabrina, terminamos de arrumar tudo e fomos dormir, esperamos um pouco pra ver se meu sobrinho queria a mãe dele, mas como ele não apareceu, fomos direto pra cama. Enquanto estávamos de quatro transando, ela me diz: "Goza na minha boca, por favor, quantas vezes você quiser…" Por que toda vez que ela me falava algo, eu ficava tão louco? "Sim, sim", eu respondia, e como ela já me conhecia, antes de eu gozar, ela fazia um movimento rápido e eu terminava de joelhos, como estava, e ela de boca aberta, me punhetando e engolindo meu gozo. Com dois dias acumulando gozo, eu tava excitadíssimo, você imagina. Descansamos um pouco e fizemos de novo, dessa vez eu tava por baixo e ela por cima, e quando eu ia gozar, ela fez a mesma coisa: saiu bem na hora e levou meu gozo pra boca dela. Me deixou acabado.
No outro dia, terça, era o último dia de visita dela, já que ela tinha que voltar pra casa com meu cunhado. Enquanto ela dormia, aproveitei pra fazer um oral matinal e gozar o que restava do meu gozo na buceta dela.
Quando gozei, fiquei um tempinho ali acariciando ela. Ela acorda e me diz: "A gente se divertiu, agora arruma uma namorada que não seja tão louca, hein!" Pega meu celular e começa a ver as fotos que tirei dela, apagou a maioria e me devolveu.
Durante aquele dia, preparamos tudo pra volta dela, acompanhamos eles até o aeroporto e nos despedimos com um abraço forte.
Ainda olho essas fotos e é difícil acreditar nisso, mas como eu disse antes, e se não disse, digo agora: a Sabrina tem as coisas muito claras, sabe o que quer e faz. Eu, por minha vez, não vou negar que tudo isso me excita e aproveitei a oportunidade. Agora, e se rolar de novo? Bom, vamos ver as condições, o contexto.
Muitas valeu por ler, por comentar e pelos pontos. Escrever aqui me ajuda a não guardar pra mim e deixar só rodando na minha cabeça. Saudações a todos e boas punhetas.
4 comentários - Unos días de consuelo con mi media hermana (100% real+fotos