Era uma manhã e eu estava sozinho em casa, esperando dar três da tarde para minha família chegar. Todos trabalham ou estudam, mas eu estava de férias. Minha vizinha, uma mulher de 45 anos, pele branca, seios pequenos mas com uma bunda linda, já me fez me masturbar várias vezes por causa do tipo de roupa que ela usa – shorts curtíssimos que apertavam aquela bunda maravilhosa. Naquele dia, ela me chamou porque sabia que eu estaria em casa, para consertar uns vazamentos na casa dela (eu engoli o pretexto, porque sabia que estávamos no verão), mas para ver aquela bunda, eu trabalhava no que fosse. Quando cheguei, ela me cumprimentou e mostrou onde estavam os vazamentos. Subiu numa escada e me pediu para segurá-la. Fiquei perplexo ao ver tão de perto aquela bunda linda, e senti um perfume que me excitou na hora. Quase por impulso, beijei sua bunda. Ela não disse nada, só me olhou. Eu fiquei com vergonha e pedi desculpas, ela apenas balançou a cabeça concordando.
Subi no telhado para vedar os vazamentos. Quando terminei, ainda estava de pau duro, lembrando do que tinha feito, e comecei a me masturbar. Estava tão tranquilo no telhado, relembrando aquela bunda, que não percebi que estava sendo observado. Ela subiu no telhado para me trazer um pouco de água e se surpreendeu ao me ver me masturbando. Quando virei e a vi, me assustei e me levantei, puxando a calça rápido. Ela só me observou e desceu.
Quando terminei tudo, ela estava me esperando lá embaixo. Envergonhado, me aproximei e pedi mil desculpas. Ela me disse:
— Por que está pedindo desculpas? É normal o que você estava fazendo, mas me diz: em quem você estava pensando para se masturbar daquele jeito?
— Em ninguém.
— Não acredito, você estava com ele a mil quando te vi.
Pensei em arriscar, já que ela já me tinha visto, o que mais eu tinha a perder:
— Estava lembrando daquela bunda linda que beijei.
— Como pode pensar isso? Eu já estou velha.
— Nem um pouco.
— Sério, eu poderia ser sua mãe.
Não deixei ela terminar e dei um beijo nela, que ela não recusou. Ela meteu a língua na minha boca e eu meti a minha na dela, nós... Beijamos como loucos, eu enquanto encaixava minha pica na sua pelve, desci minhas mãos por sua bunda. Ela soltou um gemido da garganta, foi o sinal que esperava.
- Vem, vamos pra cama, vamos ficar mais confortáveis.
Quando chegamos no quarto, minha pica já não suportava a prisão da minha calça, parecia que o zíper ia estourar. Ela percebeu e libertou o prisioneiro, colocou na boca e me deu o melhor boquete da minha vida. Ficou assim um bom tempo, quando eu estava prestes a gozar, avisei e ela respondeu:
- Me dá todo seu leitinho, papi.
Gozei como nunca tinha gozado antes. Ela se levantou e me beijou de novo. Eu desci pelo pescoço dela e beijei aqueles seios pequenos, mas extremamente duros, chupei e ela gemeu como uma louca. Desci pela barriga, marcando meu caminho com a língua, quando cheguei na sua buceta, com os dentes puxei a calcinha que estava encharcada dos seus fluidos. Quando vi em todo seu esplendor, não me contive e enfiei meu rosto entre suas pernas. Ela gemeu como louca, se contorcia e gritava como possuída. Eu não parei até meu rosto ficar banhado nos seus fluidos.
Nessa hora, minha pica já estava querendo entrar em ação. Me levantei e coloquei a cabeça do meu pau no seu clitóris inchado e esfreguei com carinho. Ela gritou:
- Tô gozando, amor, tô gozando!
Minha pica ficou toda molhada, aproveitei e enfiei de uma vez. Ela arqueou as costas na cama e comecei a meter devagar, sentindo toda a sua buceta, cada cantinho com meu pau. Ela gemeu e aos poucos fui acelerando. Ficamos assim por 40 minutos, mudando de posições, e ela gozou umas duas vezes, até que não aguentei mais e disse que ia gozar de novo. Ela só me olhou e falou:
- Goza, amor, goza.
Jorrei ainda mais porra que da primeira vez dentro dela. Depois, ela se contorceu, anunciando outro orgasmo. Sem sair de dentro, virei ela na minha direção e olhei pro seu rosto. Nos beijamos de novo e ela disse:
- Foi fantástico, obrigada. Espero que a gente repita logo.
- Claro que sim, foi o melhor sexo da minha vida.
Depois disso, nós... entramos no chuveiro e ficamos mais 30 minutos transando, onde gozamos várias vezes. Depois disso, nos despedimos com um beijo gostoso de língua e prometemos repetir. Desde aquela vez, já se passaram 4 anos em que transamos como loucos por toda a casa dela e pela minha, mesmo depois que ela se casou e teve 2 filhos.
Subi no telhado para vedar os vazamentos. Quando terminei, ainda estava de pau duro, lembrando do que tinha feito, e comecei a me masturbar. Estava tão tranquilo no telhado, relembrando aquela bunda, que não percebi que estava sendo observado. Ela subiu no telhado para me trazer um pouco de água e se surpreendeu ao me ver me masturbando. Quando virei e a vi, me assustei e me levantei, puxando a calça rápido. Ela só me observou e desceu.
Quando terminei tudo, ela estava me esperando lá embaixo. Envergonhado, me aproximei e pedi mil desculpas. Ela me disse:
— Por que está pedindo desculpas? É normal o que você estava fazendo, mas me diz: em quem você estava pensando para se masturbar daquele jeito?
— Em ninguém.
— Não acredito, você estava com ele a mil quando te vi.
Pensei em arriscar, já que ela já me tinha visto, o que mais eu tinha a perder:
— Estava lembrando daquela bunda linda que beijei.
— Como pode pensar isso? Eu já estou velha.
— Nem um pouco.
— Sério, eu poderia ser sua mãe.
Não deixei ela terminar e dei um beijo nela, que ela não recusou. Ela meteu a língua na minha boca e eu meti a minha na dela, nós... Beijamos como loucos, eu enquanto encaixava minha pica na sua pelve, desci minhas mãos por sua bunda. Ela soltou um gemido da garganta, foi o sinal que esperava.
- Vem, vamos pra cama, vamos ficar mais confortáveis.
Quando chegamos no quarto, minha pica já não suportava a prisão da minha calça, parecia que o zíper ia estourar. Ela percebeu e libertou o prisioneiro, colocou na boca e me deu o melhor boquete da minha vida. Ficou assim um bom tempo, quando eu estava prestes a gozar, avisei e ela respondeu:
- Me dá todo seu leitinho, papi.
Gozei como nunca tinha gozado antes. Ela se levantou e me beijou de novo. Eu desci pelo pescoço dela e beijei aqueles seios pequenos, mas extremamente duros, chupei e ela gemeu como uma louca. Desci pela barriga, marcando meu caminho com a língua, quando cheguei na sua buceta, com os dentes puxei a calcinha que estava encharcada dos seus fluidos. Quando vi em todo seu esplendor, não me contive e enfiei meu rosto entre suas pernas. Ela gemeu como louca, se contorcia e gritava como possuída. Eu não parei até meu rosto ficar banhado nos seus fluidos.
Nessa hora, minha pica já estava querendo entrar em ação. Me levantei e coloquei a cabeça do meu pau no seu clitóris inchado e esfreguei com carinho. Ela gritou:
- Tô gozando, amor, tô gozando!
Minha pica ficou toda molhada, aproveitei e enfiei de uma vez. Ela arqueou as costas na cama e comecei a meter devagar, sentindo toda a sua buceta, cada cantinho com meu pau. Ela gemeu e aos poucos fui acelerando. Ficamos assim por 40 minutos, mudando de posições, e ela gozou umas duas vezes, até que não aguentei mais e disse que ia gozar de novo. Ela só me olhou e falou:
- Goza, amor, goza.
Jorrei ainda mais porra que da primeira vez dentro dela. Depois, ela se contorceu, anunciando outro orgasmo. Sem sair de dentro, virei ela na minha direção e olhei pro seu rosto. Nos beijamos de novo e ela disse:
- Foi fantástico, obrigada. Espero que a gente repita logo.
- Claro que sim, foi o melhor sexo da minha vida.
Depois disso, nós... entramos no chuveiro e ficamos mais 30 minutos transando, onde gozamos várias vezes. Depois disso, nos despedimos com um beijo gostoso de língua e prometemos repetir. Desde aquela vez, já se passaram 4 anos em que transamos como loucos por toda a casa dela e pela minha, mesmo depois que ela se casou e teve 2 filhos.
1 comentários - Mi vecina puta