Vou começar me apresentando. Meu nome é Andrés, tenho 20 anos e, por causa do 35º aniversário de casamento dos meus pais, meu pai decidiu nos levar de férias para a Jamaica. O que poderia dar errado? Só que minha mãe, Norma, tinha certos problemas com o corpo dela. Ela tinha um corpo bonito, mas era um pouco gordinha. Por causa disso, meu pai, que é um homem muito gostoso, pagou uma cirurgia de quase meio milhão de dólares pra minha mãe, onde toda a gordura dela seria transferida pra bunda e pros peitos dela. Ela já era uma senhora nos seus 50 anos, mas, caramba, isso rejuvenesceu ela. Por causa disso, minha mãe começou a chamar atenção em todo lugar, mas ela era uma mãe amorosa e uma esposa fiel e adorável; ela e meu pai se amavam! De qualquer forma, com o corpo novo dela, estávamos prontos pra ir de férias pra Jamaica!
Mamãe tava pronta pra ir pra Jamaica e meu pai já tinha comprado as passagens de primeira classe. Logo na hora de descer do avião, sentimos um fedor nojento de maconha, algo que minha mãe odiava, por pouco a gente não ia pra Espanha (ah, como eu queria que tivesse sido assim), mas meu pai convenceu ela a ficar... ele não sabia que tava levando minha mãe direto pras garras do predador... Saindo do aeroporto, só tinha adolescente de 15 a 17 anos fumando maconha e com olhares ameaçadores (os bastardos eram gigantes!). Meu pai e eu percebemos que ele e eu estávamos sendo encarados com caras ameaçadoras, mas minha mãe dizia que todo mundo parecia muito amigável (isso porque olhavam pra ela diferente... claro que sim! Ela tava uma gostosa). Um moleque que fedia a maconha começou a nos seguir até chegar no hotel, mas só eu percebi, porque meu pai só acompanhava minha mãe como um cavalheiro, protegendo ela de qualquer vagabundo, quem dera ele tivesse feito melhor o trabalho dele no futuro... Um tempo depois, resolvi ir pra praia enquanto meus pais ficaram no hotel, e lá encontrei esse cara que nos seguiu, que me derrubou com um soco. — Ei, imbecil, cadê aquela buceta com pernas que tava com vocês? Eu respondi no chão, com o nariz sangrando: — Não chama minha mãe assim, ela é boa demais pra você e nunca ia dar bola pra um macaco igual você. Ele me deu um chute e falou: — Então quero que avise seus pais que vocês tão no território do Shamar e aqui eu pego o que eu quero. Qual é o nome da sua mãe? — Isso não é da sua conta. E com outro chute ele arrancou o nome de mim: — Aaaa Norma, minha mãe se chama Norma. E ele puxou a rola, a maior e mais nojenta que eu já vi, de verdade, fedia horrível! Não dá pra descrever aquele fedor nojento com palavras.
—Diga pra Norma que ela vai receber a visita do Shamar em breve, e fala pro seu pai que, pelo bem dele, não se meta nos meus assuntos. Foi assim que ele arrancou a chave do quarto do hotel da minha mão, que tinha toda a informação de onde a gente tava hospedado. E com um golpe só, me deixou desacordada. Quando acordei, corri pro hotel toda cheia de hematomas pra avisar meus pais sobre esse filho da puta. Chegando lá, minha mãe ficou puta com o que tinha acontecido, e meu pai disse que ia dar o troco. Eu pedia pra gente ir embora, mas eles decidiram ficar. No dia seguinte, resolvemos ir pra praia em família. Eu tava morrendo de medo do Shamar nos ver e fazer alguma merda, mas não aconteceu nada... pelo menos até meus pais voltarem pro hotel. Minha mãe tava tão feliz com o novo corpo dela de meio milhão de dólares (literalmente).
Depois de um tempo, notei o Shamar nos olhando de longe, mas o viadinho não teve coragem de chegar perto, acho que por causa do meu pai, o que me deixou tranquila. De qualquer forma, depois de uma hora, meus pais foram pro hotel, e eu fiquei mais uma hora, curtindo... sem... o Shamar à vista...?
Continua na parte 2...
Mamãe tava pronta pra ir pra Jamaica e meu pai já tinha comprado as passagens de primeira classe. Logo na hora de descer do avião, sentimos um fedor nojento de maconha, algo que minha mãe odiava, por pouco a gente não ia pra Espanha (ah, como eu queria que tivesse sido assim), mas meu pai convenceu ela a ficar... ele não sabia que tava levando minha mãe direto pras garras do predador... Saindo do aeroporto, só tinha adolescente de 15 a 17 anos fumando maconha e com olhares ameaçadores (os bastardos eram gigantes!). Meu pai e eu percebemos que ele e eu estávamos sendo encarados com caras ameaçadoras, mas minha mãe dizia que todo mundo parecia muito amigável (isso porque olhavam pra ela diferente... claro que sim! Ela tava uma gostosa). Um moleque que fedia a maconha começou a nos seguir até chegar no hotel, mas só eu percebi, porque meu pai só acompanhava minha mãe como um cavalheiro, protegendo ela de qualquer vagabundo, quem dera ele tivesse feito melhor o trabalho dele no futuro... Um tempo depois, resolvi ir pra praia enquanto meus pais ficaram no hotel, e lá encontrei esse cara que nos seguiu, que me derrubou com um soco. — Ei, imbecil, cadê aquela buceta com pernas que tava com vocês? Eu respondi no chão, com o nariz sangrando: — Não chama minha mãe assim, ela é boa demais pra você e nunca ia dar bola pra um macaco igual você. Ele me deu um chute e falou: — Então quero que avise seus pais que vocês tão no território do Shamar e aqui eu pego o que eu quero. Qual é o nome da sua mãe? — Isso não é da sua conta. E com outro chute ele arrancou o nome de mim: — Aaaa Norma, minha mãe se chama Norma. E ele puxou a rola, a maior e mais nojenta que eu já vi, de verdade, fedia horrível! Não dá pra descrever aquele fedor nojento com palavras.
—Diga pra Norma que ela vai receber a visita do Shamar em breve, e fala pro seu pai que, pelo bem dele, não se meta nos meus assuntos. Foi assim que ele arrancou a chave do quarto do hotel da minha mão, que tinha toda a informação de onde a gente tava hospedado. E com um golpe só, me deixou desacordada. Quando acordei, corri pro hotel toda cheia de hematomas pra avisar meus pais sobre esse filho da puta. Chegando lá, minha mãe ficou puta com o que tinha acontecido, e meu pai disse que ia dar o troco. Eu pedia pra gente ir embora, mas eles decidiram ficar. No dia seguinte, resolvemos ir pra praia em família. Eu tava morrendo de medo do Shamar nos ver e fazer alguma merda, mas não aconteceu nada... pelo menos até meus pais voltarem pro hotel. Minha mãe tava tão feliz com o novo corpo dela de meio milhão de dólares (literalmente).
Depois de um tempo, notei o Shamar nos olhando de longe, mas o viadinho não teve coragem de chegar perto, acho que por causa do meu pai, o que me deixou tranquila. De qualquer forma, depois de uma hora, meus pais foram pro hotel, e eu fiquei mais uma hora, curtindo... sem... o Shamar à vista...?
Continua na parte 2...
1 comentários - Meu bully jamaicano e minha mãe