IMPORTANTE!! Este relato é para um amigo @Mesias2655, que me contou a fantasia dele com fotos da mulher dele e eu tentei dar asas. Agradeço os pontos e comentários sobre o relato e as fotos, a gente lê tudo. Valeu como sempre.
Meu nome é Matias e Vanesa é minha esposa, somos um casal passando dos 30 e estamos juntos desde adolescentes. Nesse tempo todo, perto dos 20, tivemos uma separação porque descobri algumas traições. Com o tempo, voltamos a nos falar e o amor ressurgiu. Eu estava meio magoado, mas ela jurou que fez aquilo por putaria e por influência das amigas. Aceitei as desculpas pra seguir nosso caminho juntos. Faço essa breve introdução pra vocês entenderem melhor como a parada tá nessa história.
Com o passar dos anos, fui esquecendo a dor que senti naquela época, mas surgiu uma coisa nova, um tesão doentio. Eu ficava excitado e batia uma escondido pensando em como outros homens tinham comido minha namorada naquela época. Cheguei ao ponto de preferir, de certa forma, imaginar isso do que transar de verdade. Via vídeos de cuckold e minha mente explodia imaginando que éramos nós. Esse tesão aumentou tanto que virou um desejo. Eu queria saber mais e, mesmo não tendo certeza de como reagiria na hora, queria ver com meus próprios olhos. Mas como chegaria nisso?
Li muitos fóruns e experiências de pessoas que estiveram no meu lugar. A maioria concordava que foi melhor do que imaginavam e que agora não conseguiam parar. A vontade de ver a mulher deles com outra pessoa transando era única. Comecei devagar, dando indiretas na hora que a gente transava, tentando despertar esse tesão nela também. Dava um consolador pra ela chupar ou colar no encosto da cama, e enquanto ela me chupava de quatro, ao mesmo tempo se sentava nele. Tentava fazer ela imaginar que era outro. "Você gostaria que fosse algum amigo meu? Qual? Um colega de trabalho?" Com certeza, você tem algum que tá de olho em você? atrás. Aos poucos, ela foi se envolvendo cada vez mais no jogo, a ponto de decidir quem ela escolheria naquela noite.
Ela é enfermeira e chegou a me contar que um médico, mesmo sendo casado, dá em cima dela e pergunta por ela às colegas. Quase sempre o escolhido era ele; se ela não fizesse isso, eu fazia por ela. O sobrenome dele sempre era ouvido na hora do fuck: "Schiffer". O tratamento no ambiente de trabalho é sempre pelo sobrenome, não pelo nome, como no comum.
Uma noite, depois de transar e fantasiar com aquele homem, a Vane me fez a pergunta que eu tanto esperava.
V: Love, por que a gente faz isso de fantasiar com outra pessoa? O que te excita? O que você está procurando?
Eu: Depois que você me chifrou...
V: Você sempre vai ter isso na cabeça. Já te falei que era nova e idiota. Por que voltou comigo? — disse, irritada.
Eu: Me deixa terminar de falar?
V: Se você vai voltar com o mesmo assunto, a gente encerra a conversa aqui.
Eu: Me deixa terminar de falar?
V: Sim.
Eu: Depois de tudo que aconteceu e a gente voltou, eu deixei tudo pra trás, mas faz um tempo que não consigo parar de te imaginar com outros caras.
V: O que você quer dizer com isso?
Eu: Que quero te ver com outro homem.
V: Não é só um jogo?
Eu: Não, quero te ver com outra pessoa de verdade.
V: Você realmente gostaria?
Eu: Olha como isso me deixa só de pensar — falei, mostrando a minha cock dura, mais ainda do que estava antes.
V: Sente como isso me deixa — ela levou minha mão até a buceta dela, completamente encharcada. Nem preciso dizer que a gente transou de novo, mas dessa vez de forma selvagem.
Passaram-se alguns dias e a gente não tocou no assunto. Transamos algumas vezes, mas na última, enquanto ela me chupava a cock de joelhos, tudo mudou. Ela se levantou e pediu que eu mudasse de sofá, depois foi para o quarto. "Me espera", disse de costas para mim. Não passaram mais de dois minutos, mas para mim a espera era interminável. Ela apareceu andando com um conjunto de lingerie vermelha. Não era nada tão ousado, mais normal, mas com uma thong que... Ficava muito bem nela, e nos peitos, a mesma coisa. Eu estava vidrado no corpo dela, ela se aproximou de mim, apoiou as mãos nos meus joelhos e me beijou. Quando terminou, ficamos de frente um para o outro. Tentei falar, mas ela disse, de um jeito doce e brincalhão ao mesmo tempo: "Shh, me diz se é isso que você quer."
Desde que me fez sentar em outro sofá e passou todo esse tempo até a última coisa que ela disse, eu não tinha parado de me masturbar. Quando ouvi a última frase dela, peguei no meu pau, mostrando pra ela como um convite pra subir, mas não foi assim. Ela foi até o sofá onde estávamos e colocou no assento um consolo em forma de pau, um pouco maior e mais grosso que o meu. "Te apresento o Doutor Pablo, meu amor." Ela chupou o consolo como poucas vezes vi ela chupar o meu pau, pra ser sincero, desde que éramos jovens e em cada oportunidade que tínhamos, pulávamos na cama pra acalmar nossos hormônios alvoroçados.
Ela chupava e, pelo jeito que fazia, estava imaginando ele. Levantava o olhar como se estivesse procurando os olhos dele, apertava os próprios peitos, colocava a língua pra fora e brincava com as bolas artificiais do consolo. Quando lembrava que eu também existia, me dava algum olhar direto nos meus olhos, mas sem tirar a língua dele.
Mudou de posição, montando nele. Cavalgou por um tempo enquanto eu continuava me masturbando, bestificado com o que ela fazia e tentando imaginar o mesmo que ela. Eu estava perto de gozar, assim como ela.
Eu: Amor, vou gozar.
Ela: Nem pense, espera até eu mandar.
Segundos depois, ela gozou gritando: "Ai sim, doutor, assim doutor, vou gozar, Doutor." Ela desmontou pra se ajoelhar na minha frente. "Goza na minha boca", ela disse. Eu me masturbei por cerca de um minuto, não entendia por que não conseguia gozar, mesmo estando muito excitado. "Me dá essa porra, quero tomar igual a do doutor." Isso sim foi o suficiente e, segundos depois, a boca dela estava cheia de porra. Pensei que ela fosse engolir como disse, mas ela segurou na boca e se ajoelhou de novo na frente do consolador, eu masturbo ele com euforia e como pude porque tinha a boca cheia do meu gozo, falei "Me dá o gozo, doc, me dá o gozo assim meu marido vê como eu tomo o gozo dele, mas não o seu". E deixei meu gozo cair na ponta do consolador, exatamente como se eu estivesse gozando de verdade, pra depois com a língua ir juntando até o último pingo, deixando ele limpo antes de engolir até a última gota.
Depois disso, tivemos uma conversa séria.
V: Isso é realmente o que você quer ou vai continuar como fantasia?
Eu: Eu quero.
V: Tem certeza? Olha que não é a mesma coisa imaginar com um consolador e ter outro homem me deixando de joelhos chupando a pica dele na sua frente.
Eu: Tenho certeza que quero, e quanto mais você fala, mais me excita.
V: Então se você tá tão certo, vou tentar realizar, mas não prometo nada, só me deixa pensar e ver como faço.
Eu: A única coisa que peço é que por favor se apresse, porque tô ficando louco.
Ao terminar essa breve conversa, voltamos a transar, apaixonado mas sujo ao mesmo tempo.
Passaram vários dias até que num deles, quando ela chegou, eu tava cozinhando, vi ela meio agitada mas feliz, ficou do meu lado sorrindo, dando pulinhos e batendo palmas.
V: Adivinha?
Eu: O que foi, amor?
V: Consegui.
Eu: Conseguiu o quê?
V: Realizar sua fantasia.
Eu: Sério? Quando? Como?
V: No próximo plantão que eu tiver, você vai ter que me levar, assim não vou no meu carro, e quando sairmos, venho com o doutor. A única coisa é que tem condições, e se você aceitar, a gente faz.
Eu: Me conta, vai.
V: Ele sabe que você vai estar, mas por essa vez, pelo menos, não quer fazer um menage, depois a gente pode conversar, mas ele me quer só pra ele.
Eu: E eu faço o quê?
V: A mesma coisa do outro dia, você olha e se toca.
Eu: Tá bom, e mais alguma coisa?
V: Sem fotos, a menos que ele peça, mas você pode perguntar e na hora talvez ele aceite, mas também não pode aparecer o rosto dele, é um homem casado e tem medo de aparecer em qualquer lugar.
Eu: Beleza, tá certo. Embora eu quisesse ter alguma lembrança pra ver junto. Mais alguma coisa?
V: A gente vê na hora. Sim, a última, ele não pode ficar muito tempo por causa da mulher dele, então vai ter que ser meio rápido. O que você acha? Aceita?
Eu: Sim, aceito.
Ela pulou de novo, feliz, e bateu palmas. “Vou comer o doutor, vou comer o doutor”, dizia, mas eu cortei e falei “Você vai comer ele, mas primeiro a mim, sua puta”. Imediatamente ela se ajoelhou pra chupar minha pica na cozinha, e depois a gente transou. Nem preciso dizer que terminamos pedindo delivery porque a comida queimou.
Naquele dia, quando deixei a Vanesa na porta do trabalho, beijei ela e vi ela andando pra dentro enquanto olhava pra bunda dela, pensando que mais tarde eu estaria vendo aquilo nas mãos de outro homem. Voltei pra casa me acariciando a pica o caminho inteiro, me masturbei quando cheguei, mas não gozei. Queria continuar com tesão o máximo possível até o momento em que minha tão desejada fantasia se realizasse.
Foram as 8 horas mais longas da minha vida. Os minutos pareciam horas, eu olhava pro relógio e tentava me distrair com alguma coisa, qualquer coisa, mas quando virava e olhava de novo, com sorte tinham passado 15 minutos. Até que finalmente chegou aquela mensagem tão esperada, por volta das 14h.
V: Amor, cê tá?
Eu: Tô, aconteceu alguma coisa?
V: A gente já tá indo, beijos.
Quando ela me escreveu no primeiro momento, pensei que o encontro tinha caído e minha fantasia ia ser frustrada, mas a última mensagem foi como tirar um peso das costas. Só respirei e minha pica reagiu de novo.
Ouvi o carro frear na calçada e vi ele estacionar. Era um carro preto de luxo, não dava pra esperar outra coisa de um médico. Saí na calçada pra encontrar os dois, numa tentativa de evitar que os fofoqueiros da rua falassem merda, tipo que minha mulher tava me traindo. Assim que vi ele e a gente trocou um aperto de mão, percebi por que minha mulher escolheu ele. Um cara talvez uma cabeça mais alto que eu, mãos fortes, voz meio grossa, só Cabeludo grisalho e barba bem feita, além disso a roupa dele mostrava que completava o visual: sapatos, calça social marrom clara, camisa listrada azul e branca, e óculos escuros que ele tirou educadamente para apertar minha mão.
Ele entrou primeiro, cumprimentei a Vane, que me deu um sorriso de orelha a orelha, toda empolgada. Sentamos no sofá, a Vanesa tinha ido pro quarto e, enquanto a gente batia papo, ofereci um uísque bem caro, por sinal, não achei que ele fosse uma pessoa que bebe qualquer porcaria.
P: Valeu, mas não bebo.
Ela apareceu de calcinha preta de renda, uma tanguinha bem pequena enfiada no meio da bunda e um sutiã que levantava os peitos dela de um jeito incrível. Não teve nenhum pudor nem vergonha, pelo contrário, ela caminhava toda decidida e muito gostosa, não esperava que fosse ser tão direto assim, meu pau subiu na hora. O convidado me olhou e falou.
P: Acho que vou aceitar uma dose de uísque.
Vanesa se aproximou dele, enquanto eu, sentado no outro sofá, estendia o copo. Ele tomou de um gole só e a Vane chegou bem na frente dele, entre as pernas.
P: Vou precisar de outra dose.
Ele falou, claramente nervoso, esticando o braço com o copo, mas sem tirar os olhos da minha mulher. Ela pegou de novo, tomou de um gole e me devolveu o copo.
P: Você me pegou de surpresa, não achei que...
V: Ele me disse que tinha pouco tempo, não quer aproveitar?
P: Sim, só que você me deixou nervoso.
V: Não era isso que você queria? Perguntou tanto por mim, aqui estou eu.
P: Sim, era o que eu queria. E você, não?
V: Acho que quem tava mais a fim dos dois era o senhor, não foi difícil te convencer.
Ela começou a se ajoelhar, sabia que a parte boa vinha, me preparei me acomodando no sofá. Ele não parava de olhar pra ela enquanto soltava a calça e tirava o pau pra fora. Tava meio mole, acho que por nervosismo, mas ela não ligou, enfiou direto na boca e começou a chupar forte, esticando o membro com a boca, tentando que... reagi, ele se agarrou no apoio de braço e me olhou surpreso.
Eu: Relaxa e aproveita, ele sabe fazer isso.
Ela sorriu, aprovando meu comentário e voltou pros olhos dele.
V: O que foi, não te esquento? — disse brincando.
P: Me esquenta sim.
V: E então, qual é o problema?
P: Tô nervoso por causa do seu marido. Não sei se consigo assim...
V: Olha pra mim, não era isso que você queria, doutor? Me ter de joelhos chupando seu pau?
P: Sim...
V: Então não liga pro corno, deixa ele olhar... assim quem sabe ele aprende a me comer.
O doutor começou a se excitar ao ouvir ela.
Eu: Uff, continua Vane, chupa ele todo. Tirei meu pau e comecei a bater uma.
V: Viu, doutor? Você tem um pau melhor. Tanto que ficava olhando minha bunda e agora que pode, não me toca.
P: Isso deixo pra depois. Primeiro chupa, putinha.
V: Mmm, doutor, assim?
P: Você chupa melhor do que eu imaginava.
V: Tenho experiência, vários paus já passaram pela minha boca.
P: Corre no hospital que tem uma enfermeira que chupa o pau dos maqueiros e enfermeiros no banheiro, não é você?
V: Não sou eu, mas se você quiser e meu marido deixar, a gente pode tentar.
P: O que você acha? Deixa?
Eu: Vou pensar.
Pablo fez minha mulher levantar do chão enquanto ele ficou sentado no sofá e a puxou pra perto. Agarrou a bunda dela com as duas mãos, acariciou e apertou, enquanto beijava a barriga dela, ela tinha as duas mãos apoiadas na cabeça dele, aos poucos foi subindo mais e mais até chegar nos peitos dela, tirou o sutiã, os mamilos estavam duros e eretos, abriu a boca tão grande desesperado pra chupá-los que parecia que os fazia desaparecer, depois de aproveitar ela um tempo assim, virou ela de costas pra ele, mordiscou e deu uns tapas na bunda da Vane algumas vezes, puxou a calcinha dela e fez ela sentar em cima dele.
Ela estava tão molhada que não precisou de mais nada além de encaixar o pau pra minha mulher sentir no fundo de si, o pau duro e grande do Doutor. Sentiu um alívio gostoso, dava pra ver na cara dela, segurando nos joelhos do doutor, ajudou a descer e subir devagar, só tirava metade da pica de dentro dela, depois mudou o movimento e fazia giros circulares sem deixar um centímetro de pica pra fora, por último ele apertou um dos peitos dela e deu uma ordem "Pula" ela obedeceu, na minha casa se ouvia barulho de sexo, minha mulher batendo contra o corpo de um homem, enquanto as bundas dela quicavam mas aquele homem não era eu, dessa vez cabia a mim só ser espectador e me dar prazer sozinho, enquanto minha mulher se dava pra outro na minha frente.
P: Sempre fode assim? Me perguntou o doutor.
Eu: Às vezes, só quando tá muito quente.
P: Que delícia que fode, tô com a porra na ponta.
V: Ai sim, que gostoso. O senhor gosta, doutor?
P: Sim, adoro.
V: Olha minha bunda, olha como minha bunda quica em cima do senhor.
P: Aahhh para para que vou gozar.
Deu um pequeno empurrão e fez ela levantar, ele também se levantou, minha mulher pensou que ele queria beijar ela e se aproximou do rosto dele pra beijar mas ele levou ela pelo braço até o sofá, ela caiu de joelhos.
P: Fica de quatro.
V: Assim?
Ele se colocou atrás dela e com as duas mãos abriu as bundas dela, aproveitou a vista por breves segundos, até que a língua dele começou a brincar com o cu da Vane. Ela fechou os olhos e soltou um "Ufff", os olhos dela se dirigiram diretamente aos meus, sabia que isso me excitava demais e decidiu fazer um teatro melhor, gemendo e fazendo caretas como uma puta, mas não tanto a ponto de Pablo sentir que exagerava, a medida certa.
Ele se colocou atrás dela, preparou a pica e começou a foder ela de quatro na minha frente, pegava ela pelo cabelo, pelos ombros e pela cintura alternando de vez em quando um tapa na bunda, com força suficiente pra ela sentir e o barulho nos excitar mais mas sem doer tanto a ponto dela não aproveitar. A voz dela cada vez mais fina, mais aguda, me olhava batendo uma e olhava pra ele, falava e gemia literalmente como se fosse uma prostituta, tinha certeza que o que ela dizia me excitava ainda mais, eram palavras que na nossa intimidade Eu adorava quando ela falava aquilo.
V: Assim, me dá duro. Que pau grande, você vai me arrebentar toda, goza em mim, me enche de leite, cê tem leite pra mim?
Ouvir essas coisas deixou Pablo tão excitado que não tinha como segurar a gozada e ele avisou: "Vou gozar". A reação da Vane não foi um reflexo, parecia mais memória muscular; o corpo dela, ao ouvir aquelas palavras, desbloqueava uma ação quase involuntária. Ela se ajoelhou no chão, de boca aberta e língua pra fora. Ele, por sua vez, seguiu o corpo da minha mulher sem saber onde ia buscar o leite, caso não aguentasse a vontade de ejacular.
E com só duas ou três punhetadas, ele encheu a boca dela de porra. Caindo exausto no sofá, minha mulher ficou louca, tentando extrair até a última gota de leite, e não desgrudou do pau dele nem por um segundo. Pablo gemia de prazer, só olhava pra ela sem tocar, aproveitando o momento, e eu me masturbava sem piedade, mas ainda sem conseguir gozar até que ela se virou e me encarou. Tinha um pouco de leite nos lábios e na bochecha, abriu a boca pra me mostrar tudo que o doutor tinha ejaculado — uma quantidade impressionante de porra. Automaticamente, minha mente tirou uma foto daquele momento; foi o melhor postal que esse encontro da minha fantasia realizada me deixou. E eu também gozei, me sujando todo, a ponto de sentir uma gota quente bater no meu rosto.
Ficamos todos em silêncio até que ele quebrou o gelo. Levantou-se pra vestir a cueca e a calça, ajeitou a camisa por dentro e pegou os óculos escuros.
P: Preciso ir, minha mulher tá me esperando em casa.
Eu: É, vou te acompanhar.
Arrumei minha roupa rápido e me levantei pra acompanhá-lo. Minha esposa tinha ficado no chão, sentada encostada no sofá. Ele se abaixou pra dar um beijo nela e eu o acompanhei até a porta.
P: Foi muito bom, valeu. Se quiserem repetir, é só me avisar.
Eu: Tá bom, a gente vai pensar.
P: Vou deixar meu número. Tirei um cartão com o número dela da carteira e ela me deu, apertamos as mãos e ela foi embora.
Ao entrar, sentei no chão ao lado da Vane, ela se aninhou no meu braço.
V: Me diverti muito, obrigada.
Eu: Eu também me diverti pra caralho, obrigado por realizar minha fantasia.
V: Você gostou?
Eu: Muito, me deixou com muito tesão.
V: Sabe o que eu tava pensando?
Eu: O quê, meu amor?
V: Me veio uma ideia, uma fantasia, posso realizar ela?
Eu: Pode ser, mas o que é?
V: Não posso te contar, seria uma surpresa.
Eu: Cê acha que vou gostar?
V: Mais do que gostar, tenho certeza.
Eu: Então sim, confio em você.
Meu nome é Matias e Vanesa é minha esposa, somos um casal passando dos 30 e estamos juntos desde adolescentes. Nesse tempo todo, perto dos 20, tivemos uma separação porque descobri algumas traições. Com o tempo, voltamos a nos falar e o amor ressurgiu. Eu estava meio magoado, mas ela jurou que fez aquilo por putaria e por influência das amigas. Aceitei as desculpas pra seguir nosso caminho juntos. Faço essa breve introdução pra vocês entenderem melhor como a parada tá nessa história.
Com o passar dos anos, fui esquecendo a dor que senti naquela época, mas surgiu uma coisa nova, um tesão doentio. Eu ficava excitado e batia uma escondido pensando em como outros homens tinham comido minha namorada naquela época. Cheguei ao ponto de preferir, de certa forma, imaginar isso do que transar de verdade. Via vídeos de cuckold e minha mente explodia imaginando que éramos nós. Esse tesão aumentou tanto que virou um desejo. Eu queria saber mais e, mesmo não tendo certeza de como reagiria na hora, queria ver com meus próprios olhos. Mas como chegaria nisso?
Li muitos fóruns e experiências de pessoas que estiveram no meu lugar. A maioria concordava que foi melhor do que imaginavam e que agora não conseguiam parar. A vontade de ver a mulher deles com outra pessoa transando era única. Comecei devagar, dando indiretas na hora que a gente transava, tentando despertar esse tesão nela também. Dava um consolador pra ela chupar ou colar no encosto da cama, e enquanto ela me chupava de quatro, ao mesmo tempo se sentava nele. Tentava fazer ela imaginar que era outro. "Você gostaria que fosse algum amigo meu? Qual? Um colega de trabalho?" Com certeza, você tem algum que tá de olho em você? atrás. Aos poucos, ela foi se envolvendo cada vez mais no jogo, a ponto de decidir quem ela escolheria naquela noite.
Ela é enfermeira e chegou a me contar que um médico, mesmo sendo casado, dá em cima dela e pergunta por ela às colegas. Quase sempre o escolhido era ele; se ela não fizesse isso, eu fazia por ela. O sobrenome dele sempre era ouvido na hora do fuck: "Schiffer". O tratamento no ambiente de trabalho é sempre pelo sobrenome, não pelo nome, como no comum.
Uma noite, depois de transar e fantasiar com aquele homem, a Vane me fez a pergunta que eu tanto esperava.
V: Love, por que a gente faz isso de fantasiar com outra pessoa? O que te excita? O que você está procurando?
Eu: Depois que você me chifrou...
V: Você sempre vai ter isso na cabeça. Já te falei que era nova e idiota. Por que voltou comigo? — disse, irritada.
Eu: Me deixa terminar de falar?
V: Se você vai voltar com o mesmo assunto, a gente encerra a conversa aqui.
Eu: Me deixa terminar de falar?
V: Sim.
Eu: Depois de tudo que aconteceu e a gente voltou, eu deixei tudo pra trás, mas faz um tempo que não consigo parar de te imaginar com outros caras.
V: O que você quer dizer com isso?
Eu: Que quero te ver com outro homem.
V: Não é só um jogo?
Eu: Não, quero te ver com outra pessoa de verdade.
V: Você realmente gostaria?
Eu: Olha como isso me deixa só de pensar — falei, mostrando a minha cock dura, mais ainda do que estava antes.
V: Sente como isso me deixa — ela levou minha mão até a buceta dela, completamente encharcada. Nem preciso dizer que a gente transou de novo, mas dessa vez de forma selvagem.
Passaram-se alguns dias e a gente não tocou no assunto. Transamos algumas vezes, mas na última, enquanto ela me chupava a cock de joelhos, tudo mudou. Ela se levantou e pediu que eu mudasse de sofá, depois foi para o quarto. "Me espera", disse de costas para mim. Não passaram mais de dois minutos, mas para mim a espera era interminável. Ela apareceu andando com um conjunto de lingerie vermelha. Não era nada tão ousado, mais normal, mas com uma thong que... Ficava muito bem nela, e nos peitos, a mesma coisa. Eu estava vidrado no corpo dela, ela se aproximou de mim, apoiou as mãos nos meus joelhos e me beijou. Quando terminou, ficamos de frente um para o outro. Tentei falar, mas ela disse, de um jeito doce e brincalhão ao mesmo tempo: "Shh, me diz se é isso que você quer."
Desde que me fez sentar em outro sofá e passou todo esse tempo até a última coisa que ela disse, eu não tinha parado de me masturbar. Quando ouvi a última frase dela, peguei no meu pau, mostrando pra ela como um convite pra subir, mas não foi assim. Ela foi até o sofá onde estávamos e colocou no assento um consolo em forma de pau, um pouco maior e mais grosso que o meu. "Te apresento o Doutor Pablo, meu amor." Ela chupou o consolo como poucas vezes vi ela chupar o meu pau, pra ser sincero, desde que éramos jovens e em cada oportunidade que tínhamos, pulávamos na cama pra acalmar nossos hormônios alvoroçados.
Ela chupava e, pelo jeito que fazia, estava imaginando ele. Levantava o olhar como se estivesse procurando os olhos dele, apertava os próprios peitos, colocava a língua pra fora e brincava com as bolas artificiais do consolo. Quando lembrava que eu também existia, me dava algum olhar direto nos meus olhos, mas sem tirar a língua dele.
Mudou de posição, montando nele. Cavalgou por um tempo enquanto eu continuava me masturbando, bestificado com o que ela fazia e tentando imaginar o mesmo que ela. Eu estava perto de gozar, assim como ela.
Eu: Amor, vou gozar.
Ela: Nem pense, espera até eu mandar.
Segundos depois, ela gozou gritando: "Ai sim, doutor, assim doutor, vou gozar, Doutor." Ela desmontou pra se ajoelhar na minha frente. "Goza na minha boca", ela disse. Eu me masturbei por cerca de um minuto, não entendia por que não conseguia gozar, mesmo estando muito excitado. "Me dá essa porra, quero tomar igual a do doutor." Isso sim foi o suficiente e, segundos depois, a boca dela estava cheia de porra. Pensei que ela fosse engolir como disse, mas ela segurou na boca e se ajoelhou de novo na frente do consolador, eu masturbo ele com euforia e como pude porque tinha a boca cheia do meu gozo, falei "Me dá o gozo, doc, me dá o gozo assim meu marido vê como eu tomo o gozo dele, mas não o seu". E deixei meu gozo cair na ponta do consolador, exatamente como se eu estivesse gozando de verdade, pra depois com a língua ir juntando até o último pingo, deixando ele limpo antes de engolir até a última gota.
Depois disso, tivemos uma conversa séria.
V: Isso é realmente o que você quer ou vai continuar como fantasia?
Eu: Eu quero.
V: Tem certeza? Olha que não é a mesma coisa imaginar com um consolador e ter outro homem me deixando de joelhos chupando a pica dele na sua frente.
Eu: Tenho certeza que quero, e quanto mais você fala, mais me excita.
V: Então se você tá tão certo, vou tentar realizar, mas não prometo nada, só me deixa pensar e ver como faço.
Eu: A única coisa que peço é que por favor se apresse, porque tô ficando louco.
Ao terminar essa breve conversa, voltamos a transar, apaixonado mas sujo ao mesmo tempo.
Passaram vários dias até que num deles, quando ela chegou, eu tava cozinhando, vi ela meio agitada mas feliz, ficou do meu lado sorrindo, dando pulinhos e batendo palmas.
V: Adivinha?
Eu: O que foi, amor?
V: Consegui.
Eu: Conseguiu o quê?
V: Realizar sua fantasia.
Eu: Sério? Quando? Como?
V: No próximo plantão que eu tiver, você vai ter que me levar, assim não vou no meu carro, e quando sairmos, venho com o doutor. A única coisa é que tem condições, e se você aceitar, a gente faz.
Eu: Me conta, vai.
V: Ele sabe que você vai estar, mas por essa vez, pelo menos, não quer fazer um menage, depois a gente pode conversar, mas ele me quer só pra ele.
Eu: E eu faço o quê?
V: A mesma coisa do outro dia, você olha e se toca.
Eu: Tá bom, e mais alguma coisa?
V: Sem fotos, a menos que ele peça, mas você pode perguntar e na hora talvez ele aceite, mas também não pode aparecer o rosto dele, é um homem casado e tem medo de aparecer em qualquer lugar.
Eu: Beleza, tá certo. Embora eu quisesse ter alguma lembrança pra ver junto. Mais alguma coisa?
V: A gente vê na hora. Sim, a última, ele não pode ficar muito tempo por causa da mulher dele, então vai ter que ser meio rápido. O que você acha? Aceita?
Eu: Sim, aceito.
Ela pulou de novo, feliz, e bateu palmas. “Vou comer o doutor, vou comer o doutor”, dizia, mas eu cortei e falei “Você vai comer ele, mas primeiro a mim, sua puta”. Imediatamente ela se ajoelhou pra chupar minha pica na cozinha, e depois a gente transou. Nem preciso dizer que terminamos pedindo delivery porque a comida queimou.
Naquele dia, quando deixei a Vanesa na porta do trabalho, beijei ela e vi ela andando pra dentro enquanto olhava pra bunda dela, pensando que mais tarde eu estaria vendo aquilo nas mãos de outro homem. Voltei pra casa me acariciando a pica o caminho inteiro, me masturbei quando cheguei, mas não gozei. Queria continuar com tesão o máximo possível até o momento em que minha tão desejada fantasia se realizasse.
Foram as 8 horas mais longas da minha vida. Os minutos pareciam horas, eu olhava pro relógio e tentava me distrair com alguma coisa, qualquer coisa, mas quando virava e olhava de novo, com sorte tinham passado 15 minutos. Até que finalmente chegou aquela mensagem tão esperada, por volta das 14h.
V: Amor, cê tá?
Eu: Tô, aconteceu alguma coisa?
V: A gente já tá indo, beijos.
Quando ela me escreveu no primeiro momento, pensei que o encontro tinha caído e minha fantasia ia ser frustrada, mas a última mensagem foi como tirar um peso das costas. Só respirei e minha pica reagiu de novo.
Ouvi o carro frear na calçada e vi ele estacionar. Era um carro preto de luxo, não dava pra esperar outra coisa de um médico. Saí na calçada pra encontrar os dois, numa tentativa de evitar que os fofoqueiros da rua falassem merda, tipo que minha mulher tava me traindo. Assim que vi ele e a gente trocou um aperto de mão, percebi por que minha mulher escolheu ele. Um cara talvez uma cabeça mais alto que eu, mãos fortes, voz meio grossa, só Cabeludo grisalho e barba bem feita, além disso a roupa dele mostrava que completava o visual: sapatos, calça social marrom clara, camisa listrada azul e branca, e óculos escuros que ele tirou educadamente para apertar minha mão.
Ele entrou primeiro, cumprimentei a Vane, que me deu um sorriso de orelha a orelha, toda empolgada. Sentamos no sofá, a Vanesa tinha ido pro quarto e, enquanto a gente batia papo, ofereci um uísque bem caro, por sinal, não achei que ele fosse uma pessoa que bebe qualquer porcaria.
P: Valeu, mas não bebo.
Ela apareceu de calcinha preta de renda, uma tanguinha bem pequena enfiada no meio da bunda e um sutiã que levantava os peitos dela de um jeito incrível. Não teve nenhum pudor nem vergonha, pelo contrário, ela caminhava toda decidida e muito gostosa, não esperava que fosse ser tão direto assim, meu pau subiu na hora. O convidado me olhou e falou.
P: Acho que vou aceitar uma dose de uísque.
Vanesa se aproximou dele, enquanto eu, sentado no outro sofá, estendia o copo. Ele tomou de um gole só e a Vane chegou bem na frente dele, entre as pernas.
P: Vou precisar de outra dose.
Ele falou, claramente nervoso, esticando o braço com o copo, mas sem tirar os olhos da minha mulher. Ela pegou de novo, tomou de um gole e me devolveu o copo.
P: Você me pegou de surpresa, não achei que...
V: Ele me disse que tinha pouco tempo, não quer aproveitar?
P: Sim, só que você me deixou nervoso.
V: Não era isso que você queria? Perguntou tanto por mim, aqui estou eu.
P: Sim, era o que eu queria. E você, não?
V: Acho que quem tava mais a fim dos dois era o senhor, não foi difícil te convencer.
Ela começou a se ajoelhar, sabia que a parte boa vinha, me preparei me acomodando no sofá. Ele não parava de olhar pra ela enquanto soltava a calça e tirava o pau pra fora. Tava meio mole, acho que por nervosismo, mas ela não ligou, enfiou direto na boca e começou a chupar forte, esticando o membro com a boca, tentando que... reagi, ele se agarrou no apoio de braço e me olhou surpreso.
Eu: Relaxa e aproveita, ele sabe fazer isso.
Ela sorriu, aprovando meu comentário e voltou pros olhos dele.
V: O que foi, não te esquento? — disse brincando.
P: Me esquenta sim.
V: E então, qual é o problema?
P: Tô nervoso por causa do seu marido. Não sei se consigo assim...
V: Olha pra mim, não era isso que você queria, doutor? Me ter de joelhos chupando seu pau?
P: Sim...
V: Então não liga pro corno, deixa ele olhar... assim quem sabe ele aprende a me comer.
O doutor começou a se excitar ao ouvir ela.
Eu: Uff, continua Vane, chupa ele todo. Tirei meu pau e comecei a bater uma.
V: Viu, doutor? Você tem um pau melhor. Tanto que ficava olhando minha bunda e agora que pode, não me toca.
P: Isso deixo pra depois. Primeiro chupa, putinha.
V: Mmm, doutor, assim?
P: Você chupa melhor do que eu imaginava.
V: Tenho experiência, vários paus já passaram pela minha boca.
P: Corre no hospital que tem uma enfermeira que chupa o pau dos maqueiros e enfermeiros no banheiro, não é você?
V: Não sou eu, mas se você quiser e meu marido deixar, a gente pode tentar.
P: O que você acha? Deixa?
Eu: Vou pensar.
Pablo fez minha mulher levantar do chão enquanto ele ficou sentado no sofá e a puxou pra perto. Agarrou a bunda dela com as duas mãos, acariciou e apertou, enquanto beijava a barriga dela, ela tinha as duas mãos apoiadas na cabeça dele, aos poucos foi subindo mais e mais até chegar nos peitos dela, tirou o sutiã, os mamilos estavam duros e eretos, abriu a boca tão grande desesperado pra chupá-los que parecia que os fazia desaparecer, depois de aproveitar ela um tempo assim, virou ela de costas pra ele, mordiscou e deu uns tapas na bunda da Vane algumas vezes, puxou a calcinha dela e fez ela sentar em cima dele.
Ela estava tão molhada que não precisou de mais nada além de encaixar o pau pra minha mulher sentir no fundo de si, o pau duro e grande do Doutor. Sentiu um alívio gostoso, dava pra ver na cara dela, segurando nos joelhos do doutor, ajudou a descer e subir devagar, só tirava metade da pica de dentro dela, depois mudou o movimento e fazia giros circulares sem deixar um centímetro de pica pra fora, por último ele apertou um dos peitos dela e deu uma ordem "Pula" ela obedeceu, na minha casa se ouvia barulho de sexo, minha mulher batendo contra o corpo de um homem, enquanto as bundas dela quicavam mas aquele homem não era eu, dessa vez cabia a mim só ser espectador e me dar prazer sozinho, enquanto minha mulher se dava pra outro na minha frente.
P: Sempre fode assim? Me perguntou o doutor.
Eu: Às vezes, só quando tá muito quente.
P: Que delícia que fode, tô com a porra na ponta.
V: Ai sim, que gostoso. O senhor gosta, doutor?
P: Sim, adoro.
V: Olha minha bunda, olha como minha bunda quica em cima do senhor.
P: Aahhh para para que vou gozar.
Deu um pequeno empurrão e fez ela levantar, ele também se levantou, minha mulher pensou que ele queria beijar ela e se aproximou do rosto dele pra beijar mas ele levou ela pelo braço até o sofá, ela caiu de joelhos.
P: Fica de quatro.
V: Assim?
Ele se colocou atrás dela e com as duas mãos abriu as bundas dela, aproveitou a vista por breves segundos, até que a língua dele começou a brincar com o cu da Vane. Ela fechou os olhos e soltou um "Ufff", os olhos dela se dirigiram diretamente aos meus, sabia que isso me excitava demais e decidiu fazer um teatro melhor, gemendo e fazendo caretas como uma puta, mas não tanto a ponto de Pablo sentir que exagerava, a medida certa.
Ele se colocou atrás dela, preparou a pica e começou a foder ela de quatro na minha frente, pegava ela pelo cabelo, pelos ombros e pela cintura alternando de vez em quando um tapa na bunda, com força suficiente pra ela sentir e o barulho nos excitar mais mas sem doer tanto a ponto dela não aproveitar. A voz dela cada vez mais fina, mais aguda, me olhava batendo uma e olhava pra ele, falava e gemia literalmente como se fosse uma prostituta, tinha certeza que o que ela dizia me excitava ainda mais, eram palavras que na nossa intimidade Eu adorava quando ela falava aquilo.
V: Assim, me dá duro. Que pau grande, você vai me arrebentar toda, goza em mim, me enche de leite, cê tem leite pra mim?
Ouvir essas coisas deixou Pablo tão excitado que não tinha como segurar a gozada e ele avisou: "Vou gozar". A reação da Vane não foi um reflexo, parecia mais memória muscular; o corpo dela, ao ouvir aquelas palavras, desbloqueava uma ação quase involuntária. Ela se ajoelhou no chão, de boca aberta e língua pra fora. Ele, por sua vez, seguiu o corpo da minha mulher sem saber onde ia buscar o leite, caso não aguentasse a vontade de ejacular.
E com só duas ou três punhetadas, ele encheu a boca dela de porra. Caindo exausto no sofá, minha mulher ficou louca, tentando extrair até a última gota de leite, e não desgrudou do pau dele nem por um segundo. Pablo gemia de prazer, só olhava pra ela sem tocar, aproveitando o momento, e eu me masturbava sem piedade, mas ainda sem conseguir gozar até que ela se virou e me encarou. Tinha um pouco de leite nos lábios e na bochecha, abriu a boca pra me mostrar tudo que o doutor tinha ejaculado — uma quantidade impressionante de porra. Automaticamente, minha mente tirou uma foto daquele momento; foi o melhor postal que esse encontro da minha fantasia realizada me deixou. E eu também gozei, me sujando todo, a ponto de sentir uma gota quente bater no meu rosto.
Ficamos todos em silêncio até que ele quebrou o gelo. Levantou-se pra vestir a cueca e a calça, ajeitou a camisa por dentro e pegou os óculos escuros.
P: Preciso ir, minha mulher tá me esperando em casa.
Eu: É, vou te acompanhar.
Arrumei minha roupa rápido e me levantei pra acompanhá-lo. Minha esposa tinha ficado no chão, sentada encostada no sofá. Ele se abaixou pra dar um beijo nela e eu o acompanhei até a porta.
P: Foi muito bom, valeu. Se quiserem repetir, é só me avisar.
Eu: Tá bom, a gente vai pensar.
P: Vou deixar meu número. Tirei um cartão com o número dela da carteira e ela me deu, apertamos as mãos e ela foi embora.
Ao entrar, sentei no chão ao lado da Vane, ela se aninhou no meu braço.
V: Me diverti muito, obrigada.
Eu: Eu também me diverti pra caralho, obrigado por realizar minha fantasia.
V: Você gostou?
Eu: Muito, me deixou com muito tesão.
V: Sabe o que eu tava pensando?
Eu: O quê, meu amor?
V: Me veio uma ideia, uma fantasia, posso realizar ela?
Eu: Pode ser, mas o que é?
V: Não posso te contar, seria uma surpresa.
Eu: Cê acha que vou gostar?
V: Mais do que gostar, tenho certeza.
Eu: Então sim, confio em você.
18 comentários - Minha esposa me fez corno e voyeur
2 Yo arregle con el marido que lo iba a aclarar y por eso lo hice, cual es el problema ?
3 Si es de lo peor, como te engancho para leerlo completo ?
Saludos.