CAPÍTULO 8Mãe: Me explica que porra é essa, Sebastião! - disse a mãe irritada, segurando o filho pelo braço. Com o mesmo movimento, fez com que suas tetonas pesadas balançassem escandalosamente.
Filho: Desculpa... mãe, não sei por que ficou assim, nunca tive assim! — falei baixando a cabeça, morto de vergonha, estava de pé na frente da minha progenitora com meu pau totalmente duro e acabei de gozar só por roçar no corpo dela. Com certeza ela pensa que sou um filho horrível! Ficar excitado com o corpo da minha própria mãe, sangue do meu sangue.
A mãe continuava segurando o braço do filho enquanto conversavam. Ela ainda via o pau do moleque marcando completamente na calça dele, como se tivesse uma terceira perna. A rola do Sebastião se destacava por toda a virilha.
Mãe: Olha só você...! Ainda continua... — disse enquanto, com a mão, voltava a sentir o pau do filho. Quando tocou, não foi um toque normal; fez um movimento igual quando se compra fruta e aperta pra ver se tá firme. Tentou espremer como se fosse uma esponja, coisa que não conseguiu porque continuava DURO PRA CARALHO. — Ainda tá ereto, SEBASTIAN...! E você acabou de gozar... vir e continua do mesmo jeito duro, tá tomando alguma coisa... Viagra ou parecido?! — disse irritada enquanto olhava pra mão meio molhada com que segurou o pau do filho, já que a calça tava manchada de porra. De longe, tentou cheirar a mão. E sentiu o cheiro delicioso de porra quente.
Filho: É... verdade, mãe, desculpa! Não sei por que continua assim... — falei balançando a cabeça com o olhar baixo. — Não, mãe, claro que não tomo nada pra ficar desse jeito...! Me desculpa! — falei com a voz embargada, colocando uma cara bem desanimada.
Tava totalmente nervoso, até as lágrimas queriam escorrer, era só a segunda sessão e já tinha estragado tudo...! E aí, quando peguei de novo, senti meu pau pulsando como se tivesse vida própria... Me senti um lixo, pensei.
Mãe: Filho, não...! Não é sua culpa, é minha! Fui eu quem propôs, é totalmente minha culpa! — disse enquanto segurava a cabeça do filho, acariciando-o e, no fim, abraçando-o. Obviamente sem pensar, sem intenção de seduzir o próprio filho, já que só estava de sutiã e, no momento do abraço, com saltos altos, o rosto do filho foi direto pras PEITONAS DELA...! — Nunca imaginei que o corpo de uma mãe pudesse deixar o filho assim! Ai... me perdoa você por mim! — disse soltando o abraço, segurando o rosto do filho e olhando nos olhos dele.
Porra, como é que eu ia deixar de ficar de pau duro se tava na minha frente uma mulherão da porra, uma gostosa do caralho... e ainda sentindo toda aquela carne sobrando, como é que eu não ia ficar excitado? Na real, sem querer querendo, ela me deixava muito tarado! Sou um filho da puta mesmo...
Filho: Não é sua culpa, mãe, é totalmente do meu corpo... não sei por que tive essa reação! - falei enquanto segurava as mãos dela que estavam no meu rosto. - nunca te olhei com outros olhos, mamãe.
Mãe: Agora que eu penso desse jeito... acho que tem um pouco de razão no seu comentário, amor, já que o corpo não sabe, só reage por instinto, pode-se dizer... por exemplo, quando sinto suas mãos, minha pele fica toda arrepiada, toda arrepiada... e me dá um calafrio. — disse enquanto seu rosto já estava mudando, já não tinha mais cara de raiva. — É assim que acontece com seu corpo aí...! — disse tirando as mãos do rosto do filho e apontando para a pica ereta dentro da calça dele.
Filho: siim, siim... sinto como tua pele toda fica arrepiada, mãe! — falei sorrindo e baixei o olhar pro meu pau, porra, literalmente todo meu sangue tava indo pro meu pau, tava vendo ele grosso pra caralho por cima da calça, e olha que eu já tinha gozado, nunca tinha acontecido isso comigo. Com a mão senti que ele continuava durão — mas já tô ficando assustado porque ele continua duro, e como você disse, eu já... isso... Você sabe, mãe... — fiz cara de preocupado de verdade. Acho que tinha ouvido falar que ficar com o pau duro por muito tempo era perigoso.
Mãe: é... continua assim mesmo, filho...! — disse, e colocou a mão no pau de novo, sentindo ela de novo sobre a mão do filho. E apertou duas vezes. — e é que... parece que pulsa, minha vida, não dói...?!! — falou, olhando pro filho com a mesma cara de impressionada/assustada.
Filho: Não, não tá doendo, só sinto o sangue indo embora ali. — falei. Porra, com a mão da minha mãe no meu pau e vendo aquelas tetonas enormes na minha frente, vou gozar de novo... preciso pensar em outra coisa... mas a mão dela, mesmo por cima da calça, faz minha cabeça querer explodir, caralho! — e ainda sinto a calça apertada.
Mãe: Ainda bem, filho! – disse ela e tirou a mão da rola dele. – Como é que não vai sentir apertado com esse troço... aí!!! ainda mais com a calça colada... não inventa, filho! Melhor vai se trocar e coloca uma calça mais folgada, ainda quer continuar com as fotos?
Filho: É, já aproveito pra tirar essa calça manchada — enquanto olhava pra baixo, vendo como tava molhada, parecia que eu tinha mijado, era muito porra. — Sim, mãe, se você ainda quiser? Desculpa mesmo, meus olhos nunca vão te ver de outro jeito, é o corpo reagindo naturalmente, normal ou sei lá... mas se você quiser, claro que posso continuar, é uma grana extra pra mim, né. — falei tentando soar o mais maduro possível.
Mãe: Então vai, sobe correndo pra se trocar, meu bem. – disse enquanto sorria. – E... pois é... sim! A gente tem que seguir com as fotos, vamos tratar isso como uma reação normal do corpo e pronto. Já somos maduros o bastante, além de sermos mãe e filho, pra sequer pensar que a gente se olha com outros olhos, porque eu... sou sua mãe... eu te dei a vida, meu amor!
Filho: Isso é estranho pra caralho, mãe! Somos família, nunca te veria desse jeito... você é minha mãe! Vou rápido me trocar pra tirar as últimas duas fotos, mãe! — falei enquanto saía correndo pra me trocar no meu quarto.
Depois que subi e me troquei, vi que meu pau estava totalmente marcado nas veias, como se fosse explodir, nunca tinha visto ele assim, pra mim foi muito estranho. Mas fazer o quê, acho que é por causa do corpo da minha mãe, como ela disse, cada corpo tem sua reação natural. Coloquei uma calça mais larga e agora fazia tipo uma barraca, mas não tanto porque eu colocava ele de lado, grudava na minha perna e enfiava ele na lateral da cueca pra disfarçar com a coxa. Mesmo assim ainda dava pra ver. Claro, não igual à calça anterior, que era mais justa.
Filho: Já me troquei, mãe...! – falei alto pra avisar, bem na hora que tava descendo a escada. E aí eu vi ela. Tava espetacular com aquele corpo todo gostoso e enorme. UNS PEITÕES ESPETACULARES QUERENDO SALTAR PRA FORA DO SUTIÃ QUE MAL CONSEGUE SEGURAR AQUELAS MASSAS ENORMES... Queria tirar esses pensamentos sujos da minha cabeça. – já podemos continuar...!

Mãe: Sim, amor, mas você já se sente mais confortável. - disse quando já estavam perto de novo. - continua do mesmo jeito.... duro? - e olhou para a entreperna do filho.
Filho: Já tô mais à vontade com essa calça, mãe, e sobre aquilo... continua na mesma. — falei com cara de tristeza. — mas deve passar, não acho que vá durar assim por muito tempo...
Mãe: É o que eu tô vendo... caramba! – disse ela, vendo a barraca que o filho tinha feito. – Mas continua do mesmo jeito dur... deixa eu ver... – disse e colocou a mão de novo no pau do filho. Fez o mesmo movimento, apertou. – Não me diga, filho, continua do mesmo jeito duro, digo, desculpa. E continua fazendo isso... pulsando.
Filho: Já sei, mãe, mas não sei por que ele faz esse movimento. — falei, mas claro que não pulsava o tempo todo, só quando eu pegava, sentia a mão dela e apertava, óbvio que não ia dizer isso. — Mas olha, vamos terminar as fotos e se continuar assim no final, aí eu me preocupo mais. Espero que não te incomode agora nas fotos, se eu acabar esbarrando em você ou algo assim... vou tentar ficar o mais longe possível. — falei, balançando a cabeça de um lado pro outro, totalmente desanimado.
Mãe: Tô de acordo se continuar assim, vou te levar no médico porque tá muito estranho.....! Disso não precisa se preocupar, amor, já esclarecemos as coisas, e temos que fazer as fotos parecerem completamente naturais e sem forçar, pra continuarem pedindo mais, ok?.- disse enquanto pegava o rosto do filho e o colocava perto do peitão dela. - vamos pra segunda foto, a da.... sua língua no meu...... peito, bebê.! -
Filho: Se você pegar é melhor, porque eu tava tremendo muito, haha! Pega meu cel. - falei e entreguei o celular. Meu rosto já estava a só 2 centímetros daquela bucetona enorme dela de novo, uau! Duas vezes no mesmo dia sentindo aquelas tetonas corpulentas dela, como é que não vai ficar duro, se essas paradas são gigantescas... mesmo sem eu querer, com certeza minha mente vê e reage.
Mãe: Isso mesmo! Com mais confiança, Sebas! Seu rosto tem que estar completamente colado e você coloca a língua pra fora como se fosse chupar. Bem, na verdade é... você vai chupar mesmo. Hehe! - disse rindo, já com o celular na mão e pronto.
Que bom que a língua não foi no mamilo dela... mas sim em cima do sutiã, onde os peitos enormes dela ficam saltando pra fora. Porque se minha língua tocasse o mamilo dela ou meus lábios... eu desmaiaria de tanto tesão que sentiria...! pensei.
Filho: Sim... claro, mãe... - falei, enfiando meu rosto inteiro no peitão dela e esticando a língua. Ela mesma colocou a mão na minha nuca, ouvi ela gemer quando sentiu minha língua molhada, cheia de saliva, no seio enorme dela. Eu tinha certeza absoluta...! Mas ainda assim, era uma reação normal do corpo dela, totalmente sem querer, sem desejar. Eu estava me sentindo mais que bem. Sentia mais sangue bombando pro meu pau. Com a língua, sentia a carne da BUÇETA dela... era algo que eu não conseguia descrever... ao mesmo tempo, me sentia culpado por ser filho dela e ainda sentir isso... com a própria mãe. - Você... me... di...z quando... - falei, tentando articular com a língua de fora na teta carnuda dela. Com uma mão, abraçava a cintura dela e, com a outra, sem querer, estava segurando aquela TETONA ENORME por baixo, como se estivesse levantando ela em direção à minha boca.


Mãe: mmm.... Pronto, te amo! - disse tentando disfarçar que deu um leve gemido bem devagar e apertando os lábios pra ninguém ouvir.
Filho: Legal, foi rápido. Mas senti como sua pele ficou, mãe! Hehe! - Falei quando tirei minha cabeça dos seus peitões. E minha mão.
Mãe: a próxima, meu amor. Ajeita o celular e coloca o timer, porque isso não se faz, hehe! - disse ela se ajeitando no centro, pra ter uma boa margem na foto.
Filho: sim, mãe, eu coloco. - Peguei o celular, configurei e coloquei no centro da mesa, e fui rápido com ela. - Pronto, já vai tirar em um minuto ou segundos. - Fiquei atrás dela e ela mesma, sozinha, me segurou pelos braços por trás e me puxou pra ficar completamente colado nela por trás, sentindo ela por inteiro. Dei uma enfiada na bunda gorda dela, como se fosse um trampolim, ela quicou de volta, com certeza sentiu meu pau e minhas bolas batendo na bunda dela...

Mãe: UMMM...... ok...... filho, se prepara......! – disse ela, e ela mesma ajeita as mãos do filho, uma na barriga dela e a outra na ENORME BUÇETA dela, fazendo com que ele tente segurar as duas com uma mão só. Mas na hora de levantar, ela estava colada na barriga dela e sentiu um carinho inteiro de baixo até chegar no peito, a pele toda arrepiou e ela soltou um gemido leve. – ummmmm...... assim, bebê, tá......!
Filho: só espera, mamãe, até ela beber. – falei enquanto respirava, roçando minha respiração por todo o ombro dela, sentindo meus lábios nas costas, perto do ombro também. Sentia a pele dela toda se arrepiando. Também roçava minha respiração na orelha dela... E meu pau estava completamente colado nas VOLUPTUOSAS BUNDONAS dela, sentia meu pau vibrando naquele RABÃO CARNUDO. TINHA CERTEZA que ela também sentia minha pica pulsando. UH, TAVA FICANDO MUITO LOUCO!
CLIQUE! CLIQUE! CLIQUE! E o celular tocou, avisando que as fotos já tinham sido tiradas.
Mãe: mmmm! lis...to bebê! – disse e voltou a segurar as mãos do filho, que ainda estavam na barriga dela e nos PEITÕES. – Mas filho! Ainda sinto na minha bunda que você tá dur... ereto! – disse e olhou de soslaio, ela mesma levantou mais a bunda, como se estivesse empinando, batendo no filho com a BUNDONA CARNUDA, que pro filho deve ter sido um puta prazer sentir as NÁDEGAS GORDAS DA MÃE DELE batendo no pau dele. – Me mostra! Quero ter certeza que não aconteceu nada com você ou se tá roxo ou se precisa ir pro médico! – se afastou do filho, mas antes de fazer isso deu a última esfregada com a bundona no pau do primogênito.
O filho dela ficou paralisado com as roçadas que a mãe deu com a BUNDA GIGANTE dela no pau dele. Foram simples, mas pra ele foi como sexo, tava explodindo de tesão.
Filho: Po...rra! - falei completamente gelado, ao sentir as bundas gordas da minha mãe acariciando meu pau e minhas bolas enquanto balançavam, já estava completamente excitado.
Tava vendo como ela se separou de mim e foi andando até o sofá, via as POTENTES BUNDONAS dela balançando cada uma a cada movimento que dava. Era a coisa mais sensual que já tinha visto...
Não podia acreditar no que tava passando pela minha cabeça... Ao ver ela por trás e enxergar toda aquela carne... comecei a imaginar ela descendo a saia justa, eu vendo aquela BUNDA IMENSA com a fio dental enterrada no meio, parecendo um fio de tão GRANDE QUE ERAM AS NALGAS DELA, as COXAS igual IMPONENTES... Chegar por trás... puxar a fio dental pro lado, tirar a pica e meter de uma só vez, tão forte que minhas bolas batessem... e sentir a fio dental roçando no meu pau de lado, e minha cabeça sentindo tudo lá dentro... uf... e dar um tapa forte na bunda pra ver toda aquela carne balançar...

Já tava tendo uns pensamentos insanos, pecaminosos!!! Que não deveria ter com minha própria mãe...... E AINDA vou mostrar minha pica pra ela, nunca pensei que algo assim fosse acontecer, e muito menos assim toda dura..........
CONTINUA
BLOQUEARAM MINHA CONTA DE NOVO E APAGARAM O CAP DE SCORT, NÃO SEI QUANTO TEMPO VOU FICAR ASSIM.
JÁ ATIVARAM MINHA CONTA, NÃO SEI O QUE ACONTECEU. MAS ELES APAGARAM OS CAPÍTULOS DE AMAMENTAÇÃO E SCORT.
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