Perguntei pra Lina se tinha algum lugar bonito pra visitar, e ela me deu uma lista na hora. Dei uma olhada e vi que era uma pena, mas por causa das distâncias ou do tempo, a maioria era impossível de ver em tão pouco tempo. Escolhi duas opções: uma no centro de Salta, que era subir no bondinho e, lá de cima, ter uma vista panorâmica da cidade inteira; e a outra era ver monumentos, a catedral ou prédios da época colonial. Mas na mesma hora recebi uma ligação do meu filho, ele disse que não podia vir me buscar e que iria direto pra Tucumán, e que me ligaria pra gente se encontrar lá. Olhei pra Lina e me desculpei, parecia que ela tava na expectativa de eu ficar mais uma noite na casa dela. Eu, com certeza, adoraria, mas não queria abusar da hospitalidade dela. A mina, com cara de tristeza, se informou sobre o transporte pra Tucumán. Por horários e rapidez, o que mais convenceu foi pegar o ônibus que saía à tarde. Ela me explicou o sistema de pagamento com cartão, e fiquei pensando no tempo que me restava e onde podia ir.
Lina teve uma ideia. Pegou um papel e uma canetinha grossa e escreveu um recado. Depois foi até a porta, com fita adesiva colou no vidro e fechou por dentro. Apontou pro cartaz e, mesmo de cabeça pra baixo, consegui ler: "FECHADO ATÉ A TARDE POR ASSUNTOS PRÓPRIOS". Apagou as luzes da farmácia e me levou pra casa dela. Passamos pela sala direto e ela me levou pro quarto dela.
[list][/list][list]Pepe, queria te dar uma boa despedida hoje à noite, mas já que você precisa ir, pensei em passar a última manhã juntos, a não ser que prefira ir ver os monumentos...[/list][list][*][/list][list]O melhor monumento de Salta tá bem na minha frente e agora, quem manda é você![/list][list]
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A resposta foi tirar a colcha e o lençol, tirar o avental branco e o vestido que usava por baixo, só de sutiã e calcinha ela me esperou ao pé da cama. Acho que demorei menos para tirar minha roupa e pular na cama, ela fez o mesmo e disse.
[list][/list][list]Puxa, esqueci de tirar isso![/list][list][*][/list][list]Não, por favor, deixa que eu tire isso pra você.[/list][list][*][/list][list]Mmm, como quiser.[/list][list]
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Fiquei atrás dela, ela tava de joelhos no colchão e, com cuidado, soltei o sutiã dela só com dois dedos, mas não deixei cair. Mandei ela levantar os braços pra cima da cabeça e, segurando a peça, fui passando as mãos por baixo das axilas até tocar onde os peitos começavam. Fui seguindo a curva do peito até pegar por baixo, com as duas mãos, os peitos dela — mesmo com o sutiã preso pelas alças, os dois peitos já estavam no meu poder. Peguei os bicos durinhos com dois dedos cada um e fui girando pra os dois lados. Lina suspirava enquanto sentia eu me aproximar e, no meio das costas, eu apontava minha pica pra ela. Segurei os dois peitos, amassando e puxando os bicos até eles crescerem. Quando ela baixou os braços, o sutiã caiu na cama. Era bonito pra caralho e de marca — Lina, sem dúvida, tinha grana. Mandei ela deitar na cama e deixar a cabeça pra fora, pendurada. Ela obedeceu sem reclamar. Quando desci pro chão, fiquei na frente dela com a cabeça entre minhas pernas, me inclinei, peguei na cintura da calcinha dela e puxei.
Lina levantou a bunda um pouco e a calcinha passou limpa entre as pernas dela. Abri as pernas dela e dobrei, deixando os joelhos separados. Ela já tinha pegado minhas bolas com a boca e tava lambendo, já tava procurando a ponta da minha pica quando eu segurei. Me afastei um pouco. Ela tava linda pra caralho deitada de costas, com os peitos duros e coroados pelos dois bicos, tipo para-raios. Entre as coxas dela, os lábios ainda fechados da buceta se perdiam. Me aproximei devagar com a pica na horizontal e, quando quase tava tocando a testa dela, mandei ela abrir a boca. Enfiei a cabecinha entre os lábios dela e dei um passo — primeiro a glande, depois o tronco, entraram na boca invertida. Ela me pegou pela bunda e apertou, enfiando tudo. A barra ainda mais quente, na garganta dela dava pra ver por onde o pau passava, parecia impossível que ela conseguisse engolir aquela rola, ainda mais pelo tamanho grosso que ela tinha. Me inclinei e consegui alcançar os peitos dela e, com eles nas minhas mãos, comecei a mexer a cintura. O pau entrava e saía alguns centímetros, mas na garganta dela aparecia e sumia um calombo considerável. As mãos dela pegaram minhas bolas e começaram a acariciar, e meu pau foi engrossando ainda mais. Os lábios não aguentavam mais e ela já estava me arranhando com os dentes no freio. A mina não conseguia engolir mais. Eu teria gozado gostoso, teria enchido o estômago dela de porra, mas preferi que ela saboreasse e tirei.
Pedi pra ela se deitar confortável no lençol e subi nela. Mordisquei os bicos dos peitos dela e segui até chegar na buceta. A irmã dela tinha feito um desenho bonito nos pentelhos crespos, um triângulo apontando o caminho a seguir. Os lábios se abriam dois centímetros mais pra baixo. Segui e, com a língua, lambi a virilha. Os lábios se abriram sozinhos, mostrando o clitóris brilhante e duro. Puxei a capinha morena pra trás e ele apareceu pedindo pra ser chupado. Tava uma delícia. Meu pau tinha escorregado pela testa dela e pelos olhos cinzas, agora tava no nariz e logo no lábio de cima. No de baixo não chegou, entrou como uma bola de golfe no buraco do green. Eu não tinha gozado ainda, mas a Lina me envolveu a cintura com os braços e me obrigou a meter o pau de novo até o fundo da garganta dela. Senti os lábios grossos dela chegarem na base do meu pau e no saco das bolas. Desde que cheguei na Argentina e comecei a ter minhas relações com o pessoal nativo, eu me cuidava pra aparar os pentelhos o suficiente pra não incomodar as possíveis parceiras. Minha mulher no começo estranhou, era a primeira vez que eu me depilava, mas eu inventei a desculpa de que tinhacoceirasDesde então, ela se acostumou a ver minha rola inteira desde a raiz, e até passou a gostar, porque quando cavalgava sentia o cócegas dos pelinhos aparados. Agora a Lina estava curtindo, engolindo o sabre com bainha e tudo, com a língua massageando minha cabecinha que poderia ter me feito gozar na boca dela se eu não tivesse tomado jeito e puxado pra fora. Ela resistiu e apertou os lábios com força, a rola saiu como se fosse um pirulito de morango e fez um plop ao sair.
A Lina gostava de me cavalgar igual à Dora, mas o que ela realmente curtia era deslizar sobre minha rola, pressionando os lábios da buceta ao longo do meu pau, adorava roçar o clitóris nas minhas veias inchadas, enquanto minhas bolas colavam na boceta molhada dela. Ela chegava a cobrir minha cabecinha por completo com os lábios e, ao voltar pra trás, puxava o prepúcio, deixando o tronco todo esticado com a glande vermelho-arroxeada. Ela dominava a situação, e eu só curtia a vista: os dois peitos voavam sobre minha cabeça e, de vez em quando, eu pegava um mamilo. Minhas mãos não ficavam paradas, apertavam a cintura dela, subindo e subindo até pegar as duas massas mamárias, apertando até formar um cone com o bico do peito. Ela adorava se sentir desejada e gostava de se apertar contra mim, mas prestava muita atenção nas minhas pulsações. Sabia que o freio da glande é coisa delicada e provoca uma gozada inesperada, e isso ela cuidava bem. Eu, em desagravo, teria pedido um comprimido azul daqueles que ela me enganou, mas depois de ter me...Entediado / De saco cheioPor ter me enganado, não quis insistir no assunto. Confiava na habilidade dela e na minha paciência pra poder foder ela satisfatoriamente e deixar uma boa lembrança da minha pica e de mim.
Já tava a pica tão brilhante por causa dos fluidos dela e da minha tensão que a Lina escorregava como se tivesse na neve e decidiu que era hora de sentir ela lá dentro. Quando ela se levantou, minha pica ficou a 45 graus, ela se inclinou sobre mim, me deu um beijo na boca, mearranhouo peito com seus mamilos e foi recuando até enfiar a rola na buceta devagar mas sem pausa alguma, depois se ergueu sentando em cima de mim, o triângulo do seu púbis e o meu matinho coincidiam sem deixar ver nem um resquício do que ela tinha guardado dentro dela. Lina fechou os olhos e jogou a cabeça para trás, parecia concentrada e que dizia seus pensamentos em voz alta.
[list][/list][list]Mmm, que delícia que é o teu pau, Pepe.[/list][list][*][/list][list]Fico feliz também, adoro sentir como você entra.[/list][list][*][/list][list]Siiim, sinto ela macia, dura e grossa, adoro sentir ela dentro, abrindo caminho pela minha buceta apertada e quando chega no fundo continua pressionando e ela cede ao empurrão, se encaixa como uma luva, roça em cada dobra, em cada cantinho, sinto quando toca nesse ponto tão sensível e meus fluidos jorram pra todo lado, adoro transar com você, Pepe, minha irmã tinha razão, você era a melhor pessoa pra dar minha virgindade e com você comecei a gozar, nunca vou esquecer esses momentos de prazer.[/list][list][*][/list][list]Fico feliz que você me deu a honra de te fazer mulher, e tenho que dizer que você aprendeu muito rápido, é uma aluna muito avançada.[/list][list][*][/list][list]Mmm, siii, eu sabia toda a teoria, já li pra caralho, minhas amigas me contavam maravilhas, mas nunca tinha provado na prática. Todas ficaram devendo, iam adorar te ter igual eu agora.[/list][list][*][/list][list]A Dora também adora ficar por cima, ela se transforma. Quando a conheci, era tímida e encolhida, mas quando subiu em cima de mim e enfiou a pica, mudou completamente.[/list][list][*][/list][list]Sim, ela me contou tudo, me disse o que sentiu quando fizeram pela primeira vez, ela tá muito feliz e grata por ter te conhecido, assim como eu, queria que ela estivesse aqui com a gente, te cavalgando igual eu tô fazendo agora, ela me ensinou e nunca vou agradecer o suficiente.[/list][list]
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Lina se mexia pra todo lado, até girava em círculo, não deixava nenhum cantinho sem provocar, puxava os próprios bicos fazendo os peitos ficarem em formato de cone.
[list][/list][list]A partir de agora, acho que você vai sair por aí, encontrar um cara que te agrade e dar uma foda com ele sem medo.[/list][list][*][/list][list]Sim, conheço um cara que me interessa, mas não tive coragem de dar em cima porque tava com esse problema do hímen. De qualquer forma, tem umas coisas em mim que não curto.[/list][list][*][/list][list]O que você não gosta?, o que você não gosta em você?[/list][list][*][/list][list]Não gosto das minhas tetas, por exemplo.[/list][list][*][/list][list]Mas são uma maravilha, tão brancas e lisas, tão no lugar certo, dá até vontade de chupar elas![/list][list][*][/list][list]Não gosto porque não tenho aréola, só um mamilo no meio da teta, queria ter igual a Dora, por exemplo.[/list][list][*][/list][list]Dora é sua irmã e tem as dela, e você as suas, cada mulher tem os peitos diferentes, igual a buceta, não tem por que pensar assim.[/list][list][*][/list][list]Me olho no espelho e não gosto do que vejo, faria uma cirurgia se pudesse pra colocar umas aréolas.[/list][list][*][/list][list]Mmm, pera aí, me veio uma ideia… você tem alguma amiga que fez uma tatuagem?[/list][list][*][/list][list]Sim, minha amiga Milagros gosta de se tatuar, já fez várias e algumas parecem uma obra de arte. Até fez uma na virilha, me mostrou, é um morango e parece a cabeça da sua rola.[/list][list][*][/list][list]Hahaha, adoraria ver e comparar, hahaha.[/list][list][*][/list][list]E nela também, com certeza.[/list][list][*][/list][list]Pensei que você podia ir com ela no tatuador e pedir pra ele recomendar umas aréolas tatuadas, ele faria do jeito que você quisesse, grandes ou pequenas, morenas ou claras, e se ele for muito bom, até os grãozinhos ele desenhava, ninguém ia perceber e você ia adorar se olhar no espelho.[/list][list][*][/list][list]Sério mesmo e você acha que não iam perceber? Como você ia gostar delas em você?[/list][list]
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Sem se levantar do meu pau, ela se inclinou na minha cara e juntou os dois peitos pra frente. Peguei um batom da mesinha dela e fui desenhando aréolas diferentes, de pequenas a grandes, em cada um. Ela comparava e me elogiava. A verdade é que a aparência do peito com o mamilo rodeado por uma aréola bonita mudava completamente, e quando ela encontrou uma que a favorecia, me fez pintar o mesmo círculo no outro. Agora ela tava feliz e se levantou. Meu pau saiu molhado e branco de espuma, mas ela sentou de novo. Senti a diferença: a resistência do esfíncter dela era pouca, cedia fácil, ainda mais lubrificado com os fluidos dela. Quando a cabecinha entrou no cu dela, ela suspirou e sentou do mesmo jeito que antes.
[list][/list][list]Uf, que prazer, não é igual que na buceta, é diferente mas eu gosto do mesmo jeito.[/list][list][*][/list][list]Sim, eu sinto sua bunda com um toque suave, sedoso, como se você me acariciasse com uma luva de seda.[/list][list][*][/list][list]Siiim, eu gosto e já gozava agora como se a gente tivesse pressa.[/list][list][*][/list][list]Ainda temos tempo, Lina.[/list][list][*][/list][list]Siii, mas minha bunda não, vou gozar, Pepe, vou gozaaaar, siiiim.[/list][list]
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Lina devia estar muito apressada e se jogou pra trás, agarrando meus tornozelos, pulava enfiando a rola no cu até encher o reto, os peitos decorados vibravam no peito dela e os lábios abertos mostravam o clitóris duro e exposto, peguei ele entre dois dedos e torci de leve, a garota pulava e parecia que nunca ia parar, gozou enchendo meu púbis de um branco viscoso, tremeu e caiu em cima de mim, abracei ela e acariciei o cabelo preto cacheado até que ela conseguisse se recuperar, escorregando pro meu lado.
[list][/list][list]Nossa, que pica gostosa, Pepe! Achava que não ia aguentar, vou sentir muita saudade de você, não é só pelo seu pau, mas pelo seu carinho, você me trata como uma princesa de conto de fadas. Minhas amigas me contam que os maridos ou namorados delas não deixam elas assim, a maioria goza antes e deixa elas na mão. Se você ficasse em Salta, te apresentaria várias, você ia meter mais chifre do que vaca tem na Pampa. Tem uma que é casada e tem um amante, e nem juntando os dois ela goza os orgasmos que você me dá.[/list][list][*][/list][list]Não é pra tanto, só quero que você seja feliz comigo.[/list][list][*][/list][list]E eu quero que você seja, ainda não terminou e hoje quero que você goze dentro de mim.[/list][list][*][/list][list]Mas onde exatamente, você é tão gostosa que eu gozaria até numa orelha.[/list][list][*][/list][list]Nãooo, quero sentir você em mim, usa a palavra: buceta, quero me sentir cheia de porra quente que me queime por dentro, quero me sentir mulher de verdade, vou ser a garota mais felizmente comida entre minhas amigas.[/list][list][*][/list][list]Hahaha, adoraria ver quando você contar pra ele, mas por favor… não dá detalhes, que sou casado…[/list][list][*][/list][list]Não se preocupa, mesmo que eu contasse, ninguém ia acreditar, mas pra mim você é um charme.[/list][list][*][/list][list]E você também, você e a Dora me deram a hospitalidade mais gostosa que eu podia sonhar, nunca vou conseguir pagar o tratamento que vocês me deram.[/list][list][*][/list][list]Nem pensar, em compensação você mudou a nossa vida, minha irmã tava no fundo do poço, fez de tudo pra criar a Dorita e não viveu, e eu feito uma freira cheia de complexo na minha prisão de ouro, agora vou poder sair pra viver, espero ter sorte com os homens.[/list][list][*][/list][list]Com certeza, mas não dá essas pilulinha azul pra ela, hein?[/list][list][*][/list][list]Nãooo, desculpa, não sei como pude pensar nisso.[/list][list][*][/list][list]Eu sei, era lógico, tenho muitos anos a mais que você e meu físico não é lá essas coisas.[/list][list][*][/list][list]Hahaha, você é um coroa interessante.[/list][list][*][/list][list]Hahaha e você uma mulher gostosa, e agora, se quiser, deita de costas.[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]
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Lina entendeu na hora e se deitou pra eu meter de ladinho, mas eu peguei as pernas dela e levantei elas retas, fiquei de joelhos na frente dela e abri as pernas dela, ela segurou os joelhos e colocou em cima da cabeça, na minha frente tinha a buceta e o cu e escolhi primeiro a buceta, agarrei ela pela cintura e puxei pra perto de mim, ela mal percebeu mas gemeu quando cheguei no fundo, de vez em quando eu tirava e passava nos lábios até chegar no clitóris e enfiava de novo, às vezes subia no clitóris e outras descia pro cu e metia do mesmo jeito, ela não sabia qual seria a próxima.paradae ela ofegava a cada enfiada, quando tava na buceta dela soltou as pernas e deixou do meu lado, sentou e se agarrou no meu pescoço, ficamos sentados os dois, ela com as pernas por cima das minhas e abraçados do jeito que tava, se apertou em mim, enfiou a pica e esmagou os peitos contra o meu peito, me mordeu a orelha e gritando gozou de novo.
[list][/list][list]Minha nossa! Pepe, gozei de novo e agora é mais forte, sinto seu pau bem dentro, ele pulsa, me preenche, goza por favor, não me faz sofrer, me enche de porra, não tem medo, tô protegida, você já sabe.[/list][list]
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Confesso que naquele momento eu tava nem aí se ela tava protegida ou não, mas peguei ela pela cintura e segurei firme pra meter mais fundo nela. Senti quando gozei, derramei todo meu leite na buceta dela, com certeza enchi o útero dela até em cima, mas foda-se, a Lina merecia isso e mais.
[list][/list][list]Lina, eu adoraria ter um pau bem maior pra você.[/list][list][*][/list][list]Nãooo, me basta e me sobra, a sua me preenche totalmente e tá tão dura e quente…[/list][list]
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Ficamos abraçados por um tempo, quando desfizemos o abraço, nos deixamos cair no lençol, nossas pernas ainda entrelaçadas e meu pau na buceta dela, contra todas as probabilidades, ainda demorei para sair, meu pau resistia em se render e quando saiu, veio acompanhado de uma massa líquida que manchou o lençol.
[list][/list][list]Desculpa, Lina, não queria sujar tua roupa.[/list][list][*][/list][list]Não se preocupa, se fosse por mim, eu guardava esse lençol de lembrança, seu gozo é o melhor presente que você podia me dar.[/list][list]
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Ainda ficamos um bom tempo abraçados, os peitos da Lina não saíam da minha cabeça e ela não parava de olhar pra eles, tava feliz e eu mais ainda. Quando olhamos o relógio já era tarde, levantamos e enquanto eu tomava um banho rápido ela preparava algo pra comer, ia pra lá e pra cá pelada e toda vez que passava na frente de algo que refletia, parava pra admirar os peitos pintados. Comemos os dois pelados.
[list][/list][list]Que pena que você tenha que ir, queria passar mais uma noite contigo, nunca vou te esquecer.[/list][list][*][/list][list]Nem eu, Lina. É uma pena, mas a vida segue e você é muito jovem, vai curtir ela.[/list][list]
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Nós nos beijamos e ela puxava eu pra dentro do quarto dela, com toda minha força de vontade só cheguei até a porta, ia chupar os bicos dos peitos dela como despedida, mas preferi que ela admirasse eles no espelho por mais tempo e me contentei em passar a língua em volta sem tocar no desenho, mesmo assim os bicos responderam crescendo até o impensável. Lina não quis ficar por baixo e se ajoelhou e enfiou a rola mole na boca até deixar ela dura.
[list][/list][list]Ela é gostosa de todas as formas, se cuida, Pepe.[/list][list][*][/list][list]E você também, manda lembranças pra sua irmã e diz pra ela que não vou esquecer de vocês. Me manda uma mensagem contando como vocês estão.[/list][list]
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Pra não cair em tentação, me vesti rápido, peguei a mochila de viagem com minhas coisas e saí. A Lina apareceu na janela, afastou as cortinas e por um instante mostrou de novo aqueles peitos deliciosos.
Fui até o ponto de ônibus, passei o cartão que descontava o valor da passagem e perguntei ao motorista como chegar ao museu Güemes. Ele me orientou, por sorte passava perto, e disse que eu podia pegar outro ônibus ou ir a pé. Preferi a segunda opção. A primeira surpresa foi que eu estava na Rua Espanha. A fachada do museu dava pra ver de longe, pintada de um marrom avermelhado, anunciando o museu na sua simplicidade. Por dentro já era outra história, cheio de recursos tecnológicos, com tradutores para visitantes que não falavam espanhol. Lá dentro, fui conhecendo a história da Argentina, aprendi um monte de coisas, descobri nomes que normalmente só ouvia por aqui, como o Vale de Lerma, que era de um espanhol que colonizou no início da fundação de Salta. Num diorama, vi a batalha que decidiu a independência da Argentina. No pátio, me chamaram a atenção umas figuras em tamanho natural de combatentes pela liberdade da terra deles. Ficava reparando em todos os cartazes e, sem perceber, lia as legendas em voz um pouco mais alta do que o necessário. Do meu lado, ia uma garota jovem, devia ter pouco mais de vinte anos, mas aparentava ser mais nova. A gente se encontrava em quase todas as exposições interessantes e, numa vitrine com armas antigas, a garota me perguntou?
[list][/list][list]Com licença, você é espanhol?[/list][list][*][/list][list]Sim, vim passar uma temporada na Argentina e tô conhecendo essa parte do país.[/list][list][*][/list][list]E como é que você se interessa pela história da Argentina sendo espanhol?[/list][list][*][/list][list]Porque a história é universal, e a gente espanhola não é estranha à Argentina, né.[/list][list]
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A garota no começo parecia meio desconfortável por um espanhol estar olhando a exposição patriótica, achava que eu tinha algum rancor, mas na real, eu respeito a história. Cheguei à conclusão de que o mundo gira para o bem e para o mal, e que o passado é passado, e em tudo tem um lado bom e outro ruim. Como estávamos indo na mesma direção, a garota foi se acalmando ao ver que eu me interessava pelas façanhas dos generais argentinos e seus exércitos. Ela me contou que estudava história em Tucumán e que tinha vindo para ver.in locoO museu com suas relíquias, aos poucos, foi se tornando meu guia, me explicava os detalhes que me escapavam e, ao me ver como uma pessoa interessada e curiosa, perdeu qualquer desconfiança.
[list][/list][list]Sabe de uma? Fiquei feliz de ter conhecido um espanhol, sempre tive um certo desinteresse por história antiga.[/list][list][*][/list][list]Pois eu fico feliz de ter te conhecido, uma mina muito inteligente e que percebeu que nem todo mundo é ruim ou bom, em todo lugar tem de tudo. E me diz, de onde você é?[/list][list][*][/list][list]Sou de Tucumã e estudo na universidade, mas gosto de aprender não só pelos livros. Vim pra conhecer o Museu e o Cabildo e outros lugares coloniais. Nessa cidade é onde mais se preservaram os prédios da época. Sabe que chamavam Salta de "a Linda"?[/list][list][*][/list][list]Não, não sabia e adoraria ver mais coisas, mas tenho que ir embora esta tarde pra Tucumán.[/list][list][*][/list][list]Comigo acontece o mesmo, hoje à tarde vou voltar de busão.[/list][list][*][/list][list]Que coincidência! Eu também vou nele, desde o Terminal de Ônibus.[/list][list][*][/list][list]Que bom, se a gente se encontrar a gente pode continuar conversando, adoraria saber coisas da Espanha, eu te conto coisas de Tucumã, você vai gostar.[/list][list]
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A garota já relaxada era muito simpática e parecia sincera. Enquanto a gente olhava uma reconstituição da vida na época colonial, pelo reflexo do vidro, dei uma reparada nela de corpo inteiro. A mina tinha cabelo castanho e usava preso em duas tranças, o que dava um toque mais jovem pro rosto dela. O corpo era um pouco cheinho, não gorda, claro, mas dava pra ver uns quilinhos a mais, e era um pouco mais baixa que eu, mas era muito sapeca e parecia uma menininha. Ela tava com uma pasta na mão e na outra o celular, que não largava.
[list][/list][list]Desculpa não ter me apresentado, me chamo Pepe, que é o apelido carinhoso de José.[/list][list][*][/list][list]Sim, já sei, na minha sala tem um cara que a gente chama de Pepe também, embora ele seja argentino. Eu me chamo Berta.[/list][list][*][/list][list]Encantado, Berta. E aí, que tal a gente ir comer alguma coisa? Ainda temos tempo até o ônibus sair.[/list][list][*][/list][list]Não queria te entreter, mas gosto de falar com você.[/list][list][*][/list][list]O ruim é que, como sou muito mais velho que você, cê não vai querer ser visto na minha companhia…[/list][list][*][/list][list]Muito pelo contrário, eu gosto de ficar com pessoas mais velhas do que eu.[/list][list][*][/list][list]Mas você deve ter um amigo ou namorado, alguém da sua idade…[/list][list][*][/list][list]Não pense que não, não tenho muito sucesso com os caras.[/list][list][*][/list][list]Impossível! Você é uma gostosa, tem uns olhos encantadores e uma boca de dar água na boca… Ah! Desculpa, exagerei.[/list][list][*][/list][list]Hahaha, nada disso, agradeço, ninguém nunca me fala essas coisas, sei que sou gordinha e isso não tá na moda agora, os caras preferem magrinhas tipo modelo.[/list][list][*][/list][list]Mas as modelos são lisas como tábua e você, além de ter um rostinho lindo, tem um corpo... bem tentador.[/list][list][*][/list][list]Hahaha, olha o espanhol aí, vamos ver se tem mais bom gosto que os argentinos…[/list][list][*][/list][list]Acho que não, mas melhor dar uma olhada... onde você prefere ir comer?[/list][list][*][/list][list]Sei lá, na faculdade eu gosto de ir numa hamburgueria, sou louca por hambúrguer.[/list][list][*][/list][list]Isso aí tem muita caloria e tal, não acho que te faça bem.[/list][list][*][/list][list]Já sei disso, mas não consigo evitar.[/list][list]
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Fomos caminando pro centro, a gente tava no bairro da zona leste da cidade e, andando sem rumo, chegamos numa hamburgueria de uma rede americana. Com aquele marketing poderoso, atraía geral, principalmente os jovens. Eu, particularmente, não curtia muito, mas acompanhei ela de boa e sentamos numa mesinha perto da janela. Pedimos o maior hambúrguer e um copo de Booty com gelo tamanho gigante. A mina tava devorando com os olhos. Depois, pedimos uma sobremesa e eu, um café — embora não tivesse no estilo italiano, tive que me virar com um qualquer.gringoNaturalmente, convidei ela pra comer e ela agradeceu muito. Na universidade, as amigas dela viviam reclamando que ela não se segurava na hora de comer. A mina tava feliz e ia me explicando os monumentos que a gente encontrava pelo caminho. Quando chegamos no ponto do busão que ia pro terminal, subimos. Lá, compramos as passagens e sentamos numa mesa pra tomar um refri. Na hora marcada, abriram o ônibus e entramos. Não tinha muita gente, mas falaram que no trajeto iam subindo mais até lotar. Pelo corredor entre os bancos, a mina foi lá pro fundo. Me disse que ali tinha menos criança se subisse. Tinha razão: na frente, duas famílias com crianças pegaram os primeiros assentos. Deixei ela escolher o lugar e ela preferiu o da janela. Quando saímos do terminal, percebemos que, como a gente tava indo pro sul, o sol ia pegar a viagem inteira, e ela fechou a cortininha um pouco.
Durante o trajeto, ela ia me contando sobre a paisagem que a gente tava vendo. Passávamos por cidades onde o ônibus parava, mas em vez de subir gente, ia esvaziando. Perguntei se ela queria que a gente fosse mais pra frente, mas ela achou de boa onde a gente tava. Depois de um tempo, mal dava pra ver cabeças nos bancos. De repente, tocou o "piu-piu" de um WhatsApp. A mina olhou no celular, mas não tinha recebido nada. Aí ela me disse:
[list][/list][list]A mensagem deve ter chegado pra você, cê tá com o celular, né?[/list][list][*][/list][list]Ah! Sim, claro, desculpa, é que quase não recebo nenhum…[/list][list]
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Abri o aplicativo e vi uma mensagem da Corina, na hora percebi que não tinha tido a consideração de ligar pra casa, pensei que podia ter acontecido alguma coisa ou pelo menos me interessar por todo mundo, especialmente pelo meu neto Javi. Tinham duas fotos e um texto, naquela área não devia pegar muito sinal porque as fotos demoraram pra carregar. Tava com o celular na mão esperando quando a primeira abriu, era a foto de uma milanesa, um prato de comida dos mais apetitosos. Caí na gargalhada e chamei a atenção da Berta, que do meu lado olhava pra fora. Mostrei a foto pra ela, mas na hora a outra abriu, era uma foto em primeiríssimo plano da buceta da Corina. A mina viu tão bem quanto eu. Minha reação foi cair na gargalhada de novo. A Berta me olhou e, como explicação, falei que era um amigo que sempre me mandava umas zoeiras. No texto, a Corina me perguntavaO que você prefere comer primeiro?A garota olhou sem piscar pra foto da buceta da Corina e falou uma coisa que eu não esperava.
[list][/list][list]Que buceta tão gostosa! Me dá inveja.[/list][list][*][/list][list]Por que você diz isso? Todas as bucetas são gostosas, cada mina tem uma diferente das outras, mas por isso não tem nem boas nem ruins, todas são boas.[/list][list][*][/list][list]Não acredito, essa da foto é muito bem-feita, se eu tivesse uma assim faria de tudo pra emagrecer e choveria de caras em cima de mim.[/list][list][*][/list][list]Essa buceta tá igual todas, a verdade é que é uma gostosura, mas com certeza a sua não vai ser menos.[/list][list][*][/list][list]Você não sabe o que tá falando, só vou te dizer que tô condenada a nunca usar calça.[/list][list][*][/list][list]Por quê? Se os apertados não te caem bem, pode usar os mais folgados, não precisa sair de legging.[/list][list][*][/list][list]Não consigo usar nenhum, nem os jeans nem os largos.[/list][list][*][/list][list]Não entendo por quê, sem querer ofender, você não é gostosona, só um pouco cheinha.[/list][list][*][/list][list]Não é por isso, é pela minha buceta.[/list][list][*][/list][list]O que tem a sua buceta de diferente?[/list][list][*][/list][list]Não devia fazer isso, mas te imploro sinceridade, vou te mostrar, mas não ri de mim, por favor.[/list][list]
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Berta levantou a saia larga que usava abaixo dos joelhos, chegou até as coxas, ela tinha coxas bonitas e, embora um pouco cheias, não eram nada ruins, mas quando chegou na calcinha, ela apontou pra mim. Um raio de sol entrava pelo vidro e iluminou. Entre as pernas, ela tinha um volume, como se tivesse um coelho agachado. O púbis dela sobressaía exageradamente, e os lábios marcavam como um kitty vertical. A calcinha que ela usava não a favorecia nada, era das mais arcaicas, parecia de velha.
[list][/list][list]Olha só a roupa íntima que eu tenho que usar, senão tudo escapa pelos lados.[/list][list][*][/list][list]Mulher, acho que tem solução fácil, se você depilar não ia dar pra notar.[/list][list][*][/list][list]Que nada! Se vou depilada completamente, o que você vê é o que tem. Tenho um pubis tão inchado que fico encanada, espanto os caras que já viram e as minhas riem de mim.[/list][list][*][/list][list]Mas isso não deve te preocupar, se fosse por isso eu também estaria cheio de complexos.[/list][list][*][/list][list]Você, por quê?[/list][list]
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Enquanto falava com a Berta, tinha respondido pra Corina.comeria a buceta dela, mas ia usar ela de aperitivo e de sobremesa tambémNa hora, o apito soou de novo e duas fotos abriram: uma era de um peito inteiro da Corina e a outra só do mamilo. A pica ficou dura e apertava na cueca, e quando a Berta me disse isso, eu respondi.
[list][/list][list]Berta não queria que você pensasse mal, mas só pra te convencer vou te mostrar, coloca a mão aqui.[/list][list][*][/list][list]Nossa, que pau que você tem, Pepe, tá bem grosso.[/list][list][*][/list][list]E isso que ela só começou.[/list][list][*][/list][list]O que foi, ao ver a buceta do telefone ou ao ver a minha?[/list][list][*][/list][list]Sendo sincero, foi quando vi a sua.[/list][list]— eu menti —[/list][list]Você fala isso só pra me agradar, mas se visse ela de verdade, o tesão ia embora na hora.[/list][list][*][/list][list]Impossível, essa porra que você tem entre as pernas levanta até defunto.[/list][list][*][/list][list]Hahaha, adoraria ver isso.[/list][list][*][/list][list]Ao que levanta ou ao morto?[/list][list][*][/list][list]Hahaha para os dois, coloca a mão aqui embaixo e vamos ver.[/list][list]
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A mão não cobria o volume da buceta da Berta, não dava pra abranger com a palma aberta e passei o dedo do meio ao longo da fenda dos lábios, a garota suspirou e, sem perceber, afastou os joelhos, mesmo assim a calcinha cobria tudo até a virilha. Ela logo quis conferir os resultados e notou que algo tinha crescido em mim, olhei pra ela pedindo permissão e ela sorriu, levantando a saia até a cintura. A calcinha branca subia quase até a cintura e passei a mão pelo elástico, os nós dos dedos apareciam descendo e cobrindo com dificuldade a buceta da Berta, ela abria as pernas pra facilitar o acesso e eu afundava a mão entre as coxas dela. Berta media meu pau e sentia ele crescendo em comprimento e, principalmente, em grossura.
Quando cheguei ao fim da buceta da Berta, passei o dedo entre os lábios depilados, não arranhavam porque deviam estar recém-feitos, o dedo afundou entre eles mas não toquei em nada, nem nos lábios menores, muito menos na vagina. Me acomodei melhor pra ir mais fundo e aproveitei pra deixar o pau se esticar ao longo da perna dela, ela apalpava todo o comprimento apertando pra sentir o avanço. Olhei pra garota insinuando que não dava pra ir mais longe se ela não colaborasse e, levantando a bunda do banco, ela puxou a calcinha até os joelhos. Perto da gente não dava pra ver ninguém, todo mundo que ainda estava no ônibus ia mais na frente.
Não contente com isso, porque atrapalhava abrir as pernas, ela tirou a calcinha de vez e guardou na pasta. Agora meus dedos conseguiam chegar melhor e pude passar de baixo pra cima e tocar o clitóris, que, mesmo duro, mal conseguia aparecer.
[list][/list][list]Pepe, por favor, faz de novo.[/list][list][*][/list][list]O quê, Berta?[/list][list][*][/list][list]Toca meu clitóris de novo, me deu muito tesão, mais do que quando eu mesma faço.[/list][list]
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Eu fiz o que ela pediu e passei o dedo várias vezes. A mina escorregava no banco, abrindo as pernas cada vez mais. Meu dedo já passava pelo botão duro, e ela gemia, tampando a boca pra ninguém ouvir. Quando consegui enfiar um dedo na buceta dela, ela fechou as pernas de repente, prendendo minha mão. Achei que tava recusando, mas quando se abraçou em mim, entendi que o que ela não queria era deixar meus dedos escaparem. Como não dava pra continuar, ela teve que abrir um pouco os joelhos, e aí segui em frente. A esse dedo juntou o próximo, e com dois lá dentro, a mina ofegava e passava a mão carinhosamente no meu pau. Pegava ele por cima da calça e passava de cima pra baixo, como se tivesse calculando o tamanho.
O ônibus seguia a rota, e Berta não parava de gemer. Cada vez queria mais e abriu as pernas de novo ao ver que eu não conseguia continuar. Minha mão já separava os lábios grossos e acariciava o clitóris sem reservas. Tava tão lubrificado com os sucos dela que, cada vez que eu roçava, ela dava um encolhido. Minha mão, com três dedos na ppk dela, ganhou velocidade. Roçava suave mas com energia o ponto mais sensível lá dentro, e Berta, de olhos fechados, puxava os peitos com uma mão porque com a outra não soltava meu pau. Ela gozou na minha mão, as gotas de fluido caíram no chão do carro. Mantive os dedos lá dentro até ela conseguir sentar de novo no lugar.
Aí ela pensou no pau que tava segurando. Me implorou pra mostrar, eu recusei, imaginando se a gente ultrapassasse algum caminhão e o motorista me visse com o pau pra fora, não sabia como reagiria. Mas Berta insistiu. Pra me convencer, levou minha mão pra debaixo da blusa dela. Toquei nos peitos redondos e fartos, ela quis me dar tudo. Baixou as alças e tirou os peitos das taças do sutiã, levou meus dedos até os bicos. Eles eram pequenos tipo grão de bico, mas tavam duros. Já as aréolas, enormes e inchadas, apareciam ao redor. Tanto argumento me convenceu e eu disse pra ela puxar a cortina de vez enquanto soltava meu cinto. A Berta não largava meu pau de jeito nenhum e tive que jurar que ia mostrar pra ela soltar. Baixei a calça e, com a cueca inchada, a mina se inclinou sobre mim, passava a mão no pano que cobria o volume e acariciava. Parecia que não tinha coragem de descobrir. Me olhou como pedindo autorização e eu sorri. Ela se abaixou e deu um beijo na cueca, meu pau deu um pulinho e ela se assustou. Me olhou de novo e me beijou na boca. Enquanto me beijava, levei a mão dela até o elástico da cintura. Agora só faltava puxar pra rola aparecer. Eu tinha colocado o pau pra cima e quase espetava meu umbigo; com o menor movimento, saía pra fora.
A Berta sentia o calor com a mão, queimava, mas não se decidia. Minhas mãos beliscavam o mamilo dela, fazendo ela gemer, mas ela se aproximava cada vez mais de mim pra eu alcançar melhor. Finalmente parece que se decidiu e puxou a cueca pra baixo. Com a ponta dos dedos, roçou a cabecinha e logo tapou de novo. Me beijou na boca outra vez. Criou coragem e se abaixou sobre meu peito, queria ver o que saía. Já tinha sentido o calibre, mas ver a cor e a textura era outra parada. Eu só via as marias-chiquinhas do cabelo dela na nuca e senti como ela descobria a cintura aos poucos, baixando a cueca. Senti o frescor do ar na cabecinha, que já tinha líquido pré-seminal, e deduzi que já tava pra fora e ao alcance dela. A mina baixou a cabeça um pouco mais, agora apoiava no meu ventre, e eu não aguentei mais. Minha paciência acabou, e a do meu pau também. Com a mão livre que me sobrava, peguei no pescoço dela e empurrei pra baixo, forçando ela a chegar no meu pau. Senti os lábios dela na glande, mas ela não abria. Tive que insistir mais duas vezes pra ela abrir a boca. Ela roçou com os dentes, mas entrou tudo. Pau pra dentro, não deixou mais sair, tive a impressão de que ela tinha acabado de mudar as prioridades, agora hambúrguer já não era mais a comida favorita dela, agora era minha rola, porque não teve o suficiente e puxou a cueca pra baixo até tirar as bolas de fora, chupou com gula, lambeu e relambeu o tronco. Eu tinha uma mão no peito dela e a outra tinha voltado pra buceta, tava escorrendo mais do que antes, parecia que ia gozar de novo, mas não deixei, diminuía o ritmo quando via que tava perigando.
Berta, do nada, se levantou ereta, me olhou de frente, tava decidida.
[list][/list][list]Pepe, quero que você me coma.[/list][list][*][/list][list]Berta, você tá louca? A gente tá à vista de todo mundo num lugar público, o motorista tá vendo a gente pelo retrovisor.[/list][list][*][/list][list]Foda-se, quero seu pau na minha buceta, tô desesperada por ela já.[/list][list]
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Além de me falar com urgência, já tinha soltado a saia e se virado de lado pra janela. A apertura dos bancos não permitia malabarismos, e a única coisa que me veio à cabeça foi falar pra ela.
[list][/list][list]Espera ela parar na próxima cidade, e se ninguém subir, a gente vai pro último banco e pega lá com mais espaço.[/list][list][*][/list][list]E o que eu faço enquanto isso?[/list][list][*][/list][list]Uma de duas: ou você chupa minha pica ou eu chupo suas tetas.[/list][list][*][/list][list]E por que não os dois?[/list][list]
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Berta tirou o sutiã por uma manga depois de soltar, os dois peitos pareciam enormes por baixo da blusa, estavam soltos e balançavam com o ônibus. Ela se recostou na cortina que cobria a janela e levantou a blusa. Os peitos da Berta, mesmo sendo bem grandes, não caíam; com a juventude dela, eram durinhos, grandes mas firmes, com os bicos e as aréolas inchados, levemente apontados para os lados. Eu me inclinei sobre ela, e a mina juntou eles pra mim; consegui lamber e morder só virando a cabeça. Mesmo assim, ela não soltava meu pau e ficava acariciando, com medo de eu tirar. Não tinha passado nem quinze minutos e os peitos dela já estavam vermelhos de tanto chupão que eu tinha dado. Me levantei pra descansar, e ela, sem pausa, se inclinou sobre mim e pegou o turno dela. Segurava com as duas mãos e enchia a boca de carne dura. Ficou me chupando sem pressa, agora só restava esperar o carro parar. Quando parou, a gente se sentou direito, ela ab
Lina teve uma ideia. Pegou um papel e uma canetinha grossa e escreveu um recado. Depois foi até a porta, com fita adesiva colou no vidro e fechou por dentro. Apontou pro cartaz e, mesmo de cabeça pra baixo, consegui ler: "FECHADO ATÉ A TARDE POR ASSUNTOS PRÓPRIOS". Apagou as luzes da farmácia e me levou pra casa dela. Passamos pela sala direto e ela me levou pro quarto dela.
[list][/list][list]Pepe, queria te dar uma boa despedida hoje à noite, mas já que você precisa ir, pensei em passar a última manhã juntos, a não ser que prefira ir ver os monumentos...[/list][list][*][/list][list]O melhor monumento de Salta tá bem na minha frente e agora, quem manda é você![/list][list]
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A resposta foi tirar a colcha e o lençol, tirar o avental branco e o vestido que usava por baixo, só de sutiã e calcinha ela me esperou ao pé da cama. Acho que demorei menos para tirar minha roupa e pular na cama, ela fez o mesmo e disse.
[list][/list][list]Puxa, esqueci de tirar isso![/list][list][*][/list][list]Não, por favor, deixa que eu tire isso pra você.[/list][list][*][/list][list]Mmm, como quiser.[/list][list]
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Fiquei atrás dela, ela tava de joelhos no colchão e, com cuidado, soltei o sutiã dela só com dois dedos, mas não deixei cair. Mandei ela levantar os braços pra cima da cabeça e, segurando a peça, fui passando as mãos por baixo das axilas até tocar onde os peitos começavam. Fui seguindo a curva do peito até pegar por baixo, com as duas mãos, os peitos dela — mesmo com o sutiã preso pelas alças, os dois peitos já estavam no meu poder. Peguei os bicos durinhos com dois dedos cada um e fui girando pra os dois lados. Lina suspirava enquanto sentia eu me aproximar e, no meio das costas, eu apontava minha pica pra ela. Segurei os dois peitos, amassando e puxando os bicos até eles crescerem. Quando ela baixou os braços, o sutiã caiu na cama. Era bonito pra caralho e de marca — Lina, sem dúvida, tinha grana. Mandei ela deitar na cama e deixar a cabeça pra fora, pendurada. Ela obedeceu sem reclamar. Quando desci pro chão, fiquei na frente dela com a cabeça entre minhas pernas, me inclinei, peguei na cintura da calcinha dela e puxei.
Lina levantou a bunda um pouco e a calcinha passou limpa entre as pernas dela. Abri as pernas dela e dobrei, deixando os joelhos separados. Ela já tinha pegado minhas bolas com a boca e tava lambendo, já tava procurando a ponta da minha pica quando eu segurei. Me afastei um pouco. Ela tava linda pra caralho deitada de costas, com os peitos duros e coroados pelos dois bicos, tipo para-raios. Entre as coxas dela, os lábios ainda fechados da buceta se perdiam. Me aproximei devagar com a pica na horizontal e, quando quase tava tocando a testa dela, mandei ela abrir a boca. Enfiei a cabecinha entre os lábios dela e dei um passo — primeiro a glande, depois o tronco, entraram na boca invertida. Ela me pegou pela bunda e apertou, enfiando tudo. A barra ainda mais quente, na garganta dela dava pra ver por onde o pau passava, parecia impossível que ela conseguisse engolir aquela rola, ainda mais pelo tamanho grosso que ela tinha. Me inclinei e consegui alcançar os peitos dela e, com eles nas minhas mãos, comecei a mexer a cintura. O pau entrava e saía alguns centímetros, mas na garganta dela aparecia e sumia um calombo considerável. As mãos dela pegaram minhas bolas e começaram a acariciar, e meu pau foi engrossando ainda mais. Os lábios não aguentavam mais e ela já estava me arranhando com os dentes no freio. A mina não conseguia engolir mais. Eu teria gozado gostoso, teria enchido o estômago dela de porra, mas preferi que ela saboreasse e tirei.
Pedi pra ela se deitar confortável no lençol e subi nela. Mordisquei os bicos dos peitos dela e segui até chegar na buceta. A irmã dela tinha feito um desenho bonito nos pentelhos crespos, um triângulo apontando o caminho a seguir. Os lábios se abriam dois centímetros mais pra baixo. Segui e, com a língua, lambi a virilha. Os lábios se abriram sozinhos, mostrando o clitóris brilhante e duro. Puxei a capinha morena pra trás e ele apareceu pedindo pra ser chupado. Tava uma delícia. Meu pau tinha escorregado pela testa dela e pelos olhos cinzas, agora tava no nariz e logo no lábio de cima. No de baixo não chegou, entrou como uma bola de golfe no buraco do green. Eu não tinha gozado ainda, mas a Lina me envolveu a cintura com os braços e me obrigou a meter o pau de novo até o fundo da garganta dela. Senti os lábios grossos dela chegarem na base do meu pau e no saco das bolas. Desde que cheguei na Argentina e comecei a ter minhas relações com o pessoal nativo, eu me cuidava pra aparar os pentelhos o suficiente pra não incomodar as possíveis parceiras. Minha mulher no começo estranhou, era a primeira vez que eu me depilava, mas eu inventei a desculpa de que tinhacoceirasDesde então, ela se acostumou a ver minha rola inteira desde a raiz, e até passou a gostar, porque quando cavalgava sentia o cócegas dos pelinhos aparados. Agora a Lina estava curtindo, engolindo o sabre com bainha e tudo, com a língua massageando minha cabecinha que poderia ter me feito gozar na boca dela se eu não tivesse tomado jeito e puxado pra fora. Ela resistiu e apertou os lábios com força, a rola saiu como se fosse um pirulito de morango e fez um plop ao sair.
A Lina gostava de me cavalgar igual à Dora, mas o que ela realmente curtia era deslizar sobre minha rola, pressionando os lábios da buceta ao longo do meu pau, adorava roçar o clitóris nas minhas veias inchadas, enquanto minhas bolas colavam na boceta molhada dela. Ela chegava a cobrir minha cabecinha por completo com os lábios e, ao voltar pra trás, puxava o prepúcio, deixando o tronco todo esticado com a glande vermelho-arroxeada. Ela dominava a situação, e eu só curtia a vista: os dois peitos voavam sobre minha cabeça e, de vez em quando, eu pegava um mamilo. Minhas mãos não ficavam paradas, apertavam a cintura dela, subindo e subindo até pegar as duas massas mamárias, apertando até formar um cone com o bico do peito. Ela adorava se sentir desejada e gostava de se apertar contra mim, mas prestava muita atenção nas minhas pulsações. Sabia que o freio da glande é coisa delicada e provoca uma gozada inesperada, e isso ela cuidava bem. Eu, em desagravo, teria pedido um comprimido azul daqueles que ela me enganou, mas depois de ter me...Entediado / De saco cheioPor ter me enganado, não quis insistir no assunto. Confiava na habilidade dela e na minha paciência pra poder foder ela satisfatoriamente e deixar uma boa lembrança da minha pica e de mim.
Já tava a pica tão brilhante por causa dos fluidos dela e da minha tensão que a Lina escorregava como se tivesse na neve e decidiu que era hora de sentir ela lá dentro. Quando ela se levantou, minha pica ficou a 45 graus, ela se inclinou sobre mim, me deu um beijo na boca, mearranhouo peito com seus mamilos e foi recuando até enfiar a rola na buceta devagar mas sem pausa alguma, depois se ergueu sentando em cima de mim, o triângulo do seu púbis e o meu matinho coincidiam sem deixar ver nem um resquício do que ela tinha guardado dentro dela. Lina fechou os olhos e jogou a cabeça para trás, parecia concentrada e que dizia seus pensamentos em voz alta.
[list][/list][list]Mmm, que delícia que é o teu pau, Pepe.[/list][list][*][/list][list]Fico feliz também, adoro sentir como você entra.[/list][list][*][/list][list]Siiim, sinto ela macia, dura e grossa, adoro sentir ela dentro, abrindo caminho pela minha buceta apertada e quando chega no fundo continua pressionando e ela cede ao empurrão, se encaixa como uma luva, roça em cada dobra, em cada cantinho, sinto quando toca nesse ponto tão sensível e meus fluidos jorram pra todo lado, adoro transar com você, Pepe, minha irmã tinha razão, você era a melhor pessoa pra dar minha virgindade e com você comecei a gozar, nunca vou esquecer esses momentos de prazer.[/list][list][*][/list][list]Fico feliz que você me deu a honra de te fazer mulher, e tenho que dizer que você aprendeu muito rápido, é uma aluna muito avançada.[/list][list][*][/list][list]Mmm, siii, eu sabia toda a teoria, já li pra caralho, minhas amigas me contavam maravilhas, mas nunca tinha provado na prática. Todas ficaram devendo, iam adorar te ter igual eu agora.[/list][list][*][/list][list]A Dora também adora ficar por cima, ela se transforma. Quando a conheci, era tímida e encolhida, mas quando subiu em cima de mim e enfiou a pica, mudou completamente.[/list][list][*][/list][list]Sim, ela me contou tudo, me disse o que sentiu quando fizeram pela primeira vez, ela tá muito feliz e grata por ter te conhecido, assim como eu, queria que ela estivesse aqui com a gente, te cavalgando igual eu tô fazendo agora, ela me ensinou e nunca vou agradecer o suficiente.[/list][list]
[/list]
Lina se mexia pra todo lado, até girava em círculo, não deixava nenhum cantinho sem provocar, puxava os próprios bicos fazendo os peitos ficarem em formato de cone.
[list][/list][list]A partir de agora, acho que você vai sair por aí, encontrar um cara que te agrade e dar uma foda com ele sem medo.[/list][list][*][/list][list]Sim, conheço um cara que me interessa, mas não tive coragem de dar em cima porque tava com esse problema do hímen. De qualquer forma, tem umas coisas em mim que não curto.[/list][list][*][/list][list]O que você não gosta?, o que você não gosta em você?[/list][list][*][/list][list]Não gosto das minhas tetas, por exemplo.[/list][list][*][/list][list]Mas são uma maravilha, tão brancas e lisas, tão no lugar certo, dá até vontade de chupar elas![/list][list][*][/list][list]Não gosto porque não tenho aréola, só um mamilo no meio da teta, queria ter igual a Dora, por exemplo.[/list][list][*][/list][list]Dora é sua irmã e tem as dela, e você as suas, cada mulher tem os peitos diferentes, igual a buceta, não tem por que pensar assim.[/list][list][*][/list][list]Me olho no espelho e não gosto do que vejo, faria uma cirurgia se pudesse pra colocar umas aréolas.[/list][list][*][/list][list]Mmm, pera aí, me veio uma ideia… você tem alguma amiga que fez uma tatuagem?[/list][list][*][/list][list]Sim, minha amiga Milagros gosta de se tatuar, já fez várias e algumas parecem uma obra de arte. Até fez uma na virilha, me mostrou, é um morango e parece a cabeça da sua rola.[/list][list][*][/list][list]Hahaha, adoraria ver e comparar, hahaha.[/list][list][*][/list][list]E nela também, com certeza.[/list][list][*][/list][list]Pensei que você podia ir com ela no tatuador e pedir pra ele recomendar umas aréolas tatuadas, ele faria do jeito que você quisesse, grandes ou pequenas, morenas ou claras, e se ele for muito bom, até os grãozinhos ele desenhava, ninguém ia perceber e você ia adorar se olhar no espelho.[/list][list][*][/list][list]Sério mesmo e você acha que não iam perceber? Como você ia gostar delas em você?[/list][list]
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Sem se levantar do meu pau, ela se inclinou na minha cara e juntou os dois peitos pra frente. Peguei um batom da mesinha dela e fui desenhando aréolas diferentes, de pequenas a grandes, em cada um. Ela comparava e me elogiava. A verdade é que a aparência do peito com o mamilo rodeado por uma aréola bonita mudava completamente, e quando ela encontrou uma que a favorecia, me fez pintar o mesmo círculo no outro. Agora ela tava feliz e se levantou. Meu pau saiu molhado e branco de espuma, mas ela sentou de novo. Senti a diferença: a resistência do esfíncter dela era pouca, cedia fácil, ainda mais lubrificado com os fluidos dela. Quando a cabecinha entrou no cu dela, ela suspirou e sentou do mesmo jeito que antes.
[list][/list][list]Uf, que prazer, não é igual que na buceta, é diferente mas eu gosto do mesmo jeito.[/list][list][*][/list][list]Sim, eu sinto sua bunda com um toque suave, sedoso, como se você me acariciasse com uma luva de seda.[/list][list][*][/list][list]Siiim, eu gosto e já gozava agora como se a gente tivesse pressa.[/list][list][*][/list][list]Ainda temos tempo, Lina.[/list][list][*][/list][list]Siii, mas minha bunda não, vou gozar, Pepe, vou gozaaaar, siiiim.[/list][list]
[/list]
Lina devia estar muito apressada e se jogou pra trás, agarrando meus tornozelos, pulava enfiando a rola no cu até encher o reto, os peitos decorados vibravam no peito dela e os lábios abertos mostravam o clitóris duro e exposto, peguei ele entre dois dedos e torci de leve, a garota pulava e parecia que nunca ia parar, gozou enchendo meu púbis de um branco viscoso, tremeu e caiu em cima de mim, abracei ela e acariciei o cabelo preto cacheado até que ela conseguisse se recuperar, escorregando pro meu lado.
[list][/list][list]Nossa, que pica gostosa, Pepe! Achava que não ia aguentar, vou sentir muita saudade de você, não é só pelo seu pau, mas pelo seu carinho, você me trata como uma princesa de conto de fadas. Minhas amigas me contam que os maridos ou namorados delas não deixam elas assim, a maioria goza antes e deixa elas na mão. Se você ficasse em Salta, te apresentaria várias, você ia meter mais chifre do que vaca tem na Pampa. Tem uma que é casada e tem um amante, e nem juntando os dois ela goza os orgasmos que você me dá.[/list][list][*][/list][list]Não é pra tanto, só quero que você seja feliz comigo.[/list][list][*][/list][list]E eu quero que você seja, ainda não terminou e hoje quero que você goze dentro de mim.[/list][list][*][/list][list]Mas onde exatamente, você é tão gostosa que eu gozaria até numa orelha.[/list][list][*][/list][list]Nãooo, quero sentir você em mim, usa a palavra: buceta, quero me sentir cheia de porra quente que me queime por dentro, quero me sentir mulher de verdade, vou ser a garota mais felizmente comida entre minhas amigas.[/list][list][*][/list][list]Hahaha, adoraria ver quando você contar pra ele, mas por favor… não dá detalhes, que sou casado…[/list][list][*][/list][list]Não se preocupa, mesmo que eu contasse, ninguém ia acreditar, mas pra mim você é um charme.[/list][list][*][/list][list]E você também, você e a Dora me deram a hospitalidade mais gostosa que eu podia sonhar, nunca vou conseguir pagar o tratamento que vocês me deram.[/list][list][*][/list][list]Nem pensar, em compensação você mudou a nossa vida, minha irmã tava no fundo do poço, fez de tudo pra criar a Dorita e não viveu, e eu feito uma freira cheia de complexo na minha prisão de ouro, agora vou poder sair pra viver, espero ter sorte com os homens.[/list][list][*][/list][list]Com certeza, mas não dá essas pilulinha azul pra ela, hein?[/list][list][*][/list][list]Nãooo, desculpa, não sei como pude pensar nisso.[/list][list][*][/list][list]Eu sei, era lógico, tenho muitos anos a mais que você e meu físico não é lá essas coisas.[/list][list][*][/list][list]Hahaha, você é um coroa interessante.[/list][list][*][/list][list]Hahaha e você uma mulher gostosa, e agora, se quiser, deita de costas.[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]
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Lina entendeu na hora e se deitou pra eu meter de ladinho, mas eu peguei as pernas dela e levantei elas retas, fiquei de joelhos na frente dela e abri as pernas dela, ela segurou os joelhos e colocou em cima da cabeça, na minha frente tinha a buceta e o cu e escolhi primeiro a buceta, agarrei ela pela cintura e puxei pra perto de mim, ela mal percebeu mas gemeu quando cheguei no fundo, de vez em quando eu tirava e passava nos lábios até chegar no clitóris e enfiava de novo, às vezes subia no clitóris e outras descia pro cu e metia do mesmo jeito, ela não sabia qual seria a próxima.paradae ela ofegava a cada enfiada, quando tava na buceta dela soltou as pernas e deixou do meu lado, sentou e se agarrou no meu pescoço, ficamos sentados os dois, ela com as pernas por cima das minhas e abraçados do jeito que tava, se apertou em mim, enfiou a pica e esmagou os peitos contra o meu peito, me mordeu a orelha e gritando gozou de novo.
[list][/list][list]Minha nossa! Pepe, gozei de novo e agora é mais forte, sinto seu pau bem dentro, ele pulsa, me preenche, goza por favor, não me faz sofrer, me enche de porra, não tem medo, tô protegida, você já sabe.[/list][list]
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Confesso que naquele momento eu tava nem aí se ela tava protegida ou não, mas peguei ela pela cintura e segurei firme pra meter mais fundo nela. Senti quando gozei, derramei todo meu leite na buceta dela, com certeza enchi o útero dela até em cima, mas foda-se, a Lina merecia isso e mais.
[list][/list][list]Lina, eu adoraria ter um pau bem maior pra você.[/list][list][*][/list][list]Nãooo, me basta e me sobra, a sua me preenche totalmente e tá tão dura e quente…[/list][list]
[/list]
Ficamos abraçados por um tempo, quando desfizemos o abraço, nos deixamos cair no lençol, nossas pernas ainda entrelaçadas e meu pau na buceta dela, contra todas as probabilidades, ainda demorei para sair, meu pau resistia em se render e quando saiu, veio acompanhado de uma massa líquida que manchou o lençol.
[list][/list][list]Desculpa, Lina, não queria sujar tua roupa.[/list][list][*][/list][list]Não se preocupa, se fosse por mim, eu guardava esse lençol de lembrança, seu gozo é o melhor presente que você podia me dar.[/list][list]
[/list]
Ainda ficamos um bom tempo abraçados, os peitos da Lina não saíam da minha cabeça e ela não parava de olhar pra eles, tava feliz e eu mais ainda. Quando olhamos o relógio já era tarde, levantamos e enquanto eu tomava um banho rápido ela preparava algo pra comer, ia pra lá e pra cá pelada e toda vez que passava na frente de algo que refletia, parava pra admirar os peitos pintados. Comemos os dois pelados.
[list][/list][list]Que pena que você tenha que ir, queria passar mais uma noite contigo, nunca vou te esquecer.[/list][list][*][/list][list]Nem eu, Lina. É uma pena, mas a vida segue e você é muito jovem, vai curtir ela.[/list][list]
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Nós nos beijamos e ela puxava eu pra dentro do quarto dela, com toda minha força de vontade só cheguei até a porta, ia chupar os bicos dos peitos dela como despedida, mas preferi que ela admirasse eles no espelho por mais tempo e me contentei em passar a língua em volta sem tocar no desenho, mesmo assim os bicos responderam crescendo até o impensável. Lina não quis ficar por baixo e se ajoelhou e enfiou a rola mole na boca até deixar ela dura.
[list][/list][list]Ela é gostosa de todas as formas, se cuida, Pepe.[/list][list][*][/list][list]E você também, manda lembranças pra sua irmã e diz pra ela que não vou esquecer de vocês. Me manda uma mensagem contando como vocês estão.[/list][list]
[/list]
Pra não cair em tentação, me vesti rápido, peguei a mochila de viagem com minhas coisas e saí. A Lina apareceu na janela, afastou as cortinas e por um instante mostrou de novo aqueles peitos deliciosos.
Fui até o ponto de ônibus, passei o cartão que descontava o valor da passagem e perguntei ao motorista como chegar ao museu Güemes. Ele me orientou, por sorte passava perto, e disse que eu podia pegar outro ônibus ou ir a pé. Preferi a segunda opção. A primeira surpresa foi que eu estava na Rua Espanha. A fachada do museu dava pra ver de longe, pintada de um marrom avermelhado, anunciando o museu na sua simplicidade. Por dentro já era outra história, cheio de recursos tecnológicos, com tradutores para visitantes que não falavam espanhol. Lá dentro, fui conhecendo a história da Argentina, aprendi um monte de coisas, descobri nomes que normalmente só ouvia por aqui, como o Vale de Lerma, que era de um espanhol que colonizou no início da fundação de Salta. Num diorama, vi a batalha que decidiu a independência da Argentina. No pátio, me chamaram a atenção umas figuras em tamanho natural de combatentes pela liberdade da terra deles. Ficava reparando em todos os cartazes e, sem perceber, lia as legendas em voz um pouco mais alta do que o necessário. Do meu lado, ia uma garota jovem, devia ter pouco mais de vinte anos, mas aparentava ser mais nova. A gente se encontrava em quase todas as exposições interessantes e, numa vitrine com armas antigas, a garota me perguntou?
[list][/list][list]Com licença, você é espanhol?[/list][list][*][/list][list]Sim, vim passar uma temporada na Argentina e tô conhecendo essa parte do país.[/list][list][*][/list][list]E como é que você se interessa pela história da Argentina sendo espanhol?[/list][list][*][/list][list]Porque a história é universal, e a gente espanhola não é estranha à Argentina, né.[/list][list]
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A garota no começo parecia meio desconfortável por um espanhol estar olhando a exposição patriótica, achava que eu tinha algum rancor, mas na real, eu respeito a história. Cheguei à conclusão de que o mundo gira para o bem e para o mal, e que o passado é passado, e em tudo tem um lado bom e outro ruim. Como estávamos indo na mesma direção, a garota foi se acalmando ao ver que eu me interessava pelas façanhas dos generais argentinos e seus exércitos. Ela me contou que estudava história em Tucumán e que tinha vindo para ver.in locoO museu com suas relíquias, aos poucos, foi se tornando meu guia, me explicava os detalhes que me escapavam e, ao me ver como uma pessoa interessada e curiosa, perdeu qualquer desconfiança.
[list][/list][list]Sabe de uma? Fiquei feliz de ter conhecido um espanhol, sempre tive um certo desinteresse por história antiga.[/list][list][*][/list][list]Pois eu fico feliz de ter te conhecido, uma mina muito inteligente e que percebeu que nem todo mundo é ruim ou bom, em todo lugar tem de tudo. E me diz, de onde você é?[/list][list][*][/list][list]Sou de Tucumã e estudo na universidade, mas gosto de aprender não só pelos livros. Vim pra conhecer o Museu e o Cabildo e outros lugares coloniais. Nessa cidade é onde mais se preservaram os prédios da época. Sabe que chamavam Salta de "a Linda"?[/list][list][*][/list][list]Não, não sabia e adoraria ver mais coisas, mas tenho que ir embora esta tarde pra Tucumán.[/list][list][*][/list][list]Comigo acontece o mesmo, hoje à tarde vou voltar de busão.[/list][list][*][/list][list]Que coincidência! Eu também vou nele, desde o Terminal de Ônibus.[/list][list][*][/list][list]Que bom, se a gente se encontrar a gente pode continuar conversando, adoraria saber coisas da Espanha, eu te conto coisas de Tucumã, você vai gostar.[/list][list]
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A garota já relaxada era muito simpática e parecia sincera. Enquanto a gente olhava uma reconstituição da vida na época colonial, pelo reflexo do vidro, dei uma reparada nela de corpo inteiro. A mina tinha cabelo castanho e usava preso em duas tranças, o que dava um toque mais jovem pro rosto dela. O corpo era um pouco cheinho, não gorda, claro, mas dava pra ver uns quilinhos a mais, e era um pouco mais baixa que eu, mas era muito sapeca e parecia uma menininha. Ela tava com uma pasta na mão e na outra o celular, que não largava.
[list][/list][list]Desculpa não ter me apresentado, me chamo Pepe, que é o apelido carinhoso de José.[/list][list][*][/list][list]Sim, já sei, na minha sala tem um cara que a gente chama de Pepe também, embora ele seja argentino. Eu me chamo Berta.[/list][list][*][/list][list]Encantado, Berta. E aí, que tal a gente ir comer alguma coisa? Ainda temos tempo até o ônibus sair.[/list][list][*][/list][list]Não queria te entreter, mas gosto de falar com você.[/list][list][*][/list][list]O ruim é que, como sou muito mais velho que você, cê não vai querer ser visto na minha companhia…[/list][list][*][/list][list]Muito pelo contrário, eu gosto de ficar com pessoas mais velhas do que eu.[/list][list][*][/list][list]Mas você deve ter um amigo ou namorado, alguém da sua idade…[/list][list][*][/list][list]Não pense que não, não tenho muito sucesso com os caras.[/list][list][*][/list][list]Impossível! Você é uma gostosa, tem uns olhos encantadores e uma boca de dar água na boca… Ah! Desculpa, exagerei.[/list][list][*][/list][list]Hahaha, nada disso, agradeço, ninguém nunca me fala essas coisas, sei que sou gordinha e isso não tá na moda agora, os caras preferem magrinhas tipo modelo.[/list][list][*][/list][list]Mas as modelos são lisas como tábua e você, além de ter um rostinho lindo, tem um corpo... bem tentador.[/list][list][*][/list][list]Hahaha, olha o espanhol aí, vamos ver se tem mais bom gosto que os argentinos…[/list][list][*][/list][list]Acho que não, mas melhor dar uma olhada... onde você prefere ir comer?[/list][list][*][/list][list]Sei lá, na faculdade eu gosto de ir numa hamburgueria, sou louca por hambúrguer.[/list][list][*][/list][list]Isso aí tem muita caloria e tal, não acho que te faça bem.[/list][list][*][/list][list]Já sei disso, mas não consigo evitar.[/list][list]
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Fomos caminando pro centro, a gente tava no bairro da zona leste da cidade e, andando sem rumo, chegamos numa hamburgueria de uma rede americana. Com aquele marketing poderoso, atraía geral, principalmente os jovens. Eu, particularmente, não curtia muito, mas acompanhei ela de boa e sentamos numa mesinha perto da janela. Pedimos o maior hambúrguer e um copo de Booty com gelo tamanho gigante. A mina tava devorando com os olhos. Depois, pedimos uma sobremesa e eu, um café — embora não tivesse no estilo italiano, tive que me virar com um qualquer.gringoNaturalmente, convidei ela pra comer e ela agradeceu muito. Na universidade, as amigas dela viviam reclamando que ela não se segurava na hora de comer. A mina tava feliz e ia me explicando os monumentos que a gente encontrava pelo caminho. Quando chegamos no ponto do busão que ia pro terminal, subimos. Lá, compramos as passagens e sentamos numa mesa pra tomar um refri. Na hora marcada, abriram o ônibus e entramos. Não tinha muita gente, mas falaram que no trajeto iam subindo mais até lotar. Pelo corredor entre os bancos, a mina foi lá pro fundo. Me disse que ali tinha menos criança se subisse. Tinha razão: na frente, duas famílias com crianças pegaram os primeiros assentos. Deixei ela escolher o lugar e ela preferiu o da janela. Quando saímos do terminal, percebemos que, como a gente tava indo pro sul, o sol ia pegar a viagem inteira, e ela fechou a cortininha um pouco.
Durante o trajeto, ela ia me contando sobre a paisagem que a gente tava vendo. Passávamos por cidades onde o ônibus parava, mas em vez de subir gente, ia esvaziando. Perguntei se ela queria que a gente fosse mais pra frente, mas ela achou de boa onde a gente tava. Depois de um tempo, mal dava pra ver cabeças nos bancos. De repente, tocou o "piu-piu" de um WhatsApp. A mina olhou no celular, mas não tinha recebido nada. Aí ela me disse:
[list][/list][list]A mensagem deve ter chegado pra você, cê tá com o celular, né?[/list][list][*][/list][list]Ah! Sim, claro, desculpa, é que quase não recebo nenhum…[/list][list]
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Abri o aplicativo e vi uma mensagem da Corina, na hora percebi que não tinha tido a consideração de ligar pra casa, pensei que podia ter acontecido alguma coisa ou pelo menos me interessar por todo mundo, especialmente pelo meu neto Javi. Tinham duas fotos e um texto, naquela área não devia pegar muito sinal porque as fotos demoraram pra carregar. Tava com o celular na mão esperando quando a primeira abriu, era a foto de uma milanesa, um prato de comida dos mais apetitosos. Caí na gargalhada e chamei a atenção da Berta, que do meu lado olhava pra fora. Mostrei a foto pra ela, mas na hora a outra abriu, era uma foto em primeiríssimo plano da buceta da Corina. A mina viu tão bem quanto eu. Minha reação foi cair na gargalhada de novo. A Berta me olhou e, como explicação, falei que era um amigo que sempre me mandava umas zoeiras. No texto, a Corina me perguntavaO que você prefere comer primeiro?A garota olhou sem piscar pra foto da buceta da Corina e falou uma coisa que eu não esperava.
[list][/list][list]Que buceta tão gostosa! Me dá inveja.[/list][list][*][/list][list]Por que você diz isso? Todas as bucetas são gostosas, cada mina tem uma diferente das outras, mas por isso não tem nem boas nem ruins, todas são boas.[/list][list][*][/list][list]Não acredito, essa da foto é muito bem-feita, se eu tivesse uma assim faria de tudo pra emagrecer e choveria de caras em cima de mim.[/list][list][*][/list][list]Essa buceta tá igual todas, a verdade é que é uma gostosura, mas com certeza a sua não vai ser menos.[/list][list][*][/list][list]Você não sabe o que tá falando, só vou te dizer que tô condenada a nunca usar calça.[/list][list][*][/list][list]Por quê? Se os apertados não te caem bem, pode usar os mais folgados, não precisa sair de legging.[/list][list][*][/list][list]Não consigo usar nenhum, nem os jeans nem os largos.[/list][list][*][/list][list]Não entendo por quê, sem querer ofender, você não é gostosona, só um pouco cheinha.[/list][list][*][/list][list]Não é por isso, é pela minha buceta.[/list][list][*][/list][list]O que tem a sua buceta de diferente?[/list][list][*][/list][list]Não devia fazer isso, mas te imploro sinceridade, vou te mostrar, mas não ri de mim, por favor.[/list][list]
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Berta levantou a saia larga que usava abaixo dos joelhos, chegou até as coxas, ela tinha coxas bonitas e, embora um pouco cheias, não eram nada ruins, mas quando chegou na calcinha, ela apontou pra mim. Um raio de sol entrava pelo vidro e iluminou. Entre as pernas, ela tinha um volume, como se tivesse um coelho agachado. O púbis dela sobressaía exageradamente, e os lábios marcavam como um kitty vertical. A calcinha que ela usava não a favorecia nada, era das mais arcaicas, parecia de velha.
[list][/list][list]Olha só a roupa íntima que eu tenho que usar, senão tudo escapa pelos lados.[/list][list][*][/list][list]Mulher, acho que tem solução fácil, se você depilar não ia dar pra notar.[/list][list][*][/list][list]Que nada! Se vou depilada completamente, o que você vê é o que tem. Tenho um pubis tão inchado que fico encanada, espanto os caras que já viram e as minhas riem de mim.[/list][list][*][/list][list]Mas isso não deve te preocupar, se fosse por isso eu também estaria cheio de complexos.[/list][list][*][/list][list]Você, por quê?[/list][list]
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Enquanto falava com a Berta, tinha respondido pra Corina.comeria a buceta dela, mas ia usar ela de aperitivo e de sobremesa tambémNa hora, o apito soou de novo e duas fotos abriram: uma era de um peito inteiro da Corina e a outra só do mamilo. A pica ficou dura e apertava na cueca, e quando a Berta me disse isso, eu respondi.
[list][/list][list]Berta não queria que você pensasse mal, mas só pra te convencer vou te mostrar, coloca a mão aqui.[/list][list][*][/list][list]Nossa, que pau que você tem, Pepe, tá bem grosso.[/list][list][*][/list][list]E isso que ela só começou.[/list][list][*][/list][list]O que foi, ao ver a buceta do telefone ou ao ver a minha?[/list][list][*][/list][list]Sendo sincero, foi quando vi a sua.[/list][list]— eu menti —[/list][list]Você fala isso só pra me agradar, mas se visse ela de verdade, o tesão ia embora na hora.[/list][list][*][/list][list]Impossível, essa porra que você tem entre as pernas levanta até defunto.[/list][list][*][/list][list]Hahaha, adoraria ver isso.[/list][list][*][/list][list]Ao que levanta ou ao morto?[/list][list][*][/list][list]Hahaha para os dois, coloca a mão aqui embaixo e vamos ver.[/list][list]
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A mão não cobria o volume da buceta da Berta, não dava pra abranger com a palma aberta e passei o dedo do meio ao longo da fenda dos lábios, a garota suspirou e, sem perceber, afastou os joelhos, mesmo assim a calcinha cobria tudo até a virilha. Ela logo quis conferir os resultados e notou que algo tinha crescido em mim, olhei pra ela pedindo permissão e ela sorriu, levantando a saia até a cintura. A calcinha branca subia quase até a cintura e passei a mão pelo elástico, os nós dos dedos apareciam descendo e cobrindo com dificuldade a buceta da Berta, ela abria as pernas pra facilitar o acesso e eu afundava a mão entre as coxas dela. Berta media meu pau e sentia ele crescendo em comprimento e, principalmente, em grossura.
Quando cheguei ao fim da buceta da Berta, passei o dedo entre os lábios depilados, não arranhavam porque deviam estar recém-feitos, o dedo afundou entre eles mas não toquei em nada, nem nos lábios menores, muito menos na vagina. Me acomodei melhor pra ir mais fundo e aproveitei pra deixar o pau se esticar ao longo da perna dela, ela apalpava todo o comprimento apertando pra sentir o avanço. Olhei pra garota insinuando que não dava pra ir mais longe se ela não colaborasse e, levantando a bunda do banco, ela puxou a calcinha até os joelhos. Perto da gente não dava pra ver ninguém, todo mundo que ainda estava no ônibus ia mais na frente.
Não contente com isso, porque atrapalhava abrir as pernas, ela tirou a calcinha de vez e guardou na pasta. Agora meus dedos conseguiam chegar melhor e pude passar de baixo pra cima e tocar o clitóris, que, mesmo duro, mal conseguia aparecer.
[list][/list][list]Pepe, por favor, faz de novo.[/list][list][*][/list][list]O quê, Berta?[/list][list][*][/list][list]Toca meu clitóris de novo, me deu muito tesão, mais do que quando eu mesma faço.[/list][list]
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Eu fiz o que ela pediu e passei o dedo várias vezes. A mina escorregava no banco, abrindo as pernas cada vez mais. Meu dedo já passava pelo botão duro, e ela gemia, tampando a boca pra ninguém ouvir. Quando consegui enfiar um dedo na buceta dela, ela fechou as pernas de repente, prendendo minha mão. Achei que tava recusando, mas quando se abraçou em mim, entendi que o que ela não queria era deixar meus dedos escaparem. Como não dava pra continuar, ela teve que abrir um pouco os joelhos, e aí segui em frente. A esse dedo juntou o próximo, e com dois lá dentro, a mina ofegava e passava a mão carinhosamente no meu pau. Pegava ele por cima da calça e passava de cima pra baixo, como se tivesse calculando o tamanho.
O ônibus seguia a rota, e Berta não parava de gemer. Cada vez queria mais e abriu as pernas de novo ao ver que eu não conseguia continuar. Minha mão já separava os lábios grossos e acariciava o clitóris sem reservas. Tava tão lubrificado com os sucos dela que, cada vez que eu roçava, ela dava um encolhido. Minha mão, com três dedos na ppk dela, ganhou velocidade. Roçava suave mas com energia o ponto mais sensível lá dentro, e Berta, de olhos fechados, puxava os peitos com uma mão porque com a outra não soltava meu pau. Ela gozou na minha mão, as gotas de fluido caíram no chão do carro. Mantive os dedos lá dentro até ela conseguir sentar de novo no lugar.
Aí ela pensou no pau que tava segurando. Me implorou pra mostrar, eu recusei, imaginando se a gente ultrapassasse algum caminhão e o motorista me visse com o pau pra fora, não sabia como reagiria. Mas Berta insistiu. Pra me convencer, levou minha mão pra debaixo da blusa dela. Toquei nos peitos redondos e fartos, ela quis me dar tudo. Baixou as alças e tirou os peitos das taças do sutiã, levou meus dedos até os bicos. Eles eram pequenos tipo grão de bico, mas tavam duros. Já as aréolas, enormes e inchadas, apareciam ao redor. Tanto argumento me convenceu e eu disse pra ela puxar a cortina de vez enquanto soltava meu cinto. A Berta não largava meu pau de jeito nenhum e tive que jurar que ia mostrar pra ela soltar. Baixei a calça e, com a cueca inchada, a mina se inclinou sobre mim, passava a mão no pano que cobria o volume e acariciava. Parecia que não tinha coragem de descobrir. Me olhou como pedindo autorização e eu sorri. Ela se abaixou e deu um beijo na cueca, meu pau deu um pulinho e ela se assustou. Me olhou de novo e me beijou na boca. Enquanto me beijava, levei a mão dela até o elástico da cintura. Agora só faltava puxar pra rola aparecer. Eu tinha colocado o pau pra cima e quase espetava meu umbigo; com o menor movimento, saía pra fora.
A Berta sentia o calor com a mão, queimava, mas não se decidia. Minhas mãos beliscavam o mamilo dela, fazendo ela gemer, mas ela se aproximava cada vez mais de mim pra eu alcançar melhor. Finalmente parece que se decidiu e puxou a cueca pra baixo. Com a ponta dos dedos, roçou a cabecinha e logo tapou de novo. Me beijou na boca outra vez. Criou coragem e se abaixou sobre meu peito, queria ver o que saía. Já tinha sentido o calibre, mas ver a cor e a textura era outra parada. Eu só via as marias-chiquinhas do cabelo dela na nuca e senti como ela descobria a cintura aos poucos, baixando a cueca. Senti o frescor do ar na cabecinha, que já tinha líquido pré-seminal, e deduzi que já tava pra fora e ao alcance dela. A mina baixou a cabeça um pouco mais, agora apoiava no meu ventre, e eu não aguentei mais. Minha paciência acabou, e a do meu pau também. Com a mão livre que me sobrava, peguei no pescoço dela e empurrei pra baixo, forçando ela a chegar no meu pau. Senti os lábios dela na glande, mas ela não abria. Tive que insistir mais duas vezes pra ela abrir a boca. Ela roçou com os dentes, mas entrou tudo. Pau pra dentro, não deixou mais sair, tive a impressão de que ela tinha acabado de mudar as prioridades, agora hambúrguer já não era mais a comida favorita dela, agora era minha rola, porque não teve o suficiente e puxou a cueca pra baixo até tirar as bolas de fora, chupou com gula, lambeu e relambeu o tronco. Eu tinha uma mão no peito dela e a outra tinha voltado pra buceta, tava escorrendo mais do que antes, parecia que ia gozar de novo, mas não deixei, diminuía o ritmo quando via que tava perigando.
Berta, do nada, se levantou ereta, me olhou de frente, tava decidida.
[list][/list][list]Pepe, quero que você me coma.[/list][list][*][/list][list]Berta, você tá louca? A gente tá à vista de todo mundo num lugar público, o motorista tá vendo a gente pelo retrovisor.[/list][list][*][/list][list]Foda-se, quero seu pau na minha buceta, tô desesperada por ela já.[/list][list]
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Além de me falar com urgência, já tinha soltado a saia e se virado de lado pra janela. A apertura dos bancos não permitia malabarismos, e a única coisa que me veio à cabeça foi falar pra ela.
[list][/list][list]Espera ela parar na próxima cidade, e se ninguém subir, a gente vai pro último banco e pega lá com mais espaço.[/list][list][*][/list][list]E o que eu faço enquanto isso?[/list][list][*][/list][list]Uma de duas: ou você chupa minha pica ou eu chupo suas tetas.[/list][list][*][/list][list]E por que não os dois?[/list][list]
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Berta tirou o sutiã por uma manga depois de soltar, os dois peitos pareciam enormes por baixo da blusa, estavam soltos e balançavam com o ônibus. Ela se recostou na cortina que cobria a janela e levantou a blusa. Os peitos da Berta, mesmo sendo bem grandes, não caíam; com a juventude dela, eram durinhos, grandes mas firmes, com os bicos e as aréolas inchados, levemente apontados para os lados. Eu me inclinei sobre ela, e a mina juntou eles pra mim; consegui lamber e morder só virando a cabeça. Mesmo assim, ela não soltava meu pau e ficava acariciando, com medo de eu tirar. Não tinha passado nem quinze minutos e os peitos dela já estavam vermelhos de tanto chupão que eu tinha dado. Me levantei pra descansar, e ela, sem pausa, se inclinou sobre mim e pegou o turno dela. Segurava com as duas mãos e enchia a boca de carne dura. Ficou me chupando sem pressa, agora só restava esperar o carro parar. Quando parou, a gente se sentou direito, ela ab
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