Minha crise religiosa parte 2

Senti como se a graça divina me possuísse, aquele formigamento na minha virilha, aquele calor que emanava do corpo dele me convidava a me deixar levar. Ele se levantou de repente e se apressou para fechar a porta da igreja; enquanto vinha andando, foi se despindo até ficar nu na minha frente. Os anjos tinham esculpido aquele corpo! O pau dele era perfeito, tão delicado e ao mesmo tempo tão forte que meus lábios desejavam prová-lo. Ele se virou sem dizer nada, mostrando a bunda. Minhas mãos não resistiram e pousaram sobre ela. Me ajoelhei diante daquele homem majestoso e dei rédea solta aos meus desejos carnais: percorri cada centímetro da bunda dele com minha língua molhada, quente, saboreando aquela pele deliciosa. Ele se excitava e gemia enquanto eu beijava o cu dele e dava pequenas mordidas nas nádegas. Ele se virou e colocou o pau na minha boca. Pensei que ele quisesse que eu chupasse, mas não: ele me pegou pela mão e começou a me despir. Sou um cara meio grande, pareço um jogador de rugby. Meus pelos caíam na minha cara, e ele ficou parado, olhando fixamente nos meus olhos e dizendo suas rezas, como se quisesse resistir à tentação... Continua.

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