Elena era uma mulher de 32 anos, casada com um cara que a tinha traído com uma mulher mais nova. Ela chegou na casa dos meus pais pra pedir que a abrigassem por um tempo, já que era amiga deles. Ia ficar um mês ou dois até arrumar um emprego. Meu nome é Carlos e eu tinha 16 anos na época, era filho único e conhecia a Elena das visitas que ela fazia pra minha mãe ou nas festas. Mais de uma vez eu tinha me masturbado pensando nela com aquelas calças justas ou nas saias provocantes que mal cobriam a bunda grande e deixavam ver as pernas brancas lindas dela. No geral, ela tinha um corpo gostoso e era bonita. A Elena era uma mulher muito sexy e safada. Lembro que uma vez levantei o telefone bem na hora em que ela tava contando pra minha mãe como tava indo com o marido Gustavo na cama. — Ele tem um pau enorme e o filho da puta me implorou ontem à noite pra deixar ele enfiar o pau no meu cuzinho apertado. Eu não podia recusar, Sandra (minha mãe), doeu pra caralho, mas eu curti. E é que na noite anterior ele tinha me acordado umas 2 da manhã, de algum jeito tinha tirado minha calcinha e tava brincando com os dedos na minha buceta quase sem tocar. Você sabe que isso mata, foi um despertar incrível, acho que eu ainda tava dormindo ou talvez acordando de um sonho pra outro. Meus fluidos saíam pra caramba da minha buceta, deixei escapar um gemido de prazer quase como um sussurro e aí ele parou. Eu pensei que ele ia me enfiar aquele pau grosso e comprido. Apertei os olhos esperando o momento de sentir o pau duro dele me penetrar, quando de repente, em vez disso, sinto a língua e os lábios dele chupando meus fluidos que escorriam entre minhas pernas. O barulhinho gostoso dos lábios dele me fez gemer de prazer e quando ele percebeu o efeito que causou, aumentou ainda mais o som dos lábios sugando o fluido cada vez mais abundante que escapava da minha buceta… Naquela hora, não aguentei mais… desliguei o telefone sem fazer barulho e fui pro meu quarto me masturbar pensando na As palavras dela e o que Elena tinha contado pra minha mãe. Depois disso, Elena virou uma das minhas "mulheres inspiradoras" na hora de bater uma. E agora, a ideia de ter Elena em casa não me desagradava nem um pouco, pelo contrário, me excitava pra caralho.
Ela chegou em casa num sábado e se instalou no quarto em frente ao meu. Como meus pais trabalhavam e eu tava no CBTis 164 à tarde, passava a manhã inteira sozinho fazendo tarefa e os serviços de casa, e antes de ir pra escola passava na casa dos meus avós pra almoçar. Mas Elena se ofereceu pra preparar a comida enquanto arrumava emprego, e a gente topou na hora, todo mundo feliz. Agora eu almoçaria em casa.
De manhã, ela abria a porta do quarto dela, que ficava de frente pro meu, e começava a fazer abdominais na beira da cama com uns mini-shorts de tirar o fôlego que ela só usava pra dormir. Eu deixava a porta aberta e fingia que tava dormindo, mas de canto de olho via ela fazer a rotina de exercícios. Quando terminava, ela ia tomar banho e eu fechava a porta pra dar uma boa punheta pensando no que tinha visto. Às vezes era tanta excitação que, debaixo do cobertor, eu começava a me tocar sem fazer muito barulho, olhando como o mini-short deixava ver o começo da bunda dela e como os peitões dela balançavam.
Um dia, um amigo me emprestou um vídeo pornô. Coloquei pra rodar e comecei a bater uma, quando de repente Elena entra sem bater na porta e me vê com a pica na mão e o vídeo rolando. Ela desviou o olhar pra televisão, tentando não me encarar, e esperou eu guardar a pica na roupa. Virou as costas completamente e disse:
— Não sei o que te dizer, me desculpa, devia ter batido antes de entrar.
Enquanto isso, na TV, aparecia uma mulher chupando a pica de um cara, e ela comentou num tom calmo:
— Bom, isso é normal, não precisa fazer drama.
E na televisão, o cara virava a mulher de quatro e começava a meter nela.
— Ufffff… isso sim é foda. Esse filme é forte – comento, meio excitada. Ele saiu do quarto, mas antes me avisou que o almoço estava pronto e que ia me esperar pra começar a comer. Comemos em silêncio; eu, pra ser sincero, tava meio envergonhado, mas no fundo a atitude que ela tinha tomado me deu confiança. Então perguntei: – Você também fica excitada com essas cenas? – Claro que sim, bobinho – ela riu enquanto dava um gole no café. – Bom, não zoa, era só uma pergunta; eu não tenho experiência nisso, pra mim tudo é novo. – E ela ficou me olhando, como se pensasse no que eu tinha dito. – Você nunca fez isso com uma mulher? – Não – falei, meio sem graça. – Então você é virgem… mmm… que gostoso… – disse quase murmurando. – E você terminou o que tava fazendo? – Eeeh… mmm… não… como é que pode… – Por mim, não para; eu sei que os homens não podem ficar com a porra dentro e, quando precisam tirar… têm que tirar. – Ela terminou o café e começou a levantar a mesa. – Bom, tenho que ir procurar emprego. – Pode continuar de onde eu te interrompi, já vou. O comentário dela me deixou totalmente chocado; eu tava conversando sobre sexo na minha cozinha com a amiga da minha mãe. Quando ela foi embora, voltei pro meu quarto e me masturbei de novo, lembrando da conversa que tive com a Elena. A conversa foi até mais excitante do que o filme. No dia seguinte, como de costume, acordei com o pau duro e firme; aí lembrei que ainda tinha o vídeo e coloquei ele, pronto pra me masturbar. Tava nessa quando a Elena bateu na porta. – Posso entrar? – ela perguntou. Eu ia tirar o vídeo, mas a conversa do dia anterior tinha deixado algo claro pra mim: ela não ligava pro que eu fizesse com meu pau. Então deixei tudo como estava e pedi pra ela entrar. Ela só colocou a cabeça pra dentro, me olhou, sorriu e dirigiu o olhar pra televisão. Uma colegial (era o começo do filme do outro dia) tava andando na rua, mexendo as cadeirinhas, enquanto um cara num carro a alcançava e... Ela puxou papo. —Uau… que bunda bonita essa mina tem, queria ter o corpo dela, olha como o cara tá olhando pra ela. — comentou Elena abertamente. — Mas Elena, você tá muito bem assim. — Tá parecendo? — ela perguntou sem desviar o olhar do filme — Não, não acho… eu sempre fui de quadril largo, nem quando era novinha tinha uma bunda assim. Elena gostava de ver pornô, pensei, então convidei ela pra entrar e no começo ela não queria, mas também não desviava o olhar do filme, então no fim ela topou. Sentou na beirada da cama, cuidando pra não me tampar, ela tava usando um dos shorts de tecido macio que ela sempre usa. Sentei do lado dela e a gente ficou vendo o filme de boa, eu tava só de cueca boxer e dava pra ver como meu pau já tinha crescido tudo. Ela olhava de canto pro meu pau preso na cueca, e eu ao mesmo tempo olhava as pernas macias e brancas dela. Encostei minha perna na dela, roçando de leve. Ela não falou nada e a gente continuou vendo o filme, o cara molhava os dedos na buceta da mina. — Tá bem molhada — falei — É assim de verdade ou é algum truque? — É… assim que fica quando te pegam ou você tá excitada. — E você, como tá agora? — Acho que igual, hahaha. — Te molha ver ele comendo ela ou enfiando os dedos? — Humm… — ela pensou um pouco, depois falou olhando pro meu pau — pra falar a verdade, isso me excita. — Não dói? — Na verdade dói um pouco, porque tá toda dura. — E por que você não tira ela? — ela sorriu, olhando nos meus olhos — tipo, prometo que não vou olhar… ou prefere que eu vá pra você terminar? Tirei meu pau e segurei ele com a mão, enquanto continuava vendo o filme e de canto olhava a Elena fazendo o mesmo. — Assim te excita mais? — perguntei abertamente, me deitando na cama. — Sim — ela disse, olhando pra ele, enquanto fechava e abria a mão nervosamente — me excita muito. — Quer tocar nele? — Ela ficou calada, vendo o filme, o cara se masturbava pra gozar na cara da mina. — Tô perguntando — insisti. Elena não falou nada e sem desviar o olhar do filme… Olhar de filme, guiou a mão por instinto até meu pau que tava durasso. Pegou ele com jeitinho e começou a massagear sem tirar os olhos da tela. O prazer me fez fechar os olhos por um instante, minha cabecinha gorda tava melada e ela já tinha boa parte dos meus sucos na mão por causa da massagem lenta que tava dando. — Tô fazendo isso porque sei que você precisa descarregar tudo isso, neném. — disse sem desviar o olhar do filme. — Vou te ajudar a gozar e descansar. Aí ela me olhou nos olhos e começou a massagear minhas bolas com a outra mão. — E aí, assim?... cê gosta? Tem um pauzão grande pra sua idade, neném — disse enquanto eu olhava pra ela com vontade de devorar. Pedi pra ela tirar a blusa e ela obedeceu, tirando também o sutiã, deixando os peitos branquinhos à mostra e voltando a massagear minhas bolas como uma expert que era. O movimento das mãos balançava os peitos dela e eu não conseguia parar de olhar, ela sorria vendo isso e na cara dela dava pra ver claramente que tava adorando o que fazia. — Cê ia gostar que eu fizesse a mesma coisa com meus peitos no lugar das mãos? E sem esperar resposta, ela pegou os peitos e se ajoelhou, colocando meu pau no meio deles. — Que gostoso sentir teu pau quentinho, Carlos… aaaah… — Continua, Elena, não para… que macios que são. Elena parecia mais excitada do que eu naquele momento, eu não entendia direito a situação, via subir e descer os peitos mornos massageando meu pau com carinho. E aí ela afastou os peitos e voltou a massagear meu pau, me olhando fixamente e aproximando a boca sedenta de pau, enfiou e engoliu de uma vez. — Hummm, que delícia que cê tem — falava dando pequenas pausas porque não queria parar de saborear — hummm, neném… me deixou toda molhada. Agora ela me masturbava com a mão e recebia a cabecinha com os lábios, enquanto com a outra mão massageava minhas bolas desesperadamente, apertando dolorosamente e acariciando com suavidade. — Cê vai me dar seu leite, né? — e continuava com a tarefa — tô com vontade de você gozar na minha boca. boca. Sentindo tanto prazer, quis retribuir o favor e pedi pra ela dar uma pausa e subir na cama. Ela aceitou de má vontade, porque tava adorando chupar minha pica. - Você ficou muito molhada? - Sim, Carlos, igual uma putinha – ela disse, me beijando e fazendo eu sentir o gosto do meu próprio esperma, enquanto continuava massageando minhas bolas. – Você tem uma pica enorme… fiquei molhada desde o primeiro dia que te vi batendo uma. - Então tenho que fazer algo a respeito – e comecei a descer pelos peitos dela, mordiscando e acariciando, os bicos tavam durinhos. Ela soltou um suspiro quando entendeu que meu caminho era a bucetinha dela, quando passei pela barriga, ela tremeu tanto que soltou um gritinho de prazer. Desabotoei sem jeito o shortinho dela e tirei, jogando em cima da televisão. Ela tava de calcinha de coraçõezinhos, bem sexy, que tirei quase rasgando, tava toda molhada. Na minha frente ficou a rachinha depilada dela, separei os lábios molhados com os dedos e vi o rosa da bucetinha pulsando de prazer. Passei a língua na hora, sentindo o gosto doce do buraquinho molhado dela. - O que você tá fazendo comigo – ela disse, enquanto tentava se mexer pra ficar na posição 69 – me dá, coloca na minha boca. Ajeitei meu corpo obedecendo ela, sem parar de passar a língua na rachinha dela, que soltava sucos cada vez que eu passava a língua devagar. - Como você faz bem… aprendeu vendo pornô? … aaah… aaaah… Ela, por sua vez, continuava enfiando meu pau na boca inteiro e se ajudando com as mãos pra me dar mais prazer, masturbando e amassando minhas bolas. Às vezes era tanto prazer que eu tinha que parar de chupar os sucos dela e gemer de prazer. Mas voltava ao trabalho, beijando as coxas internas dela como se fossem o caminho pra rachinha quente. Comecei a chupar desesperadamente a rachinha dela, e por um momento cheguei a pensar que o barulho dos meus lábios sugando os sucos dela podia ser ouvido lá na rua. Isso excitou ainda mais a Elena, que parou de chupar meu pau pra me dedicar a aproveitar minha chupada soltando gritinhos. - Não para Carlos… si aaah… aaaaah… assim… assim… aaah… já vem Carlos… sente meus suquinhos Carlooooosss…… Ela tremeu várias vezes depois disso e senti saírem seus caldos quentes e doces, que comecei a limpar sugando enquanto ela me afastava com a mão, para ficar de barriga pra cima totalmente exausta. Fiz o mesmo que ela, respirando fundo e limpando com a mão os restos dos sucos dela que tinham ficado na minha boca. Ela pegou na minha mão e disse. - Vem, coloca teu pau na frente da minha cara… e goza na minha boca. Me levantei rápido diante de tal pedido e fiz o que ela mandou, me masturbando desesperadamente, vendo como ela esperava atenta, abrindo um pouco a boca pra saída do meu leite. Ela tava linda e sorria satisfeita, não aguentei e soltei um jato que foi parar nos lábios dela e parte das bochechas. Os seguintes foram capturados habilmente por ela, porque os lábios dela estavam bem pertinho. Me deixei cair pesado ao lado dela de barriga pra cima, enquanto ela se levantava pra terminar de limpar meu sêmen com habilidade usando os lábios e a língua. Quando terminou, se deitou do meu lado e olhou nos meus olhos, ainda tinha restos de porra na bochecha dela. Ela percebeu que eu tava olhando pra bochecha dela e passou um dedo na bochecha, recolhendo os restos do meu leite e colocando o dedo na boca dela pra limpar, me beijou nos lábios e disse. - Já tirei tudo de você e comi toda sua porra, garoto… te falei que ia fazer isso. A gente dormiu, mas acordei e tava sozinho, com o tempo justo pra tomar um banho e chegar a tempo na aula. Quando tava saindo de casa, ela me alcançou na porta, só tava vestindo uma camiseta que pegou do meu armário, me deu um beijo nos lábios e disse: - Se você ficar… adoraria sentir seu leite, mas dentro de mim. O que vocês acham que eu fiz? Pois no meu próximo relato vou contar o que fiz.
Ela chegou em casa num sábado e se instalou no quarto em frente ao meu. Como meus pais trabalhavam e eu tava no CBTis 164 à tarde, passava a manhã inteira sozinho fazendo tarefa e os serviços de casa, e antes de ir pra escola passava na casa dos meus avós pra almoçar. Mas Elena se ofereceu pra preparar a comida enquanto arrumava emprego, e a gente topou na hora, todo mundo feliz. Agora eu almoçaria em casa.
De manhã, ela abria a porta do quarto dela, que ficava de frente pro meu, e começava a fazer abdominais na beira da cama com uns mini-shorts de tirar o fôlego que ela só usava pra dormir. Eu deixava a porta aberta e fingia que tava dormindo, mas de canto de olho via ela fazer a rotina de exercícios. Quando terminava, ela ia tomar banho e eu fechava a porta pra dar uma boa punheta pensando no que tinha visto. Às vezes era tanta excitação que, debaixo do cobertor, eu começava a me tocar sem fazer muito barulho, olhando como o mini-short deixava ver o começo da bunda dela e como os peitões dela balançavam.
Um dia, um amigo me emprestou um vídeo pornô. Coloquei pra rodar e comecei a bater uma, quando de repente Elena entra sem bater na porta e me vê com a pica na mão e o vídeo rolando. Ela desviou o olhar pra televisão, tentando não me encarar, e esperou eu guardar a pica na roupa. Virou as costas completamente e disse:
— Não sei o que te dizer, me desculpa, devia ter batido antes de entrar.
Enquanto isso, na TV, aparecia uma mulher chupando a pica de um cara, e ela comentou num tom calmo:
— Bom, isso é normal, não precisa fazer drama.
E na televisão, o cara virava a mulher de quatro e começava a meter nela.
— Ufffff… isso sim é foda. Esse filme é forte – comento, meio excitada. Ele saiu do quarto, mas antes me avisou que o almoço estava pronto e que ia me esperar pra começar a comer. Comemos em silêncio; eu, pra ser sincero, tava meio envergonhado, mas no fundo a atitude que ela tinha tomado me deu confiança. Então perguntei: – Você também fica excitada com essas cenas? – Claro que sim, bobinho – ela riu enquanto dava um gole no café. – Bom, não zoa, era só uma pergunta; eu não tenho experiência nisso, pra mim tudo é novo. – E ela ficou me olhando, como se pensasse no que eu tinha dito. – Você nunca fez isso com uma mulher? – Não – falei, meio sem graça. – Então você é virgem… mmm… que gostoso… – disse quase murmurando. – E você terminou o que tava fazendo? – Eeeh… mmm… não… como é que pode… – Por mim, não para; eu sei que os homens não podem ficar com a porra dentro e, quando precisam tirar… têm que tirar. – Ela terminou o café e começou a levantar a mesa. – Bom, tenho que ir procurar emprego. – Pode continuar de onde eu te interrompi, já vou. O comentário dela me deixou totalmente chocado; eu tava conversando sobre sexo na minha cozinha com a amiga da minha mãe. Quando ela foi embora, voltei pro meu quarto e me masturbei de novo, lembrando da conversa que tive com a Elena. A conversa foi até mais excitante do que o filme. No dia seguinte, como de costume, acordei com o pau duro e firme; aí lembrei que ainda tinha o vídeo e coloquei ele, pronto pra me masturbar. Tava nessa quando a Elena bateu na porta. – Posso entrar? – ela perguntou. Eu ia tirar o vídeo, mas a conversa do dia anterior tinha deixado algo claro pra mim: ela não ligava pro que eu fizesse com meu pau. Então deixei tudo como estava e pedi pra ela entrar. Ela só colocou a cabeça pra dentro, me olhou, sorriu e dirigiu o olhar pra televisão. Uma colegial (era o começo do filme do outro dia) tava andando na rua, mexendo as cadeirinhas, enquanto um cara num carro a alcançava e... Ela puxou papo. —Uau… que bunda bonita essa mina tem, queria ter o corpo dela, olha como o cara tá olhando pra ela. — comentou Elena abertamente. — Mas Elena, você tá muito bem assim. — Tá parecendo? — ela perguntou sem desviar o olhar do filme — Não, não acho… eu sempre fui de quadril largo, nem quando era novinha tinha uma bunda assim. Elena gostava de ver pornô, pensei, então convidei ela pra entrar e no começo ela não queria, mas também não desviava o olhar do filme, então no fim ela topou. Sentou na beirada da cama, cuidando pra não me tampar, ela tava usando um dos shorts de tecido macio que ela sempre usa. Sentei do lado dela e a gente ficou vendo o filme de boa, eu tava só de cueca boxer e dava pra ver como meu pau já tinha crescido tudo. Ela olhava de canto pro meu pau preso na cueca, e eu ao mesmo tempo olhava as pernas macias e brancas dela. Encostei minha perna na dela, roçando de leve. Ela não falou nada e a gente continuou vendo o filme, o cara molhava os dedos na buceta da mina. — Tá bem molhada — falei — É assim de verdade ou é algum truque? — É… assim que fica quando te pegam ou você tá excitada. — E você, como tá agora? — Acho que igual, hahaha. — Te molha ver ele comendo ela ou enfiando os dedos? — Humm… — ela pensou um pouco, depois falou olhando pro meu pau — pra falar a verdade, isso me excita. — Não dói? — Na verdade dói um pouco, porque tá toda dura. — E por que você não tira ela? — ela sorriu, olhando nos meus olhos — tipo, prometo que não vou olhar… ou prefere que eu vá pra você terminar? Tirei meu pau e segurei ele com a mão, enquanto continuava vendo o filme e de canto olhava a Elena fazendo o mesmo. — Assim te excita mais? — perguntei abertamente, me deitando na cama. — Sim — ela disse, olhando pra ele, enquanto fechava e abria a mão nervosamente — me excita muito. — Quer tocar nele? — Ela ficou calada, vendo o filme, o cara se masturbava pra gozar na cara da mina. — Tô perguntando — insisti. Elena não falou nada e sem desviar o olhar do filme… Olhar de filme, guiou a mão por instinto até meu pau que tava durasso. Pegou ele com jeitinho e começou a massagear sem tirar os olhos da tela. O prazer me fez fechar os olhos por um instante, minha cabecinha gorda tava melada e ela já tinha boa parte dos meus sucos na mão por causa da massagem lenta que tava dando. — Tô fazendo isso porque sei que você precisa descarregar tudo isso, neném. — disse sem desviar o olhar do filme. — Vou te ajudar a gozar e descansar. Aí ela me olhou nos olhos e começou a massagear minhas bolas com a outra mão. — E aí, assim?... cê gosta? Tem um pauzão grande pra sua idade, neném — disse enquanto eu olhava pra ela com vontade de devorar. Pedi pra ela tirar a blusa e ela obedeceu, tirando também o sutiã, deixando os peitos branquinhos à mostra e voltando a massagear minhas bolas como uma expert que era. O movimento das mãos balançava os peitos dela e eu não conseguia parar de olhar, ela sorria vendo isso e na cara dela dava pra ver claramente que tava adorando o que fazia. — Cê ia gostar que eu fizesse a mesma coisa com meus peitos no lugar das mãos? E sem esperar resposta, ela pegou os peitos e se ajoelhou, colocando meu pau no meio deles. — Que gostoso sentir teu pau quentinho, Carlos… aaaah… — Continua, Elena, não para… que macios que são. Elena parecia mais excitada do que eu naquele momento, eu não entendia direito a situação, via subir e descer os peitos mornos massageando meu pau com carinho. E aí ela afastou os peitos e voltou a massagear meu pau, me olhando fixamente e aproximando a boca sedenta de pau, enfiou e engoliu de uma vez. — Hummm, que delícia que cê tem — falava dando pequenas pausas porque não queria parar de saborear — hummm, neném… me deixou toda molhada. Agora ela me masturbava com a mão e recebia a cabecinha com os lábios, enquanto com a outra mão massageava minhas bolas desesperadamente, apertando dolorosamente e acariciando com suavidade. — Cê vai me dar seu leite, né? — e continuava com a tarefa — tô com vontade de você gozar na minha boca. boca. Sentindo tanto prazer, quis retribuir o favor e pedi pra ela dar uma pausa e subir na cama. Ela aceitou de má vontade, porque tava adorando chupar minha pica. - Você ficou muito molhada? - Sim, Carlos, igual uma putinha – ela disse, me beijando e fazendo eu sentir o gosto do meu próprio esperma, enquanto continuava massageando minhas bolas. – Você tem uma pica enorme… fiquei molhada desde o primeiro dia que te vi batendo uma. - Então tenho que fazer algo a respeito – e comecei a descer pelos peitos dela, mordiscando e acariciando, os bicos tavam durinhos. Ela soltou um suspiro quando entendeu que meu caminho era a bucetinha dela, quando passei pela barriga, ela tremeu tanto que soltou um gritinho de prazer. Desabotoei sem jeito o shortinho dela e tirei, jogando em cima da televisão. Ela tava de calcinha de coraçõezinhos, bem sexy, que tirei quase rasgando, tava toda molhada. Na minha frente ficou a rachinha depilada dela, separei os lábios molhados com os dedos e vi o rosa da bucetinha pulsando de prazer. Passei a língua na hora, sentindo o gosto doce do buraquinho molhado dela. - O que você tá fazendo comigo – ela disse, enquanto tentava se mexer pra ficar na posição 69 – me dá, coloca na minha boca. Ajeitei meu corpo obedecendo ela, sem parar de passar a língua na rachinha dela, que soltava sucos cada vez que eu passava a língua devagar. - Como você faz bem… aprendeu vendo pornô? … aaah… aaaah… Ela, por sua vez, continuava enfiando meu pau na boca inteiro e se ajudando com as mãos pra me dar mais prazer, masturbando e amassando minhas bolas. Às vezes era tanto prazer que eu tinha que parar de chupar os sucos dela e gemer de prazer. Mas voltava ao trabalho, beijando as coxas internas dela como se fossem o caminho pra rachinha quente. Comecei a chupar desesperadamente a rachinha dela, e por um momento cheguei a pensar que o barulho dos meus lábios sugando os sucos dela podia ser ouvido lá na rua. Isso excitou ainda mais a Elena, que parou de chupar meu pau pra me dedicar a aproveitar minha chupada soltando gritinhos. - Não para Carlos… si aaah… aaaaah… assim… assim… aaah… já vem Carlos… sente meus suquinhos Carlooooosss…… Ela tremeu várias vezes depois disso e senti saírem seus caldos quentes e doces, que comecei a limpar sugando enquanto ela me afastava com a mão, para ficar de barriga pra cima totalmente exausta. Fiz o mesmo que ela, respirando fundo e limpando com a mão os restos dos sucos dela que tinham ficado na minha boca. Ela pegou na minha mão e disse. - Vem, coloca teu pau na frente da minha cara… e goza na minha boca. Me levantei rápido diante de tal pedido e fiz o que ela mandou, me masturbando desesperadamente, vendo como ela esperava atenta, abrindo um pouco a boca pra saída do meu leite. Ela tava linda e sorria satisfeita, não aguentei e soltei um jato que foi parar nos lábios dela e parte das bochechas. Os seguintes foram capturados habilmente por ela, porque os lábios dela estavam bem pertinho. Me deixei cair pesado ao lado dela de barriga pra cima, enquanto ela se levantava pra terminar de limpar meu sêmen com habilidade usando os lábios e a língua. Quando terminou, se deitou do meu lado e olhou nos meus olhos, ainda tinha restos de porra na bochecha dela. Ela percebeu que eu tava olhando pra bochecha dela e passou um dedo na bochecha, recolhendo os restos do meu leite e colocando o dedo na boca dela pra limpar, me beijou nos lábios e disse. - Já tirei tudo de você e comi toda sua porra, garoto… te falei que ia fazer isso. A gente dormiu, mas acordei e tava sozinho, com o tempo justo pra tomar um banho e chegar a tempo na aula. Quando tava saindo de casa, ela me alcançou na porta, só tava vestindo uma camiseta que pegou do meu armário, me deu um beijo nos lábios e disse: - Se você ficar… adoraria sentir seu leite, mas dentro de mim. O que vocês acham que eu fiz? Pois no meu próximo relato vou contar o que fiz.
9 comentários - Elena... a amiga gostosa da mamãe