Continuando com o relato anterior...
Espero não entediar vocês.
Muito obrigado pelos comentários.
Por um tempo não soube nada do Raul, a gente tava preocupado. A Anita já não vinha mais na oficina porque a gravidez deixou ela com preguiça, e ela passava o tempo na casa da Maria, a mãe dela, que às vezes vinha aqui em casa pra limpar, já que queria cuidar da Anita. Um belo dia ele apareceu com um monte de trabalho, eu vi ele estranho, meio preocupado, e aí a gente começou a conversar.
Ei, o que houve, maluco? Você sumiu, porra?
Raul — nada, só muito trampo mesmo.
Ei- fala sério, não mente pra mim, tá tudo bem? A gente tava preocupado.
Raul — cê tem razão, nem tudo é uma merda. Eu e o Pato estamos foda pra caralho.
Eu— por quê?
Raul — desde a última vez ela tá muito estranha, tudo irrita ela e quando ela surta me deixa puto.
Eu- não entendo porra nenhuma, mas o que aconteceu?
Raul — não gosto que me chame de corno, muito menos de promíscuo. Toda noite que a gente fode, ela faz isso, é uma humilhação pra mim.
Acha que é o único, né? A minha Anita faz o mesmo comigo.
Raul — e aí, o que cê tá fazendo? Eu mando ela pra puta que pariu e a gente briga, ela me fala que é uma brincadeira e eu digo que não gosto, ela me diz que não faz mais e na noite seguinte a mesma merda.
Eu- hahahahaha, eu não fico brava, pelo contrário, eu curto porque sei que não é real, aí eu falo, olha o que o promíscuo faz com você, e aí meto tudo nela, ela fica de cama, me abraça e diz que me ama, é um jogo safado que a gente tem, muitas vezes até eu peço pra ela fazer e ela enfia os dedos no meu cu pra me provocar.
Raul — sim, mas você nunca foi comida, essa é a diferença.
Eu tenho a buceta mais aberta que você, já comi vários pausudos na sua frente, mesmo que não foram muitas vezes, e sei que ele morre de tesão quando passa.
Raul — sério?
Chama ela de pata, diz que hoje à tarde vou aí na sua casa com você, que ela se prepare, e me obedece quando ela te humilhar, você só dá com tudo, o mais forte que puder, porque é isso que ela tá procurando.
Raul - ok, te espero, você vem com a Ana?
Eu... se quiser, vou com ela, mas com essa barriga que ela tá.
Raul — sempre tive a fantasia de comer uma grávida gostosa.
Tá bom, vai com cuidado, não esquece disso não.
À tarde fechei a oficina, mesmo tendo serviço pra semana toda só com o do Raul. Fui pra casa e contei pra Anita o que tava rolando com eles. Claro que ela se animou na hora. Ana vestiu um vestido que já tava curto por causa da barriga.
Você vai assim? Bem guerreira, melhor não colocar calcinha.
Ana — não uso calcinha, só fio dental bem pequenininho. Se o Raul se comportar bem, deixo ela de troféu depois da foda.
Nossa, que gostosa você é, sua puta.
Ana - já faz um tempão que eu tô me comportando, né?
Eu... tanto assim não dá.
Ana – daleeee, se faz de vítima, vai.
Chegamos na casa do Raul, ele quem abriu a porta pra gente. Entramos e sentamos no futon, aquele futon onde eu tinha comido a Patrícia no dia que ele me mandou visitar ela. A Anita já tava esquentando as coisas, passando a mão na pica dele por cima da calça. A Patrícia chegou com umas cervejas e cumprimentou a gente, tava toda puta, toda oferecida, com um deshabillé vermelho transparente e só uma tanguinha por baixo.
Eu- assim que adoro que você me receba, já sabe quem é seu dono.
Patricia — você é meu dono na caminha, depois eu tenho ele que me satisfaz e me mima.
Eu— você gosta de ver como eu era subjugado?
Patricia — amei demaisss, ver como ela era feliz, como ela gozava. Aquela bucetinha me fascinou, me fez gozar três vezes, uma loucura.
Ana – comigo é a mesma coisa.
Patrícia—quêêê? Como assim acontece a mesma coisa com você?
Ana — claro, queria que fosse mais seguido, mas ele é um puto fino, não gosta de entregar a bunda pra qualquer um.
Patrícia — também te deram na bucetinha minúscula? Não acredito nissooo
Ana já tinha na boca a rola do Raul, que se soltou e começou a gemer baixinho enquanto acariciava a bundinha dela.
Patrícia- vamos pra caminha, lá a gente fica mais confortável, né?
Pato e eu levantamos e fomos pro quarto enquanto os dois continuavam na deles. No caminho, já tinha levantado o vestido dela e meus dedos brincavam com a bunda dela, abrindo enquanto ela rebolava pros dois lados. Em segundos, eu tava pelado e ela, como se soubesse o que vinha, se ajoelhou e começou a me dar um boquete desesperado. Fazia muito tempo que minha pica não tava na boca dela. Falei pra gente fazer um 69 e subimos na cama. Nisso, o Raul entrou, nos viu, piscou um olho pra Anita e foi pra bundinha minúscula da Pato, falando:
Raul—olha o que o promíscuo tá fazendo
Eu tava chupando a buceta dela e, sem me avisar, ele enfiou a pica dele, fazendo ela roçar na minha língua e nos meus lábios. O filho da puta queria mostrar que ainda era o macho e que ia me transformar na mulher dele. A pica dele entrava e saía da buceta enquanto eu lambia as bolas dele, até que ele se animou e meteu na minha boca. Dei um boquete tão gostoso que ele gozou em minutos, enchendo minha boca de porra. A Ana deitou aos meus pés e falou pro Pato.
Ana — eu também quero.
O Pato tava com meu pau na boca e a buceta da Ana esperando ser chupada, ele hesitou por um instante e foi fundo, a Anita se contorcia com cada lambida da Patrícia.
Ana- que bem que você faz, putinhaaaa continua, continua, não paraaaa
Raul tava bonner de novo e meteu na bucetinha dela, isso deixou a Patrícia louca, tudo era novo pra ela e dava pra ver que tava enlouquecendo ela. Raul se mexeu e eu aproveitei pra sair debaixo da Pato, virando ela, deixando a buceta dela em cima da cara dele. Olhei pro Raul e falei
Ei- olha como você me deixou, faz alguma coisa
Eu mostrei meu pau que já tava duro, na hora ela começou a chupar, não tinha muita experiência mas era uma delícia, molhei meus dedos e fui procurar o cuzinho dela, ela se entregou, sabia que ia comer ela de novo, quando sentiu meus dois dedos entrando e saindo, abriu mais as pernas e começou a reboladinha pra frente e pra trás, tava tipo desesperada, se agarrava forte na minha cintura enquanto eu metia na boca dela sem dó, vi ela tão desesperada que tirei ela de cima e virei, ela mesma se ajeitou me dando a bucetinha, lambuzei tudo de cuspida chupando ela enquanto ela se contorcia, até que ela pediu implorando
Raul—faz de mim tua mulher, arromba minha buceta, não aguento maissss
Foi assim que eu fiz. Quando entrei, vi como ela se agarrava aos lençóis com desespero, eu tava destruindo a bunda dela e ela sentia, uma mistura de dor e prazer imenso. Meti bem fundo e tirava quase por completo, dizendo pra ela
Ei—toma, vagabunda, tomaaa, queria pica, né? Aqui ó, agora aguenta isso, isso te acontece por ser putinha, tomaaa, tomaaa, sente ela, assim que você gosta, putinha, assim bem fundo, se remexe, vagabunda. E você, viado, vem cá e chupa bem a pica dela, ela merece, essa puta. Vai, que a qualquer hora eu encho ela todinha.
O Pato chegou e começou a chupar a pica dele, que quase tinha sumido de tanta rola que ele tava levando, enquanto ele só gemia e pedia mais e mais. Já tinha adorado levar no cu, enquanto a Anita se masturbava vendo o espetáculo.
Ana, tá matando ele, pai, esse aí não senta mais, coitado do bum, já é teu, olha como ele mexe, mais devagaaaar
Eu fiz o que ele pediu e comecei a meter de uma vez, pra depois tirar devagar por completo e enfiar de novo. Isso matava ele a cada estocada. Foi por isso que ele mesmo, com as próprias mãos, abriu as nádegas pra entrar mais macio. Não adiantou nada — o cuzinho dele tava no vermelho e eu podia ver minha pica entrando até o fundo, fazendo ele suspirar e gritar que nem uma putinha, até que finalmente eu falei pra ele:
Aqui, devolvendo a porra que você me fez engolir, assim você aprendessss
Enfiei até o fundo e ele sentiu minhas bolas pulsando no cu dele enquanto enchia ele de porra quente, o que fez ele gozar de novo na boca da Patrícia, que estava se contorcendo com o boquete da Anita.
Ana - vamos dar uma pausa
Patrícia — siiiim, porque isso não acaba aqui
Ei- traz umas cervejas
Raul tinha ficado deitado de bruços com a bunda aberta escorrendo porra enquanto a Patrícia olhava ele indo pegar as cervejas e a Anita beijava ele apaixonadamente.
Ana — você é foda, Raul, te adoro, cara, me deixou louca, agora quero que me coma sem parar, você é o máximo, mano, tomara que o Dany seja igual.
Patrícia chegou com as cervejas, a gente se sentou do jeito que deu e, enquanto tomava, ficou batendo papo.
Patrícia- como você deu pro meu macho, ehhh que tesão você me deixou, gostosa.
Ana - pra mim tambémmmmm
Raul — mas esse filho da puta me destruiu a bunda.
Nossa, foi maravilhoso, Raul. Você me deixou seco.
Raul — e eu aqui com a bunda ardendo.
Patrícia—vou acalmar ele, você vai ver.
Ana – se quiser, eu te ajudo, pato.
Patrícia – seria uma delícia, bora
Enquanto o Minto lambia o cuzinho do Pato, fazendo ele tremer, a Ana chupava a pica dele que não parava de endurecer. O Raul não parava de gozar, e eu aproveitei o momento pra meter na Patricia por trás.
Patricia—aiii paraaaa
Já era tarde, eu tava enfiado até as bolas nela, segurando pelas cadeiras, enquanto a Pato já tinha largado a bunda do Raul pra se jogar na cama, se agarrando nos lençóis encharcados e mordendo eles pra aliviar a sensação que dava ser dominada daquele jeito.
Você achava que era só o Raul, nada mais? Nãão, pra você também tem putinhaaaassiiim assiiim assiiim, fecha bem assim pra sofrer mais, queria pirocaaa, se acostuma, eu vou te ensinarrrr, isso te acontece por ser uma puta oferecidinhaaaa, pedia gritando pra te comer, primeiro vou destruir essa bunda que você gosta tanto de mostrarrrrr, toma puta tomaaaaa
Raul se virou e olhou o que estava acontecendo, já tinha enchido a boca da Anita com a pouca porra que ainda tinha. Aproximou o pau da boca da Patrícia e me disse
Raul—posso?
Eu— claro, corno, enfia essa piroca nela pra ela calar a boca.
Eu tava humilhando ele e ele tava adorando, virei o macho dele e ele gostou pra caralho. Pato se agarrou no Raul e, a cada investida minha, enfiava a pica do marido dele goela abaixo.
Raul—tá detonando ela, porraaaaa
Anita voltou da sala de jantar trazendo nas mãos um consolador, enfiou no raul sem que ele nem percebesse e começou a meter e tirar com força enquanto raul gritava que não, pato já parecia uma boneca de borracha, o corpo dele não respondia e as pernas menos ainda, ele se deixou cair na cama enterrando sozinho ainda mais meu pau, começou a bater no colchão com força enquanto gritava CHEGAAAAA PELO AMOR DE DEUS CHEGAAAAA NÃO AGUENTO MAIS enquanto raul era comido pela ana com o consolador eu continuava com pato que implorava
Eu- eu digo quando acaba, putaaa, queria pica? Toma uma bela rola agora aguenta aí
Dura mais uns minutos, pato já quase não se mexia, as pernas dela abertas até o máximo mostravam que já tinha sido mais que suficiente pra ela. Fui até o Raul e entreguei minha pica morta pra ele dar uma limpada, coisa que ele fez na hora, me pedindo pra tirar a Ana do cu dele porque tava doendo pra caralho. Peguei ele pela nuca e marquei o ritmo do boquete, fazia ele engolir minha pica até as bolas pra depois tirar e voltar com a mesma força, dando tempo pra ele tossir.
Ana, você gosta do Raulito?
Eu perguntava enquanto torcia o vibrador no buraquinho dela, a Patrícia viu o que tava rolando e falou pra Ana.
Patricia—vem, dá pra mim, gostosa.
Pra minha surpresa, a Ana tirou o consolo do Raul e foi com a Pato fazer um 69, enquanto a Pato lambia a buceta dela, ela enfiava o consolo devagar, fazendo a Pato gozar igual uma putinha. Nós, chocados, fomos pegar mais cervejas e voltamos pra ver o show que essas duas vadias estavam nos dando. As duas se contorciam de prazer e só dava pra ouvir os gemidos delas. Terminamos a cerveja e elas não pareciam ter fim. Fomos tomar um banho e, quando saímos, mais refrescados, voltamos a vê-las. O consolo tinha trocado de mãos, agora era a Pato quem tava penetrando a Anita, mas pelo cu e com bastante força, enquanto os gemidos continuavam. Assim foram passando as cervejas e os minutos até que as duas ficaram completamente exaustas. Levei a Ana pro chuveiro, quando saiu, ela se trocou e eu disse pra elas...
É- bom, a gente vai embora, por hoje já foi demais.
Já tinha ficado tarde pra caralho, chegamos em casa e jantamos.
Ana, não dá mais amor?
Eu tô moído, meu bem.
Ana — bom, se recupera logo porque domingo tem reunião de família. Seus velhos e os meus querem fazer um churrasco pra comemorar a chegada do neto.
Eu- uffff, vai ser uma festa do caralho
Ana – eu não, amor, não vou me arriscar. A festa vai ser na sua casa. Se quiser, chama o Raul e o Pato pra virem.
Eu- chamo vocês de bebê, mas acho que vocês não tão no shape pra isso
Espero não entediar vocês.
Muito obrigado pelos comentários.
Por um tempo não soube nada do Raul, a gente tava preocupado. A Anita já não vinha mais na oficina porque a gravidez deixou ela com preguiça, e ela passava o tempo na casa da Maria, a mãe dela, que às vezes vinha aqui em casa pra limpar, já que queria cuidar da Anita. Um belo dia ele apareceu com um monte de trabalho, eu vi ele estranho, meio preocupado, e aí a gente começou a conversar.
Ei, o que houve, maluco? Você sumiu, porra?
Raul — nada, só muito trampo mesmo.
Ei- fala sério, não mente pra mim, tá tudo bem? A gente tava preocupado.
Raul — cê tem razão, nem tudo é uma merda. Eu e o Pato estamos foda pra caralho.
Eu— por quê?
Raul — desde a última vez ela tá muito estranha, tudo irrita ela e quando ela surta me deixa puto.
Eu- não entendo porra nenhuma, mas o que aconteceu?
Raul — não gosto que me chame de corno, muito menos de promíscuo. Toda noite que a gente fode, ela faz isso, é uma humilhação pra mim.
Acha que é o único, né? A minha Anita faz o mesmo comigo.
Raul — e aí, o que cê tá fazendo? Eu mando ela pra puta que pariu e a gente briga, ela me fala que é uma brincadeira e eu digo que não gosto, ela me diz que não faz mais e na noite seguinte a mesma merda.
Eu- hahahahaha, eu não fico brava, pelo contrário, eu curto porque sei que não é real, aí eu falo, olha o que o promíscuo faz com você, e aí meto tudo nela, ela fica de cama, me abraça e diz que me ama, é um jogo safado que a gente tem, muitas vezes até eu peço pra ela fazer e ela enfia os dedos no meu cu pra me provocar.
Raul — sim, mas você nunca foi comida, essa é a diferença.
Eu tenho a buceta mais aberta que você, já comi vários pausudos na sua frente, mesmo que não foram muitas vezes, e sei que ele morre de tesão quando passa.
Raul — sério?
Chama ela de pata, diz que hoje à tarde vou aí na sua casa com você, que ela se prepare, e me obedece quando ela te humilhar, você só dá com tudo, o mais forte que puder, porque é isso que ela tá procurando.
Raul - ok, te espero, você vem com a Ana?
Eu... se quiser, vou com ela, mas com essa barriga que ela tá.
Raul — sempre tive a fantasia de comer uma grávida gostosa.
Tá bom, vai com cuidado, não esquece disso não.
À tarde fechei a oficina, mesmo tendo serviço pra semana toda só com o do Raul. Fui pra casa e contei pra Anita o que tava rolando com eles. Claro que ela se animou na hora. Ana vestiu um vestido que já tava curto por causa da barriga.
Você vai assim? Bem guerreira, melhor não colocar calcinha.
Ana — não uso calcinha, só fio dental bem pequenininho. Se o Raul se comportar bem, deixo ela de troféu depois da foda.
Nossa, que gostosa você é, sua puta.
Ana - já faz um tempão que eu tô me comportando, né?
Eu... tanto assim não dá.
Ana – daleeee, se faz de vítima, vai.
Chegamos na casa do Raul, ele quem abriu a porta pra gente. Entramos e sentamos no futon, aquele futon onde eu tinha comido a Patrícia no dia que ele me mandou visitar ela. A Anita já tava esquentando as coisas, passando a mão na pica dele por cima da calça. A Patrícia chegou com umas cervejas e cumprimentou a gente, tava toda puta, toda oferecida, com um deshabillé vermelho transparente e só uma tanguinha por baixo.
Eu- assim que adoro que você me receba, já sabe quem é seu dono.
Patricia — você é meu dono na caminha, depois eu tenho ele que me satisfaz e me mima.
Eu— você gosta de ver como eu era subjugado?
Patricia — amei demaisss, ver como ela era feliz, como ela gozava. Aquela bucetinha me fascinou, me fez gozar três vezes, uma loucura.
Ana – comigo é a mesma coisa.
Patrícia—quêêê? Como assim acontece a mesma coisa com você?
Ana — claro, queria que fosse mais seguido, mas ele é um puto fino, não gosta de entregar a bunda pra qualquer um.
Patrícia — também te deram na bucetinha minúscula? Não acredito nissooo
Ana já tinha na boca a rola do Raul, que se soltou e começou a gemer baixinho enquanto acariciava a bundinha dela.
Patrícia- vamos pra caminha, lá a gente fica mais confortável, né?
Pato e eu levantamos e fomos pro quarto enquanto os dois continuavam na deles. No caminho, já tinha levantado o vestido dela e meus dedos brincavam com a bunda dela, abrindo enquanto ela rebolava pros dois lados. Em segundos, eu tava pelado e ela, como se soubesse o que vinha, se ajoelhou e começou a me dar um boquete desesperado. Fazia muito tempo que minha pica não tava na boca dela. Falei pra gente fazer um 69 e subimos na cama. Nisso, o Raul entrou, nos viu, piscou um olho pra Anita e foi pra bundinha minúscula da Pato, falando:
Raul—olha o que o promíscuo tá fazendo
Eu tava chupando a buceta dela e, sem me avisar, ele enfiou a pica dele, fazendo ela roçar na minha língua e nos meus lábios. O filho da puta queria mostrar que ainda era o macho e que ia me transformar na mulher dele. A pica dele entrava e saía da buceta enquanto eu lambia as bolas dele, até que ele se animou e meteu na minha boca. Dei um boquete tão gostoso que ele gozou em minutos, enchendo minha boca de porra. A Ana deitou aos meus pés e falou pro Pato.
Ana — eu também quero.
O Pato tava com meu pau na boca e a buceta da Ana esperando ser chupada, ele hesitou por um instante e foi fundo, a Anita se contorcia com cada lambida da Patrícia.
Ana- que bem que você faz, putinhaaaa continua, continua, não paraaaa
Raul tava bonner de novo e meteu na bucetinha dela, isso deixou a Patrícia louca, tudo era novo pra ela e dava pra ver que tava enlouquecendo ela. Raul se mexeu e eu aproveitei pra sair debaixo da Pato, virando ela, deixando a buceta dela em cima da cara dele. Olhei pro Raul e falei
Ei- olha como você me deixou, faz alguma coisa
Eu mostrei meu pau que já tava duro, na hora ela começou a chupar, não tinha muita experiência mas era uma delícia, molhei meus dedos e fui procurar o cuzinho dela, ela se entregou, sabia que ia comer ela de novo, quando sentiu meus dois dedos entrando e saindo, abriu mais as pernas e começou a reboladinha pra frente e pra trás, tava tipo desesperada, se agarrava forte na minha cintura enquanto eu metia na boca dela sem dó, vi ela tão desesperada que tirei ela de cima e virei, ela mesma se ajeitou me dando a bucetinha, lambuzei tudo de cuspida chupando ela enquanto ela se contorcia, até que ela pediu implorando
Raul—faz de mim tua mulher, arromba minha buceta, não aguento maissss
Foi assim que eu fiz. Quando entrei, vi como ela se agarrava aos lençóis com desespero, eu tava destruindo a bunda dela e ela sentia, uma mistura de dor e prazer imenso. Meti bem fundo e tirava quase por completo, dizendo pra ela
Ei—toma, vagabunda, tomaaa, queria pica, né? Aqui ó, agora aguenta isso, isso te acontece por ser putinha, tomaaa, tomaaa, sente ela, assim que você gosta, putinha, assim bem fundo, se remexe, vagabunda. E você, viado, vem cá e chupa bem a pica dela, ela merece, essa puta. Vai, que a qualquer hora eu encho ela todinha.
O Pato chegou e começou a chupar a pica dele, que quase tinha sumido de tanta rola que ele tava levando, enquanto ele só gemia e pedia mais e mais. Já tinha adorado levar no cu, enquanto a Anita se masturbava vendo o espetáculo.
Ana, tá matando ele, pai, esse aí não senta mais, coitado do bum, já é teu, olha como ele mexe, mais devagaaaar
Eu fiz o que ele pediu e comecei a meter de uma vez, pra depois tirar devagar por completo e enfiar de novo. Isso matava ele a cada estocada. Foi por isso que ele mesmo, com as próprias mãos, abriu as nádegas pra entrar mais macio. Não adiantou nada — o cuzinho dele tava no vermelho e eu podia ver minha pica entrando até o fundo, fazendo ele suspirar e gritar que nem uma putinha, até que finalmente eu falei pra ele:
Aqui, devolvendo a porra que você me fez engolir, assim você aprendessss
Enfiei até o fundo e ele sentiu minhas bolas pulsando no cu dele enquanto enchia ele de porra quente, o que fez ele gozar de novo na boca da Patrícia, que estava se contorcendo com o boquete da Anita.
Ana - vamos dar uma pausa
Patrícia — siiiim, porque isso não acaba aqui
Ei- traz umas cervejas
Raul tinha ficado deitado de bruços com a bunda aberta escorrendo porra enquanto a Patrícia olhava ele indo pegar as cervejas e a Anita beijava ele apaixonadamente.
Ana — você é foda, Raul, te adoro, cara, me deixou louca, agora quero que me coma sem parar, você é o máximo, mano, tomara que o Dany seja igual.
Patrícia chegou com as cervejas, a gente se sentou do jeito que deu e, enquanto tomava, ficou batendo papo.
Patrícia- como você deu pro meu macho, ehhh que tesão você me deixou, gostosa.
Ana - pra mim tambémmmmm
Raul — mas esse filho da puta me destruiu a bunda.
Nossa, foi maravilhoso, Raul. Você me deixou seco.
Raul — e eu aqui com a bunda ardendo.
Patrícia—vou acalmar ele, você vai ver.
Ana – se quiser, eu te ajudo, pato.
Patrícia – seria uma delícia, bora
Enquanto o Minto lambia o cuzinho do Pato, fazendo ele tremer, a Ana chupava a pica dele que não parava de endurecer. O Raul não parava de gozar, e eu aproveitei o momento pra meter na Patricia por trás.
Patricia—aiii paraaaa
Já era tarde, eu tava enfiado até as bolas nela, segurando pelas cadeiras, enquanto a Pato já tinha largado a bunda do Raul pra se jogar na cama, se agarrando nos lençóis encharcados e mordendo eles pra aliviar a sensação que dava ser dominada daquele jeito.
Você achava que era só o Raul, nada mais? Nãão, pra você também tem putinhaaaassiiim assiiim assiiim, fecha bem assim pra sofrer mais, queria pirocaaa, se acostuma, eu vou te ensinarrrr, isso te acontece por ser uma puta oferecidinhaaaa, pedia gritando pra te comer, primeiro vou destruir essa bunda que você gosta tanto de mostrarrrrr, toma puta tomaaaaa
Raul se virou e olhou o que estava acontecendo, já tinha enchido a boca da Anita com a pouca porra que ainda tinha. Aproximou o pau da boca da Patrícia e me disse
Raul—posso?
Eu— claro, corno, enfia essa piroca nela pra ela calar a boca.
Eu tava humilhando ele e ele tava adorando, virei o macho dele e ele gostou pra caralho. Pato se agarrou no Raul e, a cada investida minha, enfiava a pica do marido dele goela abaixo.
Raul—tá detonando ela, porraaaaa
Anita voltou da sala de jantar trazendo nas mãos um consolador, enfiou no raul sem que ele nem percebesse e começou a meter e tirar com força enquanto raul gritava que não, pato já parecia uma boneca de borracha, o corpo dele não respondia e as pernas menos ainda, ele se deixou cair na cama enterrando sozinho ainda mais meu pau, começou a bater no colchão com força enquanto gritava CHEGAAAAA PELO AMOR DE DEUS CHEGAAAAA NÃO AGUENTO MAIS enquanto raul era comido pela ana com o consolador eu continuava com pato que implorava
Eu- eu digo quando acaba, putaaa, queria pica? Toma uma bela rola agora aguenta aí
Dura mais uns minutos, pato já quase não se mexia, as pernas dela abertas até o máximo mostravam que já tinha sido mais que suficiente pra ela. Fui até o Raul e entreguei minha pica morta pra ele dar uma limpada, coisa que ele fez na hora, me pedindo pra tirar a Ana do cu dele porque tava doendo pra caralho. Peguei ele pela nuca e marquei o ritmo do boquete, fazia ele engolir minha pica até as bolas pra depois tirar e voltar com a mesma força, dando tempo pra ele tossir.
Ana, você gosta do Raulito?
Eu perguntava enquanto torcia o vibrador no buraquinho dela, a Patrícia viu o que tava rolando e falou pra Ana.
Patricia—vem, dá pra mim, gostosa.
Pra minha surpresa, a Ana tirou o consolo do Raul e foi com a Pato fazer um 69, enquanto a Pato lambia a buceta dela, ela enfiava o consolo devagar, fazendo a Pato gozar igual uma putinha. Nós, chocados, fomos pegar mais cervejas e voltamos pra ver o show que essas duas vadias estavam nos dando. As duas se contorciam de prazer e só dava pra ouvir os gemidos delas. Terminamos a cerveja e elas não pareciam ter fim. Fomos tomar um banho e, quando saímos, mais refrescados, voltamos a vê-las. O consolo tinha trocado de mãos, agora era a Pato quem tava penetrando a Anita, mas pelo cu e com bastante força, enquanto os gemidos continuavam. Assim foram passando as cervejas e os minutos até que as duas ficaram completamente exaustas. Levei a Ana pro chuveiro, quando saiu, ela se trocou e eu disse pra elas...
É- bom, a gente vai embora, por hoje já foi demais.
Já tinha ficado tarde pra caralho, chegamos em casa e jantamos.
Ana, não dá mais amor?
Eu tô moído, meu bem.
Ana — bom, se recupera logo porque domingo tem reunião de família. Seus velhos e os meus querem fazer um churrasco pra comemorar a chegada do neto.
Eu- uffff, vai ser uma festa do caralho
Ana – eu não, amor, não vou me arriscar. A festa vai ser na sua casa. Se quiser, chama o Raul e o Pato pra virem.
Eu- chamo vocês de bebê, mas acho que vocês não tão no shape pra isso
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