Voltava de uma balada, tinha uns 18 anos mais ou menos. Tava vestida com uma minissaia preta elastizada bem pequenininha, uma tanga verde fluorescente de renda e tule transparente, botas brancas até o joelho e uma regata por cima. Na balada, transei com uns quatro ou cinco caras, muito apalpamento mas nada além. A noite acabou e eu tava super tesuda, pensando em chegar em casa e me masturbar. Uma amiga me levou de carro até a estação de trem, a gente se despediu e eu subi na plataforma. Acho que era umas 4 ou 5 da manhã de domingo. Quando subo, um homem mais velho me olha de cima a baixo, e eu caminho até o meio da plataforma pra sentar e esperar o trem. Ele me seguiu. Minha minissaia, comigo de pé, só passava um centímetro abaixo da minha buceta; quando eu andava, subia, e acho que ele gostou disso. Eu olhava de canto e via que o cara não parava de me encarar. O tipo devia ter uns 60 ou mais, bem vestido e com uma jaqueta na mão. Eu, meio bêbada e com tesão, me aproximei da borda da plataforma como se fosse ver se o trem vinha, e vi que ele tava me olhando por trás. Então me abaixei pra arrumar minha bota, sabia que ele viu tudo, e achei engraçado. O trem chegou, e eu subi num vagão vazio. Tinha duas ou três pessoas num banco, e o resto vazio. Ele subiu atrás de mim. Sentei, e ele sentou na minha frente. Assim que sentei, percebi que a minissaia subiu e parecia que eu tava só de tanga. Quando fui me ajeitar, vi de canto que o cara tava com os olhos vidrados na minha entreperna. Achei graça e decidi não arrumar. Mais que isso, abri um pouco os joelhos pra dar pra ver na transparência a minha buceta. O cara olhava mais e começou a respirar meio pesado. Comecei a fazer poses pra mostrar tudo, mas fazendo parecer que era sem querer. De repente, vejo pelo reflexo do vidro da janela que ele tinha a jaqueta no colo e a mão debaixo dela, fazendo movimentos estranhos. Me deu uma agonia, acho que me excitei pensando que ele não aguentava e tava se tocando. Então comecei a morder meus lábios e brincar com meu cabelo, sempre me fazendo de desligada. Apoiei minha cabeça na janela e fingi que tava dormindo, abrindo um pouco mais as pernas. De vez em quando olhava de soslaio e descobri que o cara tinha tirado o pau pra fora e tava batendo uma como se eu e ninguém mais existisse. Fiquei excitada, abri minhas pernas quase como se quisesse que ele me comesse, e o cara levantou, tocou meu ombro e falou: "Neném, acorda". Me fiz de desentendida, e ele tava parado na minha frente batendo uma. Antes que eu reagisse, ele soltou uns três jatos de porra quente que sujaram minha saia, minhas botas e parte da minha calcinha fio dental. O trem parou e ele saiu correndo. Ainda faltava meia hora de viagem pra mim. Limpei minhas pernas leitosas com a mão, espalhei a porra e não aguentei: cheirei o esperma dele. Cheguei em casa toda excitada e me tranquei no banheiro. Foi uma das melhores punhetas da minha vida, lembrando daquilo e sentindo o cheiro da porra dele na minha calcinha. Nunca pensei que um homem pudesse gozar tanto e que eu provocasse ele a fazer isso num trem.
21 comentários - O dia que adorei ser exibicionista
No le podes pasar el corrector de Word al escrito?? De onda te lo digo,
Besitossss
P/D: si eso hacias a los 18 ¿qué harás ahora que sos mayor?