Mil desculpas pela demora, tava cheio de trampo. Só pra deixar claro, tudo que eu conto não é ficção, é real, aconteceu e, mesmo que alguns tenham falado em assédio, eu curti pra caralho. Voltando à história.
Como tinha combinado, fui até a imobiliária do marido da Loli. Quando entrei, me anunciei e me fizeram esperar. Era uma casa velha de dois andares reformada, o térreo era todo aberto com mesas de escritório. Não passaram nem cinco minutos e a moça que me atendeu mandou eu subir pro segundo andar, que a Dona Dolores ia me receber.
Quando cheguei no andar de cima, me deparei com várias portas, não sabia pra onde ir, até que de uma delas saiu o marido, o Edgardo, marido da Loli.
E: Boa tarde, como cê tá? Minha mulher falou que você ia passar pra ver um negócio de umas propriedades na praia.
Y: Isso, ela disse que tinha uns imóveis que alugavam na temporada.
E: Não costumo alugar pra jovens por causa da bagunça que fazem, mas a my wife — que apareceu bem na hora saindo pela mesma porta — e a Nora me imploraram pra ter consideração por você ser funcionário dela.
L: São bons meninos, love, têm a mesma educação das nossas netas — eu não conseguia parar de olhar pra ela, tava uma gostosa, com um vestido preto longo até abaixo dos joelhos e bem colado no corpo, marcando as cadeiras dela.
E: Bom, eu tenho que ir. Se não se importa, pode cuidar disso você?
L: Claro, meu love.
E: Perfeito, vou deixar vocês a sós — enquanto se afastava e me mandava entrar.
L: Finalmente, pensei que você não vinha — fechou a porta atrás de mim e a mão dela apertou forte minha bunda — tava doida pra ter você só pra mim, Sweetie.
Y: Não é perigoso aqui?
L: Relaxa, só vamos ficar um tempinho, depois a gente vai pra algum lugar, mas preciso ter você dentro de mim agora mesmo.
Ela nem terminou de falar e já tinha soltado o vestido, deixando cair no chão. Tava completamente nua, sem calcinha. Naquela hora, meu pau ficou durasso, parecia uma pedra. Ela sentou em cima da mesa. de madeira que tinha na sala, os bicos estavam completamente duros, ela abriu as pernas e levou a mão até a buceta dela, que já dava pra ver completamente molhada.
L: mmm bebezinho, olha como eu tô, por favor vem, já preciso de você
Eu me aproximei dela, quando fiquei perto do corpo dela, agarrei ela pela nuca e beijei, dava pra sentir a língua dela entrando na minha boca, parecia que queria chegar na minha garganta, era um beijo apaixonado e desesperado. Enquanto beijava ela, as mãos dela primeiro pegaram minha camiseta e tiraram ela completamente, por um segundo nossos lábios se separaram deixando um fio de saliva entre nós e logo voltamos ao beijo. Agora as mãos dela me agarraram forte primeiro na bunda pra depois passar pra frente, desabotoou a calça e enfiou a mão dentro por cima da cueca.
L: mmmm bebe, que durinha que tá, adoro
Y: é você que deixa assim dura
L: que lindo, e hoje eu quero todo o leite pra mim
Deixei a calça cair e me aproximei dela de novo, ainda tava de cueca, ela me apertou contra ela, no momento que meu volume roçou a buceta dela, um gemido escapou dos lábios dela e eu senti minha cueca molhando com os fluidos dela. Foram uns segundos em que ela pegou a lateral da minha cueca e puxou pra baixo sem parar de me beijar nem se afastar, quando finalmente meu pau ficou livre, foi direto pra buceta dela, tava tão molhada que deslizou inteiro sem nenhuma dificuldade e de novo um gemido abafado saiu dela enquanto as mãos dela apertavam minha bunda.
L: mmmm bebe, me enlouquece o teu pau e a tua bunda, adoro ter você dentro de mim
Y: você gosta de ser comida? teu marido não te mete?
L: mete, mas não tem igual a você, e ele tem que tomar remédio pra me comer, você já ahhhhh você já tá duro dentro de mim, sinto você inteiro
Eu adorava comer ela, a buceta dela apesar da idade era apertada e a lubrificação era incrível, e mais uma vez a sensação de suavidade da pele dela era uma coisa linda. Mas eu queria aproveitar mais, queria chupar a buceta dela de novo, queria sentir o cheiro dela outra vez. L: não não não não seja malvado não tira
Y: shhhh deixa comigo
L: quero teu pau
Y: e eu quero tua buceta
eu me ajoelhei entre as pernas dela até ficar de joelhos e aproximei meus lábios dos dela, ali estava de novo aquele cheiro hipnotizante que fazia meu pau pulsar. Assim que a ponta da minha língua roçou a buceta dela, ela gemeu e suas mãos agarraram minha cabeça com força, me empurrando contra ela. Fiquei um tempão nessa posição, ela me segurava firme e só soltava a pressão pra eu respirar, como se soubesse quando eu precisava. Num momento o corpo dela ficou tenso por completo e os gemidos foram ficando cada vez mais seguidos, a força das mãos dela se juntou à das pernas me apertando, até que finalmente um gemido abafado saiu dos lábios dela e eu senti a buceta dela se contraindo, até que finalmente relaxou
L: por favor me fode, preciso que me foda
Y: agora sim loli, agora vou te foder — enquanto me levantava e pegava ela pelos braços — encosta na mesa e levanta essa bunda
L: mmmm sim me fode forte contra a mesa do meu marido, igual ele deve ter fodido várias secretárias dele
ela mal apoiou as mãos na mesa e meu pau já tava dentro dela, comecei a foder muito forte, a ponto da mesa se mexer a cada estocada, os gemidos dela foram ficando cada vez mais altos e a verdade é que eu tava com medo de sermos descobertos, então com uma das mãos peguei a boca dela e puxei pra perto de mim. Beijava o pescoço dela enquanto meu pau penetrava ela e mais uma vez senti as contrações dela enquanto os dentes dela se marcavam na minha mão, me dando ainda mais prazer
Y: como você me excita, amo sua buceta, não aguento mais, vou gozar
L: não não quero na boca bebê, quero tomar todo seu gozo
não sei de onde tirei forças, mas a bunda dela me empurrou pra trás fazendo meu pau sair dela, rapidamente ela se ajoelhou e levou meu pau à boca dela, primeiro enfiou ele todo inteiro, depois foi tirando devagar até terminar com um beijo na ponta, a mão direita dela segurava meu pau e a esquerda pegava na minha bunda, passei a língua e de novo enfiou tudo de volta, ela tava me comendo com a boca, e quando precisava recuperar o fôlego me batia uma
Y: não aguento mais, vou gozar
L: sim bebê, me dá essa porra toda, dá tudo pra sua putinha
bati uma enquanto ela abria a boca, o primeiro jato atravessou a cara dela toda, o segundo foi no olho e o resto na boca, até que ela enfiou de novo, ver a cara dela completamente banhada de porra me deixou louco, começou a escorrer pelo rosto dela nos peitos e no chão. Quando ela tirou da boca, eu caí sentado num sofá que tinha na frente da escrivaninha, e ela com os dedos começou a pegar a porra que tinha ficado fora da boca e lamber, o final foi incrível, ver ela de joelhos passando a língua no chão pra pegar o que tinha caído ali me deixou doido. Finalmente pegou um lenço da escrivaninha e terminou de limpar o rosto, quando veio limpar meu pau jogou o lenço fora e fez com a língua
L: uff bebê, como você come gostoso, que sorte que a Nora te descobriu
Y: eu só tô aproveitando vocês
L: e te garanto que a gente também, mas agora a gente tem que ir porque meu marido volta a qualquer hora, reservei um quarto num hotel aqui perto e pretendo te comer a tarde inteira, guy
Y: por mim, tranquilo
L: hoje você não vai ter salário, mas vai ter benefício, pega isso, é pra você e seus amigos — enquanto me dava uma chave — é na zona norte de Gesell, tem 4 quartos, quintal, garagem e piscina, vocês vão gostar
Y: mas a gente não pode pagar isso
L: você continua me comendo assim que a casa tá paga, e se continuar assim vai ter muito mais
Y: valeu Loli, é foda demais
L: fica de boa, aproveita, uma última coisa, quero te pedir algo especial
Y: claro, o quê?
L: são duas coisas, uma das minhas netas, a mais nova, é meio tímida e sei que na escola maltratam ela, faria muito bem ter um amigo grande e bonito como você Y: conheço ela, mas nunca troquei uma palavra com a loli
L: não me surpreende, ela não é muito popular, essas gordinhas ninguém nem olha
Y: a real é que eu também não sou muito popular com as minas e é raro eu reparar em alguém da escola, mas não sei como poderia me aproximar dela
L: relaxa, eu cuido disso, você cuida de ser um bom amigo
Y: ok, e a outra coisa?
L: sua cueca, me dá
Y: minha cueca?
L: isso, sua cueca
Y: beleza, toma
L: ahh valeu — enquanto vestia — até a gente chegar no hotel, vou ficar com ela, quero que fique bem molhadinha pra você
saímos da sala, ela mandou eu sair primeiro e esperar ela na esquina, 5 minutos depois apareceu com o carro dela
L: vem, dirige você que eu quero brincar
mal liguei o carro e as mãos dela abriram minha calça, puxaram meu pau e começaram a chupar até uns metros antes de chegar no hotel, quando me fez gozar sem deixar escapar uma gota. O resto da tarde passamos transando num quarto do Alvear, até de noite, quando falei que precisava ir porque tinha combinado com a Nora de conversar sobre uma parada
Já vou contando o que foi rolando no resto
Como tinha combinado, fui até a imobiliária do marido da Loli. Quando entrei, me anunciei e me fizeram esperar. Era uma casa velha de dois andares reformada, o térreo era todo aberto com mesas de escritório. Não passaram nem cinco minutos e a moça que me atendeu mandou eu subir pro segundo andar, que a Dona Dolores ia me receber.
Quando cheguei no andar de cima, me deparei com várias portas, não sabia pra onde ir, até que de uma delas saiu o marido, o Edgardo, marido da Loli.
E: Boa tarde, como cê tá? Minha mulher falou que você ia passar pra ver um negócio de umas propriedades na praia.
Y: Isso, ela disse que tinha uns imóveis que alugavam na temporada.
E: Não costumo alugar pra jovens por causa da bagunça que fazem, mas a my wife — que apareceu bem na hora saindo pela mesma porta — e a Nora me imploraram pra ter consideração por você ser funcionário dela.
L: São bons meninos, love, têm a mesma educação das nossas netas — eu não conseguia parar de olhar pra ela, tava uma gostosa, com um vestido preto longo até abaixo dos joelhos e bem colado no corpo, marcando as cadeiras dela.
E: Bom, eu tenho que ir. Se não se importa, pode cuidar disso você?
L: Claro, meu love.
E: Perfeito, vou deixar vocês a sós — enquanto se afastava e me mandava entrar.
L: Finalmente, pensei que você não vinha — fechou a porta atrás de mim e a mão dela apertou forte minha bunda — tava doida pra ter você só pra mim, Sweetie.
Y: Não é perigoso aqui?
L: Relaxa, só vamos ficar um tempinho, depois a gente vai pra algum lugar, mas preciso ter você dentro de mim agora mesmo.
Ela nem terminou de falar e já tinha soltado o vestido, deixando cair no chão. Tava completamente nua, sem calcinha. Naquela hora, meu pau ficou durasso, parecia uma pedra. Ela sentou em cima da mesa. de madeira que tinha na sala, os bicos estavam completamente duros, ela abriu as pernas e levou a mão até a buceta dela, que já dava pra ver completamente molhada.
L: mmm bebezinho, olha como eu tô, por favor vem, já preciso de você
Eu me aproximei dela, quando fiquei perto do corpo dela, agarrei ela pela nuca e beijei, dava pra sentir a língua dela entrando na minha boca, parecia que queria chegar na minha garganta, era um beijo apaixonado e desesperado. Enquanto beijava ela, as mãos dela primeiro pegaram minha camiseta e tiraram ela completamente, por um segundo nossos lábios se separaram deixando um fio de saliva entre nós e logo voltamos ao beijo. Agora as mãos dela me agarraram forte primeiro na bunda pra depois passar pra frente, desabotoou a calça e enfiou a mão dentro por cima da cueca.
L: mmmm bebe, que durinha que tá, adoro
Y: é você que deixa assim dura
L: que lindo, e hoje eu quero todo o leite pra mim
Deixei a calça cair e me aproximei dela de novo, ainda tava de cueca, ela me apertou contra ela, no momento que meu volume roçou a buceta dela, um gemido escapou dos lábios dela e eu senti minha cueca molhando com os fluidos dela. Foram uns segundos em que ela pegou a lateral da minha cueca e puxou pra baixo sem parar de me beijar nem se afastar, quando finalmente meu pau ficou livre, foi direto pra buceta dela, tava tão molhada que deslizou inteiro sem nenhuma dificuldade e de novo um gemido abafado saiu dela enquanto as mãos dela apertavam minha bunda.
L: mmmm bebe, me enlouquece o teu pau e a tua bunda, adoro ter você dentro de mim
Y: você gosta de ser comida? teu marido não te mete?
L: mete, mas não tem igual a você, e ele tem que tomar remédio pra me comer, você já ahhhhh você já tá duro dentro de mim, sinto você inteiro
Eu adorava comer ela, a buceta dela apesar da idade era apertada e a lubrificação era incrível, e mais uma vez a sensação de suavidade da pele dela era uma coisa linda. Mas eu queria aproveitar mais, queria chupar a buceta dela de novo, queria sentir o cheiro dela outra vez. L: não não não não seja malvado não tira
Y: shhhh deixa comigo
L: quero teu pau
Y: e eu quero tua buceta
eu me ajoelhei entre as pernas dela até ficar de joelhos e aproximei meus lábios dos dela, ali estava de novo aquele cheiro hipnotizante que fazia meu pau pulsar. Assim que a ponta da minha língua roçou a buceta dela, ela gemeu e suas mãos agarraram minha cabeça com força, me empurrando contra ela. Fiquei um tempão nessa posição, ela me segurava firme e só soltava a pressão pra eu respirar, como se soubesse quando eu precisava. Num momento o corpo dela ficou tenso por completo e os gemidos foram ficando cada vez mais seguidos, a força das mãos dela se juntou à das pernas me apertando, até que finalmente um gemido abafado saiu dos lábios dela e eu senti a buceta dela se contraindo, até que finalmente relaxou
L: por favor me fode, preciso que me foda
Y: agora sim loli, agora vou te foder — enquanto me levantava e pegava ela pelos braços — encosta na mesa e levanta essa bunda
L: mmmm sim me fode forte contra a mesa do meu marido, igual ele deve ter fodido várias secretárias dele
ela mal apoiou as mãos na mesa e meu pau já tava dentro dela, comecei a foder muito forte, a ponto da mesa se mexer a cada estocada, os gemidos dela foram ficando cada vez mais altos e a verdade é que eu tava com medo de sermos descobertos, então com uma das mãos peguei a boca dela e puxei pra perto de mim. Beijava o pescoço dela enquanto meu pau penetrava ela e mais uma vez senti as contrações dela enquanto os dentes dela se marcavam na minha mão, me dando ainda mais prazer
Y: como você me excita, amo sua buceta, não aguento mais, vou gozar
L: não não quero na boca bebê, quero tomar todo seu gozo
não sei de onde tirei forças, mas a bunda dela me empurrou pra trás fazendo meu pau sair dela, rapidamente ela se ajoelhou e levou meu pau à boca dela, primeiro enfiou ele todo inteiro, depois foi tirando devagar até terminar com um beijo na ponta, a mão direita dela segurava meu pau e a esquerda pegava na minha bunda, passei a língua e de novo enfiou tudo de volta, ela tava me comendo com a boca, e quando precisava recuperar o fôlego me batia uma
Y: não aguento mais, vou gozar
L: sim bebê, me dá essa porra toda, dá tudo pra sua putinha
bati uma enquanto ela abria a boca, o primeiro jato atravessou a cara dela toda, o segundo foi no olho e o resto na boca, até que ela enfiou de novo, ver a cara dela completamente banhada de porra me deixou louco, começou a escorrer pelo rosto dela nos peitos e no chão. Quando ela tirou da boca, eu caí sentado num sofá que tinha na frente da escrivaninha, e ela com os dedos começou a pegar a porra que tinha ficado fora da boca e lamber, o final foi incrível, ver ela de joelhos passando a língua no chão pra pegar o que tinha caído ali me deixou doido. Finalmente pegou um lenço da escrivaninha e terminou de limpar o rosto, quando veio limpar meu pau jogou o lenço fora e fez com a língua
L: uff bebê, como você come gostoso, que sorte que a Nora te descobriu
Y: eu só tô aproveitando vocês
L: e te garanto que a gente também, mas agora a gente tem que ir porque meu marido volta a qualquer hora, reservei um quarto num hotel aqui perto e pretendo te comer a tarde inteira, guy
Y: por mim, tranquilo
L: hoje você não vai ter salário, mas vai ter benefício, pega isso, é pra você e seus amigos — enquanto me dava uma chave — é na zona norte de Gesell, tem 4 quartos, quintal, garagem e piscina, vocês vão gostar
Y: mas a gente não pode pagar isso
L: você continua me comendo assim que a casa tá paga, e se continuar assim vai ter muito mais
Y: valeu Loli, é foda demais
L: fica de boa, aproveita, uma última coisa, quero te pedir algo especial
Y: claro, o quê?
L: são duas coisas, uma das minhas netas, a mais nova, é meio tímida e sei que na escola maltratam ela, faria muito bem ter um amigo grande e bonito como você Y: conheço ela, mas nunca troquei uma palavra com a loli
L: não me surpreende, ela não é muito popular, essas gordinhas ninguém nem olha
Y: a real é que eu também não sou muito popular com as minas e é raro eu reparar em alguém da escola, mas não sei como poderia me aproximar dela
L: relaxa, eu cuido disso, você cuida de ser um bom amigo
Y: ok, e a outra coisa?
L: sua cueca, me dá
Y: minha cueca?
L: isso, sua cueca
Y: beleza, toma
L: ahh valeu — enquanto vestia — até a gente chegar no hotel, vou ficar com ela, quero que fique bem molhadinha pra você
saímos da sala, ela mandou eu sair primeiro e esperar ela na esquina, 5 minutos depois apareceu com o carro dela
L: vem, dirige você que eu quero brincar
mal liguei o carro e as mãos dela abriram minha calça, puxaram meu pau e começaram a chupar até uns metros antes de chegar no hotel, quando me fez gozar sem deixar escapar uma gota. O resto da tarde passamos transando num quarto do Alvear, até de noite, quando falei que precisava ir porque tinha combinado com a Nora de conversar sobre uma parada
Já vou contando o que foi rolando no resto
7 comentários - O entregador de encomendas IV
saludos